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Filme

Keanu Reeves sofre chantagem em trailer de nova comédia

"Consequência" acompanha astro de ação que tenta encobrir passado polêmico ao retornar a Hollywood após período de crise

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18 de março de 2026
Filme, Música

Trailer de documentário exalta trajetória do Iron Maiden

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18 de março de 2026
Filme

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Novo filme do MCU traz parcerias inéditas, muitos vilões e transformação do herói após feitiço de esquecimento

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18 de março de 2026
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    10 Filmes: “Velozes e Furiosos 10” e as estreias em streaming

    7 de julho de 2023 /

    Um dos maiores blockbusters do ano chega nas locadoras digitais, junto com filmes inéditos de terror e uma variedade de títulos em streaming. Confira os 10 principais lançamentos para ver em casa neste fim de semana.   VELOZES E FURIOSOS 10 | VOD*   Maior, mais cheia de famosos e cada vez mais cara, a franquia de ação festeja o exagero e apresenta seu melhor antagonista no 10º filme. Psicopata divertido, comparado até ao Coringa, o vilão vivido por Jason Momoa (o Aquaman) é filho do chefão do 5º longa e foi um dos criminosos (então anônimos) que enfrentaram o time de Dominic Toretto (Vin Diesel) na ponte Rio-Niterói. Em sua vingança, não faltam as inevitáveis cenas de corrida e destruição de veículos de todos os tipos, com os mais diferentes artefatos e de formas sempre criativas. Mas sua performance é o principal efeito visual do filme, que tem um roteiro fraquinho e chama mais atenção pela quantidade de astros em cena. “Velozes e Furiosos 10” reúne uma constelação. Até John Cena e Jason Statham retomam seus papéis – com direito à parceria entre Statham e seu ex-falecido inimigo Sung Kang, insinuada na cena pós-créditos do filme anterior. O elenco destaca, claro, os protagonistas da trilogia inicial: Vin Diesel, Jordana Brewster, Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Ludacris e Sung Kang. Além de aquisições mais recentes, como Nathalie Emmanuel, Scott Eastwood, Helen Mirren, a vilã favorita Charlize Theron e os citados Cena e Statham. A estes ainda se somam os “novatos” Momoa, Brie Larson (“Capitã Marvel”), Alan Ritchson (“Reacher”), Rita Moreno (das duas versões de “Amor, Sublime Amor”) e Daniela Melchior (“O Esquadrão Suicida”), sem esquecer da participação “secreta” da cena pós-créditos e da figurante de luxo Ludmilla. Quem dirige esses vingadores do cinema de ação é o francês Louis Leterrier (“Truque de Mestre”), que assumiu o comando do longa após o começo da produção – inicialmente prevista para ser dirigida por Justin Lin (“Velozes e Furiosos 9”). Impressionando os executivos da Universal, ele já se garantiu antecipadamente à frente do 11º longa – que pode ou não encerrar a saga da família Toretto em 2025/26.   FRIO NOS OSSOS | HBO MAX   Thriller intenso de invasão domiciliar, o filme de Matthias Hoene (“Cockneys vs. Zombies”) se passa durante uma tempestade em uma fazenda remota, onde uma mãe (Joely Richardson, de “O Amante de Lady Chatterley”), luta de maneira extremamente intensa para proteger sua família. Junto a ela estão sua filha adolescente (Sadie Soverall, de “Fate: A Saga Winx”) e o marido doente, que celebra seu aniversário quando são interrompidos pela chegada inesperada de dois irmãos, Matty (Harry Cadby, de “Red Rose”) e Jack (Neil Linpow, de “Pesadelos Mortais”, que também é o roteirista do filme). A história é inicialmente simples: Matty e Jack, buscando abrigo após um acidente de carro, encontrando ajuda na fazenda isolada. No entanto, a suposta inocência dos irmãos logo dá lugar à tensão quando fica claro que eles estão fugindo da lei. No entanto, a força de Mama não deve ser subestimada, e é aqui que o filme subverte as expectativas típicas do gênero. Richardson oferece uma performance convincente, equilibrando os momentos de ação com sua maternidade calorosa, enquanto a família lida com os invasores cada vez mais ameaçadores. À medida que a tempestade se intensifica, os segredos de cada personagem se desenrolam, criando uma narrativa carregada de emoções complexas e disputas pela sobrevivência.   NOCEBO | VOD*   O terror acompanha Christine (Eva Green, de “Os Três Mosqueteiros: D’Artagnan”), uma bem-sucedida designer de moda, que vive uma vida aparentemente perfeita com seu marido (Mark Strong, de “Shazam!”) e sua filha. Após um incidente perturbador durante um de seus desfiles, ela passa a sofrer de uma doença misteriosa, não diagnosticada, que a deixa constantemente esgotada e aflita. Sem conseguir ajuda médica, a situação só muda quando uma jovem filipina (Chai Fonacier, de “Born Beautiful”) bate em sua porta, alegando ser a nova babá. Sem lembrar de tê-la contratado, devido à perda de memória que a acomete, Christine se surpreende quando a jovem lhe introduz remédios caseiros que ajudam em sua recuperação. Por outro lado, seu marido mostra-se cético e preocupado com o controle que a desconhecida passa a exercer sobre a esposa. O filme tem a marca de Lorcan Finnegan, cineasta irlandês que vem se destacando no cinema fantástico, principalmente após o sucesso de crítica de “Viveiro” (Vivarium, 2019). O diretor costuma explorar temas complexos e atuais, como o impacto da urbanização desenfreada, os efeitos psicológicos do isolamento e as questões sociais envolvidas na economia globalizada. Seus filmes geralmente são repletos de suspense e mistério, com narrativas que desafiam o público a questionar a realidade apresentada. Em “Nocivo”, seu olhar particular transforma em terror questões de exploração de mão de obra em países pobres, culpa e injustiças sociais, além de abordar conceitos psicológicos, como o efeito nocebo – o oposto do efeito placebo, onde a crença de que algo irá prejudicar a saúde acaba por manifestar sintomas reais de doenças.   | URUBUS | VOD*   O drama impactante leva o espectador a conhecer o universo dos pichadores da periferia, suas motivações e desafios, e reencena a célebre pichação das paredes brancas da Bienal de São Paulo em 2008. A trama gira em torno do líder de um grupo de pichadores que escala os edifícios mais altos para deixar sua marca. Quando o protagonista (vivido pelo estreante Gustavo Garcez) conhece uma estudante de arte (Bella Camero, de “Marighella”), seus mundos colidem resultando na invasão da 28ª Bienal. O feito transforma os jovens invisíveis da periferia em protagonistas de um polêmico debate cultural. Com estética semi-documental vibrante, o primeiro longa de Claudio Borrelli (que apareceu como personagem no documentário “Pichadores”) tem produção do cineasta Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”) e venceu vários prêmios internacionais, em festivais nos EUA e Europa, além dos troféus da Crítica e do Público como Melhor Filme da 45ª Mostra de São Paulo.   MEUS SOGROS TÃO PRO CRIME | NETFLIX   A nova comédia traz Adam Devine (“Megarrromântico”) como um gerente de banco que finalmente conhece os pais de sua noiva, mas logo passa a suspeitar que eles são os ladrões que roubaram seu banco durante a semana do casamento. A história mistura humor com ação, remetendo a longas como “Entrando Numa Fria” (2000) e “Vizinhos Espiões” (2016). E conta com uma reviravolta: quando a noiva é raptada por criminosos que exigem o pagamento de US$ 5 milhões para libertá-la, o gerente decide se juntar aos sogros num novo roubo de banco para salvar a amada. O elenco destaca ainda Nina Dobrev (“The Vampire Diaries”) como a noiva, além de Pierce Brosnan (“Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!”) e Ellen Barkin (“Animal Kingdom”) como os sogros. A direção é de Tyler Spindel (“A Missy Errada”) e a produção é de ninguém menos que Adam Sandler (“Mistério em Paris”).   ALERTA MÁXIMO | AMAZON PRIME VIDEO   O thriller de ação traz Gerard Butler (“Invasão ao Serviço Secreto”) como um piloto de voo comercial, que se vê forçado a aterrissar seu avião lotado numa zona de guerra por causa de uma terrível tempestade. Mas escapar do desastre é só o começo da história. Em pouco tempo, ele precisa se juntar a um criminoso algemado (Mike Colter, o “Luke Cage”) para salvar seus passageiros, que são aprisionados por guerrilheiros. De forma curiosa, essa história lembra um pouco a premissa de “Eclipse Mortal” (2000), só que sem os elementos de ficção científica. Mas a crítica americana entrou a bordo, considerando o longa melhor que as produções genéricas de ação estreladas pelo ator escocês nos últimos anos – 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. Os méritos pertencem ao diretor francês Jean-François Richet, que vem causando boas impressões desde seu clássico “Inimigo Público nº 1” (2008). O sucesso de bilheteria garantiu a produção de uma continuação.   SEMPRE EM FRENTE | HBO MAX   Primeiro filme de Joaquin Phoenix após vencer o Oscar por “Coringa”, o drama em preto e branco traz o ator como um documentarista que pretende entrevistar crianças sobre a situação do mundo. Nesse processo, estabelece um relacionamento tênue, mas transformador, com seu sobrinho sem filtros de 8 anos, que ele leva em suas viagens. “Sempre em Frente” tem roteiro e direção de Mike Mills, que não lançava uma nova obra desde “Mulheres do Século 20” em 2016. E embora tenha passado ao largo do Oscar, o menino Woody Norman (“Troia: A Queda de Uma Cidade”), que vive o sobrinho, foi indicado ao BAFTA (o Oscar britânico) como Melhor Ator Coadjuvante. Elogiadíssimo pela crítica, atingiu uma avaliação até mais positiva que muitos indicados ao prêmios da Academia – 94% de aprovação no Rotten Tomatoes.   SAM & KATE | VOD*   A comédia romântica traz os veteranos Dustin Hoffman (“Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”) e Sissy Spacek (“O Velho e a Arma”) atuando ao lado dos seus respectivos filhos da vida real, Jake Hoffman (“Wu-Tang: An American Saga”) e Schuyler Fisk (“A Babá”). Na trama, Sam (Jake) é um jovem artista que vive com seu pai, Bill (Dustin). A relação dos dois, que já não era das melhores, é abalada quando Sam se apaixona por Kate (Fisk), uma mulher que ele conheceu recentemente, ao mesmo tempo que seu pai se apaixona pela mãe dela, Tina (Spacek). Com 74% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme foi produzido pela atriz Amy Adams (“A Mulher na Janela”) e dirigido pelo seu marido, o ator Darren Le Gallo (“Then We Got Help!”), em sua estreia na função.   UMA FAMÍLIA PERFEITAMENTE NORMAL | FILMICCA   A diretora estreante Malou Reymann baseou-se em suas próprias experiências de infância para contar a história desse drama premiado no Festival de Roterdã. Passada nos anos 1990, a narrativa é centrada na perspectiva de Emma, uma garota dinamarquesa de 11 anos, que tem um choque ao ser comunicada do divórcio dos pais, devido à decisão do pai Thomas (Mikkel Boe Følsgaard, de “The Rain”) de mudar de gênero e se assumir como Agnete. O filme atingiu 71% de aprovação no Rotten Tomatoes por sua abordagem direta e honesta, sem sensacionalismos, e é considerado uma contribuição valiosa para a representação da experiência transgênero no cinema. Ao mesmo tempo em que retrata a alegria de Agnete por finalmente poder viver como sua verdadeira identidade, não ignora o sofrimento de sua filha para entender e aceitar a mudança radical no pai, a quem sempre viu como um companheiro de futebol e modelo masculino, que agora acredita ter perdido.   WHAM! | NETFLIX   O documentário musical lembra a carreira do Wham!, dupla pop formada por George Michael e Andrew Ridgeley, que foi um fenômeno nos anos 1980 com hits como “Wake Me Up Before You Go-Go” e “Last Christmas”. Composto por imagens de arquivo e várias entrevistas, o filme conta a história de amizade da dupla, que se conheceu na infância e se apresentou junta de 1981 até 1986, quando se separaram. Após cinco anos e três álbuns de estúdio, George Michael decidiu seguir carreira solo, tornando-se ainda mais famoso – até morrer aos 53 anos, no Natal de 2016. A direção é de Chris Smith, do documentário “Fyre Festival: Fiasco no Caribe” (2019).     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.

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    John Wick sobreviveu ou não? Final original deixava claro que sim

    7 de julho de 2023 /

    As esperanças dos fãs de “John Wick” voltaram a ser alimentadas por uma nova entrevista do diretor Chad Stahelski. Após o final de “John Wick 4: Baba Yaga”, que apresentou a suposta morte do personagem-título, vivido por Keanu Reeves, Stahelski revelou à revista Empire que chegou a filmar um desfecho diferente, em que o protagonista podia ser visto bem de saúde após “morrer”. “Tínhamos um final diferente. [O final do cinema] foi o final que Keanu e eu queríamos, mas filmamos um final diferente. Filmamos um final onde você realmente via John Wick no final do filme. Então, ficava muito claro que ele ainda estava vivo. Mas as plateias com as quais testamos preferiram o final ambíguo.”   Possibilidade de “John Wick 5” O desfecho de “John Wick: Capítulo 4” fez muitos se perguntarem se Keanu Reeves retornaria para um quinto filme da franquia. Com a revelação do diretor, “John Wick 5” parece mais provável, já que Reeves e Stahelski flertaram com a possibilidade de manter o assassino vivo. O produtor da franquia, Basil Iwanyk, referiu-se ao final de ‘John Wick: Capítulo 4’ como “um final ambíguo”, adicionando sobre a morte de Wick: “Vou deixar assim. Não temos essa resposta.” O estúdio Lionsgate, por sua vez, chegou a confirmar a intenção de realizar uma nova sequência da franquia, após o sucesso estrondoso de “John Wick 4: Baba Yaga”. Durante uma teleconferência com o mercado, para apresentar os lucros do trimestre, o chefe da divisão de filmes do estúdio, Joe Drake, disse que “John Wick 5” estava em desenvolvimento. Entretanto, nem Keanu Reeves nem Chad Staheslki confirmaram a produção. Sobre a possibilidade, Reeves declarou à Entertainment Weekly: “Não sei, acho que vou ter que me inclinar para o ‘nunca diga nunca’. Quer dizer, eu não faria um filme ‘John Wick’ sem [o diretor] Chad Stahelski. Teríamos que ver como seria. Para mim, parece muito certo que John Wick encontre a paz.”   O futuro da franquia Independentemente de um quinto filme vir à luz ou não, a franquia “John Wick” continuará em 2024 com o spin-off estrelado por Ana de Armas (“Blonde”), “Ballerina”, que apresenta o assassino de Reeves em um papel coadjuvante. A história se passa entre o terceiro e o quarto longa da franquia. Além disso, também há a série “The Continental”, que vai revelar o passado do hotel que serve de ponto de encontro e refúgio para os assassinos da saga. A atração estrelada por Colin Woodell (“The Flight Attendant”), Mel Gibson (“Máquina Mortífera”) e Katie McGrath (“Supergirl”) estreia em 22 de setembro na plataforma americana Peacock e terá distribuição da Amazon Prime Video para o resto do mundo.

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    Margia Dean, atriz de “Terror Que Mata”, morre aos 101 anos

    6 de julho de 2023 /

    A atriz americana Margia Dean, conhecida pelo clássico cult de ficção científica “Terror Que Mata” (1955), faleceu no último dia 23 de junho aos 101 anos. Apesar disso, a notícia foi divulgada por sua sobrinha Denyse Barr ao The Hollywood Reporter somente nesta quinta-feira (6/7). Segundo as informações, a atriz morreu em seu apartamento no Rancho Cucamonga, na Califórnia. “Ela era uma mulher notável, brilhante e generosa, com um gosto requintado”, declarou sua sobrinha. A atriz viveu por seis décadas em uma casa nas colinas de Hollywood, entes de se mudar para Dana Point, também na Califórnia. Ao longo da carreira, ela apareceu em mais de 60 produções. Muitas delas, eram produzidas pelo produtor Robert L. Lippert, com quem afirmou ter tido um caso amoroso. A atriz se casou pela primeira vez em 1939 com o treinador de basquete Hal Fischer, mas a união durou cerca de seis anos. Em seguida, ela namorou o príncipe Aly Khan, que já foi casado com a atriz Rita Hayworth. Ela conheceu seu último marido Felipe Alvarez, um arquiteto, autor e cantor espanhol dez anos mais novo, em uma cafeteria de Los Angeles. Os dois se casaram em 1965, no México.   Estrelato e caso com Robert L. Lippert Nascida em 7 de abril de 1922 na cidade de Chicago, Marguerite Louise Skliris foi criada em San Francisco. Sua família tinha raízes na Grécia e seu pai trabalhava como advogado. Ainda criança, ela atuou em pequenas peças teatrais e se interessou pela área. Acabou se destacando por sua beleza, quando conquistou os títulos de Miss San Francisco e Miss Califórnia. Em 1939, ela competiu pelo prêmio Miss América, ficando em 2º lugar. Dedicada a aproveitar a fama para virar atriz, concluiu seus estudos na Galileo High School e ingressou no Biltmore Theatre, em Los Angeles. Mas sua estreia no cinema só aconteceu cinco anos depois, na comédia musical “Casanova in Burlesque” (1944), dirigido por Leslie Goodwins. Seu primeiro grande papel veio em “Shep Comes Home” (1948), primeiro de seus filmes financiado pela produtora de Robert L. Lippert. Esse foi o início da parceria entre os dois, que rendeu cerca de 20 filmes entre 1948 a 1956, dando a Dean o apelido de “A Rainha de Lippert”. Anos mais tarde, a atriz revelou que teve um relacionamento amoroso com o produtor, falecido em 1976. Durante uma entrevista para Mark Thomas McGee, autor de um livro biográfico de L. Lippert, ela detalhou a relação extraconjugal. “Eu sabia que o que estava fazendo era errado. Eu estava saindo com um homem casado”, lembrou em 2014. “Não acho que eu tenha realmente amado ele, mas ele era louco por mim. Ele me deu todos esses trabalhos, e era agradável estar com ele. Ele tornou tudo fácil para mim”.   Trabalhos notáveis no cinema Na época, ela chamou a atenção em longas de faroeste como “Red Desert” (1949) e “The Lonesome Trail” (1955). A atriz também apareceu no drama esportivo “Ringside” (1949) e no filme noir “F.B.I. Girl” (1951). Ao longo dos anos, trabalhou algumas vezes com o roteirista Sam Fuller e participou dos dois primeiros longas-metragens que ele dirigiu. Ambos foram dramas de faroeste, gênero que estava em alta na época. O primeiro foi “Eu Matei Jesse James” (1949), no qual ela interpretou uma cantora de saloon, enquanto o segundo foi “O Barão Aventureiro” (1950), onde deu vida à personagem Marquesa. Durante a década de 1950, a atriz trabalhou em grandes produções, incluindo o primeiro longa-metragem do Superman, “Superman and the Mole Men” (1951), estrelado por George Reeves, além de ter contracenado com Jane Russell no musical “A Descarada” (1956), Clint Eastwood em “Emboscada em Cimarron Pass” (1958) e Esther Williams no circo de “Diabos do Circo” (1961).   Sucesso no gênero de terror Foi no ano de 1955 que ela conquistou mais destaque ao estrelar o longa de ficção científica “Terror Que Mata” (The Quatermass Xperiment). Dirigido por Val Guest, o filme acompanhava um astronauta que voltava a Terra contaminado, transformando-se em um organismo alienígena que ameaça a humanidade. Na história, Dean interpretou a esposa do astronauta, que toma a decisão tola de ajudá-lo a escapar do hospital. O filme era baseada na série homônima produzida pelo canal britânico BBC em 1953 e foi muito bem recebido pela crítica, tornando-se um clássico do gênero.   Fim da carreira como atriz Ela começou sua própria produtora, a Margot Productions, que produziu filmes como “O Laço Ameaçador” e “A Casa dos Fantasmas”, lançados em 1964. Seus últimos trabalhos como atriz foram produções B em locações exóticas: “O Segredo dos Arrecifes” (1960), “7 Mulheres no Inferno” (1961) e “Moro Witch Doctor” (1964). Após estrelar cerca de 60 filmes em apenas duas décadas de carreira, ela decidiu deixar o audiovisual para trás, virando vice-presidente em uma empresa imobiliária e construtora, além de ter sido proprietária de uma loja de roupas na cidade de Brentwood, na Califórnia, e de uma cafeteria em Beverly Hills. Veja abaixo o trailer americano de “Terror que Mata” (lançado nos EUA com o título de “The Creeping Unknown”).

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    Bob Dylan está auxiliando filme sobre início de sua carreira

    6 de julho de 2023 /

    O cantor e compositor Bob Dylan, famoso por sua reclusão e discrição, tem colaborado ativamente na produção do filme que retrata o início de sua carreira musical. O projeto, intitulado “A Complete Unknown” (“Um completo desconhecido”, em tradução livre), tem Timothée Chalamet (“Duna”) no papel principal. O diretor James Mangold (“Indiana Jones e o Artefato do Destino”) contou que Dylan se reuniu diversas vezes com ele, fez anotações no roteiro e “tem colaborado muito” com o projeto. Em sua participação no podcast “Happy Sad Confused”, ele disse que o cantor é um grande cinéfilo e confessou ser fã de “Cop Land” (1997), seu segundo longa. “Passei vários dias maravilhosamente encantadores em sua companhia [Dylan], apenas nós dois, conversando. Tenho um roteiro que foi anotado pessoalmente por ele e apreciado por mim. Ele adora filmes. A primeira vez que me sentei com Bob, uma das primeiras coisas que ele me disse foi: ‘Adoro Cop Land'”, contou o cineasta. Segundo o diretor do filme, a obra não é exatamente uma cinebiografia tradicional de Dylan. “Não é bem uma cinebiografia de Bob Dylan. Se passa em uma época muito específica no início dos anos 1960, quando um garoto de 17 anos pega uma carona para Nova York com US$ 16,00 no bolso, para conhecer Woody Guthrie, que está no hospital morrendo de uma doença nervosa”, afirmou Mangold. “Ele canta para Woody uma canção que escreveu para ele e faz amizade com Pete Seeger, que é como um filho para Woody, e Pete o ajuda a conseguir shows em clubes locais e ali você encontra Joan Baez e todas estas outras pessoas que fazem parte deste mundo.” O jovem Dylan causa “um tumulto na comunidade folk e o que eles pensavam que era folk adequado e folk ilícito”, o que, diz diretor, “tem uma relevância imensa até hoje, porque todos nós somos muito tribalizados com regras sobre como nossa música deve ser, sobre quais são nossas regras, como falamos, como nos expressamos. E Bob, desde o início, sempre foi alguém que está sempre pressionando contra esses limites.” Para quem não sabe, “A Complete Unknown” é uma das frases do refrão de “Like a Rolling Stone”, música que melhor representa a transformação de Dylan, até então um cantor folk, em roqueiro. A transição não foi tranquila para o cantor, que chegou a enfrentar vaias de seus antigos fãs por trocar o vilão por guitarras e uma banda de rock. Com roteiro de Jay Cocks (“Gangues de Nova York”) e filmagens marcadas para agosto em Nova York, o filme produzido pela Searchlight Pictures vai destacar esse período em que o jovem Dylan abala o mundo da música em 1965, quando começa a se apresentar com uma guitarra elétrica pela primeira vez. O próprio Bob Dylan e seu empresário de longa data, Jeff Rosen, figuram entre os produtores. Além de Timothée Chalamet no papel de Dylan, o elenco de “A Complete Unknown” traz Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como o cantor Pete Seeger e Elle Fanning (“The Great”) interpretando Sylvie Russo, namorada de Dylan na época da faculdade. A data de estreia ainda não foi anunciada.

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    Trailer de “Vermelho, Branco e Sangue Azul” celebra romance gay adolescente

    6 de julho de 2023 /

    A Amazon Prime Video divulgou o trailer completo da adaptação de “Vermelho, Branco e Sangue Azul” (Red, White & Royal Blue), best-seller de Casey McQuiston. A comédia romântica traz Taylor Zakhar Perez (“A Barraca do Beijo 3”) como Alex Claremont-Diaz, filho da presidente dos Estados Unidos, e Nicholas Galitzine (“Cinderela”) na pele do príncipe britânico Henry. Os dois têm muito em comum: beleza estonteante, carisma inegável, popularidade internacional e um total desdém um pelo outro. Separados por um oceano, a rivalidade entre os dois nunca foi um problema, até que um desastroso – e muito público – confronto em um evento real se torna alimento para tabloides, potencialmente colocando em risco as relações entre os Estados Unidos e a Grã-Bretanha no pior momento possível. Para controlar os danos, suas famílias poderosas e respectivos manipuladores profissionais forçam os dois rivais a uma “trégua” encenada. Mas o que a princípio começa como uma amizade falsa e instagramável se transforma em algo mais significativo do que Alex ou Henry poderiam imaginar. Logo Alex se vê envolvido em um romance secreto com um Henry surpreendentemente desajeitado, o que pode complicar a campanha de reeleição de sua mãe e implodir de vez as relações entre as duas nações. Detalhes da Produção e Elenco A adaptação é assinada pelo dramaturgo Matthew López (“The Inheritance”), vencedor do Tony, que escreveu e vai dirigir a adaptação, em sua estreia em longas-metragens. A produção é de Greg Berlanti (o criador do “Arrowverso” e diretor de “Com Amor, Simon”) com sua sócia Sarah Schechter, da Berlanti/Schechter Films. Já o elenco coadjuvante destaca Uma Thurman (“Kill Bill”) como presidente dos EUA, além de Clifton Collins Jr. (“Westworld”), Sarah Shahi (“Adão Negro”), Rachel Hilson (“Com Amor, Victor”), Stephen Fry (“Sandman”), Ellie Bamber (“Willow”) e Thomas Flynn (“Bridgerton”). A estreia está marcada para o dia 11 de agosto na plataforma Prime Video.

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    Filme de Zendaya vai abrir o Festival de Veneza 2023

    6 de julho de 2023 /

    O filme “Rivais” (Challengers), dirigido pelo italiano Luca Guadagnino (“Me Chame pelo Seu Nome”), vai abrir o Festival de Veneza de 2023. A organização informou que a première mundial vai acontecer em 30 de agosto, inaugurando a 80ª edição do evento, mas a exibição acontecerá fora de competição. Estrelado por Zendaya (“Duna”), o longa acompanha a história de três jogadores de tênis que se envolvem em um triângulo amoroso enquanto enfrentam as tensões do mundo esportivo. O elenco ainda conta com Mike Faist (“West Side Story”) e Josh O’Conner (“The Crown”). Na trama, Zendaya interpreta Tashi Duncan, uma tenista prodígio que se tornou uma renomada treinadora, implacável dentro e fora das quadras. Ela é casada com o campeão Art (Mike Faist), que lida com uma série de derrotas nos últimos anos. Enquanto busca uma redenção para o marido no esporte, uma reviravolta surpreendente acontece quando ele é desafiado pelo fracassado Patrick (Josh O’Conner), ex-melhor amigo de Tashi e que também já foi seu namorado. A história complexa do trio é apresentada desde seus relacionamentos ainda jovens até o presente, onde todos precisam lidar com uma rivalidade histórica. É importante mencionar que o longa recebeu uma classificação indicativa para maiores (R-Rated) nos cinemas dos Estados Unidos.   Preparação intensa para viver a personagem Diante do desafio de interpretar uma atleta profissional do tênis, Zendaya teve um treinamento bastante intenso para a personagem. Em entrevista para a Variety, o diretor revelou que a atriz treinou o esporte por três meses com Brad Gilbert, ex-atleta e técnico de tênis profissional. “Editamos o filme e, na verdade, quase não usamos nenhuma de suas dublês. Ela é muito boa”, declarou Guadagnino. Além disso, o diretor e Zendaya atuam como produtores ao lado de Amy Pascal e Rachel O’Connor, de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (2021). O roteiro é assinado por Justin Kuritzkes (“Ticklish”), enquanto a trilha sonora do longa-metragem é composta por Trent Reznor e Atticus Ross, vencedores do Oscar pelas trilhas de “A Rede Social” (2010) e “Soul” (2020). “Rivais” tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 14 de setembro. Veja a seguir o trailer da produção.

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    “A Freira 2” ganha trailer aterrorizante com retorno de Taissa Farmiga

    6 de julho de 2023 /

    A Warner Bros. Pictures divulgou o pôster e o trailer aterrorizante da sequência “A Freira 2”. O longa traz Taissa Farmiga de volta ao universo de “Invocação do Mal” como a Irmã Irene, novamente enfrentando a freira demoníaca Valak (Bonnie Aarons). A prévia traz um vislumbre das cenas assustadoras do novo terror sobrenatural. Ambientado em 1966, alguns anos após o primeiro longa, a história começa com o amigo de Irmã Irene, Maurice (Jonas Bloquet), sendo possuído por Valak. Após um terrível evento na escola francesa onde Maurice trabalha, Irene se envolve na investigação, ajudada por uma nova personagem interpretada pela atriz Storm Reid (“Euphoria”). A direção é de de Michael Chaves, que fez sua estreia com “A Maldição da Chorona” e comandou “Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio” (2021), a mais recente produção desse universo de terror. A produção continua a cargo de James Wan, diretor dos dois primeiros “Invocação do Mal”, e Peter Safran, atual responsável pelo DC Studios ao lado de James Gunn. O roteiro foi escrito por Akela Cooper (“Maligno”) e revisado por Ian Goldberg e Richard Naing (ambos de “Fear the Walking Dead”).   Sucesso de Invocação do Mal O longa é uma continuação do sucesso de 2018, que se tornou o título de maior bilheteria da franquia “Invocação do Mal” com US$ 365,5 milhões arrecadados ao redor do mundo. Em “A Freira”, a história se passava em 1952 e acompanhava um padre interpretado por Demian Bichir e a personagem de Farmiga, em luta contra as possessões malignas da freira Valak. Vale mencionar que este vai ser o 9º filme da franquia de terror, que soma mais de US$ 2 bilhões em bilheteria mundial. Apesar do sucesso, a série principal pode ser encerrada no próximo “Invocação do Mal”, intitulado em inglês “The Conjuring: Last Rites” (“Invocação do Mal: Extrema-Unção”, em tradução livre), novamente estrelado por Patrick Wilson e Vera Farmiga (irmã de Taissa Farmiga). “A Freira 2” chega aos cinemas brasileiros em 7 de setembro, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Filme biográfico de Bob Marley ganha trailer emocionante embalado em reggae

    6 de julho de 2023 /

    A Paramount divulgou pôster e o primeiro trailer da cinebiografia do eterno ícone do reggae Bob Marley nesta quinta-feira (6/7). Intitulado “Bob Marley: One Love”, o longa traz Kingsley Ben-Adir (“Invasão Secreta”) no papel do cantor ao lado de Lashana Lynch (“007 – Sem Tempo para Morrer”), que vive sua esposa Rita Marley. A prévia destaca a vida conturbada e o legado do cantor, incluindo momentos do começo da carreira na Jamaica até sua imensa ascensão à fama mundial. As cenas mostram o cantor durante apresentações e alguns dos conflitos que lidou por trás dos bastidores. O trailer também inclui a tentativa de assassinato de Marley, da qual ele sobreviveu. A prévia ainda é acompanhada por reflexões marcantes do cantor retratado, embaladas pelo som de reggae que conquistou fãs ao redor do mundo com uma mensagem de amor e esperança – ilustrada pelas cores da Jamaica. O longa é dirigido por Reinaldo Marcus Green, responsável por outra cinebiografia recente, “King Richard – Criando Campeãs”, sobre o pai das tenistas Venus e Serena Williams. Ele também assina o roteiro ao lado de Zach Baylin (também de “King Richard”).   Família de Marley está envolvida na produção A esposa Rita e os filhos Ziggy e Cedella Marley estão entre os produtores do filme, dando sua benção aos atores principais para retratá-los na cinebiografia. Vale mencionar que Lashana Lynch nasceu na Inglaterra, mas tem descendência jamaicana, enquanto Kingsley Ben-Adir também é inglês com descendência caribenha. Responsável pela popularização do reggae em todo o mundo, Bob Marley morreu em 1981, aos 36 anos, vítima de câncer. Mas apesar da morte precoce, deixou dezenas de clássicos como “Get Up, Stand Up”, “One Love”, “No Woman, No Cry” e “Could You Be Loved”, que ficaram eternizados na história da música pop mundial. “Bob Marley: One Love” estreia nos cinemas brasileiros em 11 de janeiro de 2024, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Billie Eilish anuncia música inédita na trilha sonora de “Barbie”

    6 de julho de 2023 /

    A cantora Billie Eilish anunciou nesta quinta-feira (6/7) uma música inédita para a trilha sonora de “Barbie”, aguardado longa estrelado por Margot Robbie e Ryan Gosling. Nas últimas semanas, a artista já havia levantado suspeitas dos fãs ao postar fotos do filme nas redes sociais. A canção intitulada “What Was I Made For?” foi confirmada por Billie em uma publicação no Instagram. “AHHHHHHHHHHHHHHHH!!! ‘What Was I Made For?’ será lançado em 13 de julho, às 19h !!!!!!!! Fizemos essa música para ‘Barbie’ e ela significa o mundo inteiro para mim. Esse filme vai mudar suas vidas e espero que a música também. Prepare-se para chorar”, escreveu com muitos emojis e marcando Finneas, seu irmão e parceiro musical. A publicação veio acompanhada de uma imagem com uma letra “B” rabiscada em preto, na fonte clássica do filme. O nome da música aparece logo em cima. Com o título revelado, é de se esperar que a música se encaixe com a trajetória da boneca no filme de Greta Gerwig, onde Barbie busca entender o mundo e sua própria moralidade.   Trilha sonora com peso Anunciado no mês de maio, o álbum com a trilha sonora oficial de “Barbie” terá 17 faixas e será lançado em 21 de julho, um dia após a estreia do longa no Brasil. A tracklist é marcada por diversos artistas renomados, além de incluir uma música cantada por Ryan Gosling, que interpreta o boneco Ken no longa. Embora a maioria das músicas tenham sido reveladas, uma das canções ainda é um mistério. Até o momento, já foram lançadas outras duas faixas com direito a clipes mergulhados no estilo da boneca. São as canções “Dance the Night”, da cantora Dua Lipa, que também estrela o filme, e a música “Barbie World”, parceria das rappers Nicki Minaj e Ice Spice. Além disso, Charli XCX também revelou sua música, “Speed Drive”. Os outros artistas confirmados na trilha sonora são Lizzo, Karol G, PinkPantheress, Ava Max, Dominic Fike, Khalid, The Kid Laroi, Tame Impala, Haim, Gayle, Fifty Fifty FIFTY e Kali. “What Was I Made For?” vai chegar nas plataformas digitais no dia 13 de julho, enquanto “Barbie” estreia nos cinemas brasileiros em 20 de julho. Confira a tracklist completa do disco da trilha: 1. Lizzo – Pink 2. Dua Lipa – Dance The Night 3. Nicki Minaj & Ice Spice – Barbie World (with Aqua) 4. Charli XCX – Speed Drive 5. Karol G – Watati (feat. Aldo Ranks) 6. Billie Eilish – What Was I Made For? 7. Tame Impala – Journey To The Real World 8. Ryan Gosling – I’m Just Ken 9. Dominic Fike – Hey Blondie 10. Haim – Home 11. [sem título revelado] 12. The Kid Laroi – Forever & Again 13. Khalid – Silver Platter 14. PinkPantheress – Angel 15. Gayle – butterflies 16. Ava Max – Choose Your Fighter 17. FIFTY FIFTY – Barbie Dreams (feat. Kali) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por BILLIE EILISH (@billieeilish)

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    “Sobrenatural 5” e Zé do Caixão assombram a programação de cinema

    6 de julho de 2023 /

    O circuito aproveita uma pausa na sucessão de blockbusters de ação para trazer o terror de volta aos cinemas, após mais de um mês sem lançamentos do gênero. O quinto filme da franquia “Sobrenatural” é o maior lançamento desta quinta-feira (6/7). E vem acompanhado de outro título sombrio, com a exibição em circuito limitado de um antigo filme perdido de Zé do Caixão, o mestre do horror brasileiro. Entre os destaques da programação, também há uma nova comédia criminal de François Ozon (“Frantz”). Ao todo, sete títulos entram em cartaz nas maiores cidades, cinco deles brasileiros. Confira abaixo a relação completa.   | SOBRENATURAL: A PORTA VERMELHA |   O quinto filme da franquia de terror se passa 13 anos após os acontecimentos do longa original e marca a estreia do ator Patrick Wilson (“Invocação do Mal”) como diretor. Com sua presença também no elenco, a trama traz o foco de volta à família original, os Lamberts, com Josh (Wilson), Renai (Rose Byrne, de “Vizinhos”) e seu filho já crescido Dalton (Ty Simpkins, visto recentemente em “A Baleia”) enfrentando problemas novos e mais assustadores. Vale lembrar que, enquanto os dois primeiros filmes traziam os Lamberts como personagens principais, o terceiro e quarto foram centrados na parapsicóloga Elise Rainier (Lin Shaye). Na trama, Josh está entrando na faculdade, quando começa a lembrar vagamente de ter sido assombrado na infância. Conforme as visões ficam mais nítidas, o terror também se torna mais próximo e faz com que a família decida acabar com todos os segredos para enfrentar tudo o que os assombra. O roteiro é assinado por Scott Teems (“Halloween Kills”), que se baseou numa história desenvolvida por um dos criadores da franquia, o roteirista Leigh Whannell. Whannell também produz o filme, junto com James Wan (diretor do original), Oren Peli (produtor da franquia) e Jason Blum (dono do estúdio Blumhouse).   | A PRAGA |   O terror de estética trash é nada menos que um filme perdido de José Mojica Marins, o mais famoso cineasta brasileiro do gênero, que faleceu em fevereiro de 2020. Com narração feita pelo próprio Zé do Caixão, personagem icônico de Marins, “A Praga” conta a história de Juvenal (Felipe Von Rhein), um jovem que, ignorando os perigos, provoca uma velha senhora e acaba sendo amaldiçoado com uma fome insaciável por carne crua. A trama se desenrola com uma corrida desesperada para se livrar da praga e sobreviver aos horrores proferidos pela bruxa. O roteiro foi escrito pelo próprio Mojica ao lado do parceiro de longa data, o roteirista Rubens Francisco Luchetti, conhecido por escrever os filmes mais populares do Ivan Cardoso, “O Segredo da Múmia” (1982) e “As Sete Vampiras” (1986), além de quadrinhos clássicos de terror dos anos 1960. O projeto, por sinal, é dessa época. Começou como parte da antologia “Além, Muito Além do Além”, escrita por Luchetti e exibida pela TV Bandeirantes em 1966. Mas o material foi perdido em um incêndio na emissora. Apesar de Mojica ter tentado refilmar a obra na década de 1980, ele não conseguiu concluí-la. Nos últimos 15 anos, o diretor Eugenio Puppo se dedicou a encontrar os rolos originais do filme perdido. Com negativos restaurados em 4K, a trilha sonora foi remasterizada e as cores foram ajustadas. Em uma parceria da Heco Produções com a Elo Studios, o filme foi finalmente finalizado para chegar aos cinemas.   | O CRIME É MEU |   O premiado cineasta francês François Ozon (“Frantz”) dirige essa divertida farsa, em que um crime transforma a vida de uma atriz fracassada. A trama se passa na Paris dos anos 1930, quando Madeleine, uma atriz pobre e endividada, e sua melhor amiga Pauline, uma advogada desempregada, estão prestes a ser despejadas. Tudo muda quando elas se tornam suspeitas de um crime e Madeline decide confessar ter assassinado um famoso produtor. Com a ajuda de Pauline, ela consegue ser absolvida por legítima defesa. O julgamento a torna famosa, rendendo-lhe convites para peças e mudando sua trajetória. Mas assim que sua nova vida começa, outra mulher aparece, dizendo-se a verdadeira assassina. O elenco destaca Nadia Tereszkiewicz (“A Última Rainha”), Rebecca Marder (“A Garota Radiante”), Isabelle Huppert (“A Sindicalista”), Fabrice Luchini (“O Melhor Está por Vir”) e Dany Boon (“Mistério em Paris”).   | UM DIA CINCO ESTRELAS |   Estevam Nabote (“Tô de Graça”) estrela a nova comédia de Hsu Chien (“Desapega!”) como um homem apaixonado por Mozão, um Opala dos anos 1970. Quando a situação econômica aparte, ele decide trabalhar como motorista de aplicativo. O filme acompanha as situações inusitadas e divertidas que mudam sua vida a partir do novo trabalho. O título, entretanto, não reflete nada disso, referindo-se a um dia de spa de sua sogra, vivida por Nanny People (“Quem Vai Ficar com Mario?”). Com clima de sitcom do Multishow, o elenco também destaca Aline Campos (“Vai que Cola”) e Danielle Winits (“Esposa de Aluguel”).   | OS AVENTUREIROS – A ORIGEM |   Depois de vários filmes digitais, Luccas Neto lança suas aventuras juvenis pela primeira vez no cinema, sem mudar as características genéricas e os efeitos baratos. Na trama, Luccas e seus amigos decidem invadir o laboratório do recém-desaparecido cientista Honório Flacksman e acabam sugados para um portal que os levam para outra dimensão – a Cidade da Alegria. Lá, eles são abordados pela chefe dos Guardiões, que os interroga, suspeitando que estejam envolvidos no recente sumiço do mapa das Pedras do Poder. Para completar, também viram super-heróis, com direito a uniformes e codinome. A direção é de André Pellenz (“Detetives do Prédio Azul”).   | CANÇÃO AO LONGE |   O novo drama da mineira Clarissa Campolina (“Girimunho”) explora a busca de identidade e de um lugar no mundo. A protagonista vivida pela estreante Mônica Maria deseja mudar-se da casa, que compartilha com a mãe e a avó, e onde se sente deslocada. Ela é a única mulher de pele escura na família. Nesse movimento, Jimena também lida com sua origem, seu corpo, suas escolhas e se depara com o preconceito e o silêncio de suas relações familiares.   | ODESZA – THE LAST GOODBYE CINEMATIC EXPERIENCE |   O documentário registra a nova turnê da dupla americana de música eletrônica Odesza. Por meio de entrevistas com os artistas, seus fãs e membros de sua equipe criativa, o filme oferece uma visão divertida e sincera sobre a conexão entre a banda e seus fãs, sobre como as experiências de vida moldaram a criação de seu último álbum e como Odesza foi de aspirante a músicos de uma cidade interiorana a três vezes indicado ao prêmio Grammy.

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    Diretor anuncia final das filmagens do novo “Alien”

    5 de julho de 2023 /

    O diretor Fede Alvarez (“A Morte do Demônio”) anunciou no Instagram ter encerrado a filmagem do novo longa da franquia “Alien”, batizado de “Alien: Romulus”. “Hora de um charuto comemorativo, acabou!”, ele escreveu em inglês, ao lado de uma foto em que aparece sentado na porta de seu trailer de produção. Este é o quarto longa-metragem do cineasta uruguaio, e marca seu retorno depois de mais de cinco anos, desde que dirigiu “Millennium: A Garota na Teia de Aranha” (2018). Além de dirigir, Alvarez também assinou o roteiro com Rodo Sayagues, seu parceiro nos filmes “O Homem nas Trevas” (2016) e “A Morte do Demônio” (2013). Detalhes adicionais sobre a trama ainda estão sendo mantidos em segredo. No entanto, acredita-se que o filme seja “desconectado” dos anteriores.   Personagens inéditos Fã da franquia icônica, Álvarez propôs sua ideia ao cineasta Ridley Scott há alguns anos durante uma conversa casual. Isso levou Scott a contatá-lo no ano passado para verificar se mantinha o interesse, e o projeto rapidamente ganhou forma. A 20th Century Studios embarcou no novo filme “Alien” graças à força da proposta de Álvarez, pois apresentava uma “história realmente boa com um monte de personagens que você nunca viu antes”, segundo o produtor Steve Asbell, da 20th Century. Ao contrário dos outros filmes que se concentraram em adultos em papéis corporativos, militares e científicos, o nono capítulo da franquia se concentrará em um grupo de jovens, o que fica evidente pela escalação do elenco, formado por Cailee Spaeny (“Jovens Bruxas: A Nova Irmandade”), Isabela Merced (a Dora aventureira de “Dora e a Cidade Perdida”), David Jonsson (“Industry”), Archie Renaux (“Sombra e Ossos”), Spike Fearn (“Conte Tudo para Mim”) e Aileen Wu (“Away from Home”). Eles devem se confrontar com a forma de vida mais aterrorizante do universo em um planeta distante.   A franquia Alien Ao todo, a franquia “Alien” conta com seis filmes e mais dois derivados de “Alien vs. Predator” – todos disponíveis no catálogo da Star+. A lista inclui obras dirigidas por cineastas renomados, como James Cameron, David Fincher e Jean-Pierre Jeunet, em suas próprias versões dos monstros xenomorfos que o diretor Ridley Scott e roteirista Dan O’Bannon liberaram no universo em 1979. A última entrada na franquia foi “Alien: Covenant” de 2017, novamente dirigido por Ridley Scott. Apesar da expectativa, o “Alien” de Álvarez não é a única novidade no horizonte. Há ainda uma série de “Alien” atualmente sendo desenvolvida por Noah Hawley (criador de “Fargo” e “Legion”) para a plataforma Hulu/Star+. Originalmente também produzido para o streaming, “Alien: Romulus” vai chegar antes aos cinemas, com data prevista para 16 de agosto de 2024 nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fede Alvarez (@iamfedealvarez)

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    Com 98% de aprovação, críticas de “Missão Impossível 7” exaltam Tom Cruise: “Salvador das bilheterias”

    5 de julho de 2023 /

    O aguardado “Missão Impossível – Acerto de Contas Parte 1” promete ser um dos maiores filmes do ano, segundo a crítica internacional. Embora só chegue aos cinemas na próxima semana, as primeiras opiniões já começam a ser publicadas e são extremamente positivas. No site Rotten Tomatoes, o filme conquistou uma aprovação de 98% com mais de 100 avaliações, um número impressionante para um longa de ação. No último mês, as primeiras impressões após a première do filme já indicavam um saldo positivo, com o longa considerado “impecável” em comentários no Twitter. Agora, o filme dirigido por Christopher McQuarrie (responsável pelos três títulos mais recentes da franquia) e estrelado por Tom Cruise, ganhou o selo oficial de aprovação dos especialistas. Com o astro de volta ao papel de Ethan Hunt, a nova aventura repleta de acrobacias impressionantes e cenas impossíveis também traz de volta personagens conhecidos como Ilsa (Rebecca Ferguson) e Benji (Simon Pegg), enquanto apresenta novos rostos, com destaque para Grace (Hayley Atwell, a “Agente Carter”) e Paris (Pom Klementieff, de “Guardiões da Galáxia”).   Tom Cruise salva Hollywood De acordo com a crítica, o maior destaque do filme é – sem sombra de dúvidas – Tom Cruise. Esse é um mérito conquistado não apenas por ser o protagonista da franquia, mas pela dedicação do ator ao papel. Peter Bradshaw, do The Guardian, ainda comparou o comprometimento de Cruise com o desempenho do ator Daniel Craig na franquia de “OO7”. “Daniel Craig ficou cansado de ser o 007 depois de apenas cinco. Mas aos 61 anos, Cruise parece melhor do que nunca e praticamente casado com ‘Missão Impossível'”, apontou o jornalista sobre a sétima aventura de Cruise na saga de espionagem. Os críticos também reconheceram o mérito ao ator pela volta do público aos cinemas, que ficou nítido com o sucesso de “Top Gun: Maverick” (2022). “Tom Cruise, sozinho, nos convenceu de que o gênero de ação tem uma nova respeitabilidade e propósito: o salvador das bilheterias da experiência cinematográfica”, pontuou o crítico britânico. O jornalista Stephanie Zacharek, da revista Time, vai além de diz que Cruise se tornou um dos atores mais aclamados de Hollywood, algo que seria “aterrorizante” anos atrás. “Cruise nunca foi um grande ator ou sutil, mas se tornou um astro perfeitamente assistível”, declarou. “Isso passou a ter mais importância em um momento em que os filmes estão encolhendo, literal e metaforicamente”. A crítica do IGN, escrita por Siddhant Adlakha, elogiouo desempenho do ator em tornar o filme um verdadeiro evento para todos os públicos. “Se todos os grandes filmes de franquia fossem tão divertidos e bem ajustados como este, o debate entre cinema e streaming seria resolvido imediatamente”, disse. “Ethan Hunt pode lutar para salvar o mundo, mas ‘Acerto de Contas Parte 1’ parece a luta de Tom Cruise para salvar o blockbuster de verão através do entretenimento em uma escala enorme”, finalizou.   Cenas eletrizantes superam história fraca Apesar do longa arrancar suspiros pelas cenas de ação e personagens cativantes, alguns críticos apontaram que o enredo pareceu pesado e confuso. Na crítica de Ross Bonaime, do Collider, ele ainda compara o filme com seu anterior, o elogiado “Missão: Impossível – Efeito Fallout” (2018). Segundo ele, o longa inédito não superou o antecessor. “Uma das diferenças mais perceptíveis neste último filme ocorre logo no início, com a sensação de que tudo é complicado e explicado em excesso”, diz. Apesar de o longa “encontrar novas maneiras aterrorizantes de colocar Cruise em perigo para nosso entretenimento”, isso não seria suficiente para preencher a história – que apresenta Ethan Hunt unindo forças com os agentes da IMF (sigla em inglês para Força Missão Impossível) para rastrear uma poderosa ameaça à humanidade. Mas o crítico considera que o filme deixa claro que a personagem de Hayley Atwell “certamente parece ser o futuro desta franquia”. Na trama, ela será uma nova aliada do personagem de Tom Cruise, mas sem o mínimo treinamento para as situações que enfrenta.   Ação realista A trama fraca também foi apontada por Peter Debruge, da Variety. Apesar disso, ele enaltece a direção de Christopher McQuarrie, que “apresenta um conceito formidável e várias cenas memoráveis” enquanto traz referências a toda a mitologia central da franquia. Ele também parabeniza o filme pelas cenas de Tom Cruise – que colocaram em risco a vida do ator. “Em um momento em que quase todas as outras franquias, desde Marvel até ‘Avatar’, abraçaram a aparência falsa de desenhos animados em CGI (computação gráfica), grande parte do que vemos em ‘Missão Impossível’ foi capturado pela câmera, e isso faz toda a diferença”, escreveu. Charlotte O’Sullivan, do jornal Evening Standard, fez coro. “Para o inferno com avatares e deepfakes. Astros imprudentes e talentosos ainda têm o poder de nos fazer sentir vivos”, exaltou. O longa também marca o retorno de Ving Rhames, Henry Czerny e Vanessa Kirby. Já entre as novidades no elenco, estão Shea Whigham (“Agent Carter”), Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”), Esai Morales (“Titãs”), Cary Elwes (“Jogos Mortais”), Indira Varma (“Game of Thrones”), Rob Delaney (“Catastrophe”), Charles Parnell (“The Last Ship”) e Mark Gatiss (“Sherlock”). “Missão Impossível – Acerto de Contas Parte 1” estreia nos cinemas brasileiros no dia 13 de julho.

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    Filme “A Cratera” é removido da Disney+ após apenas 50 dias

    5 de julho de 2023 /

    “A Cratera”, filme de ficção científica dos mesmos produtores de “Stranger Things”, foi retirado abruptamente do catálogo do Disney+ cerca de 50 dias após o seu lançamento. A decisão causou revolta entre os espectadores e reacendeu debates sobre a preservação de mídia em uma era dominada por plataformas de streaming. Produzido pela Disney com um custo estimado de US$ 53,4 milhões, o filme desapareceu sem aviso prévio da plataforma, anulando a chance de conquistar novos públicos e colocando em dúvida o modelo de produção direto para streaming. O acontecimento levantou questões sobre o destino de outros títulos da companhia que também estão sendo retirados do catálogo sem qualquer explicação. Política controversa de corte de conteúdo A remoção de “A Cratera” faz parte de uma política da Disney que já levou à exclusão de mais de duas dúzias de programas da Disney+ e da Hulu/Star+. Entre os títulos notáveis, está “Willow”, que encerrou sua temporada menos de seis meses antes de ser retirado do ar. Esta política de corte foi posta em prática após a decisão do CEO da Disney, Bob Iger, de reduzir o conteúdo de seus serviços de streaming para lidar com perdas superiores a US$ 1 bilhão. Iger planeja economizar US$ 3 bilhões até 2023 e espera que a redução do conteúdo resulte em uma economia de US$ 1,5 bilhão a US$ 1,8 bilhão. Em uma declaração recente, Iger afirmou: “Quando você faz muito conteúdo, tudo precisa ser divulgado. Você acaba gastando muito dinheiro em divulgação que não vão ter um impacto no fim das contas, exceto negativamente devido aos custos”. Preocupações com a Preservação de Mídia A nova estratégia da Disney para a curadoria de conteúdo, aliada à remoção em massa de programas de plataformas como a Max, gerou várias questões sobre a preservação de mídia. Com o declínio do lançamento físico de filmes e séries, muitos títulos podem estar condenados a desaparecer completamente. Por exemplo, “A Cratera” agora só pode ser assistido de forma ilegal. Lançado em 12 de maio, “A Cratera” contava a história de um menino que cresceu em uma colônia de mineração lunar e se aventura com seus amigos para explorar uma cratera lendária antes de ser transferido para outro planeta. Inspirado por aventuras do cinema dos anos 1980, o primeiro filme dirigido por Kyle Patrick Alvarez (das séries “13 Reasons Why” e “Homecoming”) transforma a jornada dos adolescentes pela superfície inóspita do satélite natural da Terra numa história sobre crescimento e amadurecimento. Os considerados críticos top do Rotten Tomatoes (grande imprensa) deram 100% de aprovação ao filme, fazendo comparação a clássicos juvenis produzidos por Steven Spielberg. Mas os blogueiros se dividiram e a nota média ficou com 64%, praticamente empatada com a aprovação de 63% do público. o primeiro filme dirigido por Kyle Patrick Alvarez (das séries “13 Reasons Why” e “Homecoming”) transforma a jornada dos adolescentes pela superfície inóspita do satélite natural da Terra numa história sobre crescimento e amadurecimento. Entretanto, seu lançamento aconteceu praticamente sem divulgação e boa parte dos assinantes da Disney+ sequer souberam que o filme existia, apesar do elenco incluir a popular atriz jovem Mckenna Grace (“Ghostbusters: Mais Além”). “A Cratera” agora se junta a uma lista crescente de produções desaparecidas da existência digital. Veja abaixo o trailer da produção.

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