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Filme

Woody e Buzz enfrentam a tecnologia no trailer de “Toy Story 5”

Woody retorna calvo e de poncho para reunir a gangue contra Lilypad, um dispositivo eletrônico que rouba a atenção de Bonnie

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19 de fevereiro de 2026
Filme

Estreias de cinema destacam novo terror do diretor de “O Macaco”

Programação de cinema tem apenas quatro estreias, com destaque para "Para Sempre Medo", mais recente incursão de Osgood Perkins ao horror

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19 de fevereiro de 2026
Filme

Tommy Shelby enfrenta o filho no trailer de “Peaky Blinders: O Homem Imortal”

Barry Keoghan vive o "filho cigano" do protagonista na trama ambientada na época da 2ª Guerra Mundial

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19 de fevereiro de 2026
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    “Barbie” deixa o Google cor-de-rosa

    16 de julho de 2023 /

    O longa “Barbie”, um dos filmes mais aguardados dos últimos tempos, ganhou uma ação promocional diferenciada da Warner Bros. nas buscas do Google. Ao pesquisar pelos nomes Barbie, Margot Robbie, Ryan Gosling ou Greta Gerwig no Google, um brilho cor-de-rosa domina a tela, colorindo toda a página de busca com a cor característica da icônica boneca. Esta iniciativa, inédita no ambiente de buscas do Google, começou a aparecer neste fim de semana promover a estreia do filme. Divulgação afetada pela greve Além de protagonizar “Barbie”, Margot Robbie é também produtora do longa, e recentemente expressou sua surpresa com o entusiasmo despertado pelo filme dirigido por Greta Gerwig. “Eu sabia o quanto nos sentíamos empolgados em compartilhar este filme e esperava que outras pessoas também sentissem essa empolgação, mas veio para nós com tanto entusiasmo e empolgação que estou até chocada, muito chocada”. Apesar da campanha com seu nome no Google, a atriz não vai participar de entrevistas para promover o filme, que chega aos cinemas brasileiros na próxima quinta-feira (20/7). O elenco principal, que inclui Ryan Gosling como Ken, juntou-se à greve do Sindicato dos Atores nos Estados Unidos, o que afetou diretamente a divulgação do longa.

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    “Missão Impossível 7” tem maior estreia mundial da franquia

    16 de julho de 2023 /

    O novo blockbuster de Tom Cruise, “Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte Um”, liderou as bilheterias da América do Norte em seu fim de semana de estreia, mas não conseguiu atingir as expectativas iniciais. O filme arrecadou US$ 56,2 milhões entre sexta-feira e domingo, um começo morno para um dos filmes mais caros do ano. A ação-aventura da Paramount e Skydance esperava estabelecer um novo recorde na franquia com US$ 60 milhões ou mais. Em vez disso, as vendas de ingressos ficaram atrás de “”Missão: Impossível – Efeito Fallout” (US$ 61 milhões) de 2018 e “Missão: Impossível II” (US$ 57,8 milhões) de 2000, que permanecem como as maiores aberturas na franquia. Em compensação, o sétimo filme teve um lançamento antecipado na quarta-feira (12/7) e gerou ao todo US$ 80 milhões em seus primeiros cinco dias, mais do que “Fallout” (US$ 77,5 milhões) e “”Missão: Impossível II” (US$ 78,8 milhões) no mesmo período. Com 96% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes e um brilhante “A” do público no CinemaScore, “Acerto de Contas” provavelmente permanecerá rendendo milhões nas bilheterias durante todo o verão norte-americano. Importante ressaltar que, em contraste ao início morno nos EUA e Canadá, a missão está sendo cumprida na bilheteria internacional, que rendeu US$ 155 milhões, mesmo com uma estreia fraca na China (US$ 25,4 milhões). Isso eleva seu total mundial para o valor respeitável de US$ 235 milhões, o que é a maior estreia global da franquia. O problema é que “Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte Um” precisa ter uma duração na bilheteria tão longa quanto seu título. O filme, que traz Cruise desafiando a morte enquanto desaba de uma montanha em sua motocicleta, escala um trem desgovernado e faz manobras arriscadas de carro pelas ruas de Roma, foi incrivelmente caro devido a inícios e paradas relacionadas à Covid e outras medidas de segurança da era da pandemia. Seu orçamento estimado é de quase US$ 300 milhões, sem as despesas de P&A (cópias e publicidade). No próximo fim de semana, o thriller de ação da Paramount competirá pela atenção do público com o drama histórico sombrio “Oppenheimer”, de Christopher Nolan, e a extravagância cor-de-rosa “Barbie”, de Greta Gerwig. A improvável disputa entre os dois títulos muito diferentes tornou-se uma loucura online, que se materializou no mundo real com dezenas de milhares de cinéfilos reservando sessões duplas de “Oppenheimer” e “Barbie”.   Outros destaques na bilheteria No resto da bilheteria norte-americana, chama atenção o inesperado sucesso de “Sound of Freedom”, que subiu para o 2º lugar em sua segunda semana de exibição, com US$ 25 milhões – um aumento de 25% em relação ao fim de semana passado. O filme de ação conservador, que foi financiado coletivamente, acompanha um justiceiro americano (o “Jesus” Jim Caviezel) que resolve enfrentar traficantes de crianças na América do Sul em meio a citações ultradireitistas de QAnon. Estreou no feriado patriótico de 4 de julho e já soma um total doméstico de US$ 85,4 milhões. Mas não tem previsão de lançamento no Brasil. A sequência de terror “Sobrenatural: A Porta Vermelha”, que liderou a bilheteria no último fim de semana, caiu para o 3º lugar com US$ 13 milhões, chegando a US$ 58 milhões na América do Norte e US$ 122 milhões mundiais. “Indiana Jones e a Relíquia do Destino” ficou em 4º em seu terceiro fim de semana, adicionando US$ 12 milhões para atingir US$ 136 milhões domesticamente e US$ 302 milhões em todo o mundo. O Top 5 se encerra com a animação “Elementos”, que gerou US$ 8,7 milhões em seu quinto fim de semana em cartaz, somando US$ 125 milhões nos EUA e US$ 311 milhões no total global.   Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana.   1 MISSÃO: IMPOSSÍVEL – ACERTO DE CONTAS PARTE 1   2 | SOUND OF FREEDOM   3 | SOBRENATURAL: A PORTA VERMELHA |   4 | INDIANA JONES E A RELÍQUIA DO DESTINO |   5 | ELEMENTOS

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    Jane Birkin, ícone do cinema, da música e da moda, morre aos 76 anos

    16 de julho de 2023 /

    A renomada atriz, modelo e cantora inglesa Jane Birkin, conhecida por sua multifacetada carreira artística e influência na moda, morreu aos 76 anos. A notícia foi confirmada pelo Ministro da Cultura francês e divulgada pelos canais BFMTV e Le Parisien. Birkin foi encontrada sem vida em sua casa em Paris neste domingo (16/7). Embora a causa da morte não tenha sido divulgada, é sabido que a atriz sofreu um leve derrame em 2021. Nascida em Londres, Birkin já era uma modelo em ascensão quando foi parar no cinema, em filmes britânicos da era mod como “A Bossa da Conquista” (1965), “Blow-Up” (1966), “Caleidoscópio” (1966) – os dois últimos do diretor italiano Michelangelo Antonioni – , “Um Jogador Romântico” (1966) e “O Muro das Maravilhas” (1968) – com trilha do então Beatle George Harrison. A fama se consolidou na década de 1970, ao firmar uma duradoura parceria romântica e artística com o músico francês Serge Gainsbourg e se mudar para Paris. Juntos, protagonizaram “Slogan” (1969), dirigido por Pierre Grimblat, e no ano seguinte lançaram a faixa “Je t’aime… Moi non Plus”, que chocou o público e foi censurada em diversos países, incluindo o Brasil, por sua letra considerada explicitamente sexual. Na gravação, Birkin canta como se estivesse gemendo de prazer. Foi um escândalo e também um enorme sucesso, lembrado até hoje.   Parceria com Serge Gainsbourg Depois de se conheceram durante as filmagens de “Slogan”, a relação amorosa que nasceu da colaboração profissional se estendeu por 13 anos, rendeu vários filmes e músicas, e fez deles um dos casais mais famosos da França. A união também gerou uma filha, Charlotte Gainsbourg, que seguiu carreira tão ousada como atriz quanto a mãe. Birkin e Gainsbourg encerraram o relacionamento amoroso em 1980, mas mantiveram uma estreita colaboração artística até a morte do músico em 1991. A atriz relatou que Serge se tornou uma pessoa “temperamental”, viciado em álcool e cigarro e que não a tratava bem, mas isso não impediu que ela e Charlotte continuassem celebrando sua arte após seu falecimento.   Sucesso cinematográfico O sucesso de Jane Birkin no cinema foi bastante duradouro. Ela encantou a França desde jovem, com sua participação em “A Piscina” (1969), como uma ninfeta cobiçada por Alain Delon no clássico de Jacques Deray. Não satisfeita em seduzir o ator mais bonito da França, foi parar na cama com a atriz mais sexy do país, Brigitte Bardot, outra amante famosa de Gainsbourg, em “Se Don Juan Fosse Mulher” (1973), de Roger Vadim. Também trabalhou na Itália com o mestre dos giallos Antonio Margheriti, em “Sete Mortes nos Olhos de um Gato” (1973), e voltou à Inglaterra para o terror “Herança Maldita” (1974), com Christopher Lee. Em 1975, ela e Gainsbourg transformaram a música “Je t’aime… Moi non Plus” em filme. E foi nova polêmica. Lançado no Brasil como “Paixão Selvagem”, o drama escrito e dirigido por Gainsbourg trazia a atriz como uma garçonete andrógina, magérrima e de cabelos curtos, que era confundida com um rapaz por um gay bonitão (o muso de Andy Warhol, Joe Dallesandro). Um romance improvável tem início, que esbarra na dor da personagem de Birkin ao tentar sexo anal. Sua estreia em Hollywood aconteceu em 1978, quando integrou o elenco de estrelas internacionais da versão original do mistério “Morte no Nilo” (1978), repetindo a experiência com “Assassinato num Dia de Sol” (1982). Os dois suspenses eram casos do Inspetor Poirot, adaptados de obras literárias de Agatha Christie.   Consagração artística e ícone da moda Com beleza duradoura, a atriz seguiu vivendo femme fatales e mulheres sedutoras por décadas no cinema, como na comédia picante “Circulem, Não Há Nada Pra Ver!” (1983), de Patrice Leconte, e no drama “La Pirate” (1984), onde viveu uma lésbica apaixonada – e foi indicada ao César pelo papel, o Oscar francês. Ela também se casou com o diretor do filme, Jacques Doillon. Foi nesta época em que Jean Louis-Dumas, chefe-executivo da grife Hermès, inspirado em uma conversa com a artista, criou a luxuosa bolsa Birkin, que se tornou um símbolo mundialmente conhecido de status social.   Fase madura O prestígio fez com que os filmes de sua fase madura ficassem conhecidos por parcerias com alguns dos maiores mestres do cinema francês, como Jean-Luc Godard na comédia “Atenção à Direita” (1987), Bertrand Tavernier no drama “O Regresso” (1990), Jacques Rivette no clássico absoluto “A Bela Intrigante” (1991), Agnès Varda no romance “As Cento e uma Noites” (1995) e Alain Resnais no musical “Amores Parisienses” (1997). Birkin também voltou a estrelar produções britânicas de prestígio, como “A Soldier’s Daughter Never Cries” (1998), de James Ivory, e “The Last September” (1999), de Deborah Warner. E estreou como diretora em 2007, comandando “Boxes”, que foi selecionado para o Festival de Cannes.   Final da carreira Seus últimos filmes de ficção foram seu primeiro longa espanhol, “Prova de Redenção” (2012), de Sergio Castellitto, em que contracenou com Penelope Cruz, e o sucesso comercial “O Palácio Francês” (2013), no qual reviveu a parceria com Tavernier. Mas ela continuou trabalhando na TV, em curtas e em sua carreira musical. Sua última imagem nas telas foi registrada por sua filha, no documentário “Jane por Charlotte” (2021), dirigido por Charlotte Gainsbourg, em que as duas exploram a complexa relação entre elas. Birkin era mãe de três filhas: Charlotte Gainsbourg, do casamento com Serge Gainsbourg, a cantora Lou Doillon, do casamento com o diretor Jacques Doillon, e a fotógrafa Kate Barry, fruto do casamento com o compositor John Barry (da famosa trilha de 007), que morreu tragicamente em 2013.

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    Uma Fada Veio Me Visitar: Volta de Xuxa ao cinema ganha pôster

    15 de julho de 2023 /

    A Imagem Filmes divulgou o pôster do novo filme de Xuxa, “Uma Fada Veio Me Visitar”. Vale lembrar que Xuxa já fez um filme com fadas, “Xuxa e os Duendes 2: No Caminho das Fadas”, lançado em 2002. Já a nova produção é baseada no livro homônimo de Thalita Rebouças, que inspirou outro filme, “É Fada” (2016), estrelado por Kéfera Buchmann e Klara Castanho. A trama acompanha Luna, uma adolescente que não acredita em fadas, mas acaba recebendo a visita de uma delas e as duas se tornam grande amigas. O elenco destaca Antonia Périssé, filha caçula de Heloisa Périssé, além de Dani Calabresa, Lívia Inhudes, Manuela Kfuri, Vitória Valentim, Henrique Camargo e Lucas Burgatti. O roteiro é da própria Thalita Rebouças, em parceria com Patrícia Andrade (“Entre Irmãs”), e a direção é de Viviane Jundi (“Detetives do Prédio Azul 2: O Mistério Italiano”), com produção da Bonze e coprodução da Paramount e da Rubi. Ainda não há previsão de estreia. Xuxa não fazia um filme desde “Xuxa em O Mistério de Feiurinha”, coestrelado por sua filha Sasha em 2009. A apresentadora, que ganhou um documentário da Globoplay nesta semana, também será vista em breve em “Tarã”, série infantil do Disney+ em que tem o papel de uma farmacêutica e é mãe da protagonista, uma menina de 14 anos, descendente de um povo originário da Amazônia. Angélica também está no elenco.

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    Bruno Barreto vai filmar história da ativista Maha Mamo

    15 de julho de 2023 /

    A vida de Maha Mamo, ativista de Direitos Humanos que passou 30 anos como apátrida, será contada em um filme dirigido por Bruno Barreto (“Flores Raras”). Maha é filha de sírios e, por conta da combinação de leis religiosas e de nacionalidade no país árabe que impedem casamentos inter-religiosos, ela não pôde ser registrada lá. Seu pai é cristão e sua mãe, muçulmana. Após uma longa batalha, Maha adquiriu a nacionalidade brasileira em 2018. Intitulado “The Yellow Passport” (O Passaporte Amarelo), o projeto cinematográfico encontra-se em fase de desenvolvimento pela produtora Fábrica, que teve participação majoritária adquirida recentemente pelo grupo multimídia Banijay, sediado na França. Uma história de luta pelo direito de existir A trajetória de Maha foi narrada em detalhes no livro “Maha Mamo – A Luta de uma Apátrida pelo Direito de Existir”, publicado em 2020. Nessa obra, escrita em parceria com o jornalista Darcio Oliveira, Maha relata desde sua infância e juventude em Beirute até a vida no Brasil. Apátrida é como são chamadas as pessoas sem pátria, que não têm uma nacionalidade e, por consequência, vivem sem os direitos básicos garantidos a qualquer cidadão. Nessa condição, Maha e seus irmãos enfrentaram obstáculos para exercer questões elementares de cidadania, como a frequência escolar, acesso a hospitais ou o simples direito de ir e vir, devido à falta de documentação. A busca pelo pertencimento No livro, Maha compartilha sua busca por pertencer ao mundo, descrevendo desde os esforços da mãe para matricular os filhos sem documentos em uma escola — visando a educação como único meio de assegurar um futuro mais digno — até a vida no Brasil, único país que abriu suas portas para que os irmãos Mamo existissem oficialmente. Nessa jornada, Maha contou com o apoio do ACNUR, o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados. Maha Mamo é hoje um símbolo da campanha I Belong, que pretende acabar com a apatridia no mundo. Sua história se tornou uma inspiração para todos aqueles que foram privados de seus sonhos. Demonstrando força e determinação, ela nunca desistiu, mesmo diante de obstáculos aparentemente intransponíveis. Como destaca Maha, ela é filha de uma mulher chamada Kifah, que significa “luta” em árabe, e este sempre foi o seu lema.

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    Diretor de “Titanic” se revolta com boatos de produção sobre a tragédia do Titan

    15 de julho de 2023 /

    James Cameron, diretor de “Titanic” e “Avatar”, negou os boatos de que estaria produzindo uma série ou filme sobre o caso recente da implosão do submarino da Ocean Gate. A notícia foi publicada pelo tabloide britânico The Sun, que se utilizou de uma fonte anônima para divulgar o envolvimento de Cameron numa série sobre a tragédia. Nas redes sociais, o diretor desmentiu a notícia e rotulou os boatos de “ofensivos”. “Normalmente, eu não respondo a rumores ofensivos na mídia, mas preciso fazer isso agora”, escreveu no Twitter. “NÃO estou em negociações sobre um filme da OceanGate, nem nunca estarei”. O jornal inglês ainda apontou que Cameron estava em negociações com um grande serviço de streaming para o suposto projeto, baseado na tragédia que matou cinco tripulantes no mês passado. “O desastre do Titan já está sendo considerado como uma grande série para um dos maiores serviços de streaming do mundo – e James é a primeira opção para diretor. É um assunto próximo ao coração dele”, publicou o The Sun.   Relembre a tragédia A embarcação da Ocean Gate desapareceu no dia 18 de junho, com cinco tripulantes. A viagem seria uma visita aos destroços do Titanic, localizado a cerca de 3.800 metros de profundidade ao Norte do Oceano Atlântico, na costa de Newfoundland, no Canadá. Apenas 1 hora e 45 minutos após começar a descer em direção ao navio naufragado, o submarino perdeu o contato com a superfície. Após dias realizando as buscas, a Guarda Costeira dos Estados Unidos declarou no dia 22 de junho que o submarino implodiu e todos que estavam a bordo morreram. O caso repercutiu na mídia pelo aspecto improvisado dos equipamentos, como o controle similar a um console de videogame e a comunicação com a superfície por meio de mensagens. Diante da tragédia, Cameron deu várias entrevistas comentando o caso. Ao longo dos anos, o diretor de “Titanic” adquiriu experiências em viagens submarinas. Interessado em explorar os detalhes da história do naufrágio, ele já visitou os destroços do navio 33 vezes. “É absolutamente crucial que as pessoas entendam a mensagem de que os mergulhos em submersíveis em grandes profundidades são uma arte madura”, reforçou à ABC News. O cineasta ainda ficou chocado com a semelhança do desastre da Ocean Gate com o próprio Titanic, que afundou em 1912. “Estou impressionado com a semelhança com o próprio desastre do Titanic, onde o capitão foi alertado repetidamente sobre o gelo à frente de seu navio e, no entanto, ele navegou em alta velocidade em um campo de gelo em uma noite sem lua e muitos morreram como resultado”, declarou. “É uma tragédia muito semelhante no exato mesmo local. É surpreendente e realmente surreal”. I don’t respond to offensive rumors in the media usually, but I need to now. I’m NOT in talks about an OceanGate film, nor will I ever be. — James Cameron (@JimCameron) July 15, 2023

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    “Mad Max 2” é eleito melhor filme de ação da história do cinema

    15 de julho de 2023 /

    A revista americana Variety elegeu “Mad Max 2: A Caçada Continua”, filme de 1981 dirigido por George Miller e estrelado por Mel Gibson, como o melhor filme de ação da história do cinema. O longa, que é a sequência do filme original de 1979, retrata o ex-policial errante Max num mundo pós-apocalíptico. Após o sucesso de bilheteria do primeiro filme, Miller teve a oportunidade de investir mais intensamente na segunda parte, que apresenta Max vagando num futuro devastado, marcado pela luta por petróleo. De acordo com a “Variety”, o diretor transformou a sequência de “Mad Max” em algo “muito maior, mais assustador e legal, grandiosamente niilista”, “um dos grandes espetáculos distópicos” de todos os tempos. O filme se passa em um cenário caótico, onde uma guerra destrói e inutiliza poços de petróleo em países árabes, levando o mundo, que é altamente dependente de combustíveis de origem fóssil, ao colapso. Max, cuja esposa e filhos foram assassinados por uma gangue de motoqueiros no longa anterior, se vê imerso em uma sociedade cada vez mais caótica e primitiva, onde a gasolina é mais valorizada do que a maioria dos outros bens de consumo. Em meio a esse caos, Max ajuda uma comunidade a proteger uma refinaria de motoqueiros punks.   O Top 50 Em 2º lugar na lista ficou “Duro de Matar”, de 1988, estrelado por Bruce Willis, seguido pelo clássico de 1958 “Intriga Internacional”, do diretor Alfred Hitchcock. O Top 5 inclui ainda “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981), primeiro filme da franquia Indiana Jones, e “Operação Dragão” (1973), a obra mais famosa do astro Bruce Lee. A relação completa, com 50 títulos, inclui ainda quatro filmes da franquia 007 e dois longas dirigidos por James Cameron, além de clássicos de kung fu, samurais, westerns, blaxploitaton, sci-fi e um longa de Quentin Tarantino. Confira abaixo o top 50 completo da Variety: 1. Mad Max 2 (1981) 2. Duro de Matar (1988) 3. Intriga Internacional (1959) 4. Os Caçadores da Arca Perdida (1981) 5. Operação Dragão (1973) 6. Operação França (1971) 7. Matrix (1999) 8. Aliens (1986) 9. Os Sete Samurais (1954) 10. Bullitt (1968) 11. Velocidade Máxima (1994) 12. 007 Contra Goldfinger (1964) 13. Kill Bill: Vol. 1 (2003) 14. As Aventuras de Robin Hood (1938) 15. Fervura Máxima (1992) 16. Três Homens em Conflito (1966) 17. O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (1991) 18. Ben-Hur (1959) 19. Meu Ódio Será Sua Herança (1969) 20. O Tigre e o Dragão (2000) 21. Fogo Contra Fogo (1995) 22. O Salário do Medo (1953) 23. Gladiador (2000) 24. Assalto ao 13° Distrito (1976) 25. Vôo United 93 (2006) 26. Caçadores de Emoção (1991) 27. Police Story: A Guerra das Drogas (1985) 28. Mad Max: Estrada da Fúria (2015) 29. Foxy Brown (1974) 30. Missão: Impossível – Protocolo Fantasma (2011) 31. Os Doze Condenados (1967) 32. Comando para Matar (1985) 33. Corra Lola Corra (1998) 34. Velozes & Furiosos 5: Operação Rio (2011) 35. O Pirata Negro (1926) 36. 007: Casino Royale (2006) 37. Era Uma Vez na China 2 (1992) 38. A Origem (2010) 39. Encurralado (1971) 40. Operação Invasão (2011) 41. Os Selvagens da Noite (1979) 42. Faster, Pussycat! Kill! Kill! (1965) 43. A Identidade Bourne (2002) 44. O Dia do Chacal (1973) 45. Rambo II: A Missão (1985) 46. Herói (2002) 47. Corrida Contra o Destino (1971) 48. O Fugitivo (1993) 49. Top Gun: Maverick (2022) 50. 007: O Espião que me Amava (1977)

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    Trailer de “Mansão Mal-Assombrada” libera os fantasmas da Disney

    15 de julho de 2023 /

    A Disney divulgou o trailer final de “Mansão Mal-Assombrada” (Haunted Mansion), comédia sobrenatural baseada numa atração da Disneylândia, que reúne um elenco de peso. O filme traz Rosario Dawson (“Luke Cage”) como uma mãe solteira que, sem saber, se muda para uma mansão amaldiçoada em Nova Orleans com seu filho de 9 anos (Chase Dillon, de “The Underground Railroad”). Para exorcizar seu novo lar, ela pede ajuda a um especialista paranormal questionável (LaKeith Stanfield, indicado ao Oscar por “Judas e o Messias Negro”), uma médium (Tiffany Haddish, de “Sócias em Guerra”), um padre (Owen Wilson, de “Loki”) e um historiador (Danny DeVito, de “It’s Always Sunny in Philadelphia”). O elenco grandioso ainda inclui Jamie Lee Curtis (“Halloween”), Jared Leto (“Morbius”), Winona Ryder (“Stranger Things”) e Dan Levy (“Schitt’s Creek”). Vale lembrar que “Mansão Assombrada” já foi transformada numa comédia com Eddie Murphy, que foi um fracasso de bilheterias em 2003. Mas o estúdio é destemido e decidiu filmar um roteiro de Kate Dipold, responsável por “Caça-Fantasmas” – também conhecido como “a versão feminina” de “Os Caça-Fantasmas” – , que foi outra atração do gênero terrir infantil a dar prejuízo. A direção dessa nova versão está a cargo de Justin Simien (“Cara Gente Branca”) e a estreia está marcada para 27 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo o trailer em versões legendada e dublada.

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    Festival de Gramado homenageará cinco mulheres importantes do cinema brasileiro

    14 de julho de 2023 /

    Em um feito inédito, a edição de 2023 do Festival de Gramado vai homenagear exclusivamente mulheres que contribuíram significativamente para o cinema brasileiro. A produtora Lucy Barreto receberá o Troféu Eduardo Abelin, a atriz Ingrid Guimarães será agraciada com o Troféu Cidade de Gramado, Laura Cardoso e Léa Garcia serão homenageadas com o Troféu Oscarito, e Alice Braga contemplada com o Troféu Kikito de Cristal. A presidente da Gramadotur, Rosa Helena Volk, enalteceu o protagonismo feminino no setor. “Pela primeira vez na nossa história estamos entregando todas as nossas honrarias a mulheres. Assim, refletimos sobre as diversas gerações de mulheres que construíram e constroem o cinema no Brasil”, afirmou Volk. Lucy Barreto, mineira de Uberlândia, é uma das produtoras mais ativas do cinema brasileiro. Com uma carreira que remonta ao final dos anos 1960, Barreto é reconhecida por sua contribuição à indústria audiovisual nacional e internacional, tendo produzido importantes obras do cinema brasileiro como “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), “O Quatrilho” (1995), e “Flores Raras” (2013). Por sua vez, a atriz Ingrid Guimarães tornou-se uma das atrizes mais populares do Brasil. Natural de Goiânia, ela acumula uma carreira de mais de 35 anos, com inúmeros sucessos no teatro, na televisão e no cinema. Ingrid foi responsável por uma revolução no cinema nacional, com a trilogia “De Pernas Pro Ar” (2010-2019), um dos maiores sucessos cinematográficos do século, além de ter participado do primeiro “Minhã Mãe É uma Peça” (2013) e de comédias como “Fala Sério, Mãe” (2017), que consolidaram seu nome entre os mais populares do cinema brasileiro. A veterana atriz Laura Cardoso, de 95 anos e mais de sete décadas dedicadas à atuação, é uma pioneira na televisão brasileira. Estreou em 1952 e coleciona prêmios até hoje. No cinema, participou de clássicos como “Corisco, O Diabo Loiro” (1968), “Tiradentes, O Mártir da Independência” (1977) e “Terra Estrangeira” (1995). Seu trabalho mais recente é a comédia “De Perto Ela Não é Normal” (2020). Também com vasta experiência, Léa Garcia está com 90 anos e soma mais de 100 produções no cinema, teatro e televisão. Peça fundamental na quebra da barreira dos personagens até então destinados a atrizes negras, ela se destacou em novelas como “Selva de Pedra” (1972), “Escrava Isaura” (1976), “Xica da Silva” (1996) e “O Clone” (2001). Além disso, já foi premiada no próprio Festival de Gramado com “Filhas do Vento” (2004) e os curtas “Hoje tem Ragu” (2008) e “Acalanto” (2013). Mais jovem da lista, aos 40 anos Alice Braga é mais vista em Hollywood que no Brasil. Sobrinha da famosa Sonia Braga, ela estourou com “Cidade de Deus” (2002) e, desde então, já participou de 40 produções, atuando ao lado de nomes como Will Smith, Anthony Hopkins, Margot Robbie, Ben Affleck e Matt Damon. Mas nem por isso abandonou a terra natal, encontrando tempo para filmar obras como “Entre Idas e Vindas” (2016) e “Eduardo e Mônica” (2020). As homenageadas receberão suas honrarias durante a 51ª edição do Festival de Cinema de Gramado, em uma celebração à contribuição feminina à indústria do cinema.

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    Greve paralisa “Deadpool 3”, “Missão Impossível 8” e todas produções de Hollywood

    14 de julho de 2023 /

    A greve dos atores entrou começou para valer nesta sexta-feira (14/7) e paralisou todas as produções de Hollywood. Séries e longas americanos interromperam todos os trabalhos, enquanto os títulos que começariam as filmagens em breve tiveram seu cronograma paralisado. Grandes longa-metragens como “Deadpool 3”, “Venom 3” e “Missão Impossível 8” são alguns dos títulos que sofreram o impacto. No caso dos filmes de heróis, o terceiro longa de Deadpool estava sendo rodado desde maio, com previsão de estreia para maio de 2024. Recentemente, surgiram as primeiras imagens do set com o herói vivido por Ryan Reynolds ao lado de Wolverine, interpretado por Hugh Jackman. Já “Venom 3” iniciou as filmagens no mês de junho, com Tom Hardy de volta ao papel do simbionte. O live-action de “Lilo & Stitch”, “Wicked”, “Mortal Kombat 2” e “Os Fantasmas se Divertem 2” também paralisaram. No geral, todas as produções que com atores americanos sofreram o impacto da greve. Os únicos títulos que seguem ativos são os estrelados por britânicos, como a série “A Casa do Dragão”, da HBO.   Marvel sem poderes De acordo com o The Hollywood Reporter, a Marvel também começaria as gravações de “Thunderbolts” e “Blade” em breve, mas o roteiro de ambos ainda não foi concluído, devido à greve dos roteiristas. Diante do acúmulo grevista, o chefe do Marvel Studios, Kevin Feige, fez um pronunciamento. “Reconhecemos o quanto vocês fizeram em seus projetos específicos e é decepcionante quando planos cuidadosamente elaborados precisam ser alterados, mas a mudança constante faz parte da natureza dos negócios de produção, e nossas equipes não estranham os desafios inesperados e como superá-los”, ele se manifestou em comunicado. “Agradecemos profundamente todos os seus esforços para aproveitar ao máximo a situação, e todos podemos esperar que um novo acordo seja finalizado em breve para que possamos retomar o excelente trabalho que estamos desenvolvendo”, finalizou.   Missão mais impossível Uma grande preocupação gira em torno dos filmes que estão (até o momento) marcados para serem lançados em 2024. O oitavo filme da franquia “Missão Impossível” é um deles. O novo longa com Tom Cruise estava sendo filmado desde 2022. Com o lançamento de “Missão Impossível – Acerto de Contas Parte 1” neste mês, a equipe pausou a produção para divulgar o sétimo longa. A segunda parte da história tem previsão de estreia para junho de 2024, mas ainda está longe de encerrar suas filmagens. A lista de longas de ação afetados pela grave inclui ainda a mega produção de “Gladiador 2”, com Paul Mescal (“Aftersun”) no papel principal. Após 20 anos do lançamento do longa original, a sequência estava sendo filmada em Marrocos e Malta desde junho. Vale mencionar que a produção já havia enfrentado uma interrupção após um acidente que levou vários membros da equipe ao hospital. Outra produção recém-iniciada foi o drama de Fórmula 1 estrelado por Brad Pitt, ainda sem título, que teve cenas realizadas no Grande Prêmio da Grã-Bretanha no último domingo (9/7).   O caso animado Com a ausência dos atores, um dos poucos setores do entretenimento que consegue avançar nas produções é o das animações, principalmente os projetos programados para estrearem apenas em 2025. Dessa forma, os desenhistas e ilustradores continuam a realizar os trabalhos iniciais normalmente. Por sinal, uma prática comum dos estúdios é utilizar vozes temporárias nos projetos, antes dos dubladores oficiais gravarem. No entanto, as animações previstas para 2024 podem estar em um estágio da produção que demanda a gravação final com as vozes dos atores. Estas incluem “Kung Fu Panda 4” (8 de março), “Homem-Aranha: Além do Aranhaverso” (29 de março), “Meu Malvado Favorito 4” (3 de julho) e “Transformers One” (13 de setembro).   Como a greve afeta Hollywood Com a greve decretada pelo Sindicato dos Atores (SAG-AFTRA), os atores americanos se afastaram de todos os projetos e também das atividades promocionais, como premières, premiações e entrevistas. A decisão de paralisar os trabalhos ocorreu após tentativas fracassadas de negociações da organização com a Aliança de Produtores de Cinema e Televisão (AMPTP), que reúne grandes estúdios como Netflix, Amazon, Apple, Disney, Warner, NBC Universal, Paramount e Sony. Sem resposta dos estúdios, o sindicado optou pela greve. O SAG-AFTRA afirmou que as negociações não atenderam as demandas principais dos atores sobre aumentos salariais e a ameaça representada pelo uso de Inteligência Artificial (IA) na produção de filmes, séries e programas para TV e streaming. O movimento acontece em paralelo à greve dos roteiristas, iniciada em maio, resultando em um cenário de paralisação completa em Hollywood. Diversas produções já haviam sido afetadas pela greve da WGA (Sindicato dos Roteiristas), mas as que tinham roteiro final ainda estavam sendo produzidas. As novas temporadas de “Euphoria” e “Stranger Things” foram algumas das impactadas por ainda estarem em pré-produção.

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    Bruna Marquezine apoia greve de atores e não divulgará “Besouro Azul”

    14 de julho de 2023 /

    Prestes a estrear em Hollywood, Bruna Marquezine aderiu a greve dos atores que ocorre nos Estados Unidos. No Instagram, a atriz informou que não participará das divulgações de “Besouro Azul”. “Estarei sempre ao lado de iniciativas que lutem pelo progresso da comunidade artística, seja no meu país ou no exterior”, escreveu a atriz em um post. Bruna também pediu ajuda dos seguidores para ajudar na divulgação do filme da Warner/DC: “Como os atores não podem mais participar de qualquer divulgação de seus projetos até o fim da greve, o apoio dos fãs será fundamental para trazer a visibilidade e reconhecimento que ‘Besouro Azul’ merece.”   Greve afeta “Besouro Azul” Bruna Marquezine aproveitou também para compartilhar um desabafo de Xolo Maridueña sobre a atual situação do filme. “Espero que o problema seja resolvido logo, da maneira certa”, pontuou o ator. “As pessoas que estão pedindo o direito de trabalhar, viver e prosperar na indústria devem ser capazes disso, e permitidas. Por essa razão, não poderei promover o filme. Tínhamos tanta coisa alinhada, e eu realmente espero que chegue a vocês, mas precisamos ficar do lado cedo da história”, ele concluiu.   Greve dos atores de Hollywood A greve dos atores em Hollywood foi oficializada na quinta-feira (13/7). A decisão foi tomada em uma votação pelo Sindicato dos Atores (SAG-AFTRA) após uma tentativa fracassada de negociar com a Aliança de Produtores de Cinema e Televisão (AMPTP). A decisão interrompeu diversas produções de filmes, séries e programas para TV e streaming, além de afetar os principais eventos da indústria do entretenimento e toda a divulgação de lançamentos de Hollywood.

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    10 Filmes: O novo Bird Box e as principais estreias do streaming

    14 de julho de 2023 /

    Filmes de terror marcam a programação de estreias para ver em casa nesta semana, com o lançamento do derivado espanhol de “Bird Box” na Netflix e mais dois títulos elogiados – e inéditos – nas locadoras digitais. A relação de destaques ainda inclui a superprodução “Babilônia”, dramas indies e europeus, além de dois documentários – um de rock e outro brasileiro. Confira abaixo a curadoria do Top 10.   BIRD BOX BARCELONA | NETFLIX   Derivado do sucesso apocalíptico “Bird Box”, estrelado por Sandra Bullock em 2018, o filme é uma história paralela, passada em Barcelona e com um elenco espanhol. A trama acompanha a proliferação de casos de loucura e suicídio pela Europa, concentrando-se num grupo de sobreviventes na cidade do título, que tentam escapar ao caos cobrindo os olhos com vendas, para não ser influenciado pela ameaça que ninguém pode ver. O detalhe é que um grupo de fanáticos faz questão que todos vejam as criaturas enlouquecedoras. O elenco conta com alguns astros conhecidos dos filmes de Pedro Almodóvar, como Lola Dueñas (“Abraços Partidos”), Michelle Jenner (“Julieta”) e o argentino Leonardo Sbaraglia (“Dor e Gloria”), além de Diego Calva (“Aceleradas”), Mario Casas (“As Bruxas de Zugarramurdi”), Alejandra Howard (“Fátima: A História de um Milagre”), Patrick Criado (“Antidisturbios”), Celia Freijeiro (“Uma Visão Diferente”), Gonzalo de Castro (“Sob Suspeita”), a inglesa Georgina Campbell (“Krypton”) e a menina alemã Naila Schuberth (“Blackout”). Roteiro e direção estão a cargo dos irmãos Álex e David Pastor, responsáveis pelo bom thriller apocalíptico “Virus”, pelas séries “Incorporated” e “The Head: Mistério na Antártida”, além do suspense “A Casa” na própria Netflix. Mas a crítica internacional achou o trabalho apenas mediano.   PISCINA INFINITA | VOD*   O novo horror de Brandon Cronenberg (“Possessor”), filho do mestre David Cronenberg (“Crimes of the Future”), passa-se num resort tropical de luxo, onde James, um escritor com bloqueio criativo (Alexander Skarsgård, de “Succession”), e sua esposa rica (Cleopatra Coleman, de “Dopesick”) tiram férias ao estilo “The White Lotus”. No entanto, a suposta tranquilidade do paraíso rapidamente desmorona quando eles são convidados por outro casal, que inclui a fã sedutora do escritor, Gabi (Mia Goth, de “Pearl”), para explorar o lado mais sombrio do país tropical. Enquanto Skarsgård apresenta uma performance cativante ao revelar instintos ferais e masoquistas, é Goth quem mantém o público na ponta dos pés com sua energia arrebatadora, alternando entre sutileza e histeria de maneira espetacular. Um acidente de carro resultante de uma noite de bebedeira coloca o protagonista em um dilema de vida ou morte, levando a trama a um rumo bizarro, com a revelação de um sistema de justiça peculiar que permite aos turistas ricos testemunhar e experimentar a sua própria morte por meio de clones. Cronenberg, seguindo os passos de seu pai, constrói uma trama que vai além do simples terror, com uma narrativa marcada pela paranoia e a sátira da elite, inspirado nos clássicos surrealistas do mestre Luis Buñuel. A visão distorcida de luxo, orgias e hedonismo, bem como o conflito entre a riqueza e a pobreza, são capturados de forma habilidosa e visceral, dando ao filme um toque de humor negro. A despeito do clima pesado e das situações perturbadoras, a narrativa é frequentemente permeada por momentos de comédia e mudanças súbitas de tom. Embora o filme seja instigante e assustador em sua maneira macabra e provocativa, também oferece uma profundidade de caracterização raramente encontrada em filmes de horror mais convencionais.   EIGHT FOR SILVER | VOD*   O terror gótico estrelado por Boyd Holbrook (“Logan”) e Kelly Reilly (“Yellowstone”) faz uma releitura da lenda do lobisomem. A trama se passa numa propriedade rural remota do final do século 19, que começa a sofrer ataques sobrenaturais. Após aldeões espalharem rumores sobre uma maldição, o patologista John McBride (Holbrook), que perdeu a família para um surto semelhante anos antes, chega para investigar o caso que envolve a aristocrática família Laurent. A narrativa envolve um grupo de capangas contratado pela família Laurent para exterminar um acampamento de ciganos em suas terras, o que provoca uma maldição que se manifesta através de transformações em lobisomens. Paralelamente, a comunidade enfrenta uma epidemia de cólera e desafios criados pela separação das classes. Com isso, a trama oferece uma visão única das lendas de lobisomens, misturando momentos de horror com contexto social e cultural. Também conhecido como “The Cursed”, o filme escrito e dirigido por Sean Ellis (“Operação Anthropoid”) foi exibido nos festivais de Sundance e Sitges, e atingiu 76% de aprovação no site Rotten Tomatoes (alta para terror).   BABILÔNIA | PARAMOUNT+   Grande extravagância do diretor Damien Chazelle (“La La Land”), o filme é uma recriação da Era de Ouro da indústria cinematográfica americana, durante a transição do cinema mudo para o falado, como muito sexo, drogas e jazz. A maioria dos personagens é fictícia, mas inspirada em pessoas reais. Depois de viver Sharon Tate em “Era uma Vez… em Hollywood”, Margot Robbie interpreta uma versão cocainômana de Clara Bow, símbolo sexual dos anos 1920, Já o personagem de Brad Pitt (que venceu o Oscar por “Era uma Vez em… Hollywood”) é baseado em grandes atores do período, como John Gilbert, que teve dificuldades de se adaptar às mudanças tecnológicas trazidas pela sonorização. A encenação é exageradíssima, tudo é histérico, mas não faltam os que adoram justamente esse aspecto da produção. Por sinal, mesmo com críticas negativas (56% de aprovação no Rotten Tomatoes), o filme venceu 40 prêmios por sua realização técnica e foi indicado a três Oscars. Além de Pitt e Robbie, o elenco estelar inclui Diego Calva (“Narcos: México”), Tobey Maguire (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), Samara Weaving (“Casamento Sangrento”), Olivia Wilde (“O Caso Richard Jewell”), Jovan Adepo (“Watchmen”), Li Jun Li (“Evil”), Jean Smart (“Hacks”), P.J. Byrne (“The Boys”), Lukas Haas (“O Regresso”), Olivia Hamilton (“La La Land”), Max Minghella (“The Handmaid’s Tale”), Rory Scovel (“Physical”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”), Eric Roberts (“Vício Inerente”), Ethan Suplee (“Dog – A Aventura de Uma Vida”), Phoebe Tonkin (“The Originals”), Jeff Garlin (“Curb Your Enthusiasm”) e o baixista Flea (“Queen & Slim”), da banda Red Hot Chili Peppers.   SEM ALTERNATIVA | VOD*   O drama de William Dickerson (“Detour”) é uma adaptação do romance de estreia do próprio diretor, lançado em 2012 e inspirado em sua própria vida, incluindo a luta de sua irmã contra a doença mental e o vício, que culminou em seu suicídio em 2014. Ambientada num subúrbio de classe alta de Nova York, a obra retrata a adolescência de dois irmãos durante o auge do grunge, pouco depois da morte de Kurt Cobain em 1994. Thomas e Bridget Harrison, interpretados pelos novatos Conor Proft e Michaela Cavazos, são filhos de um juiz conservador envolvido em escândalos (Harry Hamlin, de “As Bruxas Mayfair”). Thomas é o baterista de uma banda pop punk e Bridget usa o rap para expressar sua insatisfação com o mundo. Ao mesmo tempo em que Thomas se concentra em sua banda e na ansiedade pela resposta de sua candidatura à universidade, Bridget lida com o equilíbrio delicado entre antidepressivos e um crescente alcoolismo. Ambos encontram na música um meio de expressão e uma fuga de suas realidades. Bridget logo adota o nome artístico de Bri Da B e começa a ganhar destaque no cenário do hip-hop local, enquanto Thomas aspira transformar sua banda no “novo Nirvana”. A obra se destaca por sua abordagem autêntica e profundamente sentida da adolescência, trazendo uma perspectiva sincera sobre as dificuldades de crescer em meio à turbulência da doença mental e as mudanças na cena musical da época.   STARS AT NOON | VOD*   Dirigido pela aclamada cineasta francesa Claire Denis (“High Life”), o drama ambientado na Nicarágua contemporânea acompanha a história de Trish, uma jornalista americana interpretada por Margaret Qualley (“Maid”). Chegando ao país com grandes ambições profissionais, ela rapidamente se vê em um modo de sobrevivência, tendo suas esperanças e recursos financeiros desgastados ao longo do tempo. Inicialmente movida por um idealismo juvenil, ela agora flutua entre bares e camas aleatórias, buscando manter-se em um país turbulento. Sua vida toma um rumo diferente quando conhece Daniel (interpretado por Joe Alwyn, de “Duas Rainhas”), um inglês misterioso que afirma trabalhar para uma empresa de petróleo. O que se inicia como uma atração superficial pela disponibilidade financeira de Daniel, rapidamente se transforma em uma intensa paixão, conduzindo a trama por uma paisagem de motéis baratos e paredes suadas, em meio ao tumulto social da Nicarágua. Mas as tensões políticas e conflitos que se desenrolam ao redor do casal são ofuscados por seus encontros intensos. Com uma performance mercurial de Qualley e Alwyn, “Stars at Noon” oferece uma representação poderosa de corpos entrelaçados, desconforto cultural e lutas por sobrevivência. Baseada no romance homônimo de 1986 de Denis Johnson, a narrativa não convencional apresenta uma abordagem honesta à experiência do expatriado, que é, ao mesmo tempo, fascinante e inquietante.   TRÊS MULHERES – UMA ESPERANÇA| VOD*   Inspirado em eventos reais, o drama europeu é ambientado nos últimos dias da 2ª Guerra Mundial, após um trem carregado de prisioneiros judeus ser abandonado por soldados nazistas em fuga das tropas soviéticas. Interceptados pelos comunistas, os passageiros famintos e doentes encontram refúgio numa pequena aldeia alemã sob controle do Exército Vermelho. A protagonista do filme, Simone (Hanna van Vliet, de “Anne+: O Filme”), é instruída pela líder comunista Vera (Eugénie Anselin, de “Nós Duas”) a morar na casa de uma órfã chamada Winnie (Anna Bachmann, de “Loverboy”), que teve os pais assassinados durante a invasão. A situação é complicada pela epidemia de tifo que os soviéticos tentam controlar. Enfrentando circunstâncias difíceis, as três mulheres acabam unindo seus destinos, enquanto cada uma enfrenta suas próprias injustiças e tormentos. Roteiro e direção são da holandesa Saskia Diesing (“Nena”).   A SALA DOS PROFESSORES | FILMICCA   O longa-metragem de estreia da diretora croata Sonja Tarokić centra-se na vida de Anamarija, uma conselheira escolar trintona interpretada por Marina Redžepović (“Batalha dos Zumbis”) em seu primeiro papel principal num grande filme. Ao começar seu trabalho numa escola primária de Zagreb, ela enfrenta uma série de desafios enquanto tenta ajudar seus alunos e lida com a dinâmica complicada da instituição. Anamarija confronta inúmeros problemas, desde um aluno problemático que luta contra a dinâmica familiar até a oposição que enfrenta de Vedrana (Nives Ivanković), a diretora da escola. No entanto, o conflito central se dá com Siniša (Stojan Matavulj), um professor de História excêntrico e paranoico que prefere evitar o convívio com os demais colegas de trabalho. Este insistente clima de caos e tensão na escola leva Anamarija a perceber que, para sobreviver neste ambiente, precisará sacrificar sua própria integridade. Apesar das múltiplas tramas e subtramas, o longa se concentra em grande parte na escola, com apenas alguns desvios para um passeio e algumas cenas na casa de Anamarija. Tarokić adota uma abordagem à la Robert Altman, criando uma mise-en-scène complexa, executada com excelência, que se desenvolve em um murmúrio incessante de vozes de adultos e crianças. A estratégia é de proporcionar, com atraso, informações sobre eventos chave que ocorrem frequentemente fora de cena, reforçando a sensação de caos mal controlado. Embora a obra seja dominada por vermelhos e brancos, a performance arrebatadora de Matavulj como o professor de História e a manipulação deliciosa de Ivanković como a diretora aparentemente ignorante são as características que adicionam tensão e tempero ao filme.   SIRENS | FILMICCA   A obra da diretora marroquino-americana Rita Baghdadi mergulha na vida das integrantes da banda de thrash metal Slave to Sirens, formada nos arredores de Beirute, Líbano. A banda, composta por cinco mulheres, é conduzida por suas fundadoras, Lilas Mayassi e Shery Bechara, que além de serem musicistas talentosas, enfrentam o desafio de se expressarem através de um gênero musical que não é exatamente popular em sua região. A narrativa é centrada em Lilas, uma guitarrista obstinada e apaixonada que mantém em segredo seu interesse por garotas. Lilas e Shery não apenas compartilham uma química musical intensa, mas também um passado complicado....

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    Xuxa vai se apresentar com Angélica e Eliana no Criança Esperança 2023

    13 de julho de 2023 /

    Depois de quase uma década afastada, Xuxa Meneghel vai retornar ao Criança Esperança, evento beneficente que a Globo realiza todos os anos. E ela contará com o apoio ao vivo de duas amigas especiais, que também marcaram época em programas infantis: Angélica Ksyvickis e Eliana Michaelichen. A notícia foi dada na edição do “Jornal Nacional” desta quinta-feira (13). A repórter Fernanda Graell descreveu Xuxa como a “grande rainha de várias gerações de baixinhos, símbolo de várias alegrias e de luta pelos direitos da infância”, sinalizando a importância de sua presença no evento. Será a primeira vez que as três se apresentarão juntas num evento. Amigas de longa data, elas comemoraram a reunião. “Vai ser lindo. Nós três, durante uma época das nossas vidas, trabalhamos com crianças. E o Criança Esperança beneficia 101 instituições, com a educação como protagonista”, celebrou a mulher de Luciano Huck.   Presença inédita de Eliana na Globo A reunião tem como detalhe o fato de Eliana ser, até hoje, uma das maiores audiências do SBT. E além de participar do evento da Globo, ela até gravou uma mensagem para o “Jornal Nacional”, rompendo um longo boicote da emissora em relação à artistas da rede rival. “Para mim, é uma honra muito grande fazer parte dessa festa pela solidariedade que mudou a vida de tantas crianças e adolescentes nesses 30 anos de história. O que nós vamos aprontar? Não posso contar”, declarou. O Criança Esperança 2023 vai acontecer no próximo dia 7 de agosto, após a novela “Terra e Paixão”. O especial será apresentado por Marcos Mion e Ivete Sangalo, contando com apresentações de vários artistas de renome.

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