Chris Rock negocia dirigir filme sobre Martin Luther King Jr
Chris Rock está em negociações finais para dirigir e produzir um filme biográfico sobre Martin Luther King Jr, líder histórico dos movimentos civis dos anos 1960 e da luta contra o racismo nos EUA – famosamente retratado no filme “Selma” (2014). O projeto contará com produção de Steven Spielberg e distribuição da Universal Pictures. O filme é baseado na biografia “King: A Life” de Jonathan Eig, que foi lançada em maio e recebeu uma indicação ao National Book Award. O livro utiliza novas informações do FBI e centenas de entrevistas para retratar King como um “indivíduo corajoso, mas emocionalmente perturbado”. Steven Spielberg produzirá o projeto através de sua empresa Amblin Partners. Mais conhecido como comediante, Chris Rock já dirigiu três filmes, entre eles “No Auge da Fama” (Top Five), de 2014, que venceu prêmios da crítica dos EUA.
Festival do Rio traz mais de 200 filmes para fãs de cinema
O Festival do Rio abre suas bilheterias para o público nesta sexta-feira (6/10), após reunir convidados na quinta para sua abertura com a animação espanhola “Atiraram no Pianista”, de Fernando Trueba e Javier Mariscal (do premiado desenho “Chico & Rita”). Até 15 de outubro, o festival exibirá mais de 200 filmes nacionais e internacionais para os fãs de cinema, encerrando-se com a première nacional de “Priscilla”, novo filme da diretora Sofia Coppola (“Maria Antonieta”) sobre o namoro e o casamento de Priscilla e Elvis Presley. O filme rendeu à Cailee Spaeny (“Mare of Eastown”) o prêmio de Melhor Atriz no recente Festival de Veneza deste ano. O principal destaque internacional da programação é “Pobres Criaturas”, novo filme de Yorgos Lanthimos estrelado por Emma Stone, que repetem a parceria em “A Favorita”. O filme foi o vencedor do Leão de Ouro no recente Festival de Veneza e é considerado um dos favoritos ao Oscar 2023. O evento ainda terá “Monster”, filme de Hirokazu Kore-eda que recebeu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Cannes, assim como “Os Delinquentes”, de Rodrigo Moreno, “Cobweb”, de Jee-woon Kim, e “Segredos de um Escândalo”, feito por Todd Haynes, todos exibidos em Cannes. A programação também apresenta a estreia internacional do cineasta brasileiro Karim Aïnouz: o drama de época “Firebrand”, estrelado por Jude Law (“Sherlock Homes”) e Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”). Só entre as produções brasileiras, selecionadas para a Première Brasil, o evento reúne 90 filmes (incluindo curtas-metragens), que competem pelo troféu Redentor. A lista traz títulos “Sem Coração”, de Nara Normande e Tião, exibido em Veneza, e “Pedágio”, de Carolina Markowicz, que foi selecionado pelos festivais de Toronto e San Sebastián. Além destes, as obras biográficas de Gal Costa (“Meu Nome É Gal”) e de Sidney Magal (“Meu Sangue Ferve por Você”) farão suas estreias mundiais no festival, que também exibirá “Mussum – O Filmis”, vencedor do Festival de Gramado, e novas obras de cineastas consagrados como João Jardim (“As Polacas”), André Novais Oliveira (“O Dia que te Conheci”), Lírio Ferreira (“Onoff”) e Lúcia Murat (“O Mensageiro”). Confira a programação completa, com horários e locais de exibição, no site oficial: https://www.festivaldorio.com.br.
Confira as 10 principais novidades do streaming nesta semana
O Top 10 do streaming desta semana destaca novas temporadas de séries muito esperadas, como “Loki” e “Lupin”. Enquanto a produção da Marvel avança a narrativa atual do MCU, com viagens temporais e múltiplas realidades, “Lupin 3” volta a explorar as façanhas do ladrão Assane Diop, agora transformado no criminoso mais procurado da França. A apuração das melhores séries inclui ainda “Twisted Metal”, adaptação da famosa franquia de jogos para PlayStation, e a brasileira “A Divisão”, que chega à sua 3ª temporada retratando sequestros no Rio de Janeiro. Já entre os filmes, chama atenção a quantidade de títulos de terror, que antecipam o clima do Halloween, celebrado no final do mês. Além disso, “Besouro Azul” é o grande lançamento das locadoras digitais. Aprofunde-se mais na seleção, com trailers, sinopses e detalhes, conferindo a curadoria abaixo. LOKI 2 | DISNEY+ A melhor série do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) retoma sua história do ponto em que foi interrompida em 2021, após Sylvie (Sophie Martino) enviar o universo para o caos ao esfaquear Aquele Que Permanece – a variante de Kang (Jonathan Majors) que criou a TVA (sigla em inglês para Autoridade de Variância Temporal) para proteger a Linha do Tempo Sagrada. Como resultado, Loki (Tom Hiddleston) é transportado para a sede da TVA, mas no passado, e se vê preso num vortex temporal, que o faz ir e voltar no tempo sem parar. Para se salvar, ele precisa de ajuda de Mobius (Owen Wilson) e do novo personagem vivido por Ke Huy Quan (de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”), um inventor/engenheiro/técnico de TI da TVA, enquanto a agência despacha tropas para exterminar Sylvie. Além de Sylvie, outros membros da TVA, o próprio Kang e até a Senhorita Minutos, a mascote da TVA, estão perdidos no tempo, conduzindo os próximos episódios para uma aventura temporal e pelo multiverso. Os principais integrantes da 1ª temporada estão de volta, incluindo Hiddleston, Di Martino, Majors, Wilson, Gugu Mbatha-Raw (Renslayer), Wunmi Mosaku (Hunter B-15) e Tara Strong (dublando a Senhorita Minutos). Roteirista da 1ª temporada e de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, Michael Waldron continua à frente da atração, enquanto a direção dos novos episódios passou para a dupla Justin Benson e Aaron Moorhead, diretores de “Cavaleiro da Lua”. LUPIN 3 | NETFLIX A série segue as peripécias de Assane Diop (Omar Sy), um ladrão astuto que se inspira no personagem Arsène Lupin, uma figura icônica da literatura francesa, considerado o maior ladrão da ficção. Na parte 3, ele anuncia que vai roubar uma valiosa pérola negra e nem as ações preventivas da polícia conseguem impedi-lo. Entretanto, a trama tem uma reviravolta quando sua mãe é raptada por criminosos que desejam o fruto de seu roubo. As Partes 1 e 2 de “Lupin” conquistaram o público e tornaram a produção a série francesa mais vista da Netflix, graças a uma trama intensa e divertida que conduz Assane em um jogo de tudo ou nada. O clima de suspense, as referências e os easter eggs da trama, bem como a interpretação carismática de Omar Sy, foram alguns dos elementos que contribuíram para seu sucesso. BESOURO AZUL | VOD* O primeiro filme de super-herói latino da DC – e estreia de Bruna Marquezine em Hollywood – é melhor que seu trailer deixa entrever, graças a um elenco carismático e o uso extensivo da família do herói, que alimenta cenas de humor bem alinhadas com as sequências de ação. Entretanto, não escapa dos clichês dos filmes de origem e dos problemas crônicos das produções da DC, como vilões genéricos, efeitos visuais fracos e uma narrativa previsível. Em seu primeiro papel em inglês, Marquezine vive Jenny Kord, personagem que não existe na DC Comics, mas que no filme é apresentada como filha de Ted Kord (o segundo Besouro Azul dos quadrinhos), que ao tentar preservar o legado de seu pai desaparecido e impedir que sua tecnologia caia nas mãos de sua tia maligna, torna-se responsável por entregar o besouro alienígena a Jaime Reyes, vivido por Xolo Maridueña (“Cobra Kai”). O problema é que o artefato transforma o jovem no hospedeiro de uma arma de outro mundo. Ao se fundir à espinha de Jaime, o traje tecnológico extraterrestre possibilita ao adolescente do Texas aumentar sua velocidade e sua força, além de materializar armas, asas e escudos. Só que o uniforme tem uma agenda própria e não é sempre que obedece aos comandos do jovem – por sinal, a voz emitida pelo traje é fornecida pela cantora Becky G (“Power Rangers”). O roteiro foi escrito por por Gareth Dunnet-Alcocer (do remake de “Miss Bala”), a direção é de Ángel Manuel Soto (“Twelve”) e o elenco ainda destaca Adriana Barraza (“Rambo: Até o Fim”), Damian Alcázar (“O Poderoso Vitória”), Raoul Max Trujillo (“Mayans M.C.”), George Lopez (“As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl”), Harvey Guillén (“What We Do in the Shadows”) e Susan Sarandon (“Thema e Louise”) como a tia vilã de Marquezine. JOGO JUSTO | NETFLIX O suspense erótico, que foi adquirido por US$ 20 milhões em um dos maiores negócios do Festival de Sundance deste ano, acompanha o complexo relacionamento de um casal ambicioso. Vividos por Phoebe Dynevor (“Bridgerton”) e Alden Ehrenreich (“Han Solo: Uma História Star Wars”), eles competem pelo poder em uma firma financeira implacável. Quando uma promoção cobiçada surge, as trocas de apoio entre os amantes começam a azedar e se transformar em algo mais sinistro. À medida que a dinâmica de poder muda irrevogavelmente em seu relacionamento, o casal passa a enfrentar o verdadeiro preço do sucesso e os limites inquietantes da ambição. O filme marca a estreia da roteirista e diretora Chloe Domont, que já dirigiu episódios das séries “Ballers” da HBO e “Billions” da Showtime, e recebeu muitas críticas positivas após sua estreia em Sundance, atingindo 90% de aprovação no Rotten Tomatoes e elogios à sua abordagem do mundo pós-#MeToo. O elenco também inclui Eddie Marsan (“Ray Donovan”), Rich Sommer (“Mad Men”) e Sebastian De Souza (“The Great”). DEZESSEIS FACADAS | PRIME VIDEO A comédia de horror estrelada por Kiernan Shipka (“O Mundo Sombrio de Sabrina”) tem viagem no tempo e psicopata mascarado, numa espécie de mashup de “De Volta para o Futuro”, por sinal citado literalmente na trama, com “Sexta-Feira 13”. O filme acompanha o retorno de um infame serial killer, batizado de “Sweet Sixteen Killer”, na noite de Halloween, 35 anos após o chocante assassinato de três adolescentes, para reivindicar uma quarta vítima. A personagem de Shipka é Jamie, uma jovem de 17 anos que ignora avisos de sua mãe superprotetora (Julie Bowen, de “Modern Family”) e se depara com o maníaco mascarado. Em fuga por sua vida, ela acidentalmente viaja no tempo para 1987, ano dos assassinatos originais. Forçada a navegar pela cultura desconhecida e extravagante dos anos 1980, Jamie se une à versão adolescente de sua mãe (Olivia Holt, de “Manto e Adaga”) para derrotar o assassino de uma vez por todas, tentando evitar ficar presa no passado para sempre. Dirigido por Nahnatchka Khan (“Young Rock”), o terrir tem roteiro de David Matalon (“Até o Fim”), Sasha Perl-Raver (“Let’s Get Merried”) e Jen D’Angelo (“Abracadabra 2”). BOOGEYMAN – SEU MEDO É REAL | STAR+ Adaptação de um conto de Stephen King, o terror atmosférico acompanha uma adolescente e sua irmã mais nova que que se veem atormentadas por uma presença sinistra, enquanto ainda estão se recuperando da trágica morte da sua mãe. Com medo de um monstro que se esconde na escuridão – visto apenas pelas crianças – , elas tentam fazer com que seu pai, ainda em luto, perceba aquela ameaça antes que seja tarde demais. O elenco é formado por Sophie Thatcher (“Yellowjackets”), Vivien Lyra Blair (“Obi-Wan Kenobi”), Chris Messina (“Eu Me Importo”) e David Dastmalchian (“O Esquadrão Suicida”). O roteiro foi escrito por Scott Beck e Bryan Woods (roteiristas de “Um Lugar Silencioso”), em parceria com Mark Heyman (“Cisne Negro”), e a direção é de Rob Savage (“Cuidado com quem Chama”). CEMITÉRIO MALDITO: A ORIGEM | PARAMOUNT+ Prólogo da obra de Stephen King sobre o cemitério onde os enterros viram ressurreições, o filme se passa em 1969 e segue o jovem Jud Crandall (o personagem de John Lithgow no remake recente), que sonha em deixar sua cidade natal para trás, mas ao descobrir segredos sinistros é forçado a enfrentar uma história familiar sombria que o manterá para sempre conectado àquele local. Juntos, Jud e seus amigos de infância devem lutar contra um antigo mal que toma conta de Ludlow desde a sua fundação e que, uma vez desenterrado, tem o poder de destruir tudo em seu caminho. O elenco também inclui Jackson White (“Me Conte Mentiras”), Forrest Goodluck (“O Regresso”), Jack Mulhern (“Mare of Easttown”), Natalie Alyn Lind (“The Goldbergs”) e Isabella Star LaBlanc (“Solte o Ar Bem Devagar”), além de participações de Pam Grier (“Jackie Brown”), David Duchovny (“Arquivo X”) e Samantha Mathis (“Billions”). A adaptação foi escrita pela roteirista Lindsey Beer (“Sierra Burgess é uma Loser”), que também faz sua estreia na direção no projeto. MANSÃO MAL-ASSOMBRADA | DISNEY+ A adaptação cinematográfica da famosa atração dos parques da Disney dividiu a crítica dos EUA entre os que gostaram de sua proposta de terror infantil e os que lamentaram a falta de graça das piadas. A maioria ficou com o segundo o time. A trama gira em torno de um astrofísico interpretado por LaKeith Stanfield (“Judas e o Messias Negro”), que desenvolveu uma “câmera quântica” capaz de fotografar fantasmas e é convocado pelo Padre interpretado por Owen Wilson (“Loki”) para investigar as visitas espectrais noturnas na mansão mal-assombrada do título. Reunindo ainda uma médium excêntrica (Tiffany Haddish, de “Sócias em Guerra”) e um professor universitário ainda mais excêntrico (Danny DeVito, de “It’s Always Sunny in Philadelphia”), os protagonistas se juntam para identificar a origem da infestação de fantasmas na casa, recentemente adquirida por uma mãe solteira (Rosario Dawson, de “Ahsoka”) e seu jovem filho. Ao explorar o local, eles descobrem a bola de cristal de Madame Leota (Jamie Lee Curtis, de “Halloween”), que os alerta sobre uma aparição misteriosa conhecida apenas como o “Fantasma da Caixa de Chapéu” – um papel creditado a Jared Leto (“Morbius”), embora o personagem seja totalmente criado por CGI. Apesar de ser uma comédia infantil, “A Mansão Mal-Assombrada” não foge da escuridão inerente a uma história sobre uma casa com espíritos de centenas de pessoas mortas. Há uma quantidade considerável de discussão sobre perda e tristeza, e Stanfield entrega um monólogo sobre sua falecida esposa que é surpreendentemente triste para o que é essencialmente um filme para assustar crianças. Vale lembrar que “Mansão Assombrada” já foi transformada numa comédia com Eddie Murphy, que foi um fracasso de bilheterias em 2003. Mas o estúdio foi destemido e decidiu filmar um roteiro de Kate Dipold, responsável por “Caça-Fantasmas” – também conhecido como “a versão feminina” de “Os Caça-Fantasmas” – , que foi outra atração do gênero terrir infantil a dar prejuízo. A direção é de Justin Simien (“Cara Gente Branca”). TWISTED METAL | HBO MAX A série baseada na franquia de jogos para PlayStation traz Anthony Mackie (“Falcão e o Soldado Invernal”) como John Doe, que precisa atravessar um deserto pós-apocalíptico e entregar um pacote misterioso para conseguir uma vida melhor. Game clássico de combate veicular, “Twisted Metal” começou no PlayStation em 1995 e já conta com oito títulos, em que o jogador enfrenta diferentes motoristas assassinos numa perseguição mirabolante. Desenvolvida por Michael Jonathan Smith (“Cobra Kai”), a trama acompanha John Doe por estradas e cidades devastadas, incluindo Lost Vegas – as ruínas de Las Vegas – , em luta contra diferentes veículos, incluindo um caminhão de sorvete dirigido pelo pior dos vilões: Sweet Tooth, um palhaço aterrorizante que é dublado por Will Arnett (“BoJack Horseman”) e interpretado pelo musculoso lutador de WWE Samoa Joe. O elenco também inclui Stephanie Beatriz (“Brooklyn Nine Nine”), Neve Campbell (“Pânico”) e Thomas Haden Church (“Homem Aranha:...
A Fazenda | Laranjinha é o segundo eliminado
A segunda Roça de “A Fazenda 15” resultou na eliminação de Darlan Cunha, o Laranjinha, nesta quinta-feira (5/10). Ele foi parar na Roça após ser o pior colocado na Prova de Fazendeiro, onde não conseguiu se salvar ao fazer zero pontos. Na votação aberta, sofreu uma enorme rejeição do público. Ao todo, recebeu apenas 4,43% dos votos para permanecer no reality da Record TV. Ele disputou a eliminação com Tonzão Chagas e Sander Mecca. Tonzão foi o primeiro liberado e não comemorou em sua volta à Sede. Mesmo sendo abraçado pelos aliados, preferiu se isolar. Já Sander festejou bastante. A eliminação de Laranjinha deixou o clima pesado entre o grupo dos Crias, que em duas semanas de programa perdeu dois integrantes – Nathalia Valente foi a primeira eliminada na quinta passada (29/9). E Laranjinha… Foi eliminado! #EliminaçãoAFazenda pic.twitter.com/vWCapJbmah — A Fazenda (@afazendarecord) October 6, 2023
Trailer traz Natalie Portman e Julianne Moore em drama do diretor de “Carol”
A Diamond Films divulgou o primeiro trailer de “Segredos de um Escândalo” (May December), novo filme de Todd Haynes (“Carol”), protagonizado por Natalie Portman (“Thor: Amor e Trovão”) e Julianne Moore (“Kingsman: O Círculo Dourado”). A narrativa segue uma atriz (Portman) que viaja até o Maine para estudar a vida de uma mulher da vida real (Moore), que ela vai interpretar em um filme biográfico. A personagem de Moore era uma mulher casada que teve um romance com um adolescente de 13 anos, foi presa e após cumprir a pena judicial se casou com o jovem, vivido por Charles Melton (de “Riverdale”). Mas nem duas décadas de distância e uma vida discreta nos subúrbios fizeram o escândalo ser esquecido. E com sua vida revirada pela estranha em sua casa, questões do casal, até então adormecidas, começam a vir à tona. Do Festival de Cannes para o streaming O filme teve première mundial em maio passado, no Festival de Cannes, onde recebeu uma salva de palmas do público em pé por oito minutos. As primeiras reações dos críticos também foram bastante positivas, com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes e elogios as performances dos atores e a direção cuidadosa de Haynes. Com esse prestígio, a produção rendeu uma disputa acirrada por seus direitos, que foram adquiridos pela Netflix por US$ 11 milhões após a exibição na França. Com isso, “Segredos de um Escândalo” se tornou um dos poucos filmes norte-americanos adquiridos pela Netflix ao longo de sua tumultuada relação com Cannes. Normalmente, a plataforma de streaming aposta em títulos de fora dos Estados Unidos. Vale apontar a ironia por trás desse negócio. O Festival de Cannes impede produções da Netflix e outras plataformas de participarem da competição da Palma de Ouro, com a justificativa de que os filmes precisam passar nos cinemas. Entretanto, vários títulos premiados de Cannes já foram adquiridos pela plataforma após sua passagem pelo festival e lançados diretamente em streaming. Antes de chegar ao streaming, o filme terá um lançamento comercial nos cinemas. A estreia está marcada para 17 de novembro nos EUA, mas a distribuição no Brasil ficou só para em 18 de janeiro – data que é posterior ao lançamento da Netflix.
Filme de Taylor Swift supera US$ 100 milhões em pré-venda
Além de fenômeno musical, Taylor Swift também virou fenômeno cinematográfico. Há uma semana do lançamento oficial nos cinemas da América do Norte, o documentário “Taylor Swift: The Eras Tour”, sobre a atual turnê da cantora, ultrapassou US$ 100 milhões em vendas antecipadas de ingressos nesta quinta (5/10). A informação é do distribuidor oficial, AMC Theatres. Os números representam a pré-venda mundial. O filme será lançado em cerca de 100 países, ocupando mais de 8 mil cinemas em todo o mundo. Comparações e recordes Só no primeiro dia de venda de ingressos, foram arrecadados US$ 26 milhões nos EUA, superando, por exemplo, a procura inicial por “Star Wars: O Despertar da Força” e “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, que fizeram US$ 20 milhões e US$ 16,9 milhões no mesmo período de tempo. Com sua pré-venda apenas nos EUA, “Taylor Swift: The Eras Tour” já garantiu a maior estreia de um documentário de show de todos os tempos na América do Norte, superando com enorme folga outros filmes de concerto bem-sucedidos, como “Hannah Montana e Miley Cyrus – Show: O Melhor dos Dois Mundos”, que teve um faturamento final de US$ 65,2 milhões em 2008 nos EUA, e “This Is It”, de Michael Jackson, que fez US$ 72 milhões em 2009 no mercado doméstico. Passagem pelo Brasil O filme, que mostra registros de shows da turnê nos EUA, estreará no Brasil no dia 3 de novembro, e a pré-venda também já está liberada no país. Além disso, os fãs brasileiros poderão conferir tudo ao vivo. A turnê “The Eras” tem passagem confirmada no país em novembro. As apresentações estão marcadas para os dias 17, 18 e 19 no Estádio Nilton Santos (RJ) e nos dias 24, 25 e 26 no Allianz Parque (SP). Todos os ingressos dos shows foram esgotados com antecedência e muito rapidamente. Veja abaixo o trailer do documentário.
Cinema | Estreias incluem “O Protetor 3”, “Patrulha Canina 2” e “Rodeio Rock” com Lucas Lucco
A programação de cinema destaca três lançamentos amplos nesta quinta (5/10). Denzel Washington volta em “O Protetor – Capítulo Final”, encerrando a trilogia de ação que conquistou o público, “Patrulha Canina: Um Filme Superpoderoso” traz uma nova aventura dos cães mais amados da televisão e “Rodeio Rock” oferece romance no cenário musical brasileiro. Confira abaixo mais detalhes das estreias, incluindo os lançamentos limitados. O PROTETOR – CAPÍTULO FINAL Denzel Washington (“Sete Homens e Um Destino”) volta ao papel de Robert McCall no terceiro e supostamente último filme da franquia, após “O Protetor” (2014) e “O Protetor 2” (2018), para distribuir mais justiça com as próprias mãos. Desta vez, McCall se encontra na pequena vila calabresa de Altomonte, na Itália. Enquanto se recupera de ferimentos, ele se integra à comunidade local e começa a vislumbrar uma vida mais tranquila. No entanto, quando a máfia local começa a atormentar os moradores, ele se vê compelido a agir, resultando em um último confronto com gângsteres armados. Pela primeira vez, porém, ele não está sozinho, contando com a ajuda da nova personagem Emma Collins, interpretada por Dakota Fanning, uma agente da CIA que se tornar uma aliada. Um detalhe interessante é que Washington e Fanning realizam um reencontro na produção. Os dois trabalharam juntos anteriormente em outro thriller, “Chamas da Vingança” (2004), quando a atriz tinha 10 anos. O “Capítulo Final” mantém a abordagem violenta e gráfica que caracteriza a franquia, com sequências de ação audaciosas e sangrentas, novamente dirigidas por Antoine Fuqua. Além do mesmo tom dos filmes anteriores, também mantém elementos familiares para quem acompanha a trilogia. Mas o que eleva a produção acima do padrão é mesmo a performance de Washington, que adiciona um peso dramático à trama, com o arco de redenção do protagonista, que tenta se redimir do que fez como assassino do governo dos EUA. PATRULHA CANINA: UM FILME SUPERPODEROSO Animação realizada em parceria com o canal infantil Nickelodeon, o filme é o segundo da franquia para os cinemas, seguindo o sucesso de “Patrulha Canina: O Filme”, lançado em 2021. Escrito e dirigido por Cal Brunker e Bob Barlen (“Patrulha Canina: O Filme”), conta uma aventura inédita dos cães aventureiros, agora como super-heróis. Após um meteoro mágico se chocar com Adventure City, os filhotes da Patrulha Canina ganham superpoderes. Para Skye, menor membro da equipe, seus novos poderes são um sonho que se tornou realidade. Por outro lado, as coisas tomam um rumo inesperado quando o arqui-inimigo dos filhotes, Humdinger, escapa da prisão e se une a Victoria Vance, uma cientista maluca obcecada por meteoros, para tentar roubar os poderes dos superpets. Com o destino de Adventure City em jogo, a Patrulha Canina terá que deter os vilões antes que seja tarde demais. O grandioso elenco de vozes originais conta com Kristen Bell (“The Good Place”), Kim Kardashian (“The Kardashians”), Serena Williams (“Glass Onion: Um Mistério Knives Out”), Christian Convery (“Sweet Tooth”), McKenna Grace (“Ghostbusters – Mais Além”), Lil Rel Howery (“Amizade de Férias”), James Marsden (“Desencantada”), Taraji P. Henson (“Empire – Fama e Poder”), Marsai Martin (“Black-Ish”) e Ron Pardo (“Patrulha Canina: O Filme”). Já a versão brasileira destaca as dublagens da vice-campeã do “BBB 23” Aline Wirley, seu marido Igor Rickli e o filho do casal, Antônio, de apenas 8 anos. Adaptação de uma série animada, os filmes da “Patrulha Canina” não aspiram a profundidade das produções da Disney, Pixar, DreamWorks e Illumination, mas custam uma fração dos lançamentos desses estúdios. A produção da Paramount teve um orçamento de apenas US$ 30 milhões e é parte de uma franquia que já rendeu US$ 14 bilhões em vendas globais no varejo desde 2014. RODEIO ROCK O musical romântico conta a história de dois artistas idênticos em aparência, mas completamente diferentes em personalidade: o cantor sertanejo mais famoso – e polêmico – do Brasil, e um roqueiro que, apesar de talentoso, não é reconhecido. Ambos os personagens são interpretados por Lucas Lucco. Hero, o roqueiro talentoso, tem aversão à música sertaneja, principalmente por ser extremamente parecido com o maior cantor brasileiro do gênero, Sandro Sanderlei. No entanto, Hero vê sua vida mudar quando tem a chance de substituir o sertanejo em sua turnê, após o artista entrar em coma. Desempregado e cheio de dívidas, Hero aceita a proposta de viajar pelo país fazendo os shows de Sandro Sanderlei. No entanto, durante a turnê, ele conhece Lulli (Carla Diaz, de “A Menina que Matou os Pais”), ex-namorada de Sandro, e acaba se apaixonando por ela. A partir daí, ele terá que escolher entre perder sua identidade e ganhar a fama e o sucesso que sempre buscou, ou ser fiel aos seus princípios e conquistar a mulher que ama. A produção, dirigida por Marcelo Antunez (“O Palestrante”), marca a estreia como roteirista do ator Felipe Folgosi – que fez “Chiquititas” como Carla, só que em outra geração. NOSTALGIA O drama italiano explora a complexa relação de um homem com sua cidade e seu passado. No longa, Felice Lasco, interpretado por Pierfrancesco Favino (“O Traidor”), retorna a sua cidade natal, Nápoles, após 40 anos vivendo no exterior. O motivo inicial da visita é o estado de saúde frágil de sua mãe idosa, Teresa, mas a cidade e as memórias que ela evoca começam a exercer uma atração irresistível sobre ele. O reencontro com sua mãe é emocionalmente carregado, mas o que realmente assombra Felice é um assassinato cometido décadas atrás por seu melhor amigo da época, Oreste Spasiano – agora conhecido como O Malommo e um temido chefe da máfia local. O filme de Mario Martone (“Leopardi: Um Jovem Fabuloso”) é o representante oficial da Itália na disputa por vaga no Oscar de Melhor Filme Internacional e é notável pela atuação sensível de Favino, que foi indicado ao European Film Award. A cinematografia de Paolo Carnera adiciona uma camada de autenticidade ao retrato de Nápoles, que muitas vezes se sente como um personagem à parte. Flashbacks formatados em Super 8 oferecem um contraste exuberante com as cenas mais pensativas ou sombrias do presente, reforçando a complexidade das escolhas e relações que moldam a vida de Felice. OS FILHOS DOS OUTROS O drama francês centra-se em Rachel, uma professora de 40 anos interpretada por Virginie Efira (“Benedetta”), que vive uma vida aparentemente plena em Paris, até que sua existência toma um novo rumo ao conhecer Ali, um designer de automóveis, interpretado por Roschdy Zem (“Notre-Dame – Catedral em Chamas”). A relação entre os dois se intensifica rapidamente, e Rachel se vê cada vez mais envolvida na vida da filha de Ali, Leïla. O filme explora a complexidade das escolhas modernas em torno da maternidade e dos relacionamentos, à medida que Rachel assume um papel de cuidadora, mas sempre à margem da relação entre Ali e a mãe de Leïla, Alice, interpretada por Chiara Mastroianni (“A Garota da Pulseira”). A trama segue Rachel durante aproximadamente um ano, abordando não apenas sua relação com Ali e Leïla, mas também sua vida profissional como professora e sua relação com a própria família. O filme também apresenta subtramas que incluem um aluno problemático e uma visita ao ginecologista, interpretado pelo cineasta documentarista Frederick Wiseman (“National Gallery”), que adicionam camadas à narrativa, mostrando as realidades muitas vezes contraditórias da vida adulta contemporânea. A diretora e roteirista Rebecca Zlotowski (“A Prima Sofia”) evita melodramas e soluções fáceis, optando por uma abordagem mais sutil e realista das complexidades emocionais e sociais enfrentadas pela protagonista. Virginie Efira, que já foi premiada com o César, venceu o troféu Lumiére de Melhor Atriz com este filme. UMA FAMÍLIA EXTRAORDINÁRIA Kiernan Shipka (“O Mundo Sombrio de Sabrina”) estrela o drama indie com uma jovem que cuida de seus pais com deficiência mental. A trama foi inspirada pela sobrinha e os tios do diretor estreante Matt Smukler, que vivem a mesma complexa dinâmica familiar. Na trama, Shipka vive Bea, que enfrenta desafios típicos da adolescência, enquanto cuida de seus pais neurodivergentes. É um enredo que dialoga com temas de amadurecimento rápido e lealdade familiar, tornando-se um ponto de reflexão sobre os múltiplos aspectos do crescimento. A pressão para Bea crescer vem de diversas frentes, incluindo um professor que a incentiva a focar em si mesma e um interesse amoroso que questiona seus motivos para cuidar de seus pais, levando Bea a ponderar suas próprias necessidades contra as de sua família. O elenco inclui Samantha Hyde (“Atypical”) e Dash Mihok (“Ray Donovan”) como os pais, além de Charlie Plummer (“Quem É Você, Alasca?”), Alexandra Daddario (“As Bruxas Mayfair”), Jean Smart (“Hacks”), Brad Garrett (“Everybody Loves Raymond”), Jacki Weaver (“Yellostone”), Reid Scott (“Veep”) e a menina Ryan Kiera Armstrong (“Chamas da Vingança”) como a versão infantil de Bea. “Uma Família Extraordinária” teve sua première mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto do ano passado e chegou aos cinemas americanos em março. UM FILME DE CINEMA Vencedor do Festival de Tiradentes com “Jovens Infelizes ou um Homem que Grita Não é um Urso que Dança” em 2016, Thiago B. Mendonça voltou ao evento dois anos depois com uma proposta incomum: explorar a arte do cinema através do olhar infantil. O filme, que passou em vários países do mundo antes de finalmente estrear comercialmente no Brasil, gira em torno de um cineasta, interpretado por Rodrigo Scarpelli (“Psi”), que serve como um alter ego do próprio Mendonça. O personagem enfrenta uma crise criativa e encontra uma saída quando sua filha mais velha decide fazer um filme como trabalho escolar. O projeto se torna uma oportunidade para o pai revisitar a história do cinema e redescobrir sua paixão pela sétima arte. A produção foi inspirada nas filhas do diretor, Bebel e Isa, que protagonizam o filme de forma espontânea e improvisada. A produção mistura elementos documentais e ficcionais, capturando tanto a realidade da família quanto a magia do cinema, e funciona também como uma ferramenta educativa, que busca inspirar a criatividade do público infantil e contribuir para a formação de um novo público para o cinema brasileiro. LINHA DE FRENTE O filme da dupla Felipe Menezes e Gustavo Gama Rodrigues foca o trabalho de patrulha das fronteiras brasileiras, mais de 16 mil quilômetros que dividem o Brasil de seus países vizinhos. O documentário acompanha fiscais e agentes policiais, que se veem em um fogo cruzado de organizações criminosas. PLAUTO, UM SOPRO MUSICAL Documentário sobre um dos maiores músicos gaúchos: Plauto Cruz, considerado por muitos o melhor flautista do Brasil.
Jason Statham explode tudo em trailer de novo filme de ação
A MGM divulgou o pôster e o trailer “The Beekeeper – Rede de Vingança”, novo thriller de ação estrelado por Jason Statham (“Mercenários 4”). Repleto de tiroteios, explosões e cenas violentas, o filme tem roteiro de Kurt Wimmer (“Os Renegados”) e direção de David Ayer (do primeiro “Esquadrão Suicida”). A trama acompanha o ex-agente de uma organização clandestina conhecida como Apicultores, que na aposentadoria encontra emprego literalmente como apicultor. Até que a mulher responsável pela fazenda em que ele trabalha cai vítima de uma armadilha de hackers e se mata. Decidido a se vingar, ele parte para cima da organização responsável e acaba se envolvendo numa grande conspiração, encabeçada por um magnata vivido por Jeremy Irons (“Watchmen”). O elenco também inclui Emmy Raver-Lampman (“The Umbrella Academy”), Josh Hutcherson (“Jogos Vorazes”) e Enzo Cilenti (“Agente Stone”). A ideia da MGM é transformar o filme numa franquia. A estreia está marcada para 11 de janeiro nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos EUA.
Trailer de “Feriado Sangrento” marca volta do diretor de “O Albergue” ao terror
A Sony Pictures divulgou novo pôster e o trailer de “Feriado Sangrento” (Thanksgiving), filme que marca a volta do diretor Eli Roth ao terror, gênero em que ficou conhecido por filmes como “Cabana do Inferno” (2002) e “O Albergue” (2005). Embora tenha surgido no terror, Eli Roth andava longe do gênero há anos. Seus filmes mais recentes foram o remake do thriller “Desejo de Matar” (2018), o infantil “O Mistério do Relógio na Parede” (2018) e o documentário de tubarões “Fin” (2021). Origem trash “Feriado Sangrento” tem uma origem curiosa, como um trailer falso criado para o projeto “Grindhouse” de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez em 2007. A ideia de “Grindhouse” era fazer uma homenagem às salas de cinema baratas dos EUA que exibiam terrores de baixo orçamento e baixa qualidade. Tarantino e Rodrigues realizaram dois filmes, “À Prova de Morte” e “Planeta Terror”, respectivamente, com o intuito de que fossem exibidos numa sessão dupla, à moda das exibições desses cinemas. E no intervalo entre os dois filmes, eles convidaram amigos para desenvolverem trailers de filmes inexistentes que poderiam habitar esse universo trash. Dois desses trailers acabaram virando filmes. Para quem não sabe, foi assim que surgiram originalmente “Machete” (2010) e “Hobo with a Shotgun” (2011). Serial killer mascarado A versão da prévia de 2007 mostrava um serial killer que atacava os habitantes de uma cidade do estado americano do Massachusetts, berço histórico do feriado de Ação de Graças, durante a data da celebração. No teaser real do filme, o assassino aparece usando uma máscara de peregrino, enquanto provoca mortes violentas. Elenco de influenciadores O roteiro foi coescrito por Eli Roth e Jeff Rendell, que também foi responsável pela ideia do falso trailer. Já o elenco é diversificado, combinando astros consagrados como Patrick Dempsey (“Grey’s Anatomy”) com influenciadores como a estrela do TikTok Addison Rae (“Ela é Demais”), além de Gina Gershon (“Riverdale”), Rick Hoffman (“Suits”), Milo Manheim (“Zombies”), Nell Verlaque (“Big Shot”) e diversas celebridades digitais americanas. A estreia está marcada para 16 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Xuxa sofre em volta ao cinema: “Não sei decorar, não sou atriz”
Xuxa Meneghel retorna às telas de cinema após 14 anos de ausência em “Uma Fada Veio Me Visitar”, filme inspirado no livro de Thalita Rebouças. Mas a volta não foi fácil. Embora tenha aceitado o papel por admirar a história, Xuxa não escondeu suas inseguranças como atriz. “Não sei decorar, não sou atriz”, declarou em um evento para a imprensa. Para superar esses obstáculos, contou com o apoio de todo o elenco e da autora Thalita Rebouças. “Ela dizia: ‘Você vai arrasar. Como você falaria ou faria isso?'”, lembrou Xuxa. Pela dificuldade em decorar as falas, a apresentadora chegou a solicitar o uso de teleprompter. “Mesmo que eu não olhasse, queria saber que estava ali”, afirmou. “Xuxa é a atriz Xuxa” Thalita Rebouças e a produtora Patrícia Chamon enalteceram a contribuição de Xuxa para a personagem Tatu, que traz diversas referências à década de 1980, período em que a apresentadora alcançou o estrelato. “Além de ela ser uma atriz, ela é uma atriz respeitosa com o texto”, elogiou Thalita. Patrícia Chamon acrescentou: “Xuxa é a atriz Xuxa. Ninguém é igual a ninguém. Ela tem o tom. O tom da Tatu é o tom que a Xuxa tem”. A apresentadora não fazia filmes desde “Xuxa em O Mistério de Feiurinha”, coestrelado por sua filha Sasha em 2009. Mas já tem um longa com fadas no currículo, “Xuxa e os Duendes 2: No Caminho das Fadas”, lançado em 2002. O filme “Uma Fada Veio Me Visitar” mostra como Luna, uma jovem que não acredita em fadas, acaba recebendo a visita de uma delas. Na trama, após passar quatro décadas congelada, a Fada Tatu, vivida por Xuxa, é escolhida para transformar Luna e Lara, que se odeiam, em melhores amigas. Mas para cumprir a missão, a fada precisará lidar com as mudanças do século 21. A história de Thalita Rebouças já tinha inspirado outro filme, “É Fada” (2016), estrelado por Kéfera Buchmann e Klara Castanho. Desta vez, o roteiro é da própria Thalita Rebouças, em parceria com Patrícia Andrade (“Entre Irmãs”), e a direção ficou a cargo de Viviane Jundi (“Detetives do Prédio Azul 2: O Mistério Italiano”). O elenco inclui também Antonia “Tontom” Périssé, a filha caçula de Heloisa Périssé, além de Dani Calabresa, Lívia Inhudes, Manuela Kfuri, Vitória Valentim, Henrique Camargo e Lucas Burgatti. A estreia está marcada para 12 de outubro, Dia das Crianças.
Filme “Meninas Malvadas” é disponibilizado na íntegra no TikTok
A Paramount disponibilizou o filme “Meninas Malvadas” na íntegra no TikTok, dividido em 23 “vídeos curtos”. O lançamento serve para celebrar o Dia das Meninas Malvadas. A data de 3 de outubro foi escolhida por conta de uma fala do filme de 2004, que menciona o dia. “Em 3 de outubro, ele me perguntou que dia era”. A fala do filme “Meninas Malvadas” não é esquecida nem 19 anos após a estreia do filme. Para comemorar a data, a Paramount Pictures lançou o longa-metragem inteiro no TikTok, dividido em 23 partes desiguais (vão de vídeos de segundos até vídeos de mais de nove minutos). O filme completo se encontra no perfil oficial @meangirls, que é seu título em inglês. A conta foi inaugurada no mês passado e possui 36 mil seguidores e meio milhão de curtidas. O filme está disponível em inglês e sem legendas. Segundo o site Deadline, a ação faz parte de uma estratégia da Paramount Pictures para que “Meninas Malvadas” seja redescoberto por uma nova geração, antes do lançamento da versão musical em 11 de janeiro (data no Brasil). O filme musical, com um novo elenco, foi originalmente produzido para a plataforma Paramount+, mas agradou tanto que o estúdio decidiu lançá-lo nos cinemas. Quem são as Meninas Malvadas? A história de “Meninas Malvadas” foi originalmente baseada no livro “Queen Bees and Wannabees”, uma obra de autoajuda escrita por Rosalind Wiseman. O filme, dirigido por Mark Waters (“Sexta-Feira Muito Louca”) e escrito por Tina Fey (“30 Rock”), foi um grande sucesso de público e aumentou ainda mais a fama de Lindsay Lohan (“Uma Quedinha de Natal”), além de ter projetado Rachel McAdams (“Doutor Estranho”), Amanda Seyfried (“Mamma Mia!”) e Lizzie Caplan (“Um Truque de Mestre 2”) e originado uma verdadeira legião de fãs. O filme acompanha a chegada de uma nova garota na escola (Lohan), que se depara com as diferentes tribos e a opressão das garotas populares (McAdams, Seyfried e Lacey Chabert). Depois de conhecer a turma alternativa, ela planeja se juntar às populares para sabotá-las, só que o plano se perde quando a popularidade lhe sobe à cabeça. O sucesso do filme levou à criação de “Mean Girls the Musical”, que estreou na Broadway em 2018. O espetáculo chegou a ganhar 10 indicações ao Tony, mas foi forçado a fechar suas portas em 2020, devido à pandemia da covid-19. @meangirls Get in, loser. We’re watching the full #MeanGirls movie. Part 1 #meangirlsday #october3rd ♬ Mean Girls Available On Digital – Mean Girls
John Woo volta a Hollywood com thriller de vingança sem diálogos. Veja o trailer
A Lionsgate divulgou o pôster e o trailer de “Silent Night”, thriller de vingança que marca a volta a Hollywood do cineasta John Woo (“Fervura Máxima”), mestre do cinema de ação de Hong Kong, que não filmava nos EUA há 20 anos – desde “O Pagamento” (2003). A prévia é cheia de cenas de tiros, sangue e muita violência. Na trama, Joel Kinnaman (“O Esquadrão Suicida”) vê a filha ser morta e perde a voz ao ser atingido por várias balas perdidas de um tiroteio. Com desejo de matar, ele vai atrás dos criminosos responsáveis na noite de Natal, armado até os dentes e sem dizer uma única palavra. Por sinal, um detalhe curioso do filme é que ele não tem nenhum diálogo. O elenco também inclui a colombiana Catalina Sandino Moreno (“Origem”) e o rapper Kid Kudi (“Não Olhe para Cima”) como um detetive policial que cruza o caminho do protagonista. A volta de John Woo Um dos diretores mais influentes dos anos 1980 e 1990, responsável por clássicos de ação que influenciaram de Tarantino a “John Wick”, o cineasta de “Missão: Impossível II” (2000) e “A Outra Face” (1997) tinha voltado a filmar exclusivamente em Hong Kong nas duas últimas décadas, vencendo inúmeros prêmios por dois épicos que lançou em duas partes, “A Batalha dos Três Reinos” e “The Crossing”. A estreia de “Silent Night” está marcada para 2 de dezembro nos EUA, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Diretor revela nova imagem de Joaquin Phoenix em “Coringa 2”
O diretor Todd Phillips compartilhou uma foto inédita de Joaquin Phoenix como Arthur Fleck, o Coringa, na continuação de seu filme de maior sucesso. A cena de “Joker: Folie à Deux” (título original) foi revelada para marcar o aniversário de quatro anos do lançamento de “Coringa” e o início da contagem regressiva de um ano para a estreia da sequência nos cinemas. A continuação também traz Lady Gaga (“Nasce uma Estrela”) como Arlequina, e ainda inclui Catherine Keener (“Corra!”), Brendan Gleeson (“Os Banshees de Inisherin”) e a volta de Zazie Beetz, que participou do primeiro filme. A estreia está marcada para 3 de outubro de 2024 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Todd Phillips (@toddphillips)











