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Filme

Novo “Superman” terá cena ambientada no Brasil

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13 de junho de 2026
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    Festival Varilux traz o melhor do cinema francês atual e homenagem a Brigitte Bardot

    9 de novembro de 2023 /

    O Festival Varilux de Cinema Francês começa nesta quinta (9/11) sua 14ª edição, que vai até 22 de novembro, trazendo o melhor do cinema contemporâneo francês e uma homenagem ao ícone Brigitte Bardot. São ao todo 19 produções com exibições em 52 cidades, incluindo o filme vencedor do Festival de Cannes deste ano. Normalmente realizado em junho, o festival teve sua agenda modificada justamente para incluir obras do Festival de Cannes. Além disso, a mudança afastou sua programação da concorrida temporada de blockbusters americanos nos cinemas.   Filmes imperdíveis Entre os destaques, “Anatomia de uma Queda”, dirigido por Justine Triet, chega ao Brasil com a credencial de vencedor da Palma de Ouro em Cannes. O filme narra a investigação do falecimento misterioso de um homem nos Alpes, trazendo um enredo que envolve um cão, uma criança e uma mulher como testemunhas, sendo esta última a principal suspeita. Outra obra significativa é “Making Of”, de Cédric Kahn, que oferece um olhar metalinguístico sobre o processo cinematográfico. A narrativa acompanha a tensão e os desafios enfrentados por uma equipe de filmagem, destacando-se pelas atuações marcantes do elenco e pela abordagem realista dos bastidores da indústria do cinema. “Culpa e Desejo”, dirigido por Catherine Breillat, apresenta uma trama que explora as complexidades de uma relação proibida. Estrelado por Léa Drucker, o filme se destaca por abordar questões delicadas como violência sexual e os limites éticos das relações pessoais. Com uma proposta que foge do convencional, “O Desafio de Marguerite”, de Anna Novion, se concentra na relação entre dois jovens matemáticos, tocando em temas de ambição e insegurança, e oferecendo uma perspectiva contemporânea e inovadora ao romance. “As Bestas”, dirigido por Rodrigo Sorogoyen, é outro filme que merece atenção por sua abordagem crítica e sua presença marcante em Cannes e no Goya. A obra explora conflitos sociais e ambientais em uma aldeia galega, desdobrando-se em uma narrativa de suspense e tensão.   Homenagem a Brigitte Bardot A programação também destaca a série biográfica “Bardot”, juntamente com as exibições dos dois clássicos estrelados por Brigitte Bardot – “E Deus Criou a Mulher” (1956), de Roger Vadim, que a catapultou ao estrelato, e “O Desprezo” (1963), de Jean-Luc Godard, que explora a nudez e o sex appeal da estrela em sua única passagem pela nouvelle vague. Para acompanhar a première da série, o festival trouxe a intérprete de Bardot, a atriz Julia de Nunez, ao Brasil. Além de ter sessões em cinemas, “Bardot” também será disponibilizada gratuitamente no site oficial do festival após o término do evento – ou seja, a partir de 22 de novembro – , permitindo ao público amplo acesso à produção pelo período de um mês. Para assistir, basta acessar o site Festival Varilux em Casa (https://www.looke.com.br/movies/festival-varilux-em-casa) no período indicado.   Estrelas internacionais Outros artistas que prestigiam o evento incluem o ator e diretor Nicolas Giraud de “O Astronauta”, a diretora Anna Novion de “O Desafio de Marguerite, a diretora Baya Kasmi de “O Livro da Discórdia”, o diretor Bruno Chiche de “Maestro(s)”, o diretor Cédric Kahn e o ator Stefan Crépon de “Making Of” e o diretor Rémi Bezançon de “O Renascimento”. Mais informações sobre o festival, como horários e salas de exibição, podem ser conferidos no site oficial: https://variluxcinefrances.com/2023/

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    Sindicato dos Atores fecha acordo e encerra greve em Hollywood

    9 de novembro de 2023 /

    O Sindicato de Atores dos EUA (SAG-AFTRA) comemorou ter chegado a um acordo sem precedentes com os estúdios para encerrar a greve que paralisou a indústria do entretenimento nos Estados Unidos por quase quatro meses. Em comunicado, o SAG-AFTRA informou que a greve terminou oficialmente às 12h01 desta quinta (9/11). Os atores de Hollywood haviam abandonado os sets de filmagem em julho exigindo melhorias contratuais, como aumentos salariais, revisão de pagamentos residuais em streaming e proteções contra o uso de inteligência artificial na indústria. As negociações estavam ocorrendo quase diariamente nas últimas duas semanas, algumas vezes com a presença dos próprios CEOs dos estúdios como Disney, Netflix, Warner Bros. e Universal, que pressionavam por um acordo que encerrasse a paralisação. Os detalhes do acordo serão revelados após a revisão dos termos pelas lideranças do SAG-AFTRA, mas os elencos já estão liberados para retomarem seus trabalhos. Os estúdios já convocaram todos para retomar filmes e séries paralisados. Para piorar seus efeitos, a greve aconteceu simultaneamente a uma paralisação do Sindicato dos Roteiristas, iniciada em maio, elevando para oito meses o tempo de de suspensão de trabalhos em Hollywood – quase três quartos de um ano. Devido à longa duração das duas greves simultâneas, os estúdios enfrentam problemas em seus cronogramas de lançamentos para os próximos anos, enquanto muitos profissionais da indústria foram obrigados a procurar outros empregos em outros ramos para pagar as contas e até mesmo abandonar a profissão.

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    Estreias: “As Marvels” ocupam metade dos cinemas do Brasil

    9 de novembro de 2023 /

    “As Marvels” tem a maior estreia da semana, ocupando nada menos que 1,6 mil salas – o equivalente a metade do circuito cinematográfico do Brasil. Em um momento de crise criativa e de bilheteria da Marvel, a distribuição massiva sugere uma alternativa contra críticas negativas e falta do engajamento da mídia espontânea, buscando forçar um grande faturamento inaugural. Se vai dar certo, só saberemos no balanço do fim de semana, mas a iniciativa implica em diminuição das exibições de “Mussum – O Filmis”, que na semana passada teve a melhor estreia nacional do ano, e amplia as queixas contra a ausência de uma política de cota de telas em vigência no país. Por falar em cinema brasileiro, o melhor lançamento do fim de semana é uma produção nacional: o drama “Tia Virgínia”, premiadíssimo no recente Festival de Gramado e considerado um dos melhores filmes do ano – de qualquer nacionalidade. Chega em circuito limitado. Além dos títulos abaixo, filmes do Festival Varilux do Cinema Francês também ocupam a programação dos cinemas a partir desta quinta-feira (9/11).   AS MARVELS   O primeiro filme com um grupo de super-heroínas do MCU (Universo Cinematográfico Marvel) ecoa os problemas que têm acompanhado as últimas produções do estúdio. Seu índice de aprovação de apenas 59% no Rotten Tomatoes reflete um roteiro com abordagem formulaica, vilã genérica, falta de foco narrativo e uma ambição frustrante de conectar diferentes conteúdos. O filme tenta conciliar a trajetória de três protagonistas distintas, Carol Danvers (Brie Larson, a “Capitã Marvel”), Monica Rambeau (Teyonah Parris, introduzida em “WandaVision”) e Kamala Khan (Iman Vellani, a “Ms. Marvel”), que passam a trocar de lugar ao usarem seus poderes. A confusão é criada por uma inimiga da Capitã Marvel para dificultar que a heroína impeça seus planos de destruição. Mas isso aproxima o trio e as transforma em aliadas. Sem uma grande motivação além de vingar seu planeta por algo que aconteceu fora da tela, a vilã Dar-Benn (Zawe Ashton, de “Obsessão”) segue a tendência das produções da DC, com antagonistas que não apresentam uma ameaça convincente e uma lógica vilanesca que não se sustenta, mesmo após várias tentativas de explicação por meio de diálogos expositivos. Outro aspecto problemático é a sensação de que partes do filme parecem desconexas, como um casamento arranjado de Carol com um príncipe de um planeta musical ou a presença de gatos que disparam tentáculos – aproximando-se em alguns momentos de uma comédia pastelão. O que salva a falta de coesão é a energia e o carisma de Kamala Khan, que ajuda a trama a escapar da monotonia de suas cenas de lutas e sucessivas trocas de lugares resultante do entrelaçamento de poderes, um recurso narrativo que rapidamente se torna repetitivo. Além disso, a Marvel transformou o que diferenciava seus projetos em algo que os torna enfadonhos: o universo mais amplo deixou de ser atração para virar distração, a ponto de certas referências e aparições de personagens dependerem de o público conhecer um número suficiente de filmes e séries do estúdio. “As Marvels” foi escrito por Megan McDonnell (da equipe de “WandaVision”) e dirigido por Nia DaCosta (“A Lenda de Candyman”), e também destaca a participação de Samuel L. Jackson no papel de Nick Fury.   TIA VIRGINIA   O segundo longa de Fabio Meira (“As Duas Irenes”) venceu oito troféus no Festival de Gramado deste ano, incluindo o prêmio da Crítica e o de Melhor Atriz para Vera Holtz, que interpreta a personagem-título. A Tia Virgínia é uma senhora que, por não seguir os caminhos tradicionais de casamento e maternidade, assumiu o cuidado da mãe enferma. Sua rotina pacata é interrompida na véspera de Natal pela chegada de suas irmãs Vanda e Valquíria, interpretadas respectivamente por Arlete Salles e Louise Cardoso, além de familiares (Antônio Pitanga e outros), que se reúnem para festejar, mas desencadeiam uma série de conflitos e ressentimentos. Toda a história se desenrola num único dia, marcado pelos confrontos, tanto físicos quanto verbais, que destacam a disfuncionalidade da família e a maneira como essas relações moldaram a personagem principal. A casa, cheia de objetos e decorações que remetem a um passado que já não existe, simboliza o estado mental de Virgínia, que se recusa a aceitar o declínio de sua mãe e a realidade de sua situação​​. Para complicar, a casa e os pertences da matriarca são pontos de interesse para as irmãs, embora Virginia acredite que tenha mais direito por ter aberto mão da liberdade e de sonhos não realizados. A direção de arte premiada de Ana Mara Abreu confere à casa uma presença quase anímica, enriquecendo o cenário onde os dramas familiares se desenrolam. O roteiro premiado de Fabio Meira aborda de maneira sensível e crítica uma realidade comum na sociedade: o papel culturalmente imposto às mulheres como cuidadoras primárias no âmbito familiar, muitas vezes em detrimento de suas próprias vidas e aspirações. Virgínia reflete a figura de inúmeras mulheres que assumem a responsabilidade pelo cuidado de parentes enfermos ou idosos, um papel que frequentemente é esperado delas devido a normas de gênero enraizadas. Este aspecto do filme ressoa profundamente, evidenciando não só a dedicação e sacrifício da protagonista, mas também a complexidade e o peso emocional que acompanham essa escolha muitas vezes imposta, não escolhida. O filme também dá a Vera Holtz o melhor papel de sua carreira. Reconhecida por sua versatilidade e profundidade emocional em papéis anteriores, a atriz encarna a personagem-título com uma entrega que transita entre a força e a delicadeza, marcada por nuances que evidenciam não apenas o peso da responsabilidade que carrega como cuidadora, mas também suas camadas mais íntimas de frustração, amor e resiliência.   NINA – A HEROÍNA DOS SETE MARES   A animação francesa acompanha uma jovem ratinha em uma aventura mitológica ambientada na Grécia Antiga. Nina (ou Pattie no original) sonha em viver glorias comparáveis às de seu herói Jasão, que em sua juventude trouxe paz e prosperidade para a cidade ao enfrentar desafios para conquistar o Velo de Ouro. Agora, Jasão é um ancião e os deuses estão em desarmonia, com o destino da comunidade dependendo das ações de Nina, de um gato aspirante a ator e de uma gaivota desafinada e amputada. A ação desdobra-se quando a protagonista e o velho Jasão embarcam na lendária barca Argo em uma nova missão mitológica: encontrar um tridente para Poseidon, afim de apaziguar a ira do deus do mar. Ao longo do caminho, eles encontram escorpiões pacifistas, um Apollo narcisista e um grupo de ratos ninjas que executam um assalto ao som de música funk. A obra se destaca pela ousadia e pela capacidade de manter a atenção do público, apesar de misturar muitos elementos contrastantes. A produção, que encontrou seu espaço no mercado europeu, tem um nível visual superior às animações normalmente feitas na Europa, apesar do baixo orçamento – estimado de 10 milhões de euros.   MISSÃO ANTENA – UMA AVENTURA INTERGALÁCTICA   A animação dinamarquesa mescla elementos de ficção científica e aventura na história de um jovem garoto que, após o divórcio de seus pais, muda-se para uma nova cidade. A narrativa segue o pequeno Alan em sua busca por amizades e adaptação à nova realidade familiar, encontrando consolo em um encontro improvável com Britney, uma alienígena que pode ler mentes. O filme explora a temática do divórcio sob a perspectiva infantil, abordando como os jovens lidam com tal mudança, introduzindo valores educativos sobre a aceitação e o enfrentamento das alterações nos laços familiares. Já a aventura segue a fórmula “E.T.”, onde o pequeno Alan, juntamente com um entusiasta por OVNIs, embarca em uma missão para ajudar Britney a retornar ao seu planeta natal. A dinâmica entre os personagens principais, Alan e Britney, ressalta a importância da comunicação e do compartilhamento de emoções, uma vez que ambos lutam para expressar e entender sentimentos em um contexto onde as diferenças culturais e emocionais são pontuadas pela peculiaridade de Britney ser uma extraterrestre. Este aspecto fornece um pano de fundo para discussões sobre sinceridade e empatia. Mas a premissa não deixa de lado o suspense, com a presença de um antagonista que, também ao estilo “E.T.”, persegue Britney com intenções nefastas, injetando uma dose leve de tensão ao enredo infantil.   HOW TO HAVE SEX   Vencedor da mostra Um Certo Olhar, no Festival de Cannes deste ano, o longa de estreia de Molly Manning Walker acompanha três amigas britânicas – Tara (Mia McKenna-Bruce), Skye (Lara Peake) e Em (Enva Lewis) – ao fim do Ensino Médio. Decididas a esquecer as preocupações, elas partem para Malia, na Grécia, ansiosas por uma temporada de liberdade e descobertas – particularmente Tara, que almeja vivenciar sua primeira experiência sexual. A atmosfera de Malia se alterna entre festas ensolaradas e vida noturna vibrante. A dinâmica entre as amigas é inicialmente marcada pela cumplicidade típica da juventude, mas logo as garotas começam a competir pelo mesmo rapaz, influenciando as decisões de Tara e afetando a harmonia do trio. Logo a protagonista se depara com situações que testam os limites do consentimento e exploram a dinâmica de suas amizades. A performance de McKenna-Bruce (de “Academia de Vampiros”) se destaca, pois sua personagem enfrenta experiências que desafiam suas expectativas e a obrigam a confrontar uma realidade áspera e dolorosa. É uma história familiar, mas contada com atenção aos detalhes. A experiência de Manning Walker em curtas-metragens e como diretora de fotografia é evidente – neons impressionantes capturam a energia frenética e decadente dos clubes – , enquanto retrata as áreas cinzentas das políticas sexuais e de gênero que adolescentes são forçadas a enfrentar na passagem para a vida adulta.   TOLOS SÃO OS OUTROS   A obra, que estreou no Festival de Karlovy Vary, emerge como a narrativa mais desafiadora do cineasta polonês Tomasz Wasilewski, enfatizando o poder da maternidade e os limites do amor incompreendido pela sociedade. A trama acompanha Marlena (interpretada por Dorota Kolak) e seu parceiro Tomasz (Lukasz Simlat), cuja existência compartilhada é abalada pelo retorno do filho enfermo terminal de Marlena, Mikolaj (Tomasz Tyndyk). O reencontro familiar desencadeia um turbilhão de emoções e reavaliações dos laços afetivos, e se desdobra em um ambiente opressivo, onde a convivência diária é pontuada por cuidados intensivos a Mikolaj e confrontos emocionais. A tensão cresce conforme a realidade do filho doente se entrelaça com o ressurgimento de um passado oculto, conferindo ao drama o tom de uma tragédia grega, marcada pelo fatalismo que se intensifica com o desenrolar dos acontecimentos. Os elementos visuais de “Insensatos” reforçam a narrativa dramática, com sequências simbólicas que representam os conflitos internos dos personagens. A relação entre os protagonistas e o filho enfermo é explorada sob uma ótica crua, sem subterfúgios sentimentais, refletindo a essência do cinema de Wasilewski, que também se diferencia por fazer uma abordagem audiovisual sem música, valorizando os sons do ambiente para embalar o drama vivido pelos personagens.   A BELA AMÉRICA   O diretor português António Ferreira tem uma trajetória caracterizada por obras que frequentemente exploram as profundezas da condição humana e as complexidades sociais. Sua filmografia inclui títulos como “Pedro e Inês” (2018), “Embargo” (2011) e “Respirar (Debaixo D’água)” (2000), que lhe renderam reconhecimento e diversas indicações a prêmios. Seu novo filme não foge à regra. Na trama, Lucas (interpretado por Estêvão Antunes) é um cozinheiro de origens modestas e vida difícil, que cruza com América (São José Correia), uma estrela da televisão e aspirante à presidência. Quando Lucas e sua mãe cega são despejados de sua casa, América enxerga na história do rapaz o potencial de uma narrativa emocionante para sua campanha eleitoral. Entretanto, a conexão vai além da política, evoluindo para uma paixão unilateral. Movido pelo desejo de impressionar América e talvez alcançar uma vida melhor, Lucas começa a infiltrar-se clandestinamente na casa dela para preparar pratos requintados como uma forma de expressar sua admiração e afeto. Ele não se revela, criando um ritual secreto de cozinhar para a bela América. Este ato, ao mesmo tempo romântico e obsessivo, também reflete a desconexão entre os mundos...

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    Bruce Dickinson vai estrear no cinema como cantor cover do ABBA

    8 de novembro de 2023 /

    O cantor Bruce Dickinson, conhecido pela carreira à frente da banda de heavy metal Iron Maiden, vai estrear como protagonista de cinema no filme “Bjorn of the Dead”, uma comédia de terror inspirada pela banda pop ABBA. A história foi roteirizada pelo filho do vocalista de metal, Austin Dickinson. Passado no mundo das bandas cover, a trama gira em torno de uma banda tributo do ABBA, que vem fazendo shows para plateias cada vez mais vazias. Quando estão prestes a desistir, acontece o apocalipse e eles percebem que precisam se unir para salvar a humanidade e o futuro da música. Vale apontar que o título faz um trocadilho com “Shaun of the Dead” (2004), famosa comédia britânica de zumbis de Edgar Wright, lançada no Brasil como “Todo Mundo Quase Morto” – e o título dessa produção já era trocadilho com “Dawn of the Dead”, o clássico de zumbis de George A. Romero, que foi batizado de “Despertar dos Mortos” no mercado nacional. Dirigido por Elza Kephart (“Slaxx”), “Bjorn of the Dead” vai contar com outras participações especiais do mundo do rock. O produtor Andrew Prendergast (“Tubarão: Mar de Sangue”) classificou a trama como “uma história exemplar sobre os bastidores da indústria da música”.

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    Após repúdio, Letícia Sabatella se desculpa por fake news da guerra entre Israel e Hamas

    8 de novembro de 2023 /

    A atriz Letícia Sabatella precisou se desculpar publicamente após repostar uma notícia falsa grave sobre a guerra entre Israel e o grupo extremista Hamas. No último domingo (5/11), ela repostou um texto com informação claramente mentirosa: “A maior parte dos civis israelenses mortos no ataque terrorista do Hamas em 7/10/23 foi abatida por soldados israelenses”. Essa foi a data em que o Hamas invadiu a fronteira sul israelense, executou moradores da região e promoveu um massacre em um festival de música eletrônica em Israel. Na segunda-feira, a Conib (Confederação Israelita do Brasil) emitiu uma nota de repúdio contra a artista: “A atriz postou mensagem questionando que o Hamas tenha sido autor das atrocidades cometidas pelo grupo terrorista no sul de Israel. Os terroristas do Hamas invadiram Israel em 7 de outubro 10 e mataram mais de 1.300 pessoas, incluindo crianças, mulheres, idosos e gestantes. Outras centenas de pessoas foram sequestradas, inclusive dezenas de crianças. Entre os mortos e sequestrados há cidadãos de mais de 20 nacionalidades, inclusive brasileiros”. A entidade completou: “O pior massacre contra o povo judeu desde o Holocausto foi gravado e divulgado pelos próprios terroristas. Mensagens como essa de Sabatella são mentiras hediondas, dolorosas e ofensivas, verdadeiros obstáculos para a paz que todos almejamos”.   Pedido de desculpas Nesta quarta-feira (8/11), Letícia Sabatella veio às redes sociais se desculpar pelo compartilhamento. Em sua defesa, ela disse: “Fui enganada”. “Eu, Letícia Sabatella, venho a público para pedir desculpas pela postagem feita sobre a guerra entre Hamas e Israel. Errei gravemente ao citar dados que não condizem com a realidade em relação ao atentado terrorista praticado pelo Hamas em 7 de outubro. Fui enganada por uma informação falsa, por uma fake news, e assumo o erro de ter compartilhado e reproduzido”, iniciou seu comunicado. “Peço reiteradas desculpas à comunidade judaica brasileira e ressalto que, tanto na minha vida pessoal quanto em minhas redes sociais, busco usar minha voz como pessoa pública para falar da construção de uma sociedade mais justa, com mais informação, amor e equilíbrio”, continuou. Na sequência, Letícia afirmou que clama pela paz e fica consternada com o número de mortos no conflito: “Ao solidarizar-me com o profundo sofrimento ao qual os civis palestinos estão submetidos, preciso esclarecer que jamais banalizei as perdas de Israel. Os mortos, feridos e reféns feitos no ataque terrorista, sem precedentes, do Hamas igualmente me causam consternação”. Ela completou introduzindo outro assunto polêmico: “Esta nota visa esclarecer que divulgar falas como as de Agnès Callamard, secretária-geral da Anistia Internacional, sobre os 16 anos do bloqueio ilegal de Israel terem transformado Gaza na maior prisão ao ar livre do mundo, pedindo ação da comunidade internacional para evitar que ela se transforme em um cemitério gigante, não faz de mim uma pessoa antissemita. Esta atitude só demonstra o meu compromisso de toda vida com a defesa dos direitos universais dos seres humanos, e, no caso, o direito à vida das crianças palestinas. Pois nada pode justificar este morticínio de tantos inocentes.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Leticia Sabatella 🌺🐝 (@leticia_sabatella)

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    Comédia de Natal de Eddie Murphy ganha primeiro trailer

    8 de novembro de 2023 /

    A Prime Video divulgou os pôsteres e o trailer de “A Batalha de Natal” (Candy Cane Lane), comédia natalina estrelada por Eddie Murphy. No filme, o personagem de Murphy é um pai de família obcecado por uma competição de decoração de casas no Natal. Para vencer seu vizinho, ele vai atrás de uma Árvore de Natal especial numa lojinha obscura, que se revela o esconderijo de uma elfa do mal. Ao assinar a compra, ele acaba fechando, sem saber, um contrato para se tornar uma das miniaturas que decoram a Árvore. Mas não se dá por vencido e, com a ajuda da mulher e os filhos, resolve enfrentar a vilã de poderes sobrenaturais e salvar o Natal – pelo menos, o seu Natal. A produção é o segundo filme de Murphy na plataforma de streaming. Após o sucesso de “Um Príncipe em Nova York 2” em 2021, o ator fechou um contrato para estrelar três filmes da Prime Video. O projeto também marca um reencontro entre o astro e o diretor Reginald Hudlin, 30 anos após trabalharem juntos em “O Príncipe das Mulheres”, um dos maiores sucessos da carreira de Murphy. E também conta com o produtor daquele filme, Brian Grazer. O roteiro é de Kelly Younger (“Muppets Haunted Mansion: A Festa Aterrorizante”) e o elenco também destaca Tracee Ellis Ross (“Black-ish”) como a esposa de Murphy, Genneya Walton (“Eu Nunca…”), Madison Thomas (“9-1-1”) e Thaddeus J. Mixson (“Creed III”) como os filhos, e Jillian Bell (“Mistério em Paris”) como a elfa maligna – além de Nick Offerman (“Parks and Recreation”), Chris Redd (“Saturday Night Live”), Robin Thede (“A Black Lady Sketch Show”) e Ken Marino (“Party Down”). A estreia vai acontecer em 1 de dezembro.

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    Novo trailer de “As Marvels” revela participação de Valquíria

    8 de novembro de 2023 /

    A Marvel divulgou novo trailer de “As Marvels”, na véspera da estreia do filme que reúne pela primeira vez um time de heroínas femininas do estúdio. A prévia busca fazer uma ligação do longa com o blockbuster “Vingadores: Ultimato”, abrindo com cenas dos heróis daquele filme. Mas sua principal novidade é a revelação da participação de Valquíria (Tessa Thompson) na trama. O filme vai mostrar o primeiro encontro entre Carol Danvers (Brie Larson, a “Capitã Marvel”), Monica Rambeau (Teyonah Parris, introduzida em “WandaVision”) e Kamala Khan (Iman Vellani, a “Ms. Marvel”), após acidentalmente trocarem de lugar ao usarem seus poderes. A confusão é criada por uma inimiga da Capitã Marvel para dificultar que a heroína impeça seus planos de destruição. Mas a vilã Dar-Benn (Zawe Ashton, de “Obsessão”) não contava que isso transformaria o trio em aliadas. “As Marvels” foi escrito por Megan McDonnell (da equipe de “WandaVision”) e dirigido por Nia DaCosta (“A Lenda de Candyman”), e também destaca a participação de Samuel L. Jackson no papel de Nick Fury. A estreia está marcada para 9 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Ghostbusters enfrentam Apocalipse de Gelo no trailer do novo filme

    8 de novembro de 2023 /

    A Sony divulgou o primeiro trailer do novo filme de “Ghostbusters” (conhecido no Brasil também como “Os Caça-Fantasmas”). Intitulado “Ghostbusters: Apocalipse de Gelo” (Ghostbusters: Frozen Empire), a prévia começa de forma épica, com o clima de verão interrompido por uma tempestade de gelo grandiosa e de consequências fatais. Mas não se trata apenas de um fenômeno meteorológico bizarro e sim de um novo caso para os Caça-Fantasmas, tanto os clássicos quanto os novos, que se juntam para enfrentar uma ameaça capaz de gelar de medo. A produção volta às origens dos primeiros longas da década de 1980 ao ser novamente ambientada em Nova York e com os figurinos clássicos dos personagens, dando sequência aos eventos do filme anterior, com Carrie Coon (“O Estrangulador de Boston”), Finn Wolfhard (“Stranger Things”) e McKenna Grace (“O Conto de Aia”) como os herdeiros do legado do Dr. Egon Spengler (o falecido Harold Ramis), acompanhados pelo professor dos adolescentes, vivido por Paul Rudd (“Homem Formiga”). O elenco da nova continuação também voltará a contar com Ernie Hudson no papel do Caça-Fantasma original Winston Zeddmore, que agora é um benfeitor da nova geração, além de trazer participações de Bill Murray e Dan Aykroyd como Peter Venkman e Raymond Stantz, protagonistas dos primeiros filmes. Já as novidades incluem Kumail Nanjiani (“Eternos”), Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”), James Acaster (“Cinderela”) e Emily Alyn Lind (“Gossip Girl”). Diretor do filme anterior – e filho do diretor dos filmes originais – , Jason Reitman assina produção e roteiro, passando a direção para Gil Kenan, que coescreveu com ele “Ghostbusters: Mais Além”. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Trailer apresenta nova versão do clássico “Meninas Malvadas”

    8 de novembro de 2023 /

    Nada como uma quarta, dia de vestir rosa, para a Paramount divulgar o pôster e o primeiro trailer da nova versão de “Meninas Malvadas”. Embalada pelo hit “Get Him Back!”, de Olivia Rodrigo, a prévia mostra que a premissa básica continua a mesma, mas as piadas são todas novas. Entretanto, a refilmagem da comédia clássica de 2004 deveria ser um musical. O trailer não tem nenhuma cena dançante, à exceção de um trecho desastroso da famosa apresentação natalina das Plásticas. Como a maioria ainda lembra, “Meninas Malvadas” foi uma das mais bem-sucedidas comédias teen dos anos 2000. A trama trazia Lindsay Lohan como uma aluna nova que tentava se enturmar com a turma das garotas populares liderada pela personagem de Rachel McAdams. As atrizes Lacey Chabert e Amanda Seyfried completavam o time das malvadinhas, enquanto Lizzy Caplan representava as excluídas.   Mesma história, novo elenco A nova versão acompanha Angourie Rice (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”) no papel de Cady, uma jovem recém-chegada numa nova high school, onde se depara com uma profusão de grupinhos distintos e o domínio das Plásticas, as meninas mais invejadas, comandadas pela cruel Regina George – agora vivida por Reneé Rapp (“A Vida Sexual das Universitárias”). A líder das populares do colégio segue paparicada por suas amigas Gretchen (Bebe Wood, de “Com Amor, Victor”) e Karen (Avantika, de “De Volta ao Baile”) mandando em tudo e em todos. Sentindo-se isolada, a novata é acolhida por Janis (Auli’i Cravalho, de “Crush”), supostamente a garota alternativa da turma, e o gay Damian (o cantor Jaquel Spivey), que a convencem a se infiltrar no grupo das Plásticas para saber todos os podres que elas escondem. Só que, em meio a sua transformação numa falsa Plástica, Cady se apaixona pelo gato da classe, Aaron Samuels (Christopher Briney, de “O Verão que Mudou Minha vida”), e logo passa a agir como uma verdadeira Plástica. Ou seja, é a mesma história que os fãs conhecem, com direito a frases decoradas. O remake é uma adaptação do musical da Broadway inspirado pelo filme original, e conta com produção de Lorne Michaels (criador do programa humorístico “Saturday Night Live”) e Tina Fey (roteirista do filme de 2002). Fey também escreveu a atualização para o cinema e volta a aparecer no elenco como uma das professoras da turma. Além dela, o ator Tim Meadows (“O Halloween de Hubie”) reprisa o papel do diretor da escola. No elenco “adulto”, a principal novidade é a participação de Jon Hamm (“Mad Men”) como professor de educação física. A direção está à cargo de Arturo Perez e Samantha Jayne (ambos da série “Quarter Life Poetry”). Originalmente desenvolvido para a plataforma de streaming Paramount+, o filme acabou mudando seu destino e agora será lançado no cinema em 11 de janeiro no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.

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    Game “The Legend of Zelda” vai virar filme

    8 de novembro de 2023 /

    A popular franquia de videogames “The Legend of Zelda” ganhará uma versão cinematográfica em live-action (com atores reais). O anúncio foi feito por Shigeru Miyamoto, lendário criador e desenvolvedor de jogos da Nintendo, na conta oficial da empresa no X/Twitter. Ele contou que tinha começado a desenvolver oficialmente o projeto com o produtor Avi Arad, parceiro da Sony nos filmes do “Homem-Aranha”. “Vai levar tempo até a conclusão, mas espero que estejam ansiosos para vê-lo”, declarou Miyamoto. O projeto cinematográfico será dirigido por Wes Ball, conhecido pela trilogia “Maze Runner” e que também assina o vindouro “Planeta dos Macacos: O Reino”, e contará com roteiro de Derek Connolly, de “Jurassic World”. A produção terá envolvimento direto da Nintendo, com mais de 50% do financiamento, e distribuição a cargo da Sony. Após superar a hesitação histórica da Nintendo em adaptar suas franquias para o cinema, após o trauma pelo fracasso do “Super Mario Bros.” de 1993, a empresa alcançou um novo marco com a animação “Super Mario Bros. – O Filme” neste ano, que se tornou um sucesso estrondoso de bilheteria. Agora, as adaptações se tornaram uma prioridade.   História do game “The Legend of Zelda” segue o guerreiro elfo Link em sua missão de derrotar o maléfico Ganon e salvar a princesa Zelda do reino de Hyrule. A franquia foi lançada originalmente no Japão com o nome “The Hyrule Fantasy: Zelda no Densetsu” em fevereiro de 1986. Concebido pelos designers de jogos japoneses Shigeru Miyamoto e Takashi Tezuka, o primeiro jogo apresentou o elfo Link, que busca coletar os oito fragmentos da Triforce da Sabedoria para resgatar a Princesa Zelda do vilão Ganon, oferecendo aos jogadores uma perspectiva de cima para baixo de um mundo aberto e masmorras, com foco na ação e aventura​​. A série ficou conhecida por inovar tanto em narrativa quanto em tecnologia, com o jogo “The Legend of Zelda: Breath of the Wild” de 2017 e sua sequência de 2022, “Tears of the Kingdom”, frequentemente citados entre os melhores jogos de todos os tempos. Até o momento, há mais de 20 jogos principais na série. O título mais recente, “Tears of the Kingdom”, obteve um sucesso significativo, vendendo mais de 10 milhões de cópias nos primeiros três dias após o lançamento​3​. O sucesso da franquia é inegável, com vendas que ultrapassam 150 milhões de unidades até setembro. O primeiro filme de “Zelda” ainda não possui data de lançamento confirmada.

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    “Five Nights at Freddy’s” supera Taylor Swift e Mussum nos cinemas brasileiras

    7 de novembro de 2023 /

    A liderança das bilheterias de cinema do Brasil permaneceu com “Five Nights at Freddy’s” pelo segundo fim de semana consecutivo. O terror baseado em videogame arrecadou R$ 12,69 milhões e foi visto por 646 mil pessoas entre quinta-feira e domingo (5/11), segundo dados da consultoria Comscore. Em 2º lugar, ficou a estreia do documentário de show “Taylor Swift: The Eras Tour”, que faturou R$ 4,99 milhões e atraiu 113 mil espectadores. A animação “Trolls 3 – Juntos Novamente” fechou o pódio com renda de R$ 3,99 milhões. “Assassinos da Lua das Flores”, de Martin Scorsese, fez mais R$ 2 milhões e ficou em 4º, à frente da estreia de “Mussum, O Filmis”, que faturou R$ 1,99 milhão e registrou público de 93 mil pessoas. Ao todo, os cinemas somaram R$ 32,71 milhões de bilheteria e 1,44 milhão de espectadores no fim de semana no Brasil.

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    Plano em Família | Trailer traz Mark Wahlberg como pai de família letal

    6 de novembro de 2023 /

    A Apple TV+ divulgou o pôster e o trailer de “Plano em Família” (The Family Plan), comédia de ação estrelada pelo ator Mark Wahlberg. A história é típica das reprises de Sessão da Tarde. No filme, Mark é um pai de família suburbano que tem a identidade de ex-assassino secreto descoberta por antigos inimigos. Sem revelar seu passado para a mulher e os três filhos, eles escapam numa viagem de carro para Las Vegas, evitando tiros e atentados sem que a família desconfie de nada. Até que verdade vem à tona, com o fim das “mentiras verdadeiras” (true lies) do protagonista sob o cerco de seus inimigos. O filme tem roteiro de David Coggeshall (“Órfã 2: A Origem”) e direção de Simon Cellan Jones (da série “A Diplomata”). O elenco ainda inclui Michelle Monaghan (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) como a esposa, além de Zoe Colletti (“Histórias Assustadoras para Contar no Escuro”), Van Crosby (“Splitting Up Together”), Saïd Taghmaoui (“Mulher-Maravilha”), Maggie Q (“A Professional”) e Ciarán Hinds (“Game of Thrones”). A estreia está marcada para o dia 15 de dezembro.

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    Lift: Roubo nas Alturas | Kevin Hart lidera time de ladrões em trailer da Netflix

    6 de novembro de 2023 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Lift: Roubo nas Alturas”, nova comédia de ação estrelada por Kevin Hart (“Jumanji: Próxima Fase”). No filme, ele vive Cyrus Whitaker, o líder de uma equipe internacional de ladrões de alto nível, que é alistado por uma agente federal, papel de Gugu Mbatha-Raw (“Loki”), para roubar US$ 500 milhões em ouro de um avião em pleno voo, a mais de 12 mil metros de altitude. O trailer mostra Hart explicando a tarefa quase impossível aos seus companheiros e avisando que eles irão para a prisão se não conseguirem. “Meio bilhão em ouro está a caminho de uma célula terrorista”, ele justifica. Mas após formularem o plano, inúmeras complicações acontecem durante a missão, fazendo com que a equipe tenha que improvisar. O elenco também inclui Vincent D’Onofrio (“Demolidor”), Úrsula Corberó (“La Casa de Papel”), Paul Anderson (“Peaky Blinders”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), Viveik Kalra (“A Música da Minha Vida”), Yun Jee Kim (“É Tudo Seu”), Jacob Batalon (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), Jean Reno (“A Pantera Cor de Rosa”) e Sam Worthington (“Avatar”). A direção é de F. Gary Gray (“Velozes & Furiosos 8”) e a estreia está marcada para 12 de janeiro de 2024.

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