Elenco de “Harry Potter” lamenta morte de Michael Gambon
Os atores da franquia “Harry Potter” se emocionaram com a morte de Michael Gambon, intérprete de Albus Dumbledore na franquia do cinema, que foi confirmada pela família nesta quinta-feira (28/9). Elogiando o talento Gambon, eles desejaram forças aos parentes do ator veterano. O astro Daniel Radcliffe, o Harry Potter, escreveu um comunicado, em que diz que “com a perda de Michael Gambon, o mundo ficou consideravelmente menos divertido”. “Michael Gambon foi um dos atores mais brilhantes e sem esforço com quem já tive o privilégio de trabalhar, mas apesar de seu imenso talento, a coisa que mais me lembrarei dele é o quanto ele se divertiu fazendo seu trabalho. Ele era bobo, irreverente e hilário. Ele amava seu trabalho, mas nunca parecia definido por ele. Ele era um incrível contador de histórias e piadas e seu hábito de borrar as linhas de fato e ficção ao falar com jornalistas significava que ele também era uma das pessoas mais divertidas com quem você poderia querer fazer uma entrevista”, contou. Emma Watson escreveu “Gentil, gentil, gentil Michael Gambon” nos Stories. “Você nunca levou tão a sério, mas de alguma forma entregou os momentos mais sérios com toda a gravidade. Obrigada por nos mostrar como é vestir a grandeza de forma leve. Vamos sentir sua falta”, completou. “É muito triste ouvir [a notícia] sobre Michael”, escreveu Rupert Grint, o Ron Weasley, no Instagram. “Ele trouxe muito calor e travessuras todos os dias no set. Ele me cativou quando criança e se tornou um modelo pessoal para mim por encontrar a diversão e as excentricidades da vida. Enviando todo o meu amor para sua família”. James Phelps, que interpretou Fred Weasley também compartilhou suas lembranças do ator: “Ele sempre tinha bom humor e era bem simpático e aberto a dividir qualquer conhecimento que tivesse”. Bonnie Wright, que viveu Gina Weasley, acrescentou: “Sempre fiquei admirada com a presença e o desempenho do Michael. Descanse em paz. Enviando amor para sua família”, postou ela. Jason Isaacs, intérprete de Lucius Malfoy, revelou: “Aprendi o que poderia ser atuar com Michael em ‘Crime de um Detetive’ – complexo, vulnerável e totalmente humano. A maior emoção de estar nos filmes de ‘Potter’ era que ele sabia meu nome e compartilhava comigo seu destemido e levado senso de diversão”.
Scorsese mudou final de “Os Infiltrados” para não criar franquia
O diretor Martin Scorsese assumiu a culpa pelo criticado final de “Os Infiltrados”. O filme vencedor do Oscar de 2007 é um remake de “Conflitos Internos” (Infernal Affairs), policial de Hong Kong cultuadíssimo de 2002, dirigido por Andrew Lau. Muitos cinéfilos consideram o filme de Lau superior ao de Scorsese e um dos pontos que são apontados como grande diferencial é justamente o fim, uma vez que a versão chinesa não cede ao moralismo hollywoodiano. Durante uma entrevista à GQ, Scorsese revelou que a Warner Bros. pediu-lhe que ele alterasse o final para que refletisse a produção original. O estúdio queria que um dos dois protagonistas sobrevivesse. O diretor protestou e não cedeu. “O que eles queriam era uma franquia”, disse Scorsese. “Não se tratava de uma questão moral de uma pessoa viver ou morrer.” Ninguém vive Os Infiltrados rendeu a Scorsese seu primeiro troféu de Melhor Diretor, além de conquistar Oscars de Melhor Filme e Roteiro (inferior ao original). Na trama, Matt Damon vive um espião da máfia irlandesa infiltrado na polícia, que se destaca como bom policial, enquanto Leonardo DiCaprio interpreta um policial disfarçado de mafioso, cada vez mais ambientado no crime. Ambos acabam mortos no desfecho. Segundo Scorsese, o público adorou o final nas exibições-teste, mas o estúdio ficou “muito triste, porque simplesmente não queria aquele filme. Eles queriam a franquia. O que significa que não posso mais trabalhar aqui.” Scorsese criticou a obsessão de Hollywood por franquias. “O perigo é o que isso está causando à nossa cultura, porque agora haverá gerações que pensarão que os filmes são apenas isso.” Ele estendeu a crítica aos filmes da Marvel e acrescentou: “Acho que o conteúdo fabricado não é realmente cinema”. Uma frase corajosa para o diretor que fez clássicos originais ignorados pela Academia, apenas para ser premiado com um remake hollywoodiano. Decisão moralista O final de Scorsese reflete um ponto de vista cristão ocidental por ser extremamente moralista, em sua decisão de punir ambos os “pecadores” e não permitir arco de redenção. Já a história original de “Conflitos Internos” termina com um dos protagonistas vivos, marcando o início de um trilogia com prólogo e continuação, ambos lançados antes do remake americano. Toda a franquia original é cultuadíssima. Veja abaixo os trailers do remake e do original.
Henry Cavill e Dua Lipa estrelam comédia de espionagem. Veja o trailer
A Universal Pictures divulgou o pôster e o trailer da comédia de espionagem “Argylle, o Superespião”, que traz Henry Cavill (“Liga da Justiça”) como um 007 da fantasia de uma escritora de grande imaginação. Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) vive a autora de um best-seller, que, sem saber, descreveu fatos que realmente aconteceram, e agora um vilão quer que ela escreva a continuação. Para escapar, ela vai precisar de ajuda de um fã, vivido por Sam Rowckwell (“Homem de Ferro 2”), que é um espião de verdade e também está interessado em saber o que a inspirou a criar Argylle. Elenco e equipe O filme tem direção de Matthew Vaughn (“Kingsman: Serviço Secreto”) e ainda traz em seu elenco Samuel L. Jackson (“Invasão Secreta”), Bryan Cranston (“Breaking Bad”), John Cena (“Esquadrão Suicida”), Adriana DeBose (“Amor, Sublime Amor”) e até a cantora Dua Lipa (“Barbie”). Além de atuar, Dua Lipa também contribui com músicas originais para a produção original da Apple. O longa vai chegar aos cinemas em 1 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. E só depois disso será lançado globalmente na Apple TV+.
Giovanna Lancellotti faz sexo ao som de Anitta em trailer da Netflix
A Netflix divulgou o trailer de “O Lado Bom de Ser Traída”, um “Cinquenta Tons de Cinza”/”365 Dias” nacional, estrelado por Giovanna Lancellotti (“Ricos de Amor”) e Leandro Lima (“Pantanal”). A prévia mostra o clima quente do casal, que faz sexo ao som de “Envolver”, de Anitta. O longa acompanha Babi (Giovanna Lancellotti), que na véspera do casamento descobre uma traição de seu companheiro de longa data e decide embarcar em uma nova aventura com outro homem, o misterioso juiz Marco (Leandro Lima), passando a viver uma relação permeada por muita tensão sexual. A produção, recheada de cenas picantes, é baseada no livro de mesmo nome escrito por Sue Hecker, pseudônimo da brasileira Debora Gastaldo. Será o primeiro longa-metragem brasileiro da plataforma com toques eróticos. O diretor Diego Freitas (“Depois do Universo”) chegou a prometer “cenas de intimidade diferentes e ousadas”. A busca por um novo desafio A escolha do papel é uma surpresa ousada na carreira de Lancellotti, que costuma fazer comédias românticas e novelas da Globo. No podcast “Quem Pode, Pod”, apresentado por Giovanna Ewbank e Fernanda Paes Leme, a atriz revelou por que escolheu arriscar sair do nicho. “Eu precisava de uma oportunidade profissional para as pessoas entenderem um outro lado [da carreira]”, contou. Segundo ela, a escolha do longa foi perfeita para fazer a transição dos seus 20 anos e tantos para os 30 anos. “Eu sabia que o filme iria estrear quando eu tivesse 30 anos, então eu achei também uma boa virada de década, de ciclo”, admitiu. O elenco ainda inclui Micael (“Só Se For Por Amor”), Bruno Montaleone (“Verdades Secretas”), Louise D’Tuani (“Malhação: Intensa como a Vida”) e a ex-BBB Camilla de Lucas, que vive a melhor amiga da personagem de Lancelotti em sua estreia como atriz. “O Lado Bom de Ser Traída” tem lançamento marcado para 25 de outubro.
História da Grávida de Taubaté vai virar filme inspirado em “Parasita”
A história da Grávida de Taubaté, que enganou o Brasil com a suposta gestação de quadrigêmeas, vai virar um filme inspirado em “Parasita”. A obra está em fase de pré-produção e deve estrear nos cinemas nacionais em 2024. Quem garante é o Metrópolis, que entrevistou o obscuro diretor Frank “Diaraki”, que tem um perfil de Taubaté no Instagram, sem fotos ou seguidores. Ele garante que será um thriller de comédia, com toques de terror com surrealismo. “O Parasita brasileiro!”, comparou o cineasta em referência ao filme de 2019, dirigido por Bong Joon Ho. “O puro suco do Brasil, sem precisar apelar para os estereótipos e os clichês das comédias nacionais, que ninguém aguenta mais. Queria fazer algo que fosse realmente engraçado, mas que tivesse diferentes camadas de interpretação.” Essa será a primeira produção de Diaraki, que se inspirou nas próprias teorias para roteirizar o filme: “Não dá pra dizer que é baseado em fatos reais, porque é fruto de uma grande mentira, mas posso definir como a minha visão criativa da história, aliada às minhas teorias”, ele alegou ao Metrópoles. “Esse será o meu primeiro longa que vai sair do papel e eu sabia que tinha que fazer um ‘filme evento’. É um filme simples e complexo ao mesmo tempo, porque é cheio de elementos e também levanta algumas questões interessantes, dentre elas a espetacularização do ridículo. Mas adianto que não há juízo de valor.” Frank ainda descreveu a história como “uma figura do folclore brasileiro” que tem “muita coisa além da superfície”. “Quem são os verdadeiros vilões? Quem são os mocinhos? Deixo isso pro público responder no final, se assim o quiser fazer”, completou o roteirista. “Grávida de 4” ainda não tem produtora ou elenco definido, mas o diretor Diaraki espera contar com os atores Maeve Jinkings (“Aquarius”) e Emilio Orciollo Neto (“Ângela”) nas filmagens, que supostamente começam no segundo trimestre de 2024.
Michael Gambon, o bruxo Dumbledore de “Harry Potter”, morre aos 82 anos
Michael Gambon, conhecido por interpretar Alvo Dumbledore em “Harry Potter”, morreu aos 82 anos em decorrência de uma pneumonia. A informação foi confirmada pela família nesta quinta-feira (28/9). “Estamos arrasados em anunciar a perda de Sir Michael Gambon. Amado marido e pai, Michael morreu pacificamente no hospital com sua esposa Anne [Miller] e seu filho Fergus ao lado de sua cama, após um ataque de pneumonia. Pedimos que respeitem nossa privacidade neste momento doloroso e obrigado por suas mensagens de apoio e amor”, comunicou seu representante, Clair Dobbs. Carreira teatral Natural de Dublin, o ator irlândes emigrou aos cinco anos para o Reino Unido, em 1945, onde ele passou a estudar numa escola católica. Michael Gambon integrou ao Teatro Nacional, sob a diretoria artística de Laurence Olivier (“Hamlet”), e conseguiu vários papéis escritos por Alan Ayckbourn (“Bedroom Farce”). A carreira, no entanto, deslanchou quando ele viveu John Dexter em “Galileo” (1980). Desde então, o artista fez apresentações no Teatro Nacional Real e no RSC em papéis como Rei Lear, Othello, Mark Anthony e Volpone. Ele chegou a ser considerado uma das maiores celebridades teatrais britânicas e até recebeu o título de “Sir” da Rainha Elizabeth II. Carreira cinematográfica Sua transição para as telas começou com uma adaptação teatral, uma versão de “Othelo”, de Shakespeare, em 1965. Mas Gambon só se tornou mais conhecido a partir dos anos 1980, quando foi premiado por seu papel em “O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante” (1989), de Peter Greenaway. Depois desse sucesso, ele passou a assumir papéis em filmes importantes como “Nunca te Amei” (1994), “O Informante” (1999), “A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça” (1999), “Assassinato em Gosford Park” (2001) e “Adorável Júlia” (2004), até que surgiu com uma barba esvoaçante e chapéu de bruxo. Foi na franquia “Harry Potter” que Gambon eternizou sua imagem entre frequentadores de cinema. O ator passou a interpretar Alvo Dumbledore a partir do terceiro filme, “Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban” (2004), após a morte do intérprete original, Richard Harris. Nos anos seguintes, ele participou de “Jornada pela Liberdade” (2006), “O Livro de Eli” (2010), “O Quarteto” (2012), “Kingsman: O Círculo Dourado” (2017), a série “Fortitude” (2015-2018) e se despediu das telas em 2019, com “Judy: Muito Além do Arco-Íris” e “Cordelia”.
Semana do Cinema baixa ingressos a R$ 12 em todos os filmes
Faz tempo que não vai ao cinema? Nesta semana, todos os filmes estarão custando R$ 12. Qualquer filme com exibição 2D nas principais redes do país, incluindo estreias como a sci-fi “Resistência” e o terror “Jogos Mortais X”. Quer incentivo maior para ver um filme em tela grande? Além dos ingressos a preço fixo e acessível, os combos de pipoca e refrigerante também terão preços reduzidos. A promoção marca o começo da terceira edição da Semana do Cinema, que vai desta quinta-feira (28/9) até a próxima quarta (5/10). A iniciativa, que segue o modelo de eventos similares nos Estados Unidos e Espanha, busca estimular o retorno do público às salas de cinema em todo o país. A continuidade da ação é uma resposta ao sucesso da edição anterior da Semana do Cinema, que no ano passado registrou um aumento de 180% na frequência de público, segundo dados da Comscore. Onde vale? Organizada pela Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (FENEEC), a iniciativa cobre inicialmente apenas filmes 2D em salas convencionais. No entanto, algumas redes podem estender os descontos a exibições 3D e outras categorias de sala. A oferta é válida em todas as empresas associadas à Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex (ABRAPLEX), incluindo Cinemark, Cinépolis, UCI, Cinesystem, GNC, Moviecom, Arteplex, Cineart, Itaú Cinemas e Petra Belas Artes. Além das estreias de “Jogos Mortais X”, que marca o retorno do serial killer Jigsaw, e “Resistência”, thriller de ação futurista dirigido por Gareth Edwards, também estão em cartaz produções como “A Freira 2”, “Mercenários 4”, “A Noite das Bruxas”, “Oppenheimer” e filmes nacionais como “Nosso Sonho”, que retrata a trajetória da dupla Claudinho e Buchecha, e o estreante “Pérola” – sobre uma mãe que, orginalmente, era uma peça.
Sci-fi “Resistência” e terror “Jogos Mortais X” chegam ao cinema
A programação de cinema desta quinta (28/9) está vitaminada com vários destaques. A lista inclui “Resistência”, uma ficção científica que mergulha em questões éticas e filosóficas; “Jogos Mortais X”, que retorna às origens da franquia de terror; “A Filha do Rei do Pântano”, um suspense psicológico que explora segredos familiares; “Pérola”, uma comédia nacional sobre uma mãe que é uma peça; e “Ruim pra Cachorro”, comédia para adultos que subverte as expectativas tradicionais de filmes sobre animais. E ainda há mais sete títulos em circuito limitado. A grande quantidade e variedade de títulos visa atrair grande público para a celebração promocional da Semana de Cinema, em que as principais redes exibidoras terão ingressos a R$ 12 para todos os filmes em cartaz. Confira a seguir os detalhes de cada lançamento. RESISTÊNCIA A nova sci-fi de Gareth Edwards, diretor de “Godzilla” (2014) e “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016) chega precedida por grande hype. A produção é um thriller de ação passado num futuro distópico, marcado pela guerra entre a humanidade e a inteligência artificial (IA). Com efeitos visuais de ponta, o longa se passa após um atentado que fez os EUA banirem todas as IA e acompanha o agente militar Joshua, interpretado por John David Washington (“Tenet”), em uma missão de invasão na Nova Ásia, região onde as IAs são aceitas, para caçar e matar o Criador, o arquiteto elusivo de uma IA avançada que desenvolveu uma arma misteriosa com o poder de encerrar as guerras e a própria humanidade. Mas, durante a missão, ele acaba descobrindo que a arma de destruição mundial que ele recebeu instruções para eliminar é, na verdade, uma IA com forma de criança. E logo muda de lado, enfrentando desafios arriscados para proteger a jovem androide daqueles que querem destruí-la. A obra tem sido elogiada por sua abordagem ambiciosa num gênero frequentemente dominado por sequências e remakes. A narrativa não explora apenas a guerra entre humanos e IA, mas também mergulha em questões éticas e filosóficas, o que tem lhe rendido comparações a obras icônicas de ficção científica. De fato, a trama lembra vários outros filmes, evocando desde produções sobre a Guerra do Vietnã (como “Apocalypse Now”) até sci-fis sobre IAs (“IA”) e androides (“Blade Runner”). O roteiro original foi escrito por Edwards e Chris Weitz (também de “Rogue One”) e o elenco ainda conta com Gemma Chan (“Eternos”), Ken Watanabe (“A Origem”), Sturgill Simpson (“Dog: A Aventura de Uma Vida”), Allison Janney (vencedora do Oscar por “Eu, Tonya”) e a atriz mirim estreante Madeleine Yuna Voyles. JOGOS MORTAIS X O décimo filme da franquia de terror inaugurada em 2004 marca o retorno de John Kramer/Jigsaw, interpretado por Tobin Bell, o infame serial killer dos primeiros lançamentos, que morreu em “Jogos Mortais III”, de 2006. Embora várias continuações sugerissem que ele teria escapado da morte, o vilão continua morto. Seu retorno ao cinema se deve a “Jogos Mortais X” ser uma espécie de prólogo, passado entre o primeiro e o segundo filmes. Na trama, um doente e desesperado John viaja para o México em busca de um procedimento médico experimental e arriscado, na esperança de uma cura milagrosa para seu câncer terminal. No entanto, ele descobre que toda a operação é uma fraude destinada a enganar os mais vulneráveis. Enfurecido, o famoso serial killer retorna ao seu trabalho, virando o jogo contra os golpistas de sua maneira característica, através de armadilhas engenhosas, violentas e perturbadoras, com o objetivo de fazer os criminosos se torturarem para evitar a morte. Além de Tobin Bell, a atriz Shawnee Smith, que interpreta Amanda Young, a sucessora de Jigsaw, também retorna na produção, que completa seu elenco com Synnøve Macody Lund (“Ragnarok”), Steven Brand (“Vikings: Valhalla”), Michael Beach (“Dahmer: Um Canibal Americano”), Renata Vaca (“Pisando Fundo”), Paulette Hernandez (“A Vingança das Juanas”), Octavio Hinojosa (“Por la Máscara”) e Joshua Okamoto (“Control Z”). A direção é de Kevin Greutert, que também volta à franquia após editar os cinco primeiros longas e dirigir “Jogos Mortais 6” (2009) e “Jogos Mortais: O Final” (2010). A FILHA DO REI DO PÂNTANO O suspense estrelado por Daisy Ridley (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) chega ao Brasil uma semana antes de seu lançamento nos EUA. Na trama, ela vive uma mulher que mantém um segredo terrível sobre seu passado. Helena, a protagonista, tem uma vida aparentemente comum, morando numa cabana com a filha pequena e o namorado. Entretanto, sem que ninguém saiba, ela esconde uma origem sombria e perigosa: seu pai é o infame Rei do Pântano, um assassino que sequestrou sua mãe e as manteve cativas por anos no mato, onde Helena nasceu. Quando ele foge da prisão, Helena sabe que será caçada e, para proteger sua família, precisará usar tudo o que aprendeu com o assassino, buscando forças para enfrentar o homem que a ensinou sobre sobrevivência no mato. O filme é uma adaptação do romance psicológico de mesmo nome de Karen Dionne, com roteiro de Mark L. Smith (“O Regresso”) e direção de Neil Burger (“Divergente”), e o elenco ainda destaca Ben Mendelsohn (“Invasão Secreta”) como o pai foragido e Garrett Hedlund (“Na Estrada”) como o namorado de Ridley. PÉROLA Segundo longa dirigido por Murilo Benício (após “O Beijo no Asfalto), a comédia adapta um texto clássico do teatro brasileiro, escrito por Mauro Rasi, que conta a história da matriarca do título pelo ponto de vista do seu filho Mauro, logo após saber da morte da mãe. Ao voltar para sua casa de infância, ele revive momentos da família, principalmente as manias da sua mãe, suas ilusões, senso de humor e desejo de querer controlar todas as coisas, lembrando-a com um carinho particular, que apenas o distanciamento e o tempo permitem. A história segue em torno do relacionamento complexo entre mãe e filho, com conflitos, conversas na cozinha e sonhos traduzidos na construção de uma piscina no quintal. Drica Moraes (“Os Outros”) vive Pérola e Leonardo Fernandes (“Deserto Azul”) é Mauro, o filho que ela não conseguiu controlar nos loucos anos 1970. Exibido no Festival do Rio, o filme foi aplaudido de pé pelo público. RUIM PRA CACHORRO Embora filmes de cachorros falantes sejam uma tradição no cinema infantil, “Ruim para Cachorro” é uma comédia para adultos, permeada por humor escatológico e diálogos repletos de palavrões, distanciando-se do tom usualmente sentimental que se associa à produções caninas. Isto tende a causar uma desconexão entre a expectativa do público e o conteúdo real do filme, o que ajuda a explicar seu fracasso de bilheteria nos EUA. Além disso, os cachorros dublados por comediantes como Will Ferrell (“Barbie”) e Jaime Foxx (“Clonaram Tyrone!”) não impressionaram a crítica, apesar dos elogios a seus treinadores, que conseguiram fazê-los atuar de forma convincente. O filme de Josh Greenbaum (“Duas Tias Loucas de Férias”) segue Reggie, um border terrier de 2 anos (com a voz original de Ferrell) que é abandonado por seu dono Doug (Will Forte, de “Nebraska”) em uma cidade distante de sua casa. Ao ser deixado sozinho, Reggie se junta a Bug, um Boston terrier (dublado por Jamie Foxx), e outros cães de rua, incluindo Hunter, um Grande Dinamarquês ansioso (voz de Randall Park, de “WandaVision”) e Maggie, uma pastora australiana inteligente (dublada por Isla Fisher, de “Truque de Mestre”). Juntos, eles embarcam em uma jornada para se vingar de Doug e ajudar Reggie a morder os genitais de seu ex-dono. O grupo de cães enfrenta diversas situações ao longo de sua jornada, desde festas com pizza e cerveja até um encontro com uma águia predatória. A trama também explora a relação entre Reggie e Bug, que se tornam amigos improváveis e aprendem lições valiosas um com o outro. Apesar de seu humor grosseiro, o longa oferece momentos de observação canina perspicaz que adicionam profundidade à história. DAVID CONTRA OS BANCOS A comédia britânica é baseado na história real de Dave Fishwick (Rory Kinnear, de “Men: Faces do Medo”), um empresário da classe trabalhadora em Burnley, Inglaterra, que decide criar um banco comunitário ético com o objetivo de doar todos os lucros para instituições de caridade locais. O enredo se desenvolve em torno dos desafios legais enfrentados pelo protagonista para estabelecer seu banco, uma vez que grandes instituições financeiras, que dominam o mercado local há 150 anos, estão dispostas a “lutar sujo” para impedir que ele abale o status quo. Com isso, a trama se torna uma história de Davi (ou Dave) contra Golias. Com direção de Chris Foggin (assistente de Madonna em “W.E.: O Romance do Século”), a obra faz parte de uma tradição de filmes “feel-good” britânicos que abordam questões de classe e regionalismo, e visam servir de inspiração para o público. Além de Rory Kinnear, o elenco destaca Joel Fry (“Cruella”) como um advogado cético, que inicialmente vê o caso de Dave como uma batalha impossível, mas que gradualmente se torna um aliado crucial para tirar o banco do papel, e Phoebe Dynevor (“Bridgerton”) numa subtrama romântica com o advogado. TERRA DE DEUS O belíssimo filme do islandês Hlynur Pálmason explora a jornada de um jovem sacerdote luterano dinamarquês (interpretado por Elliott Crosset Hove), que é enviado à Islândia para estabelecer uma igreja. A trama se passa no final do século 19 e aborda temas como fé, colonialismo e a tensão entre a natureza e a civilização. O jovem padre enfrenta desafios tanto físicos quanto espirituais em sua missão, desde a travessia de paisagens inóspitas até o confronto com suas próprias dúvidas e a resistência da população local. Sua relação com seu guia (Ingvar Sigurdsson, de “O Homem do Norte”) serve como um microcosmo das tensões culturais e espirituais que o padre encontra em meio à beleza austera e ameaçadora da Islândia. Fotógrafo amador, o padre também registra as paisagens em imagens, que o filme, por sua vez, exibe aos espectadores numa tela com cortes laterais para evocar o formato de fotografias. Lançado no Festival de Cannes e vencedor de 14 prêmios internacionais, o longa tem 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e é o candidato da Islândia à vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2024. A CASA DOS PRAZERES Adaptação do livro erótico de Emma Becker, o filme dirigido por Anissa Bonnefont (“Wonder Boy”) acompanha a vida de Emma (Ana Girardot, de “Les Revenants”), uma escritora que se infiltra em uma casa de prostituição em Berlim para encontrar material para seu próximo livro. A narrativa não busca emitir juízos sobre a prostituição, mas sim oferecer um olhar objetivo e desapegado sobre o tema, focando na jornada pessoal da protagonista e suas interações com outras mulheres no bordel. Entretanto, acaba transformando as cenas de sexo num sumário de fetiches, abrindo mão de explorar a complexidade emocional e psicológica da personagem principal. Ana Girardot recebeu os maiores elogios por sua atuação, descrita como uma das mais corajosas do cinema francês recente, e o elenco ainda destaca Rossy de Palma (“Mães Paralelas”) e Aure Atika (“The Night Manager”). NOSSO LAR O filme “Nosso Lar” estreou originalmente em 2 de abril de 2010, data que marcou os 100 anos de nascimento de Chico Xavier. O relançamento comemora os 80 anos do livro do mesmo nome, escrito em 1943 por Chico Xavier enquanto psicografava o médico André Luiz. O livro acompanha a chegada do médico falecido ao além, onde encontra um “plano espiritual” com vários prédios e moradores. A obra foi considerada polêmica na época, por ser a primeira a abordar a mediunidade de forma aberta. Ele inspirou, por exemplo, a novelista Ivani Ribeiro na criação da novela “A Viagem”. Adaptado pelo diretor Wagner de Assis, que era roteirista de filmes da Xuxa e depois desse sucesso se especializou em produções espíritas, o longa chamou atenção por sua equipe hollywoodiana, incluindo seus efeitos chamativos, da mesma equipe que trabalhou em “Watchmen”, a fotografia de Ueli Steiger (“Godzilla” e “O Dia Depois de Amanhã”) e a trilha comandada pelo compositor Philip Glass. Trata-se, enfim, de uma...
Trailer de “Wish” conta a história da estrela dos desejos das fábulas da Disney
A Disney divulgou novo pôster e o primeiro trailer de sua nova animação, “Wish: O Poder dos Desejos”, que vai contar a história da estrela dos desejos das fábulas encantadas – que já inspirou a icônica canção “I Wish Upon a Star” em “Pinóquio” (1940). Escrita pelos cineastas Jennifer Lee e Chris Buck, responsáveis pelo fenômeno “Frozen” (2013) e sua continuação de 2019, a trama de “Wish” acompanha Asha, uma jovem de 17 anos que vê uma escuridão em seu reino que ninguém mais vê, já que todos acreditam que o Rei, com poderes mágicos de conceder desejos, é um monarca benevolente. Ao descobrir a verdade, ela faz um apelo apaixonado às estrelas. A resposta à súplica de Asha é uma estrela real, que cai do céu para ajudá-la em sua jornada e para conceder desejos a todos. A produção conta com dublagem original de Ariana DeBose, vencedora do Oscar 2022 por “Amor, Sublime Amor”, no papel de Asha. Além de estrelar, ela canta a música que acompanha a prévia. O elenco também destaca Alan Tudyk (“Resident Alien”) como a voz do bode de estimação de Asha, chamado Valentino – cujo dom de falar é concedido pela estrelinha – e Chris Pine (“Star Trek”) como o Rei Magnífico, que quer controlar todos os desejos. Já a direção é compartilhada pelo próprio Chris Buck em parceria com Fawn Veerasunthorn, que estreia na função após trabalhar nas animações de “Frozen” (2013), “Moana” (2016), “Zootopia” (2016) e “Raya e o Último Dragão” (2021). “Wish” estreia em 4 de janeiro no Brasil, que será o último país do mundo a exibir o filme, cujo lançamento está marcado para 22 de novembro nos cinemas dos Estados Unidos. Veja o trailer em duas versões: legendado e dublado em português.
Volta de Lucas Moura ao São Paulo FC ganha documentário da Amazon. Veja o teaser
A plataforma Prime Video divulgou o teaser de um documentário sobre o retorno do jogador Lucas Moura ao São Paulo Futebol Clube. Produzido e executado pela 4ComM, empresa que gerencia a carreira do camisa 7 do Tricolor Paulista, o documentário se chama “Lucas Moura: Na História” e conta com imagens exclusivas, incluindo cenas da conquista da Copa do Brasil, além de depoimentos do jogador e de seus familiares. Dividido em dois episódios, o documentário também vai contar o que motivou a volta do jogador ao São Paulo, após atuar por dez anos na Europa, passando pelo PSG (2013 a 2018) na França e pelo Tottenham (2018 a 2023) na Inglaterra. Pelo time de Paris, Lucas venceu cinco edições do Campeonato Francês (2013, 2014, 2015, 2016 e 2018). Pelo Tottenham, ele chegou a disputar uma final da Champions League, perdida para o Liverpool, em 2019.
Carla Diaz volta a viver Suzane von Richthofen em trailer de novo filme
A Prime Video divulgou o trailer de “A Menina Que Matou os Pais – A Confissão”, novo filme em que Carla Diaz vive a assassina Suzane von Richthofen. O terceiro filme é resultado do sucesso de “A Menina Que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, e vai atender pedidos do público que queriam mais detalhes da investigação, já que os longas originais se basearam em depoimentos do julgamento dos culpados, de 2006. A nova produção acompanha Suzane, Daniel e Cristian Cravinhos nos dias após o crime e enfatiza a investigação que terminou com suas prisões. Escritos por Ilana Casoy e Raphael Montes (de “Bom Dia, Verônica”), os filmes anteriores trouxeram o ponto de vista de um dos condenados. Agora, o público conhecerá o ponto de vista da polícia, por meio da investigação chefiada pela delegada interpretada por Bárbara Colen (“Bacurau”). A direção está novamente a cargo de Maurício Eça e o elenco volta a trazer Carla Diaz como Suzane von Richtofen e Leonardo Bittencourt como Daniel Cravinhos, que planejaram a morte dos pais de Suzane em 2002, com a ajuda do irmão do rapaz, Cristian (Allan Souza Lima). Sobre o novo longa-metragem, o diretor disse: “‘Confissão’ é um filme direto e cru, um thriller psicológico que você já sabe como acaba, mas não imagina como tudo aconteceu. Se passa durante oito dias muito intensos, onde as verdades de cada personagem vão vindo à tona”. A estreia vai acontecer em 27 de outubro no streaming da Amazon.
Ciência do amor é posta à prova no trailer de “Na Ponta dos Dedos”
A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer de “Na Ponta dos Dedos” (Fingernails), romance de ficção científica que explora um triângulo amoroso em um futuro próximo. A Ciência do Amor Dirigido pelo grego Christos Nikou (“Fruto da Memória”) e produzido pela atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), o longa acompanha Anna (Jessie Buckley, de “Entre Mulheres”) e Ryan (Jeremy Allen White, de “O Urso”), que recorrem a uma máquina para determinar se estão realmente apaixonados. A trama se complica quando Anna, orientada por Amir (Riz Ahmed, de “Rogue One”) no Love Institute, começa a questionar a possibilidade de amar duas pessoas ao mesmo tempo. O Love Institute, dirigido por Duncan (Luke Wilson, de “Stargirl”), é o cenário onde a maior parte da trama se desenrola. Anna quer trabalhar no instituto porque “Ginger Spice estudou lá”, e é lá que ela conhece Amir. A máquina do instituto, que determina a compatibilidade amorosa por meio das unhas dos dedos, já havia confirmado que Anna e Ryan eram um par perfeito. No entanto, a crescente atração entre Anna e Amir coloca essa certeza em xeque. A participação de Cate Blanchett Christos Nikou faz sua estreia em língua inglesa com a produção, após Cate Blanchett procurar o diretor, impressionada com seu primeiro longa, “Fruto da Memória”, visto no Festival de Veneza em 2020. Como não havia um papel para ela na trama, a atriz resolveu produzir o filme. “Na Ponta dos Dedos” terá lançamento limitado nos cinemas de Nova York e Los Angeles em 27 de outubro e estreará globalmente na Apple TV+ em 3 de novembro.
Mostra de São Paulo terá “Maestro”, novo filme de Bradley Cooper
A Mostra Internacional de Cinema de São Paulo revelou o pôster e os primeiros destaques de sua 47ª edição. Novos filmes O título mais esperado é “Maestro”, segundo longa dirigido por Bradley Cooper após estrear com “Nasce uma Estrela”. A obra é uma cinebiografia do compositor americano Leonard Bernstein, responsável pela trilha do musical “Amor, Sublime Amor”, e traz o próprio Cooper no papel-título, além de Carey Mulligan (“Bela Vingança”). Produção da Netflix, o filme teve première mundial no recente Festival de Veneza. Outro destaque é “Evil Does Not Exist”, do cineasta japonês Ryûsuke Hamaguchi, que venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional com “Drive My Car”, no ano passado. Seu novo filme também já é premiado. Venceu o Grande Prêmio do Júri do Festival de Veneza. A trama se passa num vilarejo na periferia de Tóquio, que tem seus costumes ameaçados por planos de construção de luxo. A relação ainda inclui “About Dry Grasses”, do turco Nuri Bilge Ceylan, que rendeu a Merve Dizdar o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes, e “Afire”, do alemão Christian Petzold, vencedor do Grande Prêmio do Júri em Berlim, além de “La Chimera”, parceira da italiana Alice Rohrwacher com a brasileira Carol Duarte, e “Cerrar los Ojos”, do espanhol Víctor Erice. Filmes clássicos Já o pôster psicodélico da edição tem assinatura do cineasta italiano Michelangelo Antonioni (1912-2007), que será homenageado em uma retrospectiva com 23 títulos e leitura de um roteiro inédito na programação da Mostra deste ano. A ilustração do pôster foi feita pelo diretor de “Blow Up” nos anos 1960. Outros clássicos foram confirmados na programação, com a exibição de versões restauradas. Uma delas é “Le Retour à la Raison” (1923), primeiro trabalho do americano Man Ray, que será apresentado numa coletânea com outros três curtas-metragens do cineasta, com uma nova trilha sonora criada pela banda Sqürl, de Jim Jarmusch. “Amor Louco” (1969), do francês Jacques Rivette, “O Sangue” (1989) e “Vale Abraão” (1993), dirigidos, respectivamente, pelos portugueses Pedro Costa e Manoel de Oliveira, o brasileiro “Corisco & Dadá (1996)”, do diretor cearense Rosemberg Cariry, e “Underground: Mentiras de Guerra” (1995), do sérvio Emir Kusturica, completam a lista. Para completar as novidades, a Petrobras está de volta como patrocinadora, juntando-se ao Itaú após o governo Bolsonaro proibir a estatal de apoiar eventos culturais. A Mostra desta ano vai acontecer entre os dias 19 de outubro de 1º de novembro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @mostrasp Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @mostrasp Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @mostrasp












