Atriz de “A Casa do Dragão” será a nova Supergirl do cinema
O DC Studios definiu sua nova Supergirl. A atriz Milly Alcock, que interpretou a versão jovem de Rhaenyra Targaryen nos primeiros capítulos da série “A Casa do Dragão”, vai voar para os cinemas de capa e cabelos loiros. Ela estrelará o longa “Supergirl: Woman of Tomorrow” como Kara Zor-El, prima do Superman. James Gunn confirmou a escalação nas redes sociais, dizendo que “Milly é uma jovem atriz fantasticamente talentosa”. Alcock fez testes de tela na semana passada para os chefes do DC Studios, James Gunn e Peter Safran, junto com Meg Donnelly (da série “Os Winchesters” e dubladora da heroína nos desenhos da DC), que estava na disputa pelo papel. A atriz Emilia Jones (protagonista do filme vencedor do Oscar “No Ritmo do Coração”) também entrou no páreo, mas não participou dos testes finais. Boatos sobre sua exclusão variam desde recusa a participar dos testes até a necessidade de definir seus próximos trabalhos diante da incerteza de conseguir o papel. A escalação antecipada cria a expectativa de uma aparição de Supergirl no novo filme de Superman, “Superman: Legacy”, que Gunn começa a filmar no próximo trimestre. “Supergirl: Woman of Tomorrow” será rodado em seguida, provavelmente no final do ano. O filme é parcialmente inspirado na minissérie de mesmo nome de Tom King. Gunn e Safran descreveram essa abordagem como algo que o público da Supergirl não está acostumado. Ela contrastará com seu primo, Superman. Gunn explicou no ano passado: “Veremos a diferença entre o Superman, que foi enviado à Terra e criado por pais amorosos desde criança, e a Supergirl, criada em uma rocha, um pedaço de Krypton, e que viu todos ao seu redor morrerem e serem mortos de maneiras terríveis durante os primeiros 14 anos de sua vida, antes de vir para a Terra.” Supergirl nos quadrinhos e nas telas Criada por Otto Binder e Al Plastino em 1959, a personagem conhecida como Kara Zor-El é prima de Kal-El, o Superman, e como ele é uma das poucas sobreviventes do planeta Krypton. A personagem foi considerada secundária por vários anos, aparecendo em histórias curtas e agindo em segredo, como “arma secreta” de Superman, até sua existência se tornar pública em 1962. Só no fim dos anos 1960 ela passou a ser protagonista de uma publicação da DC (“Adventure Comics”) e apenas em 1972 ganhou uma revista com seu nome. Entretanto, essa versão, cuja identidade secreta era Linda Lee Danvers, morreu durante o evento “Crise nas Infinitas Terras” em 1986. Desde então, a DC fez várias tentativas de ressuscitar Supergirl – uma delas era uma adolescente que se fundiu com uma versão artificial da heroína e um anjo, e acabou no inferno, e outra foi uma nova Kara Zor-El, que adotou a identidade de sobrinha de Lana Lang. Mais dois e tentativas depois, a personagem foi reintroduzida em “Supergirl, Woman of Tomorrow”, gibi com o mesmo nome do filme, lançado em 2021. “Supergirl, Woman of Tomorrow” será, na verdade, o segundo filme da personagem, que teve sua própria produção estrelada por Helen Slater em 1984. Mais recentemente, Sasha Calle viveu a heroína no filme “The Flash” (2023), enquanto Laura vandervoort e Melissa Benoist viveram a garota de aço na TV, respectivamente em 23 episódios de “Smallville”, entre 2009 e 2011, e como estrela da série “Supergirl” por seis temporadas, de 2015 a 2021.
Ghostbusters | As gerações de Caça-Fantasmas se juntam no novo trailer
A Sony divulgou o novo trailer de “Ghostbusters: Apocalipse de Gelo”, que volta a levar a franquia dos anos 1980 para Nova York. A prévia inclui um momento “Jurassic World: Domínio” com o encontro das duas gerações de Caça-Fantasmas – uniformizados! – contra a mesma ameaça. Não falta nem sequer o retorno de Slime, o fantasma verde gosmento. Dando sequência aos eventos do filme anterior, Carrie Coon (“O Estrangulador de Boston”), Finn Wolfhard (“Stranger Things”) e McKenna Grace (“O Conto de Aia”) assumem o legado do Dr. Egon Spengler (o falecido Harold Ramis), acompanhados pelo professor dos adolescentes, vivido por Paul Rudd (“Homem Formiga”). Só que ninguém leva o negócio de Caça-Fantasmas a sério. Sob pressão do município para encerrar atividades, eles resolvem provar que são imprescindíveis. Afinal, para quem se pode ligar quando o verão nova-iorquino é interrompido por uma tempestade de gelo grandiosa e de consequências fatais? Diante do novo caso, os novos e os clássicos Caça-Fantasmas são as únicas esperanças contra um terror capaz de gelar de medo. O elenco da nova continuação também volta a contar com Ernie Hudson no papel do Caça-Fantasma tradicional Winston Zeddmore, que agora é um benfeitor da nova geração, além de trazer participações de Bill Murray e Dan Aykroyd como Peter Venkman e Raymond Stantz, protagonistas dos primeiros filmes, além de Annie Potts como a recepcionista original Janine Melnitz. Já as novidades incluem Kumail Nanjiani (“Eternos”), Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”), James Acaster (“Cinderela”) e Emily Alyn Lind (“Gossip Girl”). Diretor do filme anterior – e filho do diretor dos filmes originais – , Jason Reitman assina produção e roteiro, passando a direção para Gil Kenan, que coescreveu com ele “Ghostbusters: Mais Além”. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Bilheteria | “Nosso Lar 2” lidera arrecadação com maior estreia nacional do ano
“Nosso Lar 2 — Os Mensageiros”, dirigido por Wagner de Assis, liderou as bilheterias do fim de semana com a maior estreia nacional do ano, atraindo 544 mil espectadores para uma arrecadação de R$ 11,8 milhões entre quinta e domingo (28/1). Em quatro dias, a continuação do sucesso de 2010 já superou o total de espectadores do filme brasileiro mais visto no ano passado, “Nosso Sonho”. Por coincidência, isso aconteceu logo após a notícia da promulgação da nova lei de cotas para filmes nacionais nos cinemas. Desempenho histórico A estreia de “Nosso Lar 2” também representa a sexta maior abertura nacional desde 2002 – quando teve início a contabilização da Comscore no Brasil. Entre as estreias nacionais, “Nosso Lar 2” só é superado por grandes sucessos como “Minha Mãe é uma Peça 3”, “Nada a Perder” e “Os Dez Mandamentos”, que lideram o ranking de maiores bilheterias de estreia. O sucesso da nova adaptação da obra de Chico Xavier ecoa o legado de seu antecessor, que em 2010 levou 4 milhões de pessoas aos cinemas, ficando atrás apenas de “Tropa de Elite 2” em termos de audiência. A continuação agora se destaca não apenas pela sua recepção pelo público, mas também pelo seu impacto significativo no cenário cinematográfico nacional, marcando uma retomada expressiva para o cinema brasileiro pós-pandemia. A expectativa é que o filme ultrapasse rapidamente a marca de 1 milhão de espectadores, seguindo o feito de “Minha Irmã e Eu”. Lançado no final de 2023 e ainda em cartaz nos cinemas, a comédia estrelada por Tatá Werneck e Ingrid Guimarães já contabilizou 1,8 milhão de pessoas nas salas de exibição. Top 5 da semana A bilheteria do fim de semana também trouxe “Todos Menos Você” em 2º lugar, visto por 155 mil espectadores e com faturamento de R$ 3,55 milhões. Após liderar por cinco semanas, “Aquaman 2: O Reino Perdido” caiu para o 3º lugar, com renda de R$ 3,42 milhões e público de 153 mil pessoas. “Minha Irmã e Eu”, destaque nacional pós-pandemia, ocupou o 4º lugar com mais R$ 3,34 milhões. A comédia brasileira acumulou até agora 1,82 milhão de espectadores e bilheteria total de R$ 35,47 milhões. “Wish: O Poder dos Desejos” fecha o Top 5 das arrecadações com R$ 3,25 milhões no fim de semana. No total, os cinemas brasileiros faturaram R$ 37,57 milhões, com um fluxo de 1,62 milhão de espectadores nas salas.
Meu Malvado Favorito 4 | Trailer mostra que família de Gru cresceu
A Universal Pictures divulgou o trailer de “Meu Malvado Favorito 4”, sexto filme (contando dois “Minions”) da franquia de animação mais lucrativa de todos os tempos. A prévia mostra que a família de Gru cresceu, com o nascimento de seu filho com Lucy. Entretanto, suas preocupações com a segurança de todos também aumentou, já que seu maior inimigo escapou da prisão com planos de vingança. O estúdio Illumination continua à frente da produção e também confirmou o retorno de todo o elenco de vozes originais, que inclui Steve Carell como Gru, Kristen Wiig como Lucy, Miranda Cosgrove como a pequena Margo e o diretor Pierre Coffin como os vários Minions. Coffin, porém, não comanda o novo filme. A função cabe a seu parceiro nos dois primeiros longas, Chris Renaud, que retorna para a quarta parte com o codiretor Patrick Delage, estreante na função, mas animador principal dos longas iniciais de Gru. O roteiro, por sua vez, foi escrito por Mike White, que chega na franquia após lançar com muito sucesso a série “The White Lotus” na HBO Max. Ele também escreveu a popular Sessão da Tarde “Escola de Rock”, além de “Patos!”, novo longa animado do estúdio, atualmente em cartaz nos cinemas. As novidades do elenco de dublagem incluem Will Ferrell (“Barbie”) como o vilão Maxine le Mal e Sofia Vergara (“Griselda”) como sua namorada femme fatale Valentina. A estreia está marcada para 4 de julho no Brasil, um dia depois do lançamento nos EUA.
Monkey Man | Trailer cheio de ação traz Dev Patel como John Wick hindu
A Universal Pictures revelou o pôster e o trailer de “Monkey Man”, um thriller de ação dirigido e protagonizado por Dev Patel, conhecido por seus papéis em “Quem Quer Ser um Milionário?”, “Lion” e “A Lenda do Cavaleiro Verde”. Na sua estreia como diretor, Patel mergulha no gênero de ação com uma história de vingança cheia de adrenalina e confrontos intensos. No estilo das lutas insanas de “John Wick”, a trama se passa na Índia e traz inspirações da mitologia hindu, especialmente na figura de Hanuman, símbolo de devoção, força e coragem. Em “Monkey Man”, Patel dá vida ao “Kid”, um jovem que sobrevive participando de um clube de luta clandestino, onde é constantemente derrotado enquanto usa uma máscara de gorila. Conforme cresce movido por uma raiva profunda, ele inicia uma jornada de vingança contra os líderes corruptos responsáveis pela morte de sua mãe e pela exploração contínua dos mais desfavorecidos. Contexto cultural Embora o filme seja um thriller de ação, ele utiliza o pano de fundo da sociedade indiana, onde o sistema de castas historicamente estratificado ainda influencia as dinâmicas sociais e econômicas do país. “Kid”, como um personagem marginalizado, é representativo dos muitos que se encontram nas camadas inferiores deste sistema, lutando por sobrevivência em condições adversas. Sua participação em lutas clandestinas e sua vida nas sombras da sociedade são simbólicas das limitações impostas por sua posição social. A injustiça que ele enfrenta e sua subsequente busca por vingança são amplificadas pelo contexto desse sistema, contra manifestações do abuso de poder e privilégio que perpetuam a desigualdade e a exploração. A inspiração na figura de Hanuman, um herói divino conhecido por sua força e coragem, serve como um símbolo de resistência e empoderamento contra as adversidades impostas pelo sistema. Ele é uma das figuras mais importantes e veneradas no panteão hindu, conhecido por sua devoção inabalável ao deus Rama, conforme narrado no épico “Ramayana”. Hanuman é frequentemente descrito como tendo o rosto de um macaco e um corpo forte. No longa, Patel lança mão desse simbolismo para agir como um John Wick hindu. Além de estrelar e dirigir, Patel também co-roteirizou o filme, que foi produzido por Jordan Peele, o diretor de “Corra!”. Por sinal, “Monkey Man” foi inicialmente planejado para um lançamento exclusivo na Netflix, mas a paixão de Peele pelo projeto ajudou a negociar uma estreia nos cinemas através da Universal. O elenco ainda inclui Sharlto Copley (“Distrito 9”), Pitobash (“Um Conto Indiano”), Vipin Sharma (“Atentado ao Hotel Taj Mahal”), Ashwini Kalsekar (“Assassinato às Cegas”), Adithi Kalkunte (“Atentado ao Hotel Taj Mahal”), Sikandar Kher (“Aarya”), Makarand Deshpande (“RRR”) e a estrela de Bollywood Sobhita Dhulipala (“Felizes para Sempre”) em sua estreia em Hollywood. A estreia está marcada para 5 de abril nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Bilheteria | “Beekeeper” supera “Meninas Malvadas” nos EUA
O thriller “Beekeeper – Rede de Vingança”, estrelado por Jason Statham, e o musical “Meninas Malvadas” estão no centro de uma acirrada disputa pelas bilheterias neste final de semana. O filme de ação registrou uma arrecadação estimada em US$ 7,4 milhões em 3.337 cinemas, enquanto o remake musical, em exibição em 3.544 salas, alcançou US$ 7,3 milhões. A definição do líder do fim de semana será confirmada na segunda-feira, quando a contabilidade será fechada. Caso o filme de Statham prevaleça, será a primeira vez que superará “Garotas Malvadas” no topo das bilheterias domésticas. Até o momento, a comédia soma US$ 60,8 milhões em receitas domésticas e US$ 83,4 milhões mundiais, enquanto “Beekeeper” já ultrapassou a marca dos US$ 100 milhões globalmente, mas faturou bem menos no mercado doméstico, onde fez apenas US$ 42,3 milhões. Este período marca o segundo fim de semana consecutivo sem lançamentos de grandes estúdios, resultando em queda geral nas bilheterias. A expectativa é que a retomada mais significativa das arrecadações só aconteça em março, com a estreia de “Duna: Parte Dois”. Entre os demais filmes que se destacaram no fim de semana, estão outros filmes que se mantém há tempos no Top 5: “Wonka”, “Patos!” e “Todos Menos Você”, que completam os cinco primeiros lugares nas bilheterias. “Wonka” mantém-se no Top 3 da América do Norte há sete semanas consecutivas, uma mostra de sua popularidade duradoura, mas também da escassez de novos concorrentes. Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana. 1 | BEEKEEPER – REDE DE VINGANÇA 2 | MENINAS MALVADAS 3 | WONKA 4 | PATOS! 5 | TODOS MENOS VOCÊ
Diretor de “Matador de Aluguel” vai boicotar première em protesto contra Amazon
O cineasta Doug Liman (“No Limite do Amanhã”) vai boicotar a première de seu novo filme, o remake de “Matador de Aluguel”, selecionado para a noite de abertura do Festival SXSW, que acontece em março. Em texto publicado no Deadline, ele justificou sua ausência como protesto para o lançamento do filme em streaming pela Amazon. “Eles anunciaram que investiriam um bilhão de dólares em filmes para os cinemas, lançando pelo menos 12 por ano. Eles o elogiaram como ‘o maior compromisso de uma empresa de internet com os cinemas’”, iniciou o diretor em seu desabafo. “Os fatos”, seguiu. “Assinei para fazer um filme para os cinemas pela MGM. A Amazon comprou a MGM. A Amazon me disse para fazer um ótimo filme e veremos o que acontece. Fiz um ótimo filme.” Na visão de Liman, “Matador de Aluguel” seria um grande hit, com avaliações superiores aos principais sucessos de sua carreira – apesar de nenhum crítico ter visto o filme até agora. Ele também elogiou a performance de Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), afirmando que o trabalho do ator era “definidor de carreiras” e digno de premiações. Liman acusou um algoritmo por determinar o destino de seu filme. Afirmando que não vê problemas em fazer filmes para as plataformas, ele apontou que, entretanto, “Matador de Aluguel” foi feito especialmente para a tela grande. “Isso prejudica os cineastas e estrelas de ‘Matador de Aluguel’, que não compartilharam [com os executivos] as vantagens de um filme de sucesso numa plataforma de streaming. E priva Jake Gyllenhaal — que apresenta o melhor desempenho de sua carreira — da oportunidade de ser reconhecido na temporada de premiações.” Ele ainda criticou a opção de lançar grandes filmes diretamente no streaming, afirmando que isso prejudica a indústria como um todo, incluindo os próprios produtores. “As receitas de bilheteria são os cofres de guerra que permitem aos estúdios os recursos para fazer filmes. Não é nenhuma surpresa que vejamos demissões em todo o setor, inclusive na Amazon — sem filmes nos cinemas, não há receita entrando. E, quando os cinemas fecharem, poderá levar décadas para que o negócio se recupere, se isso acontecer.” Para completar, Liman fez um apelo para que esse tipo de decisão não seja tomada com base no que computadores dizem ser melhor financeiramente. “Um computador não sabe o que é compartilhar a experiência de rir, torcer e chorar com um público lotado em um cinema escuro — e, se a Amazon conseguir o que quer, o público futuro também não saberá.” O remake de “Matador de Aluguel” (Road House) traz Jake Gyllenhaal no papel originalmente interpretado por Patrick Swayze. O clássico de ação de 1989 arrecadou modestos US$ 30 milhões contra um orçamento de US$ 15 milhões, mas desde então se tornou um clássico cult e uma das atuações mais amadas de Patrick Swayze. Na trama atualizada, Gyllenhaal vive Elwood Dalton, um ex-lutador do UFC enfrentando dificuldades financeiras. Após ser encontrado dormindo em seu carro pela dona de um bar de beira de estrada nas Florida Keys, Elwood Dalton torna-se segurança do local e é envolvido em uma guerra contra foras da lei e motociclistas, incluindo o lutador de MMA da vida real e ator estreante Conor McGregor, além de um empresário determinado a construir um resort luxuoso no local. O elenco também inclui Billy Magnussen (“007 – Sem Tempo Para Morrer”), Jessica Williams (“Falando a Real”), Daniela Melchior (“O Esquadrão Suicida”) e Gbemisola Ikumelo (“Uma Equipe Muito Especial”), entre outros. A história foi atualizada pelos roteiristas Anthony Bagarozzi (“Dois Caras Legais”) e Charles Mondry (do vindouro filme de “Doc Savage”), e a estreia está marcada para 21 de março.
Trailer junta Zac Efron e John Cena em comédia da Amazon
A plataforma Prime Video, da Amazon, divulgou o pôster e o trailer de “Ricky Stanicky”, comédia estrelada por Zac Efron (“Operação Cerveja”) e John Cena (“Pacificador”). A trama envolve três amigos que a vida inteira usaram uma pessoa falsa para culpar por problemas ou como desculpas: Ricky Stanicky. Depois de 20 anos usando o amigo inexistente para se livrar de todo tipo de problema, eles se veem encurralados quando suas namoradas e esposas tem uma emergência real e não encontram registro do tal Ricky que os três viajaram para encontrar num hospital, forçando-os a reconhecer que mentiram. Tentando escapar mais uma vez, eles decidem contratar um ator desempregado para interpretar o amigo imaginário. Só que o ator, interpretado por Cena, se sai bem demais no trabalho, consegue um emprego na firma do trio e resolve ser Ricky Stanicky peara sempre. Zac Efron forma com Andrew Santino (“Dave”) e Jermaine Fowler (“Assassinato no Fim do Mundo”) o trio de amigos, e o elenco ainda destaca William H. Macy (“Shameless”) como o chefe da firma. A direção é de Peter Farrelly (“Green Book”), que volta a dirigir Efron após “Operação Cerveja” em 2022. A estreia está marcada para 7 de março.
Ariana Grande e Cynthia Erivo comemoram final das filmagens de “Wicked”
A cantora Ariana Grande e a atriz Cynthia Erivo comemoraram o final das filmagens do musical “Wicked” com publicações de imagens dos bastidores no Instagram. As duas duas publicaram silhuetas de suas personagens no filme. Junto da foto, Ariana escreveu apenas a frase “como uma marca de mão no meu coração”. Já Cynthia escreveu agradecimentos aos colegas de elenco e à equipe de produção, e acrescentou: “Espero que quando vocês a conhecerem [Elphaba], vocês vão amá-la tanto e tão intensamente quanto eu”. Elas interpretarão as bruxas Elphaba e Glinda, respectivamente, na superprodução de cinema da Universal Pictures. Sobre “Wicked” “Wicked” conta a história de “O Mágico de Oz” pela ótica de Elphaba, a Bruxa Má do Oeste, que acaba se revelando menos cruel que a fama alardeada por seu apelido maldoso. Em cartaz desde 2003, a peça é baseada no livro “Wicked: The Life and Times of the Wicked Witch of the West”, de Gregory Maguire, uma espécie de prelúdio de “O Mágico de Oz”. O enredo traz referências ao filme clássico de 1939 e apresenta eventos que se passam antes e após a chegada de Dorothy em Oz, mostrando que toda história tem diversos pontos de vista e que ser diferente é que torna cada pessoa um ser único. Além do grande sucesso, o papel de Elphaba rendeu a Idina Menzel (a dubladora de Elsa, em “Frozen”) o Tony de Melhor Atriz em Musical. A produção cinematográfica tem direção de Jon M. Chu, que filmará seu segundo musical, após assinar “Em um Bairro de Nova York” (2021). A roteirista Winnie Holsman (criadora da cultuada série “My So-Called Life”) e o compositor Stephen Schwartz, autor das músicas do espetáculo teatral, assinam o roteiro e a adaptação musical. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cynthia Erivo (@cynthiaerivo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ariana Grande (@arianagrande)
Viúva de Johnny Ramone quer impedir filme sobre os Ramones na Netflix
Linda Ramone, viúva do guitarrista Johnny Ramone, entrou com um processo para impedir que um filme sobre a banda seja produzido pela Netflix. O processo acusa a produção de privilegiar o ponto de vista do irmão de Joey Ramone, Mickey Leigh, autor do livro que inspira o filme. “Deixar que Mickey Leigh seja responsável por contar, sozinho, a história dos Ramones, seria uma injustiça ao grupo e ao seu legado”, justifica a ação judicial. A viúva de Johnny Ramone alega que, mesmo que a cinebiografia seja focada na historia de Mickey e Joey, o filme não pode ser produzido sem a sua autorização, já que também aborda a convivência entre o vocalista e o guitarrista da banda punk. Seus advogados ainda acusam a produção de procurar maneiras de realizar o longa metragem sem precisar da aprovação de Linda, incluindo a possibilidade de regravar clássicos dos Ramones para não usar as gravações originais na cinebiografia. O filme ainda está em estágio inicial de desenvolvimento, com o título “I Slept With Joey Ramone”, e até o momento tem apenas o ator Pete Davidson (“Morte! Morte! Morte”) escalado no elenco, no papel do cantor. Mickey e Linda se tornaram administradores dos legados de Joey e Johnny, já falecidos, no início os anos 2000 e, desde então, envolveram-se em vários conflitos. Mickey chegou a vencer um processo contra Linda em 2018, alegando que a viúva estava “utilizando o nome dos Ramones inapropriadamente em diversos projetos”. Mas a decisão judicial incluiu uma crítica sobre as batalhas entre os dois. “Eles deixam que seus egos se sobreponham às suas obrigações”, disse a sentença.
Estreias | “Mestres do Ar” e “Wonka” são destaques do streaming na semana
O Top 10 de streaming da semana lista 6 séries e 4 filmes, com destaque para 3 minisséries nos apps de assinatura e a chegada de 3 sucessos recentes de cinema ao serviços de VOD (para locação digital), incluindo a maior bilheteria do ano até o momento. Confira a seguir o melhor da programação. SÉRIES MESTRES DO AR | APPLE TV+ A terceira minissérie épica produzida por Tom Hanks e Steven Spielberg sobre a 2ª Guerra Mundial forma uma trilogia com “Band of Brothers” e “The Pacific” na HBO. Cada uma dessas atrações acompanha uma Força Armada diferente. Após o Exército e a Marinha, a nova produção foca nos esforços da Aeronáutica no conflito dos anos 1940. Com cenas impressionantes de combates aéreos e muitas cenas de ação, “Mestres do Ar” destaca as participações dos atores Austin Butler (“Elvis”), Callum Turner (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) e Barry Keoghan (“Saltburn”) como pilotos, além da camaradagem dos combatentes e a participação histórica de aviadores negros no conflito, fato que até o filme “Esquadrão Red Tails” (2012) costumava ser ignorados. Os episódios acompanham os desafios dos pilotos dos bombardeiros B-17 em missões perigosas sobre a Europa ocupada pelos nazistas entre 1942 e 1945. Conforme a trama avança, os dramas pessoais e os horrores da guerra proporcionam um panorama detalhado dos sacrifícios e da bravura dos jovens aviadores. Enquanto as cenas de combate aéreo são o grande destaque, demonstrando um alto nível de produção e realismo, a produção série equilibra a ação intensa com momentos de emoção e reflexão sobre as experiências vividas pelos personagens. Os 9 episódios foram inspirados no livro de não ficção de Donald L. Miller, escrito após entrevistas com vários aviadores e pesquisas exaustivas em arquivos sobre a guerra nos céus da Europa. O roteiro está a cargo de John Orloff, que trabalhou anteriormente em “Band of Brothers”, e a lista impressionante de diretores dos episódios inclui Cary Joji Fukunaga (“007: Sem Tempo para Morrer”), Dee Rees (“A Última Coisa que Ele Queria”), Timothy Van Patten (“The Pacific”) e o casal Ana Boden e Ryan Fleck (“Capitã Marvel”). Para completar, o elenco grandioso também inclui Anthony Boyle (“Tolkien”), Nate Mann (“Licorice Pizza”), Rafferty Law (filho de Jude Law), Josiah Cross (“King Richard: Criando Campeãs”), Branden Cook (“Me Conte Mentiras”) e Ncuti Gatwa (“Sex Education”). GRISELDA | NETFLIX Em seu primeiro papel dramático, Sofia Vergara (“Modern Family”) vive Griselda Blanco, poderosa chefona de um cartel de drogas. A personagem é durona, enfrenta ameaças e tiros de rivais, e reage à provocações com muito mais violência, sem receio de sujar as próprias mãos. Melhor de tudo: a história é baseada em fatos reais. Griselda – que também atendia pelos nomes de Viúva Negra, La Madrina e Madrinha da Cocaína – foi uma das maiores traficantes de cocaína dos anos 1980. Mas apesar disso – e de sua proximidade com Pablo Escobar e o cartel de Medellín – , não foi uma personagem de destaque em “Narcos”, série dos mesmos produtores da atual atração – entretanto, sua história já foi contada na tela, no filme “Cocaine Godmother”, de 2017, onde teve interpretação de Catherine Zeta-Jones. A série foi desenvolvida pelo produtor Eric Newman, showrunner de “Narcos” e “Narcos: Mexico”, e os episódios são escritos e dirigidos pelo colombiano Andrés Baiz, que também trabalhou na franquia “Narcos”. A trama retrata a vida de Griselda após sua fuga de Medellin em 1978 e chegada a Miami, onde se envolve no comércio de cocaína, ao mesmo tempo em que precisa lidar com misoginia, machismo, violência e intimidação. A história vai até 1981, quando encontra uma Griselda transformada em uma versão monstruosa de si mesma, impulsionada pelo poder e ganância. A opção de condensar três anos tumultuados da vida de Griselda em seis episódios resulta numa narrativa ágil, repleta de ação, moda e música de época, além de atuações convincentes, especialmente de Vergara, revelando novas facetas de seu talento em um papel sério. EXPATRIADAS | PRIME VIDEO A minissérie baseada no romance de Janice Y.K. Lee, explora as vidas entrelaçadas de três mulheres expatriadas em Hong Kong. Uma delas é Margaret, interpretada por Nicole Kidman (“Apresentando os Ricardos”), uma americana rica que vive na cidade com seu marido Clarke (Brian Tee de “Chicago Med”) e seus três filhos. A vida de Margaret é abalada quando seu filho mais novo desaparece, desencadeando uma espiral de trauma e alienação. A história segue também Mercy (Ji-young Yoo, de “The Sky Is Everywhere”), uma jovem recém-chegada de Nova York que encontra sua vida virada de cabeça para baixo após um encontro casual com Margaret, e Hilary (Sarayu Blue, de “Eu Nunca…”), uma vizinha de Margaret, cujo casamento está desmoronando. A atração é criada, escrita, dirigida e produzida por Lulu Wang, cineasta premiada de “A Despedida” (2019), e seu enredo também captura a dinâmica entre empregadores e empregados domésticos, além de abordar temas como maternidade e política, passando-se durante a Revolução dos Guarda-chuvas de 2014. O ritmo é lento, mas a obra se destaca por sua bela fotografia e por capturar a essência de Hong Kong. SEXY BEAST | PARAMOUNT+ Estreia do cineasta Jonathan Glazer (“Reencarnação” e “Sob a Pele”), “Sexy Beast” foi um filme de gângsteres de 2000 que rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Ben Kingsley. Na trama de cinema, Ray Winstone vivia Gal Dove, um ladrão que resolve se aposentar da vida do crime, saindo em férias com sua mulher e amigos para a Espanha. Mas seu antigo parceiro Don Logan (papel de Kingsley) quer que ele participe de um último grande assalto em Londres e se recusa a aceitar “não” como resposta. Ian McShane também estava no elenco com o poderoso chefão Teddy Bass, que se beneficiaria do crime. A nova série é um prólogo focado no passado criminoso desses personagens, mostrando o começo da parceria entre Gal Dove e Don Logan, na época em que começam a trabalhar para o chefão Teddy Bass, período em que Gal também conhece e se apaixona pela estrela de cinema adulto DeeDee – sua futura esposa. Gal é um ladrão brilhante e Don é um gângster cruel, e os episódios exploraram o complicado relacionamento do par, em meio à loucura sedutora do mundo criminoso de Londres durante os vibrantes e voláteis anos 1990. Os papéis principais são vividos por James McArdle (“Mare of Easttown”) como Gal, Emun Elliott (“Mistério no Mar”) como Don, Sarah Greene (“Normal People”) como Deedee, Stephen Moyer (“True Blood”) como Teddy, além de Tamsin Greig (“Episodes”) no papel da irmã controladora de Don, Cecília. A atração foi desenvolvida por Michael Caleo, roteirista das séries clássicas “Rescue Me” e “Os Sopranos”, além do filme “A Família”, de Luc Besson, e o primeiro episódio tem direção da cineasta Karyn Kusama (“O Peso do Passado”). VICKY E A MUSA 2 | GLOBOPLAY A primeira série musical do Globoplay traz uma história que mistura música pop, mitologia e dilemas da adolescência. A trama se passa no fictício bairro operário de Canto Belo, que, após a pandemia da Covid-19, precisou fechar as portas do único teatro da cidade, distanciando-se de qualquer tipo de manifestação artística. Tudo muda quando a jovem Vicky, interpretada por Cecília Chancez, pede ajuda às musas gregas e aos deuses da Arte, que respondem a seu apelo, assumindo a missão de devolver a alegria, a inspiração e o ritmo para os moradores locais. A musa da música Euterpe, vivida por Bel Lima (do teatro musical), e o deus do teatro Dionísio, interpretado por Túlio Starling (“O Pastor e o Guerrilheiro”), logo se misturam aos mortais para abrir um teatro musical comunitário, que engaja os jovens da trama, entre eles Tabatha Almeida (ex-“The Voice Kids”), Malu Rodrigues (“Minha Fama de Mau”), Nicolas Prattes (“Éramos Seis”), Pedro Caetano (“Sentença”), Cris Vianna (“Império”), Leonardo Miggiorin (“Malhação”), Jean Paulo Campo (“Carinha de Anjo”), João Guilherme (“De Volta aos 15”) e outros. Entretanto, na 2ª temporada, o dono do teatro invadido aparece para reclamar da ocupação – artística, segundo os jovens, criminosa segundo o proprietário. O dilema se instala e é preciso muita música, dança e dramaturgia para resolvê-lo. A série foi criada e escrita por Rosane Svartman, autora do folhetim de sucesso “Vai na Fé”, tem direção artística de Marcus Figueiredo (“Malhação”) e direção de gênero de José Luiz Villamarim (“Onde Está Meu Coração”). MESTRES DO UNIVERSO: A REVOLUÇÃO | NETFLIX Após duas temporadas de “Salvando Eternia”, a continuação enfrenta o desafio de desenvolver uma história completa em cinco episódios. A trama começa com as consequências da saga anterior. Eternia se vê sem um Preternia, seu lado celestial do pós-vida, deixando as almas em limbo ou Subternia. Teela, agora a Feiticeira de Grayskull, tem a missão de reconstruir esse paraíso. Paralelamente, o Rei Randor desafia He-Man a tomar uma escolha crucial entre reinar ou proteger Grayskull. A história ainda introduz o vilão Hordak e seu Exército do Mal, além de abordar o conflito entre tecnologia e magia, com participação de um Skeletor mais instável e aterrorizante. A temporada aposta em cenas de ação para atrair um público mais jovem e inclui diversos personagens queridos pelos fãs, fazendo até referências às diferentes variações da franquia, incluindo piadas meta sobre Gwildor do filme de 1987 e acenos para a recente série CGI. Com roteiros e produção de Kevin Smith (“O Balconista”), a produção destaca as vozes do casal Chris Wood e Melissa Benoist (ambos de “Supergirl”) como He-Man e Teela, Diedrich Bader (“Bela, Recatada e do Lar”) como Randor, Mark Hamill (“Star Wars”) como Skeletor e Keith David (“A Viagem”) como Hordak. FILMES WONKA | VOD* O prólogo musical do clássico “A Fantástica Fábrica de Chocolate” apresenta Timothée Chalamet (“Duna”) no papel de um jovem Willy Wonka, que chega a uma cidade europeia com o sonho de abrir sua própria loja de chocolates e doces. Diferente da versão mais madura e enigmática interpretada por Gene Wilder em 1971 e Johnny Depp em 2005, Chalamet é um Wonka ingênuo e sonhador, cujo amor pelo chocolate é herdado de sua mãe, interpretada por Sally Hawkins (“A Forma da Água”). O filme segue sua jornada enquanto ele tenta estabelecer seu negócio. A narrativa se desenrola em torno das tentativas de Wonka de se destacar no competitivo mundo dos doces, enquanto lida com a manipulação da astuta dona de uma pousada, Mrs. Scrubit, vivida por Olivia Colman (“A Favorita”), e a oposição do Cartel de Chocolate. Com a ajuda de uma órfã esperta e um grupo de cativantes personagens secundários, Wonka se aventura pela cidade, esquivando-se da polícia e experimentando suas invenções. O filme também apresenta Hugh Grant (“Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes”) como um Oompa Loompa, adicionando uma dimensão cômica à história. O diretor Paul King é conhecido por seu estilo visual distinto e habilidade em criar narrativas infantis encantadoras, como demonstrou em “Paddington” e sua sequência. E “Wonka” resulta num deleite visual, com cenários coloridos e extravagantes que lembram uma produção teatral. As canções originais do filme, compostas por Neil Hannon (da banda The Divine Comedy), ainda adicionam um charme musical, enquanto Chalamet e Grant dão vida a clássicos como “Pure Imagination” e “Oompa Loompa”. A abordagem do material é calorosa e acolhedora, sem a malícia presente na adaptação de Mel Stuart de 1971, fazendo de “Wonka” uma celebração do sonho e da imaginação, e uma experiência leve e agradável para o público. FERIADO SANGRENTO | VOD* Eli Roth, o diretor de “Cabana do Inferno” (2002) e “O Albergue” (2005), retorna ao terror, após um longo período distante, com uma produção que segue o modelo clássico dos slashers, incluindo um psicopata mascarado e uma data comemorativa. A trama se desenrola em Plymouth, Massachusetts, e começa com uma cena caótica de liquidação de Black Friday que termina em tragédia. Um ano após o evento, um assassino misterioso começa a matar aqueles que estiveram envolvidos no incidente, vestindo uma fantasia de peregrino e uma...
Colman Domingo será Nat King Cole e pai de Michael Jackson no cinema
O ator Colman Domingo, que na terça (23/1) foi indicado ao Oscar por seu papel em “Rustin”, entrou no elenco de mais duas biografias. Desta vez, o tema é musical. Ele assumirá o papel de Joe Jackson, pai de Michael Jackson, no filme biográfico “Michael”, dirigido por Antoine Fuqua (“O Protetor”). Ao mesmo tempo, Domingo também se transformará no lendário cantor Nat King Cole em um filme que ele mesmo escreveu e pretende dirigir. No filme “Michael”, Domingo interpretará pai controvertido dos Jackson Five, marcando sua presença em um elenco que inclui Jaafar Jackson, sobrinho de Michael, no papel principal. Domingo expressou entusiasmo com o projeto, destacando a oportunidade de interpretar um personagem rico e complexo, e testemunhar a transformação impressionante de Jaafar Jackson. A produção do filme começou em 22 de janeiro, com lançamento previsto para 18 de abril de 2025. Depois de “Michael”, Domingo revelou que vai embarcar na jornada de dar vida a Nat King Cole em um filme musical. Este projeto marcará sua estreia como diretor de longas-metragens e é fruto de um trabalho que vem desenvolvendo há alguns anos. O ator já havia explorado a vida de Cole no teatro e agora quer levar sua admiração pelo músico para as telas de cinema. Ainda não foram revelados detalhes específicos sobre o enredo, mas o legado de Cole como um dos músicos mais influentes do século 20 é inegável, com clássicos como “Unforgettable” e “Smile”.
Netflix desiste de lançar sci-fi já filmada com Halle Berry
A Netflix decidiu não lançar “The Mothership”, ficção científica estrelada por Halle Berry (“John Wick 3: Parabellum”), que tinha todas as filmagens já concluídas. O motivo, segundo apurou o site The Hollywood Reporter, foi que o projeto estava patinando numa pós-produção interminável e tentou obter mais verbas para refilmagens. A Netflix optou por não prosseguir, arquivando o lançamento. O filme contava a história de uma mulher, interpretada por Berry, que descobre um objeto extraterrestre sob sua casa um ano após o desaparecimento do marido. Escrito e dirigido por Matthew Charman (“Ponte dos Espiões”), em sua estreia na direção de longas-metragens, o longa também incluía Molly Parker (“House of Cards”), John Ortiz (“Círculo de Fogo: A Revolta”) e Omari Hardwick (“Power”) no elenco. Essa decisão da Netflix lembra a da Warner Bros. Discovery em 2022, ao cancelar “Batgirl”, filme da DC que já havia concluído as filmagens e estava previsto para ser lançado na HBO Max. A empresa também arquivou o longa “Coyote vs. Acme” no ano passado, mas permitiu que os cineastas o oferecessem a outros estúdios. Até o momento, nenhum comprador se interessou. “The Mothership” fazia parte de um contrato de produção fechado entre Berry e a Netflix, que lançou “Ferida”, estreia da atriz na direção em 2020. Ela também tem confirmado o projeto “The Union” com Mark Wahlberg para a plataforma de streaming.












