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23 de julho de 2026
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    Capitão América: Guerra Civil ganha novas fotos

    4 de dezembro de 2015 /

    O filme “Capitão América: Guerra Civil” é o tema da capa da nova edição da revista Entertainment Weekly, que, como de praxe, divulgou fotos exclusivas da produção. Além do Capitão América e seu rival na trama, o Homem de Ferro, as imagens mostram a Viúva Negra, o Soldado Invernal, o Falcão e Sharon Carter. Apesar do título, o filme será bem diferente da saga de quadrinhos conhecida como “Guerra Civil”, tendo uma ligação direta com “Capitão América: Soldado Invernal”, a partir do desfecho e do clima de thriller de espionagem que marcou o excelente longa anterior. O trailer do filme, divulgado em 25 de novembro, bateu o recorde de visualizações da Marvel, demonstrando a ansiedade do público. Isto se deve ao potencial épico da produção, que junta uma galeria impressionante de super-heróis: Capitão América (Chris Evans), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Viúva Negra (Scarlett Johansson), Falcão (Anthony Mackie), Soldado Invernal (Sebastian Stan), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), Visão (Paul Bettany), Máquina de Combate (Don Cheadle), Homem-Formiga (Paul Rudd), Sharon Carter (Emily VanCamp), Pantera Negra (Chadwick Boseman, de “James Brown”) e até o Homem-Aranha (Tom Holland, de “No Coração do Mar”). Os coadjuvantes de luxo incluem o General Ross (William Hurt, retomando seu papel de “O Incrível Hulk”), além dos vilões Barão Zemo (Daniel Brühl, de “Rush – No Limite da Emoção”) e Ossos Cruzados (Frank Grillo, visto em “Soldado Invernal”). Para completar, ainda há Martin Freeman (“O Hobbit”) num papel não revelado. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Turma da Mônica vai virar filme com atores de verdade

    4 de dezembro de 2015 /

    Os personagens da Turma da Mônica vão ser interpretados pela primeira vez por atores de carne e osso, informou seu criador, Mauricio de Sousa, durante um painel na Comic-Con Experience, em São Paulo. O filme da Turma da Mônica será uma parceria com a produtora Quintal Digital. A produção ainda está em fase de desenvolvimento e os atores ainda não foram escolhidos. Mas Mauricio será um dos responsáveis pela definição dos intérpretes de Mônica, Cebolinha, Magali, Cascão e companhia. A trama terá como base a graphic novel “Turma da Mônica – Laços”, uma releitura do trabalho de Mauricio de Sousa produzida pelos irmãos Lu e Vitor Cafaggi.

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    Carol é eleito melhor filme do ano pelos críticos de Nova York

    4 de dezembro de 2015 /

    Os críticos de Nova York elegeram o romance lésbico “Carol” como o Melhor Filme de 2015. A votação anual do New York Film Critics Circle também deu ao filme de Todd Haynes o reconhecimento nas categorias de Melhor Direção, Roteiro e Fotografia. Mas, curiosamente, suas intérpretes Cate Blanchett e Rooney Mara foram preteridas na lista das melhores interpretações. Pelo desempenho no drama de denúncia “Spotlight”, Michael Keaton foi considerado Melhor Ator, enquanto Saoirse Ronan venceu como Melhor Atriz pelo romance “Brooklyn”. Entre os coadjuvantes, Kristen Stewart bisou seu feito histórico no César (primeira atriz americana premiada no “Oscar francês”) e venceu na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel em “Acima das Nuvens”, e Mark Rylance foi considerado o Melhor Ator Coadjuvante por “Ponte dos Espiões”. Lançado em 2014, “Timbuktu” surpreendeu ao se impor como Melhor Filme Estrangeiro. Mas o favorito deste ano, o húngaro “O Filho de Saul”, não ficou de mãos vazias, recebendo o troféu de Melhor Filme de Diretor Estreante. Por fim, “Divertida Mente” confirmou seu favoritismo como Melhor Animação e “In Jackson Heights”, sobre uma comunidade de imigrantes no Queens, viu o bairrismo ajudar a se destacar como Melhor Documentário. [symple_divider style=”dashed” margin_top=”20″ margin_bottom=”20″] VENCEDORES DO PRÊMIO DOS CRÍTICOS DE NOVA YORK [symple_column size=”one-half” position=”first” fade_in=”false”] Melhor Filme Carol Melhor Direção Todd Haynes, por Carol Melhor Ator Michael Keaton, por Spotlight Melhor Atriz Saoirse Ronan, por Brooklyn Melhor Ator Coadjuvante Mark Rylance, por Ponte dos Espiões Melhor Atriz Coadjuvante Kristen Stewart, por Acima das Nuvens [/symple_column] [symple_column size=”one-half” position=”last” fade_in=”false”] Melhor Roteiro Phyllis Nagy, por Carol Melhor Direção de Fotografia Edward Lachman, por Carol Melhor Animação Divertida Mente Melhor Filme Estrangeiro Timbuktu Melhor Filme de Diretor Estreante O Filho de Saul Melhor Documentário In Jackson Heights [/symple_column]

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    Jennifer Garner será mulher de Bryan Cranston em adaptação do autor de Na Época do Ragtime

    4 de dezembro de 2015 /

    A atriz Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”) vai viver a esposa de Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) no drama “Wakefield”, informou o site Deadline. A produção é baseada num conto de mesmo nome do escritor E.L. Doctorow, autor dos romances que viraram os filmes “Na Época do Ragtime” (1982) e “Billy Bathgate: O Mundo a Seus Pés” (1991). Na trama, um advogado de Nova York tem um colapso nervoso e decide viver no sótão por vários meses, após uma briga com a esposa. Saindo apenas durante a noite para pegar os restos da comida, ele acaba vendo a família se reestruturar sem a sua presença de forma muito mais rápida do que imaginava. A adaptação tem roteiro e direção de Robin Swicord (“O Clube de Leitura de Jane Austen”), e já começou a ser filmada. Contudo, ainda não há previsão para seu lançamento.

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    Nova comédia dos irmãos Coen vai abrir o Festival de Berlim

    4 de dezembro de 2015 /

    A nova comédia dos irmãos Coen, “Ave, César!”, vai abrir o Festival de Berlim de 2016. O filme se passa durante a Era de Ouro de Hollywood e traz um elenco repleto de estrelas, como George Clooney, Scarlett Johansson, Josh Brolin, Channing Tatum, Jonah Hill, Tilda Swinton e Ralph Fiennes. “É maravilhoso que Joel e Ethan Coen estejam abrindo a Berlinale mais uma vez”, disse o diretor do festival, Dieter Kosslick, em comunicado, referindo-se à participação dos irmãos cineastas no evento de 2011, aberto pela refilmagem do western clássico “Bravura Indômita”. “Seu humor, seus personagens únicos e sua habilidade narrativa fantástica são garantia de emoção para a plateia. ‘Ave, César!’ é o início perfeito para a Berlinale 2016”, completou. Vencedores do Oscar de Melhor Filme por “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007), os irmãos Coen tem prestígio internacional e presidiram, no ano passado, o júri do Festival de Cannes. Por sua vez, a 66ª edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim será presidida pela atriz americana Meryl Streep (“Álbum de Família”), e está marcada para começar no dia 11 de fevereiro. Aproveite para ver abaixo o trailer de “Ave, César!”.

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    Louis Garrel revela novo talento em Dois Amigos

    4 de dezembro de 2015 /

    Louis Garrel talvez seja o jovem ator francês de sua geração (em torno dos 30 anos de idade) de maior sucesso no mundo do cinema. Agora, além de atuar, ele dirige seu primeiro longa-metragem – e veio ao Brasil para divulgá-lo. É “Dois Amigos”, um filme sobre relacionamentos humanos que se mostram complicados, porque há segredos subentendidos, falta de sinceridade e medo, nos contatos. Na base deles está o desejo, a possibilidade do envolvimento amoroso e aquilo que, por algum motivo, não pode acontecer. A temática, claro, tem tudo a ver com a herança da nouvelle vague. O jeito de filmar, cool e próximo dos personagens, também. Afinal, Louis é filho do grande cineasta Philippe Garrel, com quem trabalhou como ator em filmes que retratam as muitas formas de vivenciar o amor e seus problemas, como “Amantes Constantes” (2005), “Fronteira da Alvorada” (2008), “Um Verão Escaldante” (2011) e “Ciúme” (2013). Ator frequente também em filmes de Christophe Honoré, Louis Garrel divide com ele o roteiro de “Dois Amigos”. Honoré costuma trabalhar com personagens em busca de amor e afeto, mas um tanto estranhos e desencontrados. Ou bizarros, para ficar num termo frequente em língua francesa. “Em Paris” (2006), “Canções de Amor” (2007), “A Bela Junie” (2008) e “As Bem-Amadas” (2011) são exemplos de filmes que Honoré dirigiu, tendo Garrel no elenco. A experiência do ator e essas influências são muito positivas no que se vê em “Dois Amigos”. O filme se centra em dois personagens masculinos bem construídos. Frágeis, carentes, dependentes um do outro e com uma alma feminina, convivem com uma mulher forte, intensa e algo misteriosa, que luta para sobreviver, enquanto aguarda sair da prisão. Já está em regime semiaberto, trabalhando fora, mas isso ainda limita muito sua vida. Além de Louis Garrel, que consegue dar conta de dirigir e atuar, também está no filme Vincent Macaigne, o amigo, em belo desempenho – ele já tinha trabalhado com Garrel em “Um Verão Escaldante”. Mas ambos giram em torno da figura marcante da jovem mulher que, na prática, comanda as ações e dá luminosidade ao filme. O papel é da atriz iraniana Golshifteh Farahani, que mostrou seu talento em obras como “Procurando Elly” (2010), no Irã, e em “Pedra de Paciência” (2014), no Afeganistão. Ela vive na França e nem pode pensar em voltar a seu país de origem, depois que posou nua para uma revista. A propósito, ela está linda e sensual em “Dois Amigos”, e é o grande destaque do filme. Uma estrela.

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    Tudo o que Aprendemos Juntos é filme “do bem” com fórmula hollywoodiana

    4 de dezembro de 2015 /

    Na melhor tradição do chamado “filme de professor”, que já rendeu exemplares comoventes como “Sociedade dos Poetas Mortos” (1989), “Mr. Holland – Adorável Professor” (1995), “Entre os Muros da Escola” (2009), “O Que Traz Boas Novas” (2011) e especialmente “Música do Coração” (1997), pela temática musical, “Tudo Que Aprendemos Juntos” é um “filme do bem”, que conta a história real da formação da Orquestra Sinfônica Heliópolis, bem-sucedido trabalho de jovens da periferia de São Paulo que contou com a ajuda de um músico exigente. Dirigido por Sérgio Machado (“Cidade Baixa”), o filme enfatiza o drama de Laerte (Lázaro Ramos, de “O Vendedor de Passados”), um jovem e dedicado violinista baiano que está em na capital paulista com fins mais ambiciosos, visando entrar para a Osesp – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Logo no começo do filme, vemos o seu estado de completo nervosismo e travamento na hora de se apresentar em uma audição. Vencido pelo medo e frustrado por também não estar conseguindo dinheiro para se manter adequadamente e ainda ajudar a família na Bahia, Laerte aceita trabalhar como professor de uma pequena orquestra bem desafinada de uma escola da periferia. Demora um pouco para ele perceber as dificuldades e os dramas daqueles jovens, bem como se habituar ao encontro nada agradável com os traficantes do local, mas aos poucos aquela missão passa a motivá-lo mais do que o seu sonho de entrar na Osesp. “Tudo Que Aprendemos Juntos” carrega um bocado no melodrama, seguindo a cartilha hollywoodiana das histórias de superação, que se manifestam por meio do relacionamento de respeito e amizade entre um professor de bom coração e seus alunos carentes. Neste sentido, busca um registro mais acessível e popular que os trabalhos anteriores de Machado, como “Cidade Baixa” (2005), “Quincas Berro D’Água” (2010) e “A Coleção Invisível” (2012), mais sofisticados em sua dramaturgia e direção. Até a escolha das músicas eruditas, especialmente a seleção de Bach e Vivaldi, ajuda a carregar nas notas sentimentais. O filme, porém, permite um registro quase documental em algumas cenas, como a briga de duas alunas no primeiro dia de aula, capaz de comover, sem manipular, qualquer profissional da educação, tristemente familiarizado com a situação. Vale destacar ainda que Lázaro Ramos faz um trabalho correto, mas é facilmente eclipsado em cena por alguns dos jovens atores que compõem a orquestra da escola, seja o rapaz que tem uma sensibilidade especial para a música, seja o garoto-problema que alcança a superação depois de uma tragédia. É com eles que o filme ganha em emoção, justificando o voto do público que o elegeu melhor filme brasileiro da última Mostra de São Paulo.

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    YouTube pode passar a exibir filmes e séries atuais

    3 de dezembro de 2015 /

    O site de compartilhamento de vídeos YouTube pode estar se preparando para exibir filmes e séries atuais, segundo apurou o Wall Street Journal. O jornal financeiro americano informou que executivos da companhia reuniram-se com estúdios de Hollywood e outras produtoras nos últimos meses, para considerar propostas e negociar licenças de novos lançamentos no cinema e na TV. A exibição de filmes e séries seria uma estratégia para se posicionar como uma alternativa a outros serviços de streaming, como Netflix e Amazon. A companhia estaria usando relações existentes do Google Play com estúdios de cinema e outros detentores de conteúdo de vídeo premium para negociar os acordos. O objetivo seria reforçar o YouTube Red, serviço recém-lançado pelo Google, que é basicamente um YouTube sem anúncios e pago por assinantes. De acordo com o jornal, o YouTube pretende reunir uma boa coleção de programação original e licenciada de 2016 em diante. A reportagem não foi comentada por representantes do YouTube.

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    Carol: Cate Blanchett se apaixona por Rooney Mara em quatro cenas do filme

    3 de dezembro de 2015 /

    A Weinstein Company divulgou mais quatro cenas de “Carol”, que mostram o envolvimento romântico entre as personagens de Cate Blanchett (“Blue Jasmine”) e Rooney Mara (“Terapia de Risco”), com toda a discrição e sutileza que pediam os anos 1950. As prévias revelam o clima do primeiro encontro, a evolução da intimidade, o convite para uma fuga e até uma confissão da paixão, feita por Blanchett para Sarah Paulson (série “American Horror Story”). “Carol” é uma adaptação do livro “The Price of Salt”, escrito em 1952 pela famosa autora de suspenses Patricia Highsmith (sob o pseudônimo de Claire Morgan), mais conhecida por suas histórias de crimes, que inspiraram filmes como “Pacto Sinistro” (1951), de Alfred Hitchcock, e “O Talentoso Ripley” (1999), de Anthony Minghella. Na trama, Carol Aird (Blanchett) é uma mulher refinada, que está presa em um casamento sem amor, mas que lhe sustenta financeiramente. Após seu último envolvimento com uma amante (Paulson), seu marido (Kyle Chandler, da série “Friday Night Lights”) lhe ameaça com o divórcio e a perda da guarda de sua filha. Mas sua disposição em se conformar com o jogo de aparências é colocada em xeque quando ela conhece Therese Belivet (Mara), uma jovem que trabalha numa loja de departamentos e sonha com uma vida melhor. O que começa com uma troca de olhares logo se torna cada vez mais sedutor e irresistível. A adaptação foi roteirizada pela diretora de teatro Phyllis Nagy (“Mrs. Harris”) e dirigida por Todd Haynes, que antes já havia transformado Cate Blanchett em homem no filme “Não Estou Lá” (2007). Elogiadíssimo em sua passagem pelo Festival de Cannes, o drama rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Rooney Mara. A estreia acontece em 18 de dezembro nos EUA e um mês depois, em 14 de janeiro, no Brasil.

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    Batman vs. Superman: Novo trailer traz luta de heróis, o vilão Apocalipse e a Mulher Maravilha

    3 de dezembro de 2015 /

    A Warner Bros. divulgou um novo trailer legendado de “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”, ainda mais espetacular que as prévias anteriores. Repleto de sequências inéditas e “spoilers”, o vídeo mostra o primeiro encontro entre Batman e Superman – na verdade, Bruce Wayne e Clark Kent – , intermediado por ninguém menos que Lex Luthor. O vilão também aparece por trás do confronto entre os heróis e – confirmando um boato antigo – revela-se responsável pela criação do monstro Apocalipse, vislumbrado aqui pela primeira vez. Ao final, ainda há tempo para a entrada triunfal da Mulher Maravilha, que, ao irromper em cena, deixa os dois heróis atordoados. O filme vai mostrar, pela primeira vez no cinema, o encontro dos principais super-heróis da editora de quadrinhos DC Comics, trazendo Henry Cavill (“Homem de Aço”) como Superman e Ben Affleck (“Argo”) como Batman, além de Gal Gadot (“Velozes & Furiosos 6”) como Mulher-Maravilha, Ray Fisher (peça “Fetch Clay, Make Man”) como Ciborgue, Jason Momoa (série “Game of Thrones”) como Aquaman, Jesse Eisenberg (“Truque de Mestre”) como Lex Luthor, Amy Adams (“Trapaça”) como Lois Lane, Jeremy Irons (série “Os Borgias”) como Alfred, Laurence Fishburne (série “Hannibal”) como Perry White e Diane Lane (“Infidelidade”) como Martha Kent. O roteiro foi escrito por David Goyer (“O Homem de Aço”) e revisado por Chris Terrio (“Argo”), e a direção é de Zack Snyder (“O Homem de Aço”). “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” tem estreia marcada para 24 de março de 2016 no Brasil, um dia antes do seu lançamento nos EUA.

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    Estreias: Filmes brasileiros enfrentam Moby Dick e Angelina Jolie em semana de 17 lançamentos

    3 de dezembro de 2015 /

    Nada menos que 17 filmes estreiam nos cinemas nesta quinta (13/2) e metade (descontado o decimal) são brasileiros. De estilos e propostas bem diferentes, as produções vão do lazer de shopping center ao documentário micróbio – aquele que precisa de microscópio para ser encontrado em algum cinema. Entre os dois pólos, bons filmes lutam para chamar atenção em meio à saturação. Os trailers de todas as estreias podem ser conferidos abaixo. Parece muita coisa, mas a maioria só vai passar no Rio e em São Paulo, em circuito limitadíssimo. Nos shoppings, o maior lançamento é “No Coração do Mar”, cheio de som, fúria e vento. Embora seja dirigido por Ron Howard (“O Código Da Vinci”) e estrelado por Chris Hemsworth (“Os Vingadores”), é um filme de efeitos e, ao contrário de seu título, sem coração. A trama baseia-se na história real que inspirou o romance “Moby Dick”. Há mais quatro filmes americanos, bem diferentes entre si. “O Natal dos Coopers” é a típica comédia natalina que Hollywood lança todo o ano – Diane Keaton, a matriarca da trama, já passou Natal mais feliz em “Tudo em Família (2005). O feriado cristão também pode levar público a “Quarto de Guerra”, drama evangélico que parece telefilme e promete lavagem cerebral. Já o vazio existencial de “À Beira-Mar” celebra dois fetiches de Angelina Jolie: seu marido Brad Pitt, com quem divide as cenas, e o cinema de Michelangelo Antonioni, que ela emula em cada segundo de tédio bem fotografado. Mas é outro ator-diretor quem surpreende – sem afetação e fazendo o básico. Estreia na direção de Joel Edgerton, “O Presente” explora o suspense de forma intensa e efetiva, configurando-se na melhor opção do grande circuito. As estreias brasileiras também se repartem em gêneros e resultados distintos. Dois lançamentos têm apelo popular e distribuição ampla: “Bem Casados” segue a linha das comédias histriônicas, que tem feito sucesso e arrasado – em todos os sentidos – o cinema nacional, enquanto “Tudo que Aprendemos Juntos” aposta no melodrama, com história de superação e professor bonzinho, seguindo fórmula americana. As duas ficções restantes são mais autorais. “Califórnia” revela o drama de uma adolescência “poética”, mas bem convencional em seus clichês, passada nos anos 1980 entre o pós-punk e a Aids. Já “O Fim e os Meios” transforma a atual conjuntura política, marcada pela corrupção, em suspense anticonvencional, com narrativa estruturada fora de ordem. Vale destacar que o diretor deste filme, Murilo Salles, também está lançando dois documentários, “Passarinho Lá de Nova Iorque” e “Aprendi a Jogar com Você”, com patrocínio do BNDES – banco público, alvo de questionamentos mais graves que os apontados na obra de ficção. Mais dois documentário completam a seleção brasileira: “5 Vezes Chico – O Velho e Sua Gente”, produção da Globo sobre o rio que será tema de sua próxima novela, e “Através”, viagem a Cuba na carona de uma jovem cubana que planeja sair do país, mas, no meio do caminho, encontra uma ficção perdida em sua história. Como sempre, o circuito limitado preenche sua programação com arte, exibindo obras dos principais festivais internacionais. Dois filmes vem de Cannes: a comédia “Dois Amigos”, também dirigida por um ator, o francês Louis Garrel, e o drama “Sabor da Vida”, da japonesa Naomi Kawase, eleito Melhor Filme pelo público da recente Mostra de São Paulo. Há também uma atração do Festival de Veneza, “O Cheiro da Gente”, novo longa de sexo adolescente/polêmico do diretor Larry Clark, 30 anos após “Kids” (1995). Contudo, assim como nos shoppings, o principal destaque pertence a um suspense. Lançado com uma “tradução” bizarra, “Pecados Antigos, Longas Sombras” (La Isla Mínima, no original) transforma a caça a um serial killer num tratado cinematográfico sobre tensão. O longa de Alberto Rodríguez é o filme espanhol do ano, vencedor de 10 prêmios Goya (o Oscar espanhol) e 9 prêmios da crítica espanhola. Mesmo assim, só vai estrear em 8 salas em todo o país. Para ter um parâmetro da lógica do mercado, imagine agora em quantas salas será exibido o futuro remake piorado hollywoodiano… [symple_divider style=”dashed” margin_top=”20″ margin_bottom=”20″] Estreias de cinema da semana Estreias em circuito limitado

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    Thor: Ragnarok contrata nova roteirista

    3 de dezembro de 2015 /

    O Marvel Studios contratou uma nova roteirista para reescrever “Thor: Ragnarok”. Segundo o site Variety, a escolhida foi a pouco conhecida Stephany Folsom, que nunca teve nenhum roteiro filmado, mas já figurou na Black List (a lista dos melhores roteiros ainda não filmados) e recentemente desenvolveu o projeto de “The Princess of North Sudan” para a Disney, dona da Marvel. Ela vai refazer o roteiro inicial, escrito pela dupla Christopher Yost e Craig Kyle, roteiristas da série animada “Wolverine e os X-Men”. Portanto, todos os boatos estranhos que circularam sobre a trama podem ser exorcizados. A direção permanece a cargo do comediante Taika Waititi, que tem no currículo a comédia sobre vampiros “What We Do in the Shadows”, inédita no Brasil, além das séries “Flight of the Conchords” e “The Inbetweeners”. O filme trará de volta Chris Hemsworth como Thor, Tom Hiddleston como Loki e Jaimie Alexander como Sif, além de contar com a participação de Mark Ruffalo no papel do incrível Hulk. As filmagens estão marcadas para março na Austrália e a estreia prevista para 27 de julho de 2017.

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    Marvel divulga documento que dará origem ao conflito entre Capitão América e Homem de Ferro

    3 de dezembro de 2015 /

    A Marvel divulgou o documento conhecido como Acordo de Sokovia, que precipitará um racha entre os Vingadores na trama de “Capitão América: Guerra Civil”. O documento busca oficializar o compromisso dos heróis em seguir as ordens das Nações Unidas, ao invés de agir por conta própria. Ele consiste de uma única página, que contém campos em branco para as assinaturas dos integrantes dos Vingadores. Como o Capitão América vai se recusar a assinar, o confronto é estabelecido, cabendo ao Homem de Ferro tentar enquadrá-lo. A polarização acabará por rachar os Vingadores, fazendo os heróis se dividirem entre as facções dos dois líderes. O trailer do filme, divulgado em 25 de novembro, bateu o recorde de visualizações da Marvel, demonstrando a ansiedade do público. Isto se deve ao potencial épico da produção, que junta uma galeria impressionante de super-heróis: Capitão América (Chris Evans), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Viúva Negra (Scarlett Johansson), Falcão (Anthony Mackie), Soldado Invernal (Sebastian Stan), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), Visão (Paul Bettany), Máquina de Combate (Don Cheadle), Homem-Formiga (Paul Rudd), Sharon Carter (Emily VanCamp), Pantera Negra (Chadwick Boseman, de “James Brown”) e até o Homem-Aranha (Tom Holland, de “No Coração do Mar”). Os coadjuvantes de luxo incluem o General Ross (William Hurt, retomando seu papel de “O Incrível Hulk”), além dos vilões Barão Zemo (Daniel Brühl, de “Rush – No Limite da Emoção”) e Ossos Cruzados (Frank Grillo, visto em “Soldado Invernal”). Para completar, ainda há Martin Freeman (“O Hobbit”) num papel não revelado. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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