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Filme

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    Volta de Godzilla é adiada, mas confronto com King Kong está confirmado

    11 de maio de 2016 /

    A Warner Bros. adiou o lançamento de “Godzilla 2” e confirmou a produção de “Godzilla vs. King Kong”, ao anunciar mudanças no cronograma de suas próximas estreias de cinema. A sequência de “Godzilla” (2014), que voltará a ser dirigida por Gareth Edwards, será lançada nove meses mais tarde que o originalmente previsto. A estreia ficou marcada para o dia 22 de março de 2019 nos EUA – ainda não há previsão para o Brasil. Com isso, a produção evitará disputar público com “Transformers 6”. Informações sobre a trama ainda não foram reveladas, mas o roteirista Max Borenstein prometeu que o novo longa será mais grandioso que o original. Por sua vez, a briga dos gigantes “Godzilla vs. King Kong” chegará aos cinemas em 29 de maio de 2020, quase um ano depois. A ideia do estúdio é criar um universo compartilhado entre as duas franquias de monstros já a partir de “Kong: Skull Island”, que irá incorporar citações ao Projeto Monarch, mostrado no primeiro “Godzilla”. O Projeto Monarch foi criado para caçar e estudar organismos terrestres gigantes não identificados. Passado nos anos 1970 e com um elenco estelar (Tom Hiddleston, Brie Larson, Samuel L. Jackson, etc), “Kong: Skull Island” chega aos cinemas em março de 2017

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  • Filme

    Dwayne Johnson diz que remake de Jumanji vai homenagear Robin Williams

    11 de maio de 2016 /

    O ator Dwayne Johnson (“Velozes & Furiosos 7”) usou o Instagram para postar uma foto sobre o remake de “Jumanji” (1995) e aproveitou para adiantar os planos de uma homenagem ao ator Robin Williams, protagonista da aventura original, que faleceu em 2014. “Uma coisa importante com que eu quero ser honesto e relembrar é Robin Williams. O amor e respeito que eu tenho por esse homem é ilimitado. Vocês têm a minha palavra, nós vamos honrar o nome dele e o personagem Alan Parrish será para sempre imortalizado no mundo de Jumanji de uma forma sincera e legal. […] Eu acho que a família dele vai ficar orgulhosa”, ele escreveu, sugerindo que o personagem vivido por Williams será referido na trama. A refilmagem terá a direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”) e a estreia está prevista para o dia 28 de julho de 2017.

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  • Filme

    Próximo filme dos X-Men vai se passar nos anos 1990

    11 de maio de 2016 /

    Confirmando a progressão temporal dos filmes da franquia, o próximo filme dos “X-Men” será passado nos anos 1990, afirmou o produtor e roteirista Simon Kinberg em entrevista ao site Coming Soon. Desde que “X-Men: Primeira Classe” (2011) lançou um reboot da franquia, cada lançamento dos “X-Men” tem sido encenado com uma década de diferença, com “Primeira Classe” nos anos 1960, “Dias de Um Futuro Esquecido” (2014) nos 1970 e “Apocalipse” (2016) nos 1980. A sequência de “X-Men: Apocalipse” ainda não tem diretor definido, já que Bryan Singer avisou que pretende dar um tempo nos filmes dos mutantes, e nem há previsão para seu lançamento. Mas alguns rumores, baseados numa cena de “Apocalipse”, apontariam para uma trama focada na Fênix Negra, história já vista em “X-Men: O Confronto Final” (2006). “X-Men: Apocalipse” estreia na próxima semana no Brasil, em 19 de maio, oito dias antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Kristen Stewart revela surpresa por ter ficado de fora de O Caçador e a Rainha do Gelo

    11 de maio de 2016 /

    A ausência de Kristen Stewart em “O Caçador e a Rainha do Gelo” causou estranheza entre os fãs e gerou muitas especulações. Durante sua participação no Festival de Cannes, a própria atriz revelou sua surpresa com a decisão da Universal Pictures. Estrela de “Branca de Neve e o Caçador” (2012), ela contou, em entrevista para a revista Variety, que nem sequer sabia que o estúdio estava fazendo a continuação. Vale lembrar, claro, que a atriz se envolveu com Rupert Sanders, diretor do primeiro filme, num caso polêmico de bastidores, que alimentou o machismo de Hollywood. Tanto que, a princípio, a Universal dispensou a atriz e confirmou o diretor na continuação, só voltando atrás após a reação negativa da opinião pública. Ao final, nenhum dos dois participou de “O Caçador e a Rainha do Gelo”. Kristen contou que, a princípio, discutiu a sequência e chegou a receber alguns roteiros, que contariam a continuação da história de Branca de Neve. “Eu li alguns roteiros. Nenhum deles era bom. E eu tive uma reunião com a Universal sobre os rumos que a história poderia tomar”, explicou a atriz. “Não fui expulsa do filme porque tive problemas. Conversamos por meses e tentamos fazer as coisas funcionarem, mas nunca deu certo.” Aparentemente, porém, a Universal não se empenhou muito para motivá-la. Afinal, deu sinal verde para uma produção sem a presença da sua personagem. E que Kristen só soube que estava sendo feita pela imprensa. Ela assume que não gostou de saber da produção dessa forma. “Eu pensei: ‘OK, tudo bem. Nós não nos falávamos há um bom tempo, mas eu não sabia que tínhamos rompido”, criticou a atriz, que ainda considerou, após o episódio, fazer uma participação especial no filme. Mas nem isso aconteceu. “Agora eu penso: ‘Obrigada, meu Deus'”, ela ironizou, referindo-se ao fracasso da produção, que acumulou críticas negativas e péssimas bilheterias no mundo inteiro. Kristen está no Festival de Cannes participando da première de dois filmes: “Café Society”, de Woody Allen, que abriu o festival na noite desta quarta-feira, e “Personal Shopper”, longa de Olivier Assayas que disputa a competição pela Palma de Ouro.

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    Cannes: Woody Allen traz glamour à abertura do festival

    11 de maio de 2016 /

    O Festival de Cannes não poderia ter escolhido um filme mais glamouroso para abrir sua 69ª edição. “Café Society” tem a leveza de “Meia-Noite em Paris”, que abriu o evento em 2011. E exibe algumas das imagens mais belas da carreira do diretor Woody Allen, cortesia do veterano cinematógrafo Vittorio Storaro (“O Último Imperador”) e da fotogenia da estrela Kristen Stewart (“Acima das Nuvens”), dois ícones cinematográficos completamente distintos e com quem ele nunca tinha trabalhado antes. Comédia romântica de época, na linha do recente “Magia ao Luar” (2014), “Café Society” traz Jesse Eisenberg (“Batman vs. Superman”) como alterego de Allen. O cineasta já tinha dirigido o ator em “Para Roma, com Amor” (2012) e aproveita o reencontro para projetar no jovem a nostalgia por sua própria juventude, evocando paixões numa Hollywood glamourosa e numa Nova York igualmente retratada sob as luzes da estilização, durante a década de 1930. “Sempre me achei um cara romântico, embora essa opinião não seja necessariamente compartilhada pelas mulheres com quem convivi ao longo da minha vida”, brincou Allen, com seu célebre humor autodepreciativo, durante a entrevista coletiva com a imprensa internacional. “Cresci assistindo a filmes de Hollywood, que tiveram influência sobre mim, e é assim que me vejo. Tendo a ser romântico quando tento fazer filmes de amor. ‘Match Point’, por exemplo, não foi um filme romântico. Quando faço um filme de amor, ele tende a ser como ‘Café Society’, porque é um reflexo da minha formação”, explicou. No filme, Jesse Eisenberg vive Bobby, um jovem judeu de Nova York que, entendiado com os rumos de sua vida, vai tentar um recomeço em Los Angeles, com a ajuda do tio Phil (Steve Carell, de “A Grande Aposta”), poderoso agente de talentos de Hollywood. Mas, ao se apaixonar pela bela Vonnie (Kristen), secretária do tio, parte o coração e decide voltar para a Costa Leste. A experiência com as celebridades continua com seu envolvimento num nightclub frequentado por ricos e famosos, referência ao Café Society do título, que é administrado por seu irmão mafioso (Corey Stoll, de “Homem-Formiga”). Neste novo cenário, ele também conhece a paixão, ao encontrar Veronica (Blake Lively, de “A Incrível História de Adaline”). Entretanto, o romantismo de Woody Allen não é exatamente edulcorado. Ao final, há uma reviravolta melancólica. “Em filmes, tendemos a ver a vida como algo divertido. Mesmo quando vemos marido traindo a mulher, ou cônjuges mantendo relacionamentos misteriosos. Mas, analisando seriamente, tudo isso é muito triste, porque vemos pessoas sendo traídas, tendo casos, destruindo famílias e relacionamentos. Filmes adotam uma perspectiva cômica da crueldade da vida”, ele comentou, a respeito da trama de “Café Society”. “Dá vertigem, porque é como acontece na vida: você sempre pergunta se tomou as decisões corretas”, comentou Kristen Stewart, presente – e platinada! – à entrevista, a respeito da história escrita por Allen. Apesar do tom nostálgico nas lembranças da velha Hollywood e da romantização boêmia de Nova York, a recriação de época de “Café Society” contou com a incorporação de tecnologia de ponta. Pela primeira vez, e com excelentes resultados, Woody Allen trabalhou com câmeras digitais. “Para mim não mudou nada. Tenho ali a câmera e o elenco que precisa ser iluminado. O processo, para mim, é o mesmo que tenho feito com película. O digital oferece mais opções quando o filme está pronto. Mas não comprometi o meu modo de filmar por causa desse detalhe”, ele ponderou. A facilidade que a tecnologia propicia ao trabalho de pós-produção, entretanto, é vital para um cineasta que mantém um ritmo intenso, lançando um filme por ano desde 1982, apesar da idade avançada. “Eu mesmo não acredito que cheguei aos 80 anos!”, comentou Allen, divertindo a imprensa, antes de retomar seu humor mórbido, que continua desconcertante. “Minha mãe morreu com quase 100 anos, meu pai passou disso. Mas um dia, tenho certeza, acordarei pela manhã e terei um derrame, e vou parar em uma cadeira de rodas. Aí as pessoas vão apontar para mim na rua e dizer: ‘Lembra dele? Costumava fazer filmes. Agora ela faz isso (treme a mão, simulando um descontrole motor)’”. Woody Allen já lançou 14 filmes em Cannes, sempre fora de competição, porque não concorda que filmes possam ser comparados e que o trabalho de um cineasta deva ser considerado melhor que o de outro. “Café Society” será distribuído nos EUA com exclusividade pelo Amazon Studios, que pretende realizar um lançamento limitado nos cinemas em julho, antes de disponibilizá-lo na internet. No Brasil, a estreia está marcada apenas para 27 de outubro.

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    Festival de Cannes tem edição mais competitiva dos últimos anos

    11 de maio de 2016 /

    A edição 2016 do Festival de Cannes, que começa nesta quarta (11/5) com a exibição de “Café Society”, novo filme de Woody Allen, será a mais competitiva dos últimos anos. A organização do evento fez uma seleção de cineastas prestigiadíssimos, verdadeiros mestres do cinema, para a disputa da Palma de Ouro, aumentando a responsabilidade do juri presidido por George Miller (foto acima), o diretor de “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015). Para dar uma ideia inicial do que representam os 20 cineastas selecionados, o menos experiente é o brasileiro Kleber Mendonça Filho, que mesmo assim conquistou prêmios internacionais com sua obra de estreia, “O Som ao Redor” (2014). A grande maioria dos selecionados já foi reconhecida por troféus no próprio Festival de Cannes. Quatro deles, por sinal, levaram a Palma de Ouro. Os maiores campeões são os irmãos belgas Jean-Pierre e Luc Dardenne, duas vezes vencedores com “Rosetta” (1999) e “A Crianca” (2005). Eles retornam com o drama “La Fille Inconnue” (ou, no título internacional, “The Unknown Girl”), estrelado por Adèle Haenel, a jovem estrela francesa de “Lírios d’Água” (2007) e “Amor à Primeira Briga” (2014). Dois outros cineastas que já conquistaram a Palma de Ouro também estão de volta à competição. Vencedor pelo impactante “4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias” (2007), o romeno Cristian Mungiu apresenta “Bacalaureat”, enquanto o britânico Ken Loach, laureado por “Ventos da Liberdade” (2006), exibe “I, Daniel Blake”. A lista prestigiosa também tem diversas Palmas de Prata. O dinamarquês Nicolas Winding Refn, premiado no festival pela direção de “Drive” (2011), traz seu terror artístico “Neon Demon”, passado no mundo da moda e estrelado por Elle Fanning (“Malévola”), Bella Heathcote (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Abbey Lee (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Jena Malone (franquia “Jogos Vorazes”), Keanu Reeves (“De Volta ao Jogo”) e Christina Hendricks (série “Mad Men”). O espanhol Pedro Almodóvar, que recebeu de Cannes o troféu de Melhor Roteiro por “Volver” (2006), comparece com “Julieta”, drama sobre perda e abandono que acompanha uma mulher (interpretada em diferentes fases por Emma Suarez e Adriana Ugarte) ao longo de três décadas. O canadense Xavier Dolan, que venceu o Prêmio do Juri por “Mommy” (2014), revela “Juste la Fin du Monde” (título internacional: “It’s Only the End of the World”), seu primeiro longa estrelado por astros franceses. E que astros! O elenco inclui Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”), Marion Cotillard (“Macbeth”), Vincent Cassel (“Em Transe”) e Gaspard Ulliel (“Saint Laurent”). O festival, claro, continua a destacar o cinema francês, e este ano selecionou quatro obras da “casa”. Olivier Assayas vai disputar a Palma de Ouro pela quinta vez com “Personal Shopper”, por coincidência outra história sobrenatural passada no mundo da moda (como “Neon Demon”), que volta a reunir o diretor com a atriz Kristen Stewart após o premiado “Acima das Nuvens” (2014). Nicole Garcia (“Um Belo Domingo”), por sua vez, concorre pela terceira vez com “Mal de Pierres” (“From the Land of the Moon”), que junta Marion Cotillard com Louis Garrel (“Dois Amigos”) num romance de época que atravessa gerações. Bruno Dumont, que já levou duas vezes o Grande Prêmio do Júri (por “A Humanidade”, em 1999, e “Flandres”, em 2006), compete com “Ma Loute” (“Slack Bay”), uma combinação de mistério gótico e romance gay juvenil passado no litoral francês em 1910, no qual Juliette Binoche (“Acima das Nuvens”) interpreta a matriarca de uma antiga família decadente. E Alain Guiraudie, vencedor da Mostra um Certo Olhar com “Um Estranho no Lago” (2013), traz “Rester Vertical” (“Staying Vertical”), cuja história está sendo mantida em sigilo. Além da já citada obra de Nicole Garcia, a competição terá mais dois filmes dirigidos por mulheres: o road movie “American Honey”, da inglesa Andrea Arnold, que venceu o Prêmio do Juri com “Aquário” (2009), e “Toni Erdmann”, um drama sobre relacionamento familiar da alemã Maren Ade, anteriormente premiada no Festival de Berlim por “Todos os Outros” (2009). O cinema americano, como sempre, também se destaca na seleção, comparecendo com três representantes. Sean Penn, que já foi premiado em Cannes como ator por “Loucos de Amor” (1997), dirige “The Last Face”, drama humanitário passado na África e estrelado por sua ex-mulher Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”). Jim Jarmusch, vencedor do Prêmio do Júri por “Flores Partidas” (2005), lança “Paterson”, em que Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”) é um motorista de ônibus poeta. E Jeff Nichols, que disputou a Palma de Ouro com “Amor Bandido” (2012), retorna com “Loving”, no qual Joel Edgerton (“Aliança do Crime”) e Ruth Negga (série “Agents of SHIELD”) vivem um casal inter-racial nos anos 1950. Outro cineasta bastante conhecido em Hollywood, o holandês Paul Verhoeven, que disputou a Palma de Ouro por “Instinto Selvagem” (1992), traz seu primeiro filme falado em francês, “Elle”, estrelado pela atriz Isabelle Huppert (“Amor”). Refletindo sua filmografia, o longa deve se tornar um dos mais comentados do festival pelo tema polêmico. Na trama, a personagem de Huppert é estuprada e fica fascinada pelo homem que a atacou, passando a persegui-lo. A seleção também inclui três cineastas asiáticos. O iraniano Asghar Farhadi, vencedor do Oscar por “A Separação” (2011) e premiado em Cannes por “O Passado” (2013), volta a lidar com seus temas favoritos, relacionamentos e separações, em “The Salesman”. O filipino Brillante Mendoza, também já premiado em Cannes pela direção de “Kinatay” (2009), traz o drama “Ma’ Rosa”, sobre uma família que possui uma loja de conveniência numa região pobre de Manilla. Por fim, o sul-coreano Park Chan-wook, que ganhou o Grande Prêmio do Juri por “Oldboy” (2003), conta, em “The Handmaiden”, um romance lésbico ambientado na Inglaterra vitoriana. É esta turma premiadíssima que o brasileiro Kleber Mendonça Filho irá enfrentar, com a exibição de “Aquarius” na mostra competitiva. Rodado em Recife, o filme também marca a volta de Sonia Braga ao cinema nacional, no papel de uma viúva rica em guerra contra uma construtora que quer desaloja-la do apartamento onde vive. O Brasil levou a Palma de Ouro apenas uma vez na história, com “O Pagador de Promessas”, em 1962. E o cinema nacional estava meio esquecido no festival. “Aquarius” interrompe um hiato de oito anos desde que uma produção brasileira competiu pela Palma de Ouro pela última vez – com “Linha de Passe”, de Walter Salles e Daniela Thomas, em 2008. Por sinal, o país também está representado na disputa da Palma de Ouro de curta-metragem, com “A Moça que Dançou com o Diabo”, do diretor João Paulo Miranda Maria, incluído na competição oficial. Além da disputa da Palma de Ouro, o festival terá diversas mostras paralelas, que incluem a exibição do documentário “Cinema Novo”, de Eryk Rocha (“Campo de Jogo”), programado na mostra Cannes Classics, dedicada a filmes clássicos e à preservação da memória e do patrimônio cinematográfico mundial. O filme vai concorrer ao prêmio L’Oeil d’Or (Olho de Ouro), entregue ao melhor documentário do festival, em disputa que se estende a todas as mostras. O júri deste ano conta com a participação do crítico brasileiro Amir Labaki, diretor do Festival É Tudo Verdade. A programação do festival ainda exibirá, fora de competição, a já citada nova comédia de Woody Allen, “Café Society”, a volta de Steven Spielberg (“Ponte dos Espiões”) ao cinema infantil, com “O Bom Gigante Amigo”, adaptado de uma história de Road Dahl (autor de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”), o thriller financeiro “Jogo do Dinheiro”, de Jodie Foster (“Um Novo Despertar”), a comédia “Dois Caras Legais”, de Shane Black (“Homem de Ferro 3”), e o thriller “Herança de Sangue”, do francês Jean-François Richet (“Inimigo Público nº 1”), que marca a volta de Mel Gibson (“Os Mercenários 3”) como protagonista de filmes de ação. Sem mencionar dezenas de outras premières mundiais em seções prestigiadas como Um Certo Olhar, Quinzena dos Diretores, Semana da Crítica e Cine-Fundação.

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    Gael Garcia Bernal será o novo Zorro do cinema

    10 de maio de 2016 /

    O ator mexicano Gael García Bernal (“No”) vai estrelar o novo filme do Zorro, segundo apurou o site Deadline. Seu nome era associado ao projeto há pelo menos quatro anos, mas o detalhe é que o projeto não parece ser mais o mesmo que circulava por Hollywood. Anteriormente conhecido como “Zorro Reborn”, o filme seria uma sci-fi escrita por Lee Shipman e Brian McGreevy (criadores da série de terror “Hemlock Grove”). Entretanto, com a contratação do cineasta Jonas Cuarón (roteirista de “Gravidade”), tudo parece ter mudado. Para começar, o filme ganhou novo título. Vai se chamar “Z”. E Cuarón está sendo creditado como diretor e roteirista. O Deadline, entretanto, mantém que a trama será ambientada numa distopia futurista, na qual o herói mascarado liderará uma rebelião contra um governo corrupto e opressor. Não há mais detalhes sobre a trama, mas os produtores garantem que o longa vai “levar o público a um novo mundo visualmente emocionante”. Criado em 1919 pelo escritor americano de pulps Johnston McCulley, o personagem era um vigilante mascarado, que ajudava os pobres e oprimidos no pueblo de Los Angeles, durante o século 19. Apesar de ser um herói popular mexicano, será a primeira vez que um ator do país viverá o personagem numa produção de Hollywood. Nos filmes mais recentes, ele foi vivido pelo espanhol Antonio Banderas (“Os Mercenários 3”), após décadas de intérpretes americanos – desde Douglas Fairbanks em 1920. “Z” também será a segunda parceria de Bernal com o jovem Cuarón. Os dois trabalharam juntos no thriller “Desierto”, que já está em cartaz no México, mas ainda não tem previsão de lançamento nos EUA nem no Brasil. Além disso, um dos maiores sucessos de Bernal, “E Sua Mãe Também” (2001), foi dirigido pelo pai de Jonas, Alfonso Cuarón.

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    Alice no País dos Espelhos: Cenas revelam que o Chapeleiro ficou mais Louco

    10 de maio de 2016 /

    A Disney divulgou um novo pôster do Chapeleiro Louco e duas cenas de “Alice no País dos Espelhos”, que revelam partes importantes da história. A primeira cena mostra Alice (Mia Wasikowska) de volta à mesa de chá, onde descobre que o Chapeleiro (Johnny Depp) está mais louco que o costume e é conclamada pelos demais personagens a ajudá-lo. O segundo vídeo revela como ela vai lidar com a situação, mostrando sua viagem no tempo para encontrar uma versão mais jovem do Chapeleiro. Além de reencontrar velhos conhecidos, Alice também terá que lidar, na continuação do filme de 2010, com um novo inimigo, o Tempo (Sasha Baron Coen, que debuta na franquia). O roteiro foi escrito por Linda Wolverton (“Malévola”) e a direção está a cargo de James Bobin (“Os Muppets”). A estreia acontece em 26 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. https://www.youtube.com/watch?v=bgQPW9k-BOg

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    Wolverine 3 começa a ser filmado visando o público adulto

    9 de maio de 2016 /

    O terceiro e último filme de Hugh Jackman no papel de Wolverine começou a ser rodado. O produtor Simon Kinberg anunciou o começo das filmagens de “Wolverine 3” durante a pré-estreia de “X-Men: Apocalipse”, em Londres, que aconteceu na tarde de segunda (9/5). “É um filme bem radical e ousado, um Wolverine diferente do que já foi visto em qualquer longa anterior”, ele comentou, revelando, ainda, que a produção terá mesmo classificação etária elevada, possivelmente “R” nos EUA (imprópria para menores de 17 anos), a mesma de “Deadpool”. “Não tenho certeza sobre o que posso dizer. A história se passa no futuro e, como outros revelaram, será um filme para maiores. É violento e tem um tom meio de faroeste. É um filme diferente e muito legal”, completou. Kinberg não deu maiores detalhes da história, que provavelmente vai se inspirar em “Velho Logan”, quadrinhos passados num futuro distópico, em que os supervilões comandam o mundo e a maioria dos heróis foi derrotada. A trama acompanhava um Wolverine velho e aposentado, que se vê pressionado a voltar à ativa para ajudar um amigo a salvar sua filha. Nos quadrinhos, o amigo era Gavião Arqueiro, que entretanto está “indisponível” para a produção da Fox, já que é um dos Vingadores da Disney. Considerada uma espécie de “Cavaleiro das Trevas” do Wolverine, “Velho Logan” também é, em termos cronológicos, a última aventura do herói. Em entrevista anterior, Hugh Jackman chegou a mencionar que a história lhe parecia “o jeito perfeito de encerrar” a história do personagem – ou, pelo menos, seu ciclo no papel. O ator também confirmou na Comic-Con que vai interpretar Wolverine pela última vez no terceiro filme do mutante – ocasião em que citou pela primeira vez as três palavras que se repetem desde então: “Old Man Logan”. Além de Jackman, Patrick Stewart já disse que deve voltar a viver o Professor Xavier neste filme, o que confirma a expectativa sobre uma trama no futuro, onde a versão mais velha do Professor X foi vista pela última vez (em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). Mas ele não teve seu novo confirmado no elenco. Até o momento, a produção só confirmou as participações de Boyd Holbrook (série “Narcos”), que foi escalado como vilão, Stephen Merchant (série “Hello Ladies”), Richard E. Grant (“A Recompensa”) e Elise Neal (“O Rei das Armas”). O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). Ainda sem título oficial, o filme chega em 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Capitão América: Guerra Civil tomou 76% de toda a bilheteria do fim de semana no Brasil

    9 de maio de 2016 /

    Se havia necessidade de demonstrar melhor o que significa deixar metade dos cinemas brasileiros com um único filme, o desempenho de “Capitão América: Guerra Civil” tornou-se autoexplicativo. Depois de bater recorde em sua estreia no Brasil, o filme rendeu, em seu segundo fim de semana em cartaz, mais R$ 27,4 milhões, com público de 1,6 milhão de espectadores. O levantamento foi feito pela empresa de monitoramento ComScore. A diferença de rendimentos para o 2º colocado do ranking de faturamento, “Mogli, O Menino Lobo”, é brutal. A fábula da Disney não passou dos R$ 2,7 milhões e 179,6 mil espectadores. Para se ter ideia, a arrecadação de “Capitão América” chega a representar 76% do total de ingressos vendidos no período em todo o país. Sem regulação da Ancine, o mercado vai enfrentar um quebra-cabeça e tanto para encaixar “Angry Birds – O Filme” nos cinemas, a partir de quinta (12/5). Vai faltar sala até para os lançamentos limitados.

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    Documentário Danado de Bom vence o festival Cine-PE

    9 de maio de 2016 /

    O documentário “Danado de Bom”, de Deby Brennand, foi o grande vencedor do 20º Cine-PE, levando os troféus Calunga de Melhor Filme, Fotografia, Montagem e Edição de Som. Único documentário na mostra competitiva de longas, o filme traça um perfil do compositor João Silva, parceiro de Luiz Gonzaga que morreu em 2003 e não chegou a ver o trabalho pronto. “Danado de Bom” foi o único filme aplaudido de pé em todo o Cine PE-2016. Com um tema popular – o forró – , ele já tinha sido exibido no festival É Tudo Verdade, onde não chamou tanta, para não dizer nenhuma, atenção. O mais curioso, entretanto, é que na hora de definir seu prêmio, o público preferiu outro longa, ignorando sua suposta popularidade. Longa mais premiado da noite, “Por Trás do Céu”, de Caio Sóh, venceu o troféu do júri popular e também conquistou quatro categorias da premiação do juri: Melhor Roteiro (do próprio Caio Sóh), Ator Coadjuvante (Paulo Góes), Atriz Coadjuvante (Paula Burlamaqui) e Direção de Arte. O troféu de Melhor Direção ficou com Rodrigo Gava, pela animação “As Aventuras do Pequeno Colombo”, enquanto os prêmios de interpretação foram para os dois protagonistas do filme “Leste Oeste”, Felipe Kannenberg e Simone Iliescu. Dirigido por Rodrigo Grota, “Leste Oeste” tinha sido o longa mais elogiado do evento… Além dos prêmios “oficiais”, o veterano cineasta Luiz Rosemberg Filho, que apresentou “Guerra do Paraguay” na competição, recebeu um Calunga especial pelo conjunto da obra. “Guerra do Paraguay” ainda foi considerado o Melhor Filme do festival na votação da crítica. Ou seja, com apenas seis longas em competição, o Cine-PE só deixou de premiar a comédia “O Prefeito”, de Bruno Safadi, evidenciando o loteamento que costuma resultar de uma amostragem limitada. Outro problema derivado dessa opção, por sinal, acabou prejudicando a festa da premiação: a ausência da maioria dos vencedores, que não compareceram ao evento para receber seus troféus. Diante do acumulo de desculpas, ficou a sensação de desprestígio do festival. Um dos mais importantes festivais de cinema do país, o Cine-PE aconteceu de 2 a 8 de maio, em Pernambuco, trazendo, ainda, 18 curta-metragens. A ficção “Redemunho”, estreia na direção da atriz Marcélia Cartaxo (sempre lembrada por “A Hora da Estrela”), ganhou o prêmio de Melhor Curta. Os títulos dos demais premiados podem ser conferidos abaixo, na lista completa dos vencedores. Vencedores do Cine-PE 2016 MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS Melhor Filme Danado de Bom (PE), de Deby Brennand Melhor Direção Rodrigo Gava, por As Aventuras do Pequeno Colombo (RJ) Melhor Roteiro Caio Sóh, por Por Trás do Céu (SP) Melhor Fotografia Jane Malaquias, Pablo Nóbrega e Pedro Von Kruger, por Danado de Bom (PE) Melhor Edição Jordana Berg, por Danado de Bom (PE) Melhor Edição de Som Ernesto Sena e Antonio de Pádua, por Danado de Bom (PE) Melhor Trilha Sonora Ary Sperling, por As Aventuras do Pequeno Colombo (RJ) Melhor Direção de Arte Ana Isaura, Zeno Zanardi e Kennedy Mariano, por Por Trás do Céu (SP) Melhor Ator Coadjuvante Renato Góes, por Por Trás do Céu (SP) Melhor Atriz Coadjuvante Paula Burlamaqui, por Por Trás do Céu (SP) Melhor Ator Felipe Kannenberg, por Leste Oeste (PR) Melhor Atriz Simone Iliescu, por Leste Oeste (PR) Prêmio Especial do Júri Luiz Rosemberg Filho, pelo conjunto de sua obra e contribuição ao cinema brasileiro Prêmio da Crítica (júri da Abraccine) Guerra do Paraguay, de Luiz Rosemberg Filho (RJ) Prêmio do Júri Popular Por Trás do Céu, de Caio Sóh (SP) MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS Melhor Filme Redemunho, de Marcélia Cartaxo (PB) Melhor Direção Marcello Sampaio, por O Coelho (RJ) Melhor Roteiro Marcélia Cartaxo e Virginia de Oliveira, por Redemunho (PB) Melhor Atriz Ingrid Cairo, por O Coelho (RJ) Melhor Ator Daniel Porpino, por Redemunho (PB) Melhor Fotografia Marcello Sampaio, por O Coelho (RJ) Melhor Direção de Arte Hermerson Souza, por This is not a Song of Hope (PE) Melhor Edição de Som Alexandre Barcellos e Felipe Mattar, por Das Águas que Passam (ES) Melhor Trilha Sonora Lívio Tragtemberg, Naná Vasconcellos e Villa Lobos, por Gramatyka (DF) Melhor Edição Guto BR, por O Último Engolervilha II (RJ) Prêmio do Júri Popular O Coelho, de Marcello Sampaio (RJ) Prêmio da Crítica (júri da Abraccine) Paulo Bruscky, de Walter Carvalho (PE) Prêmio Canal Brasil Redemunho, de Marcélia Cartaxo (PB) MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS PERNAMBUCANOS Melhor Filme Maria, de Carol Correia Melhor Direção Tauana Uchôa, por Não Tem Só Mandacaru Prêmio do Júri Popular Diva, de Luiz Rodrigues Jr.

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    Sharon Stone revela que vai participar de um filme de super-herói da Marvel

    9 de maio de 2016 /

    A atriz Sharon Stone revelou, em entrevista ao apresentador James Corden neste fim de semana, que participará de um filme do universo cinematográfico da Marvel, mas não quis revelar qual. “Eu vou participar de um filme da Marvel”, disse a atriz, ao aparecer no programa junto com o ator Sebastian Stan, o Bucky Barnes/Soldado Invernal de “Capitão América: Guerra Civil”. Sem dar mais detalhes, alegando termos de confidencialidade do contrato, ela ressaltou, no entanto, que seria uma pequena participação. Porém, como a atriz usou o termo “wee” (pequenina) para se referir ao papel, já surgem especulações de que o uso da palavra seria, na verdade, uma referência bem discreta ao filme “Homem-Formiga e a Vespa”, sobre personagens que diminuem de tamanho. O mais divertido é que Sharon Stone poderia, então, interpretar Janet van Dyne, a Vespa original e esposa do Dr. Hank Pym nos quadrinhos. Vale lembrar que Pym é interpretado por Michael Douglas, que protagonizou cenas quentes com a atriz no suspense “Instinto Selvagem”, de 1992. Será que teremos esse reencontro nos cinemas?

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  • Filme

    Inferno: Terceiro filme do autor de O Código Da Vinci ganha pôsteres e trailers

    9 de maio de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou dois pôsteres e os trailers (americano e internacional) de “Inferno”, terceiro filme da franquia iniciada por “O Código Da Vinci” (2006), que volta a trazer Tom Hanks no papel do simbologista Robert Langdon. As prévias apresentam o novo quebra-cabeças que Langdon precisa desvendar, desta vez com a ajuda de uma assistente com sotaque inglês (Felicity Jones, de “A Teoria de Tudo”), e com consequências mais grandiosas. As pistas que estariam no poema épico “A Divina Comédia” de Dante Alighieri podem levar ao apocalipse, e também envolvem um milionário (Ben Foster, de “Programado para Vencer”) e uma ameaça biológica. Os vídeos também mostram um elenco de coadjuvantes de várias nacionalidades, como o francês Omar Sy (“Intocáveis”), o indiano Irrfan Khan (“O Espetacular Homem-Aranha”) e a dinamarquesa Sidse Babett Knudsen (estrela da série “Borgen”). Assim como os dois filmes anteriores, a nova adaptação da obra do escritor Dan Brown será dirigida por Ron Howard. Já o roteiro está a cargo de David Koepp, responsável pela segunda adaptação, “Anjos e Demônios” (2009). A estreia está prevista para 13 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Detalhe: por aqui, o filme ganhou aquele subtítulo ridículo de praxe: “O Filme”. Será que é para que ninguém se confunda, ao entrar no cinema, e achar que vai ler o livro?

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