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Filme

Leandro Hassum volta a 1986 em comédia com Tony Ramos

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14 de julho de 2026
Filme

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14 de julho de 2026
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“Preta Gil - Eu Não Ando Só” reunirá depoimentos da família e imagens feitas pela cantora durante o tratamento contra o câncer

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14 de julho de 2026
  • Filme

    Brad Pitt vai estrelar sci-fi espacial do diretor de Era uma Vez em Nova York

    9 de fevereiro de 2017 /

    Brad Pitt vai estrelar “Ad Astra”, próximo filme do diretor James Gray (“Era uma Vez em Nova York”), informou o site da revista Variety. A trama é uma ficção científica futurista que traz Pitt como Roy McBride, um engenheiro espacial levemente autista, que parte em uma viagem pelo sistema solar para tentar localizar seu pai, sumido há 20 anos em uma missão a Netuno. O roteiro foi escrito pelo próprio Gray em parceria com Ethan Gross (da série “Fringe”). Além de estrelar, Pitt vai participar da produção do longa, por meio de sua empresa, a Plan B, em parceria com outras empresas, entre elas a produtora RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira. Este não é o primeiro projeto internacional da produtora brasileira, que já esteve à frente de filmes como “Frances Ha” (2012) e “A Bruxa” (2015) e este ano lança “Call Me by Your Name”, dirigido por Luca Guadagnino (“A Piscina”), e “Patti Cake$”, do estreante Geremy Jasper. Ambos os longas tiveram première mundial no Festival de Sundance 2017. O novo filme de James Gray, “The Lost City of Z”, será exibido no Festival de Berlim 2017, que começou nesta quinta (9/2). Já Brad Pitt poderá ser visto nos cinemas brasileiros na próxima quinta (16/2), quando estreia oficialmente “Aliados”, em que interpreta um espião da 2ª Guerra Mundial. O filme já começou a ser exibido em pré-estreias neste fim de semana.

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  • Filme

    M. Night Shyamalan planeja continuação de Fragmentado

    9 de fevereiro de 2017 /

    O sucesso de “Fragmentado” assinala uma festejada volta por cima do cineasta M. Night Shyamalan, que ficou tão empolgado por ter conquistado aprovação do público e da crítica com seu novo filme, após quase uma década de desprezo, que já traça planos para sua continuação. Ex-prodígio de Hollywood, o cineasta que foi catapultado ao sucesso no final dos anos 1990, com o fenômeno “O Sexto Sentido” (1999), passou o inferno entre “A Dama da Água” (2006) e “Depois da Terra” (2013), quando cada lançamento parecia pior que o anterior. A reviravolta começou com a série “Wayward Pines” e o terror barato “A Visita”, ambos lançados em 2015. Mas “Fragmentado” sacramenta que Shyamalan está de volta. O filme foi concebido como extensão do universo de “Corpo Fechado” (2000), seu segundo filme mais apreciado. E a recepção levou o diretor de volta aos teclados, para escrever mais um capítulo da saga. “Tenho 11 páginas do meu próximo filme na minha bagagem. Não posso falar o que é, mas se você assistiu #Fragmentado”, escreveu Shyamalan em seu Twitter. A mensagem deixa no ar se a trama será continuação direta de “Fragmentado” ou retomará os personagens de “Corpo Fechado”, o que também está implícito no comentário para quem assistiu “Fragmentado” – o que, infelizmente, não é o caso do público brasileiro. “Fragmentado” gira em torno de Kevin (James McAvoy), um sujeito que possui 23 personalidades distintas, e uma delas decide sequestrar três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin, enquanto planejam um meio de escapar. Há três semanas em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e com 74% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme só vai estrear no Brasil no dia 23 de março.

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  • Filme

    Carmen Miranda é homenageada pelo Google no dia de seu aniversário

    9 de fevereiro de 2017 /

    A atriz e cantora Carmen Miranda faria 108 anos nesta quinta-feira (9/2), e ganhou uma homenagem do Google, como tema do Doogle de hoje. Veja abaixo. O desenho na página inicial do buscador traz Carmen rodeada de dançarinas, numa imagem bastante colorida e animada, assim como era a portuguesa Maria do Carmo Miranda da Cunha. Sim, a artista brasileira mais popular do século 20 era, na verdade, nascida em Portugal. Mas desde que Hollywood eternizou seu “chapéu tropical”, com penas carnavalescas, flores e frutas, especialmente bananas desta república, ela virou o maior ícone cultural do Brasil no exterior, fazendo até Grouxo Marx sambar. E quem era capaz de resistir à graça de seu “Tico Tico no Fubá” ou ao rebolado de “Chica Chica Boom Chic”? Até Woody Allen selecionou suas músicas na trilha de “A Era do Rádio” (2007), sua homenagem ao auge da arte radiofônica e um dos melhores filmes de sua carreira.

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  • Filme

    Cinquenta Tons Mais Escuros domina os cinemas com a pior estreia da semana

    9 de fevereiro de 2017 /

    Maior estreia da semana, “Cinquenta Tons Mais Escuros” será lançado em mais de 1,2 mil salas, após seu trailer inicial bater recorde de visualizações na internet. Mas o filme não entrega o que muitos imaginam encontrar. Seu erotismo é de minissérie da Globo (para maiores de 16 anos) e o suspense frustrante. E, com 9% no Rotten Tomatoes, tem tudo para chegar em 2018 como favorito ao troféu Framboesa de Ouro. Portanto, também gera a maior curiosidade da semana: será que o público vai se atirar no abismo de olhos fechados ou prestar atenção nos avisos de perigo? E se ousar, assim mesmo, entrar na sala escura, vestirá a máscara do masoquista feliz, capaz de gostar de filme tão ruim? Vale lembrar que “Cinquenta Tons de Cinza”, lançado em mil salas, teve a 4ª maior abertura de 2015, com 1,6 milhão de espectadores no primeiro fim de semana. A animação “Lego Batman”, spin-off de “Uma Aventura Lego”, chega em 777 salas praticamente sem cópias legendadas (só 6% do total tem as vozes originais) e ocupando a maioria das telas 3D do país (497). As vozes originais são todas famosas, mas o dublador brasileiro de Batman (Duda Ribeiro?) impressiona ao soar exatamente como Will Arnet no papel do super-herói. Em clima de besteirol furioso, o desenho transforma Robin em filho de Batman e promove Batgirl à Comissária de Gotham City. Mas, ao contrário do filme cinzento, seu humor de brinquedo agradou 97% da crítica americana. Estes dois lançamentos ocupam dois terços do total das salas de cinema disponíveis no país. Considerando que ainda há filmes de sucesso em cartaz, só a contabilidade criativa e o jeitinho brasileiro conseguem fazer com que caibam mais estreias nos cinemas. Despejado no circuito alternativo, e provavelmente em sessões alternadas com outros títulos, encontra-se o favorito ao Oscar 2017 de Melhor Filme Estrangeiro, a comédia alemã “Toni Erdmann”, que mostra a conturbada relação entre uma executiva workaholic e seu pai maluco, que adora aprontar pegadinhas por onde passa. Tem 92% de aprovação da crítica americana e venceu cinco troféus da Academia Europeia de Cinema, inclusive como Melhor Filme Europeu do ano. Enquanto a produção do remake americano começa a sair do papel, por aqui a comédia original chega só em 12 salas entre São Paulo, Rio/Niterói, Brasília, Recife e Porto Alegre. A programação também inclui dois dramas brasileiros que igualmente conquistaram destaque e prêmios importantes, espremidos em 30 salas cada um. Em “Redemoinho”, dois amigos se reencontram no interior mineiro, em clima de suspense, após um fato traumático levar um deles a desaparecer por um longo tempo. Estreia no cinema do diretor José Luiz Villamarim, da aclamada série “Justiça”, o longa foi premiado no Festival do Rio. Já “A Cidade onde Envelheço” foi o vencedor do último Festival de Brasília e gira em torno de duas amigas portuguesas, que moram juntas em Belo Horizonte. Enquanto uma acaba de chegar à capital mineira e está deslumbrada com as novidades, a outra já pensa em voltar a Lisboa. Com passagem ainda pelo festival de Roterdã, a primeira obra de ficção da documentarista Marília Rocha (“A Falta que Me Faz”) também venceu o Festival de Biarritz de Cinema Latino-Americano, realizado na França. O trash de ação “Vale da Luta” continua a presença brasileira nas telas. A produção B americana inclui Cristiane Venancio, mais conhecida como Cris Cyborg, numa história mal-contada de lutas ilegais entre feras da MMA e modelos que surtariam ao quebrar a unha. Com cara de malvada, Cris vive a vilã que faz as bonitinhas chorarem, como sua colega de elenco, Holly Holm, fez com Ronda Rousey na luta pelo título do UFC. Outra campeã do octógono, Miesha Tate, vive a heroína. Completa a lista de estreias um romance francês incestuoso, “Marguerite & Julien: Um Amor Proibido”, sobre um casal de irmãos apaixonados desde a infância, durante a era renascentista. O mais interessante nesta produção é que o roteiro de Jean Gruault estava entre os projetos que François Truffaut pretendia filmar antes de morrer em 1984. A história acabou reescrita e filmada por Valérie Donzelli, do superestimado melodrama “A Guerra Está Declarada” (2011), com direito a anacronismos que boa parte do público terá dificuldades de aceitar. Passou em branco no Festival de Cannes de 2015, levou quase dois anos para desembarcar aqui e estreia em apenas sete salas. Clique nos títulos dos filmes para ver os trailers de cada lançamento.

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  • Filme

    Estrelas Além do Tempo exalta a conquista do espaço de três mulheres negras

    9 de fevereiro de 2017 /

    Nos anos 1960, os EUA ainda tinham banheiros segregados para negros e banheiros para brancos. Embora estivesse ao lado de um toilette feminino, Katherine (Taraji P. Henson), que é negra, precisava sair do prédio onde trabalhava, e correr alguns blocos para chegar ao tal banheiro. Afinal, quando se tem vontade é preciso ir. Em “Estrelas Além do Tempo”, o diretor Theodore Melfi (“Um Santo Vizinho”) repete essa cena diversas vezes ao som de uma música, digamos, engraçadinha. E, vejam só, muita gente na plateia ri. O ápice dessa sequência envolve uma discussão entre Katherine e seu chefe interpretado por Kevin Costner. E quem riu antes, não volta a rir nessa cena em que Taraji P. Henson brilha de forma monumental. Que atriz! É a melhor parte do filme. Por que é a melhor? Porque é uma síntese de “Estrelas Além do Tempo” e sua passagem mais complexa. Podemos pensar, inicialmente, que a intenção do diretor foi fazer graça com o racismo, mas ao culminar a humilhação de Katherine com a cena do desabafo, a produção revela seu verdadeiro objetivo, que é expor o problema, induzir o espectador (a maioria branca) a rir da situação, para, depois, substituir o riso por uma imensa, justa e irreparável sensação de culpa. A situação descrita ilustra o quanto Katherine Gordon (depois Katherine Johnson) é uma mulher forte, mas ela também é talentosa e insubstituível. Não só ela, como suas amigas Dorothy Vaughan (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe), pessoas que existiram de verdade e merecem ter suas histórias contadas, vistas e compartilhadas. A História oficial da conquista especial norte-americana costuma esquecer, mas as três trabalharam na NASA e foram essenciais para transformar em realidade as primeiras viagens dos astronautas dos EUA ao espaço, incluindo a primeira órbita ao redor da Terra, realizada por John Glenn. Pode-se, entretanto, dizer que, no geral, “Estrelas Além do Tempo” se contenta em ser um filme correto, convencional e simpático até demais. Só que a história de suas personagens é tão importante, envolvente e bem narrada, que pouco importa. “Estrelas Além do Tempo” enfatiza o lado profissional e a capacidade do trio de matemáticas, que se destaca independente da cor da pele e, talvez por isso, o filme não mostre suas estrelas como vítimas. Ao contrário, faz a exaltação de Katherine, Dorothy e Mary, exemplos de mulheres duplamente discriminadas, por serem mulheres e negras, numa época em que a conquista do espaço para mulheres e negros se dava mesmo na Terra. A conquista do espaço de Katherine, Dorothy e Mary aconteceu em seu cotidiano, no ambiente de trabalho. Além de Taraji, o filme permite bastante destaque para Octavia Spencer, indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, e à cantora Janelle Monáe, que se mostra uma ótima revelação. Mas também não se pode esquecer de Kevin Costner, não somente por seu retorno a um filme importante, mas por também entregar uma atuação imponente. Daria para fazer um paralelo ou, melhor, uma sessão dupla com “Estrelas Além do Tempo” e “Os Eleitos”, obra-prima de 1983, dirigida por Philip Kaufman. Em seu épico sobre o início da corrida espacial, Kaufman não menciona Katherine, Dorothy e Mary, apesar de trazer diversos personagens em comum e destacar aspectos da mesma história. No clássico vencedor de quatro Oscars, as mulheres aparecem apenas como esposas e os negros nem sequer aparecem, sinalizando que o mundo mudou muito desde os anos 1960, mas também bastante dos anos 1980 para cá, a ponto de agora vermos o que era invisível, mas que sempre esteve lá. “Estrelas Além do Tempo” concorre ao Oscar 2017 de Melhor Filme, Atriz Coadjuvante e Roteiro Adaptado.

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    Na Sala de Julie: Série infantil de Julie Andrews ganha primeiro trailer

    8 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Na Sala de Julie” (Julie’s Greenroom), a nova série infantil em que Julie Andrews tenta ensinar para crianças como se tornar Julie Andrews. Ou seja, um artista capaz de cantar e atuar com sucesso. A produção coloca a estrela que marcou a infância de milhões no século 20 com os musicais clássicos “Mary Poppins” (1964) e “A Noviça Rebelde” (1965), para entreter, aos 80 anos de idade, as crianças do século 21. O detalhe é que as crianças – e alguns bichos – vistas na série são fantoches que tem aulas de atuação e música com diversos convidados famosos. No vídeo, aparecem Alec Baldwin (série “30 Rock”), Ellie Kemper (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”), Chris Colfer (série “Glee”) e a cantora Sara Beirelles, entre outros. Os fantoches são criações da Jim Henson Company, a empresa responsável pelos bonecos de “Vila Sésamo” e “Muppet Show”. Por sinal, o projeto tem a inclinação pedagógica de “Sésamo” com o foco no mundo de entretenimento dos “Muppets”. Na série, os bonecos são chamados de Greenies, recebendo da professora Julie a missão de desenvolver um espetáculo que requer conhecimentos de atuação, canto, dança, roteiro, iluminação e performances circenses. “Esse projeto representa a realização de um sonho guardado por muito tempo: educar as crianças sobre as maravilhas das artes”, disse Andrews em comunicado, ao anunciar a série. “Na Sala de Julie” foi criada pela própria atriz, ao lado de sua filha, Emma Walton Hamilton, e da roteirista Judy Rothman-Rofe (“O Cisne Apaixonado”). A 1ª temporada terá 13 episódios de meia hora e estreia em 17 de março.

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    Mogli vence o prêmio do sindicato dos técnicos de efeitos visuais

    8 de fevereiro de 2017 /

    Mistura de animação com filme de ator, “Mogli, O Menino Lobo” foi o grande vencedor do prêmio anual Sociedade de Efeitos Visuais (VES), o sindicato dos técnicos da categoria, em evento realizado na noite de terça-feira (7/1). A aventura da Disney recebeu cinco troféus, incluindo o prêmio máximo de Melhores Efeitos Visuais em filme, derrotou o líder de indicações “Rogue One: Uma História Star Wars”. É o segundo prêmio de efeitos visuais conquistado pelo filme do diretor Jon Favreau nos últimos dias. No fim de semana, “Mogli” também venceu o Annie 2017 (considerado o “Oscar da animação”) na categoria. “Kubo e as Cordas Mágicas” levou o prêmio de Melhores Efeitos em Animação. Os dois filmes concorrem ao Oscar 2017 de Melhores Efeitos Visuais, ao lado de “Rogue One” e “Doutor Estranho”. Já mas categorias de TV, o episódio épico “Battle of the Bastards” rendeu a “Game of Thrones” cinco vitórias. Além destes prêmios, foram entregues o troféu de Visionário do ano para Victoria Alonso, produtora do Marvel Studios, e o VES Award pela carreira ao vencedor de cinco Oscars e pioneiro em efeitos visuais Ken Ralston (“O Retorno de Jedi”, “Forest Gump”).

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    Livro póstumo revela que Judy Garland foi molestada pelos anões de O Mágico de Oz

    8 de fevereiro de 2017 /

    Um livro póstumo trouxe à tona revelações polêmicas sobre a atriz Judy Garland. Escrito pelo ex-marido da atriz, Sid Luft, que faleceu em 2005, o texto afirma que a atriz foi molestada durante as filmagens de “O Mágico de Oz” (1939) pelos anões que interpretavam os munchkins. Na ocasião, ela tinha apenas 16 anos. Luft escreveu que eles “frequentemente colocavam as mãos por baixo de sua saia”. “Eles achavam que poderiam escapar de qualquer coisa porque eram pequeninos. Eles fizeram a vida de Judy um pesadelo no set colocando suas mãos por baixo do seu vestido. Os homens tinham mais de 40 anos”, escreveu Sid. O novo livro também traz revelações sobre a vida privada da atriz, sua luta contra as drogas e as frequentes tentativas de suicídio. Judy se casou cinco vezes e é mãe de Liza Minelli, fruto de seu segundo casamento, com Vincent Minnelli. Sid Luft foi o terceiro marido da atriz, entre os anos 1952 e 1965, com quem teve os filhos Lorna e Joey. Ela morreu em 1969, aos 47 anos, de uma overdose. Sobre as drogas, o ex-marido afirmou que Judy “era casada com elas antes de me conhecer e nunca se separou”. Ao longo dos anos, ele começou a perceber o uso intenso de drogas, com anfetaminas e barbitúricos que a deixavam em severa depressão e com pensamentos suicidas. As revelações estavam em um diário escrito por Judy e descoberto por Sid, que pretendia fazer as revelações em vida, mas morreu antes de publicar o livro. O manuscrito inacabado foi descoberto no ano passado entre seus arquivos e somente agora será publicado com o título “Judy and I: My Life with Judy Garland”. O lançamento vai acontecer em 1 de março nos EUA.

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    Dupla de Super Velozes, Mega Furiosos prepara paródia de Star Wars

    8 de fevereiro de 2017 /

    Até demorou, mas a dupla Aaron Seltzer e Jason Friedberg, que escreveram “Todo Mundo em Pânico” (2005) e dirigiram “Espartalhões”, (2008), “Super-Heróis – A Liga da Injustiça” (2008), “Os Vampiros Que Se Mordam” (2010), “Jogos Famintos” (2013) e “Super Velozes, Mega Furiosos” (2015), vai finalmente cruzar seus sabres de luz sobre “Star Wars”. Sua próxima paródia vai zoar as tramas dos últimos filmes da franquia, como sugere o título pomposo: “Star Words Episode XXXIVE=MC2: The Force Awakens The Last Jedi Who Went Rogue”. O filme será escrito e dirigido por Seltzer e Friedberg, que estão atualmente filmando “Who the F#@K Took My Daughter?”, sua paródia da franquia “Busca Frenética”. Ainda não há elenco definido nem previsão de lançamento. Mas quem quiser ver uma paródia de “Star Wars” não precisa esperar. Já existe uma disponível, que inclusive é engraçada: “S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço” (1987), um clássico de Mel Brooks.

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    Cinquenta Tons Mais Escuros: Romance, personagens e cenários são comentados em vídeos legendados de bastidores

    8 de fevereiro de 2017 /

    A Universal divulgou vídeos legendados de bastidores da continuação de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015), que trazem o elenco, o diretor James Foley (série “House of Cards”) e a escritora E.L. James falando de detalhes da produção. Um deles é o grande baile de máscaras, que já ganhou um vídeo de 360 graus. Além de ressaltar a trajetória romântica de Anastasia Steele (Dakota Johnson) e Christian Grey (Jamie Dornan), o material também introduz os três novos personagens centrais. Dois deles têm nomes tão óbvios que só poderiam sair de uma fanfic como a história de James. Kim Basinger (“Los Angeles: Cidade Proibida”) é a sedutora mais velha, Mrs. Robinson, e Eric Johnson (série “Rookie Blue”) o chefe dedicado de Ana, que tem dupla personalidade e um nome sem sutilezas, Mr. Hyde. Há ainda Bella Heathcote (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como Leila, uma ex-namorada ciumenta (com o prenome de uma psiquiatra israelense que desenvolveu uma famosa tese sobre ciúmes). “Cinquenta Tons Mais Escuros” estreia nesta quinta (9/2) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    A Bela e a Fera ganha novo trailer com cenas inéditas para anunciar o começo da pré-venda

    8 de fevereiro de 2017 /

    A Disney divulgou um novo trailer de “A Bela e a Fera”, sem diálogos, mas repleto de cenas inéditas, para divulgar que a pré-venda de ingressos para o filme já está acontecendo. A coleção mostra os moradores do castelo da Fera (Dan Stevens, da série “Downton Abbey”), incluindo todos os objetos literalmente animados – e falantes – da produção. Vale reparar que o pôster da Bela (Emma Watson, da franquia “Harry Potter”), é o único de cores vibrantes, enquanto os demais são ilustrados em tons de azul depressivo do inverno. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, e direção de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), o filme estreia em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Animação do Lego Ninjago ganha primeiro trailer divertido

    8 de fevereiro de 2017 /

    A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer da animação da linha de brinquedos Ninjago da Lego – os Lego ninjas. Ainda sem título nacional nem legendas, a prévia de “The Lego Ninjago Movie” parece tão engraçada quanto o “Lego Batman”. Com muito humor, o vídeo apresenta a luta entre os ninjas bonzinhos e o vilão Lord Garmadon, com direito a robôs gigantes e trilha de “Bad Blood”, de Taylor Swift. O detalhe mais explorado da apresentação é que o Ninja Verde na verdade se chama Lloyd e é filho de Garmadon. Esse universo ninja foi apresentado na série animada “Ninjago: Mestres do Spinjitzu”, do canal pago americano Cartoon Network. Na trama, o Mestre Wu e quatro ninjas se juntam para lutar contra Lord Gagmadon, um senhor do mal que planeja tomar o poder e destruir tudo. O elenco original de dubladores inclui Dave Franco (“Nerve”) como Lloyd, Justin Theroux (série “The Leftovers”) como Lord Garmadon e Jackie Chan (“Fora do Rumo”) como Mestre Wu, o líder dos ninjas que defendem Ninjago City do mal. As vozes dos demais personagens são feitas por Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”), Michael Peña (“Homem-Formiga”), Abbi Jacobson (série “Broad City”), Zach Woods (série “Silicon Valley”), Kumail Nanjiani (também de “Silicon Valley”) e Fred Armisen (série “Portlandia”). A animação tem direção de Charlie Bean (séries “Tron: Uprising”), história de Dan Hageman e Kevin Hageman (ambos da própria série “Ninjago: Mestres do Spinjitzu”) e roteiro final de Hilary Winston (criadora da série “Bad Teacher”), Bob Logan (roteirista da série animada “Dennis, o Pimentinha”) e do estreante Paul Fisher. A produção está a cargo de Phil Lord e Christopher Miller, que dirigiram “Uma Aventura Lego”. A estreia está marcada para 21 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Danilo Gentili vai comandar versão brasileira do humorístico Drunk History

    8 de fevereiro de 2017 /

    O programa humorístico “Drunk History”, que faz sucesso nos Estados Unidos por colocar celebridades bêbadas para narrarem fatos históricos, vai ter uma versão brasileira, com narração e consultoria editorial e artística de Danilo Gentili. Batizada de “A História Bêbada – Drunk History”, a versão brasileira é uma parceria da Mixer Films com os canais Comedy Central e SBT. As esquetes serão exibidas pelo canal pago Comedy Central e também no programa “The Noite”, talk show apresentado por Danilo no SBT. Criado pelo canal de humor do Youtube “Funny or Die”, o “Drunk History” traz, a cada episódio, um artista convidado para narrar, entre um drink e outro, sua versão de uma fato histórico, enquanto um grupo de atores interpreta a narrativa, respeitando as situações insanas que a bebedeira inspirar. Na versão norte-americana, “Drunk History” já contou com atores famosos, como Winona Ryder, Alfred Molina, Bob Odenkirk, Owen Wilson, Jack Black, Will Ferrell, Bill Hader e Kristen Wiig para dar vida às narrativas alucinadas. Veja embaixo alguns episódios da série original.

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