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Filme

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    Mulher-Maravilha estreia com bilheteria histórica de US$ 100 milhões na América do Norte

    4 de junho de 2017 /

    “Mulher-Maravilha” laçou o 1º lugar nas bilheterias da América do Norte (EUA e Canadá) com a arrecadação histórica de US$ 100,5 milhões no fim de semana. A quantia é recorde para um filme dirigido por uma mulher, superando com folga o antigo detentor da marca – “Cinquenta Tons de Cinza” (2015), com US$ 85 milhões. A façanha é ainda maior por se tratar do lançamento da primeira franquia bem-sucedida estrelada por uma super-heroína dos quadrinhos – após os fracassos de “Mulher-Gato” e “Elektra” na década passada, e “Supergirl” nos anos 1980. O filme dirigido por Patty Jenkins e estrelado por Gal Gadot ainda conquistou nota A do público, no levantamento feito pelo CinemaScore, e média de 93% de aprovação da crítica, registrada no Rotten Tomatoes. É disparado o lançamento que mais agradou público e crítica do Universo Expandido da DC Comics, em franco contraste com as críticas negativas obtidas por “Batman vs. Superman” e “Esquadrão Suicida” no ano passado. Seu sucesso também foi uma maravilha no mercado internacional, onde liderou a arrecadação em 55 mercados, somando mais US$ 123 milhões para um total de US$ 223 milhões mundiais no primeiro fim de semana de exibição. De acordo com a Warner, a China respondeu pela segunda maior bilheteria internacional, com US$ 38 milhões, seguida pela Coreia do Sul (US$ 8,5 milhões), México (US$ 8,4 milhões) e Brasil (US$ 8,3 milhões). O resultado representa uma vitória importante para a Warner após o enorme prejuízo causado por “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, produção orçada em US$ 175 milhões, que atualmente está em 10º lugar no ranking doméstico, tendo rendido apenas US$ 37,1 milhões na América do Norte. Também reforça os planos de investimento do estúdio nos quadrinhos da DC Comics. A própria Mulher-Maravilha voltará aos cinemas em novembro, no longa da “Liga da Justiça”. Mais importante ainda são os reflexos culturais e econômicos do bom desempenho do filme. Reticentes em contratar mulheres para dirigir grandes produções, os estúdios de Hollywood deverão ser mais pressionados com o sucesso de Patti Jenkins. O mesmo também vale em relação a superproduções centradas em heroínas fortes. O êxito de “Mulher-Maravilha” só aumenta a vergonha da Marvel por ainda não ter feito um filme centrado na Viúva Negra de Scarlett Johansson. Vale observar que a Warner já tem mais dois filmes de personagens femininas da DC Comics em produção, “Batgirl” e “Sereias de Gotham”, enquanto a Marvel só planeja um, “Capitã Marvel”. E isto que até a Sony projeta um longa com duas coadjuvantes femininas do Homem-Aranha – Gata Negra e Sabre de Prata. Por conta da expectativa em torno de “Mulher-Maravilha”, o fim de semana teve apenas outra estreia ampla na América do Norte: “As Aventuras do Capitão Cueca”, da DreamWorks Animation. O lançamento abriu em 2º lugar com US$ 23,5 milhões. Curiosamente, a trama da animação também foca o mundo dos super-heróis. A divertida premissa, extraída dos livros da franquia infantil do escritor Dav Pilkey, gira em torno de dois estudantes arruaceiros que conseguem hipnotizar o terrível diretor da escola e fazê-lo acreditar que é super-herói. “As Aventuras do Capitão Cueca” também agradou à crítica, com 86% no Rotten Tomatoes. Sua estreia no Brasil, porém, vai demorar horrores. Está marcada apenas para outubro, quando o Blu-ray estará em promoção nas lojas dos Estados Unidos. Com isso, “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” caiu do 1º lugar para o 3º em sua segunda semana em cartaz. A bilheteria de US$ 23,5 milhões representa uma queda de 66% em relação à arrecadação doméstica da semana passada. Mas apesar dos lamentáveis 29% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção da Disney ultrapassou em 10 dias a marca de US$ 500 milhões em sua bilheteria mundial. Ou seja, não dará prejuízo para a empresa dos parques de diversões. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Mulher-Maravilha Fim de semana: US$ 100,5 milhões Total EUA: US$ 100,5 milhões Total Mundo: US$ 223 milhões 2. As Aventuras do Capitão Cueca Fim de semana: US$ 23,5 milhões Total EUA: US$ 23,5 milhões Total Mundo: US$ 23,5 milhões 3. Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar Fim de semana: US$ 21,6 milhões Total EUA: US$ 114,67 milhões Total Mundo: US$ 501,2 milhões 4. Guardiões da Galáxia Vol. 2 Fim de semana: US$ 9,7 milhões Total EUA: US$ 355,4 milhões Total Mundo: US$ 816,5 milhões 5. Baywatch Fim de semana: US$ 8,5 milhões Total EUA: US$ 41,7 milhões Total Mundo: US$ 67,2 milhões 6. Alien: Covenant Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 67,2 milhões Total Mundo: US$ 168,2 milhões 7. Tudo e Todas as Coisas Fim de semana: US$ 3,3 milhões Total EUA: US$ 28,3 milhões Total Mundo: US$ 28,3 milhões 8. Snatched Fim de semana: US$ 1,3 milhão Total EUA: US$ 43,89 milhões Total Mundo: US$ 53,6 milhões 9. Diário de um Banana: Caindo na Estrada Fim de semana: US$ 1,2 milhão Total EUA: US$ 17,8 milhões Total Mundo: US$ 21,7 milhões 10. Rei Arthur: A Lenda da Espada Fim de semana: US$ 1,1 milhão Total EUA: US$ 37,1 milhões Total Mundo: US$ 129,4 milhões

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    The Deuce: Série sobre pornografia estrelada por James Franco ganha 15 fotos

    4 de junho de 2017 /

    Após o primeiro teaser, a HBO divulgou 15 fotos de “The Deuce”, que mostra o início da indústria pornográfica na Nova York dos anos 1970. Criada por David Simon (autor de “The Wire”, uma das melhores séries já feitas), a atração é estrelada por James Franco (“A Entrevista”) em papel duplo. E além de atuar, ele também dirigiu dois episódios. Na trama, Franco interpreta os irmãos Vincent e Will Seefried. O primeiro é um bar tender, enquanto o outro é um estudante da Universidade de Nova York (NYU). Ambos cresceram neste mundo movido a violência e sexo, cruzando algumas das pessoas mais influentes da nascente indústria pornô. O elenco também destaca a atriz Maggie Gyllenhaal (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) como Candy, uma garota de programa que leva seu “espírito empreendedor” das ruas para a pornografia, além de Margarita Levieva (série “Revange”), Gary Carr (série “Downton Abbey”), Emily Meade (“Nerve”), Lawrence Gilliard Jr. (série “The Walking Dead”), Chris Bauer (série “True Blood”), Dominique Fishback (minissérie “Show Me a Hero”), Michael Rispoli (série “Magic City”), Kim Director (“A Bruxa de Blair 2”), Olivia Luccardi (série “Orange Is the New Black”) e o rapper Method Man (série “Luke Cage”). Como curiosidade, a produção forma uma espécie de trilogia não oficial com as já canceladas “Vinyl” e “The Get Down”, ao se passar no mesmo lugar e na mesma época. “The Deuce” estreia em 10 de setembro, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.

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    Charlize Theron mostra porque é Atômica, em cena violenta ao som de George Michael

    3 de junho de 2017 /

    A Universal divulgou uma cena violenta do filme “Atômica” (Atomic Blonde), que mostra Charlize Theron batendo em meia dúzia de marmanjos em trajes militares, contando apenas com uma corda, panelas e uma fita cassette de “Father Figure”, de George Michael. Como aponta a trilha sonora, Charlize vive a “loira atômica” do título durante a época da Guerra Fria. Sua personagem é uma espiã britânica enviada para Berlim numa missão extremamente perigosa: investigar a morte de um colega e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. O elenco ainda inclui James McAvoy (“Fragmentado”), John Goodman (“Kong: A Ilha da Caveira”), Toby Jones (série “Wayward Pines”), Eddie Marsan (série “Ray Donovan”) e James Faulkner (série “Da Vinci’s Demons”). “Atômica” é uma adaptação da graphic novel “The Coldest Day” de Antony Johnston (roteirista do game “Dead Space”) e Sam Hart. O roteiro foi escrito por Kurt Johnstad (“300”) e a direção está a cargo de David Leitch (“De Volta ao Jogo”). O filme tem estreia em 28 julho nos EUA e uma semana depois, em 3 de agosto, no Brasil.

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    Em Ritmo de Fuga ganha novas fotos e trailer legendado, regado a tequila e críticas elogiosíssimas

    3 de junho de 2017 /

    A Sony divulgou novas fotos e o terceiro trailer, em versões legendada e dublada, de “Em Ritmo de Fuga” (Baby Driver). A prévia é movida a “Tequila” (a música instrumental de 1958 dos Champs) e elogios da crítica. Mas o mais curioso do vídeo é a citação ao site Rotten Tomatoes. Poucos dias após a Paramount supostamente acusar o Rotten Tomatoes de arruinar o lançamento de “Baywatch” com sua nota baixa, o marketing da Sony utiliza os impressionantes 100% de aprovação do filme no site agregador de críticas como publicidade positiva. O filme segue o anti-herói silencioso vivido por Ansel Elgort (“A Culpa É das Estrelas”), um motorista com cara de bebê, que é um ás dos volantes. Capaz de escapar de qualquer perseguição, ele é utilizado por um chefão do crime (papel de Kevin Spacey, de “House of Cards”) para uma série de fugas espetaculares de assaltos. O problema é que se mostra tão eficiente que o bandido decide não cumprir o acordo estabelecido para liberá-lo após um último golpe, ameaçando sua namoradinha para mantê-lo a seu serviço. O elenco ainda inclui Lily James (“Cinderela”), Jamie Foxx (“Django Livre”), Jon Hamm (série “Mad Men”), Jon Bernthal (série “Demolidor”), Eiza González (série “Um Drink no Inferno/From Dusk Till Dawn”), Flea (baixista do Red Hot Chili Peppers) e a cantora Sky Ferreira (“Canibais”). O longa marca a volta de Edgar Wright à direção, quatro anos após “Heróis de Ressaca” (2013). Ele deu um hiato tão grande em sua carreira por ter se envolvido no filme do “Homem-Formiga”, apenas para abandoná-lo, após dois anos de pré-produção, por conflitos criativos com a Marvel. A estreia está marcada para 27 de julho no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA.

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    Carey Mulligan vai viver a mais célebre correspondente de guerra do século 20

    3 de junho de 2017 /

    A atriz Carey Mulligan (“O Grande Gatsby”) vai dar vida à jornalista neozelandesa Kate Webb, a mais célebre correspondente de guerra do século 20, no drama “On the Other Side”. Segundo o site da revista Variety, o filme será uma adaptação de seu livro de memórias “On the Other Side: 23 Days with the Vietcong”, que conta como Kate Webb sobreviveu durante 23 dias como refém de tropas inimigas vietcongs na região do Camboja durante a guerra do Vietnã. Kate Webb chegou a ganhar um obituário do New York Times, antes de emergir viva da selva, após dias de caminhadas forçadas, interrogatórios violentos e infecção de malária. Mas esta nem foi a maior aventura de sua carreira. Coisa muito pior aconteceu nos anos 1990, no Afeganistão, quando foi torturada, surrada com brutalidade e arrastada pelos cabelos escada abaixo por forças do regime comunista derrotado pelos talibã. Apesar de arriscar sua vida em alguns dos maiores conflitos da segunda metade do século passado, ela morreu de câncer, em 2007. “Estou empolgada de trazer a memorável história de Kate Webb para as telas. A sua integridade, curiosidade sobre o desconhecido e a tenacidade a diferenciaram de muitos outros jornalistas de seu tempo e, em última instância, salvou sua vida. Em um mundo de divisão crescente, não consigo pensar em uma personagem mais relevante para retratar hoje. Alguém que é sobrevivente e dependia de seu desejo de entender o outro lado da história, de obter a verdade e de denunciá-la fielmente. É uma honra embarcar neste projeto com uma talentosa equipe de produtores”, disse Mulligan. Além de estrelar, Mulligan vai coproduzir o filme, que ainda não tem diretor definido nem data de estreia prevista.

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    Michelle Williams vai filmar sua primeira comédia em 12 anos

    3 de junho de 2017 /

    A atriz Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”) vai estrelar sua primeira comédia desde “O Encalhado” (2005), há 12 anos. Ela entrou no elenco de “I Feel Pretty”, em que contracenará com Amy Schumer (“Descompesada”). No filme, ela terá o papel de chefe de Schumer, que se orgulha da transformação da vida da funcionária – uma vendedora de cosméticos em luta contra a insegurança que, após bater a cabeça, passa a acreditar ser a pessoa mais capaz e bonita do mundo, e se torna bem-sucedida. “I Feel Pretty” marcará a estreia na direção da dupla de roteiristas Abby Kohn e Marc Silverstein, responsável pelas comédias românticas “Ele Não Está Tão a Fim de Você” (2009), “Idas e Vindas do Amor” (2010) e “Como Ser Solteira” (2016). Os dois também assinam o roteiro. Ainda não há previsão para a estreia.

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    Continuação de Mulher-Maravilha será passada nos dias atuais

    3 de junho de 2017 /

    O sucesso de “Mulher-Maravilha” já era previsto pela Warner, que contratou a protagonista Gal Gadot e a diretora Patty Jenkins para dois filmes. Segundo o site The Hollywood Reporter, a continuação já está sendo discutida. Rascunhos do roteiro apontam que a história vai trazer Diana Prince em um cenário contemporâneo. Assim, a história fugirá do estilo do primeiro longa, que é ambientado durante a 1ª Guerra Mundial. A continuação de “Mulher-Maravilha” ainda não tem previsão de estreia. Antes disso, Gal Gadot poderá ser vista novamente como Mulher-Maravilha no filme da Liga da Justiça, que estreia em 16 de novembro no Brasil.

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    Documentário Uma Verdade Mais Inconveniente será reeditado para refletir política anti-ambiental de Trump

    3 de junho de 2017 /

    Apesar de já ter sido exibida nos festivais de Sundance e Cannes, a sequência do documentário “Uma Verdade Inconveniente” (2006) sofrerá uma nova edição para refletir a polêmica decisão do presidente Donald Trump de retirar os Estados Unidos do Acordo de Paris contra a mudança climática. Novas cenas devem ser acrescentadas à produção, que estreia comercialmente a partir de julho. “Remover os Estados Unidos do Acordo de Paris é uma ação imprudente e indefensável”, disse o ex-vice presidente e apresentador do documentário Al Gore em comunicado. “Isso prejudica a posição dos Estados Unidos no mundo e ameaça danificar a capacidade da humanidade de resolver a crise climática a tempo. Mas não se engane: se o presidente Trump não liderar, o povo americano o fará”. Na continuação, intitulada “Uma Verdade mais Inconveniente”, Al Gore mostra como a situação do meio-ambiente se deteriorou desde o lançamento do primeiro longa-metragem, que venceu o Oscar em 2007, e se concentra justamente nos esforços que culminaram no Acordo de Paris, celebrado em 2015. A produção já incluía declarações de Trump como candidato à Casa Branca, nas quais desdenhava o aquecimento global. Mas desde então, o presidente eleito assumiu para si o papel de supervilão ambiental. No final de março, Trump assinou um decreto de incentivo aos produtores de carvão, que começou a desmantelar o legado contra a mudança climática do seu predecessor, Barack Obama. Mas o pontapé definitivo nos esforços climáticos foi a decisão de abandonar o Acordo de Paris em 1 de junho. “Fui eleito para representar os cidadãos de Pittsburgh, não Paris”, ele disse, como justificativa para defender indústrias poluidoras, aumentar a produção de carvão e tomar outras medidas anti-ambientais “em defesa da economia dos Estados Unidos”. “Uma Verdade mais Inconveniente” chegará às salas de cinema americanas em 28 de julho para mostrar as consequências destas decisões. No Brasil, o lançamento está marcado para 9 de novembro.

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    Vilã de The Originals será a heroína Miragem nos Novos Mutantes

    3 de junho de 2017 /

    Uma atriz pouco conhecida terá o papel principal no filme dos Novos Mutantes. A novata Blu Hunt, que vive a encarnação humana de The Hollow, a entidade sobrenatural que ataca os protagonistas da atual temporada de “The Originals”, foi escalada para viver Danielle Moonstar, também conhecida como a heroína Miragem (Mirage) nos quadrinhos da Marvel. Ela vai se juntar a Maisie Williams (a Arya de “Game of Thrones”) como Lupina (Wolfsbane), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia (Magik), Charlie Heaton (série “Stranger Things”) como Míssil (Cannoball) e o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar (Sunspot). Segundo o site The Hollywood Reporter, Miragem completa o grupo de heróis adolescentes que formam os Novos Mutantes na trama. E foi a que deu mais trabalho, dentre os cinco personagens, para ter sua intérprete definida. Isto porque o diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) insistiu em ser racialmente correto em sua escalação. Assim como escolheu um ator brasileiro para interpretar o herói brasileiro do grupo, ele queria uma atriz nativo-americana como Miragem. Vários testes foram feitos com atrizes de descendência indígena, antes do diretor se definir por Blu Hunt. Seu papel na série “The Originals” acabou ajudando na decisão, uma vez que ela aparece com trajes nativo-americanos num episódio, mostrando-se convincente. Miragem foi criada pelo escritor Chris Claremont e o artista Bob McLeod em 1982, na graphic novel que introduziu os Novos Mutantes. Mais que isso, sua história foi o próprio centro narrativo por trás da criação dos Novos Mutantes, pois demonstrou a importância de ensinar jovens superdotados a dominar seus poderes, dando a Xavier um novo objetivo e uma nova turma de estudantes, após os X-Men se tornarem adultos. Nos quadrinhos, Danielle Moonstar nasceu e foi criada numa reserva indígena, mas ao começar a ter pesadelos frequentes, seu avô xamã descobriu suas habilidades e contatou o Professor Xavier para treiná-la. A jovem foi para a Escola de Xavier à contragosto, mas logo dominou a capacidade de projetar os maiores medos das pessoas, por meio de poderosas ilusões telepáticas. A participação do Professor X no filme tem sido confirmada e desmentida desde que o projeto entrou em desenvolvimento. A agenda do ator James McAvoy pode ter determinado a decisão do roteiro. De todo modo, um dos pesadelos recorrentes de Danielle envolvia um Urso gigante sobrenatural, que teria matado seus pais. E essa criatura deve ser o vilão central do filme, segundo um storyboard supostamente vazado pela equipe da produção. A personagem também tem uma conexão com Asgard, curiosamente graças a outro de seus poderes: empatia animal. Num arco dos Novos Mutantes, ela acaba criando um vínculo com um cavalo alado das valquírias, chamado Ventania, que Odin permite que ela leve para a Terra. Para arrematar, ela também é a líder dos Novos Mutantes. A Fox ainda não divulgou sinopse do filme, portanto não se sabe o quanto da história dos personagens será realmente aproveitado. O roteiro foi escrito pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber, que trabalhou com o diretor Josh Boone no sucesso adolescente “A Culpa É das Estrelas” (2014). A previsão de estreia é para abril de 2018.

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    Tom Cruise revela título da continuação de Top Gun

    3 de junho de 2017 /

    O ator Tom Cruise revelou que a sequência de “Top Gun”, filme lançado no Brasil em 1986 como “Top Gun: Ases Indomáveis”, não vai se chamar “Top Gun 2”. Em entrevista ao site Access Hollywood, ele adiantou que o título oficial será “Top Gun: Maverick”, como o apelido de seu personagem. “Eu não queria um número, você sabe o que eu quero dizer”, disse Cruise depois de revelar o título. No breve vídeo da entrevista, Cruise ainda se esquiva uma pergunta sobre a volta de outros integrantes do elenco original. “Haverá jatos”, ele responde. O fato da continuação já ter um título indica que a produção está bem encaminhada. Cruise inclusive adiantou alguns detalhes, afirmando que o novo filme terá o mesmo tom do original, inclusive com o mesmo compositor da trilha sonora, Harold Faltermeyer. Também haverá uma competição na trama, que refletirá uma progressão de Maverick, segundo o ator. Veja o vídeo da entrevista abaixo. Em outra entrevista recente, Cruise revelou que as filmagens estavam marcadas para o ano que vem. Os rumores sobre a sequência retornaram no ano passado, quando Cruise e o produtor Jerry Bruckheimer se encontraram para conversar sobre detalhes do roteiro e estabelecer um cronograma de produção. O responsável pelo filme original, Tony Scott, morreu em 2012, dois dias após se encontrar com Cruise para discutir o projeto. Isto adiou os planos da produção, que deveria ter sido filmada na época, visando um lançamento em 2016, quando “Top Gun” completou 30 anos. Em entrevista ao site Huffington Post em 2015, Bruckheimer manifestou vontade de aproveitar a ideia de Tony Scott para o filme. “O conceito é basicamente que os pilotos estão obsoletos em relação aos drones. Mas Cruise vai mostrar para eles que ele não é obsoleto”, afirmou o produtor. A equipe de roteiristas da continuação inclui Peter Craig (“Jogos Vorazes”) e a dupla Ashley Miller e Zack Stentz (“Thor” e “X-Men: Primeira Classe”), mas Brukheimer e Cruise ainda não definiram quem substituirá Tony Scott na direção. Fala-se que Joseph Kosinski, que dirigiu Cruise em “Oblivion” (2013), estaria cotado para assumir o comando do longa-metragem. Ainda não há data de lançamento definida.

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    Saiba que outras super-heroínas podem seguir a Mulher-Maravilha nos cinemas

    2 de junho de 2017 /

    Com a expectativa criada pelo desempenho de “Mulher-Maravilha”, que já quebrou um recorde em sua pré-estreia e deve bater outros no fim de semana, Hollywood pode embarcar numa onda de filmes de super-heroínas dos quadrinhos. A própria Warner já tem dois outros projetos do gênero em desenvolvimento: “Batgirl”, de Joss Whedon (“Os Vingadores”), e “Sereias de Gotham”, centrado na Arlequina vivida por Margot Robbie, com direção de David Ayer (“Esquadrão Suicida”). Até a Sony planeja juntar duas anti-heroínas num mesmo filme, “Silver & Black”, com Gata Negra e Sabre de Prata. Já a Marvel possui apenas “Capitã Marvel”, com Brie Larson, em seu cronograma de lançamentos. Mas há pelo menos mais cinco heroínas que poderiam sustentar um filme, sozinhas ou na companhia de coadjuvantes. A Viúva Negra, interpretada por Scarlett Johansson na franquia dos Vingadores, é o exemplo mais óbvio. A trama poderia, inclusive, diferenciar-se do padrão adotado para os filmes de super-heróis ao assumir um tom de thriller de espionagem, já que Natasha Romanoff era originalmente uma espiã russa, antes de ser recrutada pela SHIELD. A Marvel ainda poderia aproveitar a estreia de Valquíria em “Thor: Ragnarok” para lançar um spin-off, quem sabe formando uma dupla com a deusa Sif, misteriosamente ausente da publicidade do terceiro filme do herói asgardiano – após aparecer até na série “Agents of SHIELD”. Com o destaque obtido em “Logan”, a pequena X-23 também se tornou candidata a ganhar seu próprio filme. Dafne Keen surpreendeu no papel e o sucesso da série “Stranger Things” aponta que o público está pronto para uma super-heroína pré-adolescente. Um filme da mutante Mística, estrelado por Jennifer Lawrence, seria outra barbada, caso a Fox conseguisse convencer a atriz. Uma alternativa seria uma pequena participação da estrela, já que a personagem tem a capacidade de assumir qualquer identidade, podendo inclusive virar homem. Das personagens inéditas no cinema, Zatanna, da DC Comics, é a que tem história mais cinematográfica, como filha de um mágico que decide usar os poderes da família para combater o crime. E ela ainda é parente de Leonardo Da Vinci! Com o sucesso da franquia “Truque de Mestre”, uma super-heroína mágica poderia facilmente apelar ao grande público.

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    Wendell Burton (1947 – 2017)

    2 de junho de 2017 /

    Morreu Wendell Burton, que estreou no cinema como par romântico de Liza Minnelli no clássico “Os Anos Verdes” (1969). Ele faleceu de câncer no cérebro na terça-feira (29/5), em sua casa em Houston, no Texas, aos 69 anos de idade. Burton tinha só 21 anos quando foi escalado em “Os Anos Verdes”, uma história de amor juvenil dirigida por Alan J. Pakula, que marcou o segundo papel cinematográfico de Liza Minnelli, então com 20 anos. Ela vivia uma universitária inquieta, ele era um universitário introvertido, e na trama os opostos acabavam se atraindo de forma romântica, mas também trágica. O filme acabou indicado para dois Oscars: Melhor Canção e Melhor Atriz para a jovem Liza. “Então”, diz a biografia do site oficial de Burton, “imaginando que estava evidentemente destinado a tornar-se rico e famoso, ele decidiu se mudar de vez para Hollywood, onde não conseguiu se tornar nem um nem outro, ao menos na medida em que imaginava. Embora, ao longo do caminho, tenha chegado a participar de vários filmes, telefilmes e episódios de séries”. Há quem diga que sua carreira tenha ficado marcada por seu segundo papel cinematográfico, como um presidiário que é estuprado e vira predador sexual no drama “Sob o Teto do Demônio” (1971), considerado muito forte para a época. Seus maiores destaques posteriores foram na TV, onde integrou o elenco do telefilme “Pergunte a Alice” (1974), adaptação de um best-seller juvenil que se tornou famoso como alerta para os perigos das drogas entre os adolescentes, e da minissérie de 1981 baseada no clássico literário “Vidas Amargas”, de John Steinbeck. Seu último filme foi “Encurralado em Las Vegas” (1986), com Burt Reynolds. Mas ele não abandonou a indústria do entretenimento, passando a vender anúncios para a TV a partir de 1988, até lançar um canal independente em Houston, em 1997. Também compôs e gravou músicas cristãs e relatou sua jornada de conversão espiritual num livro, publicado no ano passado. Ele deixa dois filhos: Haven Paschall, voz americana da personagem Serena na série animada “Pokémon”, e Adam Burton, que é músico.

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    Elena Verdugo (1925 – 2017)

    2 de junho de 2017 /

    Morreu a atriz Elena Verdugo, que teve uma prolífica carreira cinematográfica antes de se concentrar na TV e ser indicada ao Emmy por seu trabalho na série “Marcus Welby”. Ela faleceu na terça-feira (30/5) em Los Angeles, aos 92 anos. Elena Angela Verdugo debutou no cinema antes de debutar na vida real. Nascida e criada na Califórnia, numa família hispânica, ela conquistou seu primeiro papel aos 6 anos de idade, em 1931, e durante a adolescência encarou a rotina de aparecer em vários filmes por ano. Entre suas dezenas de produções da época, destacam-se muitos musicais, inclusive “Serenata Tropical” (1940) com Carmen Miranda, e clássicos de terror da Universal, que fez bom uso de seu sobrenome – Verdugo significa carrasco ou pessoa cruel – em “A Mansão de Frankenstein” (1944) e “The Frozen Ghost” (1945), ambos estrelados por Lon Chaney Jr. Mas ela também participou de aventuras populares, como “Jim das Selvas – A Tribo Perdida” (1949), “Cyrano de Bergerac” (1950) e “A Princesa de Damasco” (1952), antes de ir parar na TV, assumindo o papel principal da série “Meet Millie”, que durou quatro temporadas, entre 1952 e 1955. Verdugo integrou o elenco de várias outras séries de duração efêmera, até entrar em “Marcus Welby” em 1969. A produção era estrelada por Robert Young, ator conhecido do cinema noir, que já tinha em seu currículo uma atração televisiva de enorme sucesso, “Papai Sabe Tudo” (1954-1960). A trama acompanhava o cotidiano de seu personagem, o médico do título, um exemplo de doutor à moda antiga, atencioso e dedicado, que era capaz de tratar de tudo e com quem todo mundo queria se consultar. Verdugo interpretava sua enfermeira, Consuelo Lopez, e o elenco ainda incluía James Brolin como o médico assistente Dr. Steven Kiley. Sucesso retumbante, “Marcus Welby” se tornou a série médica mais popular de sua época, rendendo 170 episódios, exibidos ao longo de sete temporadas, entre 1969 e 1976. Além disso, venceu o Emmy de Melhor Série Dramática de 1970 e rendeu inúmeras indicações ao seu elenco. Verdugo foi lembrada por dois anos seguidos na categoria de Atriz Coadjuvante, em 1971 e 1972. Curiosamente, ela pensou em recusar o papel, quando os produtores lhe falaram que queriam uma empregada latina. “Eu disse: ‘Esquecam! Eu não vou interpretar uma empregada doméstica, que era o tipo de papel que os latinos recebiam na época”, ela contou em entrevista ao canal PBS. Sua personagem acabou sendo uma das primeiras latinas proeminentes da televisão norte-americana. Após o fim da série, a atriz ainda apareceu no telefilme “A Volta de Marcus Welby”, que reuniu o elenco original em 1984. Mas fez pouquíssima coisa mais. Ela se aposentou no ano seguinte.

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