PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

Filme

Guia da Pipoca: Os Minions voltam aos cinemas

"Minions e Monstros" estreia nesta quarta, um dia antes da data habitual de estreias

Leia mais
1 de julho de 2026
Filme

Matt Damon desafia os deuses no novo trailer de “A Odisseia”

Christopher Nolan adapta a obra clássica de Homero no primeiro filme de ficção rodado inteiramente com câmeras de Imax

Leia mais
1 de julho de 2026
Filme

Jonas Brothers voltam a “Camp Rock” no teaser do terceiro filme

Sequência estreia em agosto no Disney Channel e na Disney+, com nova geração de acampados

Leia mais
1 de julho de 2026
  • Filme

    Soldados do Araguaia é obrigatório para saudosistas da ditadura militar

    1 de abril de 2018 /

    A historiografia brasileira tem muitos esqueletos no armário. Aspectos importantes são deixados de lado, relegados ao esquecimento, como se nunca tivessem existido. O diretor Belisário Franca já havia mexido numa ferida antiga, no documentário “Menino 23”, acompanhando a investigação do historiador Sidney Aguiar, que descobriu tijolos confeccionados com suásticas nazistas, numa fazenda no interior de São Paulo. E acabou revelando a escravização de crianças nos anos 1920 e 1930, promovida por empresários de pensamento eugenista. O vínculo entre elites brasileiras e crenças nazistas se revela por inteiro, no depoimento de uma vítima sobrevivente: menino 23, já que eles tinham que abdicar de seus próprios nomes. Belo documentário. Agora, o cineasta volta à carga com “Soldados do Araguaia”, remexendo na proscrita guerrilha do Araguaia, que aconteceu entre 1967 e 1975, na selva amazônica. Foi um movimento de resistência armada à ditadura militar no campo, visando a atingir comunidades ribeirinhas e rurais na organização da resistência. Acabou sendo dizimada por forças do exército, que recrutavam soldados da própria região, que se apresentavam para o serviço militar e eram treinados para enfrentar a guerra, desconhecendo por completo suas reais motivações. O tal treinamento, revela-se no filme, era de uma crueldade incrível para aqueles recrutas, que sofriam verdadeira tortura física e psicológica, para aprenderem a endurecer com os “subversivos” comunistas, que seriam capturados e barbaramente torturados, mortos, jogados ao mar de helicópteros e todo tipo de excessos. Não havia lei nem nenhum tipo de garantia constitucional ou dos direitos humanos. Tudo podia, na ditadura militar que vigorou por 21 anos no Brasil, especialmente contra a resistência armada, no campo ou na cidade. A partir de um trabalho de apoio aos ex-soldados do Araguaia, que vivem traumas permanentes, relacionam-se com fantasmas e culpas por toda a vida, o documentário “Soldados do Araguaia” resolve ouvi-los, contar suas agruras, suas impressões, suas memórias, os medos que persistem, a opressão que ficou dentro deles, como agentes e vítimas de uma violência inaudita. O que se ouve e se vê é estarrecedor. Quem ainda hoje pensa em restaurar dias como aqueles só pode ser um louco desumano ou um completo desinformado sobre aquele período. Daí a importância de um filme como esse, para que não desejemos repetir atrocidades como aquelas. Quando se quer apagar da história os eventos que não interessa recordar, que comprometem pessoas e instituições de poder, o que nos resta é um limbo perigoso, que pode nos levar a reviver barbaridades, desumanidades, que não se justificam em nome de nenhuma ideia política, seja à direita, seja à esquerda. Combater a opressão ao ser humano se sobrepõe a todas as ideologias ou sistemas de poder. Para que isso seja possível, encarar a verdade dos fatos é essencial. O documentário é um meio, um dos caminhos de concretizar isso e alcançar o público. O problema é a distribuição e exibição dos filmes, que acaba relegando-os a poucos e raros espaços, por pouquíssimo tempo. Os serviços de TV paga, streaming e a disponibilização na Internet podem ajudar. Pode ser incômodo, mas é importante saber dessas coisas.

    Leia mais
  • Filme

    Compositor de Pantera Negra fará trilha de Venom

    31 de março de 2018 /

    A Sony seguiu a deixa da Marvel e contratou Ludwig Goransson, o compositor sueco que criou a trilha de “Pantera Negra”, para a produção do filme baseado nos quadrinhos de “Venom”. Goransson trabalhou em todos os filmes do diretor Ryan Coogler, de “Pantera Negra”, e no mais recente criou a trilha menos genérica das produções da Marvel. Ele também já tinha trabalhado anteriormente num longa do diretor Ruben Fleischer, responsável por “Venom”. Os dois colaboraram na comédia “30 Minutos ou Menos”. “Venom” traz Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) no papel principal e ainda inclui Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”), Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Woody Harrelson (“Han Solo: Uma História Star Wars”), Jenny Slate (“O Rei da Polca”) e supostamente Tom Holland, no papel de Peter Parker/Homem-Aranha. A estreia acontece em 4 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Super-heróis genéricos explodem clichês no trailer legendado de Mentes Sombrias

    31 de março de 2018 /

    A Fox divulgou o pôster, quatro fotos e o trailer legendado de “Mentes Sombrias” (The Darkest Minds). A prévia parece mais uma série derivada dos quadrinhos dos “X-Men”, ao estilo de “The Gifted”, ou mais um revival de “Tomorrow People”. Entretanto, trata-se apenas de outro filme de premissa similar, como “Jumper” (2008), “Heróis” (2009), “Poder sem Limites” (2012), em que adolescentes desenvolvem superpoderes, são caçados pelo governo, alguma organização sinistra, lutam entre si, contra-atacam e etc. Sabe-se lá porque a Fox, tendo a seu dispor os Novos Mutantes, Geração X e inúmeros personagens dos X-Men, resolveu adaptar a versão genérica do livro homônimo de Alexandra Bracken. Mas a trama foi roteirizada por Chad Hodge (criador das séries “Wayward Pines” e “Good Behavior”) e dirigida por Jennifer Yuh Nelson (de “Kung Fu Panda 2” e “3”), em sua estreia em live action. O elenco inclui Amandla Stenberg (“Jogos Vorazes”), Harris Dickinson (série “Trust”), Skylan Brooks (série “The Get Down”), Miya Cech (vista em “American Horror Story”), Mandy Moore (série “This Is Us”) e Gwendoline Christie (série “Game of Thrones”). A estreia está marcada para 2 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Sci-Fi espanhola Órbita 9 ganha trailer legendado

    31 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da sci-fi espanhola “Órbita 9”. A prévia resume a trama, que parte de uma manipulação de perspectiva. Uma garota criada a vida inteira isolada no espaço é impactada pelo primeiro contato com um homem, que vem à sua estação espacial fazer manutenção. O detalhe é que ela não está realmente no espaço, mas trancada numa instalação subterrânea, sem saber que é parte de uma experiência científica sobre isolamento. O filme marca a estreia na direção de Hatem Khraiche (roteirista de “Retornados”) e é estrelado por Clara Lago (“Fim dos Tempos”) e Álex González (“X-Men: Primeira Classe”). O lançamento original aconteceu há um ano na Espanha, e a estreia na Netflix está marcada para 6 de abril.

    Leia mais
  • Filme

    Margot Robbie é femme fatale no trailer e no pôster de Terminal

    31 de março de 2018 /

    O thriller britânico “Terminal”, produzido e estrelado por Margot Robbie (“Eu, Tonya”), ganhou pôster e trailer oficiais. A prévia destaca o clima neo-noir da produção, salientado pela atuação de femme fatale de Robbie. A trama segue dois matadores que embarcam em uma missão suicida para um empregador misterioso, disposto a pagar um alto salário. Ao longo do caminho, o par improvável descobre que uma mulher dinâmica chamada Annie (Robbie) pode estar mais envolvida no negócio do que eles inicialmente suspeitavam. O elenco inclui Max Irons (“A Hospedeira”) e Dexter Fletcher (“Kick-Ass: Quebrando Tudo”) como os assassinos profissionais, além de Simon Pegg (“Star Trek: Sem Froteiras”), Mike Myers (“Austin Powers”), Matthew Lewis (franquia “Harry Potter”) e Katarina Cas (“O Lobo de Wall Street”) em papéis secundários. O filme é escrito e dirigido por Vaughn Stein, que também fará sua estreia como diretor principal, após servir como assistente de blockbusters como “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2” (2011), “Branca de Neve e o Caçador” (2012), “Guerra Mundial Z” (2013) e o premiado drama “A Garota Dinamarquesa” (2015). A estreia está marcada para 11 de maio nos Estados Unidos e não há previsão para lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Diretor de Jurassic World voltará a comandar a franquia no terceiro filme

    30 de março de 2018 /

    O cineasta Colin Trevorrow, que comandou o blockbuster “Jurassic World”, voltará à cadeira de direção no terceiro filme da franquia. A notícia foi compartilhada por Steven Spielberg, produtor do longa, em uma entrevista à revista Entertainment Weekly. “Ele vai escrever e dirigir o terceiro filme de ‘Jurassic World’”, afirmou Spielberg. Após dirigir e co-escrever o roteiro do primeiro filme, Trevorrow continuou na franquia como produtor e co-autor da trama da sequência, “Jurassic World: Reino Ameaçado”, mas passou a direção para J.A. Bayona (“O Impossível”), porque tinha a expectativa de comandar um longa da franquia “Star Wars”. Isto acabou não acontecendo e sua disponibilidade foi aproveitada por Spielberg, que tem o sucesso do primeiro “Jurassic World” como parâmetro para confiar no cineasta. A confiança é tanta que o terceiro longa já tem data de estreia marcada, numa decisão tomada meses antes da estreia do segundo. “Jurassic World: Reino Ameaçado” chega aos cinemas em 26 de junho no Brasil, enquanto o filme seguinte está previsto para junho de 2021.

    Leia mais
  • Filme

    Revival de Roseanne é renovado após estreia com recorde de audiência

    30 de março de 2018 /

    Bastou a exibição de um único episódio para a rede ABC decidir renovar o revival da série “Roseanne” para sua 2ª temporada. Segundo dados da consultoria Nielsen, o episódio inaugural da atração, exibido na noite de terça (27/3) nos Estados Unidos, foi assistido por 18,1 milhões de espectadores e marcou 5,1 pontos na demo (entre espectadores na faixa demográfica de 18 a 49 anos), um feito incrível que só costuma ser registrado em transmissões de grandes eventos esportivos ao vivo. Para dimensionar o tamanho do sucesso, o único episódio que superou essa marca na atual temporada (iniciada em setembro) foi o capítulo de “This Is Us” exibido logo após o Super Bowl, geralmente o horário de maior audiência do ano na TV americana. Mas os números não pararam nisso. Com as reprises e outras plataformas, a atração atingiu a estratosfera. Ao todo, 21,9 milhões de espectadores assistiram a volta da série, que estava fora do ar há 21 anos, registrando astronômicos 6,1 pontos na audiência qualificada em três dias de exibição. Além de renovar a atração, a ABC encomendou mais episódios para o segundo ano. Ou melhor, para a 11ª temporada, considerando os episódios exibidos originalmente entre 1988 e 1997. Foram encomendados 13 capítulos novos, quatro a mais que os nove da atual temporada. A produção manterá todos os atores centrais no próximo ciclo, com os convidados deste ano retornando para participações eventuais. Isto inclui a criadora da série e intérprete da personagem-título, Roseanne Barr, o astro John Goodman e os filhos do casal na sitcom, Sara Gilbert, Alicia Goranson e Michael Fishman, além da irmã da protagonista, Laurie Metcalf. Entre os convidados eventuais, destaca-se ainda Johnny Galecki (ele mesmo, de “The Big Bang Theory”), que se casou com a personagem de Sara Gilbert. O sucesso de “Roseanne” deve animar os estúdios a realizar ainda mais resgates de produções clássicas, após “Twin Peaks”, “Arquivo X”, “Fuller House”, “Prison Break”, “Heroes”, “Gilmore Girls” e “Will & Grace”, que também deram o que falar. A rede CBS está atualmente produzindo o revival de “Murphy Brown” para a próxima temporada de outono e há conversas intensas a respeito de “The Office” e “Mad About You”.

    Leia mais
  • Filme

    Filme que previu o Holocausto é encontrado e volta a ser exibido após quase 100 anos

    30 de março de 2018 /

    Um filme que previu o nazismo e o Holocausto, perdido há décadas, foi restaurado, após ser reencontrado por acaso, e voltou aos cinemas da Áustria após quase um século de sua produção. Intitulado “Die Stadt Ohne Juden” (A Cidade Sem Judeus, em tradução livre), o filme é mudo e em preto e branco. Foi lançado em 1924 como um alerta, mostrando uma cidade europeia que resolve hostilizar e expulsar seus judeus. As primeiras imagens mostram uma mulher insatisfeita com o aumento dos preços num mercadinho, que resolve atirar frutas num judeu que passa pela rua. Em seguida, informa-se a todos os judeus da cidade que devem abandoná-la até o Natal. Assim, suas cenas mostram judeus escoltados por militares, forçados a embarcar em trens ou andar descalços sobre a neve, com famílias separadas sem a menor consideração. O retrato de antecipação do Holocausto foi escrito pelo romancista austríaco judeu Hugo Bettauer (o mesmo de “Rua das Lágrimas”, que virou filme com Greta Garbo) e foi dirigido pelo também austríaco HK Breslauer, na época em que Adolf Hitler escrevia seu infame “Mein Kampf”. Mas o filme tinha um final feliz. Depois de os judeus abandonarem a cidade, a vida do local piora sensivelmente. O comércio e a economia entram em crise e a cidade fica vazia e pobre. Assim, o governador não vê saída senão convidar os judeus a regressarem. No final, as famílias cristãs e judaicas voltam a estar reunidas. Na vida real, porém, a situação foi bem diferente, com os judeus exterminados pelos nazistas. Mas o autor da história, Hugo Bettauer, foi assassinado bem antes da 2ª Guerra Mundial. Considerado um traidor da Áustria na época do filme, ele teve seu endereço publicado nos jornais, com indicação de que não merecia fazer parte da sociedade. Poucos meses após a estreia de “Die Stadt Ohne Juden”, foi assassinado por um nazista, que cumpriu uma pena curta. O diretor HK Breslauer, que não era judeu, sobreviveu, mas nunca mais fez nenhum outro longa-metragem, apesar da longa carreira precedente, iniciada em 1918. No elenco de “Die Stadt Ohne Juden”, ainda constava Hans Moser, um dos mais famosos astros austríacos do pré-guerra, que se casou com uma mulher judaica. Quando os nazistas tomaram o poder na Áustria, em 1938, ele chegou a escrever uma carta a Hitler, que se dizia seu fã, pedindo clemência para a mulher. Esta história terminou melhor. Ela acabou fugindo para a Hungria, onde os dois voltariam a se reencontrar depois do fim do nazismo. Os nazistas tentaram destruir o filme, que se acreditava perdido. Mas uma cópia sobreviveu e foi encontrada numa feira de produtos usados em Paris, há três anos. Quando o comprador percebeu o que tinha em mãos, deu início a uma campanha de crowdfunding para resgatar a obra e conseguir projetá-la novamente nos cinemas. Foram obtidos 86 mil euros e o filme conseguiu ser salvo. Está atualmente em exibição em Viena, na Áustria, e deverá chegar a mais cidades europeias ao longo do ano.

    Leia mais
  • Filme

    Thor encontra os Guardiões da Galáxia em cena completa do novo filme dos Vingadores

    30 de março de 2018 /

    A Marvel segue a divulgação anabolizada de “Vingadores: Guerra Infinita” com a revelação da primeira cena completa do filme, que revela o encontro de Thor (Chris Hemsworth) com a nave dos Guardiões da Galáxia. A prévia mostra que Thor é encontrado inconsciente no espaço e resgatado pelos Guardiões, que ficam impressionados com o físico musculoso do herói. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Guerra Infinita” estreia em 26 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Fãs de Star Wars criam petição para Meryl Streep viver a Princesa Leia no Episódio IX

    30 de março de 2018 /

    Fãs da franquia “Star Wars” não querem que a General/Princesa Leia desapareça da franquia sem maiores explicações, após a morte de sua intérprete, Carrie Fisher, e iniciaram uma petição online para que a atriz seja substituída por Meryl Streep no último filme da atual trilogia, previsto para 2019. A escolha de Meryl Streep não é aleatória. Ela interpretou uma versão de Carrie Fisher em “Lembranças de Hollywood” (1990), filme baseado nas memórias da atriz de “Star Wars” sobre sua relação com a mãe famosa, Debbie Reynolds. “Após a morte de Carrie Fisher, tem havido muitas incertezas sobre como o ‘Episódio IX’ de ‘Star Wars’ vai lidar com Leia. Como a Lucasfilm alegou que eles não têm planos para recriá-la digitalmente com CGI, as soluções mais possíveis são reformular Leia ou deixá-la de fora do filme. Como fãs, nós realmente queremos que Leia brilhe no ‘Episódio IX’ e nós certamente não queremos que ela seja cortada do filme abruptamente sem um enredo razoável. Portanto, a opção ideal para nós é considerar Meryl Streep uma candidata ideal para interpretá-la”, diz o texto da petição. Carrie Fisher morreu em dezembro de 2016, aos 60 anos, mas ainda foi vista em “Star Wars: Os Últimos Jedi”, lançado no final do ano passado.

    Leia mais
  • Filme

    Sessões de Nada a Perder, que bateu recorde de pré-venda, não teriam lotado

    30 de março de 2018 /

    Assim como ocorreu com o filme “Os 10 Mandamentos”, diversos veículos da imprensa estão apontando que as sessões de “Nada a Perder”, cinebiografia do bispo Edir Macedo, estão vazias ou, pelo menos, tem lotação mediana. Enquanto a rede Record vem produzindo reportagens encomendas, que celebram o sucesso da produção, o fato é contestado, de forma igualmente previsível, pelo jornal O Globo, que encontrou cinemas vazios no Rio exibindo a produção da empresa rival. O filme bateu recorde de venda antecipada de ingressos no país, com a comercialização de 4 milhões de entradas para seu fim de semana inaugural. Mas, segundo apurou a revista Exame, sessões supostamente esgotadas no shopping Bourbon, em São Paulo, também tiveram lotação pela metade, e o movimento do Central Plaza Shopping teria sido ainda menor. O portal UOL verificou que grupos evangélicos foram em “caravana” assistir algumas sessões, tendo comprado todos os ingressos, e que desistências teriam causado os espaços vazios. Mas o Globo colheu depoimentos de fiéis que afirmam ter ganhado as entradas de alguns pastores para ir de graça aos cinemas. Não só isso. Segundo o jornal do grupo Globo, mulheres estariam distribuindo ingressos nas portas de cinemas, junto com um kit personalizado da Universal. O repórter Jan Niklas afirmou ter recebido um ingresso de graça das mãos de uma delas. Procurada pelo Globo, a distribuidora Paris Filmes disse que não recebe informações a respeito de vendas de ingressos. Por e-mail, o departamento de comunicação social da Igreja Universal chamou de “vergonhosa a acusação” de que estaria comprando ingressos para distribuir aos fiéis. Na época de “Os 10 Mandamentos”, houve relatos de muitas sessões vazias e que funcionários da Igreja do bispo Macedo compravam ingressos para distribuir aos fiéis, como brinde, visando estabelecer um novo recorde de bilheteria – o que acabou acontecendo. Na época, a Igreja Universal negou o fato, assim como o faz agora, com a única diferença de atualmente fazer isso brandindo o slogan “fake news”, maior contribuição de Donald Trump para a cultura. Em um comunicado publicado em seu site, a Universal acusa a “mídia” de “apelar” para as “fake news” para falar das salas esvaziadas, mesmo com ingressos esgotados, como ocorreu no filme anterior. “O que existe é a mobilização espontânea de grupos e de membros da Universal, que se organizaram para que o maior número de pessoas tenha chance de assistir ao filme. Da mesma forma que os espíritas impulsionaram a audiência dos filmes ‘Chico Xavier’ e ‘Nosso Lar’, bem como os católicos que lotaram sessões para acompanhar ‘Aparecida – O Milagre’. Mas, em uma pesquisa rápida, não encontramos registros deste fato como notícia”, diz o texto. O texto, assinado pela UNIcom, nome do departamento de comunicação social e de relações institucionais da Universal, acrescenta: “É claro que a Igreja Universal estimula seus adeptos a assistirem ao filme ‘Nada a Perder’. Temos convicção de que, além da edificante história de vida do Bispo Edir Macedo – já contada na trilogia literária best seller que baseia o roteiro -, o longa-metragem é também a história da vida das pessoas que frequentam a Universal.” A Igreja ainda se dirige diretamente aos jornalistas, em tom de recriminação. “Talvez, alguns jornalistas imaginem que a Universal esteja proibida de recomendar filmes a seus fiéis. Pois chegaram tarde”, diz um trecho do comunicado, antes de generalizar e taxar a imprensa como “rancorosa e preconceituosa”. “Milhões de espectadores no Brasil e no mundo irão aos cinemas para ver o que a Palavra de Deus é capaz de produzir na vida das pessoas. E não há nada que a imprensa rancorosa e preconceituosa possa fazer contra isso”, conclui o texto.

    Leia mais
  • Filme

    Diretor de Invocação do Mal vai adaptar o clássico Tommyknockers de Stephen King

    29 de março de 2018 /

    Um dos poucos livros clássicos de Stephen King que permanecem inéditos no cinema vai virar uma produção de James Wan, o diretor e produtor da franquia “Invocação do Mal”. Trata-se de “The Tommyknockers”, escrito por King em 1987. Assim como “It – A Coisa”, o livro foi adaptado apenas como minissérie nos anos 1990. E Wan se juntou justamente ao produtor do filme “It”, Roy Lee, e ao produtor da versão televisiva de 1993, Larry Sanitsky, para adquirir os direitos da produção. Wan não deve dirigir o filme, mas, segundo a revista The Hollywood Reporter, está encabeçando discussões com interessados, entre estúdios de Hollywood e plataformas de streaming. “É um conto alegórico de vício (Stephen estava lutando com o seu na época), a ameaça da energia nuclear, o perigo da histeria em massa e o absurdo da evolução tecnológica. Temas tão relevantes hoje quanto o dia em que o romance foi escrito. É também uma história sobre o poder eterno do amor e a graça da redenção”, escreveu Sanitsky, que detém os direitos de exibição, em uma apresentação enviado a interessados na produção e obtido pela THR. Lançado no Brasil como “Os Estranhos – Tommyknockers”, o livro foi uma das primeiras incursões de King na ficção científica, e inclui vários clichês do gênero, como a população possuída de uma cidadezinha, ao estilo de “Vampiro de Almas” (1956). Mesmo assim, vendeu mais que todos os clássicos do escritor, incluindo “It”, “O Iluminado” e “Carrie”. A história se numa cidade no Maine – obviamente – que sofre a influência do vazamento de um gás perigoso vindo de uma nave espacial desenterrada. O gás começa a transformar as pessoas, dando-lhes habilidades aprimoradas, mas também tornando-as violentas e sujeitas a objetivos alienígenas. Apenas um homem se mostra imune, graças a uma placa de aço na cabeça, e tenta impedir os demais moradores. A minissérie da rede ABC, estrelada por Jimmy Smits, Marg Helgenberger e a ex-porn star Traci Lords, foi um enorme sucesso de audiência. Vinte anos depois, em 2013, a NBC anunciou que faria outra adaptação, mas esses planos nunca saíram do papel.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Ancine vai incluir cotas na distribuição de verbas para produção de filmes brasileiros

    29 de março de 2018 /

    A Agência Nacional de Cinema (Ancine) anunciou nesta quinta (29/3) que o edital do Concurso Produção para Cinema 2018, que distribui verbas para novos filmes, passará a incluir cotas para diretores negros, indígenas e mulheres. A decisão foi tomada pelo comitê gestor do Fundo Setorial do Audiovisual, diante de demandas de entidades e associações do setor e um amplo diagnóstico a respeito da produção cinematográfica brasileira. O Concurso Produção para Cinema 2018 prevê a destinação de R$ 100 milhões a projetos de longas-metragens independentes de ficção, documentário ou animação. De acordo com a Ancine, pelo menos 35% desse total deverá ser destinado a propostas que tenham diretoras mulheres, incluindo transexuais e travestis. Além disso, no mínimo 10% do montante será reservado a projetos com diretores negros e indígenas. Os R$ 100 milhões são provenientes do Fundo Setorial de Audiovisual, cuja principal fonte de receita do fundo é a Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine), taxa cobrada sobre veiculação, produção, licenciamento e distribuição de obras cinematográficas e videofonográficas com fins comerciais. A decisão de criar cotas é reflete diversos estudos da Ancine e de entidades sociais. Há dois anos, um levantamento divulgado pelo Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (Gemaa), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), mostrou que nenhum dos 20 filmes nacionais com as maiores bilheterias entre 2002 e 2014 foi dirigido por uma mulher negra. Além disso, apenas 2% foram dirigidos por homens negros. Já a Ancine realizou uma pesquisa que detectou que 75,4% dos filmes lançados em 2016 foram dirigidos por homens brancos. Além disso, um estudo inédito do órgão sobre os filmes exibidos nos canais de TV paga ao longo de 2017 revelou que cineastas femininas assinaram apenas 15% das obras brasileiras veiculadas nessas emissoras no ano passado. No universo da TV paga brasileira, houve, inclusive, 28 canais que não exibiram sequer uma produção brasileira com direção exclusivamente feminina no ano inteiro – embora mulheres representem 53% do total de graduados em cursos de audiovisual.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie