Aquaman ultrapassa US$ 1 bilhão de bilheteria mundial
“Aquaman” virou bilionário. O filme do super-herói da DC Comics ultrapassou US$ 1 bilhão de arrecadação em todo o mundo no fim de semana, tornando-se o 37º lançamento de Hollywood a atingir a marca. Não só isso. Ao somar US$ 1,020 bilhão, “Aquaman” também deixou para trás os US$ 1,004 bilhão de “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (2008) e se tornou a segunda maior bilheteria de filme de super-herói da DC, atrás apenas de “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (US$ 1,084 bilhão em 2012), que deve ser superado até o próximo fim de semana. O longa dirigido por James Wan ainda virou a 4ª maior bilheteria mundial da história da Warner. Também foi o segundo da carreira do diretor a cruzar a marca bilionária, após “Velozes e Furiosos 7” em 2015, colocando Wan na companhia de Christopher Nolan, James Cameron, Joss Whedon, Michael Bay, Peter Jackson, Pierre Coffin e os irmãos Joe e Anthony Russo como os únicos cineastas com dois longas bilionários no currículo. E vale lembrar que “Aquaman” ainda não estreou num mercado importante. O lançamento no Japão está marcado apenas para 8 de fevereiro. Ou seja, a onda do filme deve continuar arrasadora por mais tempo.
Remake de Intocáveis supera Aquaman e estreia em 1º lugar na América do Norte
Ele prefere desistir de apresentar o Oscar a pedir desculpas de forma clara e convincente, mas a controvérsia sobre o passado homofóbico do ator Kevin Hart não parece ter prejudicado sua popularidade nos Estados Unidos. Seu mais recente filme, que o mundo inteiro já viu há oito anos e reviu há três, abriu em 1º lugar com US$ 19,5M (milhões) de faturamento, encerrando o reinado de “Aquaman” no topo das bilheterias da América do Norte, “Amigos para Sempre” (The Upside) é o remake americano do fenômeno francês “Intocáveis” (2011), que já tinha ganhado versão argentina, “Inseparáveis” (2016), e ficou no freezer por mais de um ano devido ao escândalo de Harvey Weinstein. O filme é o primeiro lançamento dos novos donos da The Weinstein Company, agora chamada de Lantern Entertainment. Na trama, Kevin Hart é um desempregado de passado criminoso contratado para cuidar de um milionário quadriplégico, vivido por Bryan Cranston (“Breaking Bad”). Sim, você realmente já viu este filme. E seu sucesso nas bilheterias da América do Norte perpetua a má reputação do público americano em relação à capacidade de ler legendas. Hollywood aproveita dessa deficiência para produzir remakes de sucessos internacionais. O problema dessa lógica é que, se o remake não fizer sucesso no mercado doméstico, há poucas chances de recuperar o dinheiro no exterior, já que os estrangeiros sabem ler. Uma alternativa é enganar o público com um título completamente diferente para disfarçar a mesma história. É o caso específico desse “Amigos para Sempre”, que trará ao Brasil na quinta-feira (17/1) esse conhecido melodrama disfarçado de comédia pela terceira vez. “Aquaman” caiu para o 2º lugar na América do Norte, somando mais US$ 17,2M, valor suficiente para lhe permitir entrada no seleto clube dos bilionários. O filme do super-herói da DC Comics atingiu US$ 1 bilhão de arrecadação em todo o mundo. Saiba mais sobre outras marcas que o filme superou aqui. O Top 3 se completa com outra estreia, o filme de cachorrinho “A Caminho de Casa”, que fez US$ 11,3M e chega em 28 de fevereiro no Brasil. A direção é de um especialista em filmes de bichos: Charles Martin Smith, ator do clássico “Os Intocáveis” (não confundir com o remake da semana) que encontrou nova vocação com “Bud, o Cão Amigo” (1997) e “Winter, o Golfinho” (2011). A semana contou ainda com uma terceira estreia ampla, a sci-fi “Replicas”, que fez apenas US$2,5M, ficou em 12º lugar e se tornou a pior abertura da carreira do ator Keanu Reeves. Provavelmente, o público achou que a premissa requentada pertencia a um lançamento da Netflix. Por sinal, deve sair no Brasil direto em VOD. Saiba mais sobre o desempenho do primeiro grande fracasso de 2019 aqui. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 19,5M Total EUA e Canadá: US$ 19,5M Total Mundo: US$ 19,5M 2. Aquaman Fim de semana: US$ 17,2M Total EUA e Canadá: US$ 287,8M Total Mundo: US$ 1B 3. A Caminho de Casa Fim de semana: US$ 11,3M Total EUA e Canadá: US$ 11,3M Total Mundo: US$ 11,3M 4. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 147,7M Total Mundo: US$ 302,3M 5. Escape Room Fim de semana: US$ 8,9M Total EUA e Canadá: US$ 32,4M Total Mundo: US$ 34,9M 6. O Retorno de Mary Poppins Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 150,6M Total Mundo: US$ 287,8M 7. Bumblebee Fim de semana: US$ 6,8M Total EUA e Canadá: US$ 108,4M Total Mundo: US$ 364,7M 8. Suprema Fim de semana: US$ 6,2M Total EUA e Canadá: US$ 10,5M Total Mundo: US$ 10,9M 9. A Mula Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 90,5M Total Mundo: US$ US$ 91,7M 10. Vice Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 35,9M Total Mundo: US$ 35,9M
Produtor de Capitã Marvel confirma que vilão Yon-Rogg está no filme
Um dos “segredos” do filme “Capitã Marvel” foi “revelado” pelo produtor Jonathan Schwartz. Em entrevista para o site Screen Rant, ele confirmou a presença do personagem Yon-Rogg. “O Yon-Rogg aparece, sim. Ele é uma parte importante da mitologia”, disse Schwartz. Vilão famoso dos quadrinhos, a participação do personagem já tinha sido vazada por, claro, brinquedos. A primeira vez que o nome de Yon-Rogg apareceu relacionado a “Capitã Marvel” foi numa arte da linha de bonecos Funko POP! dedicada ao filme. O nome foi rapidamente trocado para uma denominação mais genérica, de Star Commander (Comandante Estelar), em nova versão da embalagem do brinquedo. Mas bastou para sugerir que o papel de Jude Law no filme não fosse o do herói Mar-Vell (o Capitão Marvel original) como especulado, mas sim o do inimigo do herói. Logo em seguida, a Lego lançou sua própria linha de bonecos, batizando o personagem de Jude Law como Mar-Vell. Para completar, o site oficial do filme identificou uma foto do ator como Mar-Vell. E horas depois apagou a legenda. Pois é. As idas e vindas, afirmações e confirmações parecem sugerir que o papel de Law é dois-em-um, com uma provável reviravolta em sua identidade real.
Filme do He-Man contrata roteiristas de Homem de Ferro
Há dois anos, a Sony anunciou que lançaria um filme do He-Man em 2019. Só esqueceu de dizer que não tinha roteiro. Detalhe que tenta corrigir agora, com a contratação de Art Marcum e Matt Holloway, roteiristas do primeiro “Homem de Ferro” (2008) e do novo “MIB: Homens de Preto – Internacional” (2019). Obviamente, a data anunciada, de dezembro de 2019, virou mais fantasiosa que o herói da franquia. O estúdio tem encomendado histórias para o filme dos “Mestres do Universo” desde 2009. A pilha das páginas descartadas inclui textos dos computadores de Terry Rossio (“O Cavaleiro Solitário”), Alex Litvak (“Predadores”) e Michael Finch (“Hitman: Agente 47”). A versão mais recente da história foi escrita por Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”), que, por sinal, tinha a pretensão de dirigir o longa. Outro cotado a assumir o filme, McG (“Guerra é Guerra!”) chegou a dizer, em entrevistas, que Kellan Lutz (o vampiro malvado de “Crepúsculo” e o “Hércules” menos bombado) era um de seus favoritos para viver o herói de brinquedo. Há quem tenha comemorado esse delírio nunca ter se materializado nas telas. A dificuldade enfrentada pela Sony para tirar o projeto do papel também se deve à frustração com o primeiro e único filme da franquia, lançado em 1987 com Dolph Lundgren (“Os Mercenários”) no papel de He-Man e Frank Langella (“Frost/Nixon”) como o vilão Esqueleto. Com efeitos precários e resultado discutível, “Mestres do Universo” é mais lembrado por ter lançado a carreira da atriz Courteney Cox (séries “Friends” e “Cougar Town”). E ter sido dirigido por um suposto pedófilo, denunciado por oito ex-atores mirins. Ao contrário daquela produção, o novo longa não deverá se passar na Terra, preservando a inspiração dos desenhos e servindo como filme de origem. A história deve mostrar a transformação do príncipe Adam no guerreiro He-Man, que representa a última esperança da terra mágica chamada Eternia contra a ameaça do Esqueleto. Originalmente, o personagem foi lançado numa linha de bonecos pela Mattel, em 1982. Acabou se tornando desenho animado com direito a um spin-off comandando pela irmã de He-Man, a She-Ra, ambos com muito sucesso nas manhãs da TV Globo nos anos 1980. Como She-Ra acaba de ganhar uma nova série na Netflix, finalmente pode ter chegado a hora do He-Man convencer como homem de verdade no cinema.
Adaptação do game Minecraft ganha novo roteirista
A Warner encomendou um novo roteiro para seu projeto de adaptação do game “Minecraft”. A informação é da revista Variety, que revelou a contratação do cineasta Peter Sollett (“Nick & Norah: Uma Noite de Amor e Música”) para reescrever a história. O projeto está em desenvolvimento desde que o estúdio adquiriu os direitos do game em 2014. O primeiro roteiro foi escrito por Jason Fuchs, responsável pelo desastre comercial de “Peter Pan” (2015), o que deve ter levado a Warner a reconsiderar. Na ocasião, chegou a ser anunciado que o filme seria dirigido por Rob McElhenny, conhecido por seu humor negro e escrachado na série “It’s Always Sunny in Philadelphia”, e estrelado pelo ator Steve Carell (“Foxcatcher”). Mas a indecisão em relação ao roteiro fez com que eles abandonassem o projeto, optando por outros negócios mais garantidos. Com mais de 100 milhões de vendas em diversas plataformas – incluindo PC, consoles e plataformas mobile -, “Minecraft” é um jogo extremamente popular de construção, e se tornou uma propriedade da Microsoft em 2014, quando a empresa adquiriu o estúdio Mojang por US$ 2,5 bilhões. A produção está a cargo de Roy Lee, que conseguiu emplacar com sucesso “Uma Aventura Lego” (2014), outra franquia baseada em brincadeira.
Aquaman: Vídeos divulgam créditos finais do filme e bastidores da música de Skylar Grey
O sucesso de “Aquaman” virou case promocional para diversas empresas que tiveram participação em diferentes etapas da sua produção. Dois vídeos liberados no fim de semana pegam carona no fenômeno estrelado por Jason Momoa e dirigido por James Wan para divulgar trabalhos derivados do longa. A Filmograph, empresa que produz títulos e créditos de filmes em Hollywood, divulgou a sequência final de “Aquaman” em sua conta no portal de vídeos Vimeo. Além do belo trabalho de direção de arte, a sequência que apresenta os nomes do elenco e da equipe ainda destaca uma música da cantora Skylar Grey. Intitulada “Everything I Need”, a música ganhou um vídeo específico com os bastidores de sua gravação, cortesia, por sua vez, da WaterTower Music, a gravadora das trilhas da Warner. Veja abaixo os dois trabalhos derivados do filme.
Pantera Negra é o filme mais bem-avaliado de 2018 no Rotten Tomatoes
O site Rotten Tomatoes revelou os filmes e as séries mais bem-avaliados de 2018 segundo seu ranking, também conhecido como “tomatômetro”, que estabelece percentagens de aprovação para cada lançamento, de acordo com uma média das críticas publicadas nos Estados, Canadá e Reino Unido. Chamando os resultados de Golden Tomatoes, o site separou os filmes e séries que receberam as notas mais altas da crítica ao longo do ano passado. E o filme “Pantera Negra” foi o grande vencedor, conquistando 97% de aprovação de 447 críticas avaliadas. Entre os lançamentos limitados, “Roma” foi o principal destaque, mas com nota menor que a do filme da Marvel: 96% com 312 críticas. Os critérios são, no mínimo, controvertidos, pois “Assunto de Família” recebeu aprovação de 99% da crítica, mas ficou abaixo de “Roma” nas listas de lançamentos limitados e filme estrangeiro. A vantagem de “Roma” seria por ter mais críticas publicadas. Confira abaixo os melhores nas diversas categorias do Golden Tomatoes 2018. Melhor Filme de Lançamento Amplo: “Pantera Negra” Melhor Filme em Lançamento Limitado: “Roma” Melhor Filme de Diretor Estreante: “Nasce uma Estrela” Melhor Filme em Língua Espanhola: “Roma” Melhor Filme da Austrália: “Doce País” Melhor Filme do Reino Unido: “Paddington 2” Melhor Série Nova: “Homecoming” Melhor Série Contínua: “Atlanta”, 2ª Temporada Melhor Filme de Ação/Aventura: “Missão Impossível: Fallout” Melhor Animação: “Homem-Aranha no Aranhaverso” Melhor Comédia: “Oitava Série” Melhor Filme de Quadrinhos: “Pantera Negra” Melhor Documentário: “Won’t You Be My Neighbor?” Melhor Drama: “Infiltrado na Klan” Melhor Filme Estrangeiro: “Roma” Melhor Filme de Terror: “Um Lugar Silencioso” Melhor Filme para Família & Crianças: “Paddington 2” Melhor Musical/Filme de Música: “Nasce uma Estrela” Melhor Romance: “Podres de Rico” Melhor Sci-Fi/Fantasia: “Sorry to Bother You” Melhor Thriller: “As Viúvas” Melhor Western: “The Rider” Melhor Série de Comédia: “Barry” Melhor Especial de Comédia: “Hannah Gadsby: Nanette” Melhor Série Documental: “America to Me” Melhor Série de Drama: “Cobra Kai” Melhor Série de Terror: “The Terror” Melhor Minissérie, Série Limitada & Antologia: “Sharp Objects” Melhor Série de Sci-Fi-Fantasia: “Doctor Who”, 11ª Temporada Melhor Série de Super-Herói: “Demolidor”, 3ª Temporada Melhor Série de Thriller, Mistério ou Suspense: “Homecoming” Melhor Filme de TV: “The Tale”
Diretor de Um Pequeno Favor desenvolve série de comédia musical
A rede NBC encomendou o piloto de uma série de comédia musical do cineasta Paul Feig, diretor de “Missão Madrinha de Casamento” (2011), “Caça-Fantasmas” (2015) e “Um Pequeno Favor” (2018). Intitulada “Zoey’s Extraordinary Playlist”, a produção gira em torno de uma garota esperta, mas socialmente deslocada, que de uma hora para outra passa a escutar os pensamentos de todos ao seu redor – mas manifestados de uma forma peculiar: por meio de canções e grandes números musicais. Feig vai produzir e dirigir o episódio piloto, que tem roteiro de Austin Winsberg, escritor da adaptação do musical “A Noviça Rebelde Ao Vivo!” (2013). Para virar série, “Zoey’s Extraordinary Playlist” precisa ter seu piloto aprovado.
Filmes de X-Force e derivados dos X-Men teriam sido cancelados pela Disney
Com a compra da Fox pela Disney, diversos filmes em desenvolvimento no universo dos X-Men e do Quarteto Fantástico teriam sido cancelados. A “decisão” é até esperada, mas alguém resolveu assumir a “exclusividade” da informação e a soltou sem apuração na internet. O jornalista Daniel Ritchman, que escreve para o obscuro site SuperBroMovies, publicou no Twitter que “ouviu” falar sobre o óbito dos derivados. “Não é uma grande surpresa, mas, pelo que ouvi, ‘Gambit’ e ‘Dr. Destino’ estão oficialmente mortos. Quanto a ‘X-Force’, não está ‘oficialmente’ morto, mas eles só têm dois meses para começar a filmar e isso não vai acontecer. Então… não vai acontecer, pelo menos não com a Fox de qualquer maneira.” Em seguida, ele resolveu concluir o óbvio. “‘Os Novos Mutantes’ será o último filme do universo X-Men para a Fox e ‘X-Men: Fênix Negra’, o último vindo da franquia principal”. Ele completou a informação listando filmes. “‘Surfista Prateado’, ‘Kitty Pryde’ e ‘Homem-Múltiplo’ também estão mortos…” O roteirista de quadrinhos Rob Liefeld, criador de “Deadpool” e “X-Force”, lamentou a “decisão”, tomando o boato como notícia. Ele também usou o Twitter para alimentar a “informação”. “Bebam uma por ‘X-Force’. Vítima da fusão. Faria US$ 800 milhões facinho nas bilheterias”, escreveu, usando jargões. A verdade é que, mesmo que James Franco tenha até dado entrevista sobre o Homem-Múltiplo, a maioria dos projetos citados não foi oficialmente anunciada. Portanto, não deverão ser oficialmente cancelados. Na prática, vai ficar o dito pelo não dito, não importando quem diga. A única mudança oficial esperada é que Simon Kinberg, o responsável pelo universo mutante da Fox que se empregou como diretor de “Fênix Negra”, perderá a boquinha. Kevin Feige assumirá a produção dos próximos longas após o despejo de “Os Novos Mutantes” nos cinemas, integrando-os ao universo cinematográfico da Marvel. A compra da Fox pela Disney deve ser finalizada ainda no primeiro semestre de 2019. Not a huge surprise but from what I hear Gambit and Dr. Doom are officially dead. As for X-Force, it's not "Officially" dead, but they only have two months to start filming it and that's not gonna happen. So… not happening, not with Fox anyway. — Daniel Richtman (@DanielRPK) January 11, 2019 New Mutants will be the last X-Men Universe movie for Fox and Dark Phoenix the last one coming from the main series. — Daniel Richtman (@DanielRPK) January 11, 2019 Silver Surfer, Kitty Pryde and Multiple Man are also dead… — Daniel Richtman (@DanielRPK) January 11, 2019 Pour one out for ol’ X-Force. Victim of the merger. $800 million grosser easy. https://t.co/1ZCfYb9Ii5 — robertliefeld (@robertliefeld) January 11, 2019 Pour one out for ol’ X-Force. Victim of the merger. $800 million grosser easy. https://t.co/1ZCfYb9Ii5 — robertliefeld (@robertliefeld) January 11, 2019
X-Men: Fênix Negra teria custado mais de US$ 200 milhões com refilmagens
Os muitos reajustes em “X-Men: Fênix Negra” – que, segundo boatos, teriam sido pedidos pela Marvel – , não saíram baratos para a Fox. De acordo com o jornal Observer, o orçamento da produção acabou superando os US$ 200 milhões após “refilmagens caras e extensas”. O filme já foi adiado mais de uma vez justamente por causa dessas refilmagens. A trama adapta “A Saga da Fênix Negra”, ponto alto da parceria entre Chris Claremont e John Byrne nos quadrinhos, que já foi abordada no péssimo “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia. A conhecida história acompanha a transformação da heroína Jean Grey na vilã Fênix Negra, e voltará a reunir o elenco de “X-Men: Apocalipse” (2016): Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope), Kodi Smit-McPhee (Noturno) e, claro, Sophie Turner (Jean Grey/Fênix). Para completar, Simon Kinberg, que foi o responsável pelo roteiro de “X-Men: O Confronto Final”, volta para assinar a nova versão da mesma história e ainda faz sua estreia como diretor no filme. A estreia é prevista para 6 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Visual grandioso de Máquinas Mortais esconde trama superficial
A mágica da adaptação que Peter Jackson, Fran Wash e Philippa Boyens fizeram em “O Senhor dos Anéis” já não funcionou tão bem em “O Hobbit” e desanda de vez em “Máquinas Mortais”. O livro de Philip Reeve tem uma premissa original e curiosa: um mundo pós-apocalíptico em que os aglomerados urbanos se tornaram Cidades de Tração, ou seja, cidades móveis, que vão andando de um lado para o outro tentando se alimentar das menores ou fugir das maiores. Imagine se os carros de Mad Max fossem… err… cidades… e você terá uma boa ideia do mundo habitado pelas “Máquinas Mortais”. E, visualmente, o filme é espetacular. A escala é enorme e o conceito absurdo funciona muito bem na tela grande: o design de produção, os tipos de cidades, suas engrenagens, os figurinos, a inspiração steampunk, está tudo lá, atuando de maneira muito eficiente como reforço ao roteiro. O problema são os personagens caricatos, as frases de efeito manjadas e as coincidências que precisam ocorrer para a história andar (com o perdão do trocadilho). Em “Máquinas Mortais”, as cidades são mais interessantes do que os humanos. A impressão que se tem é que o filme precisou condensar muita informação e não conseguiu equilibrá-las de maneira razoável. Toda a mitologia por trás do mundo futurista precisou ser apresentada em um off inicial (chupado do “Senhor dos Anéis”) e muitos, muitos diálogos expositivos. Os personagens principais não têm tempo para serem apresentados e isso impede uma identificação clara com eles: pretendem não ser arquetípicos, mas também não são bem desenvolvidos, tornando-se indiferentes para o público. Outros aparecem e desaparecem de acordo com a necessidade do roteiro. O supervisor de efeitos visuais de várias produções de Peter Jackson, Christian Rivers, estreia na direção de longas com um projeto ambicioso que começa muito bem, mas vai perdendo… hã… combustível à medida em que avança. Iniciando com uma sequência espetacular que apresenta o mundo, os personagens e suas situações, “Máquinas Mortais” vai perdendo empolgação, chegando a um clímax… corrido, com resoluções gratuitas jogadas na tela sem vergonha nenhuma. Os atores vão ficando cada vez mais caricatos e quando chegam os créditos, a história de vingança contra um dos líderes de Londres (uma cidade-tração gigantesca que consome as menores) se torna uma sombra distante do que prometia aquela cena de abertura. Nem mesmo a interessante alegoria do darwinismo municipal é bem aproveitada, apenas raspando na discussão de como nossas metrópoles acabam “engolindo” comunidades menores. Sobra o visual arrebatador, algumas cenas de ação eficientes e as piadinhas divertidas com nossos itens de consumo tornados peças de museu. Pena que “Máquinas Mortais” não deverá sobreviver tanto tempo assim em nossas memórias. Ironicamente, não teve forças para ir tão longe quanto pretendia…
A Nossa Espera reflete sobre as batalhas do cotidiano
Um operário vivendo do chão de fábrica, competente, dedicado ao seu trabalho, e também consciente de seus deveres e responsabilidades junto aos seus colegas e subordinados. Atento à forma como a empresa trata seus empregados, disposto a lutar por direitos, justiça, respeito e melhores condições de trabalho. Esse é o personagem Olivier (Romain Duris, de “Uma Nova Amiga”). Ou melhor, a face trabalhista dele. A outra face é a familiar, tão dura e cheia de percalços como a do trabalho. O dinheiro é restrito, dois filhos pequenos demandam cuidado e atenção permanentes. Mas enquanto a mãe Laura (Lucie Debay, de “Antes do Inverno”) está presente, dá para levar. Só que um dia ela some, sem deixar explicações, e a vida de Olivier se complica enormemente. O que o filme do diretor belga Guillaume Senez explora em estilo bem realista é a luta desse homem simples, operário, trabalhador, seu drama familiar com seus filhos e a participação de sua mãe e de sua irmã. Uma história sobre abandono e perdas. O título em português alude também á questão da indefinição e da espera pelo possível retorno de Laura. Daí “A Nossa Espera”. O título original, porém, prefere enfatizar as batalhas do personagem e de seu meio: “Nos Batailles” (nossas batalhas). A narrativa faz uma boa conexão entre a vida pessoal e o aspecto coletivo, social, mostrando como uma coisa interfere fortemente na outra e como os valores se constroem, ou são vividos, lá e cá. Um dilema moral muito relevante resultará disso tudo, envolvendo não só o protagonista Olivier, mas também seus dois filhos, que ainda pequenos experimentarão o significado da democracia. Enfim, “A Nossa Espera” é um filme político, no sentido de que nossa atitude, nossas crenças, nossas ações, em casa ou no trabalho, são políticas e têm repercussões na vida dos outros. Unanimidades são raras, por isso é preciso negociar, cultivar a alteridade, respeitar as diferenças e os sentimentos. Romain Duris, com seu talento e discrição, constrói um Olivier fascinante, que inspira respeito e torcida do público. No entanto, ele não se comporta como um herói. Ele luta para sobreviver com dignidade e para dar conta de tudo, dentro dos seus limites e com suas falhas. Como todo mundo. Só que, para alguns, a vida é mais penosa, mais difícil. Às vezes, o desafio parece grande demais. Mas a solução fácil pode ser mais lesiva do que a dura batalha do dia a dia, com suas escolhas complicadas.
Noah Centineo namora atriz de Riverdale em fotos de nova comédia romântica da Netflix
A Netflix divulgou as primeiras fotos de “The Perfect Date”, sua próxima comédia romântica adolescente estrelada pelo galã júnior Noah Centineo. Em seu terceiro filme do gênero para a plataforma, o astro de “Para Todos os Garotos que Já Amei” e “Sierra Burgess é uma Loser” vai se juntar à outra estrela teen, Camila Mendes, a Veronica da série “Riverdale”. De acordo com a sinopse, o personagem de Centineo será “um jovem empreendedor que, para juntar dinheiro para ir a faculdade, cria um aplicativo de namoros em que ocupa o lugar de namorados não-existentes”. Ou seja, ele é o namorado fictício dos sonhos das garotas. Confere. Além de Camila Mendes, quem também usará seus serviços é Laura Marano, a Ally de “Austin & Ally”. As duas atrizes aparecem nas fotos divulgadas, em encontros “românticos” com o personagem de Centineo. Dirigido por Chris Nelson (“Amigas Inseparáveis”), “The Perfect Date” ainda não tem previsão de estreia na Netflix.











