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4 de novembro de 2026
  • Etc,  Filme

    Lupita Tovar (1910 – 2016)

    14 de novembro de 2016 /

    Morreu Lupita Tovar, uma das primeiras estrelas latinas de Hollywood. Ela faleceu no sábado (12/11) em Los Angeles, de causas naturais aos 106 anos de idade. Nascida em Oaxaca, no México, Lupita foi descoberta pelo documentarista Robert Flaherty na capital mexicana, durante uma competição para revelar atrizes de cinema. Ela ficou em 1º lugar e, como prêmio, foi convidada a filmar nos EUA, mudando-se para Los Angeles na companhia da avó materna em 1928. Seu primeiro contrato foi com os estúdios Fox, participando de filmes mudos, em que deveria demonstrar diversos talentos. Por isso, precisou aprender a tocar violão e ter aulas de dança, além de estudar inglês, uma língua que ela mal falava. Mas se dedicou arduamente, visando conquistar um novo contrato. Ela conseguiu seu objetivo, assinando com a Universal, mas para filmar em espanhol. Muitos de seus primeiros trabalhos se perderam, como “A Mulher Enigma” (1929), em que contracenou com Bela Lugosi. Mas, por coincidência, ela acabou ficando mais conhecida justamente num filme que todos relacionam a Lugosi. Na época, os estúdios começavam a perceber que o mercado de cinema não se restringia aos EUA e passaram a fazer versões alternativas de seus lançamentos faladas em espanhol. Assim, simultaneamente à filmagem do clássico “Drácula” (1931) de Lugosi, a Universal realizou um “Drácula” (1931) com diretor e atores mexicanos, aproveitando os mesmos cenários. Lupita interpretou Eva, a versão mexicana da protagonista Mina, numa produção em que os personagens tinham nomes espanholizados – Juan Harker, Lucía, etc. Além deste terror clássico, ela participou de “A Vontade do Morto” (1930), versão em espanhol de “Meia Noite em Ponto” (1930). E, por sinal, o produtor que teve a ideia de realizar esses remakes, o tcheco Paul Kohner, acabou se apaixonando e se casando com a atriz em 1932. Aos poucos, a Universal começou a escalar Lupita em filmes falados em inglês, como na aventura “A Leste de Bornéu” (1931), com direção de George Melford, e o western “A Lei da Fronteira” (1931), em que viveu a protagonista, ao lado do cowboy Buck Jones. Com status de estrela, Lupita foi convidada a voltar ao México para protagonizar “Santa” (1932), o primeiro filme mexicano sonoro – isto é, que tinha som e imagem sincronizados na mesma tira de celuloide. No melodrama, Lupita vivia uma jovem inocente que, após ter um caso com um soldado, tornava-se tragicamente uma prostituta. Fez tanto sucesso que o governo mexicano chegou a emitir um selo postal em sua homenagem, com Tovar caracterizada como Santa. Após um breve hiato para curtir o casamento e ter a primeira filha, Lupita voltou a Hollywood com a comédia clássica “Fanfarronadas” (1936), ao lado do mestre do humor Buster Keaton, que foi outro grande sucesso. Ela ainda participou do filme de guerra “Bloqueio” (1938), com Henry Fonda, protagonizou o western “Valentia de Gringo” (1939), com George O’Brien, e coestrelou “South of the Border” (1939) com o cowboy cantor Gene Autry, “Inferno Verde” (1940), com Douglas Fairbanks Jr., e “O Galante Aventureiro” (1940), com Gary Cooper, antes de engravidar do segundo filho e se aposentar cinco anos depois com o filme B de mistério “O Médico Destemido” (1945). Ao sair de cena, a atriz deixou uma herdeira, a filha Susan Kohner, que seguiu a carreira da mãe e foi indicada ao Oscar por “Imitação da Vida” (1959), de Douglas Sirk. Além disso, os filhos de Susan também se destacaram no cinema, mas em outras funções, escrevendo e dirigindo filmes. Indicados ao Oscar pelo Roteiro de “O Grande Garoto” (2002), os irmãos Chris e Paul Weitz são netos de Lupita.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Robert Vaughn (1932 – 2016)

    12 de novembro de 2016 /

    Morreu o ator Robert Vaughn, que protagonizou a série dos anos 1960 “O Agente da UNCLE” e foi um dos pistoleiros originais do filme “Sete Homens e um Destino”. Ele faleceu na sexta (11/11), aos 83 anos, de leucemia. Vaughan nasceu em 1932 em Nova York, numa família de atores, e fez mais de 200 filmes e séries ao longo da carreira, desde que estreou como figurante no clássico “Os Dez Mandamentos” (1956). O primeiro papel importante veio logo em seguida, no western “Sangue de Valentes” (1957), em que interpretou Bob Ford, o homem que matou o fora-da-lei Jesse James. Ele foi um rebelde sem causa em “Vidas Truncadas” (1957) e até um adolescente das cavernas em “Teenage Cave Man” (1958), trash cultuado de Roger Corman, entre diversas aparições em séries televisivas, até sua carreira ganhar upgrade nos anos 1960 com uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por “O Moço de Filadélfia” (1959), estrelado por outro jovem talentoso de sua geração, Paul Newman. O destaque no Oscar lhe rendeu o convite para participar do western épico “Sete Homens e um Destino” (1960), ao lado de uma constelação de estrelas, como Yul Brynner, Steve McQueen, James Coburn, Charles Bronson e Eli Wallach. Dando vida ao pistoleiro “almofadinha” Lee, ele tem uma das cenas mais emotivas da produção, ao confessar seu medo de enfrentar os bandoleiros de Calveira (Wallach) ao grupo de fazendeiros que deveria proteger. Pelo papel, foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Estrela Jovem, prêmio que já não existe mais. Ao contrário de outros “atores de Oscar”, Vaughn nunca desprezou a televisão e aproveitou o sucesso fenomenal de “Sete Homens e um Destino” para preencher sua agenda com diversas participações em séries de western, acumulando passagens por “Gunsmoke”, “O Homem do Rifle”, “Zorro”, “Bronco”, “O Médico da Fronteira”, “Wichita Town”, “Law of the Plainsman”, “Laramie”, “Caravana”, “Bonanza”, “O Homem de Virgínia” e “Tales of Wells Fargo”, na qual viveu Billy the Kid, entre muitas outras. A rotina de participações especiais foi interrompida em 1964, quando foi convidado a estrelar a série “O Agente da UNCLE”. A produção foi uma das mais bem-sucedidas incursões televisivas ao gênero da espionagem, que atravessava sua era de ouro com os primeiros filmes de James Bond. Mas o êxito não foi casual. O próprio criador do agente 007, Ian Fleming, contribuiu para a criação do “Agente da UNCLE” – antes de ganhar o título pelo qual ficou conhecida, a produção tinha como nome provisório “Ian Fleming’s Solo”, além de girar em torno de um personagem introduzido em “007 Contra Goldfinger” (1964), Napoleon Solo. Vaughan viveu Solo, um agente secreto americano, que realizava missões ao lado de um aliado russo, Illya Kuryakin (David McCallum, hoje na série “NCIS”), o que era completamente inusitado na época da Guerra Fria. Assim como nos filmes de 007, a série era repleta de supervilões e mulheres lindas de minissaia. E fez tanto sucesso que virou franquia, rendendo livros, quadrinhos, brinquedos, telefilmes e um spin-off, a série “A Garota da UNCLE”, estrelada por Stefanie Powers (“Casal 20″), cuja personagem também foi criada por Ian Fleming. O padrão de qualidade da produção era tão elevado que os produtores resolveram realizar episódios especiais de duas horas, como filmes. Exibidos em duas partes na TV americana, esses episódios foram realmente transformados em filmes para o mercado internacional. Para ampliar o apelo, ainda ganhavam cenas inéditas e picantes. Um desses telefilmes de cinema, por exemplo, incluiu participação exclusiva para a tela grande da belíssima Yvonne Craig, um ano antes de virar a Batgirl na série “Batman”, como uma atendente desinibida de missões da UNCLE, em aparições completamente nua. A série, que durou até 1968, rendeu cinco filmes. Mas Vaughan ainda apareceu como Napoleon Solo num longa-metragem de verdade, durante o auge da popularidade da atração: a comédia “A Espiã de Calcinhas de Renda” (1966), estrelada por Doris Day. Vaughn foi indicado duas vezes ao Globo de Ouro como Napoleon Solo, e a fama do papel ainda lhe permitiu protagonizar um thriller de espionagem, “Missão Secreta em Veneza” (1966), ao lado da estonteante Elke Sommer. O fim da série, porém, o lançou numa rotina de coadjuvante no cinema. O detalhe é que, mesmo em papéis secundários, continuou listando clássicos em sua filmografia, como o policial “Bullit” (1968), em que voltou a contracenar com Steve McQueen e receber indicação a prêmio (o BAFTA de Melhor Coadjuvante), a comédia “Enquanto Viverem as Ilusões” (1969), o filme de guerra “A Ponte de Remagem” (1969), a sci-fi “O Homem que Nasceu de Novo” (1970), etc. Ele teve breve retorno à TV em 1972, desta vez numa produção britânica, “The Protectors”, que durou duas temporadas, mas também marcou época. A trama girava em torno de um trio de aventureiros europeus, dedicados a combater o crime internacional. Vaughn, claro, liderava a equipe. Ao voltar aos cinemas, participou do blockbuster “Inferno na Torre” (1974), seu terceiro filme com Steve McQueen, no qual viveu um senador preso no terraço de um arranha-céu em chamas, durante a festa de inauguração do empreendimento imobiliário. O filme é considerado um dos melhores do gênero catástrofe, que viveu seu auge na década de 1970. Após vencer o Emmy de Melhor Ator Coadjuvante pela minissérie “Washington: Behind Closed Doors”, Vaughn deu uma inesperada guinada para a ficção científica, participando do cultuado “Geração Proteus” (1977), como a voz de um supercomputador com inteligência artificial, fez “Hangar 18” (1980) e voltou a ser dirigido por Roger Corman em “Mercenários das Galáxias” (1980), uma das melhores produções influenciadas por “Guerra nas Estrelas” lançadas com baixo orçamento nos anos 1980. A lista de longas da época ainda inclui “Superman III” (1983), que os produtores tentaram transformar numa comédia, e “Comando Delta” (1986), o filme de ação estrelado por Chuck Norris e Lee Marvin, antes de nova retomada da carreira televisiva com a série “Esquadrão Classe A”. Vaughn estrelou a última temporada da atração, em 1986, como líder militar da equipe, oferecendo perdão pelos supostos crimes do esquadrão. A partir daí, as superproduções ficaram para trás e ele entrou de vez na era do VHS, fazendo diversos filmes B de ação, terror e comédia que preencheram as prateleiras das locadoras – coisas como “Comando de Resgate” (1988), “Transylvania Twit” (1989) e “Chud – A Cidade das Sombras” (1989). Paralelamente, voltou à rotina das aparições em séries, que manteve firme durante os anos 1990, período em que foi de “The Nanny” para “Lei & Ordem”. Ele também participou do elenco de “The Magnificent Seven”, série baseada no filme “Sete Homens e um Destino”, que durou duas temporadas, entre 1998 e 2000, antes de se mudar de vez para o Reino Unido, onde estrelou a atração mais longeva de sua carreira, “O Golpe” (The Hustler), exibida de 2004 a 2012, no qual liderava um grupo de vigaristas londrinos, na realização das mais diversas trapaças. Estabelecido em Londres, Vaughn ainda participou da novela “Coronation Street”, no ar desde 1960, mas voltou aos EUA para seus últimos papéis, que incluíram nova passagem pela franquia “Lei & Ordem” (num episódio de 2015 de “Law & Order: SVU”) e dois filmes, o thriller “The American Side” (2016) e o drama “Gold Star” (2016), seu último trabalho, em que teve o papel principal, como um homem à beira da morte. Ainda inédito, o filme registra o esforço do ator para trabalhar mesmo quando a saúde não lhe permitia mais. David McCallun, seu grande parceiro em “O Agente da UNCLE”, se declarou “devastado com a notícia” da morte do amigo. “Trabalhei ao lado de Robert durante tantos anos, a ponto de sentir que perdê-lo é como perder uma parte mim. Ele foi um excelente ser humano. Apreciei cada dia que trabalhei com ele”, afirmou.

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  • Etc

    Brad Pitt é inocentado da acusação de abuso infantil

    10 de novembro de 2016 /

    A novela do divórcio de Angelina Jolie e Brad Pitt ganhou um novo capítulo, com direito a reviravolta. O site TMZ apurou que o ator está livre das acusações de abuso infantil. As conclusões da investigação do Departamento de Serviços da Criança e da Família (DCFS) inocentaram Brad. Segundo o site, elas incluíram entrevistas com a família, todas as crianças e testemunhas, e a conclusão foi de que não houve violência do ator contra o filho mais velho, Maddox, apenas uma discussão. A investigação foi iniciada após denúncia de Angelina Jolie, que teria procurado a polícia contra o ex para proteger seus seis filhos. E estava sendo usada como principal argumento de seu divórcio, para requisitar guarda exclusiva das crianças. A reviravolta dá

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  • Etc,  Série

    Série Black Mirror vira realidade com um aplicativo criado pela Netflix

    9 de novembro de 2016 /

    A Netflix criou um site inspirado no primeiro episódio da 3ª temporada de “Black Mirror”, que permite que você avalie pessoas e saiba sua nota, baseada em avaliações de outros. No site “Rate Me”, você pode avaliar um conhecido, mandar uma mensagem pra ele e também saber qual a nota que estão te dando. Intitulado “Queda Livre” (Nosedive, em inglês), o episódio que inspirou a brincadeira se passa no futuro, quando as pessoas usam um aplicativo para avaliar os outros, amigos ou desconhecidos, dando notas para as pessoas – desde um caixa de supermercado até quem encontrar na rua. Segundo a assessoria de imprensa da Netflix no Brasil, o site é criação da equipe de redes sociais americana do serviço de streaming, que divulgou o aplicativo na página oficial de “Black Mirror” no Facebook. “Black Mirror” foi criada pelo produtor britânico Charlie Brooker em 2011. As duas primeiras temporadas e um especial de Natal foram exibidos pelo Channel 4 do Reino Unido, mas a nova temporada é uma exclusividade da Netflix. Don’t you want to know what everyone thinks about you? RateMe is now available. Publicado por Black Mirror em Segunda, 7 de novembro de 2016

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  • Etc,  Série

    Ator de Três É Demais agradece por ter virado meme no Brasil

    9 de novembro de 2016 /

    O sumido ator Miko Hughes, que era menino na época da série “Três é Demais” (Full House), adorou descobrir que uma antiga foto sua viveu meme no Brasil. A foto do ator na antiga série dos anos 1990 virou símbolo da página Por Que Você Não Amadurece e os memes com a imagem tomaram a internet. “Mais de 300 mil likes em um dia!? Caramba! Muito amor pelo Brasil por terem feito com que eu virasse meme! E eu estou falando isso com ZERO sarcasmo”, escreveu Miko no Instagram, postando a página do Facebook com sua foto. O ator tem hoje 30 anos e ainda atua em algumas produções independentes. Ele interpretou o garotinho Aaron em 12 episódios da série, entre 1990 e 1995, sempre importunando a pequena Michelle (papel das gêmeas Olsen) e os adultos da série. Para quem não lembra, ele também foi o menino protagonista do terror “Cemitério Maldito” (1989) e uma das crianças que infernizou Arnold Schwarzenegger em “Um Tira no Jardim de Infância” (1990). Vale lembrar que “Três É Demais” ganhou continuação na Netflix, chamada “Fuller House”, que retomou os personagens da série original. Até o momento, porém, os roteiristas ainda não convidaram Miko para revelar o que aconteceu com Aaron. Over 300,000 likes in one day!? holy cow!Much love to Brazil for making me a meme! ?? I mean that with ZERO sarcasm ? Uma foto publicada por Miko Hughes (@woeismiko) em Nov 8, 2016 às 12:24 PST

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    EUA negam visto a ator mirim do filme Lion, forte candidato ao Oscar 2017

    9 de novembro de 2016 /

    Os Estados Unidos negaram visto de entrada ao ator mirim indiano Sunny Pawar. Segundo o site da revista Variety, menino de 8 anos iria ao país para promover o filme “Lion”, forte candidato ao Oscar, em que ele contracena com Nicole Kidman, Rooney Mara e Dev Patel. Pawar voaria nesta semana para Los Angeles acompanhado de seu pai para participar de exibições promocionais do filme, seguindo depois para um evento em Nova York. Mas a alfândega americana proibiu sua entrada no país. Uma das produções mais elogiadas do ano, vencedor do Festival de Chicago e 2º lugar no Festival de Toronto, “Lion” conta a história de um menino perdido nas ruas de Calcutá, que acaba adotado por um casal de australianos. Anos depois, ele volta para a Índia para encontrar seus pais biológicos. Sunny Pawar interpreta o personagem central do filme, durante as cenas de sua infância. O consulado americano em Mumbai, na Índia, não revelou porque negou o visto de entrada ao menino. O estúdio responsável pelo filme, The Weinstein Company, tenta resolver a situação, já que pretendia promover o menino como candidato a concorrer ao Oscar na categoria de Melhor Ator Coadjuvante. “‘Lion’ é uma história de amor, inclusão e benevolência independente de raça, religião ou etnia. O governando barrando a entrada de um garoto de 8 anos, que é a estrela do filme, no nosso país só mostra o quanto nós precisamos ser lembrados sobre os valores da nossa nação”, declarou um representante do estúdio em nota. Em sua campanha, o presidente eleito dos EUA Donald Trump prometeu que fecharia as fronteiras americanas para imigrantes, especialmente muçulmanos. “Donald Trump pede a suspensão total e completa da entrada de muçulmanos nos Estados Unidos até que os legisladores do nosso país compreendam o que está ocorrendo”, escreveu a equipe de campanha do candidato em um comunicado intitulado “Comunicado de Donald Trump para impedir a imigração muçulmana”. “Até que sejamos capazes de determinar e entender esse problema e o perigo que ele representa, nosso país não pode ser vítima desses ataques horrendos de pessoas que acreditam apenas na jihad, e que não tem nenhum senso de razão ou respeito pela vida humana”, diz o comunicado. O coordenador da campanha de Trump, Corey Lewandowski, afirmou que a proposta se aplicaria a “todo mundo”, considerando tanto muçulmanos que requisitam vistos de imigrantes quanto os que buscam entrar no país como turistas.

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  • Etc,  Série

    Os Simpsons previu que Trump seria presidente dos EUA

    9 de novembro de 2016 /

    A série animada “Os Simpsons” brinca muito, mas no fundo fala sério ao retratar o modo de vida americano. Não por acaso, fez muitas previsões que se tornaram realidade. Inclusive que Donald Trump seria Presidente dos EUA. O fato ocorreu num episódio exibido há 16 anos, intitulado “Bart to the Future”, que refletia como seria o futuro dos Simpsons. Na trama, Lisa tinha sido eleita Presidente, herdando um país falido pela administração anterior, após o desastre de ter sido presidido por ninguém menos que Donald Trump. Veja abaixo. No mês passado, o jornal inglês The Guardian falou com o criador da série, Matt Groening, sobre o episódio. “Nós previmos que ele seria presidente no ano 2000, mas é claro que, na época, aquilo era a piada mais absurda que conseguíamos pensar, e isso ainda é verdade. Vai além da sátira”, afirmou. Aproveitando a coincidência, o canal pago brasileiro Fox fará uma reprise especial do episódio na noite desta quarta (9/11), às 21 horas. Renovada para sua 30ª temporada, “Os Simpsons” vai quebrar um novo recorde em 2018, quando se tornará a série com o maior número de episódios da história da TV.

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  • Etc

    “Capitão América” puxa descontentamento de Hollywood com a eleição de Trump

    9 de novembro de 2016 /

    A eleição do bilionário republicano Donald Trump como Presidente dos EUA foi lamentada por diversos atores e diretores de Hollywood na madrugada e manhã desta quarta-feira (9/11), por meio das redes sociais. E quem puxa o coro dos descontentes é ninguém menos que o Capitão América. Ou melhor, seu intérprete, o ator Chris Evans, que, entretanto, usou um tom similar ao do personagem. “Essa é uma noite embaraçosa para a América. Nós deixamos um fomentador de ódio comandar a nossa grande nação. Nós deixamos um bully definir o nosso rumo. Estou devastado”, comentou Evans. “Me pergunto quando na história americana as mulheres foram realmente celebradas, não como mães casadas ou irmãs, mas como seres humanos capazes de liderar e guiar”, desabafou a atriz Michelle Rodriguez, da franquia “Velozes e Furiosos”. A produtora Shonda Rhymes, criadora das séries “Grey’s Anatomy” e “Scandal”, preferiu lamentar: “Sério? Qualquer um pode ser presidente? Qualquer um?” Já o cineasta Michael Moore, que previu a vitória de Trump em julho, escreveu no Twitter que, apesar do resultado, “é aí que começamos” e citou uma frase do escritor Bertram Gross que diz que “a próxima onda de fascismo virá não com vagões e campos. Ela virá com uma cara amigável”. O cineasta mexicano Guillermo del Toro, que vive em Los Angeles, foi na mesma linha, desenhando um quadro de sobrevivência num cenário pós-apocalíptico: “O mundo mudou. Mas quem nós somos, no que acreditamos, o que apoiamos – cada um de nós – será tão verdadeiro amanhã quanto é hoje.” Até o perfil oficial da série “Black Mirror” ecoou a vitória de Trump de forma distópica, como a própria atração: “Isso não é um episódio. Isso não é marketing. Isso é realidade.” “Reze pela América”, pediu a cantora e atriz Lady Gaga. E Sophie Turner, intérprete de Sansa Stark em “Game of Thrones, foi ainda mais sintética: “Não”

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  • Domingos Montagner
    Etc

    Polícia conclui as investigações sobre a morte de Domingos Montagner

    8 de novembro de 2016 /

    A Polícia de Sergipe concluiu as investigações sobre a morte do ator Domingos Montagner. O inquérito foi encerrado após um mês e meio de investigação e confirma que o ator morreu por afogamento. A conclusão é que foi um fato atípico, ou seja, para os investigadores foi um acidente, não houve crime. O delegado responsável pela investigação ouviu 14 pessoas, entre elas a atriz Camila Pitanga, que estava com Montagner no momento de sua morte. Também foram feitas vistorias no local do afogamento, que constataram a falta de sinalização e salva-vidas, avisando da proibição de banho naquela área. Apesar disso, ninguém foi indiciado pela polícia. “A polícia civil não encontrou nenhum tipo de referência a crime ou repercussão penal, mas são fatos que merecem uma apreciação do Ministério Público sob o ponto de vista de responsabilidade da prefeitura”, disse o delegado Alessandro Vieira. Os promotores vão avaliar se as falhas de sinalização do local contribuíram para o acidente. Domingos Montagner morreu no dia 15 de setembro depois de um mergulho com a atriz Camila Pitanga num lugar conhecido como Prainha, em Canindé de São Francisco. A área é considerada perigosa para banho, por causa da correnteza e da formação de redemoinhos. Há um ano, havia avisos de risco no local, mas, após uma reforma, a sinalização foi retirada e só foi reinstalada depois da morte do ator. Em setembro, a prefeitura declarou que não tinha instalado os avisos porque a obra foi interditada pelo Ministério Público. Por sua vez, o Ministério afirmou que o embargo não eximia a responsabilidade do município. A prefeitura de Canindé de São Francisco declarou que vai aguardar o posicionamento final do Ministério Público.

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  • Etc,  Filme

    Michel Temer aumenta verba do MinC e estende benefícios da Lei do Audiovisual até 2022

    8 de novembro de 2016 /

    O Presidente Michel Temer anunciou na noite de segunda (7/11), em cerimônia da Ordem do Mérito Cultural, que irá estender os benefícios da Lei do Audiovisual até 2022. Além dessa continuidade de investimento na produção cinematográfica nacional, o Presidente da República anunciou um aumento de 40% no orçamento do Ministério da Cultura (MinC) para 2017. Segundo ele, o setor está sendo privilegiado em momento de crise e “arrocho” devido à sua importância. “A cultura é o mais importante bem do povo brasileiro. É por meio dela que nós nos comunicamos”, disse Temer, para uma plateia repleta de artistas, que também celebraram o ano do samba e a grande homenageada, Dona Ivone Lara. Vale lembrar que Temer chegou a extinguir o MinC em maio, logo após assumir a presidência, transformando-o numa secretaria subordinada ao Ministério da Educação. A reação negativa da classe artística o fez mudar de ideia e anunciar a recriação do Ministério, nove dias depois.

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  • Etc

    Ao contrário de boatos, Selena Gomez tem recebido apoio de Justin Bieber e Taylor Swift

    8 de novembro de 2016 /

    As fofocas sobre o estado de saúde e espírito da atriz e cantora Selena Gomez, que se internou em agosto numa clínica para tratar da saúde, são inúmeras. A mais recente, afirma que Justin Bieber teria visitado a ex-namorada, contra a vontade da família dela. O que é altamente improvável, por mais que fontes fictícias sejam citadas como testemunhas. Há alguns dias, esses fantasmas que veem tudo o que as celebridades fazem em segredo contaram para alguns tabloides que Bieber estaria, inclusive, pagando todas as despesas da clínica em que Selena está internada. A razão, afirmam as fontes sobrenaturais, seria remorso. Ele se sentiria culpado pela depressão da ex-namorada. Então, Bieber agora é responsável por uma doença genética (lupus) e precisa pagar as contas da miserável Selena? Ou, ao contrário, segundo fontes diferentes, ele encabeça a lista de pessoas negativas que Selena precisa evitar para se recuperar totalmente? É oito ou oitocentos? O cantor, na verdade, tem, sim, apoiado a amiga, assim como Taylor Swift. Os dois mantém contato permanente com Selena, revelaram os representantes oficiais da jovem. Mas apenas familiares podem visitá-la na clínica, apesar de reportagens afirmarem o contrário – Jennifer Aniston e Ed Sheeram teriam ido ao local. E Selena não está falida, podendo pagar muito bem suas próprias contas e, se quiser, até ficar sem trabalhar o resto da vida. Infelizmente, os representantes de Selena precisam explicar o que é óbvio, porque a falta de visitas tem sido usada para justificar uma campanha infame movida por alguns webloides que antipatizam com Taylor Swift. Segundo fontes murmurantes, Taylor teria abandonado completamente a amiga, ignorando seu estado no momento em que ela mais precisaria de apoio, porque – vocês acreditam? – estaria priorizando renovar as amizades, de olho em conhecer novos namorados em potencial. A maldade desse boato é tão óbvia que nem se esforça em parecer verdade. Mesmo assim, foi replicada por diversos sites do mundo inteiro, inclusive no Brasil. E, porque não seria? Afinal, fontes garantem. Provavelmente, as mesmas fontes que também garantiram que Selena Gomez foi o “verdadeiro” motivo do divórcio de Brad Pitt e Angelina Jolie!

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    Brad Pitt aceita estender as condições de guarda temporária de seus filhos com Angelina Jolie

    8 de novembro de 2016 /

    A briga de Brad Pitt e Angelina Jolie ganhou uma trégua. Brad concordou em estender as condições do período de guarda temporária de seus filhos com Angelina, fazendo a vontade da ex-esposa. “Com este acordo, as seis crianças permanecerão sob custódia da mãe e continuarão com as visitas terapêuticas com seu pai”, afirmou na segunda-feira um representante da atriz em uma nota dirigida ao programa de TV “Entertainment Tonight”. Mas embora muitas publicações tenham dado este acordo como definitivo, ele é apenas um arranjo para a guarda temporária das crianças, enquanto não houver sentença sobre o pedido de custódia compartilhada, que Brad Pitt reivindica. Na semana passada, Brad entrou na Justiça com seu pedido de guarda compartilhada, confrontando o desejo de Angelia, que, ao dar entrada nos papéis do divórcio, fez uma única exigência: a guarda exclusiva. Pelo acerto atual, foi ampliado o período do acordo inicial do ex-casal, firmado quando a Vara da Família de Los Angeles abriu uma investigação por Brad supostamente agredir o filho mais velho, Maddox – o que teria sido o motivo do pedido de divórcio por parte de Angelina. O acordo previa que Brad fizesse exames periódicos para drogas e fosse acompanhado por um psicólogo durante as visitas. O ator cumpriu todas as exigências e o período de acompanhamento já acabou. Fontes próximas à atriz contaram ao TMZ que a família ainda não se recuperou do episódio para que Pitt volte a ter uma relação normal com os filhos. E, até que isso aconteça, a atriz pretende impedir maior contato do ator com as crianças, pois acredita que ele tem problemas com drogas e com controle da raiva que precisa resolver. O site também ouviu outras fontes, ligadas ao ator, que apostam que a conclusão da Justiça será que Pitt é um bom pai e todo o resto tem sido exagerado demais.

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    Príncipe Harry assume namoro com atriz de Suits ao defendê-la de ataques

    8 de novembro de 2016 /

    A assessoria da família real britânica confirmou o namoro do Príncipe Harry com a atriz Meghan Markle (série “Suits”) ao divulgar um comunicado oficial para defendê-la de ataques nas redes sociais e do assédio dos tabloides britânicos. O comunicado emitido pelo Palácio de Kensington nesta terça-feira (8/11) não é assinado por Harry e trata do Príncipe na terceira pessoa. Mas só pode ter sido escrito sob sua autorização. Segundo o texto, Harry estaria “profundamente decepcionado consigo mesmo por não ter sido capaz de proteger” a amada, vítima de racismo (pela cor da pele) e de machismo (por ser mais velha que ele). “Ele também está ciente de que há curiosidade significativa sobre sua vida privada (…) Ele raramente tomou medidas formais sobre publicações regulares de histórias fictícias que são escritas sobre ele e tem trabalhado duro para desenvolver uma relação profissional com a mídia, com foco em seu trabalho e nos problemas que ele se preocupa. Mas, na semana passada, houve uma linha cruzada. Sua namorada, Meghan Markle, tem sido alvo de uma onda de abusos e assédios. Alguns tem sido públicos – o esfregaço na primeira página de um jornal nacional; as conotações raciais em comentários; o sexismo e o racismo nas mídias sociais e comentários de artigo na web”, disse o comunicado. O texto acrescenta ainda que o Príncipe sente que “isso não é um jogo, é a sua vida” e que “não é certo que, em alguns meses de relacionamento, a Sra. Markle seja submetida a uma tempestade”.

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