Nina Dobrev estica temporada brasileira para pegar praia no Rio
Nina Dobrev caiu literalmente na praia. Ela aproveitou a vinda a São Paulo, para participar da Comic-Con Experience (CCXP) e deu uma esticadinha até o Rio. Os paparazzi também aproveitaram, fotografando a ex-vampira da TV, intérprete de Elena Gilbert na série “The Vampire Diares”, se divertindo muito entre o mar, um jogo de vôlei com amigos, um gole de vodka, uma acrobacia e um tombaço no areião. E não deve ter sido o primeiro: ela está com curativo na testa. Confira as imagens acima. A atriz poderá ser vista no cinema em breve, mais comportada, no filme de ação “xXx: Reativado”, seu primeiro trabalho após sair de “The Vampire Diaries”, que estreia em 19 de janeiro no Brasil.
Peter Vaughan (1923 – 2016)
O ator britânico Peter Vaughan, que interpretou o personagem Meistre Aemon na série “Game of Thrones”, morreu na manhã desta terça-feira (6/12), aos 93 anos. A agente de Vaugahn afirmou em nota que “ele morreu pacificamente e cercado pela família”. Nascido em 1923, o ator ficou conhecido principalmente por papéis de coadjuvante, tanto no teatro quanto no cinema e na TV, a partir dos anos 1950. Ele começou a demonstrar sua capacidade de roubar cenas ao dar vida a um dos personagens mais celebrados da série de comédia “Porridge” (1974 – 1977), passada numa prisão, mesmo tendo aparecido em apenas três episódios. Fez tanto sucesso que acabou escalado para reprisar seu papel no filme derivado da produção, lançado em 1979. Mas nem sempre teve a mesma sorte. Quanto viveu seu papel de maior destaque no cinema, um agente secreto britânico em “O Serviço Secreto em Ação” (1967), viu o filme implodir com os chiliques e sumiços do astro, ninguém menos que Frank Sinatra, e precisou completar as filmagens contracenando com um dublê do ator, fotografado à distância. De grande estatura e rosto longo, ele sempre usou a seu favor sua presença intimadora, que foi bastante notada quando disparou os eventos brutais de “Sob Domínio do Medo” (1971), suspense clássico de Sam Peckinpah. Mas também demonstrou grande sensibilidade no drama “Vestígios do Dia” (1993), como o pai doente de Anthony Hopkins. Ao longo de sua extensa filmografia, também se destacam o drama “A Mulher do Tenente Francês” (1981), estrelado por Meryl Streep, duas fantasias clássicas do cineasta Terry Gilliam, “Os Bandidos do Tempo” (1981) e “Brazil: O filme” (1985), a versão cinematográfica da peça “As Bruxas de Salém (1996), a adaptação de “O Marido Ideal” (1999) e, mais recentemente, a popular comédia britânica “Morte no Funeral” (2007), entre dezenas de outras produções. Seu último trabalho foi na série “Game of Thrones”, em que viveu o mentor cego e sábio de Jon Snow, o Meistre Aemon Targaryen, da 1ª à 5ª temporada.
Denúncia de O Último Tango em Paris revela o padrão da cultura do estupro
As explicações de Bernardo Bertolucci não acalmaram os ânimos exaltados pela denúncia de estupro cometido contra Maria Schneider durante as filmagens de “O Último Tango em Paris”. Ao contrário, a discussão continua em plena evolução. Os mais velhos, e principalmente o público masculino, perguntam-se o que teria originado uma reação tão apaixonada, após anos de evidências ignoradas. Em busca de uma explicação, o jornal americano The Washington Post publicou um longo artigo que recapitula o caso, lembrando que ninguém prestava muita atenção neste tipo de denúncia até recentemente. O que pode ter mudado isso foi o escândalo envolvendo o comediante Bill Cosby, acusado de estuprar dezenas de mulheres durante décadas. As denúncias também eram conhecidas há anos, mas só em 2014 se tornaram notícia, lembra a publicação. O jornal espanhol El País partiu dessa análise para destacar uma evolução de fatos que contribuíram para o clima de revolta, lembrando como atrizes vêm trazendo à tona denúncias de abuso sexual, que no passado eram ignoradas. No final de outubro, Tippi Hedren publicou um livro de memórias em que voltou a denunciar o tratamento que recebeu de Alfred Hitchcock durante a filmagem de “Os Pássaros” (1963). Ela sofreu uma situação de abuso, não muito diferente da vivida por Schneider, quando o diretor não a avisou que os ataques das aves seriam mais reais do que imaginava. Embora já fosse conhecida a complicada relação entre ambos, em seu livro Hedren finalmente definiu o caso como assédio sexual. Outras situações muito comentadas no passado foram abusos entre Lars Von Trier e seus elencos femininos, Stanley Kubrick e Shelley Duvall e até, de forma mais recente, Abdellatif Kechiche e Léa Seydoux. Nada, entretanto, foi devidamente apurado em relação às denúncias. O El Pais aponta que há um padrão evidente nestes casos, que condiz com a cultura do estupro, cujos conceitos incluem: a normalização do impulso agressor, a impunidade, a culpabilização da vítima e a necessidade de filmar a agressão. Tudo isso se encaixa na acusação contra Bertolucci.
Disney bate recorde histórico de faturamento nos EUA
Os recentes sucessos de “Doutor Estranho” e “Moana” ajudaram a Disney a bater o recorde anual de faturamento doméstico de Hollywood. A empresa já faturou US$ 2,49 bilhões nos EUA em 2016, o maior valor anual já obtido por uma empresa cinematográfica no país em todos os tempos, deixando para trás os US$ 2,45 bilhões conquistados pela Universal no ano passado. A Disney também atingiu US$ 4 bilhões no mercado internacional, sendo apenas o segundo estúdio a conseguir chegar nesta marca, cruzada pela primeira vez pela Universal em 2015. Com isso, a empresa está prestes a bater também o recorde mundial de faturamento. Atualmente com US$ 6,5 bilhões, o estúdio se aproxima dos US$ 6,8 bilhões obtidos pela Universal no ano passado. E ainda nem lançou “Rogue One: Uma História Star Wars”… Os valores são impressionantes, ainda mais considerando que, anteriormente, o maior desempenho mundial do estúdio tinha sido de US$ 5 bilhões, obtidos no ano passado graças ao lançamento de “Star Wars: O Despertar da Força”. Além dos filmes citados, os outros blockbusters da Disney em 2016 foram “Procurando Dory”, “Capitão América: Guerra Civil”, “Zootopia” e “Mogli”. O sucesso reflete a política de aquisições da Disney, que somou a seu tradicional portfólio de filmes infantis as marcas da Pixar, Marvel e LucasFilm, que a transformaram numa fábrica de franquias. A política de aquisições da empresa provou-se um verdadeiro golpe de mestre, transformando a dona da velha Disneylândia num exemplo para a indústria cinematográfica do século 21. Não por acaso, muitas de suas estratégias estão sendo imitadas pelos concorrentes – lançar super-heróis, explorar sagas, criar universos compartilhados, produzir animações de bichos falantes, etc – ainda que sem o mesmo resultado. Para se ter noção da importância dos filmes da Disney para o universo geek, a empresa tem a sua própria “Comic-Con”, chamada D23 Expo.
Chris Pratt trolla (muito) Jennifer Lawrence no Instagram
O ator Chris Pratt resolveu se divertir às custas de Jennifer Lawrence, durante a turnê de imprensa da sci-fi “Passageiros”. O ator tem usado seu Instagram para registrar momentos dos bastidores da divulgação, e não demorou para seus seguidores perceberem uma peculiaridade nas fotos. Ele resolveu cortar Jennifer de todas as imagens. O que parecia um erro bizarro de enquadramento nas primeiras fotos postadas, logo foi assumido como pegadinha. E, para completar a trollagem, ele pediu desculpas e prometeu publicar uma foto de sua brilhante colega. Dito e não feito: ele fotografou a si mesmo e aplicou uma máscara de Photoshop da atriz sobre seu rosto, como pode ser visto na imagem que fecha a galeria acima. Ou seja, mesmo quando a trama é séria, como a de “Passageiros”, Chris Pratt não larga o papel de Senhor das Estrelas. No caso, das estrelas trolladas. Ah, a piada tem a ver com o fato de Jennifer Lawrence não ter conta na rede social. Chris Pratt não ia deixar barato. “Passageiros” tem estreia prevista para 5 de janeiro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.
Andrew Sachs (1930 – 2016)
Morreu Andrew Sachs, comediante que brilhou na cultuada série britânica “Fawlty Towers”, ao lado de John Cleese. Ele tinha 86 anos e faleceu em novembro em uma casa de repouso em Londres, diagnosticado com demência, mas a notícia só foi anunciada no final de semana. Nascido em 7 de Abril de 1930, em Berlim, Sachs mudou-se com seus pais para a Inglaterra aos 8 anos, em fuga da crescente perseguição do regime nazista. Ainda adolescente, tentou seguir carreira no cinema, mas só conseguiu fazer figurações em “Grito de Indignação” (1947) e “As Vidas e Aventuras de Nicholas Nickleby” (1947). Sem desistir, focou-se no teatro, começando como assistente de palco de produções londrinas, até conseguir passar em testes para o elenco dos teleteatros da rede BBC. Depois de fazer participações em diversas séries, entrou para seu primeiro elenco fixo em 1975, vivendo o papel que marcaria sua carreira: o garçom espanhol Manuel do hotel fictício Fawlty Towers. Um dos personagens mais icônicos da história da TV britânica, Manuel era um garçom bem-intencionado, mas totalmente atrapalhado, que mal entendia inglês, e vivia constantemente sendo repreendido por seu chefe, Basil Fawlty (Cleese). Manuel acabou se tornou o personagem mais popular da série, mas Sachs pagou um preço físico por isso, machucando-se gravemente duas vezes durante as gravações – numa delas, sendo queimado por ácido. Infelizmente para os fãs, as produções da BBC costumam ser curtas e “Fawlty Towers” teve apenas duas temporadas, cada uma com seis episódios apenas, e separadas por quatro anos de intervalo entre uma e outra. Após o fim de “Fawlty Towers” em 1979, ele continuou a trabalhar em inúmeras produções da rede pública britânica, mas sem a mesma repercussão, incluindo, em 2009, aos 79 anos de idade, um arco na longeva e interminável novela “Coronation Street”, e mais recentemente, em 2015, aos 85 anos, na igualmente eterna “EastEnders”. No cinema, Sachs ainda apareceu, entre outros filmes, em “A História do Mundo, Parte I” (1981), de Mel Brooks e, mais recentemente, na comédia “O Quarteto” (2012), dirigida por Dustin Hoffman. Seu último trabalho foi como dublador de um relógio na fantasia “Alice Através do Espelho” (2016).
Don Calfa (1939 – 2016)
Morreu Don Calfa, ator de comédias cultuadas dos anos 1980. Segundo seu assessor, ele faleceu na quinta (1/12) de causas Morreu Don Calfa, que atuou em diversos filmes cultuados, entre eles “A Volta dos Mortos-Vivos” (1986). Segundo seu assessor, ele faleceu na quinta (1/12) de causas naturais, em Palm Springs, na Califórnia, dois dias antes do seu 77º aniversário. Don Calfa nasceu em 1939 em Nova York e começou a carreira em produções da Broadway nos anos 1960. Ele estreou no cinema em “No More Excuses” (1968), dirigido por Robert Downey, o pai do intérprete do Homem de Ferro. Além de ter feito aparições em diversas séries clássicas, a maioria policiais como “Barney Miller”, “San Francisco Urgente”, “Kojak” e “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues), o ator construiu uma filmografia impressionante, não só por ter coadjuvado em diversas comédias, mas por ter trabalho com cineastas da elite de Hollywood. Entre seus filmes, listam-se “Licença Para Amar Até a Meia-Noite” (1973), de Mark Rydell, “No Mundo do Cinema” (1976), de Peter Bogdanovich, “New York, New York” (1977), de Martin Scorsese, “Mulher Nota 10” (1979), de Blake Edwards, “1941 – Uma Guerra Muito Louca” (1979), de Steven Spielberg, e “O Destino Bate à sua Porta” (1981), de Bob Rafelson. Entretanto, os filmes de ponta não o tornaram tão conhecido quanto uma comédia de terror que marcou época e até hoje é cultuada: “A Volta dos Mortos-Vivos” (1986). Primeira comédia de zumbis, o filme escrito e dirigido por Dan O’Bannon (o criador da franquia “Alien”) foi responsável por lançar elementos novos na mitologia dos zumbis, como sua preferência por devorar cérebros. Na trama, Calfa interpretava Ernie, o funcionário do necrotério que abriga um grupo de punks durante um ataque de zumbis num cemitério. Ele também se destacou em outro filme sobre mortos meio vivos, que virou referência cultural. Em “Um Morto Muito Louco” (1989), Calfa viveu assassino profissional chamado Vito, frustrado por não conseguir matar Bernie (Terry Kiser), por mais que tentasse, sem saber que seu alvo já estava mais que morto. Por sinal, ele já tinha aperfeiçoado o papel de assassino frustrado em “Golpe Sujo” (1978), em que não conseguia matar Goldie Hawn. A verdadeira frustração foi sua carreira não decolar depois de participar dessas produções cultuadas. Ele ainda tentou apelar para os zumbis engraçados novamente, em “Aqui Caiu um Zumbi” (1989), que foi totalmente ignorado, antes de adentrar o mundo dos terrores B, aparecendo, entre outros, na antologia “Necronomicon – O Livro Proibido dos Mortos” (1993) e em “Progeny – O Intruso” (1998), do especialista Bryan Yzna. Com participações cada vez mais diminutas, seu último papel em uma produção “grande” foi em “Dr. Dolittle” (1998), em que viveu um paciente.
Mauricio de Sousa planeja lançar A Turma da Mônica Adulta
“A Turma da Mônica” pode acabar ganhando uma nova linha de quadrinhos retratando a vida adulta de seus personagens. A informação foi revelada pelo criador Mauricio de Sousa durante a Comic-Con Experience (CCXP). Durante décadas, Mônica, Cebolinha, Magali, Cascão e seus amigos foram retratados apenas como crianças, em publicações voltadas para o público infantil. Mas em 2008 Mauricio resolveu arriscar com o lançamento da revista da “Turma da Mônica Jovem”, mostrando os personagens adolescentes, lidando com temas para um público mais crescido. E a revista agora chega ao número 100. “A ideia é fazer ‘Turma da Mônica Adulta’ daqui há três ou quatro anos, com o grupo entre os 23 anos de idade”, adiantou o criador. Por sinal, Mônica já teve uns flashes de como seria seu futuro, numa história que a mostrou casando com o Cebolinha e o início de sua gravidez. A edição 100, por sinal, também lida com a possibilidade do casal ter um filho. O sucesso contínuo das novidades mostram que a publicação da Turma da Mônica jamais vai se esgotar. Neste ritmo, pode, inclusive, originar as aventuras dos “Filhos da Turma da Mônica”.
Sequência do premiado game de zumbis The Last of Us ganha primeiro vídeo
A Sony divulgou o primeiro vídeo da continuação de um dos games mais premiados dos últimos tempos, pegando os gameboys de surpresa na abertura do PlayStation Experience 2016, que começou nesta sexta (3/12) em Anaheim, na Califórnia. A prévia apresenta um realismo impressionante, cinematográfico, que nem parece mais animação. E apesar de se passar em pleno apocalipse zumbi, tem clima intimista, mostrando a protagonista ao violão. Claro que a música tem juras de morte a todos os seus inimigos, que o lugar está repleto de cadáveres e que ela está pingando sangue pelos poros. Desenvolvido pela Naughty Dog, “The Last of Us Part II” era até esta semana apenas um boato. Agora se sabe que a trama vai continuar a história do jogo que, entre outros troféus, levou o Annie (o Oscar da Animação) de Melhor Game de 2013, e mostrará os personagens mais velhos. Os atores Ashley Johnson (a Paterson da série “Blindspot”) e Troy Baker (dublador do Gavião Arqueiro e de Loki nos desenhos dos “Vingadores”) repetem os papéis de Ellie e Joel, respectivamente. E o roteiro e a direção estão novamente a cargo de Neil Druckmann, que criou “The Last of Us”. A Sony tinha planos de realizar uma adaptação do game para o cinema, para a qual Druckmann chegou a escrever um roteiro, mas o projeto parece ter sido arquivado. “The Last of Us Part II” ainda está em fase inicial de desenvolvimento, e não tem previsão de lançamento.
Vin Diesel divulga no Facebook vídeo de uma visita à “favela” paulistana
O ator Vin Diesel publicou um vídeo em seu Facebook de uma visita que fez à comunidade Cingapura Barão de Antonina, na Zona Oeste de São Paulo. O ator voltou a declarar seu amor ao Brasil na gravação, rodeado de crianças e adolescentes, dizendo que se sente em casa quando está no país. “Eu amo o Brasil. Eu sempre me sinto em casa quando estou aqui. Sempre vou em favelas e é sempre muito amor, qualquer favela é cheia de amor, é o meu povo aqui e eu amo. Sempre vou voltar”, disse o astro americano. O ator veio a São Paulo para participar da Comic-Con Experience (CCXP) e fazer a divulgação de seu novo filme da franquia “xXx: Reativado”. O filme tem direção de D.J. Caruso (“O Quarto dos Esquecidos”), roteiro de Chad St. John (“Invasão à Londres”) e F. Scott Frazier (“Códigos de Defesa”), e estreia em 19 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Revista Elle acusa Bertolucci por estupro de Maria Schneider em O Último Tango em Paris
[Texto revisado pelo editor] A revista Elle levantou uma polêmica antiga do cinema em sua nova edição, sob o título: “Bertolucci admite que conspirou para filmar uma cena de estupro não consentido em ‘O Último Tango em Paris'”. O texto (leia na íntegra aqui) se refere a um vídeo de 2013 que ressurgiu no blog de uma ONG espanhola, em que o cineasta italiano Bernardo Bertolucci refletia sobre Maria Schneider, morta dois anos antes, confidenciando que nunca mais tinha falado com ela após “O Último Tango em Paris” (1972). Ele contou que a atriz o odiava pela forma como planejou, em segredo, o take em que sua personagem era estuprada no filme. No vídeo, ele explica que combinou com Marlon Brando o uso de manteiga como lubrificante, sem revelar para a atriz como a cena seria filmada. O objetivo era registrar uma reação realista de protesto e raiva. “A seqüência da manteiga foi uma ideia que eu tive com Marlon na manhã antes das filmagens”, disse Bertulocci na gravação, feita durante um encontro com cinéfilos na Cinémathèque Française. Ele acrescentou que se sentiu horrível pela forma como tratou Schneider, mas defendeu-se, explicando que “queria a reação dela como garota, não como atriz.” “Eu não queria que Maria interpretasse sua humilhação e sua raiva, eu queria que ela sentisse… a raiva e a humilhação. Então ela me odiou pelo resto de sua vida.” A jornalista da Elle lembra que Maria Schneider tinha só 19 anos anos e Brando já estava com 48, e que a atriz passou os anos seguintes lutando contra o vício de drogas e depressão após a atenção trazida pelo filme. Além disso, ainda cita uma entrevista concedida por Schneider ao tabloide Daily Mail em 2007, em que revelava ter se sentido violada pela experiência. “Eu me senti humilhada e, para ser honesta, um pouco estuprada, tanto por Marlon quanto por Bertolucci”, ela disse . “Após a cena, Marlon nem veio me consolar ou pedir desculpas. Felizmente, foi apenas um take.” A cena referida se tornou uma das mais famosas da história do cinema. Quem não lembra, pode conferir abaixo, sem receio de closes de nudez como no resto do filme. Vale a pena rever diante da polêmica, que já chegou às redes sociais. Até a atriz Jessica Chastain se mostrou indignada, compartilhando o link da publicação. E ainda acrescentou seus próprios comentários inflamatórios: “Para todas as pessoas que amam este filme: vocês estão assistindo a uma jovem de 19 anos ser estupradas por um homem de 48. O diretor planejou o ataque. Eu me sinto enojada”. Veja os vídeos para tirar suas próprias conclusões.
Veronica Roth vai lançar novo capítulo da Série Divergente
A Lionsgate ainda não definiu o que vai fazer com a franquia “Divergente”, que pode ficar sem final por culpa de sua própria ganância – o estúdio quis dividir o terceiro e último livro em dois filmes e obteve uma bilheteria inexpressiva com a primeira parte. Mas os fãs dos livros originais tiveram uma boa notícia. A escritora Veronica Roth usou seu Twitter para revelar que a história literária não acabou com “Convergente”. Em vídeo, ela conta que lançará uma história inédita derivada da trilogia original, centrada no personagem Four (vivido no cinema por Theo James). A história vai se passar anos depois do final de “Convergente”, e tem o título de “We Can Be Mended”, servindo como epílogo para trama. O detalhe é que ela será disponibilizada exclusivamente como bônus para quem comprar a nova sci-fi da escritora, “Cave The Mark”, em pré-venda ou no dia do lançamento, 17 de janeiro. Segundo apurou o site da revista Variety, o estúdio Lionsgate ainda não desistiu de produzir “A Série Divergente: Ascendente”, o final da franquia, mas seus planos visariam uma parceria com um serviço de streaming. A mudança de estratégia seria reflexo da queda de bilheteria registrada no filme anterior. Enquanto “Divergente” (2014) e “A Série Divergente: Insurgente” (2015) arrecadaram US$ 288,8 milhões e US$ 297,2 milhões, respectivamente, “A Série Divergente: Convergente” (2016) implodiu com US$ 179 milhões em todo o mundo. Diante de um calendário lotado de blockbusters no verão de 2017, o estúdio passou a considerar a mudança de estratégia. Além de levar “Ascendente” para a televisão, o estúdio ainda estaria pensando em continuar a história com outros personagens em uma série televisiva. O problema é que, até agora, não conseguiu fechar parceria com nenhum canal de TV ou streaming. E alguns dos atores já se manifestaram, avisando que não assinaram contrato para fazer telefilme ou série televisiva. Enquanto isso, uma subdivisão da Fox, a Fox 2000, comprou os direitos de outra sci-fi futurista da escritora Veronica Roth, “Inertia”, publicada no ano passado.
Death Stranding: Guillermo del Toro e Mads Mikkelsen estrelam trailer arrepiante de novo game
Hideo Kojima, um dos cérebros por trás do sucesso da empresa japonesa Konami, criador do fenômeno “Metal Gear Solid” e reconhecido como o primeiro grande autor do universo dos games, divulgou o belo, enigmático e arrepiante trailer de sua nova obra, “Death Stranding”, durante o Game Awards de 2016, premiação que aconteceu na noite de quinta (1/12) em Los Angeles, nos EUA. A prévia tem um visual desconcertante, com muito sangue negro, poluição, monstros, clima militar bélico, com tropas e tanques de guerra, e um rio sujo que carrega bonecas quebradas de bebês. Em meio à atmosfera sombria, surge um personagem interpretado pelo cineasta Guillermo del Toro (“A Colina Escarlate”), que carrega em suas mãos um cilindro contendo um feto crescido de bebê. Enquanto ele se movimenta de forma furtiva, parece ser perseguido por militares híbridos, meio humanos, meio monstros, que se conectam por tentáculos e tem os uniformes manchados por respingos de um óleo negro viscoso como sangue, que parece escorrer de seus olhos. O comandante por trás da missão chega a ganhar um close, revelando a participação do ator Mads Mikkelsen (série “Hannibal”). A premissa de “Death Stranding” é um grande mistério. Sabe-se apenas que o elenco ainda inclui Norman Reedus (série “The Walking Dead”), visto peladão no primeiro teaser da produção (que também pode está disponível abaixo). Reedus e Del Toro já vinham colaborando com Kojima numa nova versão de “Silent Hill”, que brigas internas jamais tirarão da fase beta. Por conta desse e outros desentendimentos recentes – Kojima foi proibido pela Konami de receber homenagem do Game Awards no ano passado – , “Death Stranding” também inaugura uma nova fase para o celebrado autor. Há um ano, ele rompeu com a Konami e se tornou um produtor independente. Não demorou para fechar com a Sony uma parceria para desenvolver games especialmente para a plataforma PlayStation. E a prévia do primeiro projeto, disponível abaixo, é de tirar o fôlego, mesmo sem que se saiba exatamente o que acontece no game.












