Encontro inusitado: Pedro Almodóvar passa férias com Anitta na Bahia
Ninguém imaginaria essa dupla junta: o cineasta espanhol Pedro Almodóvar (“Julieta”) e a cantora Anitta. Os dois estão passando férias na praia do Loreto, na paradisíaca Ilha dos Frades, na Bahia. Quem fez a revelação foi a produtora Paula Lavigne, numa foto publicada na quinta-feira (29/12) em sua conta no Instagram. “Turma boa na Bahia”, escreveu a produtora na imagem em que o grupo de amigos posa na água. Ela confirmou ao jornal O Globo que o cineasta espanhol vai passar o réveillon no Brasil. “Ele está de férias hospedado aqui em casa na Bahia. Como já fez muitas vezes”, ela contou.
Vídeo criativo transforma 2016 em filme de terror
As mortes de tantas celebridades e os acontecimentos traumáticos de 2016 inspiraram o Friend Dog Studios a produzir um curta em forma de trailer para “2016: The Movie”, transformando o ano num filme de terror. Tudo começa de forma inocente, com a comemoração do ano novo numa casa nova, mas de repente coisas inesperadas começam a acontecer, como a morte de lendas, de David Bowie à Carrie Fisher, celulares explodem, a Inglaterra deixa a União Europeia e um serial killer com a máscara de Donald Trump acaba de vez com a tranquilidade dos personagens. É bem divertido, mas a esperança é que não haja uma sequência. Ou que “2017: The Movie” seja uma comédia.
Debbie Reynolds escreveu em sua biografia que não sobreviveria à morte de Carrie Fisher
A atriz Debbie Reynolds (“Dançando na Chuva”) escreveu em sua autobiografia que seu maior medo era presenciar a morte da filha Carrie Fisher (franquia “Star Wars”). “Não sei se poderia sobreviver a isso”, ela desabafou no livro “Unsinkable”, publicado em 2013. Em um trecho do livro, Reynolds abordou o medo de perder Carrie, após ver vários de seus colegas de profissão amargarem a morte dos filhos por conta de problemas com drogas e álcool. “Não é natural viver mais do que um filho e esse sempre foi o meu maior medo. Não sei se poderia sobreviver a isso”, escreveu a atriz, que tinha uma relação amorosa, mas conturbada com a filha, devido aos vícios de Carrie. Debbie Reynolds morreu no dia 28, vítima de uma Acidente Vascular Cerebral, um dia após a morte da filha, que sofreu uma parada cardíaca. As duas terão um funeral conjunto, segundo o site TMZ.
Camila Pitanga pretende dar um tempo na carreira em 2017, após ano traumático
Camila Pitanga decidiu dar um tempo na atuação em 2017. A atriz testemunhou a morte do colega Domingos Montagner, seu par romântico em “Velho Chico”, que faleceu por afogamento enquanto os dois mergulhavam no Rio São Francisco, em Sergipe, nos intervalos de gravação da novela. Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, a atriz contou que pretende separar o ano que vem para se dedicar à família e aos estudos. “Eu considero esse um ano trágico. Tem muita coisa que dói, que está aí pulsando na minha alma. São muitas mortes, muitas perdas. Ter testemunhado a perda de Domingos foi uma coisa marcante”, admitiu. “Mudou tudo depois disso. Tenho uma fome de viver, e, também, há um estado de delicadeza sobre o que vem. Querer ficar com a minha família no ano que vem, para me guardar um pouco, tem a ver com isso”. E acrescentou: “Talvez eu volte a cantar, quem sabe. Desejo é o que não falta para realizar em 2017”.
Carrie Fisher e Debbie Reynolds terão funeral conjunto
Carrie Fisher, atriz que interpretou a Princesa Leia na saga “Star Wars”, e sua mãe Debbie Reynolds, estrela de “Dançando na Chuva” (1952) terão um funeral conjunto, segundo o site TMZ. Debbie morreu no dia 28, vítima de uma Acidente Vascular Cerebral, um dia após a morte da filha, que sofreu uma parada cardíaca. Carrie tinha 60 anos e foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na sexta-feira (23/12) após sofrer uma parada cardíaca dentro de um avião, pouco antes de a aeronave, que veio de Londres, pousar em Los Angeles. Ela estava sendo mantida viva por aparelhos quando teve um segundo ataque cardíaco e faleceu na terça (27/12). Debbie Reynolds morreu aos 84 anos, um dia após sua filha, vítima de um AVC (acidente vascular cerebral). O filho de Debbie, Todd Fisher, confirmou ao site TMZ que a mãe passou mal enquanto conversava sobre o funeral de Carrie. “Ela está com Carrie”, disse. Segundo o site TMZ, a família ainda define os detalhes de como será o funeral, mas possivelmente será uma cerimônia privada.
Filho de Debbie Reynolds faz homenagem emocionante à mãe e à irmã Carrie Fisher
Todd Fisher postou no Twitter uma homenagem emocionante à sua irmã e sua mãe, que faleceram um dia após a outra. Ele desenhou Carrie Fisher, em seu vestido de Princesa Leia de “Guerra nas Estrelas” (1977), abraçada à Debbie Reynolds, trajada com a capa de chuva de “Cantando na Chuva” (1952). A imagem foi acompanhada por um verso da música do filme de 1952: “Que sentimento glorioso. Eu estou feliz novamente”. E no post, ele acrescentou: “Essa é uma bela história de amor que pude testemunhar por 58 anos. Eu sinto tanto a falta das duas. O amor é eterno”. Carrie Fisher morreu na terça-feira (27/12) e Debbie Reynolds faleceu no dia seguinte. This is a beautiful love story to witness in my 58 years. I miss them both so much. Love is everlasting pic.twitter.com/AeIVGaGl9k — Todd Fisher (@tafish) December 29, 2016
Celebridades que morreram em 2016 ganham tributo no estilo da arte de Sgt. Pepper’s
Infelizmente, uma das montagens mais populares deste fim de ano é também uma das mais tristes, e um trabalho inacabado em constante atualização. O artista britânico Christhebarker criou um memorial para as celebridades mortas em 2016, no estilo da capa do disco “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, dos Beatles, que se tornou viral. Mas desde que a primeira versão foi divulgada em novembro, ele não pára de atualizar a imagem (veja acima, três versões diferentes). Só nesta semana, foram acrescentadas mais duas personalidades: Carrie Fisher e Debbie Reynolds. São inúmeros rostos famosos, que incluem David Bowie, Prince, Gene Wilder, Alan Rickman, Muhammad Ali, Leonard Cohen, Anton Yelchin, George Kennedy, George Michael, Keith Emerson, Greg Lake, Maurice White, Fidel Castro, o astronauta John Glenn, até o robô R2D2, que perdeu o engenheiro que o criou e seu intérprete original, a boneca da Lady Penélope, em referência à sua criadora, Sylvia Anderson, e o logotipo do time da Chapecoense. Também há alusões a outros fatos marcantes do ano, como o Brexit, saída do Reino Unido da União Europeia, a eleição de Donald Trump para presidente dos Estados Unidos e o Samsung Galaxy Note 7, recolhido pela fábrica por suas “qualidades” explosivas. Fã de Motörhead, ele ainda incluiu a imagem de Lemmy, que morreu na última semana de dezembro de 2015. Confira abaixo um dos primeiros guias das referências da produção, que acabou ficando desatualizado.
Homem-Aranha zoa com Zack Snyder nos quadrinhos
A Marvel foi pra cima da Warner, com uma piada polêmica. A revista que junta Homem-Aranha e Deadpool incluiu um comentário maldoso sobre o diretor Zack Snyder, responsável pelos filmes “O Homem de Aço” (2013) e “Batman vs. Superman” (2016). Nos quadrinhos assinados por Nick Giovannetti e Paul Scheer, os heróis estão enfrentando um inimigo semelhante ao Papai Noel, mas com um visual extremamente raivoso e musculoso. Diante disso, Deadpool questiona: ”Quem é esse cara? É como se o Papai Noel tivesse parado de comer biscoitos e começado a fazer academia!”. Ao que o Aranha retruca: ”É como se Zack Snyder fizesse algum filme sobre o Papai Noel, mas ao invés de entregar presentes, ele resolve malhar e matar todos.” Veja abaixo. A verdade é que a Marvel já foi mais longe que isso em relação à 20th Century Fox, criando uma história para matar todo o elenco do filme “Quarteto Fantástico” (2015). O próximo filme de Zack Snyder é “Liga da Justiça”, que estreia em novembro. Mas a volta do Homem-Aranha aos cinemas vai acontecer antes disso. “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” estreia em julho.
Após mortes de famosos, fã cria campanha para manter Betty White viva até 2017
A profusão de mortes de celebridades em 2016 foi acentuada nos últimos dias, com os falecimentos de George Michael, Carrie Fisher e Debbie Reynolds, que geraram uma onda de comoção em Hollywood. Mas houve quem fizesse piada. Charlie Sheen rezou para Deus levar também Donald Trump, enquanto a reação de um fã da atriz Betty White, que está com 94 anos, foi lançar uma campanha para protegê-la até o final de ano nefasto. Demetrios Hrysikos, de ascendência grega, criou uma campanha de financiamento coletivo no site GoFundMe, para arrecadar US$ 2 mil. O objetivo, segundo ele, é viajar até a casa de Betty e se certificar de que a atriz americana sobreviverá até o dia 1º de janeiro de 2017. Mas em dois dias conquistou quase US$ 8 mil. O fã disse que, caso Betty recuse a ajuda, o valor arrecadado, que já superou a meta, será doado para um pequeno teatro com o objetivo de revelar novas estrelas do palco que ajudarão “a substituir as lendas que nos deixaram neste ano”. Betty White, que começou a carreira em 1939 e continua na ativa até hoje, ficou conhecida por participar de diversas séries de TV de comédia como “Mary Tyler Moore”, “As Super Gatas” (The Golden Girls) e “No Calor de Cleveland” (Hot in Cleveland). Ela será vista a seguir num episódio de março de “Bones”, em que reprisará seu papel recorrente da Dra. Beth Mayer.
Fim de ano marcado por mortes de celebridades inspira Charlie Sheen a rezar para que Trump seja o próximo
A série de mortes consecutivas de personalidades do mundo do entretenimento tem deixado o clima do fim de ano bastante pesado em Hollywood. Mas isso não abalou Charlie Sheen, que aproveitou o tema para demonstrar seu humor negro. Usando seu Twitter, o ator pediu a Deus para incluir mais um famoso em sua lista de mortes. “Querido Deus. Que o próximo seja Trump, por favor”, escreveu Sheen para seus 11,8 milhões de seguidores. O tuíte foi feito em formato de oração — “Trump next, please”, repetido várias vezes, com fervor. Veja abaixo. O presidente eleito Donald Trump, que é seguido por 18,1 milhões no Twitter, onde é bastante ativo, ainda não respondeu à provocação. Dear God; Trump next, please!Trump next, please!Trump next, please!Trump next, please!Trump next, please!Trump next, please! ?? © — Charlie Sheen (@charliesheen) December 29, 2016
Último desejo de Debbie Reynolds foi estar com sua filha Carrie Fisher
As últimas palavras de Debbie Reynolds, que morreu na quarta-feira (28/12), foram sobre sua filha, Carrie Fisher, falecida um dia antes. “Eu quero estar com Carrie”, teria dito a atriz veterana, 15 minutos antes de sofrer um derrame. Segundo o site TMZ, a frase teria sido dita durante uma conversa com o filho, Todd Fisher, sobre o funeral de Carrie. “Ela agora está com a Carrie e estamos todos de coração partido”, afirmou seu filho à agência Associated Press. Familiares teriam revelado ao TMZ que Debbie Reynolds teve vários AVCs durante o ano de 2016 e que ela estava com a saúde debilitada. Eles acreditam que a morte de Carrie foi demais para a atriz de 84 anos suportar. Todd Fisher confirmou que a mãe morreu devido a um AVC em sua casa, em Beverly Hills. Ela chegou a ser socorrida por uma ambulância que a levou para o hospital após sua família acionar o 911, o número de emergência nos Estados Unidos.
Debbie Reynolds (1932 – 2016)
Morreu a atriz Debbie Reynolds, estrela do clássico “Cantando na Chuva” (1952) e uma das atrizes mais famosas da era de ouro de Hollywood. Ela era mãe da também atriz Carrie Fisher (1956-2016), a Princesa Leia da franquia “Star Wars”, que faleceu um dia antes. “Ela agora está com a Carrie e estamos todos de coração partido”, afirmou seu filho, Todd Fisher, à agência Associated Press. De acordo com ele, a morte de sua irmã foi “demais” para a mãe. Reynolds foi hospitalizada às pressas na quarta (28/12) após sofrer uma emergência médica na casa do filho, em Beverly Hills, onde discutia detalhes do funeral de Carrie Fisher. Seus familiares ligaram para os paramédicos, que a levaram para o hospital Cedars-Sinai, onde ficou internada na UTI, após sofrer um AVC (acidente vascular cerebral). Ela não estaria passando bem desde a última sexta-feira (23/12), quando Carrie Fisher sofreu uma parada cardíaca durante um voo de Londres para Los Angeles, que a levou ao hospital e ao falecimento na terça. Nascida Marie Frances Reynolds em El Paso, Texas, a atriz foi descoberta por um caçador de talentos aos 16 anos, enquanto disputava o concurso de Miss Burbank. A contragosto, recebeu seu nome artístico do chefe dos estúdios Warner, Jack Warner, com quem assinou contrato para aparecer em seus primeiros filmes, “Noiva da Primavera” (1948), como figurante, e “Vocação Proibida” (1950), como coadjuvante. Vendo-se sem espaço para crescer no estúdio, ela migrou para a MGM e logo se tornou um dos principais nomes da era de ouro de Hollywood. Foram 20 anos de MGM, mas seu auge se deu logo no início, ao protagonizar, com Gene Kelly, o clássico “Cantando na Chuva” (1952). Considerado um dos melhores musicais de todos os tempos, o filme a catapultou ao estrelato, colocando seu nome na fachada dos cinemas. A jovem logo se tornou a rainha das comédias românticas, fazendo par com os principais astros da época e até com cantores famosos, como Frank Sinatra em “Armadilha Amorosa” (1955), Bing Crosby em “Prece para um Pecador” (1959) e Eddie Fisher em “Uma Esperança Nasceu em Minha Vida” (1956). Ela acabou se casando com Fisher, o pai de Carrie e Todd. Os dois chegaram a formar um dos casais mais famosos de Hollywood, batizados de “namoradinhos da América”. Mas não durou muito. A separação aconteceu em 1959, em meio a um escândalo midiático: Debbie foi trocada por Elizabeth Taylor. À margem ao escândalo, a carreira de Debbie Reynolds continuou de vento em popa, rendendo clássicos como “Flor do Pântano” (1957), “Como Fisgar um Marido” (1959), “A Taberna das Ilusões Perdidas” (1960) e até a obra-prima western de John Ford, “A Conquista do Oeste” (1961). Pelo desempenho em “A Inconquistável Molly” (1964), em que viveu Molly Brown, sobrevivente de uma inundação e do naufrágio do Titanic, ela recebeu sua única indicação ao Oscar de Melhor Atriz – acabou perdendo para Julie Andrews, por “Mary Poppins”. No mesmo ano, fez um de seus filmes mais divertidos, “Um Amor do Outro Mundo” (1964), que influenciou dezenas de produções sobre trocas mágicas de sexo. A comédia dirigida por Vincent Minelli girava em torno de um homem conquistador que era assassinado por um marido ciumento e tinha uma volta kármica como uma loira, sexy, mas atrapalhada Debbie Reynolds, que não conseguia lidar bem com o fato de ter virado mulher e ser cantada pelo melhor amigo (Tony Curtis). Ela ainda estrelou outras comédias marcantes, como “Divórcio à Americana” (1967) e “Lua de Mel com Papai” (1968), sobre casamentos em crise, antes de se dedicar a fazer números musicais em Las Vegas. Foi trabalhando em Las Vegas que Reynolds quitou uma dívida de US$ 3 milhões decorrente do vício de seu segundo marido, o empresário Harry Karl, em jogos de azar. Os dois foram casados de 1960 a 1973. Mas sua relacionamento com Vegas foi bem mais duradoura. Ela chegou a ter um cassino na cidade, onde passou a expor relíquias de filmes hollywoodianos, que colecionou ao longo de sua vida. Durante muitos anos, a atriz teve uma das maiores coleções de memorabilia da era de ouro do cinema americano, que, devido à dificuldade de preservação, acabou vendendo e doando em tempos recentes. Reconhecida pela boa voz de cantora, ela iniciou uma bem-sucedida carreira de dubladora com a animação “A Menina e o Porquinho” (1973), que levou adiante na versão americana de “O Serviço de Entregas da Kiki” (1989), “Rudolph – A Rena do Nariz Vermelho” (1998) e nas séries animadas “Rugrats – Os Anjinhos” e “Kim Possible”, onde tinha papéis recorrentes. A atriz também apareceu de forma recorrente na série “Will & Grace” e entre seus últimos papéis estão participações na comédia “Como Agarrar Meu Ex-Namorado” (2012) e no premiado telefilme “Minha Vida com Liberace” (2013). Em 2015, ela foi homenageada pelo Sindicato dos Atores dos EUA por sua filmografia de 65 anos e, no começo deste ano, recebeu um prêmio humanitário da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas por seu trabalho em prol da conscientização e tratamento de doenças mentais. Ela é uma das fundadoras da instituição de caridade The Thalians. Debbie Reynolds deixa o filho, Todd Fisher, e a neta, a atriz Billie Lourd, filha de Carrie Fisher.
Mãe de Carrie Fisher, a atriz Debbie Reynolds passa mal e é hospitalizada de emergência
Um dia após a morte de Carrie Fisher, sua mãe, a também atriz Debbie Reynolds (estrela de “Cantando na Chuva”) foi hospitalizada. De acordo com o site TMZ, a atriz de 84 anos foi socorrida por uma ambulância que a levou para o hospital após sua família pedir ajuda pelo número de emergência. Debbie estava na casa do filho, Todd Fisher, em Beverly Hills, quando passou mal. Segundo o Washington Times, ela discutia os planos do funeral da filha. O TMZ publicou a gravação da chamada de emergência, no qual atendente identificou os sinais como um quadro de AVC (acidente vascular cerebral). Na terça-feira, quando Carrie morreu, Debbie se manifestou em sua conta do Facebook. “Obrigado a todos que abraçaram os dons e talentos da minha amada e incrível filha”, escreveu ela. “Eu sou grata por seus pensamentos e orações, que agora estão guiando-a para sua próxima parada”, ela postou.











