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Etc

Marina Ruy Barbosa recebe apoios de famosos após ataques de bolsonaristas

Atrizes de "Tremembé", Malu Galli, Fernanda Abreu, Janones e muitos outros se manifestam em defesa da artista após rompimento de amizades e críticas por divergências políticas

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3 de novembro de 2026
Etc

Marina Ruy Barbosa rompe com amigas após apoio a Lula nas eleições

Mensagens atribuídas a Luma Costa e Lala Rudge revelam críticas à posição política da atriz, apesar de Luma negar que a divergência tenha provocado o rompimento

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3 de novembro de 2026
Etc

Malévola Alves desafia MC Loma após notificação para apagar post sobre Bolsa Família

Influenciadora afirma ter recebido notificação extrajudicial da cantora por publicação que questionava benefício social e apoio a Flávio Bolsonaro

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3 de novembro de 2026
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    Abigail Breslin revela ter sido estuprada por ex-namorado

    27 de abril de 2017 /

    A atriz Abigail Breslin, que começou a carreira ainda criança no filme “Pequena Miss Sunshine” (2006), revelou em seu perfil no Instagram que foi abusada sexualmente por um namorado. Ao ser questionada pelos seguidores porque não fez a denúncia na hora, contou que tinha medo de ser desacreditada e sofrer represálias. Ela desabafou numa primeira postagem no começo do mês, ao compartilhar uma imagem que falava sobre sexo consensual. No texto da foto, estava escrito: “Consentimento II. Você não é obrigado a fazer sexo com alguém com quem esteja se relacionando. Namorar não é dar consentimento. Casar não é dar consentimento”. Na legenda, a atriz fez a revelação: “Eu conhecia meu agressor”. O post provocou diversos comentários. Enquanto muitos apoiaram a atriz, outros cobraram uma posição mais forte. “Estupros denunciados são os únicos que contam”, escreveu um internauta. Nesta semana, a atriz voltou ao assunto, publicando uma resposta a esses comentários. “Eu não denunciei meu estupro. Não denunciei por várias razões”, escreveu. “Primeiro, eu estava em completo choque e negando tudo. Não queria me ver como ‘vítima’, então eu reprimi isso e fingi que o estupro não tinha ocorrido. Segundo, eu estava em um relacionamento com meu estuprador e tinha medo de não acreditarem em mim. Eu também tinha medo de que, se minha denúncia não chegasse a algum lugar, ele descobriria e me machucaria ainda mais”, apontou. “Terceiro, eu sabia o quanto minha família e amigos ficariam machucados ao descobrir e não queria colocá-los nessa situação”, contou. “Fui diagnosticada com transtorno pós-traumático há um ano e meio. Melhorei muito deste então, mas não vou fingir que não é algo contra o qual eu não lute. Ainda tenho flashbacks, ainda tenho pesadelos, ainda dou um pulo quando alguém me toca de surpresa, mesmo se é um amigo me tocando no ombro”, revelou. “Estupros não reportados contam. Estupros reportados contam. Fim da história”, concluiu a jovem. i knew my assailant. #SexualAssaultAwarenessMonth #breakthesilence Uma publicação compartilhada por Abigail Breslin (@abbienormal9) em Abr 10, 2017 às 10:47 PDT *trigger warning⚠️* Uma publicação compartilhada por Abigail Breslin (@abbienormal9) em Abr 22, 2017 às 6:02 PDT

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  • Etc

    Meryl Streep e Robin Wright vêm a São Paulo falar do empoderamento feminino

    26 de abril de 2017 /

    As atrizes Meryl Streep (“Florence: Quem é Essa Mulher?”) e Robin Wright (série “House of Cards”) vem ao Brasil participar de um evento sobre o empoderamento feminino. Elas serão as estrelas de um debate organizado pelo Banco Santander Brasil, marcado para 29 de maio em São Paulo, em que discutirão a posição da mulher no mercado de trabalho atual. “Teremos uma conversa sobre a mulher, a posição da mulher e a liderança feminina no mundo de hoje que se acelera”, afirmou o presidente da filial brasileira do Santander, Sergio Rial, em um encontro com jornalistas. A Netflix vai aproveitar a oportunidade para apresentar a 5ª temporada da série “House of Cards”, protagonizada por Kevin Spacey e a própria Robin Wright, que estreia no dia seguinte na plataforma de streaming. Recentemente, a atriz exigiu da produtora da série receber o mesmo salário de seu companheiro Kevin Spacey, o que foi lembrado por Rial como pretexto ideal para falar “dessa nova mulher que ainda tem que se posicionar no mercado de trabalho”. Vale lembrar também que Meryl Streep estrelou em 2015 “As Sufragistas”, sobre o surgimento do movimento feminista.

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  • Etc,  Filme

    Nicolas Cage quebra o tornozelo durante filmagem de thriller de ação

    26 de abril de 2017 /

    O ator Nicolas Cage quebrou o tornozelo durante as filmagens de “#211”, um thriller de ação rodado em Sofia, na Bulgária. O acidente foi sucintamente descrito como “bizarro” pelo site Deadline. Cage foi levado para um hospital, perto de onde o longa está sendo filmado. Segundo o Deadline, o médicos queriam fazer cirurgia imediatamente. Em vez disso, o ator decidiu embarcar num avião para se tratar em Los Angeles. Os representantes do ator confirmam que ele está atualmente convalescendo e espera voltar ao set, para retomar seu trabalho, em duas semanas. A produção foi interrompida após o acidente e aguarda o retorno de Cage para ser retomada. “#211” tem roteiro e direção do ex-campeão de snowboard York Shackleton (“Kush”) e traz Cage na pele de um agente que tenta evitar um assalto. A produção é dos estúdios Millennium/Nu Image.

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  • Etc,  Filme

    Jonathan Demme (1944 – 2017)

    26 de abril de 2017 /

    Morreu o diretor Jonathan Demme, vencedor do Oscar por “O Silêncio dos Inocentes” (1991). Ele faleceu nesta quarta (26/4) em Nova York, aos 73 anos, vítima de um câncer no esôfago e de complicações cardíacas. O cineasta foi diagnosticado com a doença em 2010, quando passou por um tratamento bem sucedido. Infelizmente, o câncer retornou em 2015 e sua saúde se deteriorou, até seu estado se tornar grave nas últimas semanas. Com mais de 40 anos de carreira, Demme integrava a brilhante geração de cineastas que deu seus primeiros passos sob a tutela do produtor Roger Corman nos anos 1970, da qual também fazem parte Francis Ford Coppola, Martin Scorsese, James Cameron, Ron Howard e Curtis Hanson. Seu primeiro trabalho foi como roteirista do filme B de motoqueiros “Angels Hard as They Come”, produzido por Corman em 1971. A estreia como diretor aconteceu logo em seguida, com “Celas em Chamas (1974), que explorava a vertente sensacionalista dos filmes de presídios femininos, exemplar típico das produções de Corman. A partir daí, alternou thrillers, comédias e documentários, uma rotina que o acompanhou por toda a carreira. Não demorou a chamar atenção, eletrizando com o suspense “O Abraço da Morte” (1979) e encantando com a comédia “Melvin e Howard” (1980), sobre um suposto herdeiro da fortuna de Howard Hughes. Mas o trabalho que lhe trouxe mais atenção foi um documentário musical, que registrava a banda Talking Heads ao vivo. Com trechos transformados em clipes, “Stop Making Sense” (1984) acabou espalhando o nome de Demme. E ele passou a fazer clipes, assinando vídeos de The Pretenders, UB40, New Order e Bruce Springsteen, entre outros. Um dos trabalhos mais importantes desta fase foi o vídeo de protesto “Sun City” (1985), que reuniu uma multidão de artistas contra o Apartheid da África do Sul. Toda essa experiência foi vertida na confecção de seu filme-síntese, “Totalmente Selvagem” (1986), em que uma mulher fatal “rapta” um yuppie para um fim de semana de loucuras. Estrelado por Melanie Griffith, Jeff Daniels e o praticamente estreante Ray Liotta, o filme começava como comédia e terminava como suspense, e pelo meio do caminho enveredava por cenas musicais. Cultuadíssimo, foi escolhido para lançar a revista Set, de cinema, no Brasil. Demme retomou a alternância de seus três gêneros prediletos com o documentário “Declarações de Spalding Gray” (1987), a comédia “De Caso com a Máfia” (1988) e, claro, o suspense “O Silêncio dos Inocentes” (1991). O filme que introduziu o serial killer Hannibal Lecter no imaginário popular tornou-se icônico, com cenas referenciadas até hoje. Mas tão fantástica quanta a interpretação de Anthony Hopkins, vencedor do Oscar pelo papel do psicopata canibal, foi a direção de Demme, criando tensão absurda em simples diálogos e estabelecendo um vocabulário cinematográfico que se tornaria muito imitado. “O Silêncio dos Inocentes” venceu merecidos cinco Oscars: Melhor Filme, Direção, Roteiro, Ator e Atriz (Jodie Foster). Mas não foi a obra mais relevante do diretor. O maior legado de Demme, em termos de impacto cultural e social, veio logo a seguir. A consagração da Academia o inspirou a enveredar pela primeira vez pelo drama adulto. E seu filme seguinte, “Filadélfia” (1993), tornou-se pioneiro no registro da luta contra o preconceito sexual e o estigma da Aids. O Oscar vencido por Tom Hanks, pelo papel do aidético que processa a empresa que o demitiu, ajudou a mudar a visão do mundo sobre a Aids. Assim como a escalação de Denzel Washington, como o advogado homofóbico que defende sua causa, humanizou o questionamento de intransigências antiquadas. Os dois sucessos consecutivos de público e crítica renderam a Demme o status de cineasta de grandes produções. Mas nenhum de seus filmes seguintes teve a mesma repercussão. De fato, foram decepcionantes, como a adaptação do best-seller “Bem-Amada” (1998), com Oprah Winfred, e os remakes “O Segredo de Charlie” (2002), nova versão da trama de “Charada” (1963) com Mark Wahlberg, e “Sob o Domínio do Mal” (2004), com Denzel Washington. Frustrado, Demme voltou aos documentários. Filmou, entre outros, três longas sobre o cantor Neil Young e um registro do trabalho social do ex-presidente Jimmy Carter. E ao recarregar as baterias, mostrou que ainda sabia ousar, voltando à ficção com um drama de estrutura indie. “O Casamento de Rachel” (2008) combinou sua experiência em documentários com uma narrativa esparsa, num registro quase improvisado. O fio narrativo era a desconexão sentida pela personagem de Anne Hathaway, uma ex-viciada que sai de uma clínica para comparecer ao casamento da irmã. Estranho de assistir, o filme se provou hipnótico, rendendo a primeira indicação ao Oscar da atriz, ex-estrela da Disney. Apesar dos elogios da crítica, “O Casamento de Rachel” (2008) fracassou nas bilheterias (fez apenas US$ 16 milhões em todo o mundo) e distanciou ainda mais o diretor da ficção cinematográfica. Ele seguiu fazendo documentários e enveredou pela TV, usando seu nome para lançar “A Gifted Man” (em 2011), série espírita estrelada por Patrick Wilson, que teve apenas a 1ª temporada produzida. Também assinou o piloto de “Line of Sight” (2014), que não foi aprovado, e dois episódios de “The Killing” em 2013 e 2014. No cinema, sua adaptação da peça de Ibsen “A Master Builder” (2013) passou em branco, graças ao elenco de atores pouco conhecidos, a maioria vindo do teatro. A crítica adorou, mas ninguém viu. O filme fez apenas US$ 46 mil nas bilheterias dos EUA e não teve lançamento internacional fora do circuito dos festivais. Por conta disso, Demme fez exatamente o contrário com sua obra seguinte, a comédia “Ricki and the Flash – De Volta pra Casa” (2015), chamando a atriz mais famosa de Hollywood, Meryl Streep, para viver a protagonista, uma roqueira veterana que reencontra a família após vários anos, para ajudar sua filha depressiva. Foi também uma forma de voltar a trabalhar com música no cinema. Um fecho sonoro para sua filmografia. Demme ainda dirigiu o documentário musical “Justin Timberlake + the Tennessee Kids” (2016) e um episódio da série “Shots Fired” (2017). Como lembrou seu colega Edgar Wright no Twitter, “ele podia fazer qualquer coisa” que tivesse imagens em movimento. E sempre com qualidade, mesmo que o público não visse.

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    Vítima de estupro de Polanski ataca promotores que ainda exploram o caso de 1977

    25 de abril de 2017 /

    A vítima de abuso sexual de Roman Polanski em 1977, Samantha Geimer, voltou a se pronunciar sobre o julgamento do cineasta, que está foragido e vivendo na França desde aquela época. Geimer contatou as autoridades através de seu advogado para reclamar da procrastinação dos promotores americanos, que estariam de posse de evidências que corroboram o acordo firmado por Polanski com o promotor original do caso. Em carta enviada também para os meios de comunicação, ela pede que a transcrição do julgamento de 1977 seja tornada pública. Os promotores tornaram secreto o depoimento do responsável pelo acordo, que teria rendido 48 dias de prisão ao cineasta francês. Caso isso venha à tona, comprovaria a tese do diretor de que ele teria sido sentenciado e cumprido a pena. O documento é um ataque ácido aos responsáveis atuais pelo processo. “Vocês e aqueles que vieram antes de vocês nunca me protegeram, vocês me trataram com desprezo, usando um crime cometido contra mim para promover suas próprias carreiras”, ela escreveu. Ela quer deixar todo esse escândalo para trás. Pessoalmente, considera que o cineasta de 83 anos já foi punido o suficiente por seu crime ao ficar longe de Hollywood por quatro décadas, e que ele deveria voltar aos Estados Unidos no fim da vida, sem temer morrer na prisão. Samantha tinha 13 anos quando Polanski foi acusado de drogá-la, durante uma sessão de fotos na casa de um amigo em Los Angeles, e posteriormente violentá-la. Ele confessou ter tido “relações sexuais ilegais” com a menor, mas negou o estupro em seu acordo com a promotoria, quando passou 48 dias preso em uma penitenciária do estado da Califórnia. Após o escândalo arrefecer, a vítima foi procurada por emissários do diretor, chegando a um acordo financeiro nos anos 1990. Ela teria recebido US$ 500 mil de indenização. Em 2013, publicou um livro contando sua história, intitulado “A Menina”. O depoimento do promotor do caso, que foi tornado secreto, é a peça-chave na ação do advogado de Polanski para encerrar o processo judicial. O advogado alega que o diretor só fugiu dos Estados Unidos após receber informação de que o já falecido juiz Laurence Rittenband teria renegado o acordo e dito aos promotores que tinha decidido prender Polanski por até 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que Polanski fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por ser cidadão francês. E lá continuou filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar nos EUA, por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Só que o caso de quatro décadas não foi esquecido pela justiça americana, que, em 2009, conseguiu convencer a Suíça a prender o cineasta, quando ele desembarcou no país a caminho do Festival de Zurique. Polanski passou mais 334 dias sob custódia na Suíça, enquanto as autoridades dos EUA tentavam extraditá-lo. Entretanto, o caso repercutiu negativamente e, com o apoio da comunidade artística, Polanski lutou contra a extradição e ganhou, voltando para sua casa na França. Logo em seguida, foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Berlim por “O Escritor Fantasma” (2010). Há quase dois anos, os Estados Unidos voltaram a solicitar a extradição de Polanski da justiça polonesa, depois de ele ter aparecido em Varsóvia, em 2014, planejando rodar um longa no país. Um tribunal distrital da cidade de Cracóvia, onde Polanski tem um apartamento, rejeitou o pedido em novembro de 2015. E, após o procurador-geral da Polônia pedir a anulação desse julgamento, argumentando que ser uma celebridade ajudou Polanski a escapar da justiça, a Suprema Corte do país encerrou definitivamente o caso, dando reconhecimento aos argumentos do diretor. O juiz observou que Polanski “já tinha cumprido sua sentença”. E é este argumento que o advogado de Polanski está usando para tentar dar um fim no caso nos EUA, incluindo no processo o acordo original do diretor com a promotoria do estado. O caso voltará a ser analisado em junho pela justiça da Califórnia.

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    Tom Hardy ajuda polícia a prender ladrão de moto

    25 de abril de 2017 /

    O ator inglês Tom Hardy, conhecido por seus papeis de valentão em filmes como “Mad Max: Estrada da Fúria” e “O Regresso”, viveu recentemente um momento de ação na vida real quando ajudou a polícia de Londres a prender dois homens suspeitos de roubo. Hardy não testemunhou o crime, mas viu os homens tentando fugir com uma moto que teriam roubado e perseguiu um dos suspeitos por várias ruas até conseguir imobilizá-lo, enquanto o outro ficou por conta dos policiais. Uma testemunha, Andrew Pullen, de 22 anos, descreveu a cena ao jornal The Sun como uma produção hollywoodiana. “Foi insano! É como se ele [Hardy] tivesse incorporado seu lado herói de filme de ação pra perseguir criminosos”, o jovem relatou ao tabloide britânico. A polícia confirmou a ocorrência, mas não especificou os detalhes da perseguição. “Podemos confirmar que houve duas pessoas num veículo motorizado roubado que passaram um sinal vermelho e bateram noutra viatura. Os indivíduos fugiram e um deles foi detido por Tom Hardy”, disse o porta-voz da polícia, citado pela BBC News.

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    Agenda de Schwarzenegger em São Paulo teve ciclovia e prefeitura

    25 de abril de 2017 /

    Arnold Schwarzenegger veio, eventou, sashimizou, pedalou, prefeitou e já foi embora. A passagem do astro por São Paulo durou pouco mais de 72 horas, mas foi intensa. Ele esteve na cidade para participar da feira de fitness Arnold Classic e mostrou muita disposição para, aos 69 anos, cumprir uma agenda lotada. Além de participar da feira que leva seu nome, onde fez questão de atender a todos os pedidos de fotos e autógrafos, ele quis conhecer restaurantes japoneses da cidade – foi a três e se fartou de sushi e sashimi – , andou de bicicleta na ciclovia da Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini até o Parque do Povo e não se incomodou em parar em vários momentos do percurso para atender os fãs. Também dispensou a locomoção de helicóptero que lhe foi oferecida e preferiu circular por São Paulo de carro, para poder ver melhor a cidade. Para completar, na manhã de segunda-feira (24/4) visitou a Prefeitura, onde foi recebido por João Doria, para defender uma pauta de sustentabilidade – ele preside a ONG R20, sobre o tema. O prefeito fez um vídeo do encontro, aproveitando para se promover. Schwarzenegger, que também é político e foi governador da Califórnia, nem mesmo se incomodou quando uma funcionária da cantina da prefeitura pediu para fazer uma foto, mas o celular dela descarregou no momento do clique. Ele pacientemente esperou que o aparelho recarregasse para atender a seu pedido. Durante o período em que esteve em São Paulo, sua única exigência foi ter sempre à mão uma jarra de água de coco fresca – ele toma, no mínimo, 6 litros da bebida por dia.

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    Sindicato dos Roteiristas dos EUA decide entrar em greve

    25 de abril de 2017 /

    Vai parar tudo. Mais de 96% dos membros do WGA (Writers Guild of America), o sindicato dos roteiristas de cinema, rádio e televisão dos EUA, votaram pela realização de uma greve em protesto contra as produtoras americanas de séries e filmes. Mas não vai parar agora. A paralisação está marcada para iniciar em 2 de maio, quando o atual contrato do sindicato e a entidade patronal AMPTP (Alliance of Motion Picture and Television Producers) se encerra. Até lá, as negociações continuam. E o sindicato vai usar a perspectiva da greve para pressionar os produtores. “Estamos empenhados em chegar a um acordo que mantenha a indústria funcionando”, divulgou a AMPTP em comunicado. “A greve de 2007 machucou a todos. Escritores perderam mais de US$ 287 milhões, negócios foram cancelados e muitos roteiristas tomaram empréstimos para compensar suas despesas.” Segundo a revista Variety, o apoio atual dos membros da WGA, de cerca de 96%, é maior que o registrado na greve de 2007, que contou com aval de 90% de seus então 5.507 associados. Agora, 6.310 cédulas foram emitidas. A greve de uma década atrás durou 100 dias, entre novembro de 2007 e fevereiro de 2008, atrasando cronogramas de filmes e séries. Quem sentiu mais foram as produções televisivas. As séries tiveram temporadas abreviadas ou estreias adiadas, sendo substituídas por uma proliferação de reality shows – parindo, sem querer, “Keeping up with the Kardashians”. A paralisação também provocou um prejuízo de US$ 2,1 bilhões para o Estado da Califórnia, onde se concentra boa parte da indústria de entretenimento. Cerca de 37 mil pessoas perderam emprego, segundo relatório do instituto de pesquisa Milken. Na época, os estúdios não resistiram à pressão e acabaram cedendo, inclusive tendo que enfrentar o engajamento de atores conhecidos, que se juntaram aos piquetes. Como antes, os roteiristas querem, basicamente, ganhar mais. Segundo alegam, a indústria de entretenimento lucrou US$ 51 bilhões no ano passado e não precisa ser tão gananciosa. As produtoras rebatem, mostrando que a ganância é do sindicato. A quantidade de séries no ar atualmente é absurda, portanto não faltam empregos, e a disputa pelos melhores roteiristas tem levado a aumentos salariais. De acordo com relatório divulgado pelo canal FX, foram exibidas 455 séries em 2016, a maior quantidade em todos os tempos. O sindicato retruca que se aumentaram as séries, diminuíram os episódios. Atualmente, o salário mínimo dos roteiristas tem como base o trabalho em séries de 22 episódios por temporada, que estão cada vez mais escassas. Canais pagos e serviços de streaming estão estimulando até as redes a optarem por séries mais curtas, entre 10 e 13 episódios, que rendem aos roteiristas metade do salário-base. Por conta disso, o sindicato pede aumentos nas remunerações mínimas e sobre os direitos dos roteiros na tentativa de compensar estas mudanças na produção de séries de TV. O objetivo é igualar estruturas de pagamento para aqueles que trabalham em programas da TV paga e streaming, nos quais os valores permanecem inferiores aos pagos pelas redes de TV tradicionais. De acordo com o WGA, a renda de um roteirista de nível médio caiu 23% de 2015 para cá (o salário anual médio é de cerca de US$ 195 mil). O sindicato também exige aumento nas contribuições para plano de saúde por parte das empresas.

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    Luana Piovani é intimada pela polícia em processo movido por Kadu Moliterno

    24 de abril de 2017 /

    Luana Piovani foi intimada a comparecer à 42ª Delegacia de Policia Civil, no Rio de Janeiro, na próxima quarta-feira (3/5), para prestar esclarecimentos no processo movido contra ela pelo ator Kadu Moliterno, que acusa a atriz de calúnia, difamação e injúria. O processo foi aberto pelo advogado do ator após Luana citá-lo em um vídeo em seu canal no YouTube. Na ocasião, a atriz usou o seu canal no Youtube para falar sobre machismo e violência doméstica, e lembrou que Kadu foi acusado de agredir a esposa, comparando seu caso com o de José Mayer, que cometeu assédio sexual contra uma figurinista da Globo. “Kadu Moliterno, que já foi meu par, bateu na esposa, ela foi capa da revista ‘Veja’ com a manchete: ‘Não foi a primeira vez’ e não soube de condenação. Continua trabalhando, fazendo novelas, posando com as novas namoradas para as revistas de celebridades”, criticou ela, no vídeo. Veja a íntegra aqui. Por meio de um comunicado enviado por sua assessoria de imprensa, Kadu classificou a atitude de Luana como “desnecessária e desprovida de legitimidade”. “Lamento profundamente a atitude de minha colega, totalmente desnecessária e desprovida de legitimidade, trazer um assunto acontecido há 12 anos atrás e resolvido nos termos legais é passível de processo. Tenho com minha família uma relação de amor e amizade. Atualmente estou casado com uma mulher maravilhosa, cercado de paz, amor cumplicidade e respeito! Estou muito triste, pois essa inconsequência atingiu toda minha família, esposa e amigos!”, disse o ator, atualmente casado com Cristianne Rodriguez. Segundo Jonas Tadeu Nunes, advogado do ator, foram abertas três ações contra Luana Piovani. Além da queixa-crime e uma notícia-crime, Kadu também busca indenização num processo civil. Ele compareceu pessoalmente na delegacia reafirmando a denúncia e por isso a atriz foi intimada para prestar esclarecimentos. Para o advogado, a atriz “extrapolou” em sua declaração. “Ela extrapolou pois poderia até ter falado do Kadu que não teria nenhum problema. Ela poderia ter falado: ‘Conforme já saiu nas revistas, existe esse fato aqui do Kadu com a ex-mulher e etc…’. Ela poderia até ter falado, mas no momento que ela fala: ‘Ele continua por aí, trabalhando, fazendo novelas, posando com as namoradas nas revistas de celebridades, viajando para o Caribe e tal…’, isso se chama ‘Plus’. Ela fez um plus subjetivo indagando a sociedade que ele não deveria estar trabalhando e que deveria estar segregado e repudiado pela sociedade. Então ele não deveria estar trabalhando? Não deveria estar fazendo novelas? Deveria estar segregado, repudiado pela sociedade? Isso carateriza um plus para difamação e injúria e é passível de processo criminal conforme está sendo feito e de reparação cível conforme também já foi feito”, disse Jonas Tadeu Nunes em entrevista para o jornal O Globo. Kadu foi casado durante 15 anos com Ingrid Saldanha, com quem teve três filhos. Eles se separaram em 2006, quando Ingrid acusou o ator de espancamento e chegou a registrar queixa em uma delegacia no Rio. Em 2014, a ex-namorada do ator, Brisa Ramos, relatou que foi agredida três vezes por ele. Ela também chegou a procurar a delegacia para prestar queixa. Entretanto, apesar das duas acusações diferentes, o ator não foi condenado. “Kadu nunca bateu em ninguém, em nenhum momento a Justiça o condenou por lesão corporal. O processo foi julgado e encerrado. Ao comparar Kadu com José Mayer, a atriz o coloca como um costumeiro agressor”, afirmou o advogado.

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    Elenco de Os Feiticeiros de Waverly Place se reencontra no casamento de David Henrie

    23 de abril de 2017 /

    Os atores da série “Os Feiticeiros de Waverly Place”, sucesso do Disney Channel, voltaram a se reunir cinco anos após o fim da série. O motivo foi o casamento de David Henrie, intérprete de Justin, o irmão mais velho dos Russo na atração. Ele se casou com Maria Cahill no fim de semana, na Califórnia. Toda a sua família televisiva foi prestigiar a cerimônia, incluindo Selena Gomez (Alex), Jake T. Austin (Max), Maria Canals-Barrera (Theresa), David DeLuise (Jerry) e Jennifer Stone (Harper). “Os Feiticeiros de Waverly Place” era centrado na história de três irmãos, Alex, Justin e Max, filhos de Jerry e Theresa, que levavam uma vida normal, mas escondiam o segredo de serem feiticeiros em treinamento. A série teve quatro temporadas, exibidas entre 2007 e 2012 pelo Disney Channel. Mesmo com o fim da série, eles continuaram amigos. Ao divulgar as fotos do reencontro em seu Twitter, Jake T. Austin, escreveu: “Um dia especial com pessoas incríveis”. Clique nas fotos para ampliá-las em página inteira.

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    Viggo Mortensen se junta a atores e cineastas argentinos em protesto contra o governo Macri

    23 de abril de 2017 /

    O ator americano Viggo Mortensen se juntou a astros e cineastas argentinos num protesto contra a decisão do presidente Mauricio Macri de demitir o titular do Instituto Nacional de Cinema e Artes Audiovisuais (INCAA), após o surgimento de suspeitas de corrupção durante o governo de Cristina Kirchner (2007-2015). O INCAA é o equivalente à Ancine na Argentina e, entre outras coisas, lida com a regulamentação e as verbas de financiamento e fomento do cinema no país. Mortensen, que viveu parte da infância na Argentina, publicou um vídeo nas redes sociais no qual, em espanhol perfeito, questiona a recente medida do ministro da Cultura Pablo Avelluto e chama o presidente Macri de “fanfarrão neoliberal”, que põe em risco os recursos financeiros da indústria cinematográfica do país. “O cinema argentino se autofinancia e é uma fonte de orgulho para todos os argentinos”, destaca o ator americano. “Sendo assim, que Macri, Avelluto e todos os fanfarrões neoliberais não o atrapalhem. Não à destruição do cinema argentino”, completou o astro da trilogia “O Senhor dos Anéis”. O ator indicado a dois Oscars — por “Senhores do Crime” (2007) e “Capitão Fantástico (2016) — argumenta ainda que o “apoio estatal ao cinema em países como Argentina e França são exemplos exitosos de fomento cultural admirados em todo o mundo”. Veja o vídeo completo abaixo. Diversos nomes reconhecidos do cinema argentino estão unidos no protesto, como Ricardo Darín e Cecilia Roth, e um dos primeiros a se queixar da medida foi o cineasta Juan José Campanella, vencedor do Oscar por “O Segredo dos Seus Olhos” (2009), que a qualificou como uma “opereta”. “Não há uma pessoa na indústria do cinema, nenhuma, que duvide da honestidade de Alejandro Cacetta. Horrível e torpe opereta”, escreveu ele no Twitter. O temor dos artistas é que, por trás da destituição de Cacetta, profissional elogiado por suas realizações em prol do cinema argentino, exista um plano de Macri para intervir na INCAA e “desativar os meios legítimos de financiamento” dessa autarquia de caráter público. Avelluto garante não duvidar da honra de Cacetta, mas afirma que ele não teve a “audácia” exigida para atuar contra funcionários do INCAA suspeitos de atos de corrupção no manejo de fundos. Entre as denuncias apresentadas pelo governo estão gastos com reformas e compras de mobiliário não justificadas. “Acompanhamos o caso, fizemos uma auditoria e foram dadas as explicações necessárias”, se defende Cacetta.

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    Erin Moran (1960 – 2017)

    23 de abril de 2017 /

    Morreu a atriz americana Erin Moran, que ficou conhecida pelo papel de Joanie na série clássica “Happy Days”. Ela foi encontrada morta, aos 56 anos, em um parque de trailers na pequena cidade de Corydon, em Indiana. Uma autopsia vai ser realizada para estabelecer as causas da morte. Sumida nos últimos anos, Erin foi uma atriz-mirim bem-sucedida. Após aparecer em comerciais, chamou a atenção de Hollywood, estreando no cinema na comédia “Lua de Mel com Papai” (1968) com apenas oito anos de idade. No mesmo ano, foi contratada para integrar o elenco de sua primeira série, “Daktari”, na qual apareceu em 15 episódios entre 1968 e 1969. Sua filmografia inclui até o clássico “A Noite em que o Sol Brilhou” (1970), de Melvin Van Peebles, comédia fantástica sobre a transformação de um racista num homem negro, na qual interpretou a filha do protagonista. A atriz ainda era pré-adolescente quando entrou para “Happy Days”. Tinha 14 anos em 1974, quando foi escalada para viver a irmã mais nova de Ron Howard (ele mesmo, o futuro diretor de “O Código Da Vinci”). A atração foi um fenômeno de audiência e pioneira do boom de nostalgia que tomou conta da TV. Até então, não existiam séries de comédia de época. “Happy Days” mudou tudo ao se passar nos anos 1950, resgatando músicas, hábitos e a cultura juvenil dos anos de ouro do rock’n’roll, com direito até a um rebelde sem causa de jaqueta de couro, o icônico Fonzie, vivido por Henry Winkler. Os anos 1950 duraram mais em “Happy Days” do que na vida real. Quando a série saiu do ar, em 1984, Erin já tinha 24 anos. Os produtores até tentaram estender o apelo da trama com um spin-off centrado na personagem da jovem, acompanhando sua vida de casada com Cachi (Scott Baio), primo de Fonzie. Mas a série “Joanie Loves Chachi” não emplacou, cancelada em sua 1ª temporada. Erin não conseguiu nenhum outro papel de destaque, vivendo de participações ocasionais em outras séries. Ela ainda foi lembrada no clipe de “Buddy Holly” (1994) da banda Weezer, que recriava um episódio de “Happy Days”, e em “Dickie Roberts – O Pestinha Cresceu” (2003), comédia sobre um ex-ator mirim complexado de 30 e poucos anos, em que interpretou a si mesma. Mas a falta de trabalho a deixou cheia de problemas financeiros, a ponto de acabar sua vida morando num trailer. “Que notícia triste, triste. Descansa em paz Erin. Sempre vou lembrar de você em nossa série tornando as cenas melhores, recebendo risadas e iluminando as telas de TV”, escreveu Ron Howard, seu irmão televisivo, no Twitter.

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    Em São Paulo para evento, Arnold Schwarzenegger quer conhecer a cidade de bicicleta

    22 de abril de 2017 /

    O astro Arnold Schwarzenegger está em São Paulo para promover o evento de fisiculturismo que leva o seu nome, o Arnold Classic South América. É sua primeira visita à capital paulista e, durante entrevista coletiva, ele contou que pretende conhecer São Paulo pedalando uma bicicleta. “Eu vi muito pouco de São Paulo, só vi alguns bairros e alguns arranha-céus. Eu estou num ótimo hotel… Mas como sempre faço [quando viajo], saio com a minha bicicleta e dou uma volta. É muito bom para ver a cidade, e eu espero pode fazer isso”. Segundo Schwarzenegger, a decisão de trazer o evento esportivo para São Paulo aconteceu por acreditar que as instalações no Rio de Janeiro, onde foram realizadas as outras quatro edições do Arnold Classic South America, seriam incapazes de comportar as 80 mil pessoas esperadas para este ano. “Sempre vim ao Brasil, mas ao Rio de Janeiro. Estou feliz por fazer esse evento pela quinta vez no Brasil”, disse Arnold. “Cada ano o evento cresce, tem mais atletas, mas homens fortes, fisiculturistas, tudo mais superlativo”, completou. A versão paulistana ocupa 100 mil metros do Transamerica Expo Center, em Santo Amaro, zona sul da cidade, e espera receber 10 mil atletas de 37 modalidades diferentes. Nos Jogos Pan-americanos de 2019, o fisiculturismo entrará pela primeira vez como modalidade esportiva.

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