Millie Bobby Brown revela que é surda de um ouvido
A atriz Millie Bobby Brown, que ficou mundialmente conhecida como a Eleven (Onze) de “Stranger Things”, admitiu em entrevista à revista Variety uma deficiência que não tinha revelado antes: ela é surda de um ouvido. A nova edição da revista, que traz a atriz em sua capa, revela que ela que nasceu com audição parcial em um dos ouvidos, e aos poucos, após algumas tentativas de correção, a audição desapareceu completamente. Apesar disso, ela conta que decidiu começar a cantar. “Quando eu canto, mesmo não ouvindo direito, não me preocupo se estou cantando bem. Ninguém é obrigado a cantar bem, ou dançar bem, ou atuar bem. Se você gosta de fazer, se genuinamente adora o que faz, continue fazendo. Ninguém tem o direito de te impedir”, declarou a jovem de 13 anos. A 2ª temporada de “Stranger Things” está atualmente disponível na Netflix.
Justin Hartley e Colton Haynes compartilham fotos de seus casamentos no Instagram
Os atores Justin Hartley (série “This Is Us”) e Colton Haynes (série “Arrow”) usaram o Instagram para compartilhar fotos de seus casamentos, que aconteceram no último fim de semana. Haynes teve até o pedido de noivado compartilhado no Instagram em março. Ele se casou com o namorado Jeff Leatham, diretor artístico que trabalha no hotel Four Seasons em Beverly Hills. “Te amo e estou ansioso para passar o resto da minha vida com você”, escreveu o ator na postagem. A cerimônia lotou de estrelas de séries com quem o ator trabalhou, como Stephen Amell e Emily Bett Rickards, de “Arrow”, Holland Roden, Dylan O’Brien, Tyler Hoechlin e Charlie Carver, de “Teen Wolf”, além de Cheyenne Jackson e Billie Lourd, com quem divide a cena atualmente em “American Horror Story: Cult”. Já Hartley se casou com sua namorada de longa data, a atriz Chrishell Stause (novela “Days of Our Lives”). “Olha o que fizemos”, ele escreveu na rede social. Seu casamento foi acompanhado por diversos atores da série “This Is Us”, incluindo Chrissy Metz (Kate), Sterling K. Brown (Randall), Milo Ventimiglia (Jack), Mandy Moore (Rebecca), Chris Sullivan (Toby) e Susan Kelechi Watson (Beth). Vale lembrar a coincidência que aproxima os dois atores. Antes de se destacar em “This Is Us”, Hartley ficou conhecido como o Arqueiro Verde da série “Smallville”. E Haynes, claro, é Arsenal em “Arrow”, a nova série do Arqueiro Verde. Last night I married the man of my dreams. I'm still crying happy tears. @jeffleatham …I love you & am excited to spend the rest of my life with you. #WhatMoviesAreMadeOf Uma publicação compartilhada por Colton Haynes (@coltonlhaynes) em Out 28, 2017 às 5:08 PDT Look what we did! Uma publicação compartilhada por Justin Hartley (@justinhartley) em Out 30, 2017 às 10:20 PDT
Atriz de Grey’s Anatomy revela ter quase desistido da carreira após assédio de James Toback
A volumosa lista de atrizes e aspirantes assediadas por James Toback somou mais uma estrela conhecida. Caterina Scorsone, que interpreta a Dra. Amelia Shepherd em “Grey’s Anatomy”, foi ao Instagram acusar o diretor, após a Rolling Stone publicar uma entrevista em que ele rechaça as acusações, chamando-as de mentirosas. “Em resposta à negação de James Toback na Rolling Stone, sinto que devo corroborar as histórias dessas mulheres. Quero deixar claro que o diretor predatório que descrevi no artigo que publiquei alguns dias atrás era James Toback. O artigo foi escrito há 17 anos. Muitas pessoas da indústria sabiam sobre isso e me encorajavam a ficar em silêncio. Eu não fiquei, e isso afetou diretamente minha carreira. Eu fico ao lado de todas as mulheres que foram corajosas o suficiente para contar suas histórias. Eu também me identifico com todas as mulheres que sentem que não podem falar sobre isso, mesmo agora. Vamos jogar uma luz sobre todos os cantos mais sombrios”, ela escreveu. O artigo que ela menciona pode ser visto abaixo. Nele, a atriz descreve como sua participação num filme foi condicionada a um acordo de natureza sexual com o diretor, que chegou a questionar se ela realmente queria ser atriz por recusar o “convite”. Ao lado do texto, em que relata sua experiência, ela acrescentou: “Eu escrevi este artigo há 17 anos. Eu era adolescente. Depois que foi publicado, abandonei a carreira em reação ao véu de silêncio em torno desta questão. Eu eventualmente voltei a atuar como adulta, apoiada por showrunners como Shonda Rhimes. Ela é um exemplo do lado bom desta indústria. Esses exemplos existem. Vamos acabar com o outro tipo”. A entrevista de Toback à Rolling Stone foi publicada na semana passada, mas feita cinco dias antes do jornal Los Angeles Times trazer denúncias de quase 40 mulheres contra ele. Desde então, as dezenas viraram centenas. De acordo com o jornalista Glenn Whipp, autor da reportagem do Times, mais de 300 mulheres o procuraram para dizerem que também foram vítimas do diretor. Além disso, Selma Blair e Rachel McAdams deram detalhes sórdidos, descrevendo até masturbação durante um suposto teste de elenco, em entrevista à revista Vanity Fair. A resposta do cineasta na Rolling Stone revelou seu baixo nível chocante. “Todas essas acusadoras são chupadoras de p*u mentirosas ou de buc*tas mentirosas”, ele afirmou. “Posso ser mais claro do que isso?” In response to James Toback’s crass denial in Rolling Stone, I feel I must corroborate the stories of these women. I want to be clear that the predatory director I wrote about in the article I posted a few days back, was James Toback. The article was written 17 years ago. Many industry people knew about it and encouraged me to stay silent. I didn’t, and it directly affected my career. I stand with all the women who were brave enough to tell their stories. I also stand with all the women who don’t feel that they can speak up, even now. Let’s shine light into all the darkest corners. #metoo @rollingstone @hillelaron Uma publicação compartilhada por Caterina Scorsone (@caterinascorsone) em Out 27, 2017 às 8:46 PDT I wrote this article 17 years ago. I was a teenager. After it was published, I quit the business in reaction to the veil of silence surrounding this issue. I eventually returned to acting as an adult, supported by show runners like Shonda Rhimes. She is an example of the good side of this industry. These examples exist. Let’s be done with the other kind. #metoo Uma publicação compartilhada por Caterina Scorsone (@caterinascorsone) em Out 16, 2017 às 12:04 PDT
Emmy Internacional cancela homenagem a Kevin Spacey
A Academia Internacional de Artes e Ciências Televisivas, responsável pelo Emmy Internacional, anunciou que não irá mais homenagear o ator Kevin Spacey (série “House of Cards”) na cerimônia de premiação deste ano. Spacey, que foi acusado de assediar o ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) quando o colega tinha apenas 14 anos, iria receber o International Emmy Founders Award, um prêmio honorário dedicado àqueles que contribuíram para aprimorar a qualidade da televisão. Shonda Rhimes (“Grey’s Anatomy” e “Scandal”) e J.J. Abrams (“Lost” e “Westeworld”) estão entre os que receberam a honraria. “A Academia Internacional anuncia que, à luz dos recentes eventos, não irá honrar Kevin Spacey com o International Emmy Founders Award de 2017”, anunciou a instituição por meio de uma nota nas redes sociais. O Prêmio iria reconhecê-lo como “um dos grandes talentos multidimensionais” que “atravessa as fronteiras culturais para tocar a humanidade”. Rapp disse ao BuzzFeed News que os dois se conheceram em 1986, quando ambos apareceram em peças da Broadway. Uma noite, Spacey o convidou para o seu apartamento para uma festa. Quando percebeu que era o único que ainda estava no apartamento, sofreu uma tentativa de abuso do ator mais velho. Mas como tinha só 14 anos, demorou a entender o que estava acontecendo. Leia aqui mais detalhes do relato do assédio.
Feministas protestam contra retrospectiva dos filmes de Polanski na Cinemateca Francesa
Diversas pessoas, inclusive integrantes do grupo Femen, protestaram na noite de segunda-feira (30/10) contra a abertura de uma retrospectiva da a Cinemateca Francesa dedicada ao cineasta Roman Polanski, acusado de agressões sexuais. “Não à homenagem para os estupradores”, gritaram duas ativistas para Polanski, de 84 anos, que compareceu ao local para apresentar seu último filme “D’Après Une Histoire Vraie” (Baseado em fatos reais). As duas mulheres, que estavam de topless e traziam nas costas a frase “Very Important Pedocriminal” (Pedófilo muito importante), um trocadilho com a sigla VIP, foram expulsas da Cinemateca, mas continuaram o protesto do lado de fora do prédio. “Apreciar um artista não significa se calar sobre seus crimes!”, disse Sanaa Beka, que foi protestar convocada por grupos feministas. “Para nós, o importante é cancelar esta retrospectiva, obter desculpas da Cinemateca e provocar uma tomada de consciência”, afirmou Raphaëlle Rémy-Leleu, porta-voz do grupo Osez le Féminisme, horas antes do começo dos protestos. Em 1977, Roman Polanski admitiu ter tido relações sexuais ilegais com Samantha Geimer, que na época tinha somente 13 anos, na casa de Jack Nicholson em Los Angeles enquanto o ator viajava. Em troca da confissão e alguns dias de prisão, um juiz aceitou não manter outras denúncias mais graves contra ele. Mas, convencido de que o magistrado voltaria trás em sua promessa e acabaria o condenando a décadas na cadeia, o cineasta fugiu para a França. Em 2010, a atriz britânica Charlotte Lewis declarou que o diretor a havia forçado a ter relações sexuais quando ela tinha 16 anos. Outra mulher, identificada como “Robin”, o acusou em agosto deste ano de agressão sexual quando tinha 16 anos, em 1973. E no começo de outubro, a justiça suíça indicou que examina novas acusações contra Polanski de uma mulher que o acusa de ter abusado dela em 1972, quando tinha 15 anos. A Cinemateca francesa, presidida pelo cineasta Costa-Gavras, se negou a cancelar o evento. “Fiel a seus valores e a sua tradição, a Cinemateca não pretende ser substituta da justiça”, declarou a instituição, que denuncia um pedido de “censura puro e simples”. “A retrospectiva de Polanski está prevista há muito tempo”, disse na sexta-feira a ministra de Cultura da França, Françoise Nyssen. “Trata-se de uma obra, não de um homem, não vou condenar uma obra”, disse. Uma petição lançada on-line na semana passada para cancelar a retrospectiva reuniu apenas 26 mil assinaturas.
Ator de Stranger Things pede desculpas, mas não fala de drogas ao abordar proibição de desembarque nos EUA
O ator inglês Charlie Heaton, da série “Stranger Things”, soltou uma nota sobre o fato de ter sua entrada barrada nos Estados Unidos na quinta-feira (26/10), o que lhe fez perder um evento de pré-estreia da atração em Los Angeles. No comunicado, ele pediu desculpas pelo ocorrido, mas não negou – na verdade, nem sequer mencionou – a questão das drogas, que teria ocasionado sua proibição de desembarque. “Minha viagem planejada aos Estados Unidos na semana passada foi afetada por um problema na imigração que estou trabalhando para resolver o mais rápido o possível”, ele disse na nota, divulgada pela revista People. “Quero esclarecer que não fui preso ou acusado de crime algum, e cooperei por completo com os policiais no aeroporto de Los Angeles. Peço desculpas para os fãs e minha família de ‘Stranger Things’ por ter perdido a premiére. Estamos muito orgulhosos dessa temporada e não gostaria que essa história impactasse negativamente o programa”. Segundo o site The Hollywood Reporter, funcionários da alfândega americana teriam confirmado que encontraram vestígios de cocaína em Heaton e que o ator admitiu o consumo de drogas para eles. “Estrangeiros podem ser barrados devido à prática de um crime envolvendo posse de drogas”, disse Jaime Ruiz, chefe de mídia estratégica da alfândega americana, citado pelo THR.
Atriz que doou rim para Selena Gomez revela ter ficado com medo e feito testamento
A entrevista em que Selena Gomez falou sobre o transplante de rim a que se submeteu em setembro, foi disponibilizada no site do programa americano “Today Show”, e revela como o caso foi muito mais grave do que ela tinha dado a entender nas redes sociais. A cirurgia foi revelada por Selena em seu Instagram, após o fato, mas na ocasião ela não deu maiores detalhes, além de afirmar que tinha relação com seu lúpus, doença que assumiu publicamente em 2015 e que a levou a passar boa parte do ano passado em reclusão, tratando de uma depressão sintomática. Agora, Selena e sua salvadora, a atriz Francia Raísa (da série “A Vida Secreta de uma Adolescente Americana”), que lhe doou um rim, contam que Selena esteve à beira da morte. Ela poderia ter morrido se não tivesse feito o transplante. “Meus rins estavam acabados. Era o fim”, disse a artista de 25 anos. “Eu não queria pedir [doação de órgão] para nenhuma pessoa na minha vida. Até que chegou o dia em que fui para casa e descobri que ela tinha se voluntariado.” Neste ponto, a apresentadora Savannah Guthrie pergunta se Selena sente que Raisa salvou sua vida. E ela responde: “Sim, porque ela salvou”. Francia assumiu que ficou assustada, mas se dispôs a fazer o procedimento. Ela também chegou a temer por sua vida ao doar o órgão. “Tive que escrever um testamento, o que foi assustador, porque não tinha garantia de que fosse acordar”, disse Francia. Ela também afirmou que sua mãe preferiu não ir ao hospital até que a filha acordasse. “Minha mãe ama Selena, então ela ficou dividida”, declarou. Francia e Selena são amigas desde 2009. Ironicamente, elas se conheceram num hospital, durante uma visita a um clínica infantil com os elencos de suas séries, respectivamente “A Vida Secreta de uma Adolescente Americana” e “Os Feiticeiros de Waverly Place”.
Selena Gomez e The Weeknd terminam namoro
O romance entre Selena Gomez e o músico The Weeknd chegou ao fim. Segundo a revista People, o casal, que estava junto há 10 meses, não estava conseguindo conciliar as agendas – a cantora está filmando o novo longa de Woody Allen em Nova York, enquanto The Weeknd está em turnê. A notícia vem à tona após Selena ser fotografada com o ex, Justin Bieber, no fim de semana. Mas, segundo fontes da publicação, os dois não reataram. Eles foram juntos a uma igreja e tomaram café, depois de Justin visitá-la em sua casa, preocupado com as notícias sobre sua saúde – uma entrevista sobre o recente transplante de rim da cantora revelou que ela estava à beira da morte. Selena e The Weeknd estariam mal com o término do namoro, mas, ainda de acordo com a fonte anônima, não brigaram. “Foi difícil para eles perceberem que as coisas estavam indo nessa direção, mas tem sido difícil por meses”, explicou uma fonte da revista.
Netflix teria cancelado House of Cards após denúncia de assédio contra Kevin Spacey
A Netflix teria decidido cancelar “House of Cards”, após a denúncia de assédio sexual contra Kevin Spacey, feita pelo ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”). Além de estrelar, Spacey também tem créditos de produtor da série dramática da plataforma de streaming. A atração já tinha começado a gravar os episódios de sua 6ª temporada, que agora servirão como final da trama. A produtora Media Rights Capital e a Netflix emitiram um comunicado conjunto em menos de 12 horas após a publicação da denúncia no site Buzzfeed, dizendo-se estão profundamente “preocupadas com as notícias sobre Kevin Spacey”. “Em resposta às revelações de ontem de noite, executivos de ambas as empresas chegaram em Baltimore nesta tarde para se encontrar com nosso elenco e equipe, e garantir que eles se sintam seguros e apoiados. Conforme programado anteriormente, Kevin Spacey não se encontra trabalhando no set neste momento”, diz o texto suscinto. O comunicado não aborda o cancelamento, mas os principais sites de entretenimento dos Estados Unidos ouviram fontes que afirmam que a informação foi compartilhada com todos os envolvidos na produção. A princípio, os executivos tranquilizaram os profissionais sobre o trabalho em andamento, informando que a 6ª temporada será completada e os últimos 13 episódios exibidos em 2018. “House of Cards” foi especialmente importante para a Netflix, ao estrear em 2013 e render os primeiros prêmios do serviço de streaming, o que abriu caminho para uma transformação na indústria de entretenimento. Ao todo, a série já teve 46 indicações ao Emmy e venceu seis troféus, além de ter recebido um Peabody e dois Globos de Ouro.
Criador de House of Cards se pronuncia sobre acusação de assédio contra Kevin Spacey
O criador de “House of Cards”, Beau Willimon, pronunciou-se sobre a acusação de assédio sexual contra Kevin Spacey, o astro da série da Netflix. Ele tuitou seu apoio ao ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”), que afirmou ter sido assediado por Spacey aos 14 anos. “A história de Anthony Rapp é altamente preocupante”, escreveu o produtor e roteirista. “Durante o período em que trabalhei com Kevin Spacey em ‘House of Cards’, eu não testemunhei e nem fiquei sabendo de nenhum comportamento inapropriado no set de gravações ou fora dele. Dito isso, eu levo a sério denúncias desse tipo de comportamento e esta não será exceção. Sinto muito pelo senhor Rapp e apoio sua coragem”. Rapp disse ao site BuzzFeed News que os dois se conheceram em 1986, quando estavam em peças da Broadway. Uma noite, Spacey convidou Rapp para o seu apartamento para uma festa. Mais tarde, segundo Rapp, ele se viu entediado e assistindo TV no quarto de Spacey, quando percebeu que ele era o único que ainda estava no apartamento com o ator, que tinha 26 anos na época. “Ele estava tentando ficar comigo sexualmente”, disse Rapp, antes de contar que conseguiu se esquivar de Spacey e ir embora. Em resposta à denúncia, Spacey tuitou suas “mais sinceras desculpas”, dizendo não se lembrar do corrido por possivelmente estar bêbado na ocasião, mas aproveitou para se assumir gay. A mistura de temas causou controvérsias e agora o ator está sendo acusado de tentar transformar a acusação de assédio numa notícia sobre o fato dele sair do armário. Willimon não trabalha mais em “House of Cards”, tendo abandona a produção ao final da 4ª temporada, no ano passado. Atualmente, ele desenvolve “The First”, uma série sci-fi sobre a colonização de Marte, na plataforma Hulu.
Scarlett Johansson se emociona ao descobrir história de sua família exterminada por nazistas
A atriz Scarlett Johansson (“Ghost in Shell”) não conseguiu segurar a emoção ao participar do programa “Finding Your Roots”, onde celebridades descobrem quem são seus antepassados. Uma prévia do episódio, que vai ao ar na terça-feira (31/10) nos Estados Unidos, foi disponibilizada na internet e pode ser conferida abaixo. Após ouvir do apresentador Henry Louis Gates Jr. que seu bisavô vendia doces em Nova York, ela conheceu a história trágica da família do irmão dele, exterminada no Gueto de Varsóvia, na Polônia, onde nazistas confinaram quase 400 mil judeus em condições desumanas durante a 2ª Guerra Mundial, e teve dificuldades para conter as lágrimas. “Uau”, ela suspirou, ao ler os obituários da família e ficar alguns segundos em silêncio. “Eu prometi a mim mesma que não iria chorar. Mas é difícil evitar. É difícil. É um horror que você não consegue imaginar. É simplesmente louco pensar nisso”, disse Johansson. “Seria tão diferente se eles tivessem vindo para os EUA. O destino de um irmão comparado ao outro. Isso me conecta mais com um lado de mim mesma e da minha família. Não esperava isso”, concluiu. O episódio também explora as raízes dinamarquesas da atriz. “Finding Your Roots” é um programa do canal público PBS e se propõe a examinar “o DNA da cultura americana”. A produção já está em sua 4ª temporada.
Ator de Stranger Things teria admitido uso de cocaína ao ser barrado nos Estados Unidos
A revista The Hollywood Reporter confirmou a informação de que Charlie Heaton foi detido no Aeroporto Internacional de Los Angeles e deportado dos Estados Unidos por ter sido encontrado com cocaína. O ator inglês de “Stranger Things”, que interpreta Jonathan Byers na série, foi barrado ao desembarcar no país na quinta-feira (26/10) e perdeu um evento de pré-estreia da atração em Los Angeles. Funcionários da alfândega americana teriam confirmado ao THR que encontraram vestígios de cocaína em Heaton e que o ator admitiu o consumo de drogas para eles. “Estrangeiros podem ser barrados devido à prática de um crime envolvendo posse de drogas”, disse Jaime Ruiz, chefe de mídia estratégica da alfândega americana. “Os oficiais do controle de fronteiras tratam todos os viajantes internacionais com integridade, respeito e profissionalismo, mantendo os mais altos padrões de segurança”, completou. De acordo com Ruiz, há mais de 60 motivos específicos de inadmissibilidade para os EUA e estão divididos em várias categorias principais, incluindo questões relacionadas à saúde, ficha criminal, razões de segurança, visto de trabalho, imigração ilegal, problemas de documentação e outros motivos. Um pedido de comentários de Heaton não foi atendido.
Kevin Spacey é criticado por usar acusação de assédio para se assumir gay
Pegou mal o fato de Kevin Spacey (série “House of Cards”) ter se assumido gay na esteira de uma acusação de assédio sexual, feita pelo ator Anthony Rapp (“Star Trek: Discovery”) ao BuzzFeed News, em que ele relatou um incidente ocorrido quando tinha 14 anos de idade. Várias pessoas reagiram de forma furiosa no Twitter, diante da impressão de que Spacey estaria tentando desviar o foco da alegação de abuso com uma notícia sobre sua sexualidade. O roteirista Travon Free, dos programas “The Daily Show” e “Full Frontal with Samantha Bee”, fez comédia com a situação, transformando a polêmica num meme: “Anthony Rapp: ‘Kevin Spacey tentou me estuprar’. Mídia: “Kevin, como você responde a isso?’ Spacey: ‘uuh…uuhh… Ei, gente, eu sou gay!'” Anthony Rapp: "Kevin Spacey tried to rape me." Media: "Kevin how do you respond?" Spacey: "uuh…uuhh… Hey everyone I'm gay!" pic.twitter.com/6LAEfsyRtF — Travon Free (@Travon) October 30, 2017 “Kevin Spacey acaba de inventar algo que nunca existiu antes: uma má hora para se assumir”, reclamou o roteirista e ator Billy Eichner, da série “American Horror Story”. Kevin Spacey has just invented something that has never existed before: a bad time to come out. — billy eichner (@billyeichner) October 30, 2017 “Tchau tchau, Spacey, adeus, é sua hora de chorar, é por isso que devemos nos despedir”, disse a atriz Rose McGowan, uma das primeiras a vir a público acusar Harvey Weinstein de assédio sexual. Bye bye, Spacey goodbye, it’s your turn to cry, that’s why we’ve gotta say goodbye. #ROSEARMY — rose mcgowan (@rosemcgowan) October 30, 2017 “O comentário de Kevin Spacey foi errado em muitos níveis”, apontou o ator e roteirista Larry Wilmore, criador da série “Insecure”. Kevin Spacey's comment was wrong on so many levels. https://t.co/5pFhiqMK5W — Larry Wilmore (@larrywilmore) October 30, 2017 “Sair do armário não é o mesmo que se revelar como alguém que atacou um garoto de 14 anos. Misturar essas duas coisas é nojento. Isso expõe a comunidade gay a um milhão de críticas e conspirações velhas e cansativas. A distância que tivemos que caminhar para ficarmos longe da noção de que todos somos pedófilos é significativa. Uma pessoa famosa desviar dessas acusações com uma saída do armário é tão cruel com sua suposta nova comunidade que dói. Como você ousa nos envolver nisso?”, escreveu Richard Lawson, crítico da revista Vanity Fair. Coming out as a gay man is not the same thing as coming out as someone who preyed on a 14-year-old. Conflating those things is disgusting — Richard Lawson (@rilaws) October 30, 2017 “Não para o comunicado de Kevin Spacey. Não. Não há quantidade de embriaguez ou armário que desculpe ou explique o assédio a um criança de 14 anos. ‘Desculpe, senhor Spacey, mas sua ficha para entrar para a comunidade gay neste momento foi negada'”, ironizou o produtor e roteirista Dan Savage, da série “The Real O’Neals”. Nope to Kevin Spacey's statement. Nope. There's no amount of drunk or closeted that excuses or explains away assaulting a 14-year-old child. — Dan Savage (@fakedansavage) 30 de outubro de 2017 "I'm sorry, Mr. Spacey, but your application to join the gay community at this time has been denied." — Dan Savage (@fakedansavage) October 30, 2017 “Em outras notícias, Kevin Spacey não negou de abusar sexualmente de Anthony Rapp quando ele era um garoto de 14 anos. Também culpou a embriaguez. Indesculpável”, escreveu o produtor Wajahat Ali, da série “The Secret Life of Muslims”. In other news, Kevin Spacey didn't deny sexually assaulting Anthony Rapp when he was a 14-year-old boy. Also blamed drunkenness. Inexcusable — Wajahat Ali (@WajahatAli) 30 de outubro de 2017 “‘Claro, talvez eu tenha tentado estuprar um menino de 14 anos quando eu tinha 26, mas eu sou gay!’ é uma defesa horrível”, criticou o escritor Ben Shapiro, de “The Ben Shapiro Show”. "Sure, I may have tried to rape a 14-year-old boy when I was 26, but I'm gay!" is a pretty horrible defense. #Spacey — Ben Shapiro (@benshapiro) October 30, 2017 “Eu não me importo se Kevin Spacey é gay. Nós devíamos estar falando sobre as acusações de que ele assediou sexualmente uma criança”, reclamou a jornalista Sarah Harris, do programa “Studio 10”. I couldn't give two stuffs that Kevin Spacey is gay. Allegations he sexually harassed a child is what we SHOULD be talking about. — Sarah Harris ? (@SarahHarris) October 30, 2017 “Isto não diz respeito a você ser gay, Sr. Spacey, mas sobre você ser um alegado pedófilo”, escreveu o jornalista Piers Morgan, apresentador do programa “Good Morning Britain”. This is not about you being gay, Mr Spacey, it's about you being an alleged paedophile. https://t.co/L92PwDsAB0 — Piers Morgan (@piersmorgan) October 30, 2017 “Eu continuou lendo esta declaração e ficando cada vez mais furioso. Se assumir é uma parte linda de ser gay. Juntar isso com uma vilania é completamente errado”, resumiu o jornalista Mark Harris, do site Vulture. I keep rereading this statement and getting angrier. Coming out is a beautiful part of being gay. Attaching it to this vileness is so wrong. — realMarkHarris (@MarkHarrisNYC) October 30, 2017












