PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

Instagram/Giulia Be

Etc|13 de agosto de 2026

Rússia decreta prisão de marido de Giulia Be por lutar na Ucrânia

Conor Kennedy entrou em lista internacional de procurados após revelar participação na Legião Internacional da Ucrânia


Pipoque pelo Texto ocultar
1 Rússia manda prender Conor Kennedy
2 O que decidiu o tribunal russo?
3 Por que ele foi lutar na Ucrânia?
4 Americano não tinha experiência militar
5 Outros estrangeiros receberam ordens semelhantes
6 Conor é filho de secretário de Donald Trump
7 Casamento com Giulia Be terá festa no Brasil

Rússia manda prender Conor Kennedy

Conor Kennedy, marido da cantora brasileira Giulia Be e filho do secretário de Saúde dos Estados Unidos, Robert F. Kennedy Jr., teve a prisão decretada pela Justiça russa por ter combatido ao lado da Ucrânia em 2022. O americano de 32 anos foi colocado numa lista internacional de procurados sob acusação de mercenarismo e pode receber uma pena de sete a dez anos caso seja levado a julgamento na Rússia.

O que decidiu o tribunal russo?

O Tribunal Distrital de Basmanny, em Moscou, autorizou a prisão de Conor à revelia. A defesa contestou a medida, mas perdeu o recurso no Tribunal da Cidade de Moscou, que manteve a decisão numa audiência realizada a portas fechadas.

As autoridades russas acusam o americano de ter participado como mercenário de operações militares na região de Kharkiv. A classificação é adotada pela Justiça russa para o processo, enquanto Conor descreveu sua participação publicamente como integrante voluntário da Legião Internacional da Ucrânia.

A ordem aparece quase quatro anos depois de ele próprio revelar que havia combatido no país e retornado aos Estados Unidos em outubro de 2022.

Por que ele foi lutar na Ucrânia?

Conor contou em outubro de 2022 que decidiu se apresentar como voluntário depois de acompanhar a invasão russa iniciada naquele ano. Ele procurou uma representação diplomática ucraniana praticamente imediatamente após descobrir que estrangeiros poderiam ingressar na Legião Internacional.

“Fiquei profundamente comovido com o que vi acontecer na Ucrânia ao longo do último ano. Eu queria ajudar. Quando ouvi falar da Legião Internacional da Ucrânia, eu sabia que iria, e fui à embaixada me alistar no dia seguinte”, escreveu.

A decisão foi mantida quase totalmente em segredo. Conor não queria que o sobrenome Kennedy lhe garantisse tratamento especial nem que sua família soubesse onde estava enquanto participava da guerra.

“Contei para uma pessoa aqui [nos EUA] onde eu estava e contei para uma pessoa lá meu nome verdadeiro. Eu não queria que minha família ou amigos se preocupassem, e não queria ser tratado de forma diferente lá”, explicou.

Americano não tinha experiência militar

Conor entrou na Legião Internacional sem experiência anterior nas Forças Armadas. Posteriormente, contou que aprendeu rapidamente e acabou enviado à frente de combate no nordeste da Ucrânia.

Uma reportagem publicada em 2024 pelo “Gentleman’s Journal” detalhou que ele passou cerca de quatro meses no país. A atuação ocorreu na região de Kharkiv, justamente o local citado agora pelas autoridades russas no processo.

Depois de voltar para casa, Conor afirmou que a experiência reforçou sua visão sobre a importância política do conflito. “Acredito que a guerra vai moldar o destino da democracia neste século”, escreveu na época, ao defender apoio à Ucrânia.

Ele também pediu que interessados ajudassem de diferentes maneiras. “Se juntem à legião, ajudem na fronteira ou enviem suprimentos médicos”, afirmou.

Outros estrangeiros receberam ordens semelhantes

A medida contra Conor faz parte de uma série de processos abertos na Rússia contra estrangeiros que combateram pela Ucrânia.

A agência estatal Tass relacionou voluntários dos Estados Unidos, Reino Unido, Suécia, França, Sérvia, República Tcheca, Geórgia, Estônia e Colômbia que também tiveram prisões decretadas à revelia e foram incluídos em listas internacionais de procurados.

Segundo a própria agência russa, essas decisões já entraram em vigor.

Conor é filho de secretário de Donald Trump

O sobrenome aumenta a repercussão do caso. Conor é neto de Robert F. Kennedy, ex-senador e ex-procurador-geral americano assassinado em 1968, e sobrinho-neto do ex-presidente John F. Kennedy.

Seu pai, Robert F. Kennedy Jr., ocupa atualmente o cargo de secretário de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos. Ele é o único Kennedy aliado de Donald Trump, em contraste com a tradição política da família, que sempre disputou eleições no Partido Democrata. A grande maioria da família distanciou-se e criticou publicamente seu apoio a Trump.

Conor também ficou conhecido fora da política americana por seu breve relacionamento com Taylor Swift em 2012.

Casamento com Giulia Be terá festa no Brasil

Giulia Be e Conor oficializaram a união numa cerimônia íntima em Los Angeles em março. Os dois já estavam juntos desde 2022 e haviam anunciado o noivado em agosto de 2024.

O casal prepara agora uma celebração maior no Brasil. Os planos mais recentes preveem três dias de eventos no Rio em outubro, incluindo uma bênção das famílias no Cristo Redentor e uma cerimônia religiosa na Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé.

Mais Pipoca


Luva de Pedreiro perde recurso e deve pagar milhões a ex-empresário

Tirullipa é condenado a pagar R$ 30 mil por desnudar mulheres na Farofa

Justiça reconhece assinatura falsa de Ana Hickmann em contrato milionário

Justiça revoga ordem de prisão de Oruam, que estava foragido

Pipoca Moderna

Acompanhe Pipoca Moderna (pipocamoderna.com.br) para mais notícias de entretenimento.

@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie