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29 de outubro de 2026
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    China aprova compra da Fox pela Disney, facilitando a finalização do negócio

    19 de novembro de 2018 /

    A China aprovou incondicionalmente a compra da Fox pela Disney por cerca de US$ 71,3 bilhões. O anúncio, oficializado nesta segunda (19/11), causou imediata elevação nas ações de ambas as empresas na bolsa de valores de Nova York. O acordo ainda precisa ser aprovado por outros países, como o Brasil, mas o aval representa a maior vitória internacional da Disney, já que China e Estados Unidos travam uma feroz guerra comercial, devido a decisões tomadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem levado à retaliações contra negócios envolvendo empresas americanas no mercado chinês. Vale lembrar que a China possuiu o segundo maior mercado cinematográfico do mundo, e algumas produções de Hollywood já atingem no país bilheteria maior que a dos Estados Unidos. A aquisição da Fox pela Disney deve ser completamente regularizada até o primeiro semestre de 2019, após outros entraves burocráticos serem superados.

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  • Etc,  Filme

    Leilão de objetos de Marilyn Monroe bate recorde de arrecadação nos Estados Unidos

    18 de novembro de 2018 /

    Um leilão com objetos de Marilyn Monroe se tornou um dos mais disputados nos Estados Unidos, rendendo arremates em preços recordistas. Entre os itens estavam um Globo de Ouro dado à atriz, que atingiu preço recorde ao ser vendido por R$ 900 mil. Marilyn Monroe ganhou o prêmio em 1962, meses antes da sua morte, na categoria Atriz Favorita de Cinema, que foi extinta em 1979 e contemplava as atrizes mais populares de Hollywood. Além do troféu, o carro Ford Thunderbird de 1956 da atriz foi vendido por um preço ainda mais elevado, por R$ 1,8 milhão. O carro foi usado pela atriz até sua morte em 1962. Uma cópia do primeiro número da revista Playboy com Marilyn na capa, assinada pelo editor Hugh Hefner, foi vendida por US$ 32 mil, juntamente com quase uma dúzia de outros itens de propriedade da atriz.

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  • Etc,  Série

    Titans: Intérprete de Jason Todd encontra a estátua póstuma de Robin do filme Batman vs Superman

    18 de novembro de 2018 /

    O ator Curran Walters (“Mulheres do Século 20”) causou sensação nesta semana ao aparecer na série “Titans” no papel de Jason Todd, o segundo e trágico Robin. Primeiro intérprete do personagem em live action, ele foi entrevistado pelo programa “DC Daily” para marcar a ocasião, e o cenário incluiu a célebre estátua póstuma de Robin pichada pelo Coringa, vista no filme “Batman vs. Superman”. Walters aproveitou para tirar uma foto ao lado da imagem e postá-la nas redes sociais. Veja abaixo. A estátua, claro, tem significado sombrio, já que o Coringa matou Jason Todd brutalmente nos quadrinhos. Mas morte é um conceito relativo na DC e Jason Todd não demorou a melhorar sua saúde e voltar a aparecer nas publicações da editora como o Capuz Vermelho, personagem que Walters adoraria interpretar na série dos “Titãs”, como confidenciou. Ele deu a entender que sua participação na série não vai se resumir apenas a um episódio. E em outra entrevista, ao site Comic Book Movie, praticamente anunciou que estará na 2ª temporada – já confirmada – da atração. “Titans” estreou em 12 de outubro na plataforma de streaming DC Universe, por enquanto disponível apenas nos Estados Unidos. E vai aparecer no Brasil por outro serviço de streaming, a Netflix, assim que terminar sua 1ª temporada. A série está atualmente na metade de seus 12 episódios inaugurais.

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  • Etc,  Filme

    Mickey Mouse completa 90 anos de influência na cultura pop

    18 de novembro de 2018 /

    Neste domingo, completam-se 90 anos da primeira exibição de Mickey Mouse. Ele foi visto pelo público pela primeira vez num curta animado em preto-e-branco, “O Vapor de Willie”, que foi projetado num cinema de Nova York em 18 de novembro de 1928. O desenho de oito minutos trazia Mickey pilotando um barco a vapor e divertindo a passageira Minnie Mouse ao tornar os animais a bordo instrumentos musicais. Foi um enorme sucesso, porque também foi um dos primeiros desenhos animados sonoros. O som tinha chegado aos cinemas apenas 11 meses antes. E o rato ria, com a voz do próprio Walt Disney, e fazia música. Não era a primeira tentativa de Disney de emplacar um personagem animado. Seu predecessor tinha sido o coelho Oswald. Mas o ratinho, com seus traços simples – um grande círculo e dois círculos menores representavam sua cabeça – acabou caindo no gosto popular. O detalhe é que esses traços tão famosos não foram criados por quem você pensa e sim por Ub Iwerks. Foi o famoso animador quem criou o visual que hoje é símbolo do nome Disney, além de ter codirigido “O Vapor de Willie” com Disney, que o incentivou, batizou o personagem, dublou-o, ajudou a animá-lo e o produziu. O lançamento do Mickey foi uma vingança contra a Universal e o produtor Charles Mintz, com quem Disney tinha começado sua carreira em Hollywood. Mintz dizia que Oswald pertencia à Universal e que Disney estava sob contrato para realizar mais desenhos. Ele comprou a briga, mas perdeu a maioria de seus animadores originais, que também assinaram contrato com a Universal. Apenas Iwerks e os assistentes Les Clark e Wilfred Jackson permaneceram leais. Assim, ao se ver traído, Disney resolveu juntar os três para lançar seu próprio estúdio e ter os direitos sobre tudo o que lançasse. Por isso, com Mickey também nasceu o estúdio Disney. Embora tenha sido o primeiro desenho do Mickey exibido nos cinemas, “O Vapor de Willie” foi na verdade o terceiro curta animado desenvolvido com o personagem. Os dois anteriores simplesmente não conseguiram distribuição, porque o estúdio de Disney era independente – quem diria… Mas o desenho do ratinho no barco encontrou interessados porque era uma paródia de um filme muito bem-sucedido, “Marinheiro de Encomenda” (1928), estrelado por Buster Keaton, que tinha sido lançado seis meses antes. Como a maioria dos estúdios ainda estavam produzindo desenhos mudos, “O Vapor de Willie” logo se destacou, levando à produção de novos curtas com o ratinho orelhudo. Disney dublou todos eles, até os anos 1940. Cada novo desenho refletia a evolução do personagem. Só em 1929 ele ganhou suas luvas. Em 1931, Pluto virou seu cachorro. Em 1932, Pateta virou seu melhor amigo. Em 1935, Mickey finalmente ganhou cores e conheceu o Pato Donald. E em 1940 apareceu em seu primeiro longa, “Fantasia”, como um aprendiz de feiticeiro. A primeira grande reforma visual do personagem veio em 1939, quando o animador Fred Moore mudou os olhos do ratinho, incluindo pupilas – até então, seus olhos eram apenas dois pontos pretos – , que aumentaram sua expressividade. As mudanças continuaram nos anos 1940, com o sumiço de seu rabo, um novo guarda-roupas – ele só usava shorts vermelhos no começo – e orelhas menos estáticas. Mas o que manteve Mickey popular por tantos anos foi a exibição de seus desenhos na TV, a partir dos anos 1950, e à ideia de Disney de explorá-lo em outros meios, como quadrinhos, brinquedos, camisetas, lancheiras, etc. O personagem se tornou maior que o cinema. Logo, passou a ser visto ao vivo pelas crianças, em parques temáticos com o nome de Disney. Um império surgiu em torno de suas orelhas redondas. Não foi à toa que Walt Disney passou a chamar o Mickey de seu embaixador global. Mickey lançou não apenas a Walt Disney Pictures, mas o conceito do império Disney.

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  • Etc,  Filme

    Ministro da Cultura da Itália anuncia “decreto anti-Netflix” para filmes do país

    14 de novembro de 2018 /

    Na contramão do fluxo da produção cinematográfica rumo ao streaming, o ministro da Cultura da Itália, Alberto Bonisoli, anunciou nesta quarta-feira (14/11) um decreto-lei que obrigará os filmes do país a estrearem primeiro nas salas de cinema, antes de serem disponibilizados em streaming. “Assinarei hoje um decreto no qual se regulam as bases sobre como os filmes têm que ser distribuídos, primeiro às salas e depois às plataformas. Acho importante assegurar a quem administra uma sala de cinema a tranquilidade de programar os filmes sem que esses estejam simultaneamente disponíveis também na internet”, disse Bonisoli em mensagem enviada a um ato da associação de comerciantes Confcommercio. Chamado pela imprensa italiana de “decreto anti-Netflix”, a iniciativa é resultado do lobby do parque exibidor italiano contra as plataformas de streaming. O setor foi ao ataque quando filmes da Netflix foram selecionados para a competição do Festival de Veneza. A vitória de “Roma”, produção da Netflix, no festival e o lançamento de “Sulla mia Pelle”, de Alessio Cremonini, simultaneamente nos cinemas e na Netflix teriam sido considerados tapas na cara do setor. As duas grandes associações de salas de cinema do país, a Associação Nacional de Expositores de Cinema (ANEC) e a Associação Nacional de Expositores Multiplex (ANEM) consideraram que “era um assunto muito delicado que deveria ser encarado de acordo com todos os expositores do setor cinematográfico”, sobretudo em um período “de grave crise” para a indústria do cinema na Itália. Até então, na Itália não existiam normas sobre esse assunto, apenas era respeitado o costume de esperar 105 dias desde a primeira exibição nos cinemas para que o filme chegasse a outras plataformas. Agora, esta janela será obrigatória. É importante salientar que o decreto referido pelo ministro é a implementação da chamada Lei do Cinema, desenvolvida em 2016, e diz respeito apenas aos filmes italianos. Para o ministro da Cultura italiano, a medida servirá para ajudar a “melhorar as salas e fazer com que sejam cada vez mais capazes de oferecer uma experiência única”. Entretanto, apesar da retórica, o decreto não faz exigência de nenhuma contrapartida para o parque exibidor, no sentido de “melhorar as salas” e etc. Além disso, desestimula a Netflix a investir em produções italianas, já que seu negócio não é exibir filmes em salas de cinema. Atualmente, a Netflix é a produtora que mais investe em filmes em todo o mundo e, na semana passada, anunciou que adotaria janelas de lançamento para algumas produções. Até o momento, a maior concessão são duas semanas de exclusividade nos cinemas, antes da distribuição em streaming. Bem diferente dos 105 dias exigidos na Itália.

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  • Etc

    Marvel Comics homenageia Stan Lee com vídeo emocionante

    14 de novembro de 2018 /

    A editora Marvel Comics prestou uma emocionante homenagem a Stan Lee com a divulgação de um vídeo, que combina cenas de arquivo e declarações do artista com imagens de suas criações e depoimentos dos editores e executivos do editora. “Ele é o coração do universo Marvel”, define o vídeo-coral. Claro que podia ser mais aprofundado, com participação de artistas que trabalharam de verdade com Stan Lee, como Roy Thomas, seu sucessor na Marvel e uma das últimas pessoas a conversar com ele em vida. Mas não se trata de um documentário e sim uma forma de agradecer ao homem que possibilitou o emprego de todas aquelas pessoas que aparecem em cena. O que chama atenção, entretanto, é que foi um esforço exclusivo do ramo editorial da Marvel. Fox, Sony e Warner foram mais enfáticas, até o momento, que a Disney em relação aos tributos. O CEO da Disney, Bob Iger, esteve entre os primeiros a se manifestar após a morte de Stan Lee, na segunda (12/11). Mas nenhuma produção de série ou filmes derivados da Marvel, com o selo da Disney, seguiu sua deixa, embora atores tenham se manifestado de forma individual.

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  • Etc,  Filme

    Sony homenageia Stan Lee com vídeo reunindo aparições nos filmes do Homem-Aranha

    13 de novembro de 2018 /

    A Sony divulgou um vídeo em homenagem a Stan Lee, que morreu na segunda (12/11) aos 95 anos. O material traz o quadrinhista falando sua sua maior criação, o Homem-Aranha, lembrando como se sentia feliz pela repercussão mundial do personagem, em especial como era satisfatório poder conversar com as pessoas nas Comic Cons internacionais, nos vários países em que ele visitou, e ver como o Homem-Aranha era amado por todas as pessoas de diferentes origens e idades. O vídeo encerra reunindo rapidamente algumas das aparições de Stan Lee nos filmes do Homem-Aranha, desde o primeiro, em 2002, quando ensinou ao Peter Parker vivido por Tobey Maguire que uma pessoa podia fazer diferença, até os mais recentes, em que o personagem é vivido por Tom Holland. Stan Lee deve aparecer ainda no universo do Homem-Aranha, em “Homem-Aranha no Aranhaverso”, animação da Sony que chega aos cinemas brasileiros em janeiro. Mas não há informações sobre se teria filmado sua participação em “Homem-Aranha: Longe de Casa”, previsto para julho.

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  • Etc,  Série

    Elenco da série The Big Bang Theory e canal Warner homenageiam Stan Lee nas redes sociais

    13 de novembro de 2018 /

    O elenco de “The Big Bang Theory” e o canal pago Warner homenagearam Stan Lee nas redes sociais, lembrando a participação do artista na série. Stan Lee interpretou a si mesmo em participação especial num episódio da 3ª temporada. Exibido em 2010 com o título “The Excelsior Acquisition”, o capítulo mostrava que Sheldon (Jim Parsons) tinha perdido a oportunidade de conhecer e pegar um autógrafo do quadrinhista num evento, devido a um problema de trânsito que o fez parar num tribunal. É quando Penny (Kaley Cuoco) tem a ideia de convidá-lo a ir até a casa de Stan Lee para pegar pessoalmente o tal autógrafo. Veja abaixo o que acontece. E atente para um detalhe. A legenda “traduz” errado o nome que Stan Lee chama ao final da esquete. Não é Johnny, mas Joan, sua esposa, que morreu em julho do ano passado. Além do vídeo disponibilizado no YouTube pelo canal Warner, o Twitter oficial da série nos Estados Unidos e o elenco, via Instagram, também prestaram homenagens a Stan Lee. Veja abaixo. In loving memory of Stan Lee. It was an honor to have him on The #BigBangTheory. Thank you for being a real life super hero to so many generations. Your legend will live on. pic.twitter.com/OHWdbHQPYC — The Big Bang Theory (@bigbangtheory) November 12, 2018 Visualizar esta foto no Instagram. Iam so sad to hear that @therealstanlee has passed away! ? He left his magnificent stamp on our show @bigbangtheory_cbs in so many ways and we are eternally grateful .. I adored his visits, hugs and fantastic stories . He was an epic superhero and I will never forget him!! #stanlee ? excelsior!! Uma publicação compartilhada por Kaley Cuoco (@kaleycuoco) em 12 de Nov, 2018 às 10:54 PST Visualizar esta foto no Instagram. Safe passage, Mr. Lee. Thank you for all you gave the world, not the least your incredible sense of humor and insuppressible lust for life. It was a pleasure to know you. You are already missed. ❤️ #stanlee @therealstanlee Uma publicação compartilhada por Johnny Galecki (@sanctionedjohnnygalecki) em 12 de Nov, 2018 às 11:37 PST

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    Atriz de Boardwalk Empire entra com processo contra Harvey Weintein por estupro

    13 de novembro de 2018 /

    A atriz Paz de la Huerta, que ficou conhecida pela série “Boardwalk Empire” e o terror “Nurse – A Enfermeira Assassina”, decidiu processar o produtor Harvey Weinstein por abuso sexual. Ela abriu na segunda-feira (12/11) um processo onde acusa o magnata de tê-la estuprado duas vezes em 2010 em sua casa, em Nova York. A denúncia não é nova. Ela revelou os abusos nos primeiros dias do movimento #MeToo, em novembro do ano passado. Logo depois, De la Huerta procurou a polícia de Nova York, mas as autoridades teriam se recusado a registrar uma ocorrência naquela ocasião. O processo detalha que De la Huerta e Weinstein se encontraram em uma festa em dezembro de 2010. O produtor teria oferecido uma carona e insistido em subir no apartamento da atriz para falar de negócios. Ela alega que o primeiro estupro aconteceu naquela ocasião. Os documentos ainda apontam que Weinstein seguiu assediando a atriz e, no mês seguinte, fez novo contato, afirmando que a estava esperando na frente de seu apartamento e exigiu subir. A atriz, que estava bêbada, diz que foi estuprada mais uma vez neste outro encontro. O processo ainda revela um terceiro encontro entre os dois, em 2011, no hotel Four Seasons. A atriz teria recebido um bilhete de um funcionário do hotel enviado por Weinstein pedindo que ela fosse até seu quarto. Como continuava recebendo ligações e outros convites do produtor, ela disse que foi até o cômodo para pedir que ele parasse com o assédio. Quando abriu a porta, Weinstein estaria de roupão e mostrou suas partes íntimas, convidando-a para participar de um ato sexual com outra mulher nua que já estava no quarto. Weinstein foi denunciado por cerca de 100 mulheres desde a revelação de seus hábitos como predador sexual, em reportagens publicadas pelo jornal The New York Times e a revista The New Yorker em outubro de 2017. Os relatos das vítimas que resolveram quebrar o silêncio foi tão potente que inspirou outras mulheres a perderem a vergonha para contar suas histórias, originando o movimento #MeToo. Apesar dessa repercussão, a maioria das denúncias não foi levada à justiça, pois aconteceram há mais de duas décadas, levando os crimes a prescreverem. O produtor está sendo processado criminalmente em Nova York com base em cinco casos de vítimas mais recentes.

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    Morte de Stan Lee rende 7,2 milhões de tuítes em 24 horas e Brasil só perde para os EUA entre as homenagens

    13 de novembro de 2018 /

    A morte de Stan Lee, criador de boa parte dos super-heróis que hoje dominam os cinemas, os quadrinhos e a cultura popular, teve enorme impacto internacional, tornando-se um dos assuntos mais falados das redes sociais das últimas 24 horas. Segundo apuração da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da FGV (Fundação Getúlio Vargas), desde as 17h de segunda (12/11), quando foi inicialmente confirmada a morte do quadrinista na imprensa dos Estados Unidos, foram disparados mais de 7,2 milhões de tuítes sobre Stan Lee em dezenas de países. Para se ter ideia, esse número equivale ao que se verificou no Brasil, na rede social, nas últimas eleições. Os brasileiros, por sinal, estão entre os que mais comentaram e/ou prestaram homenagens a Stan Lee: 9% de todos os tuítes identificados desde a tarde de segunda, em quaisquer idiomas, vieram do Brasil — o correspondente a 650 mil tuítes, nem todos em português. Só nos Estados Unidos, terra natal de Stan Lee, houve maior participação no debate de homenagem: 41% das postagens no Twitter são dos EUA, o equivalente a 2,95 milhões de menções. Outros locais de elevada repercussão foram o Reino Unido (6%), o México (5%), a Espanha (4%) e a Argentina (3%). O pico de menções ocorreu às 17h10m de segunda, com média de 36,7 mil tuítes por minuto, no mundo inteiro, sobre a notícia. Apenas na primeira hora após a oficialização da morte do quadrinista, foram identificadas 1,9 milhão de postagens na rede social, quase todas de lamento, agradecimento ou feitas por artistas e influenciadores sobre o impacto de Stan Lee na cultura de quadrinhos e cinema do mundo. A lista inclui celebridades como os atores Chris Evans e Hugh Jackman, assim como os perfis da Marvel e da DC Comics, até nomes importantes do cenário de internet e tecnologia, como Elon Musk. Curiosamente, o tuíte da DC Comics, rival da Marvel no mercado de quadrinhos, foi um dos que mais se destacou entre os que tiveram maior volume de interações. Veja aqui os posts dos principais atores do universo cinematográfico da Marvel em homenagem a Stan Lee.

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    Playboy alemã admite “erros” na entrevista totalmente falsa em que Ennio Morricone ofende Tarantino

    13 de novembro de 2018 /

    Os editores da versão alemã da revista Playboy responderem à denúncia do compositor Ennio Morricone de que ele nunca deu entrevista para a publicação, muito menos uma entrevista em que chamou o diretor Quentin Tarantino de “cretino” e seus filmes de “lixo”, como virou notícia no fim de semana em todo o mundo. Num primeiro momento, os porta-vozes da revista falaram grosso, dando data e citando testemunha da entrevista. No segundo, afinaram. Admitiram que as frases nunca ditas foram “reproduzidas erroneamente”. “Até agora, considerávamos o freelancer que conduziu a entrevista com Ennio Morricone em nosso nome como um jornalista renomado tanto no impresso quanto no rádio”, disse o editor Florian Boitin em novo comunicado, nesta terça-feira (13/11). “No passado, não tivemos razões para duvidar de sua integridade jornalística e suas habilidades”. “Baseando-se na informação que temos à nossa disposição, precisamos, infelizmente, assumir que as palavras ditas na entrevista foram reproduzidas, em parte, erroneamente. Queremos expressar o nosso arrependimento se retratamos o Sr. Morricone sob uma luz falsa. Estamos trabalhando para clarificar este assunto e explorando medidas legais”, completa o texto. A entrevista viralizou, reproduzida até no Brasil, por Morricone supostamente atacar Tarantino e menosprezar a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Ele recebeu o Oscar de Melhor Trilha Sonora por seu trabalho em “Os Oito Odiados”, de Tarantino. Perturbado pela repercussão, o célebre compositor italiano emitiu um comunicado afirmando jamais ter dado a tal entrevista. Além de elogiar Tarantino e seus filmes, Morricone também afirmou que processaria a publicação alemã. Leia abaixo a íntegra da manifestação de Morricone. “Chegou ao meu conhecimento que a Playboy da Alemanha publicou um artigo em que chamei Tarantino de cretino e considero seus filmes um lixo. Isso é totalmente falso. Eu não dei uma entrevista para a Playboy da Alemanha e ainda mais, eu nunca chamei Tarantino de cretino e certamente não considero seus filmes um lixo. Eu requisitei ao meu advogado na Itália para que tome medidas civis e penais. Considero Tarantino um ótimo diretor. Eu gosto muito da minha colaboração com ele e do relacionamento que desenvolvemos durante o tempo que passamos juntos. Ele é corajoso e tem uma personalidade enorme. Eu confio em Tarantino por ser uma das pessoas responsáveis ​​por me dar um Oscar, o que é com certeza um dos maiores reconhecimentos da minha carreira, e sou eternamente grato pela oportunidade de compor música para seu filme. Em Londres, durante uma entrevista coletiva, na frente de Tarantino, afirmei claramente que considero Quentin um dos maiores diretores desta época. E nunca falaria mal da Academia – uma instituição importante que me deu dois dos mais importantes importantes reconhecimentos da minha carreira”. Morricone, que completou 90 anos no último dia 10 de novembro, compôs alguns dos temas mais reconhecidos da história do cinema. Suas trilhas em “Por Um Punhado de Dólares” (1964), “Três Homens em Conflito” (1966), “Era uma Vez no Oeste” (1968), “Sacco e Vanzetti” (1971), “Cinzas no Paraíso” (1978), “Os Intocáveis” (1987), “Cinema Paradiso” (1988), entre vários outros trabalhos, são considerados clássicos absolutos do cinema.

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    Textos editoriais escritos por Stan Lee há 50 anos viralizam nas redes sociais

    13 de novembro de 2018 /

    Dois textos escritos por Stan Lee em 1968 viralizaram nas redes sociais, após a morte do criador da era Marvel dos quadrinhos, que aconteceu na segunda-feira (12/11). Abordando preconceito e intolerância, os textos foram originalmente escritos para a coluna “Stan’s Sopabox”, publicada na sessão editorial dos quadrinhos da Marvel na época, e compartilhados pela jornalista do Los Angeles Times Jen Yamato, que notou como soavam atuais. Em pouco tempo, as mensagens atemporais de Stan Lee se multiplicaram por milhares de contas do Twitter, mostrando-se tão importantes hoje quanto há 50 anos. “Vamos ser totalmente sinceros: o preconceito e o racismo estão entre os maiores males que assolam o mundo hoje em dia”, escreveu Lee. “No entanto, ao contrário de um time de supervilões, eles não podem ser parados com um soco ou um tiro de arma a laser”. “A única forma de destruí-los é expô-los, mostrando-os como os males insidiosos que eles são”, continua. “O preconceituoso é um hater sem raciocínio, ele odeia cegamente, fanaticamente, indiscriminadamente”. “Se o problema dele é com homens negros, ele odeia todos os homens negros. Se uma ruiva o ofende uma vez, ele odeia todas as ruivas”, diz ainda. “Se um estrangeiro ganhou um emprego no lugar dele, ele odeia todos os estrangeiros”. “Ele odeia pessoas que ele nunca viu, pessoas que ele nunca conheceu, com a mesma intensidade e com o mesmo veneno”, prossegue. “Não estamos querendo dizer que não é razoável um ser humano desagradar ao outro. Mas, embora todo mundo tenha o direito de odiar alguém, é totalmente irracional, patentemente doido, odiar toda uma raça, toda uma nação, toda uma religião”. “Mais cedo ou mais tarde, se desejamos ser dignos de nosso destino, precisamos encher o nosso coração de tolerância”, completa. “Então, e só então, seremos dignos do conceito de que Deus nos criou em sua imagem e semelhança, um Deus que chama a todos nós de seus filhos”. No segundo texto, o quadrinista debate com leitores que não gostam quando a Marvel inclui temas sociais em suas histórias, um tema relevante até para a situação política do Brasil atual, quando se debate a chamada “Escola sem partido”. “De tempos em tempos, recebemos cartas de leitores que nos perguntam por que nossas revistas têm que ser tão moralizantes. Eles sempre dizem que os quadrinhos deveriam ser diversão escapista e nada além disso”. “De alguma forma, eu não consigo ver as coisas desse jeito. Para mim, uma história sem mensagem, mesmo que subliminar, é como um homem sem alma. De fato, até a literatura mais escapista de todas, os contos de fada e lendas heroicas, têm um ponto de vista moral e filosófico”. “Em todos os campi de universidade onde vou discursar, sempre há tanta discussão sobre guerra e paz, sobre direitos civis, sobre a chamada rebelião jovem, quanto há nas nossas revistas. Nenhum de nós vive em um vácuo. Nenhum de nós não é tocado pelos eventos do dia a dia”. “Estes eventos moldam as nossas histórias e a nós mesmos. É claro que nossas histórias podem ser escapistas, mas só porque algo é divertido não significa que precisamos desligar o cérebro enquanto lemos”, completa. "Bigotry and racism are among the deadliest social ills plaguing the world today." "A story without a message… is like a man without a soul." RIP Stan Lee #StansSoapbox pic.twitter.com/S8PvuDassx — jen yamato (@jenyamato) 12 de novembro de 2018

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    Stan Lee estará em Vingadores 4. Veja vídeo com todas as figurações do criador da Marvel

    12 de novembro de 2018 /

    Stan Lee, o criador dos heróis da Marvel falecido nesta segunda-feira (12/11), vai aparecer no vindouro “Vingadores 4”. Em abril, o diretor Joe Russo revelou que ele filmou sua cena para o filme inédito no mesmo dia em que rodou suas aparições para “Vingadores: Guerra Infinita” e também “Homem-Formiga e a Vespa”. “Ele não gostava de voar, então tentamos aproveitar para filmar suas aparições na mesma época. Se temos outros filmes sendo produzidos simultaneamente, como por exemplo ‘Homem-Formiga e a Vespa’ e ‘Vingadores 4’, nós agrupamos suas aparições para apenas conduzi-lo de um set para outro, de forma a registrar tudo no mesmo dia”, o diretor explicou em entrevista à BBC. Apesar da confirmação, “Vingadores 4” pode não ser seu último longa. É que “Homem-Aranha: Longe de Casa” também está em produção e não foi revelado se o criador do super-herói chegou a ter sua presença registrada durante as filmagens. O costume das figurações começou com o telefilme “O Julgamento do Incrível Hulk”, em 1989, mas só foi explodir a partir do primeiro filme dos “X-Men”, em 2000, e continuou até os lançamentos mais recentes da Marvel. A última aparição nos cinemas aconteceu em “Venom”, embora Stan Lee não tenha criado o personagem. Veja abaixo um vídeo com todas as figurações já registradas pelo escritor, editor, publisher e gênio dos quadrinhos.

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