Atrizes e celebridades femininas promovem hashtag #EleNão contra voto em Bolsonaro
A hashtag #EleNão começou a viralizar nas últimas horas nas redes sociais, com apoio de atrizes e celebridades femininas famosas, numa reação ao ataque de hackers à página do Facebook “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”, que aconteceu no fim de semana. Candidato mais rejeitado pelas eleitoras, com 49% de desaprovação, Bolsonaro merece poucos comentários nos posts, em que é execrado por estrelas como Bruna Linzmeyer, Camila Pitanga, Deborah Secco, Fernanda Paes Leme, Alice Wegmann, Fabiula Nascimento, Débora Falabella, Patrícia Pillar, entre outras, sem esquecer de cantoras como Pitty, Daniela Mercury, etc. Um vídeo com suas declarações mais controversas do candidato, que mobilizaram essa união feminina, também circula nas redes e pode ser visto abaixo. A mobilização também ultrapassou as redes sociais. Há atos contra o candidato marcados em 20 estados, incluindo as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre. A manifestação marcada para 29 de setembro no Largo da Batata, na capital paulista, conta com 62 mil confirmações e 204 mil interessados. Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por bruna linzmeyer (@brunalinzmeyer) em 16 de Set, 2018 às 1:11 PDT Visualizar esta foto no Instagram. #elenao Uma publicação compartilhada por Fernanda Paes Leme (@fepaesleme) em 16 de Set, 2018 às 7:20 PDT Visualizar esta foto no Instagram. #elenão Uma publicação compartilhada por Daniela Mercury (@danielamercury) em 16 de Set, 2018 às 8:53 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Ele nunca ! Uma publicação compartilhada por Camila Pitanga (@caiapitanga) em 16 de Set, 2018 às 11:24 PDT Visualizar esta foto no Instagram. oi. caso você seja eleitor do candidato da foto, antes de vir aqui me insultar, por favor, leia o que tenho a dizer. a democracia existe e a liberdade de expressão também. se você, hoje, é a favor de poder emitir opiniões sobre suas preferências políticas e sociais, lembre-se: na ditadura (que seu candidato apoia veemente), isso não seria possível. portanto, falemos abertamente sobre nossas preferências enquanto é tempo. minha discordância com os eleitores desse candidato não diz respeito apenas às situações políticas e partidárias, mas principalmente morais. eu sou a favor de um mundo mais livre, justo, igualitário. sou a favor de um país onde toda a população tenha acesso a alfabetização, a escola, saúde pública e outros direitos básicos. não sou a favor do porte de armas. acho que ainda temos que aprender muitas outras coisas antes de aprendermos a manusear uma destas. a cultura da violência não deve ser vangloriada, como vem fazendo esse candidato – através, inclusive, de gestos de armas com as mãos até quando está internado no hospital. qualquer briga de bar ou trânsito daria em morte. a taxa de feminicídio aumentaria. mais crianças morreriam. pra violência morar dentro da sua própria casa, ela teria praticamente passagem livre. eu não sou a favor de um candidato que diz que “deu uma fraquejada” quando teve a quarta filha nascida mulher. senhor, eu sou mulher e sou forte pra caramba. e eu não devo ganhar um salário mais baixo que o dos homens só porque sou capaz de parir uma criança. eu não acho que “ter filho gay é falta de porrada”. tampouco diria, na vida, como esse candidato disse, que “prefiro que um filho meu morra num acidente do que apareça com um bigodudo por aí”. eu vou AMAR meu filho com todo amor que houver no meu coração, e farei de tudo para que ele seja feliz, independente de gênero ou sexualidade. eu sou uma otimista. e sonhadora, também. penso num mundo com menos preconceito, menos intolerância, mais diversidade, mais liberdade para cada um poder ser o que quiser. penso num mundo com menos ódio ao outro. eu respeito e admiro as diferenças. e não voto num candidato que luta para limitá-las. #ELENÃO Uma publicação compartilhada por Alice Wegmann (@alice.weg) em 16 de Set, 2018 às 7:48 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por Débora Falabella (@deborafalabellaoficial) em 15 de Set, 2018 às 7:21 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por Patricia Pillar (@patriciapillar) em 14 de Set, 2018 às 10:06 PDT #EleNao não tem a ver com política (só). Tem a ver com moral. Com a liberdade e a dignidade de “ser” e de pensar, que eu espero que a minha filha tenha. E os filhos de todos vocês tenham também. É por isso que #EleNão — deborah secco (@dedesecco) 15 de setembro de 2018 Acreditem, somos muito fortes! #EleNāo pic.twitter.com/djlCmGDjkb — fabiula nascimento (@fabiunascimento) 16 de setembro de 2018 um dos autores do PL 6055/2013; projeto de lei que revoga o atendimento obrigatório e integral no SUS para pessoas em situação de violência sexual. #EleNão #EleNunca. — PITTY (@Pitty) September 16, 2018 queria poder andar com esse vídeo na testa #elenão #elenunca pic.twitter.com/qRBEerbzvg — thalyra (@dhelama) September 17, 2018
Confusão em festa do Emmy: Criador de O Aprendiz agride o comediante Tom Arnold
A véspera do Emmy foi marcada por uma briga física entre um dos produtores mais premiados da Academia da Televisão e o comediante Tom Arnold, durante uma festa que celebrava os indicados ao troféu em Los Angeles. Arnold revelou nas redes sociais que foi agredido e chegou a ser enforcado pelo produtor Mark Burnett. O motivo, aparentemente, foi o fato do comediante estar produzindo um programa para a Vice Media com o objetivo de investigar gravações secretas de Donald Trump em “O Aprendiz”, programa criado por Burnett. O material que o produtor teria escondido conteria provas de racismo de Trump, como xingamentos e comentários de baixo nível, entre outras acusações. Burnett já disse, em outras ocasiões, que não escondia nada porque não tinha acesso às fitas, que são propriedade da produtora MGM. Algo, entretanto, fez o sangue do produtor ferver durante o encontro casual com Arnold, quando o assunto deve ter sido trazido à tona. Afinal, ele se recusava a ser entrevistado para o programa do comediante. “Mark Burnett surtou e me enforcou nesta grandiosa festa para o Emmy e correu com sua camiseta cor de rosa rasgada e sem sua corrente de ouro. Estou esperando pela polícia de Los Angeles”, publicou o ator. Patton Oswalt, ator amigo de Arnold, postou uma foto com ele, tranquilizando os fãs. “Estou com Tom Arnold, gente. Ele está bem. Temos de proteger esse anjo brutal.” A mulher de Burnett, Roma Downey (conhecida como estrela da série “O Toque de um Anjo”), acusa Arnold de tentar armar uma emboscada para ela e Mark. Ela enviou ao TMZ uma foto mostrando um hematoma em sua mão e culpando Arnold pelo ferimento na confusão. Arnold negou: “Mentira. Você mente, seu marido maluco me atacou, sua psicopata. Eu vou à polícia processar você por difamação.” Ele diz que Kevin Bacon e sua filha são testemunhas do que aconteceu e que Roma arrancou o celular da mão de Bryan Fogel, diretor que venceu o Oscar 2018 de Melhor Documentário por “Ícaro”, porque ele estava registrando a agressão. Com essa publicidade, “The Hunt for the Trump Tapes” estreia já nesta terça-feira, 18 de setembro, no canal pago americano Viceland. #TheHuntForTheTrumpTapes starts Tuesday 10:30p @VICELAND #TrumpTapes pic.twitter.com/WLmWUdXLyp — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018 Mark Burnett just went apeshit & choked me at this huge Emmy party then he ran away with his torn Pink shirt & missing gold chain. I’m waiting for LAPD — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018 Got this bruise tonight when Tom Arnold tried to ambush my husband Mark and me at a charity event. Is your TV show worth it Tom?Please stop pic.twitter.com/lXvuKjIMI2 — Roma Downey (@RealRomaDowney) September 17, 2018 Bullshit. You lie your crazy husband attacked me you psycho. I’m filing police report & suing you for defamation. https://t.co/9yXAEXM6na — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018 Roma knocked Bryan Fogel’s phone out of his hand after Mark Burnett chocked me. Bryan came with me. He won the Oscar this year for his amazing documentary Icarus. He has tape. https://t.co/nPJyDAarsE — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018 Mark Burnett doesn't seem too thrilled about my new tv show. #TheHuntForTheTrumpTapes Starts Tuesday 10:30p @VICELAND & we do a Mark Burnett/Apprentice episode the first night. Yes Roma, saving my country is worth it. Brutal bruise. Should've gone to a dr last wk when you hurt it — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018 I’m with @TomArnold, everyone. He’s okay. We gotta protect this brutal angel. pic.twitter.com/9grT4QTVZK — Patton Oswalt (@pattonoswalt) September 17, 2018 Just spoke with Tom Arnold’s lawyer. He confirmed the altercation (he calls it an “unprovoked attack” by Burnett) and says Tom “has a witness” that will back him up. https://t.co/ILO2lTixxB — Matthew Belloni (@THRMattBelloni) September 17, 2018 FYI: Kevin Bacon is a solid reliable brawl witness. Sosie Bacon is a wingman. — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018
Mulher de Woody Allen fala pela primeira vez das alegações de pedofilia contra o diretor e ataca Mia Farrow
Soon-Yi Previn, esposa de Woody Allen, falou pela primeira vez na imprensa sobre seu relacionamento com o cineasta e as acusações feitas por Mia Farrow contra ele. Em uma entrevista-perfil publicada pelo New York Magazine e compartilhada pelo site Vulture, da mesma empresa, ela afirmou categoricamente que as alegações de que Woody Allen teria molestado a própria filha Dylan Farrow são falsas e que Mia Farrow foi quem abusou dela, com violência, quando criança. “Mia nunca foi maternal comigo desde o começo”, disse Previn a Daphne Merkin, autora do artigo e amiga de Allen há quatro décadas. “Eu nunca me interessei em escrever um ‘Mamãezinha Querida’ focado em Mia – nada disso”, explicou Previn, que foi adotada na Coreia do Sul por Farrow e seu então marido Andre Previn quando ela tinha seis anos de idade. “Mas o que aconteceu com Woody é tão perturbador, tão injusto. [Mia] aproveitou o movimento #MeToo e desfilou Dylan como uma vítima. E toda uma nova geração está ouvindo sobre isso da forma errada, quando não deveria”. E daí passou a descrever como foi sua infância com Mia Farrow. “Ela tentou me ensinar o alfabeto com blocos de madeira. Se eu não os acertasse, às vezes ela os jogava em cima de mim ou no chão. Quem pode aprender sob essa pressão? Previn afirmou que, como não falava inglês, teve uma “pequena dificuldade de aprendizagem” e Farrow passou a escrever palavras em seus braços para fazê-la se lembrar delas, “o que era humilhante, então eu sempre usava camisas de mangas compridas”. A mãe adotiva também tinha o costume de pendurá-la de cabeça para baixo por períodos de tempo, porque “ela pensou – ou talvez leu, Deus sabe onde ela tirou essa ideia – que o sangue correr para à minha cabeça me tornaria mais esperta ou algo assim”. Ela disse que Mia Farrow também a esbofeteava e a espancava com uma escova de cabelo, enquanto a chamava de “estúpida”. A atriz teria, inclusive, pedido para ela gravar numa fita uma declaração de que era realmente uma filha da p*ta, mas ela se recusou. Sua mãe biológica era uma prostituta que a abandonou. Contou ainda que Mia que elegia filhos favoritos, entre os mais inteligentes e mais loiros, tratando os demais como empregados, que deveriam fazer as tarefas da casa para ela. Sobre o início de seu relacionamento com Allen, ela observou que os dois eram adultos na época – ela tinha 21 anos – e se aproximaram porque ela o via como outro “loser” (perdedor) e ele simplesmente via ela. “Mia nunca foi gentil comigo. E de repente eu tive a chance de encontrar alguém que demonstrava afeição e era gentil, e é claro que adorei”. Ela diz que, no começo, nenhum dos dois pensava que o caso duraria, mas com o tempo eles se aproximaram. “Eu conheceria alguém na faculdade, e isso acabaria”, contou Soon-Yi sobre o relacionamento. “Só se tornou realmente um relacionamento quando nós fomos jogados juntos em público por causa da acusação de abuso sexual”. Depois que Farrow descobriu sobre o caso, encontrando fotos nuas de Previn, a relação de Previn com Farrow se deteriorou ainda mais. “Eu lembro do telefonema quando ela encontrou as fotos”, disse Previn. “Peguei o telefone e Mia disse: ‘Soon-Yi’. Isso é tudo que ela precisava dizer, naquele tom de voz arrepiante. Eu sabia que minha vida terminara e que ela sabia, apenas pelo modo como ela dizia meu nome. Quando ela chegou em casa, me perguntou sobre isso, e eu – por instinto de sobrevivência – neguei. Mas ela disse: “Eu tenho fotos”. Então eu sabia que tinha sido pega. Claro, ela me deu um tapa, você sabe o rumo dessas coisas. E então ela ligou para todos. Ela não conteve a situação. Ela espalhou como fogo”. Previn expressou remorso pelo efeito que seu caso com Woody Allen teve em Farrow, chamando o relacionamento de “uma enorme traição de ambas as partes, uma coisa terrível de se fazer, um choque terrível para infligir a ela”. Mesmo assim, ficou surpresa pela forma como o público em geral viu o caso, como se tivesse sido incesto. Soon-Yi garante que nunca viu Allen como um figura paterna. “Eu já tinha um pai”, ressalta. “Ele era André Previn e Mia nunca se casou com Woody, nem eles moravam juntos. Ele era o namorado da minha mãe, pura e simplesmente. Ele era como uma entidade separada. Eu achava que Mia tinha o fazia de tolo, fazendo-o acreditar que ela era uma ótima mãe. Eu achei que ele não era muito observador, não era alguém que valesse a pena conhecer. É por isso que foi o maior choque para mim quando acabamos juntos”. Ela está casada até hoje com Woody Allen, nunca passou uma noite sequer longe dele desde então e também adotou crianças. Meninas. Bechet, atualmente com 19 anos, e Manzie, de 18. Nenhuma fez qualquer denúncia contra o pai. A autora do artigo lembra que Moses Farrow, irmão de Soon-Yi, descreveu recentemente suas lembranças de infância com Mia Farrow da mesma maneira, com lembranças de violência física contra a irmã e ele próprio. “Ela até trancou meu irmão Thaddeus, paraplégico de polio, no quintal durante a noite por punição por alguma transgressão”, ele disse, referindo-se ao irmão que se suicidou aos 27 anos. Outra filha adotiva de Mia, uma órfã cega vietnamita chamada Tam, morreu aos 19 anos. De acordo com Mia, de ataque cardíaco. De acordo com o que Thaddeus teria dito a Moses: suicídio por overdose. A irmã de Allen, Letty Aronson, completou a história com uma declaração à Vulture, lembrando o que Mia lhe disse naquela época: “’Ele levou minha filha, eu vou levar a dele’. Eu disse: ‘Não seja ridícula. [Dylan] ama Woody. Uma criança deveria ter um pai. Ela disse: ‘Eu não me importo'”. E assim teria começado a acusação de que Woody Allen molestou a própria filha. Em agosto de 1992, Mia levou Dylan para a justiça para declarar que Allen havia abusado dela, o que Allen negou e continua negando até hoje, afirmando que tudo começou com uma manipulação de Mia, que virou lavagem cerebral em Dylan. As alegações levaram a uma batalha de custódia muito divulgada e prolongada, que não encontraram evidências contra Allen, mas resultaram na perda da guarda de seus filhos. É, de fato, notório que o diretor gosta de filmar histórias de relacionamentos entre homens mais velhos e mulheres muito mais novas, e que ele próprio se envolveu com uma garota de 21 anos quando tinha mais de 50. Mas também é fato que nenhuma atriz jamais o acusou de assédio, em mais de meio século de carreira. Dylan Farrow é a única mulher que acusa Woody Allen de abuso, baseada em memórias de sua infância. Ela rebatou a publicação do artigo voltando ao Twitter para reforçar sua acusação. AS primeiras palavras de seu texto são “Woody Allen me molestou quando eu tinha sete anos de idade”. Ela e seu irmão Ronan Farrow reforçaram que foram criados por uma mãe amável e condenaram a publicação por simplesmente realizar a entrevista. “Eu tenho uma mensagem para a mídia e os aliados de Woody Allen: ninguém está me ‘desfilando como vítima’. Eu continuo sendo uma mulher adulta fazendo uma alegação plausível que não se alterou em duas décadas, sustentada por evidências”, escreveu Dylan. “Eu devo tudo o que sou a Mia. Ela é uma mãe devotada que passou pelo inferno para criar os filhos e um lar amável para nós. Mas isto nunca impediu Woody Allen e seus aliados de plantar histórias que atacam e vilipendiam minha mãe para desviar de uma acusação plausível de abuso contra minha irmã”, escreveu Ronan. Ele ainda se disse chocado, como jornalista, pela cumplicidade do New York Magazine, que não teria ouvido o outro lado nem contraditórios de testemunhas, e ainda permitiu que o artigo fosse escrito por uma amiga notória de Woody Allen. O New York Magazine rebateu Ronan, lembrando que deixou claro no texto o relacionamento entre a jornalista e Allen, e que a entrevista só aconteceu por conta dessa amizade, porque Soon-Yi jamais tinha falado com a imprensa antes. Este fato apenas já tornava o material jornalisticamente relevante. Além disso, o perfil queria mostrar um lado diferente da história que ele e a irmã tornaram tão conhecida e que até então tinha tão poucos contraditórios. Um porta-voz da família de Mia Farrow também refutou todas as alegações de abuso físico, negligência e as demais acusações feitas na entrevista. Após a publicação, várias pessoas se alinharam a Ronan Farrow no Twitter atacando o artigo pela falta de isenção da entrevistadora. A porta-voz do New York Magazine, Lauren Starke, defendeu a história dizendo: “Esta é uma história sobre Soon-Yi Previn, e apresenta sua perspectiva sobre o que aconteceu em sua família. Acreditamos que ela tem direito a ser ouvida. O relacionamento de Daphne Merkin com Woody Allen é revelado e é uma parte da história, como foi a razão de Soon-Yi aceitar ser entrevistada. Esperamos que as pessoas leiam por si mesmas”.
Veja o primeiro programa exclusivo disponibilizado na plataforma DC Universe
A plataforma DC Universe, inaugurada no sábado (15/9) nos Estados Unidos, divulgou no YouTube o primeiro episódio de seu programa diário de notícias, “DC Daily”, que exibirá cinco episódios por semana, de segunda à sexta, exclusivamente para os assinantes do serviço. O primeiro episódio se concentra em apresentar o próprio DC Universe, com direito à teaser da nova série “Titans”, prevista para outubro, e uma geral no amplo material disponível. Como o lançamento aconteceu no “Batman Day”, também houve apresentação de novos quadrinhos de Batman, com ênfase no novo selo Black Label da DC Comics, que apresenta histórias fechadas fora da continuidade das revistas normais. As novidades são trazidas por uma bancada bastante sortida, ancorada por Tiffany Smith (vista este ano em “Supernatural”), que tem experiência nesse tipo de programa – integrou “CW FanTalk: The Flash”, “AMC Jedi Council” e “Geeking Out”, entre outros programas voltados para o fandom. E a lista de apresentadores inclui até os atores John Barrowman (o vilão Malcolm Merlyn, de “Arrow”), Samm Levine (“Bastardos Inglôrios”) e Harley Quinn Smith (a filha do diretor Kevin Smith, que tem o nome da vilã Arlequina na vida real). Entre as notícias, há mais criancice que quem acompanha o similar “Talking Dead” (sobre a série “The Walking Dead”) está acostumado – como adultos colorindo desenhos de super-heróis ao vivo. Mas a emocionante entrevista final com Kevin Conroy, dublador de Batman na série animada clássica dos anos 1990, compensa tudo. Digna de bônus de edição especial de Blu-ray comemorativo. O vídeo disponibilizado acaba abruptamente após aproximadamente 20 minutos, mas o programa continua por um tempo maior. Confira abaixo a primeira “palhinha” do DC Universe.
Plataforma de streaming DC Universe é inaugurada nos Estados Unidos
A aguardada plataforma de streaming DC Universe já existe. Ela foi inaugurada no sábado (15/9) nos Estados Unidos e representa uma grande novidade no mercado D2C (direto ao consumidor), por reunir num único serviço tudo o que um fã pode querer de uma marca específica. Após anos sendo considerada valiosa pela Warner, a DC Comics finalmente é valorizada pelo conglomerado de mídia com um iniciativa pioneira, que pode até abrir caminho para outros projetos similares de rivais. O acesso por aplicativo oferece de tudo um pouco. Há quadrinhos selecionados do vasto arquivo de 81 anos da editora, acessados por uma interface revolucionária que permite lê-los numa TV de tela grande. Mais séries clássicas de super-heróis que é possível contar, entre elas o Superman de George Reeves, a Mulher-Maravilha de Lynda Carter, os Superamigos dos anos 1970 e os desenhos animados de Batman que originaram a Arlequina nos anos 1990. Filmes icônicos, como os longas de Superman estrelados por Christopher Reeve e o Batman vivido por Michael Keaton. Documentários, telefilmes raros, especiais, curtas animados. Também há um fórum para fãs. Uma enciclopédia digital com tudo o que um fã gostaria de saber sobre seus heróis favoritos. E um shopping de mercadorias relacionadas aos produtos da DC. Ou seja, uma Netflix acoplada ao iTunes com uma extensão no Reddit e sua própria Wikipedia. Mas a cereja ainda não foi colocada sobre o bolo. São as séries exclusivas. A primeira, “Titans”, estreia só no mês que vem. Mas já há outras em diferentes fases de produção, baseadas nos quadrinhos da Patrulha do Destino (Doom Patrol), Monstro do Pântano (Swamp Thing) e Sideral (Stargirl), além de animações da Arlequina (Harley Quinn) e da Justiça Jovem (Young Justice). E muitas outras devem se seguir. De acordo com o presidente da Warner Bros. Digital, Craig Hunegs, a DC Universe vai estrear um novo episódio de série original por semana a partir do próximo mês, e em 2020 aumentará para dois novos episódios por semana. Sim, isto significa que os episódios serão divulgados semanalmente e não pelo método “maratonal” da Netflix. Jim Lee, publisher da DC Comics, já está selecionando novas propriedades para desenvolver como séries, que devem começar a ser produzidas em breve. “Não há escassez de produtores e escritores em Hollywood interessados em fazer séries para nós, porque estamos prometendo a eles uma liberdade criativa real”, disse Craig Hunegs para a revista Variety. “Você vai ver não apenas em ‘Titans’, mas também em ‘Doom Patrol’, em ‘Swamp Thing’, em ‘Stargirl’, uma espécie de vibração criativa que talvez você não veja em programas de TV tradicionais.” Esta liberdade já pôde ser conferida no primeiro trailer divulgado de “Titans”, que chamou atenção e polemizou pela forma como Robin solta um “fod*-se Batman” em alto e bom som. “Essa plataforma nos permite ousar criativamente e fazer o tipo de programação que nunca fizemos antes”, garante Jim Lee. Uma frase que será testada durante a estreia da série do Monstro do Pântano. Tudo por uma assinatura de apenas US$ 7,99 mensais. A Variety aponta que este valor dificilmente dará lucro imediato para a companhia. Mas é significativo que a DC Universe seja a primeira novidade da Warner Media, a empresa resultante da compra da antiga Time Warner pela AT&T. A nova companhia está recebendo grande investimento para produzir ainda mais conteúdo, estratégia que já está sendo notada no aumento de encomendas de séries da HBO. E é bastante claro que tudo isso será direcionado para o streaming. Enquanto a HBO mantém um pé preso no cabo, a DC Universe já nasce 100% wi-fi. E será interessante ver até onde essa experiência chegará. A propósito, as séries da rede CW – “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e “Black Lightning” – não terão episódios disponibilizados pelo serviço. E embora existam planos, vai demorar para a DC Universe chegar em outros países. Por conta disso, a Warner negocia com outros serviços, que já possuem alcance internacional, os direitos de exibição de suas séries no exterior. Tudo indica que “Titans” chegará no Brasil pela Netflix. Resta saber se semanalmente, como “Better Call Saul”, ou apenas após a exibição completa nos Estados Unidos, como acontece com as séries britânicas e canadenses disponibilizadas pela plataforma.
Atriz mais popular da China, Fan Bingbing completa dois meses sumida e pode estar presa
Fan Bingbing, uma das atrizes chinesas mais conhecidas do mundo, estrela de “Homem de Ferro 3” e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”, completou dois meses sumida. De acordo com a emissora britânica BBC, ela não é vista em público desde o dia 1º de julho, depois de visitar um hospital infantil, e não se manisfesta nas redes sociais, onde tem um dos maiores números de seguidores da China. Usuária assídua da rede de microblog chinesa Sina Weibo, com mais de 62 milhões de seguidores, Fan Bingbing não usa a plataforma desde o dia 23 de julho. Na ocasião, não postou nada, mas rompeu um hiato já notável para curtir algumas publicações. Três dias depois, o jornal chinês The Economic Observer noticiou que diversas pessoas da equipe de Fan estavam sendo questionadas pela polícia e que o irmão da atriz havia sido impedido de deixar o país. A matéria foi retirada do ar e a família da atriz não comentou o caso. Por conta disso, diversos rumores sobre seu destino vem alimentando fã-clubes e redes sociais. Mas agora vários indícios sugerem que ela está presa. O desaparecimento aconteceu após a atriz ser acusada, em maio, de evasão fiscal pelo apresentador de TV Cui Yongyuan. Ela teria assinado contratos de filmes conhecidos com “yin e yang”, em que atores supostamente assinam documentos com salários diferentes, mas só apresentam o de valor mais baixo para o governo. Trata-se de uma tática para reduzir os impostos recolhidos. O contrato que ela foi acusada de embolsar seria de US$ 1,6 milhão. Pouco após seu sumiço, no fim de junho, o governo chinês anunciou uma ofensiva contra os “salários exagerados” da indústria cinematográfica do país, para impedir evasões fiscais e o “culto ao dinheiro”. Segundo reportou a agência oficial Xinhua, o governo estaria defendendo o “desenvolvimento saudável da indústria cinematográfica” da China. Em junho, o governo começou a investigar “casos de evasões fiscais de certos filmes e profissionais de TV, alegados em discussões on-line”. “Esses problemas não só empurram os custos de programas de televisão e produções de filmes para cima, como afetam a qualidade da criação, destroem a saúde da indústria cinematográfica e criam uma tendência de adoração ao dinheiro”, afirmou a agência oficial do país. Na semana passada, a publicação estatal Securities Daily informou que a atriz tinha sido colocada “sob controle e aceitará a decisão legal” das autoridades. O artigo também afirmava que a alegada evasão fiscal de Bingbing era “apenas a ponta do iceberg”, acrescentando: “Ela também é suspeita de participar de empréstimos ilegais e outras formas de corrupção. No pior dos casos, ela enfrenta punição legal”. A história foi removida algumas horas após a publicação. E nesta semana, o nome de Fan Bingbing apareceu em último lugar numa lista oficial do governo sobre responsabilidade social dos 100 artistas mais famosos da TV e do cinema da China. Sua percentagem de responsabilidade social seria de 0%. O governo afirma que as produções chinesas devem reforçar o benefício à sociedade mais que as bilheterias. Fãs continuam pedindo nas redes sociais para Fan Bingbing comentar se está bem, mas, até agora, nem a atriz nem os estúdios responsáveis pelos seus filmes se manifestaram.
Matthew Perry revela que está internado num hospital há três meses
O ator Matthew Perry, até hoje lembrado pelo papel de Chandler em “Friends”, revelou que está num hospital há três meses. Sumido desde o cancelamento de sua série mais recente, “The Odd Couple”, em abril, o próprio ator deu a notícia em seu Twitter. “Três meses em uma cama de hospital: feito”, ele escreveu. Perry precisou passar por uma cirurgia por conta de uma perfuração gastrointestinal. De acordo com a revista People, o procedimento aconteceu em em agosto, em Los Angeles, e o ator passa bem. O problema que afetou o ator de 49 anos foi a formação de um buraco em algum ponto do sistema digestivo, como estômago, intestino grosso ou delgado. As causas não são conhecidas, mas podem estar relacionadas a algumas doenças ou aos resultado de um trauma. Perry vem levando uma vida mais saudável após problemas com vício. “Eu não conseguia parar. Eventualmente, as coisas ficaram tão feias que não conseguia mais esconder, todo mundo sabia”, admitiu à People em 2013. Hoje em dia ele está sóbrio. “Aprendi muito com minhas falhas, e o melhor é poder ajudar outras pessoas a deixarem o alcoolismo”, afirmou o ator, recentemente. Ele fundou uma organização chamada Perry House para ajudar pessoas a lidarem com vícios em substâncias. Após o cancelamento de “The Odd Couple” e de suas participações na série “The Good Fight” e na minissérie “The Kennedys After Camelot”, ambas no ano passado, o ator não agendou mais nenhum trabalho. Three months in a hospital bed. Check. — matthew perry (@MatthewPerry) September 15, 2018
Peter Donat (1928 – 2018)
Peter Donat, o ator canadense que apareceu em dois filmes de Francis Ford Coppola e interpretou o pai do agente Fox Mulder em “Arquivo X”, morreu na segunda (10/9) aos 90 anos, de complicações do diabetes em sua casa em Point Reyes Station, Califórnia. Ele se tornou ator inspirado por seu tio, o astro britânico Robert Donat, conhecido por suas atuações em filmes como “Os 39 Degraus” (1935), de Alfred Hitchcock, e no longa vencedor do Oscar “Adeus, Mr. Chips” (1939). Donat inciou a carreira no teatro e integrou a companhia do Festival de Shakespeare de Connecticut, da qual também faziam parte Christopher Plummer, Raymond Massey, Roddy McDowall e Michael Learned, a matriarca da série “Os Waltons”, com quem o ator se casaria, num relacionamento que durou de 1956 até o divórcio em 1972. Após aparecer em inúmeras séries desde os anos 1950, ele fez sua estreia no cinema como o advogado de “O Poderoso Chefão II” (1974), de Francis Ford Coppola. O diretor ainda voltou a escalá-lo como advogado em “Tucker: O Homem e Seu Sonho” (1988). Entre um e outro, ele ainda apareceu nos famosos filmes de desastre “O Dirigível Hindenburg” (1975) e “Síndrome da China” (1979), além de ter sido marido de Liv Ullman e pai de Kiefer Sutherland em “Virando Adulto” (1984). Também emplacou seu primeiro papel fixo numa série, “Flamingo Road” (1980-82), e viveu o médico que tratou J.R. Ewing (Larry Hagman) após o personagem levar um tiro em 1980 e entrar para a história dos mistérios televisivos (“Quem atirou em JR?”). Entre os anos 1980 e 1990, trabalhou com diretores importantes, como os veteranos Blake Edwards (em “As Confusões de um Sedutor”, 1989) e Arthur Hiller (“Ânsia de Viver, 1992). Participou também dos ótimos “A Guerra dos Roses” (1989), segundo longa dirigido pelo ator Danny DeVito, e “Vidas em Jogo” (1997), o terceiro de David Fincher. Mas o papel pelo qual é mais lembrado é o de William Mulder, o pai do personagem de David Duchovny, em seis episódios de “Arquivo X”, exibidos entre 1995 e 1999. Seu último trabalho foi num telefilme da franquia “Assassinato por Escrito”, que continuava a série homônima (1984-1996) estrelada por Angela Lansbury, que foi ao ar em 2003.
Tuíte racista sobre Mbappé rende processo de R$ 7 milhões para o youtuber Júlio Cocielo
O youtuber Júlio Cocielo vai responder na Justiça sua “brincadeira” com o jogador francês Mbappé no Twitter. Os promotores de Direitos Humanos Eduardo Valério e Bruno Orsini Simonetti acusaram o influenciador digital de racismo e entraram com uma ação em que exigem um pagamento de R$ 7 milhões por danos coletivos. Durante a Copa do Mundo da Rússia, Cocielo publicou que “Mbappé conseguiria fazer uns (sic) arrastão top na praia”. O youtuber foi duramente criticado por usuários e gerou uma grande discussão na internet. Diante da polêmica, os promotores decidiram levar o caso para a justiça – a dupla pediu a quebra do sigilo bancário, além da condenação por racismo. “Trata-se de um jovem jogador negro, francês de ascendência camaronesa, de compleição física robusta e que mostrou, nos jogos da seleção francesa na Copa da Rússia, impressionantes velocidade e explosão, daí advindo, em notória manifestação de racismo, a sua associação com os assaltantes (negros, na ótica do autor) que praticam crimes de roubo nas praias brasileiras, sobretudo fluminenses, sempre sob contínua e desabalada corrida”, escrevem na ação. Para reforçar a denúncia, Valério e Simonetti anexaram comentários racistas feitos por Cocielo entre 2010 e 2018 na mesma rede social. Na visão dos acusadores, o influenciador digital ‘violou direitos fundamentais e o Tratado Internacional de Direitos Humanos’ com as postagens ofensivas. Na ação, os promotores ainda se apegam aos números de tuítes de Cocielo antes e depois dos comentários sobre Mbappé. De acordo com o relato inserido na denúncia, o youtuber apagou mais de 50 mil tuítes antigos. De pouco mais de 81 mil posts, a conta caiu para 32 mil no dia seguinte à postagem sobre o atacante francês. Cocielo usou a mesma rede social para pedir desculpas pelos comentários sobre o jogador do PSG, eleito a revelação do último Mundial e que teve papel fundamental na conquista da Copa do Mundo pela França. Mas assim mesmo perdeu diversos patrocínios.
Sally Field revela abuso do padrasto, que era o Tarzan dos anos 1960
Em sua nova autobiografia, intitulada “In Pieces”, a atriz Sally Field (“O Espetacular Homem-Aranha”) revela que sofreu abuso sexual durante a infância nas mãos do padrasto, o ator e dublê Jock Mahoney, famoso por interpretar o Tarzan nos anos 1960. A mãe da atriz, Margaret Field, se separou de Mahoney em 1968, quando a filha tinha 22 anos. O ator morreu em 1989. Em entrevista ao The New York Times sobre o livro, Field disse só falado sobre o abuso com sua mãe recentemente, em 2012. “Ele me chamava para o quarto dele até os meus 14 anos. Eu me sentia como uma criança, sem esperança de reagir, mas também como uma adulta. Poderosa. Eu sabia que isso [sexo] era poder”, relembra a atriz. “Eu queria ser apenas uma criança, mas ele não deixou”. Outros trechos do livro citam outros casos de abuso sofrido ao longo da carreira da atriz, que era deslumbrante na juventude. Num trecho, por exemplo, a atriz conta que fumou haxixe com o cantor Jimmy Webb, ficou inconsciente e acordou horas mais tarde enquanto ele tentava estuprá-la. Sobre o caso, a atriz ainda tentou relevar, dizendo que ele “não teve intenção maliciosa”. “Nós dois simplesmente estávamos drogados demais”, comentou. Webb nega a acusação. Já em 1976, Field participou dos testes de elenco para o filme “O Guarda-Costas”, em que o diretor Bob Rafaelson disse que “não poderia contratar uma atriz que não beijasse bem”. Field cedeu aos avanços do diretor e ganhou o papel. Rafaelson também nega que isso tenha acontecido. Field, que completa 72 anos no próximo dia 6 de novembro, alcançou o estrelato aos 16 anos de idade, ao estrelar a série “Gidget” em 1965. Fez ainda mais sucesso como a personagem-título de “A Noviça Voadora”, entre 1967 e 1970, e se tornou uma estrela de cinema ao pegar carona com Burt Reynolds em “Agarra-me se Puderes” (1977). Os dois chegaram a namorar e fizeram vários filmes juntos, antes dela atingir outro patamar, vencendo dois Oscars por “Norma Rae” (1979) e “Um Lugar no Coração” (1984). Ela também foi indicada ao Oscar por “Lincoln” (2012), virou a Tia May em dois filmes do Homem-Aranha e poderá ser vista a seguir na série “Maniac”, que estreia em 21 de setembro na Netflix.
Tá rolando? Ashley Benson comenta foto de Cara Delevingne: “minha”
A atriz Ashley Benson (a Hanna de “Pretty Little Liars”) teria confirmado o namoro com Cara Delevingne (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”), após as duas serem flagradas juntas em diversas oportunidades, inclusive de mãos dadas. A “dica” teria sido dada no comentário de uma foto da modelo-atriz britânica no Instagram. Ao elogiar o visual da amiguinha, Ashley escreveu “Mine” (“minha”, em tradução literal) e acrescentou “Eu posso ver o seu” com emojis de sushi ao lado. O que parece um comentário bem ingênuo, na verdade representa um conhecimento íntimo da anatomia da outra. Emojis de sushi significam “vagina depilada”. As duas teriam se tornado mais próximas durante as filmagens do drama indie “Her Smell”, que é o motivo delas aparecerem sempre juntas e inseparáveis no Festival de Toronto, onde o filme de Alex Ross Perry (“Rainha do Mundo”) teve sua première mundial no fim de semana. Visualizar esta foto no Instagram. Instagram official. #CommentsByCelebs Uma publicação compartilhada por @ commentsbycelebs em 10 de Set, 2018 às 1:42 PDT
Casal de Riverdale, Cole Sprouse e Lili Reinhart assumem o namoro na vida real
Os fãs de “Riverdale” já sabiam (ou pelo menos desconfiavam) que Cole Sprouse e Lili Reinhart, que vivem o casal Jughead Jones e Betty Cooper na série, tornaram-se namorados também na vida real. Entretanto, os dois vinham se mantendo muito discretos sobre o assunto. Em março, durante um evento de encontro de fãs com todo o elenco da série, Sprouse foi perguntado à queima-roupa se estava namorando a colega e sua resposta foi: “Sem Comentários”. Mas agora o ator “oficializou” o namoro, brincando com a demora. Uma foto publicada no Instagram de Sprouse nesta segunda (10/9) é a primeira em que o casal aparece junto em clima romântico. Na legenda, ele escreveu um trocadilho que funciona apenas em inglês, mas significa “é lindo e tardou”. Veja abaixo. Visualizar esta foto no Instagram. It’s pretty, pretty late Uma publicação compartilhada por Cole Sprouse (@colesprouse) em 10 de Set, 2018 às 12:18 PDT
Olivia Newton-John revela que luta contra o terceiro câncer
A cantora e atriz Olivia Newton-John revelou que voltou a lutar contra o câncer pela terceira vez, durante o programa australiano “Sunday Night”. Newton-John, que completa 70 anos no próximo dia 26 de setembro, disse que médicos encontraram um tumor em suas costas no final do ano passado, e que atualmente passa por tratamento de radioterapia. “Eu acredito que vou vencer o câncer de novo”, declarou a estrela durante a aparição na TV. É a terceira vez que ela é diagnosticada com a doença desde a década de 1990. O primeiro diagnóstico foi câncer de mama em 1992. Ela passou por uma mastectomia parcial e, depois, por uma reconstrução do seio. Em 2013, ela lutou contra uma reincidência da doença. A estrela de “Grease” revelou que usa óleo de canabidiol, um derivado da maconha, para aliviar as dores do câncer. O atual marido de Newton-John, John Easterling, planta maconha no lar do casal na Califórnia, nos EUA. Ela expressou a esperança de que seu país natal, a Austrália, legalize a maconha medicinal, o que já é realidade em vários lugares dos Estados Unidos. Olivia Newton-John participou há poucas semanas de uma homenagem da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos aos 40 anos de seu filme de maior sucesso, “Grease – Nos Tempos da Brilhantina” (1978), que ela estrelou ao lado de John Travolta (saiba mais aqui). Sua última aparição como atriz aconteceu em “Sharknado 5: Voracidade Global”, no ano passado.












