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    Carmine Caridi (1934 – 2019)

    29 de maio de 2019 /

    O ator Carmine Caridi, conhecido por seus na trilogia “O Poderoso Chefão”, morreu na terça-feira (28/5) em um hospital em Los Angeles, em decorrência das complicações de uma queda. Caridi tinha 85 anos. Caridi interpretou dois papéis diferentes nos filmes da trilogia de Francis Ford Coppola. Em “O Poderoso Chefão 2” (1974), foi o mafioso Carmine Rosato, enquanto em “O Poderoso Chefão 3” (1990) encarnou Albert Volpe. O ator teve experiências reais com a máfia durante sua juventude em Nova York e chegou a ser preso ao tentar vender cocaína a um policial disfarçado. “Eu sou sortudo de estar aqui falando com você. Todos os meus amigos foram trabalhar para a máfia, mas eu entrei em um grupo de teatro”, comentou em uma entrevista. A máfia, porém, ajudou sua carreira, pelo menos no que se refere aos tipos de papéis que conseguiu no cinema. Antes mesmo de “O Poderoso Chefão 2” ele já tinha vivido um gângster na comédia “Quase, Quase uma Máfia” (1971) e um bookmaker no drama criminal “O Jogador” (1974). Ainda viveu os famosos mafiosos Frank Costello na cinebiografia “Bugsy” (1991) e Sam Giancana em “Caso Kennedy, uma Conspiração” (1992). Mas algumas vezes esteve do outro lado da lei, como policial na comédia “O Detetive Desastrado” (1978) e no drama “O Príncipe da Cidade” (1981), e se divertiu em Sessões da Tarde clássicas dos anos 1980, como “Um Dia a Casa Cai” (1986), “Chuva de Milhões” (1986) e “Alguém Muito Especial” (1987). O ator também fez muitas séries, tendo papel fixo em “Phyllis” (spin-off de “Mary Tyler Moore”) e recorrente em “Fama” e “Nova York Contra o Crime” (NYPD Blue). Entretanto, seu nome ganhou maior notoriedade por conta de uma atividade digna da máfia. Em 2004, Caridi foi pego pirateando os filmes do Oscar, meses antes do lançamento oficial, que ele recebia em primeira mão como votante da premiação. O ator foi expulso da Academia, mas como bom gângster de cinema não se arrependeu. “Eu mandei cópias dos filmes que eles me deram para pessoas que não podiam pagar ingressos no cinema. Fiz a alegria de muita gente”, comentou em entrevista da época para a revista The Hollywood Reporter. Seus últimos papéis foram participações nas séries “Curb Your Enthusiasm”, no começo de 2019, e “Abby’s”, num episódio que vai ao ar na quinta-feira (30/5).

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    Scarlett Johansson volta a ficar ruiva em vídeo e fotos do set de Viúva Negra

    29 de maio de 2019 /

    A atriz Scarlett Johansson voltou a ser fotografada – e desta vez também gravada em vídeo – na região de Sæbø, na Noruega, onde começaram nesta semana as filmagens de “Viúva Negra”. Ao contrário das primeiras fotos, em que estava loira, ela agora aparece com o cabelo ruivo da personagem. Fora isso, as imagens não parecem associadas ao filme, mas uma simples compra da atriz, acompanhada por integrantes da produção. Mas chama atenção que, após passar num mercadinho, ela subiu num barco e entrou num navio. De todo modo, se a imagem de Scarlett loira disparou teorias – e era apenas o cabelo natural da atriz – , a versão ruiva alimentou ainda mais discussões sobre a época em que a trama se passa. Já há quem acredite em ressurreição. O filme ainda não teve sinopse oficial ou maiores detalhes revelados, mas rumores antigos sugeriam que “Viúva Negra” seria um prólogo, como “Capitão Marvel”. Isto faz sentido, diante do que acontece em “Vingadores: Ultimato”. A trama não confirmada mostraria o treinamento de Natasha Romanoff na KGB e, anos mais tarde, sua fuga para os Estados Unidos. Entretanto, essa cronologia é impossível. Se, por um lado, ela é fiel aos quadrinhos, a realidade impede que seja executada no contexto dos filmes atuais da Marvel. Isto porque a KGB acabou há quase 30 anos. Portanto, se a equipe de efeitos visuais fosse acionada para realizar a mesma mágica de rejuvenescimento de Samuel L. Jackson em Scarlett Johansson, teria que transformar a atriz num bebê espião. Além de Scarlett Johansson no papel principal, o longa também terá a atriz inglesa Florence Pugh, que demonstrou suas habilidades de luta no recente “Lutando pela Família” (ainda inédito no Brasil), além de Rachel Weisz (vencedora do Oscar por “O Jardineiro Fiel” e indicada por “A Favorita”), David Harbour (o xerife Hopper de “Stranger Things” e o novo “Hellboy” do cinema) e O-T Fagbenle (“The Handmaid’s Tale”). “Viúva Negra” tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”), direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) e ainda não possui previsão de estreia. Detalhe: o filme ainda nem sequer foi oficialmente anunciado pela Marvel!

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    Kit Harington se interna em clínica de reabilitação após final de Game of Thrones

    28 de maio de 2019 /

    O astro Kit Harington, intérprete de Jon Snow em “Game of Thrones”, internou-se em uma clínica de reabilitação após o final da série. A internação foi descoberta pelo site Page Six, que pertence ao jornal New York Post, e confirmada por várias publicações na tarde desta terça (28/5) com novos detalhes. Um representante do ator também divulgou um comunicado sobre o assunto. “Kit decidiu utilizar esse intervalo em sua agenda como uma oportunidade para passar um tempo num retiro saudável para lidar com alguns problemas pessoais”, diz o texto oficial, propositalmente vago. Harington se internou por volta do dia da exibição do último episódio de “Game of Thrones”, que foi ao ar em 19 de maio no canal pago HBO. Ele chegou a comentar o final da série para a revista Entertainment Weekly, especificamente a transformação de Daenerys (Emilia Clarke), mas não deu mais entrevistas desde então. Segundo o Page Six, o ator estaria com dificuldades para lidar com abuso de álcool e estresse, e o final de “Game of Thrones” teria lhe impactado “profundamente”. Uma cena do documentário “Game of Thrones: The Last Watch”, exibido no domingo (28/5) viralizou ao mostrar o ator chorando ao ler o roteiro em que seu personagem mata Daenerys. Veja abaixo. “Ele percebeu que era o fim, que era algo no qual eles trabalharam duro por muitos anos. Ele teve um momento de ‘e agora?’ Sua esposa Rose Leslie está sendo bem apoiadora. Todos querem que ele descanse um pouco. Agora, ele precisa de paz e silêncio”, disse uma fonte do site. A clínica que o recebeu fica em Connecticut, nos Estados Unidos, e é descrita como um local luxuoso, que famosos costumam usar para se tratar de vícios longe da mídia. Kit and Emilia’s reaction at the last table read #GameOfThrones #TheLastWatch pic.twitter.com/nGBHuHNrnf — Joe Weaver (@jorywea) May 27, 2019

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    Leandro Hassum troca rede Globo por Netflix

    27 de maio de 2019 /

    O comediante Leandro Hassum resolveu não renovar seu contrato com a Globo, depois de 21 anos na emissora carioca. Ele vai se despedir nesta semana, após o término das gravações da “Escolinha do Professor Raimundo”. De acordo com informações do colunista do UOL Flavio Ricco, o destino de Hassum será a Netflix. A tendência é protagonizar uma série de filmes para a plataforma. Mas os detalhes do futuro do comediante na Netflix serão divulgados em breve. Em nota, Hassum deu a entender que um dos motivos para a saída da Globo seriam mesmo novos projetos, que não se encaixam na TV aberta. “Não consigo parar de ‘inventar’ moda, criar me alimenta… E estou em um momento onde quero propor e fazer projetos com diferentes linguagens, o que nem sempre se encaixa com o formato da TV aberta”, disse, via texto, ao colunista Hugo Gloss. A Netflix tem visado artistas brasileiros populares, como Maisa Silva e Larissa Manoela, com o objetivo de aumentar sua penetração nas classes C, D e E do país, pois já está bem estabelecida entre a A e B. Atualmente, a plataforma desenvolve 30 projetos nacionais para seus assinantes.

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    Lady Francisco (1940 – 2019)

    25 de maio de 2019 /

    A atriz Lady Francisco, que soma quatro décadas de papéis em novelas da Globo, morreu neste sábado (25/5) no Rio de Janeiro, aos 84 anos. Ela estava internada na UTI do Hospital Unimed Barra desde o início de abril após sofrer uma fratura do fêmur enquanto passeava com seus dois cachorros no Parque Guinle, região onde morava. Ela foi operada, mas seu estado de saúde se complicou, vindo a falecer após falência múltipla de órgãos. Nascida Leyde Chuquer Volla Borelli de Bourboun em 1940, em Belo Horizonte, ela era filha de comerciantes bem-sucedidos, amigos de políticos importantes, e contava ter sofrido muito na adolescência por ser considerada mal-comportada, inclusive sendo submetida a choques elétricos por um psiquiatra, a pedido da própria família. Antes de virar atriz, ela venceu diversos concursos de beleza, foi aeromoça e radialista. E marcou casamento – aos 20 anos – com um engenheiro, apenas para descobrir horas antes da cerimônia que ele tinha outra família. O casamento foi proibido, mas os dois se juntaram assim mesmo e tiveram dois filhos. Ela inciou a trajetória artística em produções locais de rádio e TV. Sua estreia na televisão foi como garota-propaganda, anunciando produtos ao vivo na TV Itacolomi, de Belo Horizonte, no final dos anos 1960. Mas só foi deslanchar após se mudar para o Rio, o que levou ao fim de sua união. Nessa época, seu pai havia perdido quase toda a fortuna no jogo e Lady Francisco não teve apoio algum para seguir a carreira. Chegou a ser assaltada, perdendo o dinheiro que tinha trazido para tentar a sorte no Rio, e precisou viver de favores para persistir em sua tentativa de conseguir trabalho, ao aparecer diariamente na porta da TV Tupi. Um dia, ela foi chamada para compor o júri do programa de Flávio Cavalcanti. Em seguida, conseguiu participação na novela “Jerônimo – O Herói do Sertão” (1972). E nunca mais parou. A atriz acabou indo para a Globo em 1975, onde atingiu popularidade quase instantânea com dois papéis exuberantes: a ex-estrela de circo Elizabeth Pappalardo em “Cuca Legal” e Rose, a secretária gostosona de Carlão, personagem icônico de Francisco Cuoco em “Pecado Capital”. A fama de “gostosa” também lhe rendeu inúmeros trabalhos no cinema durante o auge da era da pornochanchada. Para se ter ideia, no mesmo ano em que fez duas novelas, Lady Francisco apareceu em nada menos que seis filmes eróticos. Embora sua filmografia transborde produções de títulos sugestivos – “Os Maniacos Eróticos” (1975), “Viúvas Precisam de Consolo” (1979), “O Verdadeiro Amante Sexual” (1985), “Sexo Selvagem dos Filhos da Noite” (1987) etc – , Lady Francisco também fez filmes “sérios”, como “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1977), de Hector Babenco, grande marco do cinema brasileiro, e em especial “O Crime do Zé Bigorna” (1977), de Anselmo Duarte, que lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Brasília. Mas o grande foco de sua carreira foram mesmo as novelas. Ela participou de alguns dos maiores sucessos da história da rede Globo, entre eles “A Escrava Isaura” (1976), “Locomotivas” (1977), “O Pulo do Gato” (1978), “Marrom-Glacê” (1979), “Baila Comigo” (1981), “Louco Amor” (1983), “Barriga de Aluguel” (1990), “Explode Coração” (1995), “Alma Gêmea” (2005), “Duas Caras” (2007), “Cheias de Charme” (2012), “Totalmente Demais” (2015), até “Malhação: Vidas Brasileiras” (2018), seu último trabalho, em que interpretou a milionária Lorraine. Seus papeis costumavam ter imenso apelo popular, como a ingênua manicure Gisela na novela “Louco Amor”, de Gilberto Braga, graças a facilidade com que interpretava mulheres despachadas, fogosas e divertidas, da juventude à maior idade. Entretanto, a popularidade conquistada como símbolo sexual teve outro lado. Ela denunciou ter sido abusada sexualmente por um diretor de televisão, cujo nome jamais revelou. Também foi estuprada por quatro homens ao descer de um táxi na Barra da Tijuca. Um mês depois, descobriu que estava grávida e realizou um aborto. Após a decepção de seu primeiro noivado, Lady Francisco nunca se casou. Amor, ela só teve mais um na vida, o dramaturgo Dias Gomes, após ele ficar viúvo da novelista Janete Clair.

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    Ator da série infantil Henry Danger revela que é transexual

    24 de maio de 2019 /

    Conhecido por interpretar o personagem Schwoz Schwartz na popular série infantil “Henry Danger”, do canal Nickelodeon, o ator Michael D. Cohen revelou nesta semana, em entrevista à revista Time, que é transgênero. O ator contou que sua transição aconteceu antes de sua carreira decolar, há 20 anos, e que isso nunca foi tema de discussão em seu trabalho como ator, porque ninguém reparou. Um dos motivos de ninguém ter reparado é que Cohen foi mulher apenas no Canadá. Sua carreira começou no país em que nasceu, e ele chegou a interpretar papéis femininos até o ano 2000, quando iniciou seu processo de transição de gênero. Ele foi aparecer com mais destaque na TV americana a partir de 2009, já em papéis masculinos – em participações nas séries “My Name Is Earl”, “Eastwick” e “Modern Family”, antes de se especializar em séries infantis, como “Os Feiticeiros de Waverly Place” e “Os Guerreiros Wasabi”. Em 2014, ele foi escalado para um dos principais papéis masculinos de “Henry Danger”, repetindo a participação no spin-off animado “As Aventuras de Kid Danger”. Na entrevista, o ator disse que foi “mal denominado” no seu nascimento e que realmente se identifica como homem. “Estou orgulhoso de ter tido uma experiência transgênero – uma jornada transgênero”, compartilhou. Cohen contou que só recentemente se sentiu motivado a trazer o assunto à tona, como reação a um ambiente que estaria ficando mais intolerante. “Essa reação louca e opressão de direitos está acontecendo bem na minha frente. Eu não posso ficar em silêncio”, disse. “O nível de – vamos ser educados – mal-entendido em torno de questões trans é tão profundo e tão destrutivo. Quando você enfraquece uma população, você enfraquece todo mundo”. A revelação de Michael D. Cohen também está ligada a um projeto que ele planeja há 15 anos, que contará a história de como ele e sua família chegaram a um acordo sobre sua verdadeira identidade, e como ele precisou compreender o que significa ser homem.

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    Harvey Weinstein fecha acordo de US$ 44 milhões com vítimas de abuso

    24 de maio de 2019 /

    O ex-produtor de cinema Harvey Weinstein chegou, por meio de seus advogados, a um acordo com as mulheres que o acusam de abuso sexual, os ex-membros do conselho de sua produtora e a Procuradoria-Geral de Nova York. O acordo prevê um pagamento de US$ 44 milhões por Weinstein para concluir os processos e indenizar as pessoas que o denunciaram, informou o Wall Street Journal, mencionando fontes envolvidas. Caso não encontre objeções, o acordo encerrará o processo civil instaurado pela Procuradoria-Geral de Nova York no ano passado, que acusa os executivos e o conselho da Weinstein Company de não proteger os funcionários de um ambiente de trabalho hostil e da conduta sexual inadequada de Weinstein. Este processo não tem relação com o caso criminal pendente contra Weinstein em Nova York, no qual ele é acusado de estupro e outros crimes de teor sexual. O julgamento sobre o caso está agendado para começar em setembro. Weinstein, que conquistou inúmeros prêmios com sua empresa e seu estúdio anterior, o Miramax, por filmes como “Shakespeare Apaixonado”, “Pulp Fiction” e “O Discurso do Rei”, foi acusado por mais de 70 mulheres, na maioria jovens atrizes e outras trabalhadoras da indústria cinematográfica, de condutas sexuais inadequadas ao longo de quatro décadas. Por conta das acusações, o produtor foi demitido da Weinstein Company, que decretou falência, foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e acabou inspirando o movimento #MeToo, que expôs assédios e abusos cometidos por diversos homens poderosas em diferentes áreas, embora tenha atingido com mais força a indústria do entretenimento.

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    Comercial cria final live action para o desenho clássico Caverna do Dragão

    23 de maio de 2019 /

    A agência DPZT produziu uma superprodução em forma de comercial de carro para a Renault, que resgata os personagens do desenho clássico “Caverna do Dragão” (Dungeons and Dragons) como personagens live-action. Melhor que isso, a peça repleta de efeitos visuais dá um final para a história, após décadas de pedidos dos fãs. Para quem não lembra – ou tem menos de 30 anos! – , o desenho acompanhava um grupo de crianças e adolescentes que era transportado para uma terra de fantasia e precisava lutar contra um vilão poderoso com ajuda de armas mágicas. Exibido entre 1983 e 1985 nos Estados Unidos, a série animada foi cancelada ao final da sua 3ª temporada sem que as crianças conseguissem cumprir seu objetivo principal na história: voltar para casa. Pois o comercial da Renault mostra justamente isso. Como Hank, Eric, Diana, Sheila, Bobby e Presto conseguem voltar para a Terra. Aparentemente, tudo o que precisavam era de um Kwid Outsider, da Renault. O roteiro teve aprovação internacional da Hasbro, empresa que detém os direitos sobre a franquia “Dungeons and Dragons”. E foi feito especificamente para o Brasil, país em que o desenho fez mais sucesso – ganhando reprises até os anos 1990 – , ainda que as gravações tenham acontecido na Argentina. A ligação com a série visa passar um caráter aventureiro para o carro. Vale lembrar que a campanha anterior da Renault no Brasil incluía o incrível Hulk… O comercial estreia na TV nesta quinta-feira (23/5) em versão compacta, durante o intervalo do “Jornal Nacional” na Globo.

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    Jornal terá que pagar quase US$ 2 milhões por acusar Geoffrey Rush de assédio

    23 de maio de 2019 /

    O ator Geoffrey Rush venceu o processo por difamação contra um tabloide australiano que citou fontes anônimas para acusá-lo de assédio sexual. O caso abalou a carreira do ator, que conquistou o Oscar por “Brilhante” em 1997 e foi indicado mais três vezes, a última por “O Discurso do Rei” (2010). Logo após a divulgação da reportagem, ele se demitiu de seu cargo de presidente da Academia Australiana de Cinema. O jornal, que pertence ao grupo News Corp (donos da “nova” Fox), foi condenado a pagar o equivalente a US$ 1,9 milhão, a maior pena da história do país em processos do gênero. O Tribunal Federal da Austrália estipulou o valor considerando danos passados e futuros na carreira de Rush. Este montante ainda se soma a um pagamento inicial de 850 mil dólares australianos concedidos em abril. Rush, de 67 anos, disse que os artigos publicados no Daily Telegraph de Sydney foram feitos às pressas porque o jornal queria uma versão australiana para as acusações de abuso sexual feitas contra o produtor de cinema norte-americano Harvey Weinstein. O jornal havia dito que o ator foi acusado de conduta imprópria não especificada por uma colega de elenco, também não especificada, da peça “Rei Lear”, encenada pela Sydney Theatre Company em 2015. Segundo o advogado de Rush, a reportagem insinuava que o ator era um “grande pervertido” ou culpado de uma grande depravação. Ao apresentar sua decisão, em abril, o juiz Michael Wigney classificou as reportagens como “temerariamente irresponsáveis” e “jornalismo sensacionalista do pior tipo”. O jornal vai apelar contra a sentença. Desde que o caso ganhou proporções midiáticas, o nome da atriz e a acusação foram detalhados. Geoffrey Rush foi acusado de tocar nos seios de Eryn-Jean Norvill (“Segredos de Um Crime”), durante um ensaio da peça “Rei Lear”. Além disso, a atriz Yael Stone, que interpreta Lorna Morello na série “Orange Is the New Black”, aproveitou a polêmica para assinalar seu momento #MeToo, também denunciando o ator em uma entrevista para o canal ABC de seu país. Stone disse ter enfrentado assédio constante de Rush quando os dois contracenaram em uma produção teatral de “O Diário de um Louco”, em 2010 e 2011, afirmando que ele dançou nu na frente dela, usou um espelho para assisti-la tomar banho e lhe enviou mensagens de texto eróticas. Em sua entrevista, ela justificou não ter revelado o assédio anteriormente porque temia que as leis de difamação da Austrália a colocassem em problemas legais e financeiros.

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    Stranger Things vai ajudar Coca-Cola a relançar seu maior fracasso comercial

    21 de maio de 2019 /

    A Coca-Cola fechou uma parceria de marketing com a Netflix para relançar a New Coke, uma versão diferente de seu refrigerante, que é conhecida como o maior fracasso comercial da história da empresa. A New Coke chegou aos supermercados no verão de 1985, acompanhada por grande campanha publicitária, que prometia um refrigerante que revolucionaria o sabor tradicional da Coca-Cola com uma nova fórmula. Mas os consumidores rejeitaram completamente a mudança, querendo o refrigerante original. Assim, a New Coke virou “old Coke” após apenas 79 dias de vendas, sendo rapidamente retirada do mercado e substituída pela versão original. O fracasso da New Coke virou lição obrigatória para as escolas de marketing. Mas a Coca-Cola topou o desafio de escrever um novo capítulo nessa parábola de consumo moderno. Aproveitamento que a nova temporada de “Stranger Things” vai se passar, justamente, no verão de 1985, a empresa vai colocar a New Coke de volta nas prateleiras. Primeiro, no 1985 da ficção. E depois no 2019 que existe fora da matrix de maratonas da Netflix. Para o relançamento, a New Coke aparecerá em diversos episódios da 3ª temporada da produção original, que estreia em 4 de julho. Além disso, os criadores da série desenvolveram comerciais do produto, em que personagens de “Stranger Things” aparecem consumindo o refrigerante, acompanhados pela música original dos anúncios da marca em 1985. Uma das peças já está sendo veiculada online (veja abaixo) e chegará em um seleto número de cinemas a partir de sexta-feira (24/5). A campanha da Coca-Cola também marca a estreia dos irmãos Matt e Ross Duffer como diretores de comerciais. O mais curioso nisto tudo, porém, é que a ideia de relançar a New Coke partiu dos próprios irmãos Duffer, como piada. “Quando perguntamos a eles ‘Como nós podemos fazer a 3ª temporada bombar?’, eles disseram: ‘Tragam a New Coke de volta’”, contou Barry Smyth, chefe de parcerias de marketing global da Netflix, sobre o projeto. A Netflix contatou então a equipe de marketing da Coca-Cola, que recebeu a deia de incorporar a New Coke na narrativa da série com “dez minutos de silêncio”, segundo a descrição de Smyth. Mas, “depois de um pouco de insistência” a “Coca-Cola abraçou a oportunidade”. Esta não será a primeira vez que “Stranger Things” promove um produto específico. Começou com o “Eggo Waffles”, que apareceu com frequência na narrativa da 1ª temporada e passou a envolver mais a empresa no segundo ano, com o lançamento de receitas do produto ligadas aos episódios. A 2ª temporada também teve acordo de “product placement” com o KFC. Como a Netflix não tem anúncios, adotou o product placement em diversas de suas séries. Apesar da grandeza do negócio, a New Coke terá um relançamento limitado, restrito ao e-commerce da empresa e em máquinas de vendas especiais, com design inspirado em “Stranger Things”, que serão instaladas em algumas cidades não divulgadas dos Estados Unidos. Não está claro se o produto chegará a outros países.

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    Johnny Depp diz ter sido vítima de Amber Heard em processo contra a atriz

    21 de maio de 2019 /

    Durante depoimento judicial na última segunda-feira (20/5), o ator Johnny Depp (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) alegou que sua ex-esposa Amber Heard (a Mera de “Aquaman”) forjou machucados utilizando maquiagem para poder acusá-lo de violência doméstica. “Eu nego as acusações da senhora Heard veementemente desde que elas foram feitas em maio de 2016, quando ela entrou na Justiça para obter uma ordem de restrição temporária com hematomas pintados que testemunhas e imagens de câmeras de segurança mostram que ela não tinha na semana anterior”, afirmou o ator, de acordo com a revista People. Em maio de 2016, Amber Heard recorreu à Justiça para obter uma ordem de restrição contra o então marido, alegando ter sido vítima de violência doméstica. Ela estava com o rosto marcado por hematomas e foi atendida pelo juiz. Na época, o ator acusou Heard de querer aparecer e ganhar dinheiro às suas custas. A resposta da atriz foi prometer doar todo o dinheiro que recebesse do divórcio à instituições de apoio à mulheres, o que ela realmente fez. “Como descrito na ordem de restrição e no acordo do divórcio, dinheiro não teve nenhum papel para mim pessoalmente e não tem, exceto pelo fato de que eu posso doá-lo para a caridade e, fazendo isso, espero ajudar aqueles com menor capacidade para se defender”, declarou a atriz na ocasião. Depp, que a princípio não queria pagar nada, acabou cedendo e assinando rapidamente o divórcio, um dia antes do caso de violência doméstica ir parar nos tribunais. Junto do divórcio, o casal também assinou um comunicado conjunto, chamando a relação entre eles de “intensamente passional e às vezes volátil, mas sempre ligada pelo amor”, acrescentando que “nunca houve qualquer intenção de danos físicos e emocionais”. Mas o próprio ator achou boa ideia trazer o caso de volta à justiça, após a continuidade de comentários de Heard e especificamente um artigo sobre violência doméstica que ela escreveu para o jornal Washington Post – sem nomear Depp. Quando se divorciou, ele pagou US$ 7 milhões para Heard. Agora, quer que ela lhe pague US$ 50 milhões por difamação. “Ela era a perpetradora, e eu era a vítima”, garantiu Depp, em sua audiência. “Enquanto misturava receitas de anfetaminas e outros remédios com álcool, a senhora Heard cometeu inúmeros atos de violência doméstica contra mim, frequentemente na presença de terceiros, o que, em algumas circunstâncias, me causou sérios danos corporais”. O ator ainda disse que a ex-mulher “batia, socava e chutava” seu corpo, além de jogar objetos nele, incluindo “garrafas pesadas, latas de refrigerante, velas acesas, controles remotos e latas de solvente”. Além de se dizer ele próprio vítima de violência doméstica, Depp alega em sua ação judicial que as acusações de Heard causaram danos à sua carreira. Ele sofreu rejeição do público após ser escalado como o vilão de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” e foi removido da franquia “Piratas do Caribe”, onde interpretava o protagonista Jack Sparrow. Entretanto, após entrar com essa ação na justiça, o caso que vinha sendo esquecido voltou à mídia. E a continuidade de Depp na franquia “Animais Fantásticos” passou a ser considerada de baixa probabilidade. O antigo astro de cinema não tem mais nenhum outro projeto em andamento em Hollywood. Seus trabalhos mais recentes foram dois longas independentes de baixo orçamento, que ele já terminou de filmar e atualmente estão em fase de pós-produção, visando chegar aos cinemas em 2020.

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    “Oops, desmaiei”, diz Elle Fanning no Instagram para confirmar que passa bem

    20 de maio de 2019 /

    Elle Fanning deu um susto ao desmaiar durante um jantar do Festival de Cannes na noite desta segunda (20/5). Jurada mais jovem da história de Cannes, a atriz de 21 anos chegou a cair de sua cadeira durante a premiação Chopard Trophee, dedicado a cada ano incentivar os novos talentos do cinema. Ela saiu meia tonta do local, amparada pela irmã, Dakota Fanning, mas poucas horas depois postou um selfie em seu Instagram para tranquilizar a todos. “Oops, desmaiei esta noite no meu vestido Prada de 1950, mas está tudo bem!”, ela escreveu na legenda da foto. Nas hashtags ela acrescentou que o vestido era muito apertado e que estava “naquela época do mês”. Até o momento, não há outras informações, mas as reações ao desmaio, descritas pela revista Variety, foram de choque, com a atriz Marion Cotillard chegando a colocar a mão no coração. Ver essa foto no Instagram Oops, had a fainting spell tonight in my 1950’s Prada prom dress but it’s all good!! #dresstootight #timeofthemonth Uma publicação compartilhada por Elle Fanning (@ellefanning) em 20 de Mai, 2019 às 3:55 PDT

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    Elle Fanning desmaia e sai tonta de jantar do Festival de Cannes

    20 de maio de 2019 /

    A atriz Elle Fanning chocou a organização do Festival de Cannes e seus colegas ao sofrer um mal súbito na noite desta segunda (20/5), durante um jantar da programação do evento. Integrante do juri oficial do evento, ela desmaiou no jantar da premiação Chopard Trophee, dedicado a cada ano incentivar os novos talentos do cinema, e foi retirada às pressas desacordada. Ainda não há informações sobre seu estado de saúde atual. Segundo a revista Variety, o diretor do festival, Thierry Fremaux, tinha acabo de chamar o ator Francois Civil no palco quando Fanning desmaiou e caiu da cadeira. Foi sua irmã, Dakota Fanning, que a ajudou a levantar antes que a segurança tirasse Elle do local. Ainda de acordo com a Variety, a cerimônia foi interrompida por alguns minutos enquanto a organização tentava ajudar a atriz. Collin Firth, que estava ao lado da jovem de apenas 21 anos, tentou ajudar a colega assim que a viu cair. Marion Cotillard, um pouco mais distante, manifestou choque com a cena. O assessor de Elle Fanning no local ainda não atendeu aos pedidos de informação da imprensa.

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