Multas de trabalho escravo são destinadas a financiamento de filmes e séries no Brasil
Dinheiro originário de multas pagas por condenados por explorar trabalho escravo no Brasil tem sido destinado para financiamento de produções de desenhos animados, longas-metragens e séries com o intuito de sensibilizar o público sobre violação de direitos humanos. A revelação foi feita pela agência Reuters. As produções vão de desenhos animados e filmes sobre trabalho infantil até uma minissérie da HBO. O juiz do trabalho Jonatas Andrade destinou R$ 1 milhão ao filme “Pureza”, estrelado por Dira Paes e Matheus Abreu, que conta a história da ativista Pureza Lopes (Dira), que viajou pelo Brasil à procura de seu filho (Abreu), escravizado em uma fazenda. E o procurador Luiz Carlos Fabre costurou um acordo para que o Ministério Público do Trabalho financiasse, no valor de cerca de R$ 200 mil, uma série sobre trabalho infantil para a HBO Latin America, ainda sem data de lançamento. De acordo com a lei brasileira, esse tipo de recurso deve ser destinado às vítimas ou gasto de forma a ajudar a comunidade afetada. “Opinião pública é fundamental”, disse Fabre à Reuters, justificando o investimento. Segundo a agência internacional, a falta de critério pelos quais o dinheiro das multas tem sido usado preocupa alguns analistas. Entretanto, a Reuters cita não quem seriam estes analistas. Vale lembrar que em 30 de julho o presidente Jair Bolsonaro disse que no Brasil há uma “minoria insignificante” que explora seus trabalhadores de forma semelhante à escravidão, e que pretende mudar a legislação sobre o tema, porque ela “leva o terror para o produtor”. O objetivo é justamente eliminar ou diminuir essas multas.
Richard Gere leva alimentos para imigrantes africanos resgatados em alto-mar
O ator americano Richard Gere embarcou nesta sexta-feira (9/8) em um navio humanitário da ONG espanhola Open Arms, que aguarda a liberação de um porto seguro para desembarcar 121 migrantes africanos salvos no Mediterrâneo há cerca de uma semana. Ele levou mantimentos para alimentar a todos. “Finalmente, uma pequena boa notícia. Chegam alimentos ao OpenArms e temos um companheiro de tripulação excepcional, Richard Gere”, elogiou a organização no Twitter. Diversas fotos com o ator distribuindo comida e suprimentos aos resgatados foram divulgadas. “As pessoas que vemos neste navio estão aqui por causa do trabalho que a Open Arms desenvolve e a coisa mais importante para quem aqui está é chegar a um porto, sair do barco, pisar na terra e começar uma nova vida”, defendeu Gere. O astro de Hollywood ainda pediu apoio para que a Open Arms possa continuar a ajudar “estes irmãos e irmãs” que fogem da África à procura de um futuro na Europa. No último dia 1 de agosto, a embarcação espanhola resgatou 121 migrantes que estavam em dois barcos à deriva em duas operações diferentes. O primeiro resgate acolheu 55 pessoas, entre eles dois bebês gêmeos, na quinta-feira da semana passada. Por fin una pequeña buena noticia.Llegan víveres al #OpenArms y contamos con un compañero de tripulación excepcional #RichardGere #PuertoSeguroYa pic.twitter.com/IgrTZyU6KI — Open Arms (@openarms_fund) August 9, 2019 Ser padre no entiende de colores ni fronteras.#RichardGere también lo es. ❤️#PuertoSeguroYa pic.twitter.com/BIK4u9cbOr — Open Arms (@openarms_fund) August 9, 2019 Personas ayudando a personas. Somos todas iguales, todas migrantes. La única diferencia es el lado del mar donde se nace.Gracias #RichardGere #ChefRubio ❤️ pic.twitter.com/Zh7DBGRtqR — Open Arms (@openarms_fund) August 9, 2019
Trump chama Hollywood de “racista” por causa do filme A Caçada
O presidente dos Estados Unidos Donald Trump disparou críticas contra Hollywood, chamando a indústria cinematográfica americana de “racista” no Twitter e num pronunciamento à imprensa nesta sexta (9/8). Ele ainda acrescentou que os filmes atuais são um perigo para o país. “Hollywood é terrível. Você fala de racismo… Hollywood é racista”, ele disse em Washington, diante da Casa Branca, para a imprensa americana. “O que eles estão fazendo com os tipos de filmes que eles estão lançando é muito perigoso para o nosso país. O que Hollywood está fazendo é um desserviço ao nosso país”. No Twitter, ele voltou ao ataque. “A Hollywood liberal é racista no maior nível, com muita raiva e muito ódio”, escreveu. “Eles gostam de se definir como ‘elite’, mas não são elite. Na verdade, são as pessoas às quais eles fazem oposição que são elite. O filme que está para sair foi feito para inflamar e causar o caos. Eles criam sua própria violência e tentam culpar os outros. Eles são os verdadeiros racistas, e muito ruins para o nosso país”. A declaração de Trump alude, sem dar nome, ao filme de terror “A Caçada” (The Hunt). A Universal suspendeu a campanha de divulgação do longa, que estreia em setembro, após os recentes atentados motivados por ódio racial nas cidades americanas de El Paso e Dayton. O trailer do filme pode ser visto aqui. Ele deixa claro que as pessoas caçadas são brancos da extrema direita. Além disso, os caçadores são definidos como “a Elite”. Trump, vale lembrar, costuma usar o termo “racista” apenas para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. De todo modo, a premissa de “A Caçada” é mais antiga que o próprio Trump, pois existe pelo menos desde “Zaroff, o Caçador de Vidas” (1932). A nova abordagem foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que também produziu o “racista” “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. E o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos. A estreia está marcada para 24 de outubro no Brasil, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos. Liberal Hollywood is Racist at the highest level, and with great Anger and Hate! They like to call themselves “Elite,” but they are not Elite. In fact, it is often the people that they so strongly oppose that are actually the Elite. The movie coming out is made in order…. — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) 9 de agosto de 2019 ….to inflame and cause chaos. They create their own violence, and then try to blame others. They are the true Racists, and are very bad for our Country! — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) August 9, 2019
Presidente da Marvel revela que Gwyneth Paltrow não sabia que Samuel L. Jackson era Nick Fury
O problema de memória de Gwyneth Paltrow ganhou um novo capítulo, graças a uma revelação do presidente da Marvel Studios. Kevin Feige contou, em entrevista publicada pela revista Empire, que a atriz não sabia que Samuel L. Jackson trabalha nos filmes do estúdio como Nick Fury. Segundo Feige, a atriz ficou confusa ao perceber a presença do ator durante a cena do funeral de Tony Stark em “Vingadores: Ultimato”. “Gwyneth Paltrow estava perguntando por que Sam Jackson estava lá, e os outros atores disseram: ‘Do que você está falando? Ele é Nick Fury! Você esteve em filmes com ele’.” Talvez seja caso de apenas não ver os filmes que estrela, lembrando somente das pessoas com quem contracenou durante as filmagens. O ator Sebastian Stan, intérprete do Soldado Invernal, também brincou há algumas semanas que precisou ser apresentado em três ocasiões diferentes para a atriz, que não sabia quem ele era. Ela também se mostrou perplexa ao descobrir que participou de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, durante um bate-papo no reality culinário “The Chef Show”, do diretor Jon Favreau, e não lembrou o nome de Tom Holland ao postar uma foto no Instagram com ele e Robert Downey Jr. nos bastidores de “Vingadores: Ultimato”.
Nicolas Cage revela que procurou o Santo Graal e comprou cabeça de dinossauro contrabandeada
Em uma recente entrevista ao jornal New York Times, o ator Nicolas Cage revelou o quanto é (vamos chamar de) excêntrico, ao contar que, durante seu trabalho no filme “A Lenda do Tesouro Perdido” (2004), sentiu-se incentivado a sair em uma busca real pelo lendário Santo Graal. “Pode chamar isso de missão do Graal. Comecei a seguir a mitologia e estava encontrando propriedades que se alinhavam. Era como ‘A Lenda do Tesouro Perdido’. Claro, isso não se sustentou. Ninguém conseguia entender do que eu estava falando.” O ator só percebeu que estava saindo em uma missão quando várias pistas e detalhes que ele descobriu o inspiraram a continuar. “Uma coisa levava a outra. É como quando você constrói uma biblioteca. Você lê um livro, e nele há uma referência a outro livro, e então você compra aquele livro, e então você anexa as referências. Para mim, era tudo sobre: ‘onde está o Graal? Aqui? Estaria lá? Está em Glastonbury? Ele existe? Ele acrescentou: “Se você vai para Glastonbury e vai para Chalice Well, há uma fonte que tem gosto de sangue. Eu acho que é realmente porque há muito ferro na água. Mas a lenda dizia que naquele lugar estava o Graal. Um cálice, ou dois cálices, um de sangue e outro de suor. Outras pessoas dizem que estaria em Rhode Island e muita gente vai para lá procurar… No fim das contas, eu cheguei a uma conclusão: o Santo Graal é a própria Terra”. Cage também revelou que pagou US$ 276 mil por um crânio de dinossauro em “um leilão legítimo”, mas depois descobriu que o artefato foi contrabandeado da Mongólia. “Eu tive que devolver. É claro que o crânio tinha que ficar no seu país de origem, mas como eu poderia saber que ele foi tirada de lá ilegalmente?”, comentou. “Quer saber o que mais? Eu nunca recebi meu dinheiro de volta. Isso foi terrível”, acrescentou, explicando como acabaram seus dias de Indiana Jones – ou melhor, Benjamin Franklin Gates, seu personagem em “A Lenda do Tesouro Perdido”.
Krysten Ritter virou mamãe de seu primeiro filho
A atriz Krysten Ritter virou mamãe. O site TMZ confirmou a novidade ao ter acesso à certidão de nascimento do filho da estrela da série “Jessica Jones”. O garotinho se chama Bruce e nasceu no dia 29 de julho, em Los Angeles. O pai é Adam Granofsky (mais conhecido como Adam Granduciel), cantor, guitarrista e compositor, que faz parte da banda indie The War on Drugs. A gravidez de Krysten foi revelada em fevereiro, quando ela apareceu no tapete vermelho do Oscar 2019 com uma barriguinha. A confirmação do barrigão surgiu na première da 3ª e última temporada de “Jessica Jones”, em junho. Bruce é o primeiro filho da atriz e ganhou o nome completo de Bruce Julian Knight Granofsky.
Jean-Pierre Mocky (1933 – 2019)
O cineasta Jean-Pierre Mocky, um dos diretores mais irreverentes do cinema francês, morreu nesta quinta-feira (8/8) aos 86 anos. Diretor de mais de 60 filmes, Mocky foi definido como um “franco-atirador” numa retrospectiva que a Cinemateca Francesa lhe dedicou em 2014, porque foi do cinema comercial ao mais marginal, sendo underground e também popular, quando não foi simplesmente ignorado. Filho de imigrantes poloneses, nasceu em Nice com o nome de Jean-Paul Mokiejewski, e virou pai pela primeira vez aos 13 anos de idade. Ele mesmo dizia ter perdido as contas de quantos filhos tinha, mas estimava algo como 17. Ele estreou no cinema como figurante em filmes franceses, mas se destacou mais como ator em produções italianas, entre elas “Os Vencidos” (1953), de Michelangelo Antonioni, e “Sedução da Carne” (1954), de Luchino Visconti. Ao virar diretor, aproximou-se mais do cinema sexual italiano da época do que da nouvelle vague, filmando os jogos sexuais da sua geração em “Os Libertinos” (1959) e “As Virgens” (1963), ambos estrelados por Charles Aznavour. Mas em seguida foi fazer filmes assumidamente comerciais, como a comédia “O Piedoso Ladrão” (1963), o primeiro de três trabalhos seguidos com o comediante Bourvil. Também se colocou na condição de ator de seu próprio filme “Solo” (1970), um drama criminal alternativo que abriu uma espécie de trilogia sobre a França que surgiu dos protestos de maio de 1968. Alternando-se na frente e atrás das câmeras, chegou a atuar ainda num clássico de Jean-Luc Godard, “Carmen de Godard” (1983), antes de lançar seus maiores sucessos comerciais, a comédia “Ladrão de Milagres” (1987) e “Agente Problema” (1987), com Catherine Deneuve. Os filmes comerciais fizeram a crítica se desinteressar por sua obra, e isso o impulsionou a seguir na direção oposta, fazendo produções tão pouco comerciais que acabou abandonado também pelo público. Com problemas para convencer o circuito a exibir seus filmes, teve a ideia de comprar um cinema para projetar seus próprios filmes – originando o cine Le Desesperado, em Paris. Ao mesmo tempo, passou a realizar produções cada vez mais baratas, sem apoio financeiro de grandes estúdios, mas realizadas com uma velocidade impressionante, que permitiam vários lançamentos por ano – chegou a estrear cinco longas em 2015. Também fechou contrato para desenvolver uma série na TV, “Myster Mocky Présente”, produzindo uma profusão de curtas entre 2007 e 2019. Ativo até o fim, ele tinha começado a pós-produção de seu último filme, “Tous Flics!”, previsto para 2020.
Criadores de Game of Thrones fecham contrato de exclusividade com a Netflix
A Netflix saiu na frente na briga pela produção da próxima série-evento estilo “Game of Thrones”. Simplesmente contratou os criadores de “Game of Thrones”. Cortejados por seis estúdios diferentes, os roteiristas-produtores David Benioff e D.B. Weiss fecharam um contrato global de exclusividade para desenvolver novas séries e filmes para a plataforma de streaming. O acordo valeria cerca de US$ 200 milhões, segundo a revista The Hollywood Reporter. Embora o número não tenha sido confirmado, ele representa um valor intermediário entre os dois outros megacontratos assinados pela Netflix, os US$ 150 milhões firmados com Shonda Rhimes (“Grey’s Anatomy”) e os US$ 300 milhões que conquistaram Ryan Murphy (“American Horror Story”). A dupla ouviu propostas da HBO, WarnerMedia, Disney, Comcast, Amazon e Apple, antes de fechar com a Netflix. Além de valor maior, a plataforma ofereceu mais corda para Benioff e Weiss enforcarem sua ambição, abrindo as portas para a produção de filmes que venham a criar. O diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, deu as boas vindas aos produtores em comunicado: “Estamos muito felizes em receber dois dos maiores contadores de histórias David Benioff e Dan Weiss na Netflix. Eles são uma força criativa e encantaram o público em todo o mundo com sua narrativa épica. Mal podemos esperar para ver o que a imaginação deles trará para nossos assinantes”. David Benioff e Dan Weiss também se manifestaram: “Tivemos uma bela trajetória com a HBO por mais de uma década e somos gratos a todos por sempre fazer com que nos sentíssemos em casa… [Mas] A Netflix construiu algo surpreendente e sem precedentes, e estamos honrados que eles tenham nos convidado para se juntar a eles. ” Eles têm várias produções que precisam encerrar, antes de iniciar novos projetos. Estão criando, escrevendo e produzindo uma das próximas trilogias de “Star Wars” para a Lucasfilm/Disney, um projeto da Universal relacionado ao roqueiro Kurt Cobain e negociavam a adaptação do drama de prisão “Dirty White Boys” para a Fox/Disney.
Emmy copia Oscar e não terá apresentador em 2019
A rede Fox anunciou que a cerimônia de premiação do Emmy 2019 não terá um apresentador fixo, a exemplo do que aconteceu com o Oscar neste ano. Será a quarta vez na História do Emmy que a premiação dos melhores trabalhos da televisão será realizada dessa forma. A última vez que a cerimônia foi realizada sem um apresentador fixo foi em 2003. No caso do Oscar, a decisão aconteceu após a desistência de Kevin Hart – escolhido como apresentador, ele se envolveu numa polêmica. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pediu que o ator se desculpasse por tuítes insensíveis, mas Hart se recusou e decidiu não apresentar o evento. Com isso, o evento foi mais rápido, com vários artistas de Hollywood se revezando, e registrou até mesmo um pequeno aumento na audiência, que vinha caindo nos últimos anos. Durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), Charlie Collier, presidente da Fox, confirmou que o sucesso do Oscar neste formato fez o canal “prestar atenção”. O produtor Don Mischer completou dizendo que já fez outras cerimônias do Emmy sem apresentador e o resultado foi positivo: “Pode ser muito melhor fazer sem um apresentador, já que isso funcionou antes e nos permite ser mais imprevisíveis”.
Barry Coe (1934 – 2019)
O ator Barry Coe, que ensaiou virar galã de Hollywood nos anos 1960, morreu no dia 16 de julho aos 84 anos. Sua morte foi noticiada pela família apenas nesta terça (6/8). Ele estava lutando contra a Síndrome Mielodisplásica, que atinge a medula óssea, e morreu em casa, em Idaho nos EUA. Coe começou a carreira em meados dos anos 1950, como figurante em “Casa de Bambu” (1955), filme noir de Samuel Fuller, e chegou a ter papéis creditados em grandes clássicos do cinema, como a sci-fi “No Limiar do Espaço” (1956), o melodrama “A Caldeira do Diabo” (1957), o western “Estigma da Crueldade” (1958) e o romântico “Ama-me com Ternura” (1956), primeiro longa estrelado por Elvis Presley. Sua promoção a coadjuvante se deu na comédia “Recrutas e Enxutas” (1959), de Raoul Walsh, quando seu nome finalmente apareceu com destaque num pôster. Ele ainda interpretou um príncipe árabe em “O Mago de Bagdad” (1960) e um dos principais guerreiros gregos da versão original de “Os 300 de Esparta” (1962), antes de migrar para a TV. Na telinha, Coe estrelou “Follow the Sun”, como um jornalista do Havaí, ao longo de 30 episódios exibidos entre 1961 e 1962, e fez várias participações em séries clássicas, como “Bonanza”, “Viagem ao Fundo Mundo”, “Missão Impossível” e “Mary Tyler Moore”. Segundo boatos, Coe deveria ter sido integrado ao elenco de “Bonanza” no papel de Clay, um meio-irmão de Little Joe, personagem de Michael Landon. Mas Landon teria ficado com ciúmes do novato e exigido sua dispensa na base do “ou ele ou eu”. Por conta disso, sua participação na série western foi reduzida a um único episódio. O ator também apareceu no clássico sci-fi “Viagem Fantástica” (1966), em alguns terrores baratos e na cinebiografia “MacArthur, O General Rebelde” (1977), antes de encerrar sua carreira com “Tubarão 2” (1978).
Bolsonaro se compara a Johnny Bravo como presidente do Brasil
O presidente Jair Bolsonaro criticou a imprensa e se comparou ao desenho animado Johnny Bravo durante um discurso cheio de palavrões realizado na segunda-feira (5/8) em Sobradinho, na Bahia. “A campanha acabou para a imprensa. Eu ganhei! A imprensa tem que entender que eu, Johnny Bravo, Jair Bolsonaro, ganhou, p*rra! Ganhou, p*rra! Vamos entender isso. Vamos trabalhar junto pelo Brasil”, disse o homem com o cargo mais importante do país. O personagem a quem Bolsonaro se comparou, com expressões de baixo calão de filmes como “Bruna Surfistinha”, é o mais narcisista e fútil da animação infantil. Johnny Bravo, que anda sempre de peito estufado, é aquele fanfarrão que tem a cara-de-pau de ligar para a polícia porque um homem bonito invadiu sua casa. Spoiler: é ele mesmo. Tem mais. Ele mora com a mãe, que o trata como um garotinho, evita a vizinha, a pequena Suzy, faz aulas com o mestre Ranma, um professor de caratê que o considera seu pior aluno, e é o maior mulherengo, que ataca todas as mulheres e nunca se dá bem. A imagem passada pelo desenho é bem clara. Johnny é um cara que se acha irresistível, mas não passa de um idiota completo. Concebido no meio da década de 1990 por Van Partible, um americano de origem filipina, o desenho do personagem foi exibido no Cartoon Network até 2004. Mas muitos dos artistas envolvidos na série original fizeram projetos mais importantes depois, como Seth MacFarlane, que criou “Uma Família da Pesada” (Family Guy), Craig Bartlett, que criou “Hey Arnold!”, e Amy Keating Rogers, que se tornou a principal roteirista de “As Meninas Superpoderosas”. Além da citação no discurso, Bolsonaro ainda postou uma imagem do personagem para dar boa noite aos bolsominions de seu Twitter. Seus seguidores adoraram. Veja para crer abaixo. Mas atenção: o vídeo com palavrões é impróprio para fãs de “Johnny Bravo”. – BOA NOITE A TODOS! ?? pic.twitter.com/ceG4EheLro — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 6 de agosto de 2019
Apesar das fofocas, Lili Reinhart e Cole Sprouse ainda estão juntos
Duas semanas após as fofocas de separação, Lili Reinhart mostrou que o namoro com Cole Sprouse continuam firme. A atriz usou o Instagram para fazer uma declaração de amor ao colega da série “Riverdale”. No domingo (4/8), Cole Sprouse comemorou o aniversário de 27 anos. “Eu tentei encontrar um poema que pudesse enviar para você. Porque minhas palavras estavam me faltando. Mas eu procurei e não encontrei nada que te fizesse justiça. Todos esses poemas de amor não conseguem acertar. Nenhuma outra palavra poderia se encaixar. Eles não sabem a sorte que é amar você – poema de aniversário noturno para Cole Sprouse”, escreveu a atriz. Os boatos do final do namoro teriam como ponto de partida uma reportagem da E!News e foram reforçados pelo comportamento da atriz na Comic-Con International, onde ela esnobou Cole Sprouse publicamente. Depois disso, o ator usou seu Instagram para afirmar que não é “para acreditar em tudo que se lê na internet”. O casal ainda estará junto na trama da 4ª temporada de “Riverdale”, que estreia em 9 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner. Ver essa foto no Instagram I tried to find a poem that I could send to you. Because my words were failing me. But I searched and found nothing that did you justice. All of these love poems can’t get it right. No one else’s words could ever fit. They haven’t known the fortune it is to love you. -sappy nighttime birthday poem for @colesprouse Uma publicação compartilhada por Lili Reinhart (@lilireinhart) em 4 de Ago, 2019 às 12:25 PDT
Estrela de Moana vai virar A Pequena Sereia em versão televisiva da Disney
A Disney resolveu concorrer com a Disney. O estúdio anunciou a produção de uma versão live-action de “A Pequena Sereia” para sua rede de televisão, a ABC. A produção foi oficializada um mês depois de a atriz Halle Bailey (da série “Grown-ish”) ser escolhida para estrelar a adaptação cinematográfica da obra, produzida pela mesma Disney. A versão da ABC será um musical live-action com exibição ao vivo – um teleteatro, ao estilo das adaptações de “Noviça Rebelde”, “Peter Pan”, “Grease” e “Hairspray”, que viraram febre recente. E a intérprete da princesa Ariel será ninguém menos que Auli’i Cravalho, a voz original de Moana no desenho animado de 2016. O resto do elenco inclui Queen Latifah (“Star”) como a vilã Ursula e o sumido rapper Shaggy (“Perda Total”) no papel de Sabastião. O especial vai misturar elementos do desenho clássico de 1989 com a adaptação feita para a Broadway em 2007. A exibição foi marcada para o dia 5 de novembro.




