Filho de Woody Allen diz que livro do diretor é “falta de ética e compaixão por vítimas de agressões sexuais”
Há alguns anos não há anúncio de projeto de Woody Allen sem manifestação bombástica de seus filhos. E, sem tardar, o jornalista Ronan Farrow criticou a decisão do grupo editoral Hachete de publicar o livro de memórias de seu pai, anunciado na segunda-feira passada (2/3). Fez mais. Em retaliação, afirmou que deixará de publicar suas obras pela Hachette, porque não deseja estar na mesma editora do diretor. “A Hachette não fez as verificações sobre o conteúdo deste livro”, disse Farrow, denunciando o fato de a editora não ter entrado em contato com sua irmã, Dylan Farrow, que acusa Woody Allen de abusos, o que constitui, segundo ele, uma “falta enorme de profissionalismo”. “Isto demonstra a falta de ética e de compaixão por vítimas de agressões sexuais”, acrescentou Farrow. A declaração, entretanto, é digna de atenção pela “vendetta” que embute, não pelo que afirma. Porque as palavras de Farrow não fazem sentido. É preciso dizer o óbvio: um “livro de memórias” não inclui as “memórias” de quem não o escreveu. Não se trata de jornalismo, obviamente, mas de uma obra de cunho pessoal. A única verificação feita pela editora é de ordem jurídica, visando checar trechos que possam render processos. Fora isso, não se “edita” fatos narrados em primeira pessoa com censura prévia. Ronan deveria saber a diferença entre livro de memórias e reportagem, já que é jornalista. Mas também é raro ver jornalista defendendo a censura. Como se trata de uma acusação forte, também é importante ressaltar que, ao contrário do que Ronan Farrow afirma, as acusações contra Woody Allen foram, sim, verificadas: por um tribunal de justiça nos anos 1990, após duas investigações distintas que duraram vários meses e que não encontraram causa para procedimento legal contra o diretor. Mas o porta-voz da ética não aceita esse resultado. Seu tribunal de opinião pública só permite um veredito: culpado, independente das provas. Tomando o caso de forma pessoal, Ronan costuma comparar Woody Allen, jamais acusado de abuso ou assédio por nenhuma atriz com quem trabalhou em mais de meio século de carreira, com Harvey Weinstein, denunciado por mais de 100 mulheres e recentemente condenado por crimes sexuais pela justiça de Nova York. Ronan foi um dos responsáveis por essa condenação, ao publicar uma das primeiras reportagens sobre a atividade predadora de Weinstein na revista The New Yorker, que, inclusive, lhe rendeu o prestigioso prêmio Pulitzer e o contrato para livros com o grupo Hachete. Dylan Farrow, que tem o apoio da mãe adotiva, Mia Farrow, e de Ronan, voltou a acusar Allen no final de 2017, aproveitando a repercussão da reportagem do irmão. No auge do #MeToo, suas denúncias conseguiram criar uma reação de repúdio generalizado contra o diretor, como se houvesse fato novo. Allen sempre negou tudo, retrucando que a denúncia é fruto exclusivo de lavagem cerebral promovida pela mãe da jovem, Mia Farrow. Outro de seus filhos, Moses Farrow, confirma a versão de Allen. Dez anos mais velho que Ronan, ele diz se lembrar melhor dos fatos que os irmãos, que eram crianças na época. Dylan, por exemplo, tinha apenas sete anos quando o suposto abuso aconteceu, e Moses, que virou terapeuta de famílias, lembra os fatos de forma muito diferente. Para ele, sua irmã mais nova jamais foi molestada pelo pai, mas isso não a impediu de ter sido uma vítima de abuso. Vítima de uma campanha de manipulação da mãe, Mia Farrow. O cineasta deve abordar essa polêmica em seu livro, intitulado “Apropos of Nothing” (a propósito de nada) e descrito como “um relato exaustivo da vida de Woody Allen, pessoal e profissional”. A publicação será lançada em abril nos EUA.
Petra Costa conta detalhes de seus encontros com astros de Hollywood nos bastidores do Oscar 2020
Petra Costa, diretora de “Democracia em Vertigem”, revelou o que conversou com os astros de Hollywood nos bastidores de sua participação no Oscar 2020. O documentário da cineasta brasileira, sobre a trajetória do impeachment de Dilma Rousseff, concorreu ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, levando-a a participar de vários eventos oficiais relacionados à premiação. No podcast Anticast, apresentado por Ivan Mizanzuk, ela relatou os bastidores de seus encontros com as estrelas do cinema americano, que chegou a destacar em suas redes sociais. “Com o Leonardo DiCaprio, tive o prazer de ser apresentada pra ele pela Sônia [Guajajara, líder indígena] e ele falou: ‘Nossa, já estou ajudando uma fundação a qual a Sonia é associada, então fico feliz de vê-la. Mas eu fui atacado pelo seu presidente’. E a Sônia falou: ‘Eu também’. E eu: ‘Eu também!’. Então, nós três tínhamos isso em comum”, contou Petra. DiCaprio disse para Petra que, inclusive, já tinha assistido a “Democracia em Vertigem. “Ele tinha visto o filme, falou que gostou muito do filme e que tinha achado superinteressante. Ficamos de conversar mais. Eles [Leo e Sonia] têm feito algumas ações juntos”. “Conversei também com [Robert] De Niro, que ajudou em todos os meus filmes por meio da fundação dele, a Tribeca. Ele foi muito simpático. O Tarantino foi superlegal. Contei um pouco do filme e ele prometeu que ia ver, foi muito simpático. E com o Brad Pitt falamos sobre o filme, ele falou muito de uma série [sobre o Brasil] que gosta muito, ‘Bandidos na TV'”, afirmou Petra, citando a atração da Netflix sobre a história do apresentador Wallace Souza. Ela também contou que, como qualquer pessoa normal, não resistiu e tietou alguns de seus ídolos, especialmente De Niro e Al Pacino. “Robert DeNiro eu apresentei pra minha mãe, e ela cantou uma música para ele. E o Al Pacino eu não aguentei e falei: ‘Você é o melhor da história. Você é o Deus e o Diabo do cinema’. Ele ficou todo tocado, chocado, não sei…”, riu a diretora. Durante a entrevista, ela adiantou que já está trabalhando num novo projeto cinematográfico. “Estou trabalhando, mas ainda não prefiro falar muito. É um projeto que continuo na investigação, que é na intersecção entre pessoal e político, mas em breve poderei falar mais.” Mas não deve ser um desdobramento de “Democracia em Vertigem”, apesar de achar que as sobras de material poderiam render outros filmes. “Daria muitos filmes”, disse, afirmando que quer partir para outros temas. “Foram três anos de imersão completa e total. Estou adorando pensar em outros temas. Eu tive um cansaço dessa temática. Mas teria outros filmes a se fazer. Há discussões interessantes com congressistas, aprofundando sobre o que deixa a democracia brasileira tão disfuncional. Todos os partidos concordam que o Brasil precisa de uma reforma política. Que nosso sistema eleitoral é impossível. Seria interessante que alguém explorasse”, avaliou.
Guerra Cultural: Regina Duarte assume a Secretaria da Cultura sob ataque de olavistas
A atriz Regina Duarte assumiu a Secretaria Especial da Cultura do governo de Jair Bolsonaro nesta quarta-feira (4/3) e já começou a ser atacada. A hashtag #foraRegina subiu nos trending topics do Twitter. A ironia é que quem impulsionou os ataques foram pessoas ligadas ao presidente Bolsonaro. Ou melhor, ao guru do presidente, Olavo de Carvalho. Regina virou alvo da ala olavista do governo porque sua posse coincidiu com a demissão de seis funcionários da pasta ligados aos pensamentos mais antiquados do conservadorismo extremo brasileiro. As exonerações foram assinadas pelo general Walter Souza Braga Netto, ministro da Casa Civil, e publicados nesta quarta no Diário Oficial, mas os olavistas veem o dedo da ex-atriz da Globo. Entre os demitidos, está Dante Mantovani, ex-presidente da Funarte (Fundação Nacional de Artes), autor da seguinte pérola: “o rock ativa a droga que ativa o sexo que ativa a indústria do aborto. A indústria do aborto por sua vez alimenta uma coisa muito mais pesada que é o satanismo. O próprio John Lennon disse que fez um pacto com o diabo”. Outro demitido, Camilo Calandreli, ex-secretário de Fomento e Incentivo à Cultura, chegou a dizer que a lei Rouanet “passou a ser utilizada como mecanismo de ideologização política”, apropriada pelo “marxismo cultural” durante o governo do PT. Antes das hashtags subirem, Olavo postou: “Aplaudir a indicação da Regina Duarte parece ter sido uma cagada minha, mais uma entre tantas. Não sei onde vou arranjar tanto papel higiênico.” Em sua posse, em evento pouco prestigiado pela classe artística, Regina prometeu pacificar a pasta e manter diálogo constante com a classe cultural, a sociedade e o Congresso. “Meu propósito aqui é de pacificação, diálogo permanente com o setor cultural, estados e municípios, Parlamento e com os órgãos de controle”, disse, em um discurso de 15 minutos, pontuado por intervenções performáticas. Olhando para Bolsonaro, por exemplo, a atriz reforçou a promessa feita a ela de que teria liberdade para escolher os integrantes da secretaria. “Então, o convite que me trouxe até aqui falava em porteira fechada, carta branca. Não vou esquecer não, hein?” Entre caretas, continências e coraçõezinhos com as mãos, ela também exaltou o papel e a diversidade da cultura brasileira, defendeu valores familiares e a repartição com equilíbrio de recursos de fomento. “Posso ser um tanto ingênua, mas eu acredito que possa se fazer muita cultura e arte com os recursos que nós temos com criatividade”, disse. No evento, estiveram presentes atores como Carlos Vereza, Rosamaria Murtinho, Mylla Christie, Mário Frias e Maria Paula, além do locutor de rodeios Cuiabano Lima. A equipe de Regina ainda não foi anunciada, mas o ator e produtor teatral Humberto Braga e Vereza devem integrar a Secretaria de Cultura. A atriz é a quarta titular da pasta, que costumava ser um Ministério antes da gestão Bolsonaro iniciar o desmonte do setor cultural no Brasil.
Woody Allen lança livro de memórias em abril
A editora Grand Central Publishing, uma divisão do Hachette Book Group, anunciou na segunda (2/3) que vai publicar um livro de memórias de Woody Allen. Envolto em boatos por anos e até considerado impublicável no auge do cancelamento do diretor pelo movimento #MeToo, a obra, batizada em inglês de “Apropos of Nothing” (a propósito de nada), será lançado em 7 de abril nos EUA. “O livro é um relato abrangente de sua vida, pessoal e profissional, e descreve seu trabalho em filmes, teatro, televisão, boates e publicações”, de acordo com comunicado da editora. “Allen também escreve sobre seus relacionamentos com a família, amigos e os amores de sua vida”. Os termos financeiros do acordo editoral entre o cineasta e a Grand Central não foram revelados. Além dos EUA, “Apropos of Nothing” será lançado no Canadá, Itália, França, Alemanha e Espanha, seguido por lançamentos em “países ao redor do mundo”. Ainda segundo o comunicado, Allen fará “várias entrevistas” para promover o livro. A publicações de suas memórias servirão como nova oportunidade para o diretor contar sua versão dos fatos mais polêmicos de sua vida, como o envolvimento com Soon-Yi Previn, a filha de sua então companheira Mia Farrow, com quem é casado até hoje, e a acusação de sua filha adotiva, Dylan Farrow, de tê-la molestado na infância. As acusações não são novas, mas elas ressurgiram em 2017, quando Dylan aproveitou o auge do #MeToo para resgatar a história, conseguindo criar uma reação de repúdio generalizado, como se houvesse fato novo. Allen sempre negou tudo, retrucando que a denúncia é fruto exclusivo de lavagem cerebral promovida pela mãe da jovem, Mia Farrow. Ele não foi condenado quando o caso foi levado a tribunal nos anos 1990, durante a disputa da guarda das crianças, e nunca foi acusado de abuso por nenhuma atriz com quem trabalhou ao longo de meio século de carreira. Dizendo que pretendia acabar com a carreira de Allen, Dylan patrulhou todos os atores que trabalharam com ele e bombardeou as redes sociais até fazer a Amazon renegar seu acordo para distribuir os novos filmes do diretor. Graças a isso, “Um Dia de chuva em Nova York” não foi lançado nos Estados Unidos. O diretor processou a Amazon e chegou a um acordo, lançando o filme no exterior. Ele também decidiu continuar a carreira fora dos EUA, filmando um novo longa na Espanha, “Rifkin’s Festival”, com participação de Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”), Elena Anaya (“A Pele que Habito”), Louis Garrel (“Adoráveis Mulheres”), Gina Gershon (“Não Vai Dar”) e lançamento previsto para este ano. Ao fechar com uma empresa do grupo Hachette, Allen passou a compartilhar a mesma editora de um de seus heróis literários, JD Salinger, e também de um de seus maiores detratores, seu filho Ronan Farrow, que ganhou um prêmio Pulitzer por sua reportagem sobre o produtor Harvey Weinstein, que foi responsável por impulsionar o #MeToo. Há anos Ronan se distanciou de seu pai, ao adotar a defesa da irmã.
Drauzio Varella faz Rodrigo Santoro lembrar Carandiru em texto emocionado no Instagram
O ator Rodrigo Santoro publicou um texto emocionado no Instagram para elogiar o doutor Drauzio Varella na noite de segunda-feira (2/3), após a repercussão de uma reportagens veiculada no “Fantástico” do último domingo sobre presas transsexuais dos presídios de São Paulo. O ator, que interpretou a trans Lady Di no filme “Carandiru” (2002), inspirado em livro de Varella, publicou um trecho da reportagem e acrescentou elogios ao médico. “Antes de viver Lady Di em ‘Carandiru’ no cinema, foi preciso mergulhar no universo da personagem. Caminhei pelas ruas à noite, sobretudo em Copacabana, e costumava dizer, na época, que tinha entendido o que Héctor Babenco, diretor do filme, estava querendo de mim: alguém sem julgamentos e com muita humanidade pra enxergar a essência de todas aquelas histórias diversas”, escreveu Santoro. “Assistindo a essa reportagem sobre as detentas trans e travestis em São Paulo com Drauzio Varella, autor do livro que inspirou o filme, relembro tudo que aprendi e posso ver ali nas conversas essa humanidade e generosidade que vêm dele não só pra ouvir as histórias, mas também para ensiná-las pra nós. E vamos guardar mais essa lição. Obrigado, Drauzio. O seu trabalho sempre foi e segue sendo precioso”, finalizou. Os fãs do ator concordaram com sua avaliação. “Da pra sentir a dor na voz, nos gestos. E como eu sempre digo: um abraço tem o poder de mudar uma vida inteira. Reportagem humana”, disse um internauta. “Cê acredita que lembrei de você na hora? Exatamente por conta da Lady Di”, contou outra. “Lindo ver o respeito e empatia do Drauzio”, elogiou mais uma. A reportagem de Drauzio Varella emocionou as redes sociais brasileiras e chegou aos Trending Topics do Twitter durante toda a sua exibição. Também foi bastante elogiada na imprensa. Atualmente, a produtora Prodigo Films está desenvolvendo uma nova série baseada em livro de Varella sobre o universo penitenciário. Trata-se de “Prisioneiras”, adaptação do livro de 2017, que conta a experiência de 11 anos do médico no atendimento voluntário em uma penitenciária feminina de São Paulo. A publicação encerra uma trilogia dedicada ao sistema prisional brasileiro, que, além de “Carandiru” também inspirou a série “Carcereiros” – igualmente inspirada em obra de Varella. Ver essa foto no Instagram Antes de viver Lady Di em #Carandiru no cinema, foi preciso mergulhar no universo da personagem. Caminhei pelas ruas à noite, sobretudo em Copacabana, e costumava dizer, na época, que tinha entendido o que Héctor Babenco, diretor do filme, estava querendo de mim: alguém sem julgamentos e com muita humanidade pra enxergar a essência de todas aquelas histórias diversas. Assistindo a essa reportagem sobre as detentas trans e travestis em São Paulo com Drauzio Varella, autor do livro que inspirou o filme, relembro tudo que aprendi e posso ver ali nas conversas essa humanidade e generosidade que vêm dele não só pra ouvir as histórias, mas também para ensiná-las pra nós. E vamos guardar mais essa lição. Obrigado, Drauzio. O seu trabalho sempre foi e segue sendo precioso. Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) em 2 de Mar, 2020 às 5:34 PST
Animador cria versão de Superamigos com os personagens do Arrowverso
Quem viu o crossover “Crise nas Infinitas Terras” deve ter reparado que o final da história foi uma grande homenagem ao desenho clássico “Superamigos”, sucesso televisivo dos anos 1970. Pois o animador David M. Jones se entusiasmou com a ideia e resolveu imaginar uma versão animada dos superamigos do Arrowverso, criada ao estilo da série dos estúdios Hanna-Barbera. Ele postou o teaser em seu Twitter nesta segunda (2/3) e promete o desenho completo (isto é, a abertura da série reimaginada) ainda neste mês em seu canal do YouTube. Veja a prévia abaixo. Fã do Arrowverso, o animador já tinha chamado a atenção dos produtores de “Arrow” em 2016, quando criou uma versão animada do Arqueiro Verde vivido por Stephen Amell ao estilo da abertura da série “Batman”, dos anos 1960. O teaser do “Arroverse Super Friends” também agradou, a ponto de Marc Guggenheim, produtor executivo do universo de séries da DC Comics na rede The CW, retuitar o vídeo para seus seguidores. Será que essa brincadeira pode originar um trabalho oficial? Não faltam fãs interessados. Teaser for my new animation #ArrowverseSuperFriends. The full version will be released in March, so stay tuned! pic.twitter.com/gjO17Z24FR — David M. Jones (@BigRockDJ) February 28, 2020 Yes, please. https://t.co/4DlbIu8Zxa — Marc Guggenheim (@mguggenheim) February 28, 2020
Jared Padalecki parabeniza Jensen Ackles pelo último aniversário como irmãos Winchester
O ator Jared Padalecki, que interpreta Sam Winchester em “Supernatural”, parabenizou o colega Jensen Ackles, seu irmão na série, que completou 42 anos no domingo (1/3). Emocionado, o ator lembrou que este é o 16º aniversário de Jensen em que trabalham juntos, e também será o último. “Nos 16 anos que compartilhei com você como amigo, você se tornou um irmão”, disse Padalecki. “Agora temos só mais um mês para atuar como irmãos na TV. Não há mais ninguém com quem eu prefira cruzar a linha de chegada… Vamos levar esses garotos para casa”, escreveu Padalecki. Os dois atores interpretam os irmãos Sam e Dean desde 2005 e se deram bem já nos ensaios, graças à coincidência de ambos serem texanos. Ambos se casaram e viraram pais durante a produção de “Supernatural”, aproximando-se ainda mais. Atualmente em hiato, “Supernatural” retoma a segunda parte de sua 15ª e última temporada em 16 de março nos EUA. O último episódio, que ainda não foi gravado, estreia em 18 de maio nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner. Ver essa foto no Instagram Happy birthday @jensenackles In the 16 birthdays I’ve been able to share with you as a friend, you’ve become a brother. Now, we have one month left to play brothers on tv. No one I’d rather cross this finish line with… Let’s take those boys home. Uma publicação compartilhada por Jared Padalecki (@jaredpadalecki) em 1 de Mar, 2020 às 7:31 PST
James Lipton (1926 – 2020)
Morreu James Lipton, apresentador de um dos programas mais longevos da TV norte-americana. Ele criou e produziu o programa “Inside the Actors Studio”, que desde 1994 trazia entrevistas com os maiores astros de Hollywood. Lipton, que também foi reitor da Universidade Pace de Nova York, tinha 93 anos e faleceu de câncer nesta segunda-feira (2/3), em sua casa em Manhattan. “Inside the Actors Studio” tinha o nome de um dos mais famosos cursos de atuação dos EUA e foi concebido como uma master class para os estudantes, gravada para a televisão. Foi do Actors que saíram James Dean e Marlon Brando, para citar só dois nomes da História do Cinema. Graças à sua inspiração acadêmica, o programa de Lipton representava uma antítese da obsessão da mídia pelas celebridades, ignorando vidas pessoais para se concentrar na arte da interpretação e nas carreiras das estrelas de Hollywood. O programa acumulou um total de 18 indicações ao Emmy, saindo vencedor do maior prêmio da televisão em 2013. O apresentador ficou tão famoso que rendeu até um esquete fixo no humorístico “Saturday Night Live”, em que Lipton era interpretado pelo comediante Will Farrell. Ele adorava sua versão satírica, como contou em uma entrevista. Lipton também apareceu animado em “Os Simpsons” e “Uma Família da Pesada” (The Family Guy) e faz participações como si mesmo em “Arrested Development”, “Glee”, “Suburgatory”, “Joey” e “According to Jim”. Sua carreira pregressa ainda inclui algumas atuações de TV nos anos 1950, roteiros de séries dos 1960, livros, produções de peças da Broadway nos 1970 e especiais de TV nos 1980. Ele foi casado duas vezes, nos anos 1950 com a atriz Nina Foch, indicada ao Oscar por “Um Homem e Dez Destinos” (1954), e dos anos 1970 até hoje com Kedakai Mercedes Lipton, que serviu de modelo para a Srta. Rosa (Miss Scarlett) no famoso jogo de tabuleiro “Detetive” (Clue).
Johnny Depp queria afogar e queimar Amber Heard, revelam mensagens de texto
Johnny Depp parece gostar de ver seu nome associado a escândalos. Detalhes cada vez mais sensacionalistas da sua separação da atriz Amber Heard continuam a vir à público, em razão de sua insistência em abrir processos públicos contra quem o acusa de violência doméstica. Em julgamento em Londres, a ação de difamação que moveu contra o jornal britânico The Sun, por causa de um artigo que o chama de “espancador de esposa”, acabou revelando ameaças que renderiam títulos piores que o motivo do processo. Na verdade, estão rendendo atualmente, como o deste post. Durante a audiência desta semana, mensagens de texto enviadas por Depp para o também ator Paul Bettany (o Visão dos filmes dos Vingadores) em 2013 foram lidas no Tribunal Superior de Londres. E nelas Depp afirma que gostaria de “queimar” e “afogar” a ex-esposa, entre outros detalhes macabros e de mau gosto. “Vamos queimar Amber”, diz uma mensagem datada de 6 de novembro de 2013. “Depois f**** seu corpo queimado”. Só que ele se arrependeu desse texto. Era pouco. “Vamos afogá-la antes de queimá-la!!! Depois f**** com o cadáver queimado dela para ter certeza de que ela está morta”, corrigiu, em nova mensagem. Estas ameaças são apenas o capítulo mais recente da falta de noção que tem empurrado a carreira de Depp ladeira abaixo, desde o fim de seu casamento em 2016. O casal se conheceu em 2009, quando Heard foi escalada para interpretar o par romântico de Depp em “Diário de um Jornalista Bêbado” (2011). O affair resultou no fim do casamento de 14 anos do ator com a atriz e cantora francesa Vanessa Paradis, mãe de seus dois filhos. Em setembro de 2012 foi noticiado que os dois teriam terminado, mas Depp reconquistou a então namorada com envios diários de flores e poemas. Em maio de 2013, Depp comprou uma fazenda na cidade de Nashville para que os dois morassem juntos. Em janeiro de 2014 ficaram noivos e se casaram em fevereiro de 2015. O pedido de divórcio veio um ano depois, em 2016, em meio a acusações de violência doméstica, acompanhadas por imagens da atriz com o rosto machucado, vídeo de bebedeira de Depp e crise de nervos no tribunal. Ela conseguiu inclusive uma ordem judicial que impediu Depp de se aproximar dela. O divórcio foi assinado no início de 2017, com Heard ganhando US$ 7 milhões da fortuna estimada em mais de US$ 514 milhões que o ator teria na época. A atriz doou todo o dinheiro a organizações beneficentes, inclusive algumas voltadas à assistência de vítimas de agressões domésticas, enquanto Depp torrou quase tudo o que tinha com gastos perdulários, segundo seus ex-empresários, ficando praticamente falido. Após o divórcio, ele foi processado pelos ex-empresários, ex-seguranças, ex-advogados e até por um assistente de produção das filmagens de “City of Lies”, que teria agredido durante as filmagens do longa de 2018, sequer lançado no Brasil. Mas resolveu abrir seus próprios processos, que incluem uma ação contra a ex-esposa, após ela assinar um artigo na imprensa norte-americana sobre sua história como vítima de violência doméstica. Mesmo sem ser citado no texto, Depp vestiu a carapuça e foi à justiça querendo uma indenização de US$ 50 milhões de Heard, afirmando ter perdido oportunidades de trabalho por conta da declaração. Este processo promete revelar mais detalhes da vida particular do ator, que já teve um dos maiores salários de Hollywood e uma carreira invejada. Atualmente, ele só tem um trabalho agendado, como Gellert Grindelwald no terceiro filme da franquia “Animais Fantásticos”. E até isso pode ser alterado para pior. Já Amber Heard está confirmada em “Aquaman 2”, no thriller “Run Away with Me” e na minissérie “The Stand”, baseada no clássico de Stephen King, em produção para a plataforma CBS All Access.
Intérprete de Chewbacca nos filmes de Star Wars chama filha recém-nascida de princesa Bacca
O ator finlandês Joonas Suotamo, que se tornou o intérprete do herói Chewbacca na nova trilogia dos filmes de “Star Wars”, decidiu chamar sua filha recém-nascida com um nome em homenagem ao famoso personagem. “Bem vinda ao mundo princesa Bacca”, ele escreveu no Instagram, junto da primeira foto do bebê. “Temos notícias emocionantes: Fomos abençoados ao receber a mais nova membro de nossa família”, escreveu Joonas nas redes sociais junto de uma foto da criança. “Nossa pequena princesa (ou senadora, ou general ou o que ela quiser ser) nasceu essa semana e está bem”. Mas graças à esposa Milla Pohjasvaara, princesa Bacca é um nome provisório. Um segundo post esclarece que a escolha não é definitiva. Vale lembrar que o casal já tem um filho pequeno, Aatos, que Suotamo apresentou nas redes sociais como “Babybacca” em 2018. Joonas Suotamo assumiu o papel de Chewbacca durante as filmagens de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), em que serviu de dublê para Peter Mayhew, responsável por dar vida ao personagem desde 1977. Com problemas de saúde, Mayhew abandonou o papel em meio a essa produção, morrendo em abril passado aos 74 anos. Seu dublê continuou a dar vida a Chewbacca em “Han Solo: Uma História Star Wars”, que por coincidência apresentou uma versão mais jovem do rebelde wookie. Desde então, também estrelou “Star Wars: Os Últimos Jedi” e “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, além de um videogame da franquia. Ver essa foto no Instagram We have some exciting news: we were blessed to welcome the newest member of our family! Our little princess (or senator, or general, or whatever she wants to be!) was born this week and is doing great. We want to thank the personnel at HUH Women’s Hospital, they were extraordinary and we are lucky to have been in their world-class care during our stay. We also want to thank Grandma Sonja for taking care of Aatos during the birth, he is gonna have to get used to there being two little ones in the house now. So far he is doing well with it, and we expect him to grow up to be a great big brother. Welcome to the world Princess Bacca! Uma publicação compartilhada por Joonas Suotamo (@joonassuotamo) em 28 de Fev, 2020 às 7:11 PST Ver essa foto no Instagram We're overwhelmed by everyone's congratulations and we appreciate the love! Thank you all! And just to clarify once more, Babybacca #2 aka Princess Bacca has not yet been named. We're just enjoying the moment right now! 🥰 Uma publicação compartilhada por Joonas Suotamo (@joonassuotamo) em 29 de Fev, 2020 às 7:55 PST
Após anunciar carreira pornô, filha de Steven Spielberg é presa nos EUA
Pouco mais de uma semana após anunciar que iria tentar carreira como atriz pornô, Mikaela Spielberg, filha adotiva do cineasta Steven Spielberg, foi presa no sábado (29/2) na cidade de Nashville, nos EUA, após uma denúncia de violência doméstica. Segundo a coluna Page Six, do jornal New York Post, a atriz de 23 anos passou uma fiança de US$ 1 mil para sair da cadeia. Ela vive em Nashville com seu noivo Chuck Pankow, um jogador de dardos com o dobro da idade dela. O canal Fox News divulgou uma declaração suscita de Pankow, que confirmou a prisão – “é verdade” – , mas disse se tratar de um “mal entendido”. Adotada ainda bebê por Spielberg e sua esposa, a atriz Kate Capshaw, Mikaela tinha revelado recentemente seus planos para trabalhar como stripper e fazer pornografia, mas apenas vídeos solos para não prejudicar seu relacionamento com Pankow.
Regina Duarte encerra contrato de mais de 50 anos com a Globo
A atriz Regina Duarte encerrou sua relação contratual de mais de 50 anos com a rede Globo. A informação foi divulgada hoje pelo departamento de comunicação da emissora. A rescisão foi decorrente da decisão de Regina, que assumirá a Secretaria Especial de Cultura a convite do presidente Jair Bolsonaro. “Deixar a TV Globo é como deixar a casa paterna. Aqui recebi carinho, ensinamentos e tive a oportunidade de interpretar personagens extraordinárias, reveladoras do DNA da mulher brasileira. Por mais de 50 anos sinto que pude viver, com a grande maioria do povo brasileiro, um caso de amor que, agora sei, é para sempre. E não existem palavras para expressar o tamanho da minha gratidão”, anunciou a atriz, em comunicado. “Que Deus me ilumine para que eu possa agora, na Secretaria Especial de Cultura do Governo Bolsonaro, honrar meus aprendizados em benefício das artes e das expressões culturais da população do meu país”, acrescentou. Regina Duarte estreou na Globo em 1969 com a novela “Véu de Noiva”. De lá para cá, atuou em obras que marcaram época, como “Selva de Pedra” (1972), “Roque Santeiro” (1985), “Vale Tudo” (1988), “História de Amor” (1995), “Por Amor” (1997) e “Páginas da Vida” (2006), entrou outras. Sua posse na pasta da Cultura deve acontecer em 4 de março. Ela assumirá a vaga aberta desde 17 de janeiro, após a exoneração de Roberto Alvim, devido a um discurso ideológico inspirado em frases de Joseph Goebbels, ministro da Informação e Propaganda da Alemanha nazista.
Letitia Wright vai viver arrepiante história real das Gêmeas Silenciosas
A atriz Letitia Wright, princesa da Marvel celebrizada em “Pantera Negra”, vai estrelar “The Silent Twins” (as gêmeas silenciosas), adaptação cinematográfica da história real e assustadora das irmãs June e Jennifer Gibbons. O longa se baseia no livro homônimo (veja a capa abaixo), escrito pela jornalista investigativa Marjorie Wallace, que detalha como June e Jennifer Fibbons ganharam seu apelido famoso. Nascidas em Barbados e criadas no País de Gales, as gêmeas cometeram crimes como incêndios e agressões na infância, mas o que mais chamava atenção para elas era o fato de só se comunicarem entre si, recusando-se a conversar com qualquer outra pessoa ao seu redor. Essa atitude resultou na internação de ambas em um hospital psiquiátrico, onde foram testadas e revelaram altíssimo QI. Quando as duas tinham 30 anos, decidiram que uma delas deveria morrer para que outra pudesse conversar com outras pessoas. Algum tempo depois, Jennifer teve um mal súbito não esclarecido e morreu. Atualmente com 57 anos, June continua viva e ainda mora com seus pais no País de Gales. Ela não é mais monitorada por médicos e conversa normalmente com outras pessoas, mas não aceita falar sobre a relação que tinha com sua irmã. O filme ainda não tem data para iniciar suas filmagens.











