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    Camila María Concepción (1992 – 2020)

    27 de fevereiro de 2020 /

    Camila María Concepción, ativista da causa trans que estava inciando a carreira como roteirista nas séries “Daybreak” e “Gentefied”, da Netflix, morreu aos 28 anos. A morte de Camila foi confirmada por amigos e colegas nas redes sociais, e aconteceu logo após o lançamento de “Gentefied”, que chegou na plataforma na sexta passada (21/2). A hipótese principal é de suicídio. Além de ser assistente na confecção dos roteiros de “Gentefied”, ela roteirizou um episódio da 1ª temporada da série, sobre três primos latinos que tentam manter a lanchonete de tacos da família num bairro cada vez mais embranquecido, e trabalhou com Jill Soloway, criadora da série “Transparent”, em campanhas de igualdade de gêneros em filmes, televisão e artes. Em mensagem nas redes sociais, Marvin Lemus, roteirista de “Gentefied”, lamentou a morte do “mais especial e cru talento” que ele já conheceu. “Tenho tentado anestesiar esta dor e focar no show e em todo o amor que temos recebido. Camila, estou tão bravo com você agora. Porque eu sou um dos seus milhões de fãs. Eu ia fazer de tudo para que o mundo conhecesse seu nome”, postou.

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    George Clooney reage à denúncia de mão de obra infantil nas fazendas de café da Nespresso

    26 de fevereiro de 2020 /

    George Clooney não é apenas o “garoto-propaganda” da marca de café Nespresso. Ele também faz parte do conselho de sustentabilidade da empresa. Por conta disso, decidiu manifestar-se diante da denúncia de que algumas fazendas que fornecem grãos de café para a marca empregam trabalho infantil. A revelação está sendo apresentada pelo programa de jornalismo investigativo “Dispatches”, do Canal 4 inglês, que visitou fazendas de café na Guatemala para sua próxima edição documental intitulada “Starbucks & Nespresso: The Truth About Your Coffee”. O programa causou reação antes mesmo de ir ao ar, apenas com chamadas na TV. A edição completa será exibida na segunda-feira (2/3), no Reino Unido. “Fiquei surpreso e triste ao saber dessa história”, disse Clooney. “Claramente esse conselho e essa empresa ainda têm trabalho a fazer – e ele será feito”, resumiu o ator e cineasta de 58 anos, que integra o projeto de sustentabilidade da Nespresso desde seu início, há sete anos. Clooney ainda disse esperar que Anthony Barnett, repórter responsável pela denúncia, continue a “investigar essas condições e reportá-las de forma precisa caso não melhorem”. “A checagem de boa conduta corporativa é responsabilidade não apenas da empresa em si, mas também de jornalistas independentes como o Sr. Barnett”, completou. A Nespresso também anunciou que deixará de comprar o grão nos locais citados na reportagem. A empresa afirmou que iniciou uma investigação para identificar fazendas que fazem uso de mão de obra infantil, classificando o fato de “inaceitável”. “Onde há denúncias de que nossos altos padrões não estão sendo seguidos, nós agimos imediatamente”, destacou o chefe-executivo da Nespresso, Guillaume Le Cunff, em comunicado.

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    Banda indie processa trilha de Pantera Negra por plágio

    26 de fevereiro de 2020 /

    A banda indie Yeasayer entrou com um processo contra a trilha sonora do filme “Pantera Negra”, da Marvel. O trio nova-iorquino alega que a faixa “Pray for Me”, creditada a The Weeknd e Kendrick Lamar, é plágio da música “Sunrise”, lançada em 2007. De acordo com o processo, os artistas alegam que “Pray for Me” não copia apenas a melodia de “Sunrise”, mas também usa suas vozes, que teriam sido tratadas para soar diferente. Os integrantes da banda ainda afirmam que, mesmo com as mudanças, suas vozes são “imediatamente reconhecíveis” e que seus vocais foram utilizados oito vezes durante a música de “Pantera Negra”. Por conta disso, eles entraram com uma liminar para interromper as vendas e o licenciamento da música, tanto como single ou clipe, quanto no álbum da trilha sonora. A música não toca no filme, que estreou em fevereiro de 2018 e arrecadou mais de R$ 5,9 bilhões de reais na bilheteria mundial. Ela faz parte de um disco “inspirado” por “Pantera Negra”, que foi concebido por Kendrick Lamar. O clipe oficial de “Pray for Me” tem cerca de 165 milhões de visualizações no canal oficial do cantor The Weeknd no YouTube. Já o Yeasayer anunciou sua dissolução em dezembro passado, sem nunca ter feito muito sucesso. Seu último clipe, “Let Me Listen In On You”, teve apenas 17 mil visualizações. Compare abaixo a música da banda com a faixa de “Pantera Negra” acusada de apropriação indébita.

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    Cantora Duffy revela ter sido raptada, estuprada e mantida em cativeiro

    26 de fevereiro de 2020 /

    A cantora e atriz britânica Duffy revelou que o motivo de seu sumiço recente é que foi atacada por um homem, drogada, estuprada e mantida em cativeiro. Seu último trabalho foi no filme “Lendas do Crime” (2015), no qual contracenou com Tom Hardy e contribuiu com três músicas. A artista de 35 anos postou em sua conta oficial no Instagram o relato do incidente, dizendo que sua “recuperação levou tempo”. “Eu fui estuprada e drogada e mantida em cativeiro por alguns dias”, escreveu Duffy, no post. “Vocês podem imaginar quantas vezes eu pensei em escrever sobre isso. Bem, não sei bem se essa hora é a melhor, mas me sinto animada e com uma sensação de liberdade em falar”, adicionou ela. “Eu não consigo explicar isso. Muitos se perguntam o que aconteceu, como desapareci e por quê. Um jornalista me contatou, achou um jeito de me encontrar e eu falei tudo com ele no último verão [do hemisfério Norte]. Ele foi carinhoso, e foi maravilhoso finalmente falar”, seguiu ela, no relato. “A verdade é que estou bem e segura agora. É claro que eu sobrevivi. Mas levou tempo para me recuperar. Não tem jeito leve de dizer isso. Mas posso dizer que, na última década, foram milhares e milhares de dias em que me comprometi a buscar uma luz no meu coração de novo. E agora o sol brilha”, completou. A cantora atingiu o número 1 nas paradas com o sucesso “Mercy”, em 2008, do álbum “Rockferry”. Dois anos depois, lançou “Endlessly”, seu segundo disco. Ela também apostou na carreira de atriz, mas, quando estava prestes a lançar um terceiro trabalho como cantora, anunciou que se distanciaria da indústria musical. Duffy disse que não lançou músicas para expressar como se sentia porque não queria que os fãs percebessem o quanto estava triste. “Eu me perguntei: como posso cantar?” A cantora informou que mais detalhes serão conhecidos na entrevista que ela deu e que será publicada nas próximas semanas. Só após isso ela atenderá às perguntas dos fãs. Ver essa foto no Instagram You can only imagine the amount of times I thought about writing this. The way I would write it, how I would feel thereafter. Well, not entirely sure why now is the right time, and what it is that feels exciting and liberating for me to talk. I cannot explain it. Many of you wonder what happened to me, where did I disappear to and why. A journalist contacted me, he found a way to reach me and I told him everything this past summer. He was kind and it felt so amazing to finally speak. The truth is, and please trust me I am ok and safe now, I was raped and drugged and held captive over some days. Of course I survived. The recovery took time. There’s no light way to say it. But I can tell you in the last decade, the thousands and thousands of days I committed to wanting to feel the sunshine in my heart again, the sun does now shine. You wonder why I did not choose to use my voice to express my pain? I did not want to show the world the sadness in my eyes. I asked myself, how can I sing from the heart if it is broken? And slowly it unbroke. In the following weeks I will be posting a spoken interview. If you have any questions I would like to answer them, in the spoken interview, if I can. I have a sacred love and sincere appreciation for your kindness over the years. You have been friends. I want to thank you for that x Duffy Please respect this is a gentle move for me to make, for myself, and I do not want any intrusion to my family. Please support me to make this a positive experience. Uma publicação compartilhada por @ duffy em 25 de Fev, 2020 às 10:12 PST

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    Porta-voz de Bill Cosby defende Harvey Weinstein de julgamento injusto e parcial

    25 de fevereiro de 2020 /

    Condenado por estupro e agressão sexual na segunda-feira (24/2), o produtor de cinema Harvey Weinstein recebeu apoio de outro colega famoso na mesma situação, o ator americano Bill Cosby. Usando as redes sociais de Cosby, uma porta-voz do ator, Andrew Wyatt, defendeu Weinstein, dizendo que o dia foi “muito triste” para o sistema judicial americano. “Não há como alguém acreditar que Weinstein iria receber um julgamento justo e imparcial.” Para justificar esse entendimento, ele cita que os jurados não ficaram isolados e, portanto, tiveram acesso à cobertura da imprensa e aos “sentimentos da opinião pública” sobre o assunto. “Aqui está a pergunta que deve assombrar todos os americanos, especialmente homens ricos e famosos. Para onde vamos neste país para encontrar justiça e imparcialidade no sistema judicial; e para onde vamos neste país para encontrar o devido processo legal?” Cosby foi condenado em 2018 por agredir sexualmente uma mulher. A sentença garante que ele não passará menos de três anos atrás das grades antes que se torne elegível para liberdade condicional supervisionada, embora possa ficar na prisão por até uma década. Ele foi a primeira celebridade condenada por abuso sexual desde o início do movimento #MeToo, deflagrado após os ataques de Weinstein a atrizes, modelos e assistentes se tornarem públicos no fim de 2017. Desde então, vários homens poderosos do entretenimento, da política e de outros campos perderam empregos e foram processados por assédio e coisas piores. Ver essa foto no Instagram Official Statement From Andrew Wyatt Regarding The Verdict Of Harvey Weinstein: This is not shocking because these jurors were not sequestered, which gave them access to media coverage and the sentiments of public opinion. There’s no way you would have anyone believe that Mr. Weinstein was going to receive a fair and impartial trial. Also, this judge showed that he wanted a conviction by sending the jurors back to deliberate, after they were hung on many of the counts. Here’s the question that should haunt all Americans, especially wealthy and famous men…Where do we go in this country to find fairness and impartiality in the judicial system; and where do we go in this country to find Due Process? Lastly, if the #metoo movement isn’t just about Becky [White women], I would challenge #metoo and ask them to go back 400+ years and tarnish the names of those oppressors that raped slaves. This is a very sad day in the American Judicial System. #FreeBillCosby #FarFromFinished #DueProcess #JusticeReform Uma publicação compartilhada por Bill Cosby (@billcosby) em 24 de Fev, 2020 às 11:17 PST

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    Surto de coronavírus fecha metade dos cinemas da Itália

    24 de fevereiro de 2020 /

    Assim como aconteceu na China, a Itália também está fechando seus cinemas em um esforço para conter a disseminação do coronavírus. Cinco regiões do norte da Itália – Piemonte, Lombardia, Veneto, Friuli Venezia-Giulia e Emilia Romagna – cancelaram oficialmente todos os eventos públicos até 1º de março, o que inclui o fechamento de todas as escolas, museus, salas de concertos, igrejas e cinemas. O primeiro-ministro italiano Giuseppe Conte alertou que o surto e o pânico provado pelo vírus estão destinados a ter um impacto “muito forte” na já frágil economia italiana. Como as maiores vendas de bilheteria da Itália estão geograficamente concentradas na região afetada, os efeitos da paralisação da indústria do entretenimento já estão sendo devastadores. As vendas de bilheteria caíram 44% no final de semana passado em comparação com o período anterior. Segundo a ANEC (Associação Nacional de Distribuidores de Cinema), estimada em 850 cinemas ou 1.830 telas, que representam 45% e 48% do total do país, foram fechadas em resposta ao surto. O quatro já levou ao anúncio do adiamento de várias estreias previstas para os próximos dias. Além disso, a Paramount anunciou o cancelamento das filmagens de “Missão: Impossível 7” em Veneza, que deveriam durar três semanas. A produção esperava filmar Tom Cruise em meio ao Carnaval de Veneza, mas até o evento tradicional foi cancelado. O país europeu já registra sete mortes e 229 casos da doença.

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    Vítimas famosas de Weinstein comemoram condenação do produtor nas redes sociais

    24 de fevereiro de 2020 /

    Diversas atrizes que denunciaram o produtor Harvey Weinstein por abuso sexual comemoraram a decisão do juri que o condenou por estupro e agressão sexual nesta segunda (24/2) em Nova York. “Harvey Weinstein é agora um estuprador condenado. Duas sobreviventes choram e comemoram”, escreveu a atriz Asia Argento em seu Instagram. Ela foi a primeira mulher a revelar publicamente ter sido estuprada pelo ex-dono dos estúdios The Weinstein Company, Dimension e Miramax, durante reportagem histórica da revista New Yorker em outubro de 2017, poucos dias após Ashley Judd contar ter sido assediada violentamente por Weinstein na denúncia do jornal New York Times que deu início ao movimento #MeToo. Ashley Judd também se manifestou, agradecendo às mulheres que testemunharam no caso “e atravessaram um inferno traumático”. “Vocês prestaram um serviço público a meninas e mulheres em todos os lugares. Obrigada”, postou no Twitter. Ela foi ecoada por Rose McGowan, igualmente citada na primeira denúncia pública contra Weinstein. “Tenho orgulho das mulheres corajosas que testemunharam e que mataram um monstro na terra. Obrigado ao promotor e júri que não disse basta. Obrigado ao público por examinar as coisas mais profundamente. Posso finalmente expirar”, escreveu. A atriz Rosanna Arquette, outra vítima de Weinstein, postou o print de uma notícia na TV, falando da condenação. Ela acusou o ex-produtor de tentativa de abuso sexual nos anos 1990. A condenação de Weinstein encerra a história aterradora de assédio e violações do ex-todo poderoso de Hollywood, que atravessou décadas atacando jovens atrizes com o subterfúgio de realizar reuniões em seu hotel sobre projetos de cinema. Exercendo sua enorme fortuna e influência para calar as vítimas, Weinstein agiu com impunidade desde os anos 1980, e aquelas que denunciaram seu comportamento no departamento de recursos humanos de suas companhias tiveram a carreira prejudicada por ordens do produtor. Recentemente, o diretor Peter Jackson confirmou que Weinstein difamou Ashley Judd e Mira Sorvino para vetar a escalação delas em sua trilogia “O Senhor dos Anéis”. Mira Sorvino também se manifestou. “Nós, as rompedoras do silêncios, as mulheres a quem Harvey Weinstein causou danos irreparáveis – ​​ao nosso corpo, nossa psique, nossa carreira e sensação de bem-estar – , sabemos a verdade. Harvey fez tudo o que foi acusado várias vezes”. Como a maioria dos ataques aconteceu há muito tempo, nenhuma das atrizes prejudicadas conseguiu levar Weinstein à Justiça. Entretanto, Miriam Haley, uma ex-assistente de produção de Weinstein, e a atriz Jessica Mann foram vítimas mais recentes e conseguiram levar seus denúncias à julgamento, que rendeu a condenação do produtor nesta segunda. Apesar de sua denúncia ter prescrito, a atriz Annabella Sciorra compareceu ao julgamento como testemunha da acusação, detalhando o estupro violento que sofreu nas mãos do produtor. “Falei por mim e com a força das mais de 80 vítimas de Harvey Weinstein em meu coração”, disse ela, em comunicado divulgado após a decisão do júri. Weinstein será sentenciado em 11 de março e pode enfrentar penas que variam de 5 a 25 anos pela condenação por agressão sexual e 18 meses a 4 anos pela condenação por estupro. For the women who testified in this case, and walked through traumatic hell, you did a public service to girls and women everywhere, thank you.#ConvictWeinstein #Guilty — ashley judd (@AshleyJudd) February 24, 2020 I'm proud of the brave women who testified, they have taken out a monster on earth. Thank you to the prosecutor & jury who said not one more. Thank you to the public for examining things more deeply. I can finally exhale — rose mcgowan (@rosemcgowan) February 24, 2020 We the Silence Breakers, we the women to whom Harvey Weinstein did irreparable harm to our bodies, our psyches, our careers and sense of well-being, we know the truth. Harvey did everything he has been accused of many times over.Don’t believe his minions.GUILTY #ConvictWeinstein — Mira Sorvino (@MiraSorvino) February 19, 2020 Ver essa foto no Instagram Harvey Weinstein is now a convicted rapist. Two survivors cry and and celebrate. Thank you God. Thank you to all the brave women. Thank you to the judge and jury in NYC — @samyliscious — this one goes out to you Anthony ❤️ Uma publicação compartilhada por asiaargento (@asiaargento) em 24 de Fev, 2020 às 9:13 PST Ver essa foto no Instagram ⚔️⛓ *CAPTION THIS* ⚔️ ⛓ #HarveryWeinstein #Swinestein #serialrapistconvicted #justice #believewomen ✊🏼 Uma publicação compartilhada por asiaargento (@asiaargento) em 24 de Fev, 2020 às 12:51 PST Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ro (@rosannaarquette) em 24 de Fev, 2020 às 8:47 PST

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    Harvey Weinstein é considerado culpado por agressão sexual e estupro

    24 de fevereiro de 2020 /

    O produtor Harvey Weinstein foi considerado culpado nesta segunda (24/2) por agressão sexual e estupro, em seu julgamento em Nova York. Entretanto, o júri o absolveu de duas acusações de agressão sexual predatória, que poderiam levá-lo à prisão perpétua. Ele será sentenciado em 11 de março e pode enfrentar penas que variam de 5 a 25 anos de prisão pela condenação por agressão sexual e 18 meses a 4 anos pela condenação por estupro. As penas são somadas. O julgamento midiático durou seis semanas e os jurados levaram quatro dias para tomar uma decisão depois de ouvir seis mulheres que forneceram relatos de como Weinstein, um dos produtores mais poderosas de Hollywood durante décadas, usou seu poder e influência para coagi-las a ter encontros sexuais não consensuais com ele. O caso foi considerado por muitos como um momento crucial no movimento #MeToo. O júri condenou Weinstein por ato sexual criminoso em primeiro grau por praticar sexo oral à força em Miriam Haley, uma ex-assistente de produção, e por estupro de terceiro grau no caso da atriz Jessica Mann. Mann, cujas acusações eram centrais no caso, deu um testemunho forte sobre como Weinstein forçou sexo oral, a estuprou e a manipulou para manter um relacionamento degradante, que incluía querer filmá-la fazendo sexo e urinar nela. A promotora Joan Illuzzi-Orbon disse que Weinstein era o “mestre de seu universo”, que tratava as mulheres em sua esfera de poder como “descartáveis” que não reclamavam quando eram “pisadas, cuspidas, desmoralizadas e estuprada e abusadas” pelo outrora poderoso magnata de Hollywood. A acusação também trouxe como testemunha a atriz Annabella Sciorra (“Rainhas do Crime”), que disse sob juramento ter sido estuprada pelo ex-produtor de Hollywood no começo dos anos 1990. Como foi há mais de duas décadas, o caso prescreveu e não poderia ser julgado, mas ela se dispôs a narrar para o júri o que sofreu para demonstrar que o caso das vítimas atuais não era isolado. Seu depoimento foi corroborado pela colega Rosie Perez (“Aves de Rapina”), que confirmou aos jurados que Sciorra lhe contou na época os mesmos detalhes sobre a violência, incluindo que Weinstein havia prendido as mãos dela acima de sua cabeça enquanto a estuprava. Os advogados de Weinstein tentaram convencer os jurados de que foram as mulheres que manipularam ele para ascender profissionalmente e que seus encontros sexuais com ele eram consensuais. A equipe de defesa também tentou desmoralizar os depoimentos das vítimas, questionando as mulheres sobre suas memórias, suas escolhas de vida, suas aparências e suas escolhas de não denunciar a agressão sexual à polícia na época em que aconteceram.

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    Especial de reencontro de Friends é oficializado na HBO Max

    21 de fevereiro de 2020 /

    A Warner Bros Television confirmou a produção de um especial de reencontro do elenco da série “Friends”, que será realizado para o lançamento da plataforma de streaming HBO Max em maio nos EUA. Os seis protagonistas da série clássica, Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matthew Perry, Matt LeBlanc e David Schwimmer, compartilharam o anúncio em suas contas nas redes sociais, de forma exatamente igual e com um único comentário: “Está acontecendo”. “Acho que você pode chamar de “The One Where They All Got Back Together” (aquele em que todos se juntaram de novo)”, disse Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max em comunicado, referindo-se à tradição de batizar os episódios de “Friends” como “The One…” alguma coisa. “Estamos nos reunindo com David, Jennifer, Courteney, Matt, Lisa e Matthew para um especial da HBO Max que será programado junto com o lançamento de todo o catálogo de ‘Friends'”, acrescentou. “Eu conheci ‘Friends’ quando a série estava nos estágios iniciais de desenvolvimento, tive a oportunidade de trabalhar nela e fiquei encantado ao ver como ela continuou encantando espectadores geração após geração. Ela se conectou com uma época em que amigos – e o público – se juntam em tempo real e achamos que esse especial da reencontro capturará esse espírito, unindo os fãs originais e os novos”, completou. O especial será gravado no Stage 24 do estúdio Warner Bros. em Burbank, onde a série foi originalmente produzida. A direção está a cargo de Ben Winston, que também vai produzir ao lado dos criadores de “Friends”, David Crane e Marta Kauffman, e todos os seis astros. Segundo apurou o site da revista The Hollywood Reporter, o elenco negociou em conjunto para que todos os integrantes recebessem o mesmo para participar do especial, num valor entre US$ 2,5 milhões e US$ 3 milhões de cachê para cada um. Mas o formato do especial ainda não ficou claro. A imprensa americana tem afirmado que se trata de um programa não roteirizado. Isto afasta a possibilidade de ser um episódio especial da série, que era, logicamente, roteirizada. As possibilidades incluem entrevistas, depoimentos, reminiscências, comentários de melhores momentos, etc. O conteúdo deve ficar mais claro nas próximas semanas. Ver essa foto no Instagram It’s happening… ⁣ ⁣ ⁣ @hbomax⁣ @courteneycoxofficial⁣ @lisakudrow⁣ @mleblanc⁣ @mattyperry4⁣ @_schwim_ Uma publicação compartilhada por Jennifer Aniston (@jenniferaniston) em 21 de Fev, 2020 às 2:04 PST

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    Carnaval: Leandra Leal homenageia cinema brasileiro com fantasia inspirada em seu primeiro filme

    21 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Leandra Leal resolveu homenagear o cinema brasileiro no Carnaval, fantasiando-se de “A Ostra e o Vento”. Ela postou fotos do look no Instagram, sob o lema “Viva o Carnaval e o cinema nacional”. “A Ostra e o Vento” foi o primeiro filme de sua carreira. Dirigido por Walter Lima Jr. e lançado em 1997, o longa também rendeu os primeiros prêmios internacionais da atriz, que venceu troféus por sua interpretação em festivais de Biarritz (França) e Miami (EUA). “Se não fosse esse filme, nada seria. Vai ter carnaval! Vai ter folia, alegria, arte, folia, cinema e sonho!”, comemorou a estrela, usando ainda a #SeguraOBacurau, em referência ao filme “Bacurau”, de Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho. Ver essa foto no Instagram Look de hoje: #AOstraEOVento😍 Viva o Carnaval e o Cinema Nacional! #Começou #SeguraOBacurau #SemRival ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 💄: @brennomelo ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 👗: @thaysajafet Uma publicação compartilhada por Leandra Leal (@leandraleal) em 21 de Fev, 2020 às 1:56 PST Ver essa foto no Instagram Começou o carnaval 2020! #semrival viva o cinema nacional Homenagem ao meu primeiro filme “A Ostra e o Vento”. Se não fosse esse filme, nada seria. Vai ter carnaval! Vai ter folia, alegria, arte, folia, cinema e sonho! #seguraobacurau #semrival Uma publicação compartilhada por Leandra Leal (@leandraleal) em 21 de Fev, 2020 às 2:35 PST

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    Millie Bobby Brown comemora 16 anos com desabafo contra sexualização de sua infância

    21 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Millie Bobby Brown, a Eleven de “Stranger Things”, resolveu comemorar seus 16 anos, completados na quarta-feira (19/2) com um desabafo no Instagram. Ela compartilhou um vídeo, acompanhado pela nova música de Justin Bieber, “Changes”, em que reproduz diversas imagens de sua vida, desde criança até sua exposição midiática, revelando sua frustração com o tratamento sexualizado e comentários inapropriados que recebeu nos últimos anos. Na legenda, Bobby Brown escreveu: “16 parecia que ia chegar há muito tempo. Sinto que a mudança precisa acontecer não apenas para esta geração, mas para a próxima. Nosso mundo precisa de bondade e apoio para que as crianças cresçam e tenham sucesso. Os últimos anos não foram fáceis, preciso admitir. Há momentos em que fico frustrada com a imprecisão, comentários inapropriados, sexualização e insultos desnecessários que acabaram resultando em dor e insegurança para mim”. Ela acrescentou: “Mas nunca serei derrotada. Vou continuar fazendo o que eu amo e espalhando a mensagem para que mudanças aconteçam. Vamos nos concentrar no que precisa mudar, e espero que este vídeo informe você sobre o que acontece nos bastidores das manchetes e das luzes piscantes. Não se preocupe, sempre vou encontrar uma maneira de sorrir 😉 Vamo nessa 16″. Millie Bobby Brown se tornou uma das indicadas mais jovens da história do Emmy, quando, aos 13 anos, foi indicada por sua atuação em “Stranger Things”. Que ela tenha escolhido “Changes”, de Justin Bieber, e não “Changes”, de David Bowie ou Black Sabbath, diz muito sobre sua pouca idade. Ver essa foto no Instagram 16 has felt like a long time coming. i feel like change needs to happen for not only this generation but the next. our world needs kindness and support in order for us children to grow and succeed. the last few years haven't been easy, I'll admit that. there are moments i get frustrated from the inaccuracy, inappropriate comments, sexualization, and unnecessary insults that ultimately have resulted in pain and insecurity for me. but not ever will i be defeated. ill continue doing what i love and spreading the message in order to make change. let's focus on what needs changing and I hope this video informs you on the things that go on behind the scenes of the headlines and flashing lights. dont worry I'll always find a way to smile 😉 leggo 16 ♡. Uma publicação compartilhada por mills (@milliebobbybrown) em 19 de Fev, 2020 às 4:49 PST

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    Atrizes gravam vídeo em repúdio à falta de decoro de Bolsonaro

    21 de fevereiro de 2020 /

    O coletivo 342Artes, liderado pela produtora Paula Lavigne, produziu um vídeo que reuniu artistas e jornalistas mulheres num manifesto de repúdio ao machismo e falta de decoro de Jair Bolsonaro, em apoio à repórter Patricia Campos Mello, da Folha de S. Paulo, que foi ofendida pelo presidente. No vídeo, aparecem as atrizes Alinne Moraes, Fernanda Lima, Cláudia Abreu, Sophie Charlote, Débora Nascimento, Elisa Lucinda e Júlia Lemmertz, as jornalistas Maíra Azevedo, Milly Lacombe e Astrid Fontenelle; as cantoras Zélia Duncan e Majur; e Mônica Benício, viúva de Marielle Franco, entre outras. A manifestação gravada é acompanhada de um texto texto: “Exigimos respeito. Bolsonaro não pode mais seguir quebrando o decoro de forma impune. Patricia Campos Mello é uma jornalista séria e seu trabalho não pode ser desmoralizado. Não iremos tolerar mais ataques à liberdade de imprensa e à democracia”. A fala de Bolsonaro aconteceu na terça-feira (18/2) ao comentar o depoimento de Hans River, ex-funcionário da Yacows, agência de disparos de mensagens em massa por WhatsApp, na CPI das Fake News no Congresso, e após direcionar, em dois dias seguidos, gestos ofensivos – “bananas” – para a imprensa. A Folha de S. Paulo, que emprega Patricia Campos Mello, emitiu nota afirmando que o presidente da República “agrediu” a profissional e todo o jornalismo e “vilipendiou a dignidade, a honra e o decoro que a lei exige do exercício da Presidência”. Ele também foi retratado como “O Senhor das Bananas” na capa da revista IstoÉ, que pediu um “Basta”. Patricia Campos Mello é uma jornalista reconhecida internacionalmente, vencedora do Prêmio Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Prêmio Internacional de Jornalismo Rei de Espanha, Grande Prêmio Petrobras de Jornalismo, Prêmio Internacional de Liberdade de Imprensa do Comitê de Proteção de Jornalistas (International Press Freedom Award – Committee to Protect Journalists) e o Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos.

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    Guerra Cultural: Servidores da Cultura divulgam carta aberta contra política de Bolsonaro para o setor

    21 de fevereiro de 2020 /

    A Associação dos Servidores do Ministério da Cultura, que mantém o nome original apesar do Ministério ter virado Secretaria da Cultura, divulgou uma carta aberta em protesto contra a “política cultural” do governo Bolsonaro após uma assembleia de seus integrantes realizada nesta semana, que também contou com funcionários do Iphan e da Fundação Palmares. O documento, endereçado à sociedade, critica o “esvaziamento e o desmonte do setor” que vem ocorrendo “desde o início de 2019”, e também o “comprometimento ideológico autoritário e fascista” de dirigentes da área, que ameaçam as políticas públicas de Cultura. “A área da Cultura do Governo Federal (…) tem vivido um momento de turbulência política e administrativa. O reflexo pode ser visto na extinção do Ministério da Cultura, na diminuição do orçamento e consequente estagnação na execução de ações; na falta de diretrizes para o setor; na descontinuidade de políticas de estado como o Plano Nacional de Cultura e o Sistema Nacional de Cultura, entre outros”, diz o documento, que segue. “Como se não bastasse, o envolvimento dos dirigentes das instituições de cultura com atos de censura, perseguição, comprometimento ideológico autoritário e fascista vem ameaçando o propósito de uma política pública em consonância com o disposto na Constituição Federal de 1988, em seus artigos 215 e 216”. O desmonte do setor, que vem ocorrendo desde o início de 2019, teria começado com a transformação “desastrosa” do antigo Ministério da Cultura em pasta do Ministério da Cidadania, alegando que, desde então, “os recursos são priorizados para projetos de assistência social, e as políticas de Cultura acabam ficando em segundo plano”. Segundo o documento, nos mais de 30 anos de existência do Ministério da Cultura, as políticas culturais fomentaram a valorização da identidade nacional por meio do apoio de diversas áreas, como o cinema e às artes, por exemplo. Entretanto, atualmente há uma “tentativa de transformar a área da Cultura em um espaço de doutrinação e censura pelos recentes gestores nos últimos meses” e que isso deve ser combatido, afirmando que os funcionários da área da Cultura não admitirão esse tipo de atuação. Leia a carta na íntegra: Prezado Cidadão, A área da Cultura do Governo Federal, a qual inclui as políticas públicas para os museus, o patrimônio cultural, as manifestações artísticas, cênicas, literárias, audiovisuais, além de acervos bibliográficos de extrema importância para a história e a memória do Brasil, tem vivido um momento de turbulência política e administrativa. O reflexo pode ser visto na extinção do Ministério da Cultura, na diminuição do orçamento e consequente estagnação na execução de ações; na falta de diretrizes para o setor; na descontinuidade de políticas de estado como o Plano Nacional de Cultura e o Sistema Nacional de Cultura, entre outros. Como se não bastasse, o envolvimento dos dirigentes das instituições de cultura com atos de censura, perseguição, comprometimento ideológico autoritário e fascista vem ameaçando o propósito de uma política pública em consonância com o disposto na Constituição Federal de 1988, em seus artigos 215 e 216. No mundo contemporâneo, a área da Cultura é responsável por metas do desenvolvimento socioeconômico dos países, tendo um papel significativo em setores como o turismo e a educação. No Brasil, nos mais de 30 anos de existência do Ministério da Cultura, as políticas culturais fomentaram a valorização da identidade nacional por meio do apoio às expressões da cultura popular, ao cinema, às artes, à formação de público, à ampliação de equipamentos culturais, à apropriação social do patrimônio cultural, ao incentivo da iniciativa privada às produções artísticas – são estes alguns exemplos. O Ministério da Cultura, desde sua criação em 1985, primou pela liberdade de expressão e criação fora e dentro da instituição. Aqui é importante destacar que, ao longo das décadas, o estabelecimento de quadro de servidores qualificados tecnicamente, que ingressaram por meio de concurso público, possibilitou a defesa e a execução de projetos e ações voltados a todos os públicos, sendo movidos pela riqueza dos saberes e práticas culturais que conectam os diversos grupos e comunidades que configuram a sociedade brasileira. Ressaltamos que a área da Cultura, em todas as suas dimensões, tem por obrigação o desenvolvimento de políticas que se destinem a toda a população, e que não estejam contaminadas por interesses particulares, credos específicos ou ideologia que suprima as liberdades e os direitos culturais. E nós, como prestadores do serviço público nesta área, devemos cumprir com as atribuições do estado democrático de direito e assegurar à sociedade uma oferta de projetos e programas que seja ampla e diversa como é o Brasil, sem filtros religiosos, filosóficos ou políticos. A desastrosa alocação do setor no Ministério da Cidadania demonstrou que políticas culturais não cabem no arcabouço assistencialista daquela pasta. A forma de organização e implementação das políticas diferem de tal maneira que inviabilizam qualquer tipo de atuação conjunta. Os recursos são priorizados para projetos de assistência social, e as políticas de cultura acabam ficando em segundo plano. Os servidores já haviam se posicionado da seguinte forma: “A junção da pasta da Cultura com outras políticas que diferem essencialmente na forma de implantação, princípios, modelos e atuação tem impedido a continuidade /de uma proposta efetivamente cidadã, voltada para processos mais humanos nas suas relações políticas e sociais.” Fonte: AsMinC: Os Servidores da Cultura e o Papel na Construção de Uma Dimensão Ampla para o Setor Cultura, Desmonte do Estado e Desenvolvimento: AFIPEA-2019. Não devemos retroceder! A pouco expressiva economia em despesas administrativas e de custeio, ou na insignificante redução de cargos, não é argumento suficiente para a extinção do Ministério da Cultura sob a forma da Secretaria Especial da Cultura: são perdas irreparáveis o esvaziamento e o desmonte do setor, que vêm ocorrendo paulatinamente desde o início de 2019. Além disso, a tentativa de transformar a área da Cultura em um espaço de doutrinação e censura pelos recentes gestores nos últimos meses deve ser combatida. Os servidores da Cultura não admitem esse tipo de atuação, conclamando a sociedade a se juntar na defesa das instituições públicas e na formação de um quadro de gestores que estejam preparados técnica e eticamente para os cargos. Acreditamos que é possível retomar a construção de uma política de estado no setor e nos colocamos à disposição para apoiar o trabalho, utilizando os critérios técnicos e administrativos que fazem parte da prática do quadro de servidores da Cultura. Assembléia da Associação dos Servidores do Ministério da Cultura de 19/2/2020

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