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    Ava DuVernay fará live com cineastas negros brasileiros

    9 de abril de 2020 /

    A cineasta americana Ava DuVernay (“Uma Dobra no Tempo”) vai realizar uma live nesta quinta (9/4), no Instagram, em que vai conversar com vários cineastas negros brasileiros. O evento quer dar visibilidade para os jovens diretores negros do cinema brasileiro – roteiristas, diretores, atores e produtores – e discutir a falta de diversificação na indústria cinematográfica e na televisão. A live será transmitida no perfil do Instagram da ONG Array, focada na divulgação de obras de cineastas “de cor” (não brancos), a partir das 19h. O evento é uma resposta da ONG ao comentário da escritora Antonia Pellegrino, criadora da vindoura série sobre a vereadora Marielle Franco, que disse ter escolhido o diretor José Padilha (“Tropa de Elite”) para o projeto porque “o Brasil não tem um Spike Lee ou uma Ava DuVernay”. A lista tem 10 mulheres (Carol Rodrigues, Day Rodrigues, Everlane Moraes, Jessica Queiroz, Joyce Prado, Juliana Vicente, Renata Martins, Sabrina Fidalgo, Safira Moreira, Viviane Ferreira) e um homem (Gabriel Martins), mas apenas dois fizeram longa-metragem – Gabriel codirigiu o filme “No Coração do Mundo” (2019) e Viviane apresentou seu primeiro longa, “Um Dia com Jerusa”, em janeiro na Mostra de Tiradentes. As outras nove cineastas são curta-metragistas, com carreiras paralelas nas áreas de produção e roteiro, inclusive de séries. Ava DuVernay também começou como curta-metragista e foi a primeira mulher negra a ganhar o prêmio de melhor direção em Sundance, por “Middle of Nowhere” (2012). Também foi a primeira diretora negra indicada ao Globo de Ouro e ao Oscar, por “Selma: Uma Luta pela Igualdade” (2014). E venceu o Emmy de Melhor Direção no ano passado pela minissérie “Olhos que Condenam” (When They See Us), da Netflix. Seu próximo filme será a superprodução da Warner “Novos Deuses”, adaptação dos quadrinhos homônimos da DC Comics. Ver essa foto no Instagram Join us Thursday @ 3pm PST for #ARRAYVoices IG Live conversation with emerging Afro-Brazilian Filmmakers sharing their journey as creatives! 🇧🇷🎬 Featuring: Carol Rodrigues | @carolrodriguescinema Day Rodrigues | @dayrodrigues_art Everlane Moraes | @everlane.moraes Jessica Queiroz | @jessicanqueiroz Joyce Prado | @joyceprado_cine Juliana Vicente | @Ju_vic Renata Martins | @recine12 Sabrina Fidalgo | @sabrinafidalgoo Safira Moreira | @moreirasafira Viviane Ferreira | @aquatuny Gabriel Martins | @gabitomartins Uma publicação compartilhada por ARRAY (@arraynow) em 6 de Abr, 2020 às 4:30 PDT

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    Netflix Brasil recomenda séries das plataformas rivais nas redes sociais

    9 de abril de 2020 /

    Para estimular as pessoas a ficarem em casa como precaução contra a pandemia de coronavírus, vale tudo, até falar bem da concorrência. Foi o que fez a Netflix Brasil, ao divulgar em suas redes sociais o conteúdo de plataformas rivais de streaming. Em três posts consecutivos, a Netflix recomendou a seus assinantes que busquem conteúdos também na HBO GO, Amazon Prime Video, Globoplay e Telecine, ressaltando que o último tem todos os filmes de Harry Potter, algo cobrado por seu público há algum tempo. A Globoplay aproveitou para entrar no espírito, ao dizer que se tem a casa mais vigiada do Brasil, a residência do “Big Brother”, a Netflix tem “La Casa de Papel”, e o importante é mesmo ficar em casa. Veja abaixo. Se você gosta de Black Mirror, provavelmente vai gostar de Years and Years, da @HBO_Brasil. Se prefere Orange Is The New Black, você deve gostar de Fleabag, do @PrimeVideoBR. — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 8, 2020 Se gostou de Atypical, talvez você goste de The Good Doctor, do @globoplay. Mas se o que você gosta é de me encher no Twitter, a @redetelecine tem sete filmes de Harry Potter disponíveis. — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 8, 2020 Se temos algo em comum são as nossas casas, né sister? Você tem La Casa de Papel e eu tenho La Casa mais vigiada do Brasil. O importante nesse momento é ficar em 🏠! — globoplay em 🏠 (@globoplay) April 8, 2020

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    Empresa de filmes de Brad Pitt fecha parceria de produção com a Warner

    8 de abril de 2020 /

    A produtora Plan B, fundada por Brad Pitt, fechou um contrato de parceria, no estilo “first-look”, com a Warner Bros. Pictures. Isso significa que a Warner terá prioridade para avaliar projetos da produtora antes dos demais estúdios e decidir se deseja realizar os filmes. Além disso, também será responsável pela distribuição global das obras da Plan B, que até recentemente era parceira da Annapurna Pictures. Pitt fundou a Plan B em 2002 com seus sócios Dede Gardner e Jeremy Kleiner, e já produziu três longas vencedores do Oscar, “Os Infiltrados” (2006), “12 Anos de Escravidão” (2013) e “Moonlight: Sob a Luz do Luar” (2016). “Brad, Jeremy e Dede são cineastas extraordinários. Seu histórico de excelência fala por si mesmo. Estamos muito animados para colaborar com eles nos filmes dinâmicos e singulares pelos quais são conhecidos”, disse um comunicado assinado por Toby Emmerich, presidente da Warner Bros. Pictures, e Courtenay Valenti, presidente de produção e desenvolvimento da empresa. Os próximos lançamentos da Plan B, produzidos antes da assinatura do contrato, são drama político “Irresistible”, de Jon Stewart, “Kajillionaire”, da diretora Miranda July, e “Minari”, de Lee Isaac Chung, premiado no Festival de Sundance 2020.

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  • Etc

    Disney+ (Disney Plus) atinge 50 milhões de assinantes mundiais

    8 de abril de 2020 /

    O serviço de streaming Disney+ (Disney Plus) ultrapassou os 50 milhões de assinantes pagos em todo o mundo, informou a Walt Disney Co. nesta quarta-feira (8/4). A marca foi atingida cinco meses após o lançamento do serviço e poucos dias após sua chegada na Europa, em 24 de março, quando ficou disponível no Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e outros países, além da Índia, onde foi lançado em 3 de abril. Só o lançamento na Índia – realizado em conjunto com o serviço Hotstar, adquirido na compra dos ativos da Fox – representou cerca de 8 milhões de novos assinantes para a Disney +, em apenas cinco dias. “Estamos realmente sensibilizados pelo fato de a Disney+ (Disney Plus) estar ressonando entre milhões de pessoas em todo o mundo e acreditamos que isso é um bom presságio para nossa expansão contínua na Europa Ocidental e no Japão e em toda a América Latina no final deste ano”, disse Kevin Mayer, presidente do departamento direct-to-consumer da Walt Disney. “Grandes histórias inspiram e elevam, e estamos em uma posição privilegiada de poder oferecer uma vasta gama de ótimos conteúdos de entretenimento focados em alegria e otimismo no Disney+ (Disney Plus)”, completou, em comunicado. Ao atingir a marca de 50 milhões, a Disney+ (Disney Plus) já deixou para trás o serviço Hulu, seu irmão corporativo, que tem um pouco mais de 30 milhões de assinantes. A diferença é que o Hulu só está disponível na América do Norte. Mas o rápido avanço já supera expectativas iniciais. Quase dobrou sua base desde a última vez que divulgou seu número de assinantes, no início de fevereiro. E já reuniu uma audiência que é quase um terço do tamanho da Netflix, que começou a oferecer streaming há mais de uma década. A Disney não disse se atribui parte do crescimento recente do serviço à pandemia de coronavírus, que paralisou a vida cotidiana em todo o mundo e causou um aumento nas visualizações de streaming. A plataforma, que teve 10 milhões de inscrições nos EUA nas primeiras 24 horas de disponibilidade, oferece uma vasta biblioteca de programação, com muitas séries e filmes do catálogo da Disney, mas pouco material exclusivo. Por enquanto, o maior atrativo é “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”. Outras produções badaladas, como séries derivadas dos filmes da Marvel, tiveram as gravações suspensas devido à crise sanitária mundial.

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    Ricos de Amor: Comédia romântica com Giovanna Lancellotti ganha trailer

    8 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Ricos de Amor”, comédia romântica brasileira estrelada por Danilo Mesquisa (“Spectros”) e Giovanna Lancellotti (“Tudo por um Pop Star”). Na trama, o jovem Teto (Danilo Mesquita) é filho do poderoso Teodoro (Ernani Moraes), um empresário bem-sucedido conhecido como “O Rei do Tomate”. Teto leva uma vida de playboy até conhecer Paula (Giovanna Lancellotti), uma estudante de medicina que luta por sua própria independência. E para conquistá-la, mente sobre as suas origens e acaba se atrapalhando para manter a farsa de ser pobre. A prévia também mostra o DJ Alok, em participação especial no filme, interpretando a si mesmo. O elenco ainda inclui Fernanda Paes Leme, Lellê, Bruna Griphao, Jeniffer Dias e Jaffar Bambirra. Dirigido por Bruno Garotti (“Cinderela Pop”), “Ricos de Amor” estreia em 30 de abril na plataforma.

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  • Etc

    Olivia Wilde reúne doutores da TV em vídeo de apoio aos médicos da vida real

    8 de abril de 2020 /

    A atriz e cineasta Olivia Wilde reuniu algumas das maiores estrelas de séries médicas da TV americana num vídeo postado na terça (7/4), Dia Mundial da Saúde, para agradecer aos médicos da vida real, que estão na linha de frente do combate ao novo coronavírus. Para quem não lembra, Wilde interpretou Thirteen (Treze), médica da série “House”. O vídeo reúne outros cinco integrantes da atração (Omar Epps, Jennifer Morrison, Lisa Edelstein, Peter Jacobson e Kal Penn), além de “doutores” de outras séries famosas, como “Grey’s Anatomy” (Patrick Dempsey, Sandra Oh e Kate Walsh), “E.R./Plantão Médico” (Maura Tierney e Julianna Margulies), “Scrubs” (Zach Braff, Donald Faison e Sarah Chalke), “Nurse Jackie” (Eddie Falco), “Tal Pai, Tal Filho” (Neil Patrick Harris) e a novata “The Good Doctor” (Freddie Highmore”), além de Jennifer Garner, que interpretou uma médica no filme “Clube de Compras Dallas”; “Em nome de médicos falsos em todos os lugares, queremos agradecer aos super-heróis reais da saúde na linha de frente desta crise. Neste Dia Mundial da Saúde, considere fazer uma doação para comprar recursos essenciais para esses socorristas que estão arriscando suas vidas por nós”, escreveu ela, pedindo ajuda para a campanha Firt Responders First, que visa doar materiais e recursos aos profissionais da saúde que lidam diretamente com os infectados nos EUA. Veja o vídeo abaixo. Ver essa foto no Instagram On behalf of fake doctors everywhere, we want to thank the actual healthcare superheroes on the front lines of this crisis. On this #worldhealthday please consider donating to buy essential resources for these first responders who are risking their lives for us. Thriveglobal.com/firstresponders #firstrespondersfirst ELBOW BUMPS to my favorite fake docs : @patrickdempsey @nph @donald_aison @zachbraff Julianna Margulies Maura Tierney @_sarahchalke @ediefalco @lisaedelstein @jennifermorrison @omarepps @realpjacobson @kalpenn @iamsandraohinsta @katewalsh @freddiehighmore @jennifer.garner And my friend and super-editor @jamie_egan !!! Uma publicação compartilhada por Olivia Wilde (@oliviawilde) em 7 de Abr, 2020 às 4:35 PDT

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  • Etc,  Filme

    Allen Garfield (1939 – 2020)

    8 de abril de 2020 /

    O ator Allen Garfield, que trabalhou em vários filmes de Brian De Palma, Francis Ford Coppola e Wim Wenders, morreu na terça (7/4) devido a complicações causadas por covid-19. Ele tinha 80 anos. Nascido Allen Goorwitz em 22 de novembro de 1939, em Newark, Nova Jersey, ele foi boxeador amador, estudou com Lee Strasberg e Elia Kazan no Actors Studio, em Nova York, e começou a carreira no teatro, antes de aparecer pela primeira vez no cinema em 1968, na comédia erótica “Orgy Girls ’69”. Ele fez carreira no cinema underground, com papéis nos primeiros filmes de Brian De Palma, “Quem Anda Cantando Nossas Mulheres” (1968), “Olá, Mamãe!” (1970) e “O Homem de Duas Vidas” (1972). Também participou do cult “Putney Swope” (1969), produção contracultural de Robert Downey, o pai do ator de “Homem de Ferro”, e em comédias sobre o amor-livre, como “O Corujão e a Gatinha” (1970), de Herbert Ross, e “Procura Insaciável” (1971), de Milos Forman. A lista de participações em obras que refletiram e marcaram sua época inclui “Bananas” (1971), de Woody Allen, “A Organização” (1971), de Don Medford, o impactante “O Candidato” (1972), de Michael Ritchie, em que Robert Redford disputava uma eleição para o Senado dos EUA, o clássico “Nashville” (1975), de Robert Altman, e o suspense “A Conversação” (1974), que inaugurou sua parceria com Francis Ford Coppola – continuada nos musicais “O Fundo do Coração” (1981) e “Cotton Club” (1984). Além de trabalhar com alguns dos principais nomes da então chamada “Nova Hollywood”, Garfield ainda atuou na comédia “Primeira Página” (1974), de um dos maiores mestres da velha Hollywood, Billy Wilder. Sua filmografia se manteve impressionante até o fim, seguindo com o cultuado “O Substituto” (1980), de Richard Rush, e duas produções do alemão Win Wenders, o clássico “O Estado das Coisas” (1982) e “Até o Fim do Mundo” (1991), sem esquecer sua fase de blockbusters com “Um Tira da Pesada II” (1987), de Tony Scott – viveu o chefe de polícia Harold Lutz – , e “Dick Tracy” (1990), de Warren Beaty. Vieram muitos outros filmes, de maior ou menor destaque, até que Garfield sofreu um derrame enquanto filmava o terror “O Último Portal” (1999), de Roman Polanski. Mesmo assim, ele retornou em “Cine Majestic” (2001), de Frank Darabont. Mas em 2004 teve um segundo ataque, que o deixou incapacitado. Desde então, o ator vivia no asilo Motion Picture Country House and Hospital, dedicado a cuidar de atores aposentados.

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  • Etc,  Filme

    Recluso há anos, Jean-Luc Godard faz live de quase duas horas no Instagram

    7 de abril de 2020 /

    Recluso há muitos anos, sem dar sequer entrevistas presenciais, Jean-Luc Godard surpreendeu o mundo por participar nesta terça (7/4) de uma live no Instagram, que durou quase duas horas – 1h40, para ser preciso. Em bate-papo com Lionel Baier, diretor da ECAL (Escola de Arte de Lausanne), Godard falou de cinema, linguagem, literatura, pintura, palavra e ciência nesses tempos de coronavírus, sem sair de sua casa em Rolle, na Suíça. Vale lembrar que, antes disso, sua última entrevista pública tinha sido por meio de Facetime, no Festival de Cannes de 2018, quando também falou com a imprensa sem sair de casa. Na ocasião, competia pela Palma de Ouro com o filme experimental “Imagem e Palavra”. Godard iniciou a conversa lamentando o cancelamento dos tradicionais torneios de tênis de Wimbledom e Roland Garros, que acompanhava pela TV. Questionado sobre o que estava vendo na TV, ele confessou que não assiste muito à programação. “Mas às vezes vejo se passa algum filme antigo que quero rever”, ressaltou. E seguiu seus comentários com um raciocínio picotado, saltando entre temas ou retomando assuntos anteriormente abordados, num fluxo muitas vezes desencontrado. Por exemplo, quando o diretor lembrou do trabalho do fotógrafo francês Pierre Bonnard (1867-1946), observou: “Pintar com o pincel não é a mesma coisa que escrever (com um lápis), é outra forma de expressão. A linha da escrita (faz mímica) diz quase nada. A sala escura (de revelação de fotos) é como a caverna do Platão, a gente fixa a realidade sobre o papel.” E quando Baier perguntou se a ideia da caligrafia e da escrita era uma coisa plástica em seu trabalho, saiu-se assim: “Sim. O primeiro livro de filosofia que me marcou foi do Brice Parain (que participou do filme ‘Viver a Vida’, do próprio Godard), escritor e filósofo francês que escreveu ‘Recherches sur la nature et le fonction du language’ (1943). Para mim, a linguagem não é o idioma. Talvez um ou outro sejam diferentes, com origens únicas, como o basco (euskera) e o finlandês. A linguagem é outra coisa, como a pintura e todos os grande escritores, como James Joyce, que buscavam ir mais além do que é a língua falada. Meu último filme é um pouco primitivo, mas a palavra é minha voz, vem da minha garganta, não da minha língua. A pintura é ação com a mão. Escrever no computador não é.” Ele ainda comparou o cinema com a ciência. “O cinema é um pouco como um antibiótico.” E relembrou do passado, admitindo sentir falta de conversar sobre cinema com colegas da nouvelle vague, como Eric Rohmer, Jacques Rivette e François Truffaut, todos já falecidos. Veja abaixo a íntegra da live, em francês.

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    Plataforma Quibi chega no Brasil de surpresa

    7 de abril de 2020 /

    A plataforma Quibi ganhou lançamento-surpresa no Brasil. Sem nenhum alarde, zero marketing e nenhuma informação adicional, o serviço de streaming para celulares começou a funcionar em território nacional na segunda-feira (6/4), simultaneamente a sua inauguração nos EUA. A chegada do serviço também se dá sem nenhum esforço dos responsáveis para adaptar o conteúdo ao Brasil. Não há legendas nem dublagem em português. As legendas só estão disponíveis em inglês e em espanhol. A falta de empenho para lançar o serviço no país contrasta com o investimento milionário feito para tornar o negócio conhecido na América do Norte. De fato, é apenas graças a isso que o público brasileiro pode ter alguma noção do que se trata. Em resumo, Quibi aspira ser uma Netflix de celular. Seu conteúdo é feito para dispositivos móveis e já está disponível nas lojas digitais de aplicativos. O nome da plataforma vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços), que o marketing da companhia buscou tratar como sinônimo de conteúdo rápido nos comerciais americanos de seu lançamento. O conceito do novo serviço é apresentar programas de até 10 minutos, tendo como público-alvo todos que têm um celular e que consomem vídeos curtos em transportes públicos ou durante pausas no expediente para tomar um café e ir ao banheiro. A proposta é claramente o oposto da que gerou o fenômeno comportamental por trás do sucesso da Netflix: as maratonas que, ao vararem noites, mudaram os hábitos de consumo de séries. Mas o YouTube faz sucesso com vídeos curtos. O que diferencia o Quibi da profusão de conteúdo gratuito do portal de vídeos do Google é que seus programas tem produção profissional. Para isso, foram investidos US$ 1,75 bilhão em projetos de estúdios como Sony Pictures, Disney e Warner Bros. O negócio é encabeçado por Jeffrey Katzenberg, ex-presidente da Disney e fundador da Dreamworks Animation, que, graças às suas conexões na indústria de entretenimento, construiu um portfólio impressionante de produções para lançar sua plataforma. Há projetos de Steven Spielberg, Sam Raimi, Guillermo del Toro, Jennifer Lopez, Reese Witherspoon e muitos outros pesos-pesados de Hollywood. Isto tem custo. No Brasil, a assinatura é R$ 32,90, bastante caro quando se compara com a concorrência “convencional” e especialmente diante do preço cobrado nos EUA (US$ 5 com anúncios e US$ 8 sem comerciais). Mas o serviço resolveu oferecer três meses de acesso gratuito para quem tiver curiosidade. Uma das inovações do Quibi em relação ao YouTube e o TikTok é a tecnologia que permite assistir aos vídeos tanto na vertical quanto na horizontal, num formato adaptável sua tela. O serviço também oferece a opção de adicionar programas numa lista pessoal, baixar para assistir offline e encontrar fichas de informações sobre o elenco e a produção. A tecnologia inovadora, por sinal, motivou processo nos EUA. A empresa Eko entrou na justiça por suposto roubo de propriedade intelectual, alegando que fez uma demonstração de sua tecnologia para vários empregados da Quibi, inclusive Katzenberg, e de repente a plataforma anunciou ter sua própria solução, desenvolvida internamente, que era exatamente igual a dela. Apesar do processo, a Eko não conseguiu impedir o lançamento da Quibi, que era seu objetivo inicial. Mesmo em sua estreia, a Quibi oferece um catálogo gigante, iniciando com cerca de 50 produções, de um total planejado de 175 títulos em seu primeiro ano. Há de tudo um pouco, de reality shows a “filmes em capítulos” (séries que tem duração de um filme, só que dividido em fatias de 10 minutos). Novos episódios são disponibilizados todos os dias, e novos programas vão estrear às segundas-feiras. Algumas das melhores séries do Quibi, como “Survive”, estrelada por Sophie Turner, e “Most Dangerous Game”, com Liam Hemsworth, funcionariam melhor na TV, onde sua tensão poderia ganhar dimensões mais adequadas. Mas, infelizmente, o serviço não oferece opção de retransmitir seu conteúdo para o computador ou televisão, como outros aplicativos de streaming. E, por isso mesmo, acaba se tornando uma experiência individual. O que não é exatamente a melhor opção para um período de quarentena como o atual. De fato, o isolamento social não parece combinar com esse tipo de serviço, considerando que a maioria da população está em suas casas, assistindo filmes e maratonando séries em família – Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, já confirmou publicamente que seu negócio está atingindo recordes históricos de audiência. Também vale lembrar que o Snapchat – quem lembra do Snapchat? – tentou oferecer esse mesmo tipo de serviço em 2018. Chamadas de Snapchat Originals, as produções de episódios curtos foram descontinuadas por falta de público. Claro que o Quibi pode aperfeiçoar seu formato, oferecer acesso à transmissão na TV ou se concentrar em produções não seriadas, como o revival de “Punk’d”, um programa de pegadinhas da antiga MTV, e a novidade “Chrissy’s Court”, um reality que transforma a modelo Chrissy Teigen em juíza de disputas irrelevantes. Auto-contidos, os episódios desse tipo de atração não dependem de continuidade e podem ser consumidos sem compromisso, o que parece mais adequado à proposta do serviço. Afinal, Quibe tem verba maior que o Snapchat para dar certo. Veja abaixo um comercial do conteúdo já disponível na nova plataforma.

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    Matthew McConaughey participa de bingo virtual com moradores de asilo

    7 de abril de 2020 /

    O ator Matthew McConaughey resolveu realizar uma sessão de bingo virtual, por videoconferência, para o principal grupo de risco do coronavírus. O vencedor do Oscar juntou-se a sua mãe, Kay, a esposa Camila Alves e seus filhos, para animar a noite de um grupo de moradores de um asilo de idosos dos Estados Unidos. Um vídeo da sessão foi compartilhado pela Spectrum Retirement Communities, entidade que ajuda pessoas mais velhas a criar novas comunidades e amizades ao redor do país. A ideia é inspirar outros idosos a manterem contatos com os amigos via tecnologia de vídeo, e até se divertir com jogos coletivos. Na publicação, os responsáveis pelo asilo agradeceram ao ator e à família. “Obrigado ao Matthew, à sua mulher Camila e à sua mãe Kay por receberem nossos moradores para algumas rodadas de bingo virtual. Nossos moradores se divertiram muito jogando, e eles amaram falar com Matthew sobre sua herança familiar e seu drink favorito.”

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    Love 101: Série turca adolescente ganha trailer legendado da Netflix

    7 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Love 101” (Ask 101), sua nova série adolescente que tem um diferencial. É uma produção turca. A prévia, que pode ser conferida abaixo, mostra alunos problemáticos e sem controle de uma escola do Ensino Médio. Os atores são claramente mais velhos que a idade dos personagens, mas o clima evoca um dos grandes sucessos internacionais da plataforma: a série espanhola “Elite” A trama se passa nos anos 1990 na Turquia, e acompanha um grupo de alunos que se une com o objetivo de fazer com que sua professora favorita se apaixone e decida não se mudar de cidade. Caso ela se mude, o diretor tem planos de expulsá-los da escola. A 1ª temporada terá oito episódios e estreia na Netflix em 24 de abril.

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    Bruce Willis e Demi Moore compartilham quarentena juntos

    6 de abril de 2020 /

    Separados há mais de 20 anos, Bruce Willis e Demi Moore estão passando juntos a quarentena preventiva contra a pandemia do novo coronavírus. A revelação veio à tona quando uma das filhas do casal compartilhou uma foto em que eles aparecem combinando o mesmo modelo de pijamas, em casa. Quem publicou o clique foi Tallulah Willis, de 26 anos. “Caótico neutro”, escreveu ela na legenda do post desta segunda (6/4), que também enquadra seu namorado Dillon Buss e sua irmã Scout, de 28 anos. Uma segunda imagem, postada na página de Dillon, acrescenta ao isolamento o namorado de Scout, Jake Miller, numa imagem em que todos compartilham os mesmos modelos de pijamas. Bruce e Demi formaram um dos casais mais badalados de Hollywood. Eles ficaram casados de 1987 até o início dos anos 2000 e, além de Scout e Tallulah, também são pais de Rumer, de 31 anos. Demi atualmente está solteira, depois de um relacionamento longo com o também ator Ashton Kutcher. Mas Bruce recentemente renovou os votos de casamento com a esposa Emma Hemming em uma cerimônia realizada no Caribe. Ele tem mais duas filhas pequenas com Emma, Mabel e Evelyn, de oito e seis anos de idade. Ver essa foto no Instagram chaotic neutral Uma publicação compartilhada por tallulah (@buuski) em 6 de Abr, 2020 às 1:35 PDT

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    Roseanne Barr “descobre” que coronavírus é plano para eliminar sua geração

    6 de abril de 2020 /

    A comediante Roseanne Barr, atualmente mais conhecida por propagar teorias de conspiração da extrema direita na internet, descobriu qual é o objetivo da pandemia de coronavírus que vem matando milhares de pessoas em todo o mundo. Segundo Roseanne, a doença faz parte de um plano para matar as pessoas mais velhas, eliminando a geração conhecida como “baby boomer”. Ela compartilhou sua descoberta numa live do também comediante Norm Macdonald. “Você sabe o que é, Norm? Acho que eles estão apenas tentando se livrar de toda a minha geração”, disse Roseanne. “As garotas boomers que, você sabe, são viúvas hoje. Elas herdaram o dinheiro, então eles foram onde quer que o dinheiro estivesse e descobriram uma maneira de obtê-lo das pessoas”, completou Barr, sem deixar claro quem seriam “eles” ou como o dinheiro será obtido com a morte das viúvas. Barr também contou que está usando o tempo livre na quarentena para trabalhar em um processo contra Hollywood. Ela não superou o fato de ter sido demitida de sua própria série, “Roseanne”, pela presidente da rede ABC após disparar um tuíte racista contra uma ex-integrante do governo de Barack Obama. Na época, a comediante também foi dispensada por sua agência, a ICM Partners. A ABC chegou a resgatar a série, rebatizando-a de “The Conners”, sem participação de Roseanne. “Agora tenho tempo para pesquisar e propor a ação perfeita”, contou Barr. Veja a conversa entre Roseanne e Macdonald no vídeo abaixo.

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