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Etc

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10 de agosto de 2026
  • Etc,  Filme,  Série

    Josh Gad, voz de Olaf, revela que sua família não aguenta mais o personagem

    29 de maio de 2020 /

    Josh Gad, que dá voz ao boneco de neve Olaf em “Frozen”, contou que sua família já não aguenta mais o personagem. Ao participar do programa britânico de entrevistas “Graham Norton Show”, Gad contou que suas filhas já passaram da fase de gostar do Olaf e agora queriam “que a Moana fosse o pai delas”. Em meio à overdose de Olaf, acentuada pelo lançamento de uma série animada que ele tem dublado em casa, durante a pandemia de covid-19, o ator ainda recebeu um boneco gigantesco do personagem – algo que, segundo ele, não agradou sua esposa. Gad contou que, para evitar um divórcio, precisou “esconder” a estátua no seu escritório. “Quando isso chegou, veio numa arca saída direto de ‘Caçadores da Arca Perdida’”, brincou. Mesmo assim, o ator garante que Olaf “não irá sumir tão cedo assim” já que, como disse para as filhas, é quem paga as escolas e suas queijadinha favoritas. A cada duas semanas, a Disney disponibiliza um curta novo do personagem no YouTube. Veja a entrevista abaixo.

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  • Etc

    Surgem novas acusações de estupro contra Harvey Weinstein

    29 de maio de 2020 /

    O produtor Harvey Weinstein, já condenado e preso como agressor sexual, será alvo de um novo processo pelo mesmo motivo. A ação, protocolada num tribunal de Nova York na quinta-feira (28/5), alega que Weinstein estuprou quatro outras mulheres, incluindo uma menor, que tinha 17 anos no momento do ataque. As agressões sexuais teriam ocorrido entre 1984 e 2013, e apesar de separadas por décadas seguem um mesmo roteiro, que estabelece o método de um predador sexual convicto. Uma mulher de 43 anos alega que Weinstein a estuprou em 1994, quando tinha 17 anos. O documento, obtido pela imprensa americana, diz que ela estava tentando entrar na indústria do entretenimento e foi recrutada por um dos associados de Weinstein “sob o pretexto de fazer negócios”. Levada para uma reunião no quarto de hotel do magnata, entrou no aposento e já o encontrou nu. A mulher alega que ele insistiu que, para conseguir um emprego, precisava “gratificá-lo sexualmente”, e “a obrigou a tirar a roupa” contra sua vontade, até estuprá-la. Usando de força, Weinstein teria ficado com sua carteira de motorista e a ameaçado com retaliação, se ela contasse a alguém sobre o encontro. Ele não apenas garantiu que ela jamais arranjaria trabalho como atriz, mas também disse “que seus associados prejudicariam fisicamente a sua família”. Uma segunda mulher, agora com 70 anos, alega que Weinstein a estuprou em 1984, aos 34 anos. A mulher diz que o incidente aconteceu na França durante o Festival de Cannes. Ela afirma que acompanhou uma amiga dela, que trabalhou com Weinstein em vendas externas, a uma reunião com o produtor. Depois disso, o magnata a convidou para ir a uma de suas suítes no Hotel Barrière Le Majestic e, assim que entraram, “a prendeu contra a porta da frente da suíte”, agredindo-a sexualmente. A mulher afirma que Weinstein também a ameaçou e disse para ela ficar quieta sobre o incidente. Depois de contar à amiga sobre o assalto, a mulher alega que a amiga, que tinha um relacionamento profissional com Weinstein, reiterou que eles deveriam manter a agressão em segredo. Caso contrário, ela seria “excluída da indústria”. Uma terceira mulher, de 38 anos, afirma que Weinstein a estuprou quando tinha 26 anos. A mulher diz que o ex-produtor a “observou” enquanto estava no restaurante Cipriani’s em Nova York e se aproximou garantindo que a conectaria com pessoas poderosas que poderiam “levar sua carreira para o próximo nível”. Depois de aparecer em uma reunião “de negócios” com Weinstein em seu apartamento no Soho, ele a teria ameaçado, impedindo-a de sair do apartamento, “a menos que fizesse o que ele queria”. Ela alega que Weinstein a estuprou. Depois, ameaçou arruinar sua carreira se contasse a alguém sobre o incidente. A quarta mulher, de 35 anos, declara que Weinstein a estuprou em 2013, quando ela tinha 28 anos. Depois de conhecê-lo no Festival de Veneza, a mulher foi convidada para seu escritório para um teste organizado por uma de suas secretárias. O teste nunca aconteceu, mas a mulher e uma amiga encontraram Weinstein e sua secretária para jantar alguns meses depois. Depois do jantar, a mulher diz que Weinstein pediu que ela aparecesse no seu quarto por volta da meia-noite, mas, dada a hora tardia, ela foi junto com a amiga. Depois de alguma discussão sobre o trabalho, ela conta que Weinstein convenceu a amiga a sair para que ele pudesse ter uma conversa “cara-a-cara” com ela. A mulher alega que Weinstein se expôs e a forçou a fazer sexo oral nele. Ela teria contado à amiga sobre o incidente, mas decidiu mantê-lo em segredo por medo de represálias. O irmão e sócio do ex-produtor, Bob Weinstein, o estúdio Miramax e a Disney, que distribuía os filmes da Miramax, também são citados no processo, que afirma que todos “sabiam ou deveriam saber que Harvey Weinstein tinha a propensão a se envolver em má conduta sexual e usar sua posição e poder para atrair atrizes aspirantes e fazê-las passar por situações semelhantes… atraí-las para seu quarto, apartamento com o pretexto de discutir oportunidades de negócios para assediar, agredir, tentar aprisionar e estuprar”. As denúncias mais antigas não devem ser consideradas, pois já prescreveram, mas as recentes ainda são passíveis de processo. Weinstein foi acusado de estupro e agressão sexual por mais de 100 mulheres desde que uma reportagem do jornal New York Times revelou seu histórico, invocado com ajuda de uma única e destemida atriz, Ashley Judd (“Divergente”), a primeira a revelar o abuso sofrido nas mãos do produtor, em novembro de 2017. Poucos dias depois, outras atrizes autorizaram a publicação de suas histórias na revista New Yorker, iniciando o movimento #MeToo e a multiplicação exponencial de denúncias. Em fevereiro de 2020, um júri em Nova York considerou o ex-magnata do cinema culpado em seu até agora único julgamento por agressão sexual e estupro. Weinstein foi condenado a 23 anos de cadeia. Ex-homem mais poderoso de Hollywood, que recebeu mais agradecimentos que Deus nos discursos do Oscar, Weinstein está atualmente sob custódia na prisão Wende Correctional Facility em Erie County, no estado de Nova York.

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    John Krasinski vende sua live de “boas notícias” da quarentena para canal de TV

    29 de maio de 2020 /

    Um dos programas amadores mais bem-sucedidos da quarentena preventiva contra a covid-19, o telejornal otimista “Some Good News”, criado, escrito e produzido pelo ator-cineasta John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”), chamou atenção das emissoras tradicionais de notícias e foi adquirido pela rede CBS. Ele passará por uma adaptação e começará a ser exibido pela plataforma CBS All Access e pelo canal pago Comedy Central. Ele contou porque resolveu “profissionalizar” o negócio em outro programa amador da quarentena, o “Hey There Human”, live realizada por seu colega da série “The Office” Rainn Wilson. “Eu planejava fazer apenas oito edições durante a quarentena, porque eu tenho outras coisas que preciso fazer muito em breve, como [a série] ‘Jack Ryan’”, disse Krasinski. “Mais que isso… Escrever, dirigir e produzir – tudo isso – com meus amigos, eu sei que [o ‘Some Good News’] não seria compatível com meus outros compromissos”. Apesar disso, ele se dispõe a continuar participando do programa, com função menor do que a atual, em que a produção se restringe a ele mesmo, em sua casa, contando apenas com o apoio da mulher, a atriz Emily Blunt, e de suas duas filhas pequenas. Krasinski disse que apresentará alguns episódios e ajudará a trazer “uma comunidade diversa de pessoas” ao programa. Ele ainda se disse feliz com o alcance de sua live diferenciada, que inspirou “correspondentes” em diferentes países. “Mal posso esperar para mergulhar no projeto”, acrescentou. Ao longo de seus programas, o “SGN” promoveu reuniões dos elencos de “Hamilton” e “The Office”, recebeu convidados como Emma Stone, Oprah Winfrey e Billie Eilish, e principalmente fez o que se propôs no título: deu boas notícias. Ou melhor, como ele definiu no programa, compartilhou vídeos de seguidores, com a missão de divulgar “histórias que te fazem se sentir bem nesta semana ou coisas que apenas te fazem sorrir”. Não há previsão para a estreia do novo formato de “Some Good News”.

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    Marge Redmond (1925 – 2020)

    29 de maio de 2020 /

    A atriz Marge Redmond, que interpretou a irônica irmã Jacqueline na série clássica “A Noviça Voadora”, morreu em 10 de fevereiro, mas só agora teve o falecimento comunicado. Ela tinha 95 anos. Filha mais velha de um bombeiro, Redmond nasceu em Cleveland em 14 de dezembro de 1924 e foi casada com o também falecido ator Jack Weston (“Dirty Dancing”), de 1950 até o divórcio na década de 1980. Ela conheceu Weston em 1948, quando ambos ainda eram iniciantes e participaram de uma mesma montagem teatral em sua cidade. Eles se mudaram para Nova York e se casaram logo em seguida. Os dois conseguiram papéis em peças da Broadway, mas não o sucesso que buscavam. Então optaram por uma mudança para Los Angeles, onde começaram a fazer séries, como “Johnny Staccato”, “Ben Casey”, “Além da Imaginação” (The Twilight Zone), “Os Intocáveis” (The Untouchables) e “O Fugitivo” (The Fugitive). A atriz estreou no cinema em 1961, no drama “Santuário”, de Tony Richardson, e também teve papéis em “O Bagunceiro Arrumadinho” (1964), estrelado por Jerry Lewis, “Anjos Rebeldes (1966), de Ida Lupino, foi a esposa de Walter Matthau em “Uma Loura por um Milhão” (1966), de Billy Wilder, a enfermeira do clássico anti-bélico “Johnny Vai à Guerra” (1971), de Dalton Trumbo, uma das suspeitas de “Trama Macabra” (1976), último filme de Alfred Hitchcock, e uma amante vingativa em “Um Misterioso Assassinato em Manhattan” (1993), de Woody Allen. Mas foi mesmo o papel da irmã Jacqueline em “A Noviça Voadora” que marcou sua carreira. A série passada num Convento de Porto Rico e centrada nas aventuras da irmã Bertrille (vivida pela jovem Sally Field), uma noviça capaz de voar, durou três temporadas, de 1967 a 1970, e cansou de ser reprisada em TVs de todo o mundo. Além de coestrelar os 82 episódios produzidos, Redmond narrou cada um deles, já que eram suas lembranças que conduziam as histórias, e chegou a receber uma indicação ao Emmy como Melhor Atriz Coadjuvante na 2ª temporada. Curiosamente, antes de viver a irmã Jacqueline, ela interpretou outra freira, irmã Liguori, ao lado de Rosalind Russell em “Anjos Rebeldes” (1966), e disse acreditar que isso a ajudou a conseguir o papel na série. Após o final de “A Noviça Voadora”, Redmond apareceu em várias outras atrações como convidada especial, mas só foi repetir uma personagem em mais de um capítulo nos anos 1990, como a Sra. McArdle, empregada doméstica de Ben (Andy Griffith) na série “Matlock”. Ela apareceu em cinco episódios na produção da NBC. Nos últimos anos, a atriz começou a fazer comerciais e dublar videogames, e acabou ganhando mais dinheiro com esse tipo de emprego. “Ela trabalha cinco dias por ano e faz seis dígitos”, disse Weston uma vez. Entre seus últimos trabalhos, incluem-se dublagens das franquias de videogames “Max Payne” e “Grand Theft Auto”.

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    Regina Duarte ainda é secretária da Cultura, uma semana após anunciar saída do cargo

    28 de maio de 2020 /

    Uma semana depois de anunciar sua saída da secretária especial da Cultura, Regina Duarte segue no cargo. Ela não foi exonerada (desligada oficialmente) porque o ato que a desvincula da secretaria ainda não foi publicado no Diário Oficial da União até esta quinta-feira (28/5). O afastamento da ex-atriz e futura ex-secretária foi comunicado em vídeo pelo presidente, ao lado de Regina, na quarta-feira passada (20/5), quando anunciaram que ela seria transferida para o comando da Cinemateca, em São Paulo. Mas o cargo informado não existe, uma vez que a Cinemateca é gerida por uma ONG. Comprovando sua permanência, a agenda pública da secretária revela que, nesta semana, ela teve ao menos quatro atividades de despachos da pasta – duas internas, duas por videoconferência. Questionado pelo UOL, o Ministério do Turismo informou que Regina está em transição. “A secretária especial de Cultura, Regina Duarte, encontra-se em fase de transição dos trabalhos realizados por ela durante este período para valorizar a cultura no país”, comunicou a pasta. Desde o anúncio da saída de Regina, um dos nomes cotados para substituí-la é do ator Mário Frias, que almoçou com Bolsonaro na semana passada, antes mesmo da ida da ex-atriz para o limbo, e que o próprio presidente tachou de “excelente nome” para assumir a Cultura do país. Mas assim que sua participação no governo

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    HBO Max estreia nos EUA com super-heróis, Harry Potter, Friends e… projetos adiados

    27 de maio de 2020 /

    A HBO Max finalmente foi lançada nesta quarta (27/5) nos EUA, reunindo todo o conteúdo da WarnerMedia, de filmes clássicos à séries recentes, numa única plataforma de streaming. Em síntese, trata-se do equivalente da Warner ao serviço Disney+ (Disney Plus). Prometendo 10 mil horas de conteúdo, o lançamento reúne num mesmo aplicativo a programação dos canais pagos HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e parte da rede The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC e do Studio Ghibli (de animação japonesa), em acordos recentemente firmados. Isso significa a disponibilidade imediata de séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, junto de milhares de filmes, desde “O Mágico de Oz” e “Casablanca” até as franquias “Harry Potter”, os heróis da DC Comics, o universo “Invocação do Mal”, “Nasce uma Estrela” e “Coringa”, sem esquecer atrações clássicas da TV, como “Friends”, “O Rei do Pedaço” e “The Big Bang Theory”, e ainda conteúdo original. A maior dificuldade do lançamento foi providenciar essa parte original. A maioria das séries encomendadas teve a produção suspensa devido à pandemia do novo coronavírus e não ficaram prontas para a inauguração do serviço. Entre as poucas exceções, destaca-se “Love Life”, uma comédia romântica em formato de antologia estrelada por Anna Kendrick e com produção do cineasta Paul Feig – os dois trabalharam juntos no recente “Um Pequeno Favor”. Também conseguiram ser finalizados uma nova série animada dos “Looney Tunes” (a Turma do Pernalonga), um programa de variedades derivado de Vila Sésamo, chamado “The Not Too Late Show with Elmo”, e um reality de competição LGBTQIA+, “Legendary”. Diversos programas originais foram anunciadas nos últimos meses, incluindo novas atrações de super-heróis, como “Lanterna Verde” (Green Lantern) e “Liga da Justiça Sombria” (Justice League Dark), um derivado de “O Iluminado”, uma produção sci-fi de Ridley Scott (“Perdido em Marte”), “Dune: The Sisterhood”, que é derivada do universo sci-fi de “Duna”, uma série animada dos “Gremlins”, um revival de “Gossip Girl” e até um especial de reencontro do elenco de “Friends”, entre vários títulos mais, que não puderam começar a ser produzidos. Muitos outros ainda estão sendo anunciados, como a versão da “Liga da Justiça” do diretor Zack Snyder, oficializada há poucos dias. “Hoje temos o orgulho de apresentar a HBO Max – um sonho criado e alimentado por uma incrível equipe de executivos talentosos que dedicaram o último ano e meio a torná-la realidade para os consumidores em todo o país”, disse Bob Greenblatt, presidente da WarnerMedia Entertainment e da divisão D2C (direto ao consumidor), responsável pela HBO Max. “No entanto, este é apenas o começo de nossa jornada. Continuaremos a inovar e a desenvolver essa plataforma única que reúne a amada programação de toda a família WarnerMedia, além de preparar o caminho para as vozes criativas de amanhã”, completou, em comunicado, referindo-se veladamente aos projetos não finalizados. A falta de conteúdo original não foi a única crítica recebida pelo lançamento. Sobrou polêmica para o próprio nome da plataforma, que supostamente desvalorizaria a marca HBO ao misturar “Friends” e outros conteúdos de TV aberta num produto chamado HBO Max, ao mesmo tempo em que a própria HBO segue oferecendo os serviços HBO Now e HBO Go, o que tende a criar confusão. Mas o maior problema seria o preço salgado. Com assinaturas mensais de US$ 15, a plataforma se posiciona como a mais cara entre as pretendentes ao trono da Netflix. O valor é três vezes maior que o cobrado pela Apple TV+ (US$ 4,99 por mês) e mais que o dobro do valor da Disney+ (Disney Plus) (US$ 6,99). O jornal The New York Times já previu o fracasso da iniciativa, em reportagem publicada na terça (26/5), devido a esses detalhes, acrescentando ainda que o projeto foi feito para vender o acesso à internet rápida da AT&T nos EUA e apenas marginalmente rivalizar com a Netflix. Só que esqueceu, justamente, dos detalhes mais importantes. O combo de provedor e conteúdo corta custos, servindo realmente como atrativo para o negócio original da AT&T. Mas a HBO Max não é exatamente uma Quibi. A plataforma de conteúdos curtos para celular fracassou porque a pandemia ampliou o tempo disponível para “quarenteners” maratonarem séries e filmes em streaming. Conteúdo curto não é maratonável. Já a coleção completa de “Harry Potter”… os assinantes da Netflix, que sempre cobraram os filmes do bruxinho, que o digam. Ainda não há previsão para o lançamento do serviço no Brasil.

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    Memorial da América Latina vai virar cinema drive-in

    27 de maio de 2020 /

    A capital de São Paulo vai voltar a ter um grande cinema drive-in. Popularizados nos anos 1950 e em decadência desde os 1970, os drive-in ressurgiram com força como alternativa durante a pandemia de coronavírus e atualmente são responsáveis pelas únicas bilheterias de cinema do Brasil. Idealizado pelo cinema de rua paulistano Petra Belas Artes, o Belas Artes Autorama Drive-in será inaugurado em junho, no Memorial da América Latina, com uma programação de cerca de 35 filmes para motoristas e passageiros que estacionarem no pátio do complexo arquitetônico da Barra Funda, projetado por Oscar Niemeyer. Antes usada para shows e feiras, a área agora vai virar cinema. Ou melhor, o único tipo de cinema que respeita as regras de distanciamento social com absoluta segurança, já que seu público fica confinado dentro do próprio carro, tendo pouca ou nenhuma interação com o exterior. “O drive-in veio como uma possibilidade de o Belas Artes existir durante a pandemia, atendendo às questões do isolamento”, disse André Sturm, dono do Petra Belas Artes e da iniciativa, para o jornal Folha de S. Paulo. “Os cinemas estão fechados e não vão abrir tão cedo, provavelmente estarão na última leva de flexibilização — o que eu entendo que é necessário. Eu vi então que esse assunto [dos drive-ins] começou a pipocar e foi aí que procurei o Memorial.” A expectativa é que, com o início da flexibilização do isolamento social, o drive-in possa iniciar suas sessões no dia 16 de junho. A expectativa é ocupar o Memorial até o dia 31 de julho, mas Sturm ressalta que esse período é prorrogável e que, se depender dele, deve se esticar até o final do ano. As exibições acontecerão uma vez ao dia, na terça e na quarta, e duas vezes entre as quintas e os domingos. Providenciada pelo Cine Autorama, projeto que já organizava sessões de cinema ao ar livre bem antes do início da pandemia, a tela terá 15 metros de largura e o som dos filmes poderá ser sintonizado por meio dos rádios dos carros. A programação ainda está sendo finalizada, mas alguns dos títulos já foram definidos. A abertura ficará com “Apocalypse Now: Final Cut”, filme de Francis Ford Coppola sobre a Guerra do Vietnã premiado com a Palma de Ouro em 1979. Restaurada, a versão exibida tem cenas extras e quase uma hora a mais de duração em relação ao filme original, e foi originalmente lançada no Festival de Tribeca. Também estão previstos quatro longas de Stanley Kubrick: “2001: Uma Odisséia no Espaço”, “Laranja Mecânica”, “O Iluminado” e “De Olhos Bem Fechados”. Outro cineasta prestigiado é Tim Burton, que será tema de uma das semanas da programação. Quatro de seus títulos serão projetados na mesma seção que abriga “O Abominável Dr. Phibes”, filme de 1971 protagonizado por Vincent Price, ídolo de Burton, e que teve uma participação importante em “Edward Mãos de Tesoura”. A expectativa é que outros clássicos do terror sejam incluídos nas sessões. Os ingressos serão vendidos online e custarão R$ 40 por motorista ou R$ 60 para um carro com até quatro pessoas. Pela internet também será possível comprar combos de pipoca e outras guloseimas tradicionais de cinema. O único contato dos visitantes com funcionários será justamente no momento de entrada no local, quando o ingresso será validado e os combos retirados. Nas primeiras noites de evento, haverá espaço para cem carros no Memorial a cada sessão, mas a capacidade pode ser ampliada nas semanas seguintes, caso haja demanda. Informações sobre vendas de ingressos e a lista completa de filmes serão divulgadas nos próximos dias.

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    Diretor de No Limite do Amanhã vai filmar Tom Cruise no espaço

    27 de maio de 2020 /

    Tom Cruise encontrou um parceiro para filmá-lo no espaço. O diretor Doug Liman, com quem ele trabalhou em “No Limite do Amanhã” (2014) e “Feito na América” (2017), vai escrever e comandar o filme que o astro quer rodar na órbita da Terra. O ator conseguiu apoio da NASA e do bilionário Elon Musk para o projeto, que deverá ser filmado na Estação Espacial Internacional. Ainda sem título e sem premissa divulgados, o filme será a primeira produção de ficção com cenas reais do espaço, registradas sem auxílio de efeitos visuais. Cruise e Liman vão coproduzir a empreitada, e ambos precisarão treinar para ir ao espaço, antes de começar a filmar. Conhecido por buscar o máximo de realismo possível nas cenas de ação de seus filmes, Cruise já aprendeu até a dirigir helicóptero para um papel em “Missão: Impossível – Efeito Fallout”, e enfrentou o efeito da pressão gravitacional num jato, que acelerou além da velocidade do som durante as filmagens de “Top Gun: Maverick”, ainda inédito nos cinemas. Ele costuma dispensar dublês nas cenas mais arriscadas que filma, e assustou os produtores do último “Missão Impossível” ao sofrer um acidente e quebrar o tornozelo durante um salto arriscado entre prédios, há três anos.

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    Polícia prende suspeito de incendiar estúdio de animação e matar 36 pessoas no Japão

    27 de maio de 2020 /

    A polícia japonesa anunciou nesta quarta-feira (27/5) que prendeu oficialmente o principal suspeito do incêndio criminoso de um estúdio de animação em Kyoto, que causou 36 mortes e deixou cerca 30 feridos no ano passado, incluindo o próprio suspeito, que permaneceu hospitalizado por um longo tempo. “Prendemos Shinji Aoba, 42, por suspeita de ter matado 36 pessoas por incendiar” o Kyoto Animation (Kyoani) em 18 de julho de 2019, disse um porta-voz da polícia. Shinji Aoba foi preso logo após o incêndio, mas, por ter sofrido queimaduras graves, foi hospitalizado e passou várias semanas em coma. Ele ainda está se recuperando, mas a polícia montou um centro médico em uma delegacia para interrogatório, esperando ele despertar para determinar sua prisão, revelou a rede de TV NHK. De acordo com várias testemunhas, o suspeito invadiu o prédio do estúdio, derramou gasolina e lançou fogo, gritando “Você vai morrer”. O motivo do ataque é desconhecido. O que se sabe é que Aoba nunca teve contato com o Kyoto Animation, mas supostamente acusou o estúdio de roubar a ideia de um roteiro que ele estava desenvolvendo. Segundo a imprensa, ele sofre de uma doença mental e, em 2012, cometeu um assalto num supermercado pelo qual foi condenado a mais de três anos de prisão. A tragédia do Kyoani repercutiu no Japão e no exterior, pois o estúdio tinha muitos funcionários jovens, especialmente mulheres. Esses profissionais carregavam “a indústria de animação japonesa nos ombros …”, disse o presidente da empresa, Hideaki Hatta, após o ataque. O estúdio de três andares era um dos mais tradicionais da animação japonesa. Foi criado em 1981 e produz animações de cinema e televisão. Entre suas produções, estão o clássico “Robotech”, “A Voz do Silêncio”, “Full Metal Panic”, “K-On”, “Violet Evergarden”, “Clannad” e “A Melancolia de Haruhi Suzumiya”. Depois do atentado com dezenas de mortos, o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, classificou o crime como “assombroso demais para as palavras”.

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    Califórnia processa CBS e Disney por encobrirem assédio sexual na série Criminal Minds

    26 de maio de 2020 /

    As produtoras CBS Studios, do conglomerado ViacomCBS, e ABC Signature e ABC Studios, ambas do grupo Disney, estão sendo processadas pelo governo da Califórnia, acusadas de encobrir 14 anos de assédio sexual contra homens da equipe de produção da série “Criminal Minds”, exibida nos EUA pela rede CBS. A informação foi compartilhada pelo Departamento de Emprego Justo e Habitação (DFEH) da Califórnia nesta terça-feira (26/5). De acordo com o processo, o diretor de fotografia Gregory St. Johns teria abusado de sua posição para apalpar repetidamente funcionários e retaliar aqueles que rejeitaram seus avanços nos bastidores da série. Enquanto trabalhou em 278 dos 323 episódios de “Criminal Minds”, St. Johns teria abusado de vários homens, tocando em suas genitálias e fazendo carícias em “seus pescoços, ombros e ouvidos” em um padrão de comportamento “desenfreado, frequente e aberto”. O processo alega ainda que “a equipe de produção executiva teve conhecimento e apoiou a conduta ilegal, demitindo vários funcionários que resistiram ao assédio de St. John”, segundo o comunicado do órgão, que fiscaliza a aplicação das leis de direitos civis na Califórnia e suas violações, incluindo o assédio no local de trabalho. Além de processar as empresas produtoras, a ação também inclui alguns executivos como réus, visando indenizar as vítimas do assédio. Entre eles, estão a showrunner da série, Erica Messer, os produtores executivos Harry Bring e John Breen Frazier, o diretor Glenn Kershaw e a gerente de produção Stacey Beneville. Encerrada em fevereiro após 15 temporadas, “Criminal Minds” enfrentou outros problemas ao longo de sua produção. O maior escândalo foi a demissão de seu principal ator, Thomas Gibson, por agressão a um dos roteiristas da série no set de gravações. Seis anos antes, ele chegou a empurrar um dos diretores da atração e foi forçado a frequentar terapia para controle de raiva.

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    Câmara dos Deputados aprova auxílio emergencial de R$ 3 bilhões para a Cultura

    26 de maio de 2020 /

    A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (26/5) o projeto de lei que concederá R$ 3 bilhões em ações emergenciais para a área da Cultura. Todos os partidos apoiaram a proposta, que agora precisa ser apreciada pelo Senado e seguir para promulgação da Presidência para virar lei. O Projeto de Lei 1075/2020, de autoria da deputada Benedita da Silva (PT-RJ) e de outros 23 parlamentares, conta com a relatoria da deputada Jandira Feghalli (PCdoB-RJ) e prevê aos trabalhadores informais no setor cultural uma complementação mensal de renda no valor de R$ 600, em três parcelas. Artistas tinham sido excluídos do “coronavoucher”, o benefício emergencial original de R$ 600, em veto do presidente Jair Bolsonaro, que desde o começo de seu governo só realizou ações que objetivam quebrar a indústria cultural brasileira, bem como seus trabalhadores e seus empreendedores. Ainda pela proposta, os espaços culturais terão direito a uma quantia que varia entre R$ 3 mil e R$ 10 mil até o fim da quarentena. Além disso, 20% do total deverá ser aplicado na manutenção de espaços artísticos e no apoio a micro e pequenas empresas culturais, cooperativas e instituições dedicadas à arte que tiveram as suas atividades interrompidas por força das medidas de isolamento social. O recurso também poderá ser usado para editais, chamadas públicas, prêmios, aquisição de bens e serviços vinculados ao setor cultural. A lei pode ser batizada de Aldir Blanc, em homenagem ao artista que morreu vítima do novo coronavírus, e foi resultado de uma parceria entre deputados, artistas e secretários estaduais e municipais de Cultura, como reação à “política cultural” do governo – muito anterior à pandemia, a paralisação do setor foi iniciada no dia em que Bolsonaro assumiu o poder e decidiu travar uma guerra contra o que batizou de “marxismo cultural”, que seriam quase todos os filmes, séries, peças teatrais e exposições artísticas. “Entendemos que esse é um momento histórico do parlamento brasileiro. Cultura é o que nos simboliza. Como já dizia o nosso saudoso Aldir Blanc: o Brazil não conhece o Brasil. Mas esta casa de representação nacional certamente conhece”, disse a relatora Jandira Feghali, ao comemorar a aprovação. Líder do governo na Câmara, o deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO) afirmou ter se reunido com o presidente Jair Bolsonaro e com o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, e que o governo consentiu o apoio ao projeto. O líder afirmou ter construído um acordo para que a deputada da oposição tirasse pontos conflitantes do seu texto sob a garantia de o Planalto sancionar a proposta. Há um esforço coletivo de lideranças partidárias junto ao gabinete da presidência, a fim de que a proposta seja sancionada integralmente, sem vetos. De acordo com o texto, os R$ 3 bilhões serão divididos ao meio: 50% vão para os estados e o Distrito Federal e 50%, para os municípios. 80% do valor destinado aos municípios (R$ 1,5 bilhão) serão distribuídos de acordo com o tamanho da população deles. Os outros 20% serão distribuídos de acordo com os critérios do Fundo de Participação de Município (FPM), uma transferência constitucional que leva em consideração fatores como tamanho e renda per capita. A partir do momento em que o dinheiro entra em caixa, o município terá 60 dias para distribuir o apoio emergencial. Para ter direito ao auxílio emergencial, o trabalhador vai precisar comprovar sua atuação social ou profissional nas áreas artística e cultural dos últimos dois anos. Pela proposta, serão analisados os cadastros culturais dos estados, onde os artistas devem estar registrados. O profissional também não poderá ter outro emprego formal ativo e não pode ser titular de benefício previdenciário ou assistencial ou beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, ressalvado o Bolsa Família. E aqueles que já recebem o auxílio emergencial do governo pago a trabalhadores informais também não terão acesso a nova ajuda. O benefício de pessoa jurídica será para espaços culturais e artísticos, micro e pequenas empresas culturais, organizações culturais comunitárias, cooperativas e instituições culturais com atividades atualmente suspensas como prevenção contra a pandemia. Elas precisam comprovar que constam em ao menos um dos cadastros públicos existentes (estadual, municipal, distrital de Cultura, ou de pontos de cultura) para receber o montante. Estas empresas também não podem ter vínculo com a administração pública, Sistema S ou fundações e institutos mantidos por grupos empresariais. Esta lei se tornou emergencial porque Bolsonaro, além de barrar o auxílio de R$ 600 para artistas, não liberou nenhum valor dos fundos de fomento cultural, que superam esse montante. O dinheiro arrecadado desde 2018 para financiar a Cultura encontra-se parado em aplicações financeiras, enquanto o setor atravessa sua mais grave crise econômica. Atualmente, o desgoverno não tem nem sequer quem responda pela pasta da Cultura, assim como não tem ministro da Saúde. E daí?

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    Aracy Balabanian é internada com insuficiência respiratória no Rio

    26 de maio de 2020 /

    A atriz Aracy Balabanian está internada no CTI (Centro de Terarpia Intensiva) da clínica São José, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ela deu entrada na unidade na noite de segunda-feira (25/5) com uma crise de insuficiência respiratória. Depois de um primeiro teste ter dado negativo para covid-19, ela passará por novos exames, e ainda não tem previsão de alta. Com 80 anos, a atriz faz parte do grupo de risco do novo coronavírus. Seu estado de saúde é delicado e inspira cuidados. Em 2014, ela também esteve internada num hospital do Rio, recuperando-se de um quadro de infecção respiratória. Na época, teve alta depois de nove dias de internação. Estrela de várias novelas clássicas e da série de comédia “Sai de Baixo”, Aracy Balabanian foi vista mais recentemente no telefilme de Natal “Juntos a Magia Acontece” e no longa “Sai de Baixo: O Filme”, ambos do ano passado.

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    Leilão de desenhos de Asterix ajuda hospitais franceses na luta contra coronavírus

    26 de maio de 2020 /

    Quatro desenhos originais de Asterix feitos por seu criador, Albert Uderzo, foram à leilão nesta terça (26/5) e arrecadaram 390 mil euros (cerca de R$ 2,3 milhões) para hospitais franceses que lutam contra o coronavírus. Uderzo morreu em março passado, aos 92 anos, devido a um problema cardíaco ligada à infecção pelo coronavírus. Os desenhos foram doados aos hospitais pela viúva do cartunista, Ada Uderzo, como uma forma de agradecer aos “nossos novos heróis que resistiram ao invasor”, em uma referência ao personagem gaulês que resiste à dominação romana. A França já registrou mais de 145 mil casos e mais de 28 mil mortes na pandemia de covid-19.

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