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10 de agosto de 2026
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    Ludmilla e Samantha Schmutz brigam por causa de papel em série

    20 de junho de 2020 /

    A cantora Ludmilla e a atriz Samantha Schmutz trocaram farpas nas redes sociais, durante a sexta-feira (19/6), por causa de uma série da Globoplay. Ao comemorar em seu Instagram o convite para integrar o elenco da 2ª temporada de “Arcanjo Renegado”, Ludmilla foi surpreendida por um comentário negativo de Samantha, que demonstrou insatisfação pela escolha de seu nome. “O meu sonho é que meus amigos atores, desempregados, porém formados em Artes Cênicas, tenham essa mesma facilidade em conseguir um papel”, confessou a artista, que atualmente pode ser vista na reprise da novela “Totalmente Demais”, na pele da desaforada Dorinha. A dona do hit “Cheguei” respondeu. “Meu sonho é que todos os artistas com talento possam ter espaço pra mostrar seu trabalho, mas infelizmente esse é um momento que a cultura do nosso país está tão desvalorizada que isso se torna cada vez mais difícil. Melhor seria que nós, artistas, que temos voz e alcance, nos uníssemos para melhorar a situação. Não acredito que seu comentário desmerecendo meu trabalho e minha trajetória- que é de muita superação- vá ajudar nisso”, iniciou Lud. Ludmilla ainda relembrou que outras cantoras já participaram de projetos dramáticos sem que ninguém reclamasse. “Várias cantoras brasileiras também já fizeram trabalhos na TV. Ivete, por exemplo, brilhou na minissérie “Gabriela”. Sem contar inúmeros exemplos internacionais em que vários cantores também atuam. Porque arte é arte. Funk também é arte. Pagode é arte. Música popular e de massa é arte. Antes de ser cantora, sou uma artista, e quero poder explorar e experimentar várias formas artísticas sem me limitar. Paz”, concluiu ela.

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    Babu Santana passa mal e é internado em hospital do Rio

    20 de junho de 2020 /

    O ator Babu Santana (“Tim Maia”), que ficou mais conhecido ao participar do “BBB20”, precisou ser internado às pressas em um hospital da zona oeste do Rio de Janeiro após passar mal na sexta-feira (19/9). Um comunicado nos Stories do Instagram do ator informou que ele passa bem e que foi descartada a suspeita de covid-19. Mas permanece internado no hospital para a realização de exames de rotina. Apesar de tranquilizar os seguidores, a publicação pede a eles que torçam por sua recuperação. “Aos fãs e amigos do Babu, gostaríamos de informar que paizão está bem. Só o que a família pede a vocês neste momento é que emanem energias positivas para que ele volte para casa o mais rápido possível”, diz a mensagem. Por sua vez, sua namorada, Tatiane Melo, publicou nas redes sociais que estava com Babu e reforçou que ele está bem. Veja as mensagens abaixo.

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    Ansel Elgort é acusado de abusar de menor de idade

    20 de junho de 2020 /

    Uma mulher que se identifica como Gabby nas redes sociais acusou o ator Ansel Elgort (“A Culpa É das Estrelas”, “Em Ritmo de Fuga”) de agredi-la sexualmente em 2014, quando tinha 17 anos. Ela publicou a denúncia na sexta-feira (19/6) em seu Twitter, acusando o ator de ter se aproveitado da fama para abusar dela. Gabby disse que em 2014 enviou uma mensagem direta a Elgort, informando que em breve seria seu aniversário de 17 anos, sem imaginar que ele responderia. Mas Elgort respondeu com um acesso a sua conta privada no Snapchat. Ele pediu fotos nuas dela e também teria sugerido fazer sexo a três com uma amiga dela. Segundo seu relato, os dois tiveram relações sexuais, inicialmente com consentimento, mas o ator ignorou a dor por ser a primeira vez dela e os pedidos para parar. “Ele me fez pensar que era assim que o sexo deveria ser. Eu era tão jovem e ele sabia disso. Ele também disse coisas como ‘você será uma moça tão bonita quando for mais velha.’ Eu tinha 17 anos”, disse ela em seu relato. Gabby afirma ter ficado com transtornos pós-traumáticos e ataques de pânico, e que resolveu contar sua história “para que possa finalmente me curar” e ajudar outras meninas que tenham sido vítimas do ator. A acusação é finalizada com duas fotos: uma supostamente da dona do perfil ao lado de Elgort, e outra do registro de troca de mensagens privadas no Twitter. A conta no Twitter foi completamente apagada após a publicação, mas os prints podem ser conferidos abaixo. Os representantes de Ansel Elgort ainda não se manifestaram. Ele terminou recentemente de filmar o remake de “Amor, Estranho Amor” (West Side Story), com direção de Steven Spielberg, e estava gravando a série “Tokyo Vice” para a HBO Max. Veja o depoimento original abaixo.

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    França vai reabrir os cinemas na segunda-feira

    20 de junho de 2020 /

    Os cinemas voltarão a reabrir na França na segunda-feira (22/6), após o governo francês anunciar uma aceleração do processo de flexibilização das regras de segurança sanitária, em função do progresso na luta contra a pandemia da covid-19. Além dos cinemas, resorts, cassinos e salões de jogos também serão reabertos nesta segunda-feira “em conformidade com rígidas regras sanitárias”, informou um comunicado de imprensa do governo, publicado nesta noite de sexta-feira (19/6) após uma reunião do Conselho de Defesa e Segurança Nacional (CDSN), reunido sob a autoridade do Presidente Emmanuel Macron. Os franceses também voltarão às aulas e poderão retomar práticas de esportes coletivos, mas a volta aos estádios ficou para 11 de julho. Finalmente, a partir de setembro “e sujeito a uma nova avaliação da situação epidemiológica, o início do ano letivo pode ser marcado por um maior relaxamento”. O comunicado trata também a abertura de feiras, exposições e shows e, “se em condições apropriadas”, a retomada de boates e cruzeiros marítimos internacionais. As decisões levam em conta um descarte da possibilidade de um reconfinamento total no caso de uma segunda onda. A França registrou apenas 14 mortes por covid-19 em hospitais nas últimas 24 horas. Ao todo, o país teve 29.617 mortes durante a pandemia, de acordo com um relatório divulgado na sexta-feira pela Direção Geral de Saúde (DGS). O número de pacientes da covid-19 em terapia intensiva também continua a diminuir, somando 727 pacientes, 25 a menos que na quinta-feira (18), de acordo com um comunicado de imprensa do DGS. Mas o primeiro-ministro Edouard Philippe insistiu: os franceses devem permanecer “cautelosos” para “tentar garantir a saída [do confinamento] nas melhores condições”.

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    Peter Jackson e elenco de O Senhor dos Anéis homenageiam Ian Holm

    20 de junho de 2020 /

    O diretor Peter Jackson e integrantes do elenco da trilogia “O Senhor dos Anéis” foram às redes sociais nas últimas horas se despedir do ator inglês Ian Holm, que morreu na sexta-feira (19/6) aos 88 anos por complicações do Mal de Parkinson. Elijah Wood, que estrelou a trilogia no papel de Frodo, homenageou o intérprete de seu tio, Bilbo, no Twitter. “Muito triste ouvir que o singular, brilhante e vibrante Sir Ian Holm se foi. Adeus, tio”, ele escreveu. E Orlando Bloom, que viveu o elfo Legolas, acrescentou: “Perdemos uma lenda hoje. Ele interpretou um dos personagens mais baixinhos nos nossos filmes de ‘O Senhor dos Anéis’ — mas, para mim, ele sempre foi um gigante”. Já Peter Jackson escreveu um longo e emocionante texto em seu Facebook, em que contou detalhes sobre a participação do ator nos bastidores da trilogia, e principalmente sobre sua despedida das telas, já com Parkinson, nos filmes de “O Hobbit”. Leia a íntegra abaixo: “Estou muito triste com a morte de Sir Ian Holm. Ian era um homem tão delicioso e generoso. Calmo, mas atrevido, com um brilho encantador nos olhos. No início de 2000, antes de começarmos a filmar nossas cenas de Bilbo para ‘A Sociedade do Anel’, eu estava nervoso por trabalhar com um ator tão estimado, mas ele imediatamente me deixou à vontade. De pé em Bag End [a residência da família Baggins/Bolseiro] no primeiro dia, antes de as câmeras começarem a rodar, ele me levou para um lado e disse que tentaria coisas diferentes em cada tomada, mas não deveria me assustar. Se, depois de cinco ou seis tomadas, ele não tivesse me dado o que eu precisava, então eu deveria dar a ele instruções específicas. E foi exatamente isso que fizemos. Mas, incrivelmente, suas leituras e performances variadas foram maravilhosas. Ele raramente precisava de direção. Ele nos deu uma incrível variedade de opções para escolher na sala de edição. Passamos quatro semanas muito agradáveis, quando filmamos os primeiros 30 minutos da ‘Sociedade’. Um dia, precisávamos registrar Bilbo contando um relato de suas primeiras aventuras a uma platéia de crianças de três a quatro anos encantadas, sentadas no campo. Começamos filmando a performance de Ian contando a história – mas também precisávamos de ângulos com as crianças reagindo a vários momentos dramáticos. Mas as crianças ficam entediadas muito rapidamente, e Ian e eu rapidamente percebemos que eles não podiam ouvir a mesma história repetidamente, à medida que capturávamos os vários ângulos que precisávamos. Sugeri que, para manter a atenção das crianças, ele deveria tornar a história um pouco diferente a cada tomada… adicionando pequenos detalhes, inventando coisas… desde que ele nos desse a essência do que estava no roteiro. Eu disse a ele para não se preocupar e que eu descobriria a melhor narrativa na sala de edição. No entanto, também precisávamos que as crianças permanecessem no lugar enquanto movíamos as câmeras rapidamente, de um ângulo para outro. Em um cenário de filme, “rapidamente” significa de 15 a 20 minutos. Então, enquanto isso estava acontecendo, e nenhuma câmera estava rolando, eu sussurrei para Ian que ele teria que mantê-las entretidas. Sugeri que ele poderia “contar outras histórias entre os takes”. E foi exatamente o que ele fez. Depois de algumas horas, filmamos tudo o que precisávamos. Quando as crianças foram levadas embora do set, e a equipe passou para a próxima sequência, Ian disse que nunca havia trabalhado tanto na vida! Mais de uma década depois, esperávamos que Ian interpretasse Bilbo novamente nas cenas de abertura de ‘O Hobbit’. Fran [Walsh, esposa e sócia de Jackson] e eu jantamos com Ian e sua esposa Sophie em Londres, e ele nos disse que sentia muito, mas não conseguiria. Após o choque, ele confidenciou que havia sido diagnosticado com a doença de Parkinson e não conseguia mais se lembrar de falas. Ele tinha dificuldade para caminhar e certamente não poderia viajar para a Nova Zelândia. Sempre um homem privado, ele nos disse que basicamente se aposentara, mas tinha anunciado. Foi um golpe, porque tínhamos elaborado uma maneira agradável de passar o papel de Ian como velho Bilbo para Martin Freeman como o jovem Bilbo. Eu descrevi isso para ele, e ele gostou. Também contei a ele como minha mãe e meu tio haviam passado pelo Parkinson há anos, e eu estava muito familiarizado com os efeitos da doença. Nesse ponto, nosso jantar – que achamos que seria sobre nós descrevendo as novas cenas que gostaríamos que ele fizesse, e Ian pensava que seria sobre ele explicar porque não podia fazê-las – de repente se transformou em um ‘think tank’, com Ian, Sophie, Fran e eu tentando descobrir um processo que permitisse a Ian interpretar Bilbo uma última vez. Estávamos filmando na Nova Zelândia – mas e se viéssemos a Londres para filmar suas cenas perto de casa? No final do jantar, ele concordou devagar e disse: “Sim, acho que posso fazer isso”. Mas eu sabia que ele estava apenas fazendo isso como um favor para mim, e eu segurei suas mãos e agradeci com lágrimas nos meus olhos. Começamos a filmar na Nova Zelândia com Martin Freeman como nosso jovem Bilbo. Martin admirava imensamente Ian Holm, mas nunca o conhecera. No entanto, Martin concordou muito generosamente em usar maquiagem protética para interpretar Sir Ian Holm como o velho Bilbo, para alguns takes de longe que precisávamos, e ele capturou seus maneirismos muito bem. Alguns meses depois, retornamos a Londres, levando o nosso Bag End com a gente, e filmamos as cenas de Ian com uma pequena equipe, como prometemos. A adorável esposa de Ian, Sophie, estava ao seu lado todos os dias, ajudando ele e nós. Ao longo de quatro dias, filmamos tudo o que precisávamos. Elijah Wood e Ian haviam se tornado amigos durante “O Senhor dos Anéis”, e Elijah estava no set de Londres todos os dias, dando a Ian apoio adicional. No filme acabado, espero que o público veja o que senti com Ian Holm reprisando Bilbo. Mas o que eu experimentei no set foi um ator maravilhoso fazendo sua última performance. Foi incrivelmente corajoso da parte dele fazer isso, e muito emocional para quem testemunhou. Sempre seremos extremamente gratos a Ian por fazer isso. Durante nosso tempo juntos, Fran e eu gostamos muito dele, e gostamos muito da companhia dele. Para comemorar a conclusão das filmagens, Ian e Sophie convidaram Fran e eu para jantar em sua casa. Foi uma noite adorável, cheia de humor e diversão. Ian e eu percebemos que ambos tínhamos um forte interesse mútuo por Napoleão e conversamos sobre ele por horas. Um ano depois, quando o primeiro filme de “O Hobbit” estreou em Londres, Martin Freeman, um pouco surpreso, finalmente conheceu Ian Holm. Ver Ian Holm se apresentando me ensinou muito – como Ian estava em sua habitual quietude, até que de alguma forma tudo aconteceu. Foi um privilégio trabalhar com ele e uma bênção conhecê-lo. Eu sempre amei a performance de Ian nas cenas finais de ‘O Retorno do Rei’. ‘Acho que estou pronto para outra aventura.’ Adeus, querido Bilbo. Viagens seguras, querido Ian.”

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    Ônibus do filme Na Natureza Selvagem é retirado do Alasca após acidentes e mortes de turistas

    20 de junho de 2020 /

    O ônibus abandonado que ficou famoso pelo livro e filme “Na Natureza Selvagem” foi removido do deserto do Alasca. O veículo dos anos 1940 foi transportado de seu local, próximo ao rio Teklanika, por um helicóptero do exército dos Estados Unidos. Ele serviu de abrigo para o alpinista Chris McCandless, de 24 anos, que se refugiou dentro do ônibus no verão de 1992 e lá morreu de fome, depois de passar 114 dias na natureza. O autor Jon Krakauer contou sua história no livro de 1996 “Na Natureza Selvagem”, que foi adaptado por Sean Penn no filme de 2007, estrelado por Emile Hirsch – e uma jovem Kristen Stewart. A guarda nacional americana disse que retirar o ônibus se tornou uma questão de segurança pública, porque vários turistas tentaram encontrá-lo. O Departamento de Recursos Naturais dos EUA disse que houve um total de 15 operações de busca e salvamento relacionadas a ônibus entre 2009 e 2017. Dois viajantes morreram após se afogar enquanto estavam a caminho do veículo em incidentes separados em 2010 e 2019. Em fevereiro deste ano, as tropas estaduais do Alasca resgataram cinco alpinistas italianos na região, um dos quais estava sofrendo severa hipotermia, e em abril até um brasileiro precisou ser socorrido próximo à carcaça do veículo. Agora, o ônibus será armazenado em um “local seguro”, enquanto o Departamento de Recursos Naturais considera um local permanente para ele. Uma das possibilidades é colocá-lo em exposição. Veja abaixo o vídeo da retirada do veículo, divulgado pela agência Reuters.

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    Ex-galã de Malhação vira quinto Secretário de Cultura de Bolsonaro

    20 de junho de 2020 /

    Edição extra do Diário Oficial da União oficializou na noite de sexta (19/6) a nomeação do ator Mário Frias para a Secretaria Especial da Cultura, vinculada ao Ministério do Turismo. Ex-galã de “Malhação”, Frias é o quinto secretário da Cultura no desgoverno Bolsonaro, que tem utilizado essa alta rotatividade para manter a pasta inoperante e as verbas do setor congeladas desde janeiro de 2019. A lista de passagens relâmpagos pela pasta incluiu desde secretário que saiu chutando o balde em protesto contra censura até secretário demitido em ato falho de nazismo, chegando, mais recentemente, à autoimolação de Regina Duarte. De forma simbólica, Frias chega ao cargo depois de se oferecer para o presidente Bolsonaro pela televisão, em plena fritura de sua antecessora. Os dois tiveram conversas ao longo da semana sobre as expectativas do presidente para a nova gestão. Como diz o ditado, o que é ruim sempre pode piorar.

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    Wasp Network, 7500, Aberrações e Aniara são destaques digitais do fim de semana

    19 de junho de 2020 /

    “Wasp Network: Rede de Espiões”, lançamento da Netflix, não é exatamente a melhor estreia digital da semana, mas com certeza é a que chama mais atenção na programação, pela equipe envolvida e por ser uma coprodução brasileira, baseada em livro de autor nacional – “Os Últimos Soldados da Guerra Fria”, de Fernando Morais, lançado em 2011. O elenco é uma verdadeira seleção ibero-americana, com destaque para o brasileiro Wagner Moura (“Narcos”), a espanhola Penélope Cruz (“Dor e Glória”), o mexicano Gael García Bernal (“Museu”), a cubana Ana de Armas (“Entre Facas e Segredos”), o venezuelano Édgar Ramírez (“A Garota no Trem”) e o argentino Leonardo Sbaraglia (também de “Dor e Glória”). Com direção do premiado cineasta francês Olivier Assayas (Melhor Diretor no Festival de Cannes de 2016 por “Personal Shopper”), o filme é repleto de reviravoltas, que ilustram os esforços da espionagem cubana durante a Guerra Fria. Entretanto, há filmes melhores disponíveis em outras plataformas, como “7500”, “Aberrações” e “Aniara”. Confira abaixo mais detalhes destes e de outros lançamentos digitais inéditos nos cinemas brasileiros, que valem a conferida nos serviços de VOD (locadoras online) e streaming neste fim de semana. A curadoria não inclui títulos clássicos e produções que, em outros tempos, sairiam diretamente em vídeo. Wasp Network: Rede de Espiões | França, Brasil | 2020 O thriller de espionagem conta a história da Rede Vespa, um grupo de agentes duplos cubanos que se passaram por desertores para se infiltrar em organizações anticastristas de extrema-direita em Miami, entre as décadas de 1980 e 1990. Uma das curiosidades de seu elenco estrelado (veja a lista completa acima) é que volta a juntar Warner Moura e Ana de Armas, que viveram par romântico em “Sergio”, outro lançamento da Netflix, disponibilizado no mês passado. A produção é da RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira, em parceria com a francesa CG Cinemas e sua première aconteceu no último Festival de Veneza. Na época, a crítica achou chato (41% no Rotten Tomatoes), mas o filme acabou recebendo um prêmio especial do Festival de Deauville, realizado uma semana depois na França. Netflix 7500 | EUA | 2020 O título 7500 refere-se ao código para sequestro aéreo, alerta transmitido pelo co-piloto de um voo de rotina de Berlim para Paris após ver terroristas tentando tomar o controle do avião e se trancar na cabine. Como os sequestradores não conseguem invadir a cabine, passam a ameaçar de morte todos os passageiros para forçar o co-piloto a abrir a porta. Com Joseph Gordon-Levitt (“Snowden”) no papel principal, o filme explora a tensão psicológica que resulta desse impasse – e tem 65% de aprovação no Rotten Tomatoes Amazon Aberrações (Freaks) | EUA | 2019 Mistura de suspense e sci-fi ao estilo de “Rua Cloverfield, 10”, traz uma menina de sete anos trancada em casa pelo pai perturbado (Emile Hirsch), que a alerta para nunca sair, devido aos graves perigos do lado de fora. Até que um homem misterioso (o veterano Bruce Dern) surge e tenta convencer a garota a se juntar a ele em uma jornada ao mundo exterior. Longe de ser frenético, o filme é para fãs de atmosferas psicológicas e foi premiado nos festivais de cinema fantástico de Paris, Bruxelas e Trieste. Com direção da dupla Zach Lipovsky e Adam B. Stein, que assinou o bem-sucedido telefilme live-action de “Kim Possible”, tem a melhor avaliação crítica desta lista: 87% no Rotten Tomatoes! iTunes, Now, Oi Play e Vivo Play Aniara | Suécia, Dinamarca | 2018 Sci-fi espacial escandinava sobre uma nave repleta de passageiros que, após um acidente num voo para Marte, fica à deriva no espaço. Com clima mais melancólico que catastrófico, explora as diferentes reações à situação de mergulho sem volta na imensidão, que vão da resignação ao desespero, trazendo à tona um retrato cru da humanidade. A obra adapta um poema do vencedor do Noel Harry Martinsson e conquistou prêmios em festivais do gênero, atingindo 70% de aprovação no Rotten Tomatoes – e quase 100% nos gatilhos de depressão. Now, Vivo Play e Sky Play Olhos de Gato (A Whisker Away) | Japão | 2020 Anime sobre uma garota que se transforma em gato para ficar perto do garoto que ama. Escrita por Mari Okada (de “Maquia: Quando a Flor Prometida Floresce”), a história, digamos, peculiar mescla aspectos culturais japoneses com uma trama romântica adolescente. Vale observar que um dos diretores, Jun’ichi Satô, é veterano da animação japonesa, tendo trabalhado em clássicos como “Sailor Moon” e “Neon Genesis Evangelion”. Netflix Feel The Beat | EUA | 2020 Sofia Carson (a Evie de “Descendentes”) é uma dançarina malvada que vira professara de dança infantil numa comédia de desenvolvimento previsível, mas divertido. Após seu fracasso em um teste para Broadway tornar-se um vídeo viral, ela volta para a cidade onde nasceu e lá é convidada a treinar um grupo de crianças para uma competição. A malvadinha só aceita ao descobrir que a final teria jurados da Broadway, e então decide transformar as meninas inexperientes em bailarinas vencedoras… em duas semanas! Netflix Anton: Laços de Amizade | Ucrânia | 2019 Dois meninos, um católico e um judeu, crescem juntos em 1919, aprendendo sobre amizade e preconceito em meio às tragédias e à revolução bolchevique na Ucrânia. O drama marcou a despedida do diretor georgiano Zaza Urushadze, que disputou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2015 por “Tangerinas”. Ele morreu em dezembro passado, de ataque cardíaco aos 57 anos. Cinema Virtual iTunes Wendy | EUA | 2019 Incluído mais por curiosidade que recomendação, trata-se de um desastre retumbante. O filme tem roteiro e direção de Benh Zeitlin, que em 2012 encantou os cinéfilos de todo o mundo com seu primeiro longa, “Indomável Sonhadora”, vencedor do Festival de Sundance, premiado em Cannes e indicado ao Oscar de Melhor Filme. Ele demorou sete anos para voltar a filmar e “Wendy” têm vários pontos em comum com o trabalho anterior, a começar pelo fato de contar uma história fantástica filtrada pelo olhar de uma menina. Trata-se, na verdade, de uma versão de “Peter Pan”, em que crianças abandonadas embarcam para uma ilha distante, trocando suas vidas duras por um cotidiano de aventuras, com o bônus de o tempo não parecer passar. Até que “piratas” descobrem o local, colocando em risco sua liberdade e os obrigando a crescer. O problema é que qualquer vestígio dessa narrativa é enterrado pela fotografia da paisagem, ainda mais exasperante que nos filmes de Terrence Malick. Seu belo visual não esconde a bela decepção, com pífios 38% no Rotten Tomatoes. iTunes, Now, Google Play e YouTube Filmes Revelação (Disclosure) | EUA | 2020 O documentário sobre a representação de pessoas trans no cinema e na TV mostra como Hollywood ao mesmo tempo reflete e cria ansiedades relacionadas à questão de gênero. No longa, ativistas e artistas trans famosos nos EUA, como Laverne Cox (“Orange Is the New Black”), Lilly Wachowski (“Matrix”), Yance Ford (“Strong Island”), MJ Rodriguez (“Pose”), Jamie Clayton (“Sense8”) e Chaz Bono (“American Horror Story”), explicam suas reações e resistências à forma como a transexualidade é apresentada nas telas, discutindo o contraste entre a ficção, o que pensa a sociedade e a realidade das pessoas trans. Netflix

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    Don Cheadle revela ter sofrido racismo da polícia “com armas na cabeça”

    19 de junho de 2020 /

    O ator Don Cheadle revelou que também já foi vítima do racismo da polícia dos EUA. O intérprete do herói Máquina de Combate nos filmes da Marvel contou a Jimmy Fallon, em participação no programa “The Tonight Show”, que foi parado por policiais inúmeras vezes, inclusive com armas apontadas para sua cabeça, da juventude até dias recentes. “Eu já fui parado mais vezes do que posso contar, com armas na minha cabeça. Eu sempre ‘encaixo na descrição'”, ele contou. “Isso é algo que acontece repetidamente. Tenho amigos que quase foram mortos pela polícia por nada. Quando todos esses vídeos [de violência policial] começaram a aparecer, isso não era novidade para a gente. São coisas que sabíamos muito bem”, acrescentou Cheadle. O racismo foi abordado quando Fallon comentou as manifestações pela morte de George Floyd e o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam). Então, o ator lembrou suas experiências e contou como foi sua infância. Cheadle disse que cresceu em um “bairro predominantemente negro” em Kansas City, onde isso não era problema, porque os moradores raramente viam a polícia, mas a situação mudou quando sua família se mudou para os subúrbios. “Nós éramos a minoria lá, era muito diferente”, explicou. “Foi quando eu comecei a sofrer bullying na escola, com certeza motivado por questões raciais”, disse. “Também foi quando começou a ficar evidente que os policiais não estavam no meu time”, acrescentou, lembrando que desde cedo aprendeu a como se comportar diante da polícia. E a situação piorou ainda mais quando chegou em Los Angeles, para seguir a carreira de ator. “Acho que muitas pessoas negras contam a mesma história de como seus pais os alertaram sobre como se comportar diante da polícia, com as regras que podem garantir que você volte para casa vivo e seguro [nesses momentos]”, ele disse a Fallon. “Então, infelizmente, isso [o medo da violência policial) é algo que é colocado em nossas mentes muito cedo.” Veja o vídeo da entrevista abaixo.

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    Ian Holm (1931 – 2020)

    19 de junho de 2020 /

    O ator britânico Ian Holm, conhecido por viver Bilbo em “O Senhor dos Anéis” e Ash em “Alien: O Oitavo Passageiro”, morreu nesta sexta (19/6) aos 88 anos. O agente do ator confirmou a notícia citando complicações do Mal de Parkinson como causa da morte. “Ele morreu pacificamente no hospital, com sua família e seu cuidador. Ian era charmoso, gentil e talentoso, e vamos sentir falta dele enormemente”, escreveu o agente, em comunicado. Um dos atores britânicos mais famosos de sua geração, Ian Holm nasceu em 12 de setembro de 1931, filho de médicos escoceses, na cidade inglesa de Goodmayes, e acumulou diversos prêmios em sua carreira. Ele também deu, literalmente, sangue pela arte. Em 1959, quando fazia parte da Royal Shakespeare Company, a mais prestigiosa trupe do teatro britânico, Holm teve o dedo cortado por Laurence Olivier durante uma luta de espadas na montagem de “Coriolanus”. Acabou com uma cicatriz, que para ele tinha conotação de dedicação e orgulho por seu trabalho. Sua trajetória rumo à fama incluiu várias aparições na televisão britânica no início dos anos 1960, até conquistar destaque como o rei Ricardo III na minissérie da BBC “The Wars of the Roses” (1965). Em seguida, conquistou o papel que lhe deu projeção internacional, ao vencer o Tony (o Oscar do teatro) em sua estreia na Broadway em 1967, como Lenny em “Volta ao Lar”, de Harold Pinter, atuando sob direção de Peter Hall. Holm também estrelou a versão de cinema da peça em 1973, novamente dirigida por Hall, que ainda foi o diretor que o lançou no cinema, apropriadamente numa adaptação de Shakespeare, “Sonho de uma Noite de Verão”, em 1968. Na obra shakespeariana, ele viveu o icônico elfo Puck, que foi o primeiro personagem fantástico de sua filmografia. A consagração no cinema e no teatro seguiram paralelas por quase toda a sua carreira. Ele trabalhou em clássicos como “O Homem de Kiev” (1968), de John Frankenheimer, “Oh! Que Bela Guerra!” (1969), de Richard Attenborough, “Nicholas e Alexandra” (1971), de Franklin J. Schaffner, “Mary Stuart, Rainha da Escócia” (1971), de Charles Jarrot, “As Garras do Leão” (1972), novamente de Attenborough… obras premiadíssimas. Seus personagens marcaram época. Viveu, por exemplo, o vilanesco Príncipe João no cultuadíssimo “Robin e Marian” (1976), sobre a morte de Robin Hood (vivido por Sean Connery), sem esquecer as minisséries que impressionaram gerações, estabelecendo-o no imaginário televisivo como Napoleão em “Os Amores de Napoleão” (1974), o escritor JM Barrie, criador de “Peter Pan”, em “Os Garotos Perdidos” (que lhe rendeu indicação ao BAFTA Awards) e o monstruoso nazista Heinrich Himmler na icônica “Holocausto” (1978). A consagração no cinema veio com a indicação ao Oscar e a vitória no BAFTA por “Carruagens de Fogo”, o filme esportivo mais célebre de todos os tempos, em que viveu um treinador olímpico. Sua versatilidade também lhe garantiu muitos admiradores geeks. Holm impactou a ficção científica por suas atuações como Ash, o androide traidor, que acabava decapitado em “Alien: O Oitavo Passageiro” (1979), de Ridley Scott, o burocrata Sr. Kurtzmann em outro clássico, o fantástico “Brazil, o Filme” (1985), de Terry Gilliam, o padre Cornelius em “O Quinto Elemento” (1997), melhor filme de Luc Besson, e o cientista que prevê o apocalipse de “O Dia Depois de Amanhã” (2004), de Roland Emmerich. Ele ainda trabalhou com Gilliam em “Os Bandidos do Tempo” (1981), numa das três vezes em que viveu Napoleão. Foi nesta época, inclusive, que começou sua conexão com “O Senhor dos Anéis”. Em 1981, quando a BBC produziu uma adaptação para o rádio da obra de J.R.R. Tolkien, ele foi o escolhido para dar voz a Frodo. Vinte anos depois, virou o tio de Frodo, Bilbo Bolseiro, na trilogia cinematográfica de Peter Jackson, lançada entre 2001 e 2003 — o final da saga, “O Retorno do Rei”, rendeu-lhe o SAG Awards (prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA) como parte do Melhor Elenco do ano. Sua carreira foi repleta de aventuras fantásticas, incluindo “Juggernaut: Inferno em Alto-Mar” (1974), de Richard Lester, e “Greystoke: A Lenda de Tarzan” (1984), uma das mais fiéis adaptações da obra de Edgar Rice Burroughs, na qual interpretou o francês Phillippe D’Arnot, o melhor amigo de Tarzan. Mas também dramas sutis, como “Dançando com um Estranho” (1985), de Mike Newell, e “A Outra” (1988), de Woody Allen. Holm perpetuou-se nas telas em várias adaptações shakespeareanas, numa lista que conta ainda com “Henrique V” (1989), de Kenneth Branagh, e “Hamlet” (1990), de Franco Zeffirelli. E multiplicou-se em obras cults, como “Kafka” (1991), de Steven Sodebergh, “Mistérios e Paixões” (1991), de David Cronenberg, “As Loucuras do Rei George (1994), de Nicholas Hytner, “Por uma Vida Menos Ordinária” (1997), de Danny Boyle, “O Doce Amanhã” (1997), de Atom Egoyan, etc, etc. Ele até voltou a viver Napoleão uma terceira vez, em “As Novas Roupas do Imperador” (2001), de Alan Taylor, tornando-se o ator mais identificado com o papel. Entre os cerca de 130 desempenhos que legou ao público também destacam-se os primeiros filmes dirigidos pelos atores Stanley Tucci (“A Grande Noite”, em 1996) e Zach Braff (“Hora de Voltar”, em 2004), os dramas premiados “O Aviador” (2004), de Martin Scorsese, e “O Senhor das Armas” (2005), de Andrew Niccol, e a animação “Ratatouille” (2007), da Disney-Pixar. Seus últimos trabalhos foram resgates de seus papéis mais populares. Ele voltou a viver Ash no videogame “Alien: Isolation”, lançado em 2014, e a versão envelhecida de Bilbo na trilogia “O Hobbit”, encerrando sua filmografia em 2014, com “O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”. Tudo isso, apesar de sofrer de ataques de pânico a cada vez que as luzes acendiam, o diretor dizia “ação” e as cortinas se abriam. Tudo isso, que também lhe rendeu a nomeação de Comandante do Império Britânico em 1989, a distinção de cavaleiro, conferida pela Rainha Elizabeth II em 1998, a admiração de seus pares e o encantamento de fãs, ao redor do mundo.

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    Premiação do Critics Choice é adiada para março

    18 de junho de 2020 /

    Seguindo um padrão estabelecido desde o adiamento do Oscar, a premiação Critics Choice Awards também anunciou uma nova data para sua cerimônia. Os troféus da crítica americana para os melhores do cinema e das séries vai acontecer em Santa Monica, na California, no dia 7 de março. Como na edição de janeiro passado, que premiou o filme “…Era uma Vez em Hollywood”, o evento será novamente apresentado pelo ator Taye Diggs (“All American”) e terá exibição na rede The CW nos EUA. Também seguindo o que estabeleceram a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pelo Oscar, a organização Film Independent, que premia o cinema indie com o Spirit Awards, e o BAFTA, a Academia Britânica, a elegibilidade dos candidatos ao Critics Choice foi ampliada e incluirá filmes lançados entre 1 de janeiro de 2020 e 28 de fevereiro de 2021. Já a elegibilidade para a TV permaneceu inalterada, abrangendo apenas os programas exibidos em 2020. “Agora, mais do que nunca, as pessoas estão se voltando para o cinema e a televisão como uma fonte de conforto, um meio de educação e uma maneira de se conectar”, disse Joey Berlin, CEO da Critics Choice Association. “Com o cronograma revisado, estamos ansiosos para comemorar todos os brilhantes trabalhos criados durante esta temporada prolongada”, completou.

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    Quadrinhos de The Walking Dead voltam a ser publicados para contar destino de Negan

    18 de junho de 2020 /

    A revista em quadrinhos “The Walking Dead” virou zumbi. Ela acaba de voltar da morte, com um especial inédito focado em Negan, um ano após sua última edição. O autor Robert Kirkman e seu parceiro criativo, o artista Charlie Adlard, anunciaram a retomada a saga dos zumbis em quadrinhos por um motivo nobre. Eles acreditam que o título tem popularidade suficiente para ajudar a retomar as vendas das comic shops, que estão sofrendo com suas lojas fechadas durante a pandemia de coronavírus. Por conta disso, anunciaram que abriram mão dos lucros, permitindo que as lojas fiquem com todos os valores que retornariam para sua editora. “A comunidade varejista faz um trabalho árduo para colocar os quadrinhos nas mãos de nossos fãs amorosos. Todos nós deveríamos estar fazendo mais nestes tempos difíceis para mostrar a eles o quanto eles são apreciados”, disse Kirkman em comunicado. Por conta disso, não há planos de lançar o especial em formato digital. Intitulada “Negan Lives” (Negan Vive), a publicação chegará às comic shops americanas em 1º de julho e mostrará o que aconteceu com o personagem interpretado por Jeffrey Dean Morgan na televisão. A história vai contar o que aconteceu com o vilão, que não era visto nos quadrinhos há três anos, desde o fim da guerra dos Sussurradores. Não dá para saber se é spoiler da série, já que a produção televisiva mudou muita coisa em relação aos quadrinhos. Mas, em sua última aparição nas páginas impressas, Negan saiu de cena após ser procurado e confrontado por Maggie, que queria matá-lo pelo que ele fez – entre outras coisas, por assassinar Glenn. Ele aceita seu destino, dizendo-se arrependido e merecedor da morte. Mas Maggie prefere condená-lo a viver com o que fez, sozinho e esquecido por todos. Ele nunca mais foi visto até o fim da publicação, encerrada após a morte de Rick no ano passado. Apesar disso, Kirkman já tinha sugerido que, se um dia retomasse a revista, seria para contar o que houve com Negan. O momento chegou. Negan vive. Veja a capa do especial abaixo.

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    Michelle Williams dá à luz seu segundo filho

    18 de junho de 2020 /

    A atriz Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) deu à luz seu segundo filho, o primeiro com o marido, o diretor Thomas Kail (“Grease: Ao Vivo”), com quem se casou em março. O nascimento foi revelado pela revista US Weekly, que não conseguiu confirmar o sexo da criança. A atriz já tem uma filha, Matilda Ledger, fruto de seu relacionamento com o falecido ator Heath Ledger (“Batman: O Cavaleiro das Trevas”). Matilda nasceu em 2005, quando Williams e Ledger eram noivos, três anos antes da morte do ator aos 28 anos. Williams conheceu o seu atual marido na produção da série “Fosse/Verdon”, que ele dirigiu. A atriz venceu um Globo de Ouro e um Emmy pela performance na série, onde interpretava Gwen Verdon, icônica estrela da Broadway.

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