Riz Ahmed vai estrelar sci-fi da Amazon
Os atores Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”) e Octavia Spencer (“A Forma da Água”) entraram no elenco de “Invasion”, ficção científica de Michael Pearce, vencedor do BAFTA (o Oscar britânico) como Melhor Diretor Estreante por “Beast” (2017). A produção está a cargo da Amazon Studios em parceria com as companhias britânicas Raw e Film4. O roteiro foi desenvolvido por Pearce em parceria com Joe Barton (roteirista de “O Ritual” e criador da série “Giri/Haji”). Ahmed interpretará um fuzileiro naval condecorado que foge com seus dois filhos enquanto tenta protegê-los de uma ameaça não humana. A jornada os levará a direções cada vez mais perigosas e inesperadas, e os dois irmãos serão forçados a enfrentar verdades difíceis e deixar a infância para trás. Spencer desempenhará um papel coadjuvante, como uma oficial de condicional. A previsão de filmagem é para ainda este ano nos Estados Unidos.
Ashley Judd ganha aval da Justiça para processar Harvey Weinstein
A Justiça americana deu ganho de causa para a atriz Ashley Judd na apelação de seu processo contra Harvey Weinstein. A atriz foi a primeira a acusar Weinstein na imprensa, colocando a carreira em risco para permitir que outras mulheres se manifestassem. Sua atitude encorajou uma centena de denúncias e deu início ao movimento #MeToo nas redes sociais, mas os advogados do produtor impediram que ela o processasse. A atriz afirma ter sido prejudicada propositalmente em sua carreira por se recusar a ter relações sexuais com Weinstein. Já a defesa do produtor alega que ele não era chefe dela, portanto não teria esse poder. Ela entrou com um recurso na Justiça e a análise, feita por três juízes, foi que, mesmo sem vínculo direto, a posição de produtor e de dono de estúdio estabelecia uma relação de poder de Weinstein sobre a atriz, permitindo que ela fosse prejudicada. “Em virtude da posição profissional e de sua influência, Weinstein se colocava em uma posição única de poder coercivo sobre [Ashley] Judd, que era jovem e no início de sua carreira na época do assédio”, disse a juíza Mary H Murguia. “Mais ainda, dada a forte influência e inevitável presença de Weinstein na indústria do cinema, era muito difícil para Judd romper com ele ‘sem dificuldade tangível’, ainda mais que a vida de atriz dependia de ser convidada para os papéis”, acrescentou. Ashley relatou que, nos anos 1990, quando estava em ascensão em Hollywood, Weinstein a chamou para uma reunião em um quarto de hotel, onde tirou a roupa e tentou fazer massagem nela. A atriz diz que, depois que ela se recusou, Weinstein passou a pressionar diretores a não escalá-la em novos filmes, levando-a a perder importantes oportunidades de trabalho. Embora tenha reclamado disso por muitos anos, só quando os abusos de Weinstein chegaram na imprensa é que diretores se manifestaram sobre a pressão sofrida para não escalar determinadas atrizes. Em entrevista, Peter Jackson revelou que Weinstein o desencorajou a contratar tanto Ashley quanto Mira Sorvino, outra atriz que o produtor tentou abusar, chamando ambas de “um pesadelo para se trabalhar”. Na época, Jackson estava dando início à produção da trilogia “O Senhor dos Anéis”. O processo aberto por Ashley acusa Weinstein de difamação, abuso de poder e assédio sexual. A vitória obtida na quarta (29/7) foi celebrada pelos advogados da atriz, que agora pode prosseguir com a ação.
Academia da Televisão confirma Emmy 2020 virtual
A Academia da Televisão confirmou os planos de realizar uma cerimônia virtual na premiação do Emmy 2020, que será apresentada à distância pelo comediante Jimmy Kimmel. Em uma carta enviada para os indicados e divulgada pelo site da revista Variety, a organização do evento compartilhou seus planos, dizendo que, em vez de levar os astros para o Microsoft Theater em Los Angeles, a premiação é que será levada até as casas dos concorrentes. “Estamos muito satisfeitos e honrados por produzir o evento em 20 de setembro e temos toda a intenção de não apenas garantir que ele não seja comprometido por esse momento louco em nossas vidas, mas que seja o Emmy mais memorável de todos os tempos e que você tenha uma noite maravilhosa ”, diz a carta, obtida pelo site-irmã da Deadline, Variety . “Como você provavelmente já adivinhou, não pediremos que você vá ao Microsoft Theater no centro de Los Angeles em 20 de setembro. A data ainda será a maior noite da televisão… mas neste ano nós vamos até você! ” A carta, assinada pelos produtores Jimmy Kimmel, Ian Stewart, David Jammy, Guy Carrington e Reggie Hudlin, ainda indica que a Academia prepara uma grande operação para colocar equipes de gravação ao dispor das estrelas. “Estamos reunindo um excelente time de técnicos, produtores e roteiristas para trabalhar com Jimmy Kimmel e com vocês e seus times para ter certeza de que podemos gravar com vocês (e seus entes queridos ou com quem mais vocês escolherem estar) em sua casa ou outro local de sua escolha.” As dificuldades criadas pela pandemia de coronavírus acabaram por oferecer uma chance para os produtores reinventarem a transmissão do evento, e talvez mostrar para outras organizações da indústria do entretenimento como isto pode ser feito.
Sonia Darrin (1924 – 2020)
A atriz Sonia Darrin, que marcou época como femme fatale do cinema noir, morreu em 19 de junho, num hospital de Nova York, após sofrer uma queda aos 96 anos. Nascida Sonia Paskowitz em 16 de junho de 1924, em Galveston, Texas, ela se mudou com a família para a Califórnia na adolescência, quando teve aulas de dança com o bailarino e coreógrafo Adolph Bolm. Durante este período, Bolm começou a trabalhar na aventura de capa e espada “Os Irmãos Corsos” (1941), e convidou seus alunos para figurarem nas cenas de multidões. Darrin estreou nas telas como uma das frequentadoras de uma apresentação de ópera. Por ser dançarina, ela seguiu carreira em musicais, aparecendo em “Um Raio de Sol” (1941), “Minha Namorada Favorita” (1942) e “É Difícil Ser Feliz” (1943). Também chegou a atuar no terror “Frankenstein encontra o Lobisomem” (1943), mas seus papéis eram sempre pequenos e não creditados. Mesmo assim, foi selecionada pelo diretor Howard Hawks para viver uma bad girl e contracenar com Humphrey Bogart em “À Beira do Abismo” (1946), um dos mais famosos film noir de todos os tempos. Numa cena memorável do filme, o detetive Philip Marlowe (Bogart) finge ser um colecionador de livros raros para se aproximar da suspeita Agnes (Darrin) e perguntar se ela trabalhava na livraria em que estavam – que funcionava como fachada para negócios escusos. “Você vende livros, hum?”. Então, ela gesticula na direção de uma fileira de livros e responde: “O que você acha que é isso, toranjas?” Ela apareceu em outras cenas marcantes do filme, mas sua presença acabou diminuída porque, segundo afirma, seu agente discutiu com o chefe do estúdio, Jack Warner. Darrin também teve destaque em outro noir, “Bury Me Dead” (1947), com June Lockhart e Hugh Beaumont, e atuou em mais um clássico do gênero, “Coração Prisioneiro” (1949), de Max Ophüls. Também apareceu no drama de guerra “Sedução Trágica” (1948) e encerrou a carreira com um último noir, “Traidor Inesperado” (1950), antes de deixar Hollywood e se tornar modelo da agência de Eileen Ford em Nova York. Darrin manteve um perfil discreto, mas ressurgiu na década de 1970, quando seu filho Mason Reese se tornou uma estrela de comerciais. “Ela foi parte mãe, parte protetora, parte guerreira e parte empresária”, disse Reese à revista The Hollywood Reporter. “Ela sabia tudo sobre as armadilhas de Hollywood e incutiu em mim que isso seria uma montanha-russa e uma aventura – e que quando eu não quisesse mais fazer isso, não precisaria continuar a fazer.” Reese acrescentou que sua mãe não tinha ideia de que era uma atriz popular, porque seus papéis foram muito pequenos, mas os fãs de filmes noir a adoravam. “Ela ficava espantada quando recebia cartas de fãs pelo correio”, disse ele. Mãe e filho não foram os únicos astros da família. O irmão da atriz é considerado uma lenda do surf da Califórnia, Dorian “Doc” Paskowitz. Relembre abaixo, a famosa cena das toranjas literárias.
Tenet ganha novas fotos e terceira data de estreia no Brasil
A Warner divulgou novas fotos e definiu a terceira data de estreia de “Tenet” no Brasil. O filme do diretor Christopher Nolan, adiado várias vezes em razão da pandemia de covid-19, vai finalmente chegar aos cinemas brasileiros em 3 de setembro – se houver cinema aberto para exibi-lo. A data não leva em consideração o fato de que, a um mês da previsão, os cinemas brasileiros continuam fechados. Em vez disso, segue a orientação da matriz, que prometeu um lançamento em mais de 70 países a partir de 26 de agosto e uma estreia limitado nos EUA uma semana depois – onde as salas de exibição também continuam fechadas. A estreia brasileira aconteceria, assim, junto com os EUA e uma semana após a distribuição em países que não foram tão afetados pela pandemia e estão com os cinemas abertos. A decisão de lançá-lo já em agosto onde for possível será um teste de estresse. Na Coreia do Sul, os cinemas estão funcionando normalmente e já renderam um blockbuster, “Invasão Zumbi 2”. Mas o país foi um dos primeiros a controlar a pandemia. A China também está em fase de reabertura de salas. Entretanto, o público europeu não tem demonstrado o mesmo entusiasmo para trocar o isolamento pela aglomeração em locais fechados. Para piorar, as redes de cinema AMC e Cineworld não pretendem retomar seus trabalhos nos EUA antes de meados de agosto. Mas elas esperam contar com o filme de Nolan para atrair o público de volta ao parque exibidor após a paralisação mundial do setor no início deste ano. O estratégia da Warner é mesmo transformar “Tenet” no filme responsável por “reabrir” os cinemas. Porém, ela esbarra num problema criado pelo próprio marketing inicial da companhia. A produção não é um título estabelecido, não tem personagens conhecidos, não pertence a nenhuma franquia e, graças à sua campanha enigmática, nem sequer se sabe do que diabos se trata. A trama é até agora um mistério e a sinopse genérica não ajuda: “Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo, o protagonista (John David Washington) precisa partir em uma missão dentro do mundo da espionagem internacional, que irá revelar algo além do tempo. Não é viagem no tempo. É inversão.” O texto nem se dá ao trabalho de nomear o personagem principal. Já as situações vistas no trailer incluem balas que disparam na direção contrária dos tiros e carros que capotam de trás pra frente, numa espécie de “efeito rewind”, que questiona a linearidade do tempo e lembra que o diretor responsável é o mesmo de “A Origem” (2010) e “Interestelar” (2014). Detalhe: em entrevistas recentes, os protagonistas disseram não ter entendido nada da história durante as filmagens. O elenco do filme inclui John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, além de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”).
Universal e maior rede de cinema dos EUA fecham acordo histórico para diminuir janela de exibição
Depois de enfrentar ameaça de boicote das redes de cinema dos EUA por sua decisão de lançar “Trolls 2” em VOD, o estúdio Universal virou o jogo e conseguiu diminuir a janela de exibição nos EUA, fechando um acordo com a maior empresa de distribuição de filmes do país, a AMC. A mudança é histórica. Pelo novo contrato, os filmes do Universal poderão ser lançados em plataformas de vídeo sob demanda (aluguel digital) depois de apenas 17 dias de exibição nas salas. Em termos de mercado, isto representa três fins de semana consecutivos. Um número muito menor que a janela até então vigente, de cerca de três meses, que os filmes precisavam esperar para serem oferecidos de forma digital. “A experiência cinematográfica continua sendo o coração do nosso negócio”, iniciou Donna Langley, diretora da Universal Filmed Entertainment Group, no comunicado. A frase de elogio às salas de cinema, claro, é seguida por um “mas” retórico. “A associação forjada com a AMC é impulsionada por nosso desejo mútuo de assegurar um futuro próspero para o ecossistema de distribuição de filmes e satisfazer a demanda dos consumidores”, acrescentou. As empresas não revelaram detalhes do acordo, mas a AMC, que tem mais de 8 mil salas, receberá parte dos lucros da Universal com a exibição dos vídeos sob demanda. “A AMC abraça com entusiasmo este novo modelo de indústria, tanto porque estamos participando da totalidade da economia da nova estrutura, quanto porque o vídeo premium ‘à la carte’ cria o potencial agregado de aumentar a rentabilidade dos estúdios cinematográficos, o que por sua vez deverá levar à produção de mais filmes”, disse o diretor-executivo da AMC, Adam Aron. “Este acordo plurianual preserva a exclusividade da exibição em salas de cinema durante pelo menos os três primeiros fins de semana de estreia de um filme, quando normalmente é gerada a maior parte da receita de bilheteria”, acrescentou. “Universal e AMC acreditam que isto expandirá o mercado e beneficiará a todos”, concluiu. O acordo é considerado surpreendente, porque a AMC foi uma das primeiras distribuidoras a atacar a Universal Pictures, após o estúdio antecipar “Trolls 2” e outras estreias digitais devido à pandemia de coronavírus, que levou ao fechamento de salas e paralisou produções. Em abril, a AMC anunciou que não projetaria mais nenhum filme da Universal em suas salas enquanto o estúdio mantivesse essa postura. Três meses depois, as salas da AMC ainda continuam fechadas pela pandemia e a Universal comemora lucro surpreendente com as locações digitais. A covid-19 começou a antecipar tendências econômicas que muitos acreditavam inevitáveis, mas nunca que aconteceriam tão rapidamente. O negócio deve ser seguido por outros estúdios e distribuidoras e criar uma nova situação, em que os cinemas terão ciclos menores de exibição e, por consequência, precisarão receber mais filmes. Isto pode estimular a maior produção dos estúdios. Ou baratear os filmes para que mais títulos sejam produzidos pelo mesmo orçamento. Outro efeito é o fortalecimento no mercado de VOD, que parecia destinado a desparecer diante da proliferação das plataformas de streamings por assinatura dos estúdios. Pouco explorado, o VOD ganhou força com a pandemia e transformou “Trolls 2” num fenômeno comercial, que rendeu mais de US$ 100 milhões nos EUA e mostrou à Universal um caminho que agora vai impactar toda a indústria. É a volta das videolocadoras. Agora digitais.
Becky Mullen (1963 – 2020)
A atriz e lutadora Becky Mullen, revelada no “GLOW” real dos anos 1980, morreu na segunda (27/7) aos 56 anos, após uma longa batalha contra um câncer que afetou rim, cólon e fígado. Programa que inspirou a série homônima da Netflix, “GLOW” (Gorgeous Ladies of Wrestling) organizava lutas entre personagens vividos por atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho de entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre) e uma das empresárias envolvidas em sua produção era a mãe do ator Sylverster Stallone. No Brasil, o programa foi exibido no SBT com o título de “Luta Livre de Mulheres”. Becky Mullen interpretava a personagem Sally the Farmer’s Daughter (Sally, a filha do fazendeiro) e estreou junto do programa em 1986. Após o fim da atração, ela começou a aparecer em séries e até em clipes do rock cabeludo do começo dos anos 1990, como “Up All Night” da banda Slaughter e “Poundcake” do Van Halen. Entre suas participações especiais, destaca-se um episódio de “Um Amor de Família”, em que apareceu para lutar com Pamela Anderson num sonho erótico de Al Bundy (Ed O’Neill). Ela também participou do humorístico “MADtv” e das séries “Renegado”, “Cybill” e “Maré Alta” nos anos 1990, além de ter estrelado um punhado de filmes trash em que mulheres de biquíni ou lingeries enfrentavam o crime, como “Hard Hunted” (1993) e “Jogos Proibidos” (1995), e algumas produções de softcore lançadas direto em vídeo. Com o sucesso de “GLOW” na Netflix, ela tinha retomado a persona de Sally num revival televisivo chamado de “The Original Ladies of Wrestling”, que teve uma temporada exibida na plataforma Tubi no ano passado nos EUA.
Templo evangélico tenta processar Porta dos Fundos em R$ 1 bilhão e toma prejuízo
Um templo evangélico que queria lucrar R$ 1 bilhão num processo contra a Netflix e o Porta dos Fundos, devido ao especial de Natal do grupo de humoristas, tomou um prejuízo financeiro considerável, que poderia muito ilustrar uma parábola sobre ganância – como Provérbios 28:20. Segundo apurou a revista Veja, Anselmo Ferreira de Melo da Costa, presidente da igreja Templo Planeta do Senhor, disse ter se sentido desrespeitado pelo especial “A Primeira Tentação de Cristo” em sua fé cristã e decidiu processar os responsáveis pela produção. O programa, que foi ao ar no fim do ano passado, trazia Gregório Duvivier como Jesus Cristo, em suposta relação homossexual, e causou a fúria de líderes religiosos, rendeu pronunciamentos inflamados de políticos e culminou num atentado à bomba contra a sede do grupo. Em fevereiro, o religioso foi à Justiça requerer o valor bilionário. Mas o processo não foi muito adiante. Ele desistiu ao ver a conta. A ação chegou ao fim sem que a Netflix e o Porta dos Fundos fossem sequer notificados oficialmente, porque a juíza do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Patrícia Conceição, não deu o direito da Justiça gratuita ao caso – ou seja, como o Templo Planeta do Senhor pedia R$ 1 bilhão, os custos do processo chegaram a R$ 82 mil. O templo tentou mudar o valor da indenização, mas foi impedido porque o caso já tinha avançado. Pensou em recorrer, mas aí o prejuízo seria em dobro, novamente em custos judiciais. E a lição poderia ser ainda maior, porque se a Netflix ou o Porta dos Fundos tivessem recebido notificação judicial, o templo teria de arcar com honorários dos advogados das empresas, caso recebesse decisão desfavorável. O valor seria R$ 200 mil, referente a 10% de sua ambição. O processo também pedia a retirada do programa do ar e tinha pouca chance de prosperar, pois em janeiro o Supremo Tribunal Federal já havia se manifestado de forma favorável à liberdade de expressão dos humoristas e contra qualquer tentativa de censura. Além disso, o templo cometeu um erro primário que colocaria tudo a perder, ao chamar o programa de “Se Beber, Não Ceie” no processo. Este foi o nome de um especial de Natal do Porta dos Fundos exibido em 2018, que mostrava os apóstolos bêbados na Santa Ceia. “Se Beber, Não Ceie” não faz alusão à homossexualidade e, talvez por isso, não tenha despertado o mesmo nível de ira e repercussão que “A Primeira Tentação de Cristo”. Como a desistência não elimina os custos, a Justiça agora lembra a obrigação de pagar a Cesar o que é de Cesar. Ou seja, os R$ 82 mil devidos pelo templo.
Zendaya fica “sem palavras” ao comemorar primeira indicação ao Emmy
Zendaya foi ao Instagram comemorar sua primeira indicação ao Emmy, revelada na manhã desta terça (28/7). Ela vai disputar o troféu da Academia da Televisão na categoria de Melhor Atriz em Série de Drama por seu papel em “Euphoria”, da HBO. “Estou sinceramente sem palavras, meu coração está transbordando de amor e gratidão. Estou tão incrivelmente honrada por trabalhar ao lado de pessoas talentosas que chamo de família”, escreveu a atriz, publicando uma foto em preto e branco dos bastidores da série, que começou chamando atenção pelo tom polêmico, mas logo se tornou um grande sucesso de crítica e público. Ela prosseguiu: “Sou uma pequena peça de um quebra-cabeça bonito e tenho muito orgulho de todos vocês”, disse, referindo-se aos colegas de trabalho. “Obrigado a todos que assistiram e deram vida ao programa, obrigado a (o criador) Sam Levinson, a HB0, ao (estúdio) A24 por tudo e à Academia da Televisão por esse lindo reconhecimento, obrigado, obrigado, obrigado”, finalizou, demonstrando seu entusiasmo pela repetição dos agradeciemntos. Debutante na categoria, Zendaya vai disputar o prêmio com a pesos pesados: Olivia Colman, por “The Crown”, Laura Linney, por “Ozark”, Jennifer Aniston, por “The Morning Show”, e Jodie Comer e Sandra Oh, ambas por “Killing Eve”. A cerimônia de premiação vai acontecer em 20 de setembro. Ver essa foto no Instagram I’m honestly speechless, my heart is just overflowing with love and gratitude. I’m so incredibly honored to work beside the talented people that I get to call family. I am a small piece of a big beautiful puzzle and I’m so proud of all of you. Thank you to everyone out there who’s watched and given our show life, thank you @samlev00 @hbo @a24 for everything and @televisionacad for this beautiful acknowledgment, thank you, thank you, thank you. We out here Emmy nominated y’all!! Uma publicação compartilhada por Zendaya (@zendaya) em 28 de Jul, 2020 às 2:34 PDT
Atriz de Cemitério Maldito consegue ordem de restrição contra diretor indie
A atriz e diretora Amy Seimetz, que interpretou a personagem Becky Ives na série “Stranger Things” e a mãe no remake de “Cemitério Maldito”, obteve uma ordem de restrição contra seu ex-namorado, o diretor Shane Carruth. Eles trabalharam juntos em “Upstream Color” (2013). De acordo com o site da revista Variety, Seimetz acusa Carruth de abuso físico e psicológico, e de assédio contínuo desde que os dois se separaram em 2018. Seimetz alega que Carruth pulou sobre ela em um quarto de hotel e a estrangulou até que ela precisou lutar para respirar, de acordo com documentos obtidos pelo site. Ela também alega que o diretor a ameaçava continuamente por mensagens. Em uma delas, Carruth escreve: “Você é Shiva, a deusa da morte. Eu vejo você. Eu vou saber quando é hora de você acabar. Você deveria estar com medo. Você não sabe o que eu vou fazer”. Ambos os diretores são proeminentes no cinema independente americano. O primeiro longa-metragem de Carruth, “Primer”, venceu o Festival de Sundance em 2004. Seimetz estrelou o segundo longa-metragem do diretor, “Upstream Color” (2013), dirigiu a 2ª temporada da série “The Girlfriend Experience” e nesta semana lança seu segundo longa como cineasta, “She Dies Tomorrow”, pela distribuidora independente Neon.
Tom Holland publica primeira foto da namorada e parte coração da internet
O ator Tom Holland, intérprete atual do “Homem-Aranha” nos filmes da Marvel, surpreendeu seus fãs nesta terça (28/7) ao assumir o namoro, publicando pela primeira vez uma imagem da atriz Nadia Parkes, estrela da minissérie “The Spanish Princess”, em seu Instagram. Os rumores sobre o envolvimento do casal circulam há algum tempo, mas os boatos nunca tinham sido confirmados por nenhuma das partes até agora. O registro bastaria para a internet considerar o namoro oficializado. Por conta deste post singelo, o nome do ator chegou a ser um dos assuntos mais comentados no Twitter durante o dia. E, curiosamente, o motivo não foram shipps, mas a desilusão amorosa das fãs, que ficaram arrasadas ao descobrir que o intérprete de Peter Parker estava “comprometido”. Centenas de corações partidos e muitas lágrimas virtuais marcaram as publicações do dia, em várias línguas. De verdade. Mas teve quem prestasse mais atenção em outro detalhe do post. “Estonteante, tanto a garota quanto o céu”, escreveu uma internauta. Enquanto outro concluiu: “Parece que ele aprendeu alguma coisa sobre fotografia com seu papel de Peter Parker”. Vale reparar, porém, que a versão de Peter Parker de Tom Holland (ainda) não é um fotógrafo profissional como o personagem vivido por Tobey Maguire nos primeiros três filmes do herói. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tom Holland (@tomholland2013) em 27 de Jul, 2020 às 9:31 PDT
Diretor revela vídeo em que “Doutor Estranho” sai do set e surpreende loja de quadrinhos
O diretor Scott Derrickson divulgou um vídeo inédito dos bastidores de “Doutor Estranho” nas redes sociais, que registra um momento divertido da produção. O vídeo foi feito em 2015, durante as filmagens do longa em Manhattan, Nova York. Ao perceber que perto do set havia uma loja de quadrinhos, o diretor brincou com o astro Benedict Cumberbatch como seria incrível se ele entrasse lá caracterizado como o personagem. O ator concordou e ainda estimulou o diretor a fazer uma “pegadinha” para surpreender os frequentadores da comic shop. O momento foi gravado por Derrickson e mostra como o Cumberbatch deixou clientes e vendedores da loja rindo à toa. No final, após posar para fotos, Cumberbatch ainda disse: “Se o filme não der certo, posso vir trabalhar com vocês?”. Mas “Doutor Estranho” foi um grande sucesso, com bilheteria mundial de US$ 677 milhões, e vai ganhar uma sequência. Infelizmente, o clima dos bastidores não será o mesmo, pois Derrickson não retornará para comandar as filmagens. Em seu lugar, a Marvel escalou o cineasta Sam Raimi, que voltará a comandar um filme de super-herói após marcar época à frente dos três primeiros “Homem-Aranha” da Sony. Assista ao registro abaixo, revelado na íntegra pela primeira vez na noite de segunda (27/7). Never before shown moment. While shooting in Manhattan right in front of a comic book store, I spontaneously suggested to Benedict that he go inside and he agreed. pic.twitter.com/ge2DcqWpu1 — N O S ⋊ Ɔ I ᴚ ᴚ Ǝ ᗡ ⊥ ⊥ O Ɔ S (@scottderrickson) July 28, 2020
Ryan Reynolds oferece recompensa por urso de pelúcia roubado
O ator Ryan Reynolds ofereceu US$ 5 mil de recompensa para quem achar – ou devolver – um urso de pelúcia que foi roubado em Vancouver, no Canadá. O detalhe é que o brinquedo não é dele. Reynolds se sensibilizou ao ver um post sobre o roubo, que estava em uma mochila com um iPad. A dona do ursinho, Mara Soriano, contou que a pelúcia tem a voz da mãe dela, que morreu no ano passado de câncer. A gravação diz: “Eu te amo, estou orgulhosa de você e sempre estarei com você”. “Vancouver: US$ 5.000 para quem devolver esse urso a Mara”, escreveu Reynolds em resposta o post da repórter Deborah Goble, da rede de TV canadense CBC. “Zero perguntas. Acho que todos precisamos que este urso volte para casa.” Veja a publicação original do ator abaixo. Vancouver: $5,000 to anyone who returns this bear to Mara. Zero questions asked. I think we all need this bear to come home. https://t.co/L4teoxoY50 — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) July 25, 2020












