Danny Masterson começa a ser julgado por estupro nos EUA
O ator Danny Masterson, das séries “That ’70s Show” e “The Ranch”, fez sua primeira aparição no tribunal de Los Angeles, na sexta (18/9), para se defender das acusações de estupro movidas contra ele por três mulheres. Masterson chegou a ser preso em junho, mas pagou fiança de US$ 3,3 milhões para participar do julgamento em liberdade. Por meio de seu advogado, o ator declarou-se inocente e alegou que as acusações contra ele eram “políticas”, devido a sua ligação com a Igreja da Cientologia. Segundo o site Page Six, o advogado Tom Mesereau acusou a promotora distrital do condado de Los Angeles, Jackie Lacey, de apresentar as acusações com o objetivo de chamar atenção para si mesma, na véspera de eleições para ser reconduzida a seu posto, marcadas para novembro. “Houve repetidas tentativas de politizar este caso”, disse Mesereau, que também defendeu Michael Jackson contra alegações de má conduta sexual em um caso anterior. “Ele é absolutamente inocente e vamos provar isso.” O advogado de defesa também tentou impedir que câmeras pudessem entrar no tribunal, alegando que a presença da mídia seria prejudicial não só a Masterson, mas também aos jurados em potencial. Mas o juiz do Tribunal Superior, Miguel T. Espinoza, não só permitiu a cobertura da mídia como negou um pedido da defesa para colocar o caso em segredo de justiça, permitindo a polícia, promotores e testemunhas em potencial de revelar informações à imprensa. A defesa ainda apresentou documentos solicitando que a ação penal contra a Masterson fosse rejeitada por ser insuficiente e por ter prescrito. Uma audiência sobre o assunto será realizada na próxima aparição do ator no tribunal, marcada para o dia 19 de outubro. A prisão de Masterson aconteceu após uma investigação de três anos que resultou num raro processo contra um astro de Hollywood na era #MeToo. Apesar de dezenas de investigações, a maioria não resultou em nenhuma acusação, devido à falta de evidências ou por prescrição pela passagem de muito tempo. Mas o caso é muito anterior ao escândalo de Harvey Weinstein que originou o #MeToo. As primeiras denúncias contra o ator foram encaminhadas para a polícia no começo da década passada. Segundo o site Huffington Post, as autoridades não puderam agir na época devido à interferência da igreja da Cientologia, da qual o ator é adepto. As mulheres que o acusavam também eram integrantes da igreja, que tem como regra proibir colaboração com a polícia. De acordo com o relato do site, a instituição mobilizou 50 seguidores para darem testemunhos escritos favoráveis a Masterson e contrários às acusadoras. Além disso, o arquivo com os depoimentos e acusações formais desapareceu misteriosamente no começo do processo, fazendo com que a promotoria tivesse que recomeçar todo o caso do zero. Com isso, o caso só foi reaberto em 2017, após “evidências incriminadoras” terem sido recebidas pela promotoria. Quatro mulheres teriam tomado coragem para ir adiante com a denúncia após a atriz Leah Remini (série “King of Queens”) expor na TV abusos supostamente cometidos por integrantes da Igreja da Cientologia. O caso de Masterson apareceu na série que ela apresenta na TV paga americana – e a própria Remini compareceu à corte para acompanhar o julgamento nesta sexta. Uma das denúncias, porém, não foi levada adiante pela promotoria por ter prescrito. Masterson sempre negou veementemente todas as acusações. Mas após as acusações se tornarem públicas, ele foi demitido pela Netflix da série “The Ranch”, que co-estrelava com Ashton Kutcher. O vice-promotor distrital Reinhold Mueller, da Divisão de Crimes Sexuais, que está processando o caso, disse que todos os supostos crimes atuais ocorreram na casa do ator, entre 2001 e 2003. Se condenado, Masterson pode enfrentar uma possível sentença máxima de 45 anos de prisão.
Ray Fisher exige que Warner troque investigador dos abusos no set de Liga da Justiça
O ator Ray Fisher, intérprete do Ciborgue no filme “Liga da Justiça”, continua sua guerra contra a Warner devido a acontecimentos dos bastidores das filmagens do longa. Ele agora entrou com um pedido junto à WarnerMedia, empresa controladora da Warner Bros. Pictures, para que um novo investigador independente seja contratado, de modo a verificar suas acusações sobre o comportamento abusivo de Joss Whedon nas filmagens, o incentivo dos produtores Jon Berg e Geoff Johns para que isso acontecesse e todas as tentativas da chefia do estúdio para abafar o caso. Fisher alega que o atual investigador não tem isenção, pois foi contratado pela Warner Bros., que, por sua vez, já emitiu comunicado dizendo não ter encontrado nada evidências de nada errado nas filmagens. Ele usou o Twitter para informar sua decisão. “Devido a uma proposital falta de transparência (e, em alguns casos, mentiras descaradas) da Warner Bros. Pictures e da agência independente contratada por eles para investigar [o que aconteceu em] ‘Liga da Justiça’, um pedido oficial pela troca do investigador foi feito à WarnerMedia. Para proteger todas as testemunhas envolvidas e as informações que elas possuem, eu aconselho que todos que forem contatados pelo atual investigador a se negarem respeitosamente a prestar depoimento até que uma agência verdadeiramente independente seja contratada”. O ator começou a denunciar a produção de “Liga da Justiça” em julho passado, num tuíte em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher nunca disse especificamente o que caracterizou o comportamento de Whedon. Isto é, o que o diretor fez para deixá-lo revoltado. Único a se manifestar com detalhes sobre o assunto, Jon Berg negou qualquer problema e acusou o ator de estar exagerando. O produtor disse que as alegações se deviam ao descontentamento de Fisher por ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos – e que o personagem fala na série “Patrulha do Destino”, onde é vivido por Joivan Wade. Após as manifestações de Fisher nas redes sociais, a WarnerMedia disse à imprensa que abriu uma investigação para saber o que teria realmente acontecido nos bastidores de “Liga da Justiça”. Teriam sido feitas várias entrevistas internas, que as publicações Variety e The Hollywood Reporter apuraram não ter revelado nada desabonador contra a equipe. Mas Fisher diz que isso faz parte de um acobertamento, porque o investigador do caso foi contratado pelo estúdio. Ele avisou que, caso a WarnerMedia não troque o investigador, pretende acionar o Sindicato dos Atores dos EUA, SAG-AFTRA. Diante desse impasse, Jason Momoa, que interpreta o herói Aquaman nos filmes de super-heróis da DC Comics, resolveu tomar o lado de Ray Fisher na briga contra o estúdio. Em um post publicado na segunda (14/9) no Instagram, Momoa ecoou as acusações do colega e afirmou que “coisas sérias aconteceram” em “Liga da Justiça” e que “pessoas precisam ser responsabilizadas”. So as to protect the witnesses involved, and the information they possess, I strongly encourage ANY and ALL that have been contacted by the current investigator to respectfully decline to interview until a truly independent 3rd-party is engaged by @WarnerMedia. A>E 2/2 — Ray Fisher (@ray8fisher) September 17, 2020
Denzel Washington revela ter chorado ao ver Pantera Negra pela primeira vez
O ator Denzel Washington revelou nesta sexta (18/9), durante entrevista no Festival de Toronto, que chorou quando viu “Pantera Negra” pela primeira vez, durante a première do filme em Hollywood. “Eu fui nos bastidores e vi Chad [Boseman] e [o diretor] Ryan Coogler, e então assisti ao filme e me lembro de derramar uma lágrima, porque pensei: ‘cara, esses jovens chegaram longe.” Denzel tem uma ligação especial com o falecido intérprete de T’Challa. Quando Chadwick Boseman estudava direção, ele foi incentivado a fazer um curso de atuação em Oxford, mas não tinha como pagar. Sua professora então recrutou um amigo para ajudar com as despesas. Denzel acabou pagando para Boseman virar ator – e o futuro Pantera Negra ficou sem saber disso por algum tempo. Os dois só foram se juntar profissionalmente nos últimos dias da vida de Boseman. O último filme finalizado por Boseman, “A Voz Suprema do Blues” (Ma Rainey’s Black Bottom), foi produzido por Denzel. Refletindo sobre o pupilo, que morreu de câncer aos 43 anos no mês de julho, Washington disse que ele viveu uma vida plena. “Ele era uma alma gentil e um artista brilhante, que permanecerá conosco por toda a eternidade por meio de suas atuações ao longo de sua carreira”, declarou Denzel. “Ele não foi ‘trapaceado’ [por morrer tão jovem]. Nós que fomos. Eu rezo pela sua pobre esposa e família. Ele viveu uma vida plena”, concluiu.
Plataforma DC Universe passa a ter só quadrinhos
O serviço de streaming DC Universe vai deixar de produzir/exibir séries e ser rebatizado como DC Universe Infinite em 2021, uma denominação cínica, já que se tornará o oposto de infinito – mais limitado. A inovadora plataforma de streaming vai virar um clube de promoções e plataforma para leitura de quadrinhos digitais. “Nossos fãs amam a robusta biblioteca de quadrinhos da plataforma e, com a transformação, não iremos decepcionar”, disse o editor e diretor de criação da DC Jim Lee em um comunicado. “Estou animado em compartilhar que os membros do DC Universe Infinite não apenas poderão ler todos os grandes quadrinhos que amam, mas novas edições vão estrear na plataforma mais rápido do que antes, com a criação dos primeiros quadrinhos exclusivos digitais e muitos eventos para membros.” Além do catálogo digital de quadrinhos com mais de 24 mil títulos, abrangendo oito décadas, o DC Universe Infinite também manterá uma comunidade (fórum) de fãs disponível para todos os assinantes. Todos os exemplares de quadrinhos da DC Comics serão disponibilizados seis meses após a data de venda – atualmente, a espera é de um ano – e os assinantes terão acesso a uma nova linha de títulos digitais exclusivos, com conteúdos criados para o serviço e apresentando personagens favoritos dos fãs. Uma versão internacional da plataforma também está planejada para 2021, a partir do verão norte-americano (entre junho e agosto). Com a nova encarnação do serviço, o conteúdo de vídeo originalmente criado para a DC Universe – e as próximas temporadas das séries “Justiça Jovem” (Young Justice), “Titãs” (Titans), “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) e “Arlequina” (Harley Quinn) – passarão para a HBO Max. Já “Stargirl” se tornará uma série da rede The CW. O DC Universe Infinite será lançado nos Estados Unidos em 21 de janeiro de 2021, com a transferência automática das assinaturas existentes do antigo para o novo serviço.
Evento beneficente viraliza após Jennifer Aniston se “declarar” para Brad Pitt
O encontro virtual entre Jennifer Aniston e Brad Pitt num evento, via videoconferência, para a leitura do roteiro de “Picardias Estudantis”, clássico juvenil dos anos 1980, causou alvoroço entre os shippers do casal. Até um simples “oi” rendeu diversos comentários nas redes sociais. Na leitura, Aniston interpretou Linda, papel que transformou Phoebe Coates na grande musa da década, enquanto Pitt encarnou Brad Hamilton, interpretado por Judge Reinhold no filme original. A coincidência entre os nomes do ator e do personagem acabou dando duplo sentido a muitos diálogos, enlouquecendo os fãs. Uma das frases ditas por Aniston tornou-se o trecho mais reproduzido da videoconferência: “Oi Brad, você sabe como sempre pensei que você era fofo. Você é tão sexy!”. Brad, o Pitt, ficou genuinamente embaraçado neste instante, o que divertiu ainda mais o público – e seus colegas de leitura. Julia Roberts, por exemplo, não conseguiu nem disfarçar como adorou. Num outro paralelo entre as situações do roteiro e da vida real, vale mencionar que o trecho lido por Aniston é um sonho erótico de Brad, o personagem, que não tem relação com a realidade filmada. A cena não passa de imaginação, como a vontade dos fãs em reunir o casal. Pitt e Aniston já foram casados e se divorciaram em 2005, quando o ator se envolveu com Angelina Jolie. Após o novo divórcio, muitos shipparam a volta dos dois, mas Pitt atualmente namora a modelo alemã Nicole Poturalski, de 27 anos. Além deles, também participaram da live mega-estrelada os atores Morgan Freeman, Matthew McConaughey, Ray Liotta, Henry Golding, Dane Cook, Shia LaBeouf, a citada Julia Roberts e Sean Penn, que estrelou o filme original, além do músico John Legend e do apresentador Jimmy Kimmel. O evento foi concebido para arrecadar dinheiro para instituição beneficente Core, criada por Sean Penn e dedicada às vítimas da covid-19. O roteiro escolhido foi o primeiro trabalho cinematográfico do futuro diretor Cameron Crowe (“Quase Famosos”), que como repórter da revista Rolling Stone traçou um perfil da juventude dos anos 1980. A reportagem gerou um livro que ele próprio adaptou para a tela em 1982. Dirigido por Amy Heckerling, “Picardias Estudantis” (Fast Times at Ridgemond High) tornou-se cultuadíssimo por vários motivos, entre eles uma cena famosa de Phoebe Coates ao som de “Moving in Stereo”, da banda The Cars. O filme ainda fez deslanchar a carreira de Sean Penn, que roubou cenas como o estudante chapado Jeff Spicoli em seu segundo longa-metragem. Também foi pioneiro ao inspirar comédias passadas na high school durante a década de 1980. Praticamente inventou a comédia sexual adolescente. E foi o primeiro a usar o shopping center como cenário central, dando destaque ao então novíssimo hábito dos jovens de se encontrarem naquele tipo de estabelecimento. Para completar, a 3ª temporada de “Stranger Things” jamais existiria sem “Picardias Estudantis”. Veja o trecho da declaração de Aniston para Pitt logo abaixo, com contexto e comentários do programa ET, seguido pela íntegra da leitura e um trailer do filme original para entrar no clima.
Rock Horror Film Festival exibe 57 filmes de 21 países
O Rock Horror Film Festival estreia nesta quinta (17/9) sua terceira edição – e a primeira online – com 57 filmes de 21 países. O evento, que acontece até 27 de setembro, foi organizado em 12 sessões diárias de 2 horas, mas também inclui encontros de cinema, mesas redondas e lives (shows) de rock com bandas latinas. A edição chama atenção pela forte presença feminina. São 13 diretoras no comando de várias produções, além de um recorde de protagonistas femininas. Entre as curiosidades da programação estão os longas “Celebrity Crush”, dirigido e estrelado por Oliver Robins, que foi um dos atores mirins de “Poltergeist”, nos anos 1980, e o brasileiro “Possessões” dirigido por Tiago Santiago (o autor da novela “Os Mutantes”), que traz Marcelo Serrado, Fernanda Nobre, Antônio Pitanga e Marcos Pitombo em seu elenco. A lista também inclui vários curtas, como “Mamãe Tem um Demônio”, de Demerson Souza, produção da Universidade Anhembi Morumbi que ilustra este post. Ao contrário de outros festivais digitais, como o gratuito Cinefantasy (para ficar no gênero), as sessões são pagas. E em euro, uma vez que a plataforma de streaming em que o evento está hospedado é espanhola. Elas custam 2,50 euros, com diferentes opções de pagamento. As lives de rock, por outro lado, são gratuitas e ainda contarão com um esquenta antes do shows com entrevistas com os artistas. Maiores informações e links para os filmes e demais eventos do festival podem ser encontrados no site oficial https://www.rockhorrorfilmfestival.com/. Veja abaixo 12 teasers da programação.
Marvel homenageia Chadwick Boseman em seus quadrinhos
A editora Marvel decidiu homenagear Chadwick Boseman, a estrela de “Pantera Negra”, em seus quadrinhos. Para isso, personalizou o cabeçalho das publicações que serão lançados na próxima semana com uma mensagem póstuma: “Descanse no Poder – Chadwick Boseman – 1976-2020”. Além da mensagem, as capas apresentarão dois logotipos do Pantera Negra. Após a morte de Stan Lee, em 2018, a editora fez uma homenagem parecida, que durou o período de um mês. No caso do ator, não foi revelado quanto tempo ela durará. O ator morreu no dia 28 de agosto após uma longa batalha contra um câncer de colón, que ele mantinha em segredo apesar de ter sido diagnosticado em 2016. No mesmo ano, ele fez sua estreia no Universo Marvel, no filme “Capitão América: Guerra Civil”. Diante do sucesso de “Pantera Negra” em 2018, Boseman fazia planos para iniciar a preparação para o segundo filme da franquia, mas após sua morte a Marvel ainda não se manifestou sobre a continuação, que voltaria a ser escrita e dirigida por Ryan Coogler.
Renato Aragão anuncia “projetos” com Dedé Santana
Renato Aragão anunciou que voltará a trabalhar com Dedé Santana, seu parceiro em “Os Trapalhões”, em novos projetos. Ele postou fotos da dupla no Instagram, revelando que passou uma tarde com o amigo, e que “vem coisa boa” do encontro. “Hoje foi dia de matar a saudade do meu amigo Dedé Santana, dar muitas risadas, colocar o papo em dia e já organizar futuros projetos. Vem coisa boa por aí!”, avisou o eterno Didi. “Meu grande amigo Renato Aragão”, respondeu Dedé, também na rede social. O encontro deixou os fãs dos Trapalhões nostálgicos e animados, imaginando do que se trata. Muitos apostam num novo filme. Aragão foi um dos muitos artistas veteranos dispensados da Globo, após 44 anos de contrato. Ele teve seu duradouro acordo encerrado em junho, na onda de cortes da emissora. Na ocasião, Aragão disse: “Para mim, ampliou meus projetos. Você não sabe como eu estou gostando. É uma nova etapa. Não paro nunca, sempre trabalhando. Eu me considero meio máquina, meio humano”, disse. Ver essa foto no Instagram Hoje foi dia de matar a saudade do meu amigo @dedesantanaoficial , dar muitas risadas, colocar o papo em dia e já organizar futuros projetos. Vem coisa boa por aí! Uma publicação compartilhada por Renato Aragão (@renatoaragao) em 16 de Set, 2020 às 5:45 PDT Ver essa foto no Instagram Meu grande amigo @renatoaragao ❤️❤️❤️ Uma publicação compartilhada por Dede Santana Oficial (@dedesantanaoficial) em 16 de Set, 2020 às 7:07 PDT
Atriz de Melrose é condenada a oito anos de prisão por homicídio
A atriz Amy Locane, estrela da antiga série “Melrose” (Melrose Place), foi condenada a oito anos de prisão por homicídio em 2º grau — sem premeditação. Ela tinha acabado de ser liberada após passar três anos presa pelo mesmo caso, por isso deverá cumprir apenas mais cinco anos. A juíza do caso também a condenou a 18 meses por agressão, mas esta pena não é cumulativa. Além disso, ela precisará ficar três anos em liberdade condicional assim que for libertada. A sentença desta quinta (17/9) foi a quarta condenação de Locane por ter causado um acidente fatal ao dirigir embriagada em 2010. A atriz chocou seu veículo contra o lado do passageiro de outro carro, matando uma mulher de 60 anos em Nova Jersey. Ela foi detida na cena do acidente por dirigir alcoolizada. O advogado de Locane, James Wronko, contou ao TMZ que ela ficou surpresa com a sentença e está muito preocupada por ficar longe das três filhas. A atriz de 48 anos foi originalmente sentenciada a três anos e já tinha cumprido essa pena na prisão estadual, mas os promotores apelaram, alegando que a juíza foi muito branda na época ao lhe dar uma pena menor do que a sentença mínima aplicável ao crime — de 5 a 10 anos. Locane afirma que nunca mais ingeriu bebida alcoólica após o acidente e tem conversado com as filhas sobre os perigos do álcool. Além de “Melrose”, ela também é lembrada por ter feito par romântico com Johnny Depp no musical “Cry Baby”, em 1990. Ela ainda trabalhou com Adam Sandler em “Os Cabeça-de-Vento” (1994) e com o Beatie Boy Adam Horovitz (Ad-Rock) em “De Volta Para Casa” (1989). Sua carreira acabou após o acidente.
Herói que inspirou filme Hotel Ruanda pode pegar prisão perpétua
Paul Rusesabagina, cuja vida inspirou o filme “Hotel Ruanda”, no qual foi retratado como herói, está sendo acusado de terrorismo, cumplicidade em assassinato e formação ou adesão a um grupo armado irregular, além de mais 10 crimes. Ele pode pegar entre 25 anos e prisão perpétua se for condenado por alguma das acusações. “Hotel Ruanda” mostrava como o ex-gerente de hotel usou suas conexões com a elite hutu para proteger os tutsis do massacre que transformou a região num banho de sangue genocida. Por interpretar Rusesabagina, o ator Don Cheadle foi indicado ao Oscar em 2005. Opositor do atual governo do país, Rusesabagina já pregou resistência armada em um vídeo do YouTube, mas se recusou a responder às acusações na audiência do tribunal, que aconteceu na segunda-feira (14/9), dizendo que quer apelar contra cada uma. Seu caso chamou a atenção para o governo do presidente Paul Kagame, que é acusado por grupos de direitos humanos de sufocar a dissidência. A família de Rusesabagina pede um julgamento internacional. Eles também acusaram o governo de negar a ele a representação legal de sua escolha.
Terceiro artista asiático é encontrado morto em casa nesta semana
O cantor, ator e apresentador Alien Huang, personalidade de mídia bastante conhecida em Taiwan, foi encontrado morto em seu apartamento em Taipei na manhã desta quarta (16/6). A causa da morte não foi informada para a imprensa, mas ele é o terceiro artista asiático a ser encontrado morto em sua casa nos últimos três dias, após a sul-coreana Oh In Hye na segunda (14/9) e a japonesa Ashina Sei na terça (15/9). As duas primeiras teriam se suicidado. Ainda há outra coincidência ligando as três histórias: os três morreram aos 36 anos. Huang ficou conhecido em 2002, quando se juntou ao grupo musical HC3. Após a separação no ano seguinte, ele entrou em outra boy band, a Cosmo, que também não durou, levando-o a optar por uma carreira solo. Ele virou ator em 2004, com a comédia “Holiday Dreaming”, e poucos meses depois começou a apresentar o programa de variedades “100% Entertainment”, que lhe deu ainda maior projeção, levando-o a receber convites para ampliar sua carreira com papéis em séries e filmes. As produções eram todas comédia românticas, que traziam Huang como galã, com apenas uma exceção, o thriller de ação “Gatao” (2015), que foi mal-recebido pela crítica. Seu último trabalho como ator foi “Acting Out of Love”, lançado em março em Taiwan, em que ele tinha apenas um pequeno papel.
Paramount+ será ampliada com conteúdo da CBS All Access e Showtime no Brasil
A ViacomCBS revelou seus planos para o lançamento internacional da plataforma de streaming CBS All Access. Para começar o serviço será rebatizado de Paramount+ a partir de 2021, buscando se projetar com uma marca estabelecida há 100 anos. O detalhe é que a Paramount+ já existe no Brasil, onde oferece streaming de séries como “Yellowstone”, “The Handmaid’s Tale” e “For Life”, disponíveis no canal pago Paramount. Além do Brasil, uma plataforma com este nome também está em operação em outros países da América Latina e da Escandinávia. A ViacomCBS pretende reformular esses serviços existentes incorporando mais atrações, incluindo as séries da CBS All Access, como “Star Trek: Discovery” e “The Good Fight”, a livraria de filmes da Paramount e o portfolio dos canais da ViacomCBS, como BET, Comedy Central, MTV e Nickelodeon. Mas tem mais. A versão internacional da plataforma ainda terá um bônus em relação à oferta americana. Vai trazer as atrações do canal pago Showtime, como “Shameless”, “Billions” e a vindoura “The Good Lord Bird” – que, nos EUA, continuarão independentes da Paramount+. “Paramount é uma marca icônica e célebre, amada por consumidores em todo o mundo e é sinônimo de qualidade, integridade e narrativa de classe mundial”, disse o CEO da ViacomCBS, Bob Bakish, em um comunicado. “Com a Paramount+, estamos empolgados em estabelecer uma marca global de streaming no segmento de assinatura que se baseará na amplitude e profundidade do portfólio da ViacomCBS para oferecer uma coleção extraordinária de conteúdo para todos os gostos.” A evolução da CBS All Access, lançada em 2014, para a Paramount+ em 2021 será acompanhada por um aumento sensível de conteúdo, chegando a mais de 30 mil títulos, entre séries e filmes. Além disso, novas atrações já estão em produção para a estreia da nova fase. A lista de atrações recém-encomendadas para a plataforma incluem uma versão “true crime” de “Criminal Minds”, batizada de “The Real Criminal Minds”, com episódios documentais sobre casos que inspiraram a série da CBS, uma reinvenção do programa “Behind the Music”, da MTV, que mostrará os 40 maiores artistas dos últimos 40 anos, um revival da sitcom “The Game”, de Mara Brock Akil, que durou nove temporadas na rede CW e no canal BET, uma série de espionagem de Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”), chamada “Lioness”, sobre um jovem fuzileiro naval recrutado para fazer amizade com a filha de um terrorista a fim de derrubar sua organização, e uma minissérie baseada em “O Poderoso Chefão”, “The Offer”, desenvolvida pelo produtor-roteirista Michael Tolkin (“Escape at Dannemora”), que dramatizará a experiência de Al Ruddy na produção do famoso e premiado filme de Francis Ford Coppola. Esses projetos se juntam à série infantil “Kamp Koral”, anteriormente anunciada, que será ambientada no mundo do Bob Esponja, um dos personagens mais populares da Nickelodeon. “Com o lançamento global da Paramount+, estamos prontos para nos tornarmos uma empresa tão poderosa em streaming quanto somos na TV”, disse David Lynn, presidente e CEO da ViacomCBS Networks International (VCNI). “Aproveitando a marca icônica da Paramount, a infraestrutura de ponta da ViacomCBS junto com um produção incrível e superdimensionada de conteúdo imperdível, a Paramount+ oferecerá ao consumidor uma experiência excepcional de entretenimento que vai agitar significativamente a indústria de streaming.”
CEO da Netflix vira presidente do Museu da Academia de Cinema dos EUA
O executivo Ted Sarandos, co-CEO da Netflix, foi eleito presidente do conselho de curadores do Museu da Academia de Cinema dos EUA. Ainda em fase de construção, o museu deve ser aberto em abril de 2021 em Los Angeles, pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, tornando-se a primeira instituição do tipo nos EUA. “Ao crescer como amante do cinema, sempre desejei ter um lugar como o Museu da Academia – um lugar onde pudesse me perder na magia do cinema”, disse Sarandos em comunicado. “Me sinto honrado e inspirado em servir como presidente, ao lado do magnífico conselho de curadores e da equipe do museu, enquanto trabalhamos para nossa inauguração em abril de 2021”. A ironia não pode ser perdida de vista. O principal executivo da empresa que um dia foi vista como intrusa e sem lugar na Academia agora é presidente do maior empreendimento dessa mesma instituição. O conselho de curadores também contará com a produtora Miky Lee (de “Parasita”), eleita vice-presidente, e James Gianopulos, CEO da Paramount, eleito tesoureiro.












