Roteirista de John Wick vai transformar Splinter Cell em série animada
A Netflix fechou contrato com a empresa de games Ubisoft para desenvolver uma série animada da franquia de jogos “Splinter Cell”. A adaptação está a cargo de Derek Kostad, roteirista da franquia “John Wick”. Konstad, que assinou todos os filmes do assassino vivido por Keanu Reeves e também está envolvido com a série da Marvel “Falcão e o Soldado Universal”, vai escrever e produzir a versão animada do game, que a princípio terá visual de anime (animação japonesa). Lançado em 2002, “Splinter Cell” acompanha Sam Fisher, um agente altamente treinado de uma sub-divisão fictícia de operações clandestinas da NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA), apelidada de “Third Echelon”. O jogador controla Fisher para superar seus adversários ao longo de vários níveis. As “partidas” são caracterizadas, principalmente, pelo alto nível de atenção que os jogadores devem ter durante todo seu decorrer, visto que a maioria dos acontecimentos é inesperada, exercitando o raciocínio lógico e capacidade de reação. A trama apresenta elementos de espionagem e equipamentos de última geração, e é endossada pelo já falecido escritor Tom Clancy, criador do espião Jack Ryan, visto em “A Caçada ao Outubro Vermelho”, “Perigo Real e Imediato” e “A Soma de Todos os Medos”, livros adaptados com sucesso por Hollywood. Apesar disto, a franquia, cujo nome completo é “Tom Clancy’s Splinter Cell”, não se baseia em personagens criador pelo escritor. Além do jogo original, a franquia inclui seis sequências e uma coleção literária. Há alguns anos, Tom Hardy chegou a discutir uma adaptação cinematográfica, no papel de Fisher, mas o projeto nunca passou da etapa inicial.
Warner revela o que a boneca Annabelle anda aprontando durante a pandemia
O estúdio da Warner Bros. em Burbank, na Califórnia, virou uma cidade fantasma nos últimos quatro meses e meio, já que os funcionários estão trabalhando em casa em quarentena. Mas alguém esqueceu a boneca Annabelle fora de sua estante protegida. No final de julho, quando foram pegar “material de trabalho”, três empregados da New Line, divisão da Warner responsável pelos filmes de “Invocação do Mal”, depararam-se com a criatura numa cadeira e resolveram registrar com seus iPhones o que acontece quando a boneca do mal é deixada por conta própria, sem supervisão. O resultado foi um curta, “Annabelle in Quarantine”, que mostra como Annabelle preencheu seu tempo ao ficar sozinha nos escritórios da New Line. O curta se tornou um sucesso interno na Warner Bros. e rapidamente foi repassado para outras divisões. Graças a esse burburinho, a New Line decidiu divulgá-lo publicamente neste domingo (2/8) em seus canais de mídia social, aproveitando também que a data é o Dia Nacional da Boneca nos EUA. A brincadeira termina com um aviso de que a história “continua”. A franquia, claro, continua a ser produzida e o próximo filme do universo de “Invocação do Mal”, do qual Annabelle faz parte, será lançado em 2021. Trata-se de “Invocação do Mal 3” (The Conjuring: The Devil Made Me Do It).
Wilford Brimley (1934 – 2020)
O ator Wilford Brimley, conhecido pelo drama “Ausência de Malícia” (1981), o thriller “A Firma” (1993) e a clássica sci-fi “Cocoon” (1985), morreu no sábado (1/8) em Utah, EUA, aos 85 anos, após uma doença renal. Seu bigode de morsa e aparência de vovô bonzinho marcaram época, explorados até em comerciais da aveia Quaker e de testes de diabetes. Mas houve um tempo em que Anthony Wilford Brimley foi jovem, lutou na Guerra da Coreia, trabalhou como ferreiro, cavaleiro de rodeio e até guarda-costas do recluso milionário Howard Hughes. Como sabia andar a cavalo, a carreira de ator começou com figurações em séries de cowboy e nos westerns “Bravura Indômita” (1969), com John Wayne, e “Mato em Nome da Lei” (1971), com Burt Lancaster. Já as famosas calma e conversa reta que caracterizaram a maioria de seus papéis começaram a ser conhecidas durante sua participação na lendária série “Os Waltons”, como o vizinho da família do título, Horace Brimley, entre 1974 e 1977. Ele dizia que não era ator, apenas um cowboy que empregaram para aparecer em filmes. Jamais ficaria com a mocinha, nunca apareceria sem camisa ou seria protagonista, mas não se incomodava, porque tinha um autógrafo de Jack Lemmon, e foi para conseguir a assinatura de seu ídolo que entrou num teste para o filme que o transformou, definitivamente, em ator. “Entrei naquela sala para pegar um autógrafo e saí com uma carreira”, ele contou numa entrevista de 1995, sobre como conseguiu o papel do capataz da usina nuclear que se torna confidente do personagem de Jack Lemmon em “Síndrome da China” (1979). Brimley chamou atenção e, na sequência, emplacou participações em dois filmes com Robert Redford, “O Cavaleiro Elétrico” (1979) e “Brubaker” (1980). O papel de fazendeiro em “O Cavaleiro Elétrico” não era muito diferente do que já tinha feito em “Os Waltons”, mas o diretor Sydney Pollack gostou tanto do ator que o escalou em mais dois filmes, mudando o rumo da carreira de Brimley. Até “Ausência de Malícia” (1981), seus papéis eram pequenos. Mas o filme seguinte de Pollack, estrelado por Paul Newman, colocou-o em evidência como o promotor que, ao tentar incriminar o personagem de Newman, dá início a um dominó trágico. Pollack ainda o escalou, mais tarde, como um chefe de segurança sinistro em “A Firma” (1993), com Tom Cruise. Brimley fez poucos filmes de ficção científica, mas o gênero lhe deu bastante projeção. Ele foi um dos cientistas isolados na Antártica no cultuado “O Enigma de Outro Mundo” (The Thing, 1982), de John Carpenter, e um dos velhinhos de um asilo que se sente rejuvenescido ao entrar em contato com a energia alienígena de “Cocoon” (1985), de Ron Howard. Era o início – e o auge – de sua carreira, e ele já interpretava papéis da Terceira Idade. Nesta época, Brimley atuou em mais um drama com Robert Redford, “Um Homem Fora de Série” (1984), em que teve outro desempenho marcante. Ele também integrou o elenco de “Minha Terra, Minha Vida” (1984), “Um Hotel Muito Louco” (1984) e “A Força do Carinho” (1983), que rendeu o Oscar para Robert Duvall, e estrelou uma série de 1986 a 1988, “Our House”, como um viúvo aposentado que, após a morte de seu filho, acolhe sua nora (Deidre Hall) e os três netos (a neta mais velha era interpretada por Shannen Doherty). Depois disso, vieram a continuação “Cocoon: O Retorno” (1988), “A Firma” (1993), “O Alvo” (1993), com Jean-Claude Van Damme, e um reencontro com Jack Lemmon na comédia “Meus Queridos Presidentes” (1996). Mas, apesar de se manter ativo, após viver um vovô no filme da Disney “Um Verão Inesquecível” (1998) suas aparições se tornaram mais esparsas e menos importantes, e ele próprio acabou se cansando de Hollywood, usando suas economias para comprar um rancho e levar uma vida simples com sua segunda esposa Beverly, que ele conheceu no set de “Laços de Ternura”, além de aproveitar para tocar jazz com os amigos. Entre seus últimos filmes estão a comédia “Cadê os Morgan?” (2009), como dono do único restaurante da cidadezinha da trama, e o drama religioso “Eu Acredito” (2017), no qual viveu um pastor. Sua morte foi lamentada por vários artistas. O diretor John Carpenter, que o comandou em “O Enigma do Outro Mundo”, o descreveu como alguém 100% “de verdade: um verdadeiro cowboy, um grande ator, um homem maravilhoso”. “Vou sentir muito sua falta, Will”, escreveu o cineasta no Twitter. Jean-Claude Van Damme lembrou-o como um grande “tio” em “O Alvo”. E a atriz Barbara Hershey, colega do ator em “Um Homem Fora de Série”, acrescentou: “Wilford Brimley era um homem e ator maravilhoso, e tive grande prazer em trabalhar com ele. Ele sempre me fazia rir”.
Atores confirmam denúncias de maus tratos no programa de Ellen DeGeneres
A produção do “Ellen DeGeneres Show” virou alvo de acusações de maus tratos, assédio e de ser um ambiente tóxico para seus empregados numa reportagem do site Buzzfeed com entrevistas de ex-funcionários. A situação chegou a ponto do estúdio Warner iniciar uma investigação interna, encerrada na quinta-feira (30/7) com promessas de mudanças e justificativas da própria DeGeneres. Entretanto, as declarações apenas alimentaram denúncias no Twitter, desta vez de artistas famosos. A manifestação da Warner tinha o objetivo de encerrar a controvérsia. “Embora nem todas as alegações tenham sido corroboradas, estamos desapontados por as principais conclusões da investigação indicarem algumas deficiências relacionadas ao gerenciamento diário do programa”, afirmou o estúdio no comunicado divulgado na quinta. “Identificamos várias mudanças na equipe, juntamente com as medidas apropriadas para resolver os problemas levantados, e estamos dando os primeiros passos para implementá-las. A Warner Bros. e Ellen DeGeneres estão todos comprometidos em garantir um local de trabalho baseado no respeito e na inclusão. Estamos confiantes de que esse curso de ação nos levará ao caminho certo a seguir no programa. ” Por sua vez, Ellen DeGeneres tentou se justificar, afirmando num comunicado que a causa dos problemas seria resultado dela delegar demais aos produtores e estar distante dos bastidores. Ela afirmou “não ser capaz de ficar por dentro de tudo”. “Quem me conhece sabe que é o oposto do que eu acredito e do que eu esperava para o nosso programa”, ela escreveu. Mas algumas pessoas que a conhecem decidiram romper o silêncio após estas declarações, trazendo à tona as primeiras denúncias de convidados do programa, que até então não tinham se manifestado. O comediante Brad Garrett (“Single Parents”), que apareceu seis vezes no “Ellen DeGeneres Show”, tuitou que era de “conhecimento comum” que a equipe era “tratada horrivelmente” pela própria DeGeneres. Ele afirmou: “Conheço mais de uma [pessoa] que foi tratada horrivelmente por ela”, acrescentando que os problemas denunciados vinham “do topo”. A acusação foi reforçada pela atriz Lea Thompson (“Sierra Burgess É uma Loser”), que replicou a denúncia com uma mensagem afirmando que se tratava de “História verdadeira”. Outros dois convidados, que não quiseram revelar a identidade, disseram ao site Page Six que os produtores exigiam que as pessoas bajulassem DeGeneres ao vivo. “Elogie Ellen, diga a ela que grande fã você é”, lembrou uma das fontes. Um dos entrevistados, que esteve na atração há três anos, revelou ter ficado desconfortável ao receber aquelas orientações. Os comentários se alinham a rumores que circulam em torno de DeGeneres há anos – e que a reportagem do Buzzfeed sobre as condições de trabalho do programa evitaram abordar. Se os tuítes de Garrett e Thompson abrirem uma avalanche de denúncias, a própria realização do programa diurno de Ellen DeGeneres, no ar desde 2003 na TV americana, pode ser colocada em risco. Notas sobre um suposto cancelamento e até mesmo provável vontade de DeGeneres de desistir do programa já começaram a aparecer em publicações especializadas em fofoca neste fim de semana… Sorry but it comes from the top @TheEllenShow Know more than one who were treated horribly by her. Common knowledge. DeGeneres Sends Emotional Apology to Staff – Variety https://t.co/D0uxOgyyre — Brad Garrett (@RealBradGarrett) July 31, 2020 True story. It is. — Lea Thompson (@LeaKThompson) July 31, 2020
Sean Penn se casa em segredo com filha de Vincent D’Onofrio
O ator Sean Penn teria se casado em segredo com sua namorada Leila George. A revelação foi feita por uma amiga do casal, Irena Medavoy, que deu a notícia no Instagram. “Estamos muito felizes pelo casamento de Leila George e Sean Penn. Nós amamos vocês”, escreveu Irena, esposa do produtor de “Cisne Negro”, Mike Medavoy. Ela completou o post com o comentário “Apresentando o #casamento de Penn” e incluiu fotos do casal. Uma das imagens destaca um anel oval de safira. Sean e Leila começaram a namorar em 2016, mas o romance deles não foi midiático. Apenas recentemente Leila começou a postar fotos com Sean Penn em seu Instagram, para promover causas sociais que os dois compartilham. Este é o terceiro casamento do ator, que já foi casado com a cantora Madonna e a atriz Robin Wright (Claire Underwood em “House of Cards”). A jovem de 28 anos tem 31 anos a menos que Penn, de 59, e é filha dos atores Vincent D’Onofrio (o Rei do Crime da série “Demolidor”) e Greta Scacchi (“The Terror”), de quem herdou a beleza. Ela começou a carreira de atriz há apenas dois anos, no filme “Máquinas Mortais”, e atualmente pode ser vista na série “Animal Kingdom”. Ver essa foto no Instagram We are so happy for @leilageorge #seanpenn getting married. We love you. Thank you for being like family a son to mike we are over the moon to find your soul mate true partner @coreresponse true love that also changes the world for better You are meant to be together God Bless you both and the family you have joined. Introducing the Penn’s #marriage 🖤🤍🖤🤍🖤🤍 Uma publicação compartilhada por IRENA MEDAVOY (@irenamedavoy) em 31 de Jul, 2020 às 1:46 PDT
Próximo filme de Edgar Wright será sobre atriz fantasma
O diretor Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”) assinou com a Amblin para dirigir e produzir “Studio 13”, uma fantasia sobrenatural com uma premissa que lembra muito os filmes que a produtora de Steven Spielberg realizava nos anos 1980. A trama, baseada em um conto de Simon Rich (“Miracle Workers”), que também assina a adaptação, gira em torno do fantasma de uma atriz da era do cinema mudo, que passa décadas assombrando um estúdio. Ela então conhece um diretor iniciante e os dois formam uma parceria, tentando superar sua diferença de status – um vivo e a outra morta – para criar uma obra-prima cinematográfica. O filme não tem cronograma de produção, pois vai disputar espaço na agenda do diretor com a adaptação do livro “The Chain”, que ele fechou anteriormente com a Universal. Enquanto não começa nenhum dos dois longas, Edgar Wright dá os retoques finais na pós-produção de “Last Night in Soho”, que ele rodou no ano passado. Totalmente misterioso, este filme não teve seu enredo revelado.
Ryan Reynolds lança programa de inclusão social na produção de seus filmes
O ator Ryan Reynolds (“Deadpool”) anunciou em seu canal no YouTube a criação de um programa de inclusão social, que ele implantará na produção de seus filmes. Com o nome de Group Effort Initiative (Iniciativa de Esforço em Grupo), o astro pretende ajudar a formar profissionais de “comunidades marginalizadas” para trabalhar na indústria do cinema. “Fazer um filme é um esforço de grupo, mas por muito tempo esse grupo excluiu sistematicamente negros, indígenas, pessoas de cor e várias outras comunidades marginalizadas. Esse é um problema global que não será corrigido de um dia para a noite, mas as alterações podem começar local e imediatamente”, afirmou o ator em vídeo sobre o projeto (veja abaixo). O plano de Reynolds consiste em recrutar de 10 a 20 aprendizes “de todas as idades, porque nunca é muito tarde”, que receberão pagamento, alojamento e terão suas despesas de viagem cobertas, para acompanhar no set o cotidiano de filmagens e aprender na prática como funciona a produção de um filme. Eles “passarão seus dias aprendendo com os profissionais no set e obtendo uma experiência da vida real, até que, esperançosamente, se não se desiludirem, alcancem uma carreira na indústria cinematográfica”, explicou o ator. O primeiro dos filmes de Reynolds que adotará esse iniciativa será sua próxima produção da Netflix, um longa de viagem no tempo ainda sem título, com direção de Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”). “Essa é uma ação esperada há muito tempo, mas tenho que agradecer à Netflix e à [produtora] Skydance por nos deixar fazer isso. E como se chama Esforço em Grupo, esperamos que (outras) pessoas com o privilégio que eu tenho possam se juntar a esse esforço”, concluiu o ator. Detalhes das inscrições e o cronograma das filmagens serão revelados nas próximas semanas, mas os interessados em participar já podem se registrar no site recém-lançado da Iniciativa: https://www.groupeffortinitiative.com/.
Produtores de X-Men confirmam rumores de mau comportamento de Bryan Singer
Uma reportagem da revista The Hollywood Reporter sobre os 20 anos do filme “X-Men” trouxe à tona a roupa suja dos bastidores da saga, revelando uma rotina de tumultos envolvendo o diretor Bryan Singer, responsável por quatro dos sete filmes da franquia. De acordo com o artigo, o comportamento do cineasta já incomodava o elenco no primeiro longa, lançado em 2000, mas a situação piorou muito no segundo, de 2003, a ponto de todo os intérpretes se unirem contra ele. Singer tinha apenas 34 anos quando filmou “X-Men, e os relatos revelam abusos de drogas, brigas com roteiristas e até se envolvido em denúncias de assédio sexual. Um ator que esteve no filme processou a produção, alegando ter sido estuprado por pessoas ligadas ao cineasta. Surgiram até rumores de que Singer estava escalando atores em troca de sexo. Um caso emblemático foi do desconhecido Alex Burton, então com 18 anos e sem qualquer experiência notável, que acabou ganhando o papel de Pyro – apenas para ser substituído no segundo filme por Aaron Stanford. Um executivo da Fox que não quis ser identificado definiu assim a situação: “Seu comportamento era terrível. Nós acomodamos as coisas no primeiro filme, acomodamos no segundo… E seguidamente. E criamos um monstro” A produtora Lauren Shuler Donner deu aval à constatação. “O cinema é um negócio engraçado. Nós homenageamos a criatividade e o talento. Inconscientemente, acho que fechamos os olhos para todo o resto que acontece em volta”. Uma das situações que quase levou à demissão do diretor aconteceu durante uma briga com o produtor Tom DeSanto, que tentou impedir que uma cena de ação fosse filmada em “X-Men 2” sem o coordenador de dublês. Na ocasião, Singer estaria “incapacitado” de fazer seu trabalho direito por estar sob efeito de drogas. Quando a cena foi rodada, Hugh Jackman, um dos principais nomes da franquia, se machucou a ponto de sair coberto de sangue. Ainda assim, os executivos da Fox ficaram do lado de Singer, fazendo DeSanto deixar a produção. Em resposta, o elenco inteiro, com exceção de Ian McKellen e Rebecca Romijn, que não tinham gravações naquele dia, cercaram o cineasta em seu trailer, avisando que deixariam o filme caso DeSanto não retornasse. O diretor completou o filme, mas foi dispensado de “X-Men: O Confronto Final” (2006). Só que este filme foi um fracasso completo. A Fox tentou um reboot da franquia em “X-Men: Primeira Classe” (2011), também com desempenho abaixo do esperado. E assim Singer foi resgatado para filmar “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014). O lançamento eletrizou os fãs, mas o diretor precisou ser afastado da divulgação devido a um processo por abuso de menor. O caso acabou abandonado por inconsistências da acusação – a vítima alegava que Singer teria viajado com ele ao Havaí em data em que estava filmando em Toronto. Com a acusação desacreditada, Singer pôde comandar “X-Men: Apocalipse” (2016). Mas os problemas continuaram, com Olivia Munn, que viveu Psylocke, reclamando publicamente de várias ausências do diretor durante as filmagens. A Fox continuou do lado do diretor, que enfrentou nova acusação de abuso sexual enquanto filmava “Bohemian Rhapsody”. Até perder a paciência quando Singer desapareceu do set durante dias, deixando atores – e os integrantes da banda Queen – sem saber o que fazer. Ele acabou demitido e substituído por Dexter Fletcher (“Rocketman”), que terminou as filmagens. Ninguém mais falou seu nome, especialmente durante os (muitos) agradecimentos da temporada de premiação. Pressionado a se manifestar, Rami Malek, vencedor do Oscar de Melhor Ator pelo filme, afirmou apenas que sua relação com Singer foi bastante “desagradável”. Para completar, a reportagem questionou como alguém tão complicado fez tantos filmes de grande orçamento e contou com apoio irrestrito do estúdio por tanto tempo. “Vocês precisam entender. O cara era brilhante”, explicou Donner. “É por isso que o toleramos por tanto tempo. Se ele não fosse tão f*****, seria visto como um grande diretor”. O também produtor Ralph Winter, que interviu nas filmagens de “X-Men 2”, defende a franquia e separa os filmes de seu diretor. “Acredito que ‘X-Men’ irá sobreviver ao teste do tempo. Eu não acho que o filme esteja manchado de nenhuma forma por conta de qualquer coisa que tenha a ver com Bryan. E com sorte Bryan também irá sobreviver de alguma forma através de sua carreira como cineasta”. Desde a demissão por abandono em “Bohemian Rhapsody”, Bryan Singer não encontrou mais trabalho como diretor.
Leatherface entra em campanha pelo uso de máscaras contra a pandemia
O ator Dan Yeager, intérprete do monstro Leatherface no filme “O Massacre da Serra Elétrica 3D: A Lenda Continua” (2013), fez uma divertida publicação em seu Facebook para defender o uso de máscaras contra a covid-19. Yeager argumentou que se ele consegue usar máscara e correr com uma serra elétrica na mão, não há motivo para reclamar da recomendação do uso de máscaras em lugares públicos. “As pessoas por aí estão dizendo que é difícil respirar com máscara… Tentem perseguir um delinquente que invadiu a sua propriedade enquanto respira fumaça de motosserra, manca de uma perna, e além da máscara precisa estar vestindo um avental de couro. Eu posso garantir que você não vai conseguir escalar nenhuma cerca, mas é para isso que serve a sua motosserra. Não é fácil, mas você não é um covarde. Use sua máscara, matador.” Curiosamente, o assassino da franquia “Massacre da Serra Elétrica” não foi a primeira criatura da era clássica dos psicopatas mascarados a se manifestar a favor do uso de máscaras durante a pandemia. O estado de Nova York chegou a usar Jason Voorhees, de “Sexta-Feira 13”, numa campanha de conscientização. People bitching it’s hard to breathe in a mask. Try chasing some punk who comes on your property while breathing… Publicado por Dan Yeager em Quarta-feira, 29 de julho de 2020
Drew Barrymore entrevista sua versão criança para divulgar novo talk show
A atriz Drew Barrymore vai apresentar seu próprio talk show a partir setembro. E para divulgar o “Drew Barrymore Show”, ela gravou um vídeo promocional em que entrevista a si mesma, quando tinha 7 anos. A montagem permite um encontro divertido entre a atriz de 45 anos e sua contraparte mirim. “Você acredita que tenho duas filhas da sua idade?”, ela afirma para sua versão criança. E ouve como resposta que “isso é meio assustador”. Para criar este encontro impossível, o vídeo usou imagens da participação de Drew Barrymore no programa “The Tonight Show”, em 1982, após participar do filme “E.T.: O Extraterrestre”. O grito que ela dá ao final do vídeo é uma recriação de sua famosa reação ao encontrar o E.T. Por incrível que pareça, a carreira da atriz é ainda mais antiga que isso. A estrela precoce da tradicional família dos atores Barrymore iniciou a atuar com apenas 3 anos de idade, no telefilme “Suddenly, Love” (1978). A transformação da atriz em entrevistadora de talk show vai estrear no dia 14 de sembro, na rede americana CBS. Veja abaixo o comercial do programa e a versão original da entrevista de Drew Barrymore no programa apresentado pelo lendário Johnny Carson, que começa com um tombo e demonstra duas coisas: que ela tem longa experiência como entrevistada de talk shows e desde cedo supera com carisma qualquer vexame diante das câmeras.
Astro de Breaking Bad revela ter pego covid-19
O ator Bryan Cranston, conhecido pelo papel de Walter White em “Breaking Bad”, revelou nesta quinta (30/7) que teve covid-19, mas, apesar de pertencer ao grupo de risco – tem 64 anos – já está curado. A experiência, porém, o levou de volta ao hospital. Mas não precisam se preocupar. Ele compartilhou um vídeo em suas redes sociais em que aparece num hospital doando plasma para ajudar pesquisadores a encontrar a cura para a doença, que já matou cerca de 150 mil pessoas nos Estados Unidos e 90 mil pessoas só no Brasil. Além da boa ação, seguindo o que Tom Hanks também fez após se curar da doença, Cranston aproveitou para deixar uma mensagem para seus seguidores. “Oi. Você agora provavelmente deve estar se sentindo um pouco ‘amarrado’, com sua mobilidade reduzida e, assim como eu, deve estar cansado disso. Bem, quero encorajar você a ter um pouco mais de paciência. Eu fui bastante rigoroso em seguir os protocolos e ainda assim fui contaminado pelo vírus”, escreveu. “Parece assustador agora que mais de 150 mil americanos morreram por causa disso. Eu fui um dos sortudos. Tive sintomas leves. Conto minhas bênçãos e peço a você para continuar usando essa maldita máscara, lavando as mãos e mantendo o distanciamento social. Nós podemos prevalecer, mas somente se seguirmos as regras juntos. Fiquem bem”, finalizou. Ver essa foto no Instagram Hi. About now you’re probably feeling a little tied down, restricting your mobility and like me, you’re tired of this!! Well, I just want to encourage you to have a little more patience. I was pretty strict in adhering to the protocols and still… I contracted the virus. Yep. it sounds daunting now that over 150,000 Americans are dead because of it. I was one of the lucky ones. Mild symptoms. I count my blessings and urge you to keep wearing the damn mask, keep washing your hands, and stay socially distant. We can prevail – but ONLY if we follow the rules together. Be well – Stay well. BC Uma publicação compartilhada por Bryan Cranston (@bryancranston) em 30 de Jul, 2020 às 9:32 PDT
Matthew McConaughey vai transformar diários antigos em autobiografia
O ator Matthew McConaughey, vencedor do Oscar por “Clube de Compra Dallas” (2013) vai publicar uma autobiografia, “Greenlights”, que chegará em outubro às livrarias americanas. “Desde que eu aprendi a escrever, tenho mantido diários. Eu coloquei neles tudo o que já me excitou, me desanimou, me fez rir, me fez chorar, me fez questionar, me manteve acordado à noite. Dois anos atrás, eu reuni a coragem para reabrir todos esses diários e descobrir se havia algo ali que eu poderia aproveitar – o resultado foi um livro”, explicou McConaughey sobre o lançamento, em comunicado. O título da obra (“sinais verdes”, em português) revela a intenção do ator de dar conselhos de vida com a sua escrita. “Tento ensinar como podemos encontrar mais sinais verdes na vida, eu e você”, assumiu. “Nós não gostamos dos sinais vermelhos e amarelos, porque eles desperdiçam o nosso tempo, não é? Mas, quando percebemos que todos eles viram sinais verdes eventualmente, eles revelam as suas rimas. Assim, a vida se torna um poema, e passamos a conseguir o que queremos e o que precisamos ao mesmo tempo”, filosofou. McConaughey não é a único astro de Hollywood a anunciar o lançamento de uma autobiografia durante o período de isolamento social causado pela pandemia de coronavírus. O ator Patrick Stewart também vai contar sua história de vida, desde a infância “marcada por pobreza e violência doméstica” até a consagração com milhões de fãs em todo o mundo, como os amados Professor Xavier dos “X-Men” e Capitão Picard de “Star Trek”.
Os Simpsons previram as notas de R$ 200 no Brasil
Após o Banco Central anunciar a criação da nota de R$ 200 na quarta-feira (29/7), muitos fãs de um certo desenho animado se lembraram do fatídico episódio de 2014 em que a família de Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie vieram ao Brasil. Isto porque, no mesmo episódio em que “previu” a derrota do Brasil para a Alemanha na Copa do Mundo, a série “Os Simpsons” também antecipou a criação da nota de R$ 200 no país. Para quem não lembra, o capítulo envolvia a transformação de Homer em árbitro de futebol e uma tentativa de suborno com uma maleta cheia de notas de… R$ 200! Como ele não aceita, as notas começam a ser entregues até debaixo de seu travesseiro. Intitulado “You Don’t Have to Live Like a Referee”, o episódio da 25ª temporada da série também ficou famoso por render uma piada diplomática, envolvendo um protesto do Brasil contra a produção da Fox por retratar o país de forma pouco realista. A gente podia dizer que desenho animado não é exatamente documentário, mas é mais divertido afirmar que os episódios só erraram porque seus “fatos” aconteceram após a exibição. A capacidade dos roteiristas da longeva série animada para “prever” o futuro é um tema sempre lembrado pela forma espantosa como que suas sátiras acabam se tornando realidade. Entre outras coisas que pareciam impossíveis de acontecer, “Os Simpsons” previu que Donald Trump se tornaria presidente dos EUA e até a pandemia de coronavírus, incluindo o detalhe do adoecimento de Tom Hanks! Veja abaixo as cenas das notas de R$ 200 com dublagem em português.












