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Etc

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10 de agosto de 2026
  • Etc,  Série,  TV

    Gésio Amadeu (1947 – 2020)

    5 de agosto de 2020 /

    O ator Gésio Amadeu, conhecido papel de Chico em “Chiquititas” e que participou de várias novelas da Globo, morreu nesta quarta (5/8), após passar mais de um mês internado em um hospital em São Paulo com covid-19. Ele teria se infectado com coronavírus ao ir a uma consulta médica em junho passado. Gésio atuou em inúmeras produções para a televisão desde a estreia em “Beto Rockfeller”, na antiga rede Tupi, em 1968. Ao passar para a Globo, começou a ser escalado em papéis de escravo, em novelas como “A Cabana do Pai Tomás” (1969) – estrelada pelo branco Sérgio Cardoso com “blackface” – e “A Moreninha” (1970), antes de partir para tramas mais modernas em “Sol de Verão” (1982), “Renascer” (1993), “A Viagem” (1999), “Paraíso” (2009) e a recente “Velho Chico” (2016). Também fez novelas na Band, na Manchete, na Record e no SBT, além de teatro e cinema. Ele participou tanto da montagem teatral quanto da adaptação cinematográfica de “Eles Não Usam Black-Tie” (1981), dirigida por Leon Hirszman. Outros de seus filmes incluem “Longo Caminho da Morte” (1972), “O Médium” (1983) e “As Vidas de Maria” (2005). Mas os papeis pelo qual é mais lembrado são de programas infantis: o Tio Barnabé em “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, na Globo, e o cozinheiro Chico, em “Chiquititas”, no SBT.

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  • Etc

    Audrie & Daisy: Jovem protagonista de documentário da Netflix se suicida

    5 de agosto de 2020 /

    A jovem Daisy Coleman, de 23 anos, que inspirou o documentário “Audrie & Daisy” da Netflix, cometeu suicídio na terça (4/8), segundo informou sua mãe, Melinda Coleman, em uma rede social. Daisy contou sua história em “Audrie & Daisy”, descrevendo os ataques que recebeu após denunciar um estupro aos 14 anos, tendo sido xingada de “mentirosa”, “vadia” e “idiota” até ter a casa de sua família incendiada. Além de Daisy, o documentário da Netflix, lançado em 2016, também contou a história de Audrie Pott, de 15 anos. As duas relataram ter sido estupradas por adolescentes que consideravam seus amigos e sofreram retaliações parecidas da comunidade em que viviam após denunciar o crime. Ambas também tiveram o mesmo fim. Fotos de Audrie sofrendo a violência foram compartilhadas na internet, o que contribuiu para que ela se enforcasse oito dias depois. “Minha filha, Catherine Daisy Coleman, se suicidou ontem à noite”, escreveu Melinda. “Ela era minha melhor amiga e uma filha incrível. Acho que ela queria mostrar que eu poderia viver sem ela. Queria poder ter curado sua dor. Ela nunca se recuperou daquilo que aqueles garotos fizeram com ela, e não é justo. Minha garotinha se foi.” Daisy relatou ter sido estuprada em 2012 por Matthew Barnett, um adolescente que vivia em sua cidade, no Missouri, Estados Unidos. Ela disse ter sido drogada e abandonada do lado de fora de sua casa, usando apenas uma camiseta, sob temperatura abaixo de zero grau. Barnett, que pertencia a uma família influente, declarou-se culpado, mas de uma acusação mais branda, alegando que o sexo com Daisy foi consensual. Ele não foi preso e atualmente cursa uma universidade no Missouri. Em vez de gerar apoio à vítima, a denúncia desencadeou uma retaliação desproporcional contra a família de Daisy, que se tornou alvo de bullying — físico e virtual. Ela tentou se suicidar outras vezes, antes de conseguir. “Sinto que as pessoas têm certas opiniões e percepções sobre mim e sobre casos como o meu porque não têm educação”, disse Daisy à revista People em 2017, aos 19 anos, após o lançamento do documentário. “É exatamente por isso que estou tentando explicar às pessoas o que está acontecendo em nossa sociedade.” Veja abaixo o trailer de “Audrie & Daisy”, que denunciou tudo o que aconteceu.

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    Jason Momoa surpreende esposa ao restaurar primeiro carro que ela teve na vida

    5 de agosto de 2020 /

    O ator Jason Momoa fez uma grande surpresa para a mulher, a também atriz Lisa Bonet. Ele encomendou para uma equipe especializada a restauração de um Mustang 1965, o primeiro carro que ela teve na vida. Na terça-feira (4/8), Momoa publicou um vídeo – feito por sua produtora, On the Roam – , mostrando o processo de restauração e a surpresa de Bonet, e explicou por que o carro significava tanto para eles. “Este é um grande sonho virando realidade, porque este foi o primeiro carro da minha esposa”, disse Momoa no vídeo. “Sentar no banco de passageiro com minha esposa, surpreender ela e nossos bebês, para andar no primeiro carro de seus 17 anos, estou empolgado em ver o rosto dela”. Momoa cobriu os olhos de Bonet para a revelação. Quando ela foi autorizada a abri-los, ela ficou sem fôlego com a surpresa. Casados desde 2007, eles são pais de Lola Momoa, de 13 anos, e Nakoa-Wolf Momoa, de 11. Antes de casar com Momoa, Bonet foi esposa do cantor Lenny Kravitz. Atualmente, o ex e o atual marido são bons amigos, chegando a compartilhar fotos juntos no Instagram. Momoa também é considerado um “segundo pai” pela filha de Kravitz e Bonet, a também atriz Zoë Kravitz.

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  • Etc,  TV

    Dona Florinda reclama do fim das reprises de Chaves

    4 de agosto de 2020 /

    Dona Florinda está brava por conta do sumiço de Chaves. A atriz Florinda Meza, viúva de Roberto Bolaños, criador e intérprete de Chaves, pronunciou-se no Twitter contra a decisão que tirou a série do ar em toda a América Latina. Para ela, o fim da transmissão no SBT, além de outros canais e streamings em diversos países foi uma “agressão” aos milhões de fãs de “Chaves” e disse que, apesar de ser viúva de Bolaños, não foi envolvida na decisão. “Embora eu não tenha nada a ver com isso porque inexplicavelmente não fui convocado para as negociações, acho que agora, quando o mundo precisar de mais diversão, isso é uma agressão às pessoas”, escreveu a atriz. “Além disso, isso vai contra seus próprios interesses comerciais, porque neste momento queremos ver tudo o que nos lembra um mundo melhor”, continuou, afirmando que a iniciativa desrespeita o legado de Roberto Bolaños. “Esse ato incompreensível chuta sua memória e o que ele mais respeitava: o público”, concluiu. Originalmente produzida nos anos 1970, “Chaves” continuava a ser um fenômeno de audiência graças à reprises que pareciam intermináveis, mas que acabaram no sábado passado, 1º de agosto. O “cancelamento” mundial das reprises aconteceu após a suspensão dos direitos de exibição dos programas, que, segundo a Televisa, decorreu de um “problema pendente” não divulgado. Segundo a imprensa mexicana, o que ocorreu foi que os filhos do ator e o canal Televisa não chegaram a um acordo sobre os pagamentos pela transmissão da série. Após a morte de Bolaños, a revista Forbes estimou que “Chaves” tinha rendido cerca de US$ 1,7 bilhão para a Televisiva até 2014. Este sucesso, porém, rendeu uma disputa com os herdeiros, que culminou na saída da série do ar. Edgar Vivar, intérprete do Sr. Barriga em “Chaves”, deu mais detalhes sobre o que realmente aconteceu, em entrevista a uma rádio mexicana no domingo (2/8). O ator de 71 anos afirmou que Bolaños estipulou que suas séries pertenceriam à empresa de televisão até julho de 2020. Após esta data, os direitos passariam a ser exclusivamente do comediante e de seus herdeiros. Mas a Televisa só aceitou continuar exibindo “Chaves” de graça. “Roberto Gómez Bolaños tinha apalavrado um contrato de usufruto dos personagens e de sua criação literária até 30 de julho deste ano, quase seis anos depois de sua morte. E não renovaram os direitos, a Televisa não quis pagar”, disse Vivar. Em comunicado, o SBT disse lamentar a decisão. ¿Qué opino de que se deje de transmitir el programa Chespirito? Aunque no tengo nada que ver porque inexplicablemente no he sido convocada a las negociaciones, creo que justo ahora, cuando el mundo más necesita diversión, hacer eso es una agresión hacia la gente. pic.twitter.com/DDwaXvJQVI — Florinda Meza (@FlorindaMezaCH) August 2, 2020

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  • Etc

    Com 60 milhões de assinantes, Disney+ (Disney Plus) supera meta de 5 anos em 8 meses

    4 de agosto de 2020 /

    O sucesso da plataforma Disney+ (Disney Plus) superou todas as expectativas, atingindo 60,5 milhões de assinantes mundiais. Os números foram atualizados pelo CEO da Disney, Bob Chapek, durante uma apresentação para acionistas nesta terça-feira (4/7). O detalhe é que, na ocasião do lançamento da plataforma em novembro do ano passado nos EUA, a Disney estimou que atingiria 60 milhões de assinantes… em 2024. Assim, o streaming já cumpriu sua meta de cinco anos, que nas projeções da empresa seria quando começaria a dar lucro após um período de grande investimento. Além dos números impressionantes da Disney+ (Disney Plus), o relatório trimestral também apontou crescimento da Hulu, que agora possui 35,5 milhões de assinantes de seu serviço. Como a Hulu ainda não foi lançada no mercado internacional (o plano é para 2021), esse número é apenas de assinantes americanos. Já a plataforma esportiva ESPN+ chegou em 8,5 milhões. Os números de streaming são o único motivo de celebração entre os acionistas da Disney, refletindo o impacto da covid-19 nos negócios da empresa. A pandemia fechou cinemas e parques temáticos, que movimentavam a maior parte dos lucros da companhia. Puxadas por sucessos exclusivos como “The Mandalorian”, a primeira série live-action do universo “Star Wars”, e musicais como “Hamilton” e “Black Is King”, de Beyoncé, as assinaturas da Disney+ (Disney Plus) só perdem atualmente para os 193 milhões de clientes da Netflix e os 150 milhões da Amazon Prime. A Disney+ (Disney Plus), entretanto, ainda não chegou em muitos territórios. Depois de seu lançamento na Europa em abril, a empresa pretende trazer o serviço para a América Latina em novembro. Isto deve incluir o Brasil, se não houver surpresas no Congresso ou na Anatel, com mudanças na legislação referente a serviços de vídeo na Internet.

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  • Etc

    Netflix tem material inédito para lançar até metade de 2021

    4 de agosto de 2020 /

    A Netflix ainda tem muito material inédito para enfrentar a crise causada pela pandemia de coronavírus, que paralisou as produções de filmes e séries em todo o mundo. Enquanto os cinemas permanecem fechados, canais improvisam com aquisições de streaming e as plataformas concorrentes ficam sem novidades, o maior de todos os serviços de streamings garante ter conteúdo exclusivo para entreter seus assinantes até metade de 2021. “Temos muita coisa para lançar, definitivamente por todo o ano de 2020 e parte de 2021. Nós queremos voltar ao trabalho, como todo mundo, e queremos passar este ano da melhor forma possível, mas ainda estamos em boa forma”, revelou Tendo Nagenda, chefe de originais da Netflix, em entrevista ao site da revista The Hollywood Reporter Por conta disso, a empresa não está preocupada, ao menos por enquanto, com a falta de conteúdo para preencher sua programação durante a pandemia. Esta também é uma das razões pelas quais a Netflix tem aumentado consideravelmente sua quantidade de assinantes. Foram 10 milhões a mais no segundo trimestre de 2020. Além do material inédito que ainda tem para lançar – o que inclui a aguardada 5ª temporada de “Lucifer” – , a plataforma também está buscando aquisições externas – filmes e séries de várias partes do mundo – para adicionar ao seu serviço. Isto inclui produções brasileiras, como “Cidade Pássaro”, lançada na plataforma na quarta (29/7) passada – menos no Brasil, onde ainda tentará chegar aos cinemas.

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  • Etc,  Série

    Reni Santoni (1939 – 2020)

    4 de agosto de 2020 /

    O ator Reni Santoni, que trabalhou em “Dirty Harry” e na série “Seinfeld”, morreu no sábado (1/8) em Los Angeles, aos 81 anos, com vários problemas de saúde que incluíam câncer. O nova-iorquino Santoni era mais conhecido como autor de peças de vanguarda, do circuito off-Broadway, quando interpretou um viciado em “O Homem do Prego” (1964), de Sidney Lumet, em seu primeiro papel de destaque no cinema. Ele virou protagonista logo em seguida, em “Onde Começa o Sucesso” (1966), de Carl Reiner. Baseado num livro de Reiner já levado ao teatro, o filme trazia Santoni como um jovem aspirante a ator, que era escolhido para um trabalho mesmo sem ter experiência. O desempenho foi elogiado pelo célebre e exigente crítico Rober Ebert, mas o filme em geral foi considerado muito fraco, impedindo maior projeção para Santoni, que voltou a viver coadjuvantes em seus trabalhos seguintes, como “A Batalha de Anzio” (1968) e “A Revolta dos Sete Homens” (1969). Um de seus papéis de coadjuvante mais lembrados foi Chico, o parceiro novato do detetive “Dirty” Harry Callahan (Clint Eastwood) no policial clássico “Perseguidor Implacável” (Dirty Harry, 1971). Na trama, ele era emparelhado com o policial durão após o parceiro anterior de Callahan ser baleado, e era sempre ridicularizado por ser um “garoto da faculdade” – tinha nada menos que um diploma em sociologia. Anos mais tarde, Santoni virou parceiro até de Sylvester Stallone em “Stallone: Cobra” (1986). Atuou também como carcereiro do delinquente Sean Penn em “Juventude em Fúria” (1983). E fez muitas comédias, voltando a se juntar ao diretor Carl Reiner em dois filmes: “Cliente Morto Não Paga” (1982), estrelado por Steve Martin, e “Aluga-se para o Verão” (1985), com John Candy. Ele ainda contracenou com Candy no sucesso “Chuva de Milhões” (1985), de Walter Hill, com Robert Downey Jr. em “O Rei da Paquera” (1987), e com Michael J. Fox em “Nova York – Uma Cidade em Delírio” (1988), entre outras produções. Paralelamente, fez muitas participações em séries, incluindo “Havaí 5-0”, “As Panteras”, “Miami Vice” e “CHiPs”, além de ter integrado o elenco fixo de “Manimal” e interpretado papéis recorrentes em “Owen Marshall: Counselor at Law”, “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues), “Midnight Caller”, “Nova Iorque Contra o Crime” (NYPD Blue), “O Desafio” (The Practice) e principalmente “Seinfeld”. Ele apareceu quatro vezes em “Seinfeld” como Poppie, gerente um restaurante italiano que enojava Jerry por não lavar as mãos após ir ao banheiro e mexer na massa. Fora das telas, Santoni teve um longo relacionamento romântico com a atriz Betty Thomas. Os dois se conheceram nos bastidores de “Chumbo Grosso”. Quando Thomas virou diretora, ele acabou aparecendo em pequenos papéis nos cinco primeiros filmes dela – “O Paraíso te Espera” (1992), “A Família Sol, Lá, Si, Dó” (1995), “O Rei da Baixaria” (1997), “Dr. Dolittle” (1998) e “28 Dias” (2000). Seus últimos trabalhos foram nas séries “CSI”, “Grey’s Anatomy”, “Raising the Bar” e “Franklin & Bash”.

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    Organização do Globo de Ouro é processada por jornalista por “monopolizar” Hollywood

    4 de agosto de 2020 /

    A Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês), que organiza a premiação do Globo de Ouro, está sendo processada por uma jornalista norueguesa sob acusação de monopolizar o acesso a artistas de Hollywood para entrevistas e sabotar o trabalho de profissionais que não são seus membros. O processo afirma que o grupo usa o Globo de Ouro para ter acesso privilegiado e monopolizar ilegalmente a informação sobre o entretenimento em Los Angeles, ao mesmo tempo em que cria barreiras quase impossíveis de ser superadas para a aceitação de novos integrantes. “Durante todo o ano, os membros da HFPA usufruem de viagens com todas as despesas pagas para festivais de cinema do mundo todo, onde são tratados com luxo e todos seus desejos realizados pelos estúdios”, acusa o processo apresentado pela jornalista Kjersti Flaa. “Os candidatos qualificados para admissão na HFPA quase sempre são recusados, porque a maioria dos 87 membros não está disposta a compartilhar ou diluir os enormes benefícios econômicos que recebe”, completa a denúncia. A HFPA tem influência considerável no mundo do cinema graças ao Globo de Ouro, um dos prêmios mais importante de Hollywood e que abre caminho para a glória no Oscar. O processo para se tornar membro da HFPA, que dá direito a votar na premiação, é repleto de mistérios. Mas a jornalista traz alguns detalhes à luz em seu processo, apontando que, embora alguns de seus integrantes trabalhem para respeitados veículos da imprensa estrangeira, outros atuam em publicações desconhecidas e suas críticas raramente são vistas. Flaa solicitou a entrada na HFPA em 2018 e no ano passado, mas foi rejeitada ambas as vezes. Ela descobriu que seu nome foi vetado por representar concorrência a outro integrante escandinavo da Associação. Uma das regras obscuras seria a proibição de ingresso de jornalistas que trabalhem em veículos rivais ao de algum membro já estabelecido. Isto realmente cria uma situação que, pela influência do Globo de Ouro, dá a um jornalista membro preferência para entrevistas e coberturas que seu rival não teria acesso. Flaa diz que sua rejeição não tem relação com suas realizações, mas o resultado dessa conspiração dentro da organização. “O HFPA não apenas falha em oferecer um procedimento justo para quem busca se associar, ela nem mesmo finge fazê-lo”, afirma a denúncia. “Não dá ênfase à avaliação da qualidade do trabalho de um candidato. Em vez disso, permite livremente que seus membros baseiem suas decisões de admissão apenas em se um candidato pode se tornar uma ameaça competitiva para um membro existente”. A diretoria da HFPA respondeu às acusações com um comunicado. Diz o texto: “Embora o HFPA ainda não tenha recebido a intimação, ela parece consistente com as tentativas contínuas da senhora Flaa de abalar o HFPA, exigindo que o HFPA a pague e a admita imediatamente, antes da conclusão do processo eleitoral anual aplicado a todos os outros candidatos a integrar o HFPA. O HFPA se recusa a ser chantageado, dizendo à Sra. Flaa que a filiação não é obtida por meio de intimidação”.

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    Justiça decide manter a Cinemateca no limbo

    4 de agosto de 2020 /

    A Justiça Federal negou em caráter liminar um pedido do Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo para que a União renovasse o contrato de gestão da Cinemateca Brasileira com a Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp). A ação também pedia o repasse imediato de R$ 12 milhões, recursos já previstos e alocados no orçamento para a preservação do acervo da Cinemateca, o que foi negado. Aguardada com ansiedade entre funcionários e gestores da Cinemateca, bem como entre cineastas e pesquisadores do meio, a decisão foi um balde de água fria, porque aprofundou a crise ao jogar a Cinemateca mais fundo no lugar nenhum do limbo. A razão fornecida pela juíza Ana Lúcia Petri Betto, da 1ª Vara Cível Federal de São Paulo, para negar a retomada da gestão foi a ausência de necessidade de urgência, apesar do que a Procuradoria apontava, porque, em seu entendimento, “ao contrário, há elementos que indicam a tomada de providências emergenciais pela União Federal para preservação do acervo da Cinemateca Brasileira.” Ela ainda disse que cabia apenas à União adotar medidas de preservação do patrimônio histórico do acervo. “Se há perigo de dano ao patrimônio histórico-cultural que integram a Cinemateca Brasileira, ou mesmo dano efetivo, cabe à União Federal cessá-los da maneira que julgar mais eficiente, com os recursos que possui”, afirmou em sua decisão. Mas a União interrompeu o pagamento para a preservação do material no ano passado, deixando até as contas de luz atrasarem, sem esquecer dos salários dos funcionários. O cineasta Roberto Gervitz, um dos organizadores do movimento SOS Cinemateca, ficou indignado com a decisão judicial. “Eu achei inacreditável que a juíza não reconheça o caráter emergencial da liminar, é um absurdo. É algo difícil de entender, porque todos sabem a situação que a Cinemateca se encontra”, ele disse ao jornal O Globo. “Quando a ação surgiu, o governo começou a correr para parecer que estava fazendo algo, mas ele não faz nada há mais de um ano. Desde de 2019 que não cumpre com suas obrigações”. Ex-diretor da Cinemateca entre 1987 e 1992, Carlos Augusto Calil também reclamou ao Globo contra a decisão da juíza, “totalmente alienada”. “Ela lavou as mãos. A parte muito estranha é que ela não reconhece urgência da situação da Cinemateca. São oito meses sem receber recursos do governo federal, os salários estão atrasados, as contas de luz não foram pagas. E isso é um risco, pois grande parte dos documentos são preservados em ambientes com temperatura controlada”. Sem recursos federais desde o início do ano, a brigada de incêndio da Cinemateca, que é terceirizada, já abandonou o trabalho. Como o material dos filmes antigos é altamente inflamável, o acervo já enfrentou – e sobreviveu a – quatro incêndios. A liminar que pedia a renovação de contrato com a Acerp esperava mobilizar a verba para a preservação do material e viabilizar a gestão da instituição em 2020. O objetivo da secretaria de Cultura, ao congelar o repasse, seria justamente impedir o funcionamento da Cinemateca para ser “forçada” pelas “circunstâncias” a assumir o controle administrativo da Cinemateca e, assim, conseguir dar sua presidência de presente para Regina Duarte. Esta intenção, porém, contraria frontalmente uma cláusula do contrato de doação da Cinemateca — originalmente privada — à União em 1984, que garante sua autonomia financeira, administrativa e técnica, além da permanência em São Paulo. Para se ter ideia da inconsequência, há alguns dias ventilou-se no desgoverno até a mudança do acervo para Brasília… A decisão judicial apenas aprofundou o impasse, já que juíza entende que a União deve usar seus recursos para preservar a Cinemateca, mas impede que esses recursos sejam destinados a Acerp, a organização social que administrava a entidade. Como a União não administra a Cinemateca nem reconhece a administração da Acerp, na prática, portanto, ninguém administra a Cinemateca. O Caos. Esta situação surreal é resultado direto de um dos muitos atos inconsequentes daquele que Bolsonaro já chamou de seu “melhor ministro”. Então vinculada ao Ministério da Educação para a gestão da TV Escola, a Acerp ganhou a licitação para gerir a Cinemateca Brasileira em 2018 e assinou um termo aditivo ao Contrato de Gestão da emissora. Mas, no final de 2019, o então ministro da Educação Weintraub decidiu encerrar de forma unilateral e abrupta o contrato de gestão da TV Escola e, com isso, também extinguiu o termo aditivo da Cinemateca Brasileira. Genial como é, Weintraub achava que, ao romper o contrato, iria encampar a TV Escola para fazer uma programação a seu gosto (refletindo seu guru astrólogo). Mas a TV Escola, assim como a Cinemateca, não pertencem ao desgoverno e tudo o que ele conseguiu foi acabar com uma e jogar a outra no limbo. Caso o contrato fosse respeitado, ele se encerraria em 2021, data em que a secretaria poderia lançar um novo edital para contratar outra empresa, se não estivesse satisfeita com os serviços atuais.

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    A Mulher da Janela: Netflix negocia lançar suspense estrelado por Amy Adams

    3 de agosto de 2020 /

    A Netflix está finalizando um acordo de aquisição de “A Mulher da Janela”, suspense estrelado por Amy Adams (“A Chegada”) e dirigido por Joe Wright (“O Destino de uma Nação”). “A Mulher da Janela” era a última produção da Fox 2000, estúdio fechado pela Disney após completar a aquisição do acervo da 21st Century Fox, e tinha lançamento previsto para maio passado. Entretanto, a data coincidiu com o período de fechamento dos cinemas como prevenção contra a covid-19. Devido à pandemia, a Disney tem dado diferentes destinos para algumas de suas produções já finalizadas. Filmes de baixa classificação etária, como “Artemis Fowl: O Mundo Secreto” e “O Grande Ivan”, foram encaminhados para a plataforma Disney+ (Disney Plus). Mas títulos produzidos para o público mais velho começam a ser negociados com o mercado. Com a negociação com a Netflix, “A Mulher da Janela” não deverá mais chegar aos cinemas, assinalando um final amargo para a Fox 2000. Criado e comandado por Elizabeth Gabler desde 1999, o estúdio era especializado em filmes contemporâneos de médio orçamento. E lançou muitos sucessos, como “O Clube da Luta” (1999), “Nunca Fui Beijada” (1999), “Johnny & June” (2005), “O Diabo Veste Prada” (2006), “Marley & Eu” (2008), “A Culpa É Das Estrelas” (2014), “Joy: O Nome do Sucesso” (2015), “Ponte dos Espiões” (2015), “Estrelas Além do Tempo” (2016), “Com Amor, Simon” (2018) e “O Ódio que Você Semeia” (2018). Adaptação do best-seller homônimo de A.J. Finn, “A Mulher da Janela” é um suspense hitchcockiano, que combina “Janela Indiscreta” (1954) e “Um Corpo que Cai” (1958). Como não é a primeira vez que um filme junta as duas tramas, “Dublê de Corpo” (1984), de Brian De Palma, é outra inspiração óbvia. No filme, Adams vive Anna Fox, uma psicóloga infantil que mora sozinha em Nova York. Ela sofre de fobia por espaços públicos e locais abertos, e passa os dias em casa assistindo filmes e interagindo com as pessoas apenas pela internet. Mas um dia permite que sua vizinha (Julianne Moore, de “Kingsman: O Círculo Dourado”) a visite, descobrindo que ela sofre nas mãos do marido (Gary Oldman, de “O Destino de uma Nação”). Pouco depois, testemunha uma agressão pela janela, mas o que viu é refutado por fatos, que a levam a questionar se foi verdade ou se imaginou tudo, devido a seus remédios. O elenco ainda inclui Anthony Mackie (“Vingadores: Ultimato”), Wyatt Russell (“Operação Overlord”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”) e Jennifer Jason Leigh (“Os 8 Odiados”). Veja abaixo o primeiro trailer legendado da produção, divulgado em dezembro passado.

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    Atriz de A Irmã do Meio e The Originals é presa por lesão corporal

    3 de agosto de 2020 /

    A atriz Ronni Hawk, que estrelou a série “A Irmã do Meio” (Stuck in the Middle) no Disney Channel e apareceu em “On My Block” e “The Originals”, foi presa na sexta passada (31/1) em Los Angeles, nos Estados Unidos, sob acusação de lesão corporal. A prisão aconteceu após a polícia receber uma ligação de vizinhos alegando “perturbação doméstica” na casa da atriz. Lá, o namorado da atriz foi encontrado com vários ferimentos visíveis, incluindo arranhões. Segundo os oficiais, uma briga verbal entre o casal levou Ronni Hawk a agredir fisicamente o namorado, o que fez os policiais a levarem algemada. Ronni encontra-se na prisão de Van Nuys, em Los Angeles, segundo o site TMZ, e sua fiança foi estabelecida em US$ 100 mil. Ela tinha recentemente conseguido um papel recorrente na série “The Originals”, como uma bruxa em busca de redenção. Mas não é exatamente uma atriz querida pelos fãs de séries. Em 2018, os espectadores de “On My Block” foram ao Twitter pedir que a Netflix demitisse a atriz após descobrirem postagens antigas em que ela manifestava apoio ao presidente Donald Trump e se manifestava contrária às políticas de controle de armas nos Estados Unidos. Depois da campanha, ela não voltou na 2ª temporada.

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    Leonardo DiCaprio fecha contrato com a Apple TV+

    3 de agosto de 2020 /

    O astro Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em… Hollywood”) fechou contrato com a Apple para desenvolver filmes e séries com exclusividade para sua plataforma de streaming, Apple TV+. A produtora do ator, Appian Way, já vinha desenvolvendo dois projetos para a empresa de tecnologia, o filme “Killers of the Flower Moon” e a série “Shining Girls”. Só o filme, que tem direção de Martin Scorsese e vai juntar DiCaprio e Robert De Niro, recebeu um orçamento de US$ 200 milhões da Apple para sua realização. Sob o contrato recém-firmado, a produtora de DiCaprio deixará de apresentar seus projetos no mercado, oferecendo-os diretamente para a Apple. A negociação aconteceu após a Appian Way completar um contrato de três anos com a Paramount Pictures – que ainda dá direito à exibição de “Killers of the Flower Moon” nos cinemas. Antes disso, a empresa estava alojada na Warner Bros. O novo contrato tem uma diferença em relação aos anteriores. Pela primeira vez, abrange produções de séries. A Appian Way começou a desenvolver séries apenas recentemente, entre elas as minisséries “Grant”, para o History Channel, e “The Right Stuff”, para a National Geographic/Disney+ (Disney Plus). Sua primeira série na Apple TV+, “Shining Girls”, é um thriller estrelado por Elisabeth Moss (vencedora do Emmy por “The Handmaid’s Tale”). A produtora também é conhecida por seus documentários ecológicos, e um deles, “Virunga”, vai virar drama de ficção na Netflix. O acordo com a empresa de DiCaprio aumenta a lista seleta de parceiro produção da Apple, que incluem a Scott Free (produtora de Ridley Scott), Green Door Pictures (de Idris Elba), o estúdio A24, Imagine Documentaries, Sesame Workshop (da “Vila Sésamo”) e Peanuts Worldwide (dos desenhos de Charlie Brown).

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    Chris Hemsworth vai mergulhar com tubarões para o canal National Geographic

    3 de agosto de 2020 /

    Chris Hemsworth vai mergulhar no Sharkfest, o festival de programas sobre tubarões do canal pago National Geographic. O intérprete de Thor e astro dos Vingadores será o destaque da edição de 2021 do evento no Nat Geo. Graças à sinergia da Disney (Marvel e Nat Geo fazem parte do conglomerado), ele vai estrelar “Shark Beach”, especial documental que também contará com biólogos marinhos, surfistas, conservacionistas e defensores de tubarões. As gravações vão acontecer na Austrália, país do ator, para investigar as razões por trás do aumento do número de ataques de tubarões nos últimos anos e tentar descobrir maneiras em que seres humanos e tubarões possam coexistir. “Passei boa parte da minha vida perto ou dentro do oceano, dividindo o mesmo quintal com tubarões e, recentemente, tem havido uma preocupação crescente em relação ao aumento da atividade dos tubarões”, disse Hemsworth, em comunicado sobre o projeto. “É crucial que reverenciamos e respeitemos os tubarões. Nossos oceanos dependem desses predadores de ponta para seu ecossistema de biodiversidade; no entanto, também precisamos aprender a nos proteger, e esse é o meu principal objetivo em ‘Shark Beach'”. No especial, Hemsworth mergulhará em locais habitados por diferentes espécies de tubarões para entender seus comportamentos, além de se juntar a biólogos locais para explorar medidas preventivas para impedir ataques e mostrar inovações em tecnologia projetada para proteger tubarões e pessoas. “O Sharkfest se tornou o ponto de partida para cientistas e cineastas compartilharem nossa paixão por tubarões e a saúde dos oceanos do planeta. Com o sucesso, também atraímos celebridades que têm o poder de aumentar a conscientização e o impacto através de suas incríveis plataformas sociais”, disse Geoff Daniels, vice-presidente executivo de entretenimento global da National Geographic. “É por isso que eu estou entusiasmado com ‘Shark Beach’ e com nossa mais recente colaboração com Chris Hemsworth. Ele é um defensor destemido da natureza, com um compromisso comprovado com a conservação e uma vontade inigualável de fazer o que for necessário para ajudar a proteger os tubarões por gerações vindouras.” Além de apresentar o programa, Hemsworth vai coproduzir “Shark Beach” com a produtora Nutopia (“O Mundo Segundo Jeff Goldblum” e “One Strange Rock”). A data exata da exibição ainda não foi definida, mas vai acontecer durante o verão norte-americano (entre junho e agosto) de 2021.

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