Eddie Redmayne arranja problemas nas redes sociais ao defender JK Rowling
Eddie Redmayne tentou ficar em cima do muro e acabou derrubado pelas redes sociais. Ele virou assunto hoje no Twitter após uma entrevista ao jornal Daily Mail em que comentou as posições transfóbicas da escritora JK Rowling. Além de ter criado os livros de “Harry Potter”, Rowling assina os roteiros dos filmes “Animais Fantásticos” que Redmayne estrela. Em junho passado, quando a escritora começou a atacar homens transexuais, ele chegou a se posicionar, discordando frontalmente e dizendo que pessoas trans “simplesmente querem viver suas vidas em paz, e está na hora de deixá-los”. Embora tenha reforçado que é contra a transfobia, o ator agora disse que também se assustou com a “ferocidade” dos comentários direcionados a Rowling nas redes sociais, que ele classificou como “totalmente nojentos”, e contou ter enviado um bilhete a JK Rowling para apoiá-la. Apesar de defender aquela que atualmente é a maior porta-voz da transfobia no mundo, Redmayne também se disse preocupado com os ataques contra a população trans, sem especificar se estava se referindo aos comentários de JK Rowling. Para ele, os comentários transfóbicos são “igualmente nojentos”. O ator disse ao Daily Mail que tem “amigos e colegas trans” que têm “seus direitos humanos desafiados ao redor do mundo e enfrentam discriminação diariamente”. “Continua a haver uma terrível torrente de abusos contra pessoas trans online e no mundo que é devastadora”, completou Redmayne, que antes de viver Newt Scamander nos filmes criados por Rowland foi indicado ao Oscar por seu papel de Lili Elbe, o primeiro homem a passar por cirurgia de mudança de sexo, no filme “A Garota Dinamarquesa” (2015). Nas redes sociais, ele perdeu muitos fãs por defender Rowling. A situação é especialmente delicada para todos os envolvidos na polêmica criada pela escritora porque as filmagens de “Animais Fantásticos 3” começaram na semana passada no Reino Unido. E como se não bastasse o ódio da comunidade trans, o filme ainda terá participação de Johnny Depp, que recentemente esteve nos tribunais de Londres escancarando o lado mais sombrio de sua vida pessoal para se defender da acusação de “espancador da esposa” do jornal The Sun.
Filha de Gwyneth Paltrow fica passada com exibicionismo da mãe no Instagram
O exibicionismo de Gwyneth Paltrow incomodou sua filha mais velha, Apple, de 16 anos. Conhecida pelo papel de Pepper Potts nos filmes da Marvel, Gwyneth posou nua para uma foto postada no domingo (27/9) no Instagram, com a desculpa de mostrar a boa forma ao comemorar o aniversário de 48 anos. Mesmo sem mostrar detalhes mais reveladores de sua anatomia, a nudez mereceu uma puxada de orelha da filha, que gritou “Mãe!” em letras garrafais nos comentários da imagem. Apple deve passar muito constrangimento com a mãe, que virou uma empresária de produtos para a saúde mulher, com foco especial na sexualidade feminina. Por sinal, não é a primeira vez que a filha reclama da mãe por conta da sua falta de compostura nas redes sociais. No ano passado, a menina chamou atenção de Gwyneth quando a atriz compartilhou uma selfie das duas juntas. “Mamãe, já conversamos sobre isso. Não poste nada sem o meu consentimento”, ela escreveu sob a foto, demonstrando que prefere manter sua privacidade a virar personagem de reality show virtual. Muitos dos amigos famosos da estrela, porém, adoram sua falta de cerimônias. A foto com a “roupa de aniversário”, por exemplo, foi curtida por atores como Matthew Morrison, Josh Gad, Courtney Cox e Vanessa Hudgens – entre 1 milhão de outras pessoas. Gwyneth é atualmente casada com Brad Falchuk, cocriador de “American Horror Story”, “Glee” e muitas outras séries de sucesso. Os dois se conheceram quando ela fez participações em “Glee”, entre 2010 e 2016. Na época, ela ainda era casada com o cantor Chris Martin, o pai de Apple. Ver essa foto no Instagram In nothing but my birthday suit today… thank you all so much for the birthday wishes and thank you to @goop ‘s insanely amazing brand new body butter for making me think I can still get my kit off. 💙 #goopgenes Uma publicação compartilhada por Gwyneth Paltrow (@gwynethpaltrow) em 27 de Set, 2020 às 12:00 PDT
Morte da atriz de O Chamado preocupa governo do Japão
A morte de Yuko Takeuchi, atriz do primeiro filme da franquia original de “O Chamado” e bastante popular no Japão, preocupou o governo do país, a ponto de lançar um alerta sobre o crescimento no número de suicídios nos últimos meses. Takeuchi foi encontrada morta na madrugada de domingo (27/9) pelo marido, em sua residência em Tóquio. De acordo com o jornal The Japan Times, a polícia está tratando o caso como um aparente suicídio. Poucos dias antes, a atriz Sei Ashina também morreu por suicídio aos 36 anos. Além disso, o ator Haruma Miura se matou em julho, com apenas 30 anos, e a estrela de reality show Hana Kimura em maio passado. Dados do governo japonês informam que, só no mês de agosto, houve um crescimento de cerca de 15% de suicídios no país em relação ao mesmo período no ano anterior. “Houve um aumento no número de suicídios desde julho. Temos que levar em consideração o fato de que há muitas pessoas terminando com suas vidas preciosas”, afirmou Katsunobu Kato, porta-voz do governo, que também já ocupou o cargo de Ministro da Saúde. Em comunicado oficial, Kato também fez questão de apontar o papel da pandemia do coronavírus como responsável por gerar um clima de angústia crescente, principalmente por carência de contato humano e seu impacto na saúde mental das pessoas. Para evitar uma epidemia de suicídios, foram colocadas a disposição mais linhas telefônicas para atendimento de prevenção ao suicídio.
Goran Paskaljević (1947 – 2020)
O diretor sérvio Goran Paskaljević, que realizou 18 filmes, incluindo os premiados “Tango Argentino” e “Barril de Pólvora”, morreu na sexta-feira (25/9) em Paris, de câncer de pulmão, aos 73 anos. A doença não o impediu de terminar seu último filme, “Nonostante la Nebbia”, que foi rodado na Itália no ano passado. Nascido em Belgrado em 22 de abril de 1947, Paskaljević estudou cinema na Tchecoslováquia na ilustre escola FAMU durante a primavera de Praga. Lá, ele fez seus primeiros curtas-metragens, enfrentando a censura comunista por seus temas de compaixão pelos desprezados pelo sistema. Após a invasão soviética em Praga, em 1968, ele teve a carreira interrompida e retornou à então Iugoslávia, só lançando seu primeiro longa oito anos depois, o drama “Beach Guard in Winter” (1976), que competiu em Berlim e lhe renceu o prêmio de Melhor Direção no Festival de Cinema de Pula. A obra foi co-escrita por Gordan Mihić, que se tornou seu parceiro de roteiro de longa data. Os filmes de Paskaljević geralmente traçavam a vida de pessoas comuns em circunstâncias dramáticas e se tornaram sucessos no circuito dos festivais internacionais. Quatro de seus filmes tiverem première em Cannes: “Special Treatment” (1980), “Guardian Angel” (1987), “Time of Miracles” (1989) e seu único filme ambientado nos EUA, “Someone Else’s America” (1995). E “Tango Argentina” (1992) ganhou o prêmio do público em Veneza. Com o tempo, o humor gentil de seus primeiros trabalhos deu lugar à ironia e tragédia sombrias, mas sempre de forma a defender os oprimidos, fossem crianças, deficientes, judeus, ciganos ou imigrantes. Embora ele sempre tenha se negado a se definir como um cineasta político, ele também admitiu que “não se pode evitar a política”, e repetidamente seus trabalhos e entrevistas irritaram os nacionalistas da antiga Iugoslávia. Com o desmembramento do país e a onda crescente de nacionalismo na Sérvia, Paskaljević e sua esposa, Christine Gentet-Paskaljević, mudaram-se para Paris em 1992 e ele tornou-se um cidadão francês. Ele só voltou para casa em 1998 para filmar o memorável “Barril de Pólvora”, que capturou a violência nas ruas de Belgrado e venceu o prêmio da crítica em Veneza e no European Film Awards. Seus filmes posteriores, muitos dos quais ele mesmo escreveu, dirigiu e produziu, mantiveram o padrão elevado, com destaque para a produção irlandesa “How Harry Became a Tree” (2001) e o alegórico “Midwinter Night’s Dream” (2004), que criticou corajosamente o papel da Sérvia na guerra dos Balcãs. Entre seus filmes finais estão “When Day Breaks” (2012), em que um professor judeu aprende sobre seu passado, e “Land of the Gods” (2016), ambientado na Índia. Assim como o derradeiro longa, “Nonostante la Nebbia”, todos tiveram première no Festival de Valladolid, na Espanha.
Joaquin Phoenix nomeia filho de River, em homenagem ao irmão falecido
O atores Rooney Mara e Joaquin Phoenix já são papais. O bebê nasceu e seu nome foi escolhido em homenagem ao falecido River Phoenix, irmão de Joaquin. Quem deu a informação foi o documentarista russo Viktor Kossakovsky durante o Festival de Cinema de Zurique, ao se desculpar pela ausência de Phoenix, que é produtor executivo de seu novo documentário, “Gunda”. “Ele inclusive acabou de ter um bebê, seu nome é… um lindo filho chamado River, então ele não pode promover o filme no momento”, explicou o diretor. River era irmão mais velho de Joaquin e considerado o melhor ator jovem de sua geração – a mesma de Keanu Reeves, Brad Pitt, Johnny Depp e Leonardo DiCaprio. Ele morreu aos 23 anos, em 1993, de insuficiência cardíaca durante uma overdose. Joaquin tinha 19 anos na época e presenciou a morte do irmão, que teve muito impacto em sua vida. A gravidez de Rooney foi noticiada em maio deste ano, meses após os dois serem vistos saindo de uma clínica de fertilização. O casal se conheceu durante as filmagens do filme “Ela”, de Spike Jonze, lançado em 2012. Mas o relacionamento só veio a público durante a gravação do filme “Maria Madalena”, de 2016, no qual ela era a protagonista e ele viveu Jesus.
Marcelo Adnet emplaca três sambas-enredo no Carnaval de São Paulo
O humorista Marcelo Adnet será o “sambista” mais ouvido no próximo carnaval. Ele emplacou nada menos que três sambas-enredo em escolas de samba diferentes para o desfile de 2021 em São Paulo, e ainda será carnavelesco no Rio de Janeiro. A aprovação mais recente aconteceu na noite de sexta-feira (25/9) na Rosas de Ouro, quando houve a escolha de “Sanitatem”, sobre a cura, parceria do humorista com os compositores Godoi, Luciano Godoi, Diego Nicolau, André Ricardo, Douglas Chocolate, Jacopetti, Cacá Mascarenhas, Liso, Antonio Júnior, Hudson Luiz e Andréia Araújo. A final teve mais três sambas e foi realizada na quadra da Rosas, que foi a primeira a ser reaberta ao público durante a pandemia. Antes, Adnet havia vencido disputas de samba na Dragões da Real, ligada à torcida do São Paulo FC, e na Gaviões da Fiel, do Corinthians, onde será feita uma junção de duas obras. Além das vitórias paulistas, Adnet também trabalhará no carnaval do Rio, desenvolvendo o enredo da Botafogo Samba Clube, na qual participará da equipe de criação do desfile, atuando como carnavalesco junto do artista Ricardo Hessez num desfile sobre o jornalista e técnico de futebol João Saldanha. Ainda não há definição sobre o Carnaval de 2021, que excepcionalmente não terá desfiles em São Paulo e Rio de Janeiro durante fevereiro. Por causa do coronavírus, o evento será adiado para outra data, perto do meio do ano.
Dwayne Johnson estreia na política para apoiar Joe Biden
O ator Dwayne “The Rock” Johnson, uma das personalidades mais populares do mundo do entretenimento norte-americano, endossou publicamente os candidatos democratas Joe Biden e sua parceira vice-presidencial Kamala Harris para as eleições de novembro nos EUA. Johnson não deu apenas um apoio virtual, mas fez um vídeo com os candidatos e compartilhou em suas redes sociais. Só no Instagram ele tem 199 milhões de seguidores. É a primeira vez que Johnson endossa um candidato político. Para justificar sua decisão, ele citou a compaixão e o espírito de Biden, e observou que Harris é uma “durona certificada”, por seu histórico como promotora antes de ser eleita senadora dos EUA. Ele também acrescentou, no texto que acompanha o post em seu Instagram: “Como políticamente independente e centrista por muitos anos, votei tanto em democratas quanto republicanos no passado. Nesta eleição crítica, acredito que Joe Biden e Kamala Harris são os melhores para liderar nosso país, e como meu primeiro endosso presidencial (público), eu orgulhosamente os endosso para a administração presidencial de nossos Estados Unidos. O progresso exige coragem, humanidade, empatia, força, coragem, bondade e respeito. Ser gentil e respeitoso um com o outro sempre fará diferença. Agora devemos TODOS VOTAR.” Os políticos também elogiaram o astro, com Kamala Harris se declarando fã das franquias “Velozes e Furiosos” e “Jumanji”. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram As a political independent and centrist for many years, I’ve voted for Democrats in the past and as well as Republican. In this critical election, I believe Joe Biden and Kamala Harris are the best to lead our country, and as my first ever (public) Presidential endorsement, I proudly endorse them for the presidential office of our United States. Progress takes courage, humanity, empathy, strength, grit, kindness and respect. Being KIND & RESPECTFUL to one another will always matter. Now we must ALL VOTE, so hit the link up top 👆🏾 and I’ll help you get it done. #BidenHarrisJohnsonSummit #ProgressThroughHumanity #VOTE2020 👊🏾 Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 27 de Set, 2020 às 5:15 PDT
Yuko Takeuchi (1980 – 2020)
A atriz Yuko Takeuchi, que estrelou o primeiro filme da franquia japonesa “O Chamado” e a série “Miss Sherlock”, foi encontrada morta na manhã deste domingo (27/9) em sua residência em Tóquio aos 40 anos. O marido de Takeuchi, o também ator Taiki Nakabayashi (“Strawberry Night Saga”), teria encontrado a atriz em seu quarto por volta das 2 da manhã, de acordo com o jornal The Japan Times. A polícia está tratando o caso como um aparente suicídio. Takeuchi era bastante conhecida no Japão por sua variedade de trabalhos no cinema e na televisão. Ela fez sua estreia no cinema com 18 anos com dois filmes lançados em 1998. Um deles foi o longa que lançou a franquia internacional de terror “O Chamado” (“Ringu”, em japonês), que ganhou remake nos EUA em 2002 e até hoje segue rendendo continuações e reboots. No longa original, de Hideo Nakata, Takeuchi viveu a primeira vítima da maldição de Sadako (transformada em Samara nos EUA). O sucesso do filme ajudou a estabelecer sua carreira, que seguiu com várias séries e filmes, a maioria com tramas românticas. O reconhecimento não tardou. Suas performances em “Yomigaeri” (2003), “Be With You” (2004) e “Spring Snow” (2005) foi indicadas a três troféus consecutivos de Melhor Atriz da Academia Japonesa de Cinema. Ela também concorreu ao prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por “Cape Nostalgia” (2012). Mais recentemente, Takeuchi voltou ao terror com um dos principais papéis de “Creepy” (2016), do mestre do J-horror Kiyoshi Kurosawa, premiado no Fantasia Film Festival, no Canadá, e se projetou ainda mais como a personagem-título de “Miss Sherlock”, série de 2018 da HBO Asia sobre uma versão feminina de Sherlock Holmes, que foi exportada para o mundo todo. Seu último filme, “The Confidence Man JP: Princess” era segundo longo de uma franquia iniciada em 2019 e foi lançado em julho passado. Ela também tinha se tornado mãe pela segunda vez em janeiro deste ano. Os sobreviventes incluem seu marido e dois filhos.
Kit Harington e Rosie Leslie vão ser pais pela primeira vez
Casal formado nos bastidores de “Game of Thrones”, os atores britânicos Kit Harington e Rosie Leslie, que viveram Jon Snow e Ygritte na série da HBO, estão esperando o primeiro filho. A novidade veio à tona durante um ensaio fotográfico de Rosie Leslie para a Make Magazine. Ao divulgar as fotos em seu Instagram, a editora de moda da revista escreveu que ela “se preparava para a maternidade pela primeira vez”, ao lado de fotos em que a barriga da atriz era mais que evidente. No ano passado, durante uma entrevista para a GQ Austrália, Harington disse que gostaria que, um dia, seu futuro filho pudesse ver a série para saber como seus pais se conhecerem. Na trama televisiva, Jon Snow e Ygritte se encontraram pela primeira vez durante a 2ª temporada e acabaram se apaixonando. O romance terminou quando ela morreu nos braços dele durante a 4ª temporada, mas continuou na vida real. O noivado foi anunciado oficialmente em setembro de 2017, após quase um ano e meio de namoro, e o casamento se deu em junho de 2018, numa cerimônia luxuosa no Castelo Wardhill, em Aberdeenshire, na Escócia. Ver essa foto no Instagram So wonderful working with the beautiful Rose Leslie for the cover story of @make_magazineuk out now! A very special all woman team photographic shoot capturing Rose at this wonderful time as she prepares for motherhood for the first time! My team were: @billiescheepersphotography @liztaw doing beautiful hair and @justinejenkins wonderful makeup. Rose wears @stellamccartney. Huge thanks to @vrwpublicity for organising the shoot and to Hannah Rand for her interview. #roseleslie #makemagazine #rose #portraitphotography #portrait #interview #covershoot #cover #stellamccartney Uma publicação compartilhada por Ursula Lake (@ursula_lake) em 26 de Set, 2020 às 8:38 PDT
Trump indica para Suprema Corte juíza de seita comparada à Handmaid’s Tale
O presidente Donald Trump aproveitou a morte da juíza Ruth Bader Ginsburg na semana passada para indicar em sua vaga uma juíza que é seu oposto completo. Homenageada no documentário “RBG” (2018) e no filme “Suprema” (2018) por seu ativismo em prol dos direitos da mulher, Ginsburg se tornou um ícone pop admirado, mas pode ser substituída por Amy Coney Barrett, integrante da seita People of Praise (Povo de Louvor, em tradução literal), uma comunidade cristã de renovação carismática cujas crenças são comparadas por muitos à sociedade ultraconservadora da série “The Handmaid’s Tale”. A ligação da juíza com a seita foi revelada pelo jornal The New York Times de 2017 e nunca foi negada pelas partes. O People of Praise tem cerca de 1,7 mil membros em 22 cidades nos Estados Unidos, Canadá e Caribe, de acordo com seu site, e foi fundado em 1971 em South Bend, Indiana, também sede da Universidade de Notre Dame, administrada por católicos, que teria fornecido seus primeiros integrantes. “Admiramos os primeiros cristãos que foram guiados pelo Espírito Santo para formar uma comunidade”, diz o site, remontando suas origens ao final dos anos 1960, quando os alunos e professores de Notre Dame experimentaram “uma renovação do entusiasmo e fervor cristão, juntamente com os dons carismático como falar em línguas e cura física”. Amy Coney Barrett também é professora da Universidade de Notre Dame. A People of Praise ganhou atenção quando uma ex-integrante, chamada Coral Anika Theill, denunciou o grupo como uma seita abusiva em que as mulheres são completamente obedientes aos homens e os pensadores independentes são humilhados, interrogados, envergonhados e rejeitados. Ela contou sua experiência num livro, “Bonsheà”, em que revelou que seu ex-marido, integrante do grupo, tentou censurá-la para impedir que a publicação dificultasse que Barrett fosse indicada. Theill também postou texto em seu em seu blog pessoal intitulado “Eu vivi o conto da aia”. “Muitas de nós sofremos da síndrome de Estocolmo e muitas das mulheres tomavam antidepressivos e tranquilizantes”, ela escreveu. “Mas se você fosse super submissa, talvez não fosse arrastada no meio da noite para um interrogatório”. Ela denunciou que, até recentemente, as mulheres com funções de liderança na organização eram chamadas de “handmaidens” (aias), mas a popularidade da série “The Handmaid’s Tale” fez com que a denominação fosse revista. “Reconhecendo que o significado deste termo mudou drasticamente em nossa cultura nos últimos anos, não usamos mais o termo serva”, disse o grupo em 2018, após o interesse crescente da mídia sobre seu funcionamento. Assim como em “The Handmaid’s Tale”, a People of Praise ensina uma visão de mundo patriarcal, em que os homens são os chefes de família, tomam todas as decisões e têm autoridade irrestrita sobre suas esposas. O grupo não pratica escravidão sexual como na série, mas as mulheres que seguem a religião não teriam direito a negar sexo para os maridos nem a controlar sua capacidade reprodutiva. Barrett tem cinco filhos biológicos, além de duas crianças adotadas no Haiti. Para ser confirmada na vaga de Ginsburg, ela precisa ser aprovada numa sabatina do Senado, que atualmente tem maioria de integrantes do Partido Republicano, a que pertence Trump. “Eu sei que você vai fazer nosso país muito orgulhoso”, disse o presidente dos EUA neste sábado (26/9), ao indicar o nome de Barret em cerimônia realizada em frente à Casa Branca. O objetivo de Trump com a indicação, apenas uma semana após a morte de Ruth Bader Ginsburg, é forçar a confirmação de sua escolha pelo Senado antes da eleição presidencial, prevista para o início de novembro. A questão é polêmica, porque o líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, bloqueou uma nomeação do presidente Barack Obama em situação semelhante, alegando que a vaga abriu em um ano eleitoral. Obama indicou Merrick Garland para preencher uma vaga após a morte de Antonin Scalia em fevereiro de 2016, mas McConnell se recusou até mesmo a dar uma audiência a seu indicado. Nos últimos dias, muitos senadores republicanos que impediram Obama de indicar Garland há oito meses da eleição passada, defendem a aprovação de Barrett, menos de dois meses do novo período eleitoral. Se o Senado comprovar que o problema era Obama indicar um juiz progressista e, sem medo de passar recibo de hipócrita, confirmar Barrett, o Supremo passará a contar com seis juízes conservadores entre seus nove magistrados e pode reverter várias conquistas jurídicas dos movimentos feministas e de minorias nos EUA. Barret também é vocalmente contra o atendimento público de saúde para a população do país, uma posição que possui evidente potencial trágico durante a pandemia de coronavírus. O WGA, Sindicato dos Roteiristas de Hollywood, engajou-se numa campanha para denunciar os planos do Partido Republicano e ajudar a eleger candidatos do Partido Democrata para impedir a reeleição dos conservadores e renovar o Congresso na próxima eleição.
Ator de Malhação campeão de jiu jitsu é indiciado por agressão à mulher
O ator Ricardo Vianna, revelado em “Malhação”, foi indiciado pela Polícia Civil do Rio pelo crime de lesão corporal contra sua companheira, Aline Kryktine. O registro de ocorrência foi feito no dia 9 deste mês, quando um inquérito foi instaurado para apurar as denúncias de agressão e injúria contra o ator. De acordo com a Deam (Delegacia de Atendimento à Mulher) de Jacarepaguá, bairro da zona oeste do Rio, o exame de corpo de delito confirmou as agressões. Em depoimento à polícia, Vianna admitiu ter batido em Aline e alegou que as agressões foram mútuas. O ator, visto também nas novelas da Globo “Tempo de Amar” e “Verão 90” e na série do Multishow “Tô de Graça”, também é lutador de jiu jitsu, tendo vencido três campeonatos brasileiros da modalidade. O caso seguiu esta semana para o Ministério Público do Rio. A pena para lesão corporal é de até três anos de detenção. Vianna e Aline têm uma filha de seis anos. O casal começou a namorar em 2013, terminou em 2016 e se reconciliou. Após a repercussão do caso, Ricardo Vianna desativou sua conta no Instagram.
Chadwick Boseman ganha mural na Disneylândia
A Disney prestou uma homenagem ao ator Chadwick Boseman, falecido em agosto passado, com um mural num centro de compras da Disneylândia na Califórnia. O departamento de design da companhia, Walt Disney Imagineering, postou a arte em seu perfil no Instagram. O desenho mostra Boseman fazendo a saudação de “Wakanda forever” para um fã mirim, que o imita com uma máscara do herói Pantera Negra. O artista responsável, Nikkolas Smith (que faz parte da equipe de “Space Jam: O Novo Legado”), também publicou imagens do mural em seu Instagram pessoal. Confira abaixo. O ator morreu no dia 28 de agosto após uma longa batalha contra um câncer de colón, que ele mantinha em segredo apesar de ter sido diagnosticado em 2016. No mesmo ano, ele fez sua estreia no Universo Marvel, no filme “Capitão América: Guerra Civil”. Diante do sucesso de “Pantera Negra” em 2018, Boseman fazia planos para iniciar a preparação para o segundo filme da franquia, mas após sua morte a Marvel ainda não se manifestou sobre a continuação, que voltaria a ser escrita e dirigida por Ryan Coogler. Ver essa foto no Instagram Earlier today, concept artist @Nikkolas_Smith was among the first to see his artwork, “King Chad,” displayed in #DowntownDisney. The art installation pays tribute to ‘Black Panther’ star Chadwick Boseman with the inscription: “As a former Disney Imagineer, I had the honor of working on a major children's hospital initiative and Avengers Campus as my final two assignments. Seeing Chadwick's heart for people in-person, and later discovering his courageous battle with cancer, I was inspired to create this tribute to honor his life and legacy. To us, he was and will always be T'Challa. Long Live The King.” Uma publicação compartilhada por Walt Disney Imagineering (@waltdisneyimagineering) em 24 de Set, 2020 às 10:39 PDT Ver essa foto no Instagram This one is special. My King Chad tribute is now on a wall on display at Downtown Disney. 🐾 It is a full circle moment for me: my final two projects as a Disney Imagineer last summer were working on the Children’s Hospital project and the Avengers Campus. To millions of kids, T'Challa was a legend larger than life, and there was no one more worthy to fill those shoes than Chadwick Boseman. I'm so thankful to be able to honor Chadwick's life and purpose in this way. I am grateful to the Disney family for being so supportive of my journey as an artist. @waltdisneyimagineering @disney @marvelstudios @disneyland 🐾✨ #LongLiveTheKing #KingChad #WakandaForever #Phambili #DowntownDisney #BlackPanther #ChadwickBoseman #RIPChadwick #WDI Uma publicação compartilhada por Nikkolas Smith (@nikkolas_smith) em 24 de Set, 2020 às 10:01 PDT
Senadores americanos não querem que Netflix produza nova série dos criadores de Game of Thrones
Cinco senadores do Partido Republicano dos Estados Unidos, o mesmo do presidente Trump, pediram à Netflix que reconsidere a decisão de transformar em série o best-seller sci-fi “O Problema Dos Três Corpos”. O motivo? O autor Liou Cixin é chinês e propaga a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. O projeto de adaptação de “O Problema Dos Três Corpos” está sendo sendo desenvolvido por David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série “Games of Thrones”, em parceria com o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e com produção da empresa de entretenimento Plan B, de Brad Pitt. Embora os senadores não tenham acusado este quarteto, afirmam que o autor chinês é comunista, apontando uma entrevista que ele concedeu à revista The New Yorker em junho. Ao ser questionado sobre o destino da minoria muçulmana uigur, alvo de detenções em massa em campos de concentração na China, Liu Cixin defendeu as autoridades chinesas. “Você preferiria que [os uigures] estivessem mutilando corpos em estações de trem e escolas em ataques terroristas?”, respondeu Liu. “De qualquer maneira, o governo está ajudando sua economia e tentando tirá-los da pobreza”, completou o escritor ao The New Yorker. Em seu recente lançamento “Mulan”, a Disney também agradeceu as autoridades chinesas da região em que as detenções em massa ocorreram – e onde a adaptação da fábula chinesa foi filmada. Os senadores não acusaram a Disney de defender o comunismo chinês, mas enviaram uma carta ao chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, denunciando Liu por “repetir como um mantra a perigosa propaganda” do Partido Comunista. Os políticos afirmam que a empresa americana está “proporcionando uma plataforma para Liu produzir este projeto”. “Pedimos à Netflix que reconsidere seriamente” a decisão, conclui o texto. “O Problema dos Três Corpos” é o primeiro livro de uma trilogia composta ainda por “A Floresta Sombria” e “O Fim da Morte”. Todos foram lançados no Brasil pela editora Suma. Ao anunciarem a adaptação, os criadores de “Game of Thrones” descreveram a obra de Liu Cixin como “a saga de ficção científica mais ambiciosa que já lemos, levando os leitores em uma jornada dos anos 1960 até o fim dos tempos, da vida em nosso ponto azul aos limites distantes do universo”. “Esperamos passar os próximos anos de nossas vidas trazendo isso à vida para o público em todo o mundo”, acrescentaram Benioff e Weiss. Os produtores e a Netflix não comentaram a politização da série pelos congressistas, cujo tom ressuscita a antiga Caça às Bruxas realizada por políticos americanos entre o final dos anos 1940 e todos os anos 1950. Durante um período atualmente considerado vergonhoso da História americana, congressistas atacaram Hollywood por fazer propaganda comunista e chegaram a ordenar a prisão de pessoas que se recusaram a denunciar colegas de profissão. A pressão política da extrema direita levou vários roteiristas a serem incluídos numa Lista Negra e proibidos de trabalhar na indústria cinematográfica. Esta perseguição só acabou em 1960, quando o ator e produtor Kirk Douglas desafiou os políticos e arriscou sua reputação ao contratar o “proibidão” Dalton Trumbo para assinar o roteiro de “Spartacus”. O filme não só se tornou um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema americano como venceu quatro Oscars.












