Netflix anuncia novo festival Tudum com apresentação de Maisa
A Netflix anunciou a segunda edição do Tudum, sua “Comic Con” brasileira, após o sucesso do evento de janeiro passado. A diferença é que, em vez de trazer artistas, como Lana Condor e Noah Centineo, casal de “Para Todos os Garotos que já Amei” que desembarcou em São Paulo para o evento original, a nova versão do Tudum será virtual, após sofrer uma mutação completa devido ao coronavírus. Dividida em partes, a programação inclui revista de papel, convenção virtual e um esboço de programa de entrevistas da Maisa. Já explicamos. Para começar, Tudum 2 (a missão) será um “almanaque”. Como o público da Netflix pode não saber o que é um almanaque, já que isso é da época de seus (bis)avós, trata-se de uma revista especial de entretenimento com muitas páginas. No caso da versão da plataforma, serão 100 páginas reunidas numa publicação impressa e digital, trazendo histórias, jogos e atividades interativas sobre as séries e filmes da Netflix. Com 100 mil exemplares impressos, o almanaque trará entrevistas, curiosidades e quizzes (também conhecidos, na época dos almanaques, como testes de conhecimentos) com os personagens das produções do serviço. Haverá, ainda, destaque para temas importantes ligados à representatividade e diversidade presentes nos conteúdos da Netflix, além de itens colecionáveis como adesivos, paper toys e pôsteres. Quem quiser receber a revista impressa em casa precisa se inscrever pelo site: tudumnetflix.com.br. As inscrições abrem nesta sexta (16/10) e são limitadas à quantidade de exemplares disponíveis. Mas o almanaque também poderá ser acessado em sua versão digital, a partir do dia 26 de outubro no mesmo site. Depois disso, começa a segunda parte da brincadeira. Entre os dias 3 e 5 de novembro, o Tudum inicia seu “festival digital”, que na verdade será uma variação do conceito de “convenção virtual”, com participação de convidados por videoconferência. A lista de artistas confirmados inclui Joel Courtney (“A Barraca do Beijo”), Ashley Park e Lucas Bravo (“Emily em Paris”), Ana Becerril e Yankel Stevan (“Control Z”), Bruna Mascarenhas, Jottapê e Christian Malheiros (“Sintonia”), Felipe Castanhari (“Mundo Mistério”) e o rapper Emicida (que terá um documentário exibido na plataforma). A diferença em relação aos eventos virtuais já realizados neste ano, como a Comic-Con Internacional, a Comic Con de Nova York e a DC Fandome, é que haverá uma única apresentadora para todas as atrações. Maisa Silva inicia sua nova relação com a Netflix mediando o Tudum e fazendo perguntas para os convidados, como se fosse seu “Programa da Maisa”. Para completar, os fãs ainda terão a oportunidade de participar diariamente de encontros individuais, cara a cara com seus ídolos — via inscrições (vai ter fila e tempo limite). A forma como isso vai funcionar será explicada ao vivo, durante o festival.
Indígena brasileira será nova Mulher-Maravilha da DC Comics
A DC Comics anunciou em seu site oficial várias mudanças no futuro dos principais heróis da editora, incluindo uma nova versão da Mulher-Maravilha, que passará a ser representada por Yara Flor, uma indígena brasileira de uma tribo da floresta amazônica. O anúncio da DC não revela muito sobre a nova personagem, apenas que ela é “escolhida” para ser a nova Mulher-Maravilha, e que viverá uma aventura ao lado do novo Superman — identidade assumida por Jon, filho de Clark Kent. Os novos personagens farão parte de uma saga prevista para 2021, que será passada no futuro do universo DC. A publicação tem o nome de “DC Future State” (o estado futuro da DC). “DC Future State” vai se passar muitos anos depois da morte de Bruce Wayne, assassinado pela maligna organização Magistrate, que agora controla Gotham City. Mas também incluirá um novo Batman. O time criativo responsável pela trama inclui John Ridley, roteirista que venceu o Oscar por “12 Anos de Escravidão”, e Meghan Fitzmartin, que escreve a série “Supernatural”, além de velhos favoritos dos fãs dos quadrinhos, como Brian Michael Bendis e Joëlle Jones. Veja abaixo uma imagem que reúne todos os novos personagens.
Olivia Torres vai processar autor de mensagens homofóbicas
A atriz Olivia Torres foi alvo de homofobia em seu Instagram. Ela relatou que sempre sofre preconceito, mas desta vez o agressor passou dos limites e ela vai processar o autor das mensagens homofóbicas, que enviou até uma foto obscena para suas mensagens privadas. “Gente, para vocês que acham que não existe violência lesbofobia no mundo, vou deixar um exemplinho que recebi agora mesmo. Mas, amores, estou bem, tá? Infelizmente, já me acostumei com esse tipo de DM (sigla para Mensagem Direta). Essa eu postei porque achei particularmente violenta e vou entrar com um processo contra ele, que continua me mandando mensagens”, disse, num vídeo em seu Stories. A estrela da Globo, que ficou conhecida por seus papéis em “Malhação” e na recém-reprisada “Totalmente Demais”, assumiu-se lésbica no começo do ano em um vídeo nas redes sociais e atualmente comanda um projeto de visibilidade lésbica no Instagram, o “Assiste Comigo”, em que exibe e comenta filmes em que o amor entre mulheres é retratado. Em entrevista ao jornal O Globo antes da pandemia, ela já tinha mencionado que, desde que tornou sua sexualidade pública, vem sofrendo preconceito constante. “O preconceito é violento para muita gente. Eu tenho a sorte de estar inserida numa bolha e em segurança, então, nunca sofri agressão física. Sofro com a discriminação, mas ainda não me senti em alto risco. Quando ele está perto, tento me proteger. Lesbofobia é um assunto sério e aparece até quando os homens hiperssexualizam nossos corpos e transformam em fetiche o relacionamento entre duas mulheres. Apesar de fazer questão de ser livre, eu me mantenho ligada porque é perigoso”.
Filhos de Sarah Michelle Gellar descobrem Buffy e viram fãs
A atriz Sarah Michelle Gellar contou que voltou a assistir “Buffy: A Caça-Vampiros”, para apresentar a série para seus filhos, e eles viraram fãs. Ela fez a revelação ao participar do programa de Kelly Clarkson nesta quarta-feira (14/10). “Eu nunca pensei em mostrar a eles”, disse a atriz de 43 anos, explicando que a ideia surgiu quando eles estavam “tentando encontrar programas para maratonar” e seus filhos perguntaram se eles poderiam assistir “Buffy”. A atriz tem dois filhos com o marido, o ator Freddy Prinze Jr. – os dois se conheceram nos bastidores de “Eu Sei o que Você Fez no Verão Passado”, em 1997. A mais velha, Charlotte, tem 11 anos, e o caçula, Rocky, 8 anos. “Eu nem sabia se eles gostariam disso, mas eles gostaram muito”, disse ela. Apesar de Gellar interpretar o personagem-título, ela admitiu que é a “maior decepção do mundo” para os filhos, porque não consegue se lembrar de muitas coisas da época da série. “Eles sempre fazem perguntas e eu fico tipo ‘Não me lembro. Vou ter que mandar uma mensagem de texto para alguém e perguntar'”, revelou. “Eles acham que sabem mais da série do que eu neste momento.” Assistir ao programa com as crianças também melhorou muito seu Ibope doméstico. “Meu filho finalmente acha que sou cool agora”, disse ela a Clarkson. Embora a série tenha terminado em 2003, “Buffy” continua adorada e citada até hoje em novas séries, como marco do entretenimento de fantasia na TV e pelo pioneirismo de usar monstros como metáfora para os rituais da adolescência. Veja a entrevista abaixo.
Conchata Ferrell (1943 – 2020)
A atriz Conchata Ferrell, que viveu a governanta Berta na série de sucesso “Two and a Half Men”, morreu na segunda (12/10), aos 77 anos, de complicações após uma parada cardíaca. Ela estava internada desde julho e morreu na companhia de toda a família no Hospital Sherman Oaks, na Califórnia. Ferrell começou a carreira em peças da trupe Circle Repertory Company, que fazia sensação no circuito off-off-Broadway no começo dos anos 1970. Por seu papel de Gertrude Blum na peça “The Sea Horse”, ela venceu três prêmios de prestígio: Drama Desk, Theatre World e Obie Awards, como Melhor Atriz. E chamou atenção do famoso produtor Norman Lear, que adaptou outra peça estrelada pela atriz, “Hot L Baltimore”, especialmente para lançá-la na TV em 1975. A atração durou só 13 episódios, mas lhe abriu as portas de Hollywood, levando-a ao oscarizado drama “Rede de Intrigas” (1976), enquanto participava de outras séries de Lear, como “Good Times” e “One Day at a Time”. Em 1979, ela estrelou “Heartland”, seu principal trabalho no cinema, vivendo uma mãe viúva que vai trabalhar como empregada doméstica num rancho isolado no começo do século 20. O filme do diretor Richard Pearce venceu o Urso de Ouro no Festival de Berlim. Ela também teve papel de destaque em dois filmes estrelados por Julia Roberts, a comédia romântica “Três Mulheres, Três Amores” (Mystic Pizza, 1988) e “Erin Brockovich” (2000), além de ter trabalhado em “Edward Mãos de Tesoura” (1990), “Amor à Queima Roupa” (1993), “Entre o Céu e a Terra” (1993), “Freeway – Sem Saída” (1996), “Meus Queridos Presidentes” (1996), “K-Pax: O Caminho da Luz” (2001), “A Herança de Mr. Deeds” (2002) e feito dezenas de participações especiais em séries clássicas. Entre os papéis televisivos mais longos, incluem-se aparições recorrentes em “As Aventuras de B.J.” (entre 1979 e 1981), “Plantão Médico”/”ER” (1984-1985) e “L.A. Law” (1988-1992). Pelo trabalho nesta última, foi indicada ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante. Claro, nenhum desses papéis teve a popularidade de seu desempenho como Berta, a governanta do folgado Charlie Sheen, do atrapalhado Jon Cryer e, posteriormente, do alheio Ashton Kutcher em “Two and a Half Men”. Ela apareceu em 212 episódios das 12 temporadas da atração, de 2003 a 2015, recebendo duas indicações ao Emmy (em 2005 e 2007) de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia. Após o fim da série, Ferrell estrelou dois filmes de Natal – incluindo o terrir “Krampus: O Terror do Natal” (2015) – e reencontrou Kutcher num papel recorrente em “O Rancho” (The Ranch), na Netflix. Além de atuar, ela também deu aulas de interpretação televisiva na UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles) por vários anos. “Ela era uma linda humana”, disse Jon Cryer, co-estrela de “Two and a Half Men”, no Twitter. “O exterior rude de Berta foi uma invenção dos roteiristas. O calor e a vulnerabilidade de Chatty eram seus verdadeiros pontos fortes. Estou chorando pela mulher de que vou sentir falta e pela alegria que ela trouxe a tantas pessoas”, completou, citando o apelido da atriz. Charlie Sheen acrescentou: “Um amor absoluto, uma profissional consumada, uma amiga genuína. Uma perda chocante e dolorosa. Berta, sua arrumação da casa era um pouco suspeita, mas sua arrumação de ‘pessoas’ era perfeita”.
Tirullipa é diagnosticado com covid-19 ao filmar nova comédia
O humorista Tirullipa foi diagnosticado com covid-19 ao se preparar para filmar sua nova comédia. A assessoria do artista confirmou o resultado positivo em comunicado divulgado nesta terça-feira (13/10). “Ontem (12), antes de iniciar as gravações do filme ‘Detetive Madeinusa’, em São Paulo, o exame exigido pelos protocolos de segurança foi repetido para a confirmação do resultado e as diárias suspensas”, explicou a assessoria. “Ele ficará as duas próximas semanas isolado em hotel na capital paulista”, completa o texto. O cronograma de gravação será retomado quando Tirullipa se recuperar e cumprir o isolamento social. Tirullipa também publicou um post nas redes sociais para tranquilizar os fãs sobre seu estado de saúde. “Passo bem e estou assintomático, graças a Deus”, declarou, em meio a piadas e apelos aos seguidores. “Depois de sete meses lutando para me livrar desse demônio, o fi do cabrunco me pegou, mas ele entrou no organismo errado, pois eu vou cag*r ele já já”, debochou o comediante, antes de mudar de tom para fazer um alerta. “Fica o aviso para todos, tomem Cuidado. Todo o cuidado é pouco, pois o infeliz do coronavírus NAO ACABOU gente. Ele ainda continua, sim, e está rondando entre nós, por isso cuidem-se, previnam-se! #usemascara”. O exame positivo aconteceu no primeiro dia previsto para a filmagem, portanto nenhuma cena foi rodada, adiando o reencontro cinematográfico entre Tirullipa e seu colega de “Os Parças”, Whindersson Nunes. O filme vai trazer Tirullipa como Madeinusa, um ex-político que vira detetive por acaso, e Whindersson Nunes como o lobista bilionário Neldson, o primeiro cliente do investigador. O roteiro foi produzido em grupo, por Leonardo Lanna, Martha Mendonça e Nelito Fernandes, do site Sensacionalista, e Vinicius Antunes e Daniel Belmonte, do programa “Zorra”. Para completar, a direção é de Rodrigo Van Der Put, diretor dos comentados especiais de Natal do Porta dos Fundos. Ver essa foto no Instagram Depois de 7 meses lutando pra me livrar desse demônio o fi do cabrunco me pegou, mas ele entrou no organismo errado pois eu vou cagar ele já já👊🏼💩 fica o aviso pra todos, tomem Cuidado, todo Cuidado é pouco pois o infeliz do Corona vírus NÃO ACABOU gente ele ainda continua sim e está rondando entre nós, por isso cuidem se, previnam-se!#usemascara😷 Deus é contigo e comigo também🙏🏼❤️😷 passo bem e estou assintomático graças a Deus🙌🏼 #NãoMeCOVIDpraNada #14diasdemolho assista os historis que lá explicarei melhor! Uma publicação compartilhada por Everson Silva (@tirullipa) em 13 de Out, 2020 às 7:25 PDT
Atrizes da nova e da velha Charmed têm briga virtual
A atriz Sarah Jeffery, que vive Maggie Vera na nova versão de “Charmed”, chamou duas intérpretes da série original dos anos 1990 de “tristes e francamente patéticas” depois que elas debocharam do reboot nas redes sociais. As estrelas originais Holly Marie Combs e Rose McGowan detonaram a nova série num vídeo do Instagram no início deste mês. O assunto foi trazido à tona por Combs, ao comentar a observação de um seguidor de que o “Charmed” original tinha sido retirado da Netflix. Combs teorizou que “quando você procura [o programa no Netflix], eles querem que você encontre o novo ‘Charmed’ e não o velho”, o que levou McGowan a responder que o reboot “é uma droga”. “Eu não vi, não posso dizer isso. Nunca vi”, McGowan continuou, em meio a risadas, e foi completada por Combs: “Estou feliz que as pessoas tenham empregos. Mas ainda pode ser uma droga”. Na noite de segunda (12/10), Jeffery escreveu uma série de tuítes sobre esses comentários. “Sabe, eu vi isso antes e me abstive de dizer qualquer coisa. Eu pensei, melhor apenas deixá-las gritarem para o abismo. Mas quero dizer que acho triste e francamente patético ver mulheres adultas se comportando dessa maneira. Eu realmente espero que elas encontrem a felicidade em outro lugar e não no ato de rebaixar outras [mulheres de cor]. Eu ficaria com vergonha de me comportar dessa maneira. Paz e amor para todos vocês.” Em seguida, ela publicou um gif de “O Mágico de Oz”, no qual Glinda pergunta a Dorothy: “Você é uma bruxa boa ou uma bruxa má?” O descontentamento de Combs com o reboot de “Charmed” – renovado para sua 3ª temporada – ficou claro desde que o projeto foi anunciado. Em janeiro de 2018, a atriz tuitou que “’Charmed’ pertence às quatro [atrizes principais], à nossa vasta quantidade de escritores, equipes e, principalmente, aos fãs. Para sua informação, você não os enganará por possuir um título/marca. Então, tchau.” As outras atrizes originais, incluindo Shannen Doherty e Alyssa Milano, não foram tão radicais e até torceram pelas novas intérpretes. 1/2 You know, I saw this earlier and I refrained from saying anything. I thought, better to just let them shout into the abyss. But I do want to say, I find it sad and quite frankly pathetic to see grown women behaving this way. https://t.co/MuyZCZjbCp — Sarah Jeffery (@sarahjeffery) October 13, 2020 pic.twitter.com/OtWJ1HW96f — Sarah Jeffery (@sarahjeffery) October 13, 2020 Here’s the thing. Until you ask us to rewrite it like Brad Kern did weekly don’t even think of capitalizing on our hard work. Charmed belongs to the 4 of us, our vast amount of writers, crews and predominantly the fans. FYI you will not fool them by owning a title/stamp. So bye. — Holly Marie Combs Ryan (@H_Combs) January 26, 2018
Margaret Nolan (1943 – 2020)
A atriz Margaret Nolan, que ficou conhecida como mulher de ouro do filme “007 Contra Goldfinger”, morreu em 5 de outubro passado, aos 76 anos. Além de aparecer na abertura e no pôster de “Goldfinger”, ela também teve um papel no longa e se destacou em diversas comédias britânicas, participando até de um filme com os Beatles. Nolan começou sua carreira nas artes como modelo, adotando o pseudônimo de Vicky Kennedy no início dos anos 1960, mas retomou seu nome de nascimento assim que começou a atuar. Seu corpo cheio de curvas chamou atenção dos produtores do canal britânico ITV, que a lançaram em seu primeiro papel de garota sexy num episódio de 1963 da série clássica “O Santo” (The Saint), ao lado do futuro 007 Roger Moore. Ela chegou ao cinema no ano seguinte, em nada menos que cinco filmes. Nolan viveu uma candidata a miss na comédia “Um Corpo de Mulher”, teve uma cena em “Os Reis do Ié-Ié-Ié”, primeiro filme dos Beatles, juntou-se a outra banda de Liverpool, Gerry & The Pacemakers, em “Frenéticos do Ritmo”, e ainda apareceu em “Saturday Night Out”. Mas foi mesmo com “007 Contra Goldfinger” que atingiu status de ícone na Inglaterra. Embora tenha aparecido no filme como Dink, massageando James Bond (Sean Connery), seu desempenho mais lembrado acontece na famosa sequência de abertura, como a modelo pintada de ouro, que serve de tela para cenas da produção, projetadas sobre o corpo. O visual mod-psicodélico também foi evocado no pôster do filme, com Connery estampado sobre sua pele dourada. Esse trabalho lhe rendeu vários convites para voltar a ser modelo, inclusive uma sessão de fotos para a revista Playboy, mas ela não quis largar o cinema. Depois de filmar “Três Quartos em Manhattan” (1965) com o francês Marcel Carné, apareceu na sua primeira comédia besteirol da franquia “Carry On”, “Pra Frente, Vaqueiro” (1965), e encontrou seu nicho como comediante. Embora tenha aparecido no terror “O Caçador de Bruxas” (1968), com Vincent Price, ela transformou o papel de garota sexy numa bem-sucedida filmografia de humor, contracenando inclusive com os americanos Warren Beatty e Jerry Lewis, respectivamente em “A Deliciosa Viuvinha” (1966) e “Um Golpe das Arábias” (1968). Ao ser convidada para mais quatro filmes de “Carry On”, entre eles os sucessos “Manda Ver, Henry” (1971) e “Simplesmente Garotas” (1973), conseguiu manter sua popularidade até meados dos anos 1970. Nolan ainda atuou em diversos episódios de séries britânicas famosas, incluindo “Danger Man”, “Secret Agent”, “The Persuaders” e “Q”, e chegou a ser dirigida por Alfred Hitchcock em “Frenesi”, mas sua cena foi cortada na edição que chegou aos cinemas em 1972. Assim que as ofertas de trabalho diminuíram, no começo dos anos 1980, ela decidiu se reinventar. Mudou-se para a Espanha e passou a trabalhar com fotografia, realizando experiências visuais com fotomontagens. Suas obras foram aclamadas e exibidas em galerias de arte de Londres. Ela só voltou a atuar por insistência de um fã. O diretor Edgar Wright a escalou para um pequeno papel em seu próximo filme, “Last Night in Soho”, que ela completou antes de morrer. “Ela estava no meio de tudo que era cool nos anos 1960”, descreveu Wright em suas redes sociais, ao lamentar a morte da atriz. A atriz deixa dois filhos. Um deles, Oscar Deeks, deu sequência a duas paixões da mãe, virando diretor de fotografia de cinema. Não só isso: sua carreira começou como assistente de fotografia em “007 – Cassino Royale” (2006).
Vanessa Morgan revela gravidez na volta ao set de Riverdale
A atriz Vanessa Morgan revelou que voltou grávida às gravações de “Riverdale”. Ela está esperando seu primeiro filho, um menino, com seu ex, o jogador de beisebal do Chicago White Sox Michael Kopech. Ao retomar o trabalho na sexta-feira (9/10), ela compartilhou uma mensagem especial em seu Stories para todas as mães trabalhadoras. “Um alô para todas as mães grávidas que trabalham em empregos de tempo integral”, ela escreveu ao lado de uma selfie tirada em seu trailer. “Tudo o que sei é que criar um humano me deixa 10 vezes mais cansado no trabalho, então só queria dizer que cada uma de vocês é incrível e forte”, acrescentou, ao lado emojis de palmas e coraçõezinhos. A estrela também postou um pequeno vídeo mostrando sua barriga crescida, sob um moletom “confortável” onde se lê, em inglês, “amor ao primeiro chute”. Ela já tem seis meses de gravidez e deve ser liberada da produção em breve. Não está claro se a gravidez será incorporada à trama ou se os moletons largos se tornarão o novo traje oficial de sua personagem, Topaz, no começo da 5ª temporada. Atualmente sendo gravada no Canadá, a série só vai exibir novos episódios em 2021. No Brasil, “Riverdale” faz parte da programação do canal pago Warner.
Cauã Reymond e Mariana Goldfarb tiveram covid-19
O ator Cauã Reymond e a modelo Mariana Goldfarb foram diagnosticados com covid-19. A revelação foi feita pelo ator em entrevista à GloboNews no sábado (10/10). Ele disse que Mariana manifestou sintomas leves, como dor de cabeça e febre baixa, durante quatro dias. Mas sua reação foi pior. Raymond contou que acabou desenvolvendo uma “pequena pneumonia”. Os dois já estão recuperados. “Estou super bem, mas acabei ficando um tempo mais longo com sintomas”. Reymond contou que “já faz um tempo” que isso aconteceu. Desde então, os dois fizeram testes que confirmaram que não estão mais transmitindo o coronavírus. “A gente teve bastante sorte, passou muito bem”, disse. Ele contou que teve uma atitude positiva em relação à doença e não se deixou abater, porém afirmou entender que há pessoas que “estão com muito medo”. “Tenho bons hábitos, pratico esporte, bebo bastante água. Então não fiquei apreensivo. Fiquei realmente esperando passar, sabia que era um ciclo. Graças a Deus eu passei bem e foi isso”, disse.
Justiça condena maternidade por privilegiar Gagliasso e Ewbank
A maternidade onde Giovanna Ewbank deu à luz Zyan, seu filho com Bruno Gagliasso, foi condenada pela Justiça do Rio de Janeiro por danos morais. O motivo foi o tratamento privilegiado dado ao casal de atores. A maternidade abriu uma exceção para que eles levassem uma fotógrafa para registrar o parto, diferentemente de outras famílias que deram entrada na unidade no mesmo período. O nascimento do bebê se deu no início de julho, já durante a pandemia. Por protocolos de segurança em vigor na ocasião, outros casais não foram autorizados a ter acompanhantes, entre eles profissionais de fotografia, devido ao coronavírus. Apesar disso, Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso usaram as redes sociais, dois dias depois do nascimento do bebê, para mostrar fotos feitas na sala de parto. Outras mães logo se pronunciaram na internet cobrando isonomia da maternidade Perinatal. Mas não ficou nisso. Um casal abriu processo contra a maternidade no 6º Juizado Especial Cível, na Gávea, Zona Sul do Rio, e a sentença foi publicada na sexta passada (9/10) no site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Em sua decisão, a juíza Livia Mitropoulos Esteves Dias salientou que a autorização ao casal de atores criou “tratamento diferenciado a um casal em idêntica situação de todos os outros”, exclusivamente em razão de fama, “mormente em se tratando de período pandêmico, em que a preocupação do hospital deveria ser de obedecer a diretrizes governamentais para não causar risco à saúde coletiva (bem comum) e não com o retorno comercial de postagem em mídia social”. A juíza ainda se referiu à postura politicamente correta do casal, afirmando que “não basta o discurso ético e solidário, é preciso agir eticamente e solidariamente”: “Vislumbram-se os sentimentos de frustração, revolta e diminuição sofridos pelos autores, que não puderam registrar profissionalmente o momento mais importante de suas vidas, mas viram tal permissão a outro casal, exclusivamente em razão de fama e do retorno midiático conferido à própria demandada”. Foi determinada uma indenização no valor de R$ 40 mil para o casal reclamante, decisão que foi homologada pela juíza de Direito Flavia Santos Capanema de Souza. Veja abaixo o post com as fotos da polêmica. Ver essa foto no Instagram Bem vindo meu amorzinho! Que a nossa jornada seja linda…pq EU TE AMO MUITO!!!❤️ Uma publicação compartilhada por Giovanna Ewbank (@gioewbank) em 10 de Jul, 2020 às 9:11 PDT
Personagem clássico de Seinfeld escolhe Donald Trump como novo arqui-inimigo
A campanha do presidente Donald Trump para desacreditar a votação pelos correios na vindoura eleição presidencial dos EUA resultou no retorno de um personagem clássico da série “Seinfeld”. O ator Wayne Knight voltou a viver o malévolo carteiro Newman, rival de Jerry Seinfeld na série clássica dos anos 1990, num vídeo de um comitê ligada ao Partido Democrata, para assegurar ao público que a votação pelo correio é segura, mesmo que as assinaturas de revistas possam ter problemas com carteiros como Newman. O esquete em que o personagem escolhe Donald Trump como novo arqui-inimigo foi escrito por David Mandel, ex-roteirista e produtor de “Seinfeld”, que também comandou a série “Veep” (Vice), da HBO. Knight se recusou durante muitos anos a reviver seu icônico personagem, mas com Mandel a bordo e o tema eleitoral, disse ter sentido que era seu dever repetir o papel para defender o sistema postal e seu serviço nos EUA. Veja o vídeo abaixo.
Dono da Blumhouse faz mashup de terror com O Chamado e vice-presidente dos EUA
O produtor Jason Blum, dono do estúdio Blumhouse, especializado em terror, realizou um mashup divertido, mas de clima apavorante, entre o clássico “O Chamado” e a participação de Mike Pence no debate entre os candidatos a vice-presidente dos EUA, transmitido na noite de quarta-feira pela TV americana. Com quase um minuto de duração, o vídeo mostra uma cena do terror de 2002 em que Rachel Keller (personagem de Naomi Watts) pega uma mosca na tela em que assiste o vídeo amaldiçoado de Samara (a Sadako americana). Na edição compartilhada por Blum, Keller está assistindo ao debate entre Pence e Kamala Harris, quando se depara com o fato bizarro que chamou a atenção de todos os telespectadores: uma mosca pousou na cabeça do vice-presidente e ficou lá por alguns minutos. Ela então estende a mão e tira a mosca da tela, assim como em “O Chamado”. O vídeo termina com a palavra “Vote”, sugerindo uma forma de evitar uma reprise do terror instaurado no país nos últimos anos. pic.twitter.com/G5zoevpH1m — Jason Blum (@jason_blum) October 9, 2020












