Nicette Bruno é intubada e filhos pedem orações
A atriz Nicette Bruno, que está internada com coronavírus no CTI da Clínica São José, no Rio de Janeiro, teve uma “ligeira piora” e precisou ser intubada. As notícias foram dadas nesta terça-feira (1/12) por seus filhos, os atores Beth Goulart e Paulo Goulart Filho, por meio de vídeos no Instagram. “Ontem ela teve uma ligeira piora, então foi necessário sedar e entubar. Mas eu tenho muita fé. Essa doença é assim mesmo. É uma luta e vamos vencê-la. Minha mãe está sedada, não está sentindo nada e vamos vencer essa luta”, disse Beth. Na postagem, os dois pedem que os fãs façam orações pela melhora de saúde da veterana atriz de 87 anos. “Peço para que continuem com os pensamentos e as orações de cura, para que ela receba essa energia boa e consiga se reestabelecer em breve”, disse Paulo, que ainda afirmou que Nicette “está estável e respondendo bem ao tratamento”. “Vamos orar todos os dias até ela estar recuperada, sorrindo, com sua energia de luz e de vida que sempre teve e vai continuar tendo”, ecoou Beth. Falando à colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, Beth disse que a mãe provavelmente contraiu o vírus durante uma reunião familiar. “Mamãe ficou muito protegida durante dez meses. Coloquei numa redoma. Mas as coisas acontecem quando a gente menos espera. Um parente foi visitá-la e não sabia que estava doente”, contou ela, que não contraiu a doença. “Mas meu irmão teve e meu filho e minha nora também pegaram”, acrescentou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Beth Goulart Oficial (@bethgoulartoficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Paulo Goulart Filho (@paulogoulartfilho)
Ellen Page anuncia ser homem transgênero chamado Elliot Page
Ellen Page, que estrela “The Umbrella Academy”, participou da franquia “X-Men” como Kitty Pryde e foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz por “Juno”, anunciou em seu Instagram que passou a se identificar como um homem transgênero. “Olá, amigos, eu queria compartilhar com vocês que sou trans, meus pronomes são ele/elu, e meu nome é Elliot”, Page escreveu. “Eu me sinto sortudo por poder escrever isso. Por estar aqui. Por ter chegado neste ponto da minha vida.” Agora chamado de Elliot Page, ele escreveu que sente “enorme gratidão pelas pessoas incríveis que apoiaram essa jornada”, e descreveu como “maravilhosa” a sensação de “se amar o bastante para finalmente ir atrás do seu eu verdadeiro”. “Eu me sinto infinitamente inspirado por tantos na comunidade trans. Obrigado por sua coragem, sua generosidade e por trabalhar incessantemente para fazer deste mundo um lugar mais inclusivo e compassivo. Eu sempre oferecei qualquer apoio que eu puder dar à comunidade, e continuarei lutando por uma sociedade mais amorosa e igualitária”, acrescentou. Casado com a dançarina Emma Portner, que trabalhava em shows de Justin Bieber, desde janeiro de 2018, ele ainda disse que conhece a realidade violenta de preconceito enfrentada pelas pessoas transgênero, e que tem “consciência dos privilégios que carrega” por sua cor e posição social. Não é de hoje que Page vem se dedicando a vários projetos de defesa dos direitos LGBTQIA+, tendo inclusive entrevistado o então candidato Jair Bolsonaro para um programa sobre a situação internacional desses direitos. No longo texto em que publicou na rede social, Page também abordou a transfobia. “Para os líderes políticos que lutam para criminalizar o atendimento de saúde às pessoas trans, negando o nosso direito de existir, e para todas as pessoas que continuam usando suas plataformas enormes para falar coisas hostis às pessoas trans: vocês têm sangue em suas mãos. Vocês incentivam uma onda de ódio vil e humilhante que cai sobre os ombros da comunidade trans, onde 40% dos adultos já tentaram suicídio. Chega! Vocês não estão sendo ‘cancelados’, estão machucando pessoas. Eu sou uma dessas pessoas, e nós não ficaremos calados diante desse tipo de ataque.” Para terminar, optou por uma mensagem de aceitação. “Eu amo ser trans. Eu amo ser queer. Quanto mais me aproximo do meu eu verdadeiro e o abraço, mais posso sonhar, mais meu coração cresce, e mais eu prospero. Para todas as pessoas trans que lidam com assédios, problemas de autoestima, abuso e ameaças de violência todos os dias: eu vejo vocês, eu amo vocês e farei de tudo para mudar o mundo para melhor.” O Instagram e o site IMDb já atualizoaram a denominação de Elliot Page nas págians do ator, mas ainda não se sabe como essa mudança vai afetar a participação do intérprete de Vanya Hargreeves na 3ª temporada de “The Umbrella Academy”, já confirmada pela Netflix. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @elliotpage
Abby Dalton (1932 – 2020)
A atriz Abby Dalton, que estrelou a série novelesca “Falcon Crest” nos anos 1980, morreu em 23 de novembro em Los Angeles após uma longa doença. Ela tinha 88 anos. Sua morte foi anunciada na segunda (30/11) por sua porta-voz Sue Procko. Nascida em Las Vegas, Dalton estreou no cinema em 1957, num filme do lendário cineasta e produtor Roger Corman, “Rock All Night”, como uma das frequentadoras de um bar beatnik mantidas como reféns de criminosos. Durante os anos seguintes, ela apareceu em vários outros filmes de Corman, incluindo “Mulher Sem Rumo” (1957), “Carnival Rock” (1957) e “Stakeout on Dope Street” (1958), além do cult de gangue feminina “Discípulas da Mal” (1958), de Paul Henreid. Ela acabou fazendo transição para a TV ao conseguir um papel importante na série de comédia naval “Hennesey”, em 1959, interpretando a namorada do protagonista, vivido por Jackie Cooper. O papel lhe rendeu uma indicação ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante em 1961. Quando o fim da série foi anunciado em 1962, ela foi escalada para viver a esposa de Joey Bishop na sitcom “The Joey Bishop Show”. Mas “Hennesey” ainda estava no ar quando a nova atração estreou, fazendo com que ela tivesse dois papéis simultâneos na TV americana. Sua segunda série acabou em 1965 e, depois disso, ela viveu a pistoleira Jane Calamidade no western “Respondendo à Bala” (1966) e passou muitos anos trabalhando como atriz convidada em outras atrações. Entre os muitos papéis de Dalton na TV incluem-se passagens por “Paladino do Oeste”, “O Homem do Rifle”, “Maverick”, “Couro Cru”, “Meus 3 Filhos”, “Nanny”, “O Jogo Perigoso do Amor”, “O Barco do Amor”, “Os Waltons” e “Os Novos Centuriões”. Conhecida por seu humor excêntrico, a atriz também se destacou em participações em diversos game shows dos anos 1970, incluindo “Hollywood Squares”, “Match Game” e “Super Password”, mas foi sua escalação em “Falcon Crest” que lhe deu sua maior exposição. Em 1981, ela conseguiu o papel de Julia Cumson, contracenando com Jane Wyman, no piloto da atração, e permaneceu no programa até a 5ª temporada, em 1986.
Criador de Vikings vai fazer série sobre a peste negra
O produtor-roteirista Michael Hirst, criador de “Vikings”, está desenvolvendo uma nova série para o History Channel, desta vez centrada na peste negra que devassou Londres no século 17. Intitulado “The Plague Year”, o projeto vai se passa em Londres em 1665, durante um dos piores surtos de peste bubônica de todos os tempos. A trama traçará o perfil de uma sociedade em turbulência. Enquanto muitos optam por abandonar a cidade, aqueles que permanecem (seja por escolha ou não) têm sua determinação testada durante a pior fase da epidemia. A atração será uma minissérie de curta duração, pois o History mudou sua abordagem e decidiu se afastar das séries longas. “Vikings”, que acaba no começo de 2021, é a última série longa do canal, após os cancelamentos do “Project Blue Book” e “Knightfall” em maio passado. Além de “The Plague Year”, o History também encomendou “The Donner Party” para Ric Burns, especialista em documentários, como a minissérie “The Civil War” (1990) e o telefilme “The Pilgrims” (2015). Sua estreia na ficção vai contar a história infame de uma caravana de carroças de pioneiros que ficou presa nas montanhas de Sierra Nevada, nos EUA, no inverno de 1846-47. Eles passaram fome e a produção vai relatar as dificuldades inimagináveis que trouxeram o melhor e o pior entre seus membros. “Estamos ansiosos para fazer uma nova parceria com o brilhante Michael Hirst e formar uma parceria com Ric Burns para fornecer conteúdo que irá entreter, iluminar e desenvolver a curiosidade de nossos espectadores sobre o passado. Nós temos buscado evoluir nosso modelo de negócios com séries de script, com uma mudança de foco para destacar nosso legado em grandes eventos de séries limitadas”, disse Eli Lehrer, vice-presidente executivo e gerente geral do History. “Nossa programação em desenvolvimento abraça nossas raízes com minisséries históricas premium, que ressoam entre nosso público e complementam nosso conteúdo de documentários de eventos centrados em grandes momentos de nossa história”, completou. As duas atrações ainda não têm previsão de estreia.
Homem tenta roubar capacete original de Darth Vader
O capacete original de Darth Vader, usado nas filmagens de “Guerra nas Estrelas”, o “Star Wars” original, de 1977, sofreu uma tentativa de roubo na última segunda-feira (22/11). Um homem invadiu a sede da produtora Bad Robot, em Santa Monica, na Califórnia, onde se encontrava o objeto. O detalhe é que ele foi capturado pelas câmeras de segurança da produtora do cineasta J.J. Abrams, que dirigiu dois dos mais recentes filmes da franquia, “Star Wars: O Despertar da Força” e “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Graças a isso, a polícia conseguiu identificá-lo e recuperar o fruto do roubo, que incluiu vários outros itens de colecionador de Abrams. Segundo disse a polícia ao TMZ, o criminoso tem 38 anos, chama-se Frank Hebert e foi gravado invadindo o prédio pelo telhado e saindo pela porta da frente com um carrinho de compras lotado de suvenires e objetos de cena da saga “Star Wars”. Ele não conseguiu ir muito longe, sendo capturado poucos minutos depois, em uma rua próxima ao prédio. O capacete e a máscara usada por Darth Vader em “O Império Contra-Ataca”, de 1980, foram recentemente vendidos em um leilão por US$ 900 mil. A notícia do roubo tornou-se pública na mesma semana da morte do ator David Prowse, que viveu Vader na trilogia original de “Star Wars”. Ele faleceu no sábado, aos 85 anos, após contrair covid-19.
David Prowse, intérprete de Darth Vader, morreu de covid-19
A filha de David Prowse, intérprete do icônico vilão Darth Vader, na saga “Star Wars”, revelou que o ator britânico morreu de complicações de covid-19. Prowse faleceu no último sábado (28/11), em Londres, no Reino Unido, aos 85 anos, mas a causa da morte não tinha sido noticiada na ocasião. Só mais tarde sua filha Rachel contou detalhes dos últimos dias do ator, em depoimento para o jornal britânico The Sun, revelando que ele morreu duas semanas após testar positivo para o coronavírus e ser internado em Londres. “É horrível que as restrições da covid-19 também tenham impedido a gente de se despedir dele”, afirmou Rachel na breve entrevista ao jornal. Ela também revelou que Prowse tinha diagnóstico de Alzheimer. Ainda assim, ressaltou que a enfermeira que cuidou de seu pai lhe disse o quanto ele era um “cara legal” e afirmou que ele “teria amado se ver viralizando no Twitter”.
Canais Fox vão virar Star em toda a América Latina
A mudança no nome dos canais Fox na América Latina era questão de tempo. A Disney já tinha alterado as denominações de outras empresas da antiga 21st Century Fox, limando o nome Fox após negociar a compra dos ativos do magnata Rupert Murdoch e outros acionistas da empresa de mídia – a 20th Century Fox virou 20th Century Studios, enquanto a Fox Searchligh se tornou Searchlight Studios, por exemplo. Agora surge informação de que os canais Fox vão virar Star. O novo nome vem de outra propriedade adquirida pela Disney na compra dos negócios da Fox, a rede Star India, uma espécie de Globo indiana, com atividades multimídias. A Disney quer aposentar o nome Fox, porque este nome continua a denominar uma rede de TV nos EUA. A Fox americana ainda é propriedade de Murdoch, assim como a Fox News e a Fox Sports. Vários sites latinos publicaram neste fim de semana que um memorando foi enviado à funcionários da Fox Latin American Channels sobre a mudança. O documento afirmaria que os canais pagos de nome Fox passarão a ser denominados Star, inclusive a Fox Premium, que passaria a ser chamada de Star Premium. O canal FX não deve ser afetado. A nova denominação seria oficializada em fevereiro de 2021. A denominação Star também deve batizar um pacote de streaming a ser oferecido em breve, opcionalmente, junto com a Disney+ (Disney Plus). Além do material que atualmente encontra-se disponível na Fox Play, a plataforma rebatizada também passaria a receber o acervo da Hulu, tornando-se na prática a Hulu latina. Com isso, a Disney teria uma alternativa de conteúdo adulto para oferecer a assinantes interessados, incluindo todo o material que não entrou na Disney+ (Disney Plus) por ser para maiores de 16 anos. Há três semanas, quando a Disney+ (Disney Plus) estava prestes a chegar ao Brasil, a chefe de Desenvolvimento de Negócios Estratégicos da Disney na América Latina, Juliana Oliveira, chegou a dizer, em entrevista remota, que “o Bob Chapek, nosso CEO mundial, já compartilhou que, enquanto nos Estados Unidos temos o Hulu, mundialmente nossa plataforma focada em entretenimento será o Star Plus. E, no futuro, a gente poderá compartilhar mais informações sobre esse lançamento”. Os detalhes envolvendo a marca Star serão revelados oficialmente no “Dia do Investidor da Disney”, um dos principais eventos do calendário anual da The Walt Disney Company, que está marcado para 10 de dezembro nos EUA.
Sean Connery morreu de pneumonia, problemas cardíacos e “velhice”
A causa oficial da morte de Sean Connery foi pneumonia, problemas cardíacos e “velhice”, segundo seu atestado de óbito. A lenda da atuação morreu em 31 de outubro em sua casa nas Bahamas, de 90 anos, de acordo com o atestado de óbito obtido pelo site TMZ. O documento também lista sua profissão como “ator aposentado”. O certificado diz que Connery cita “pneumonia, insuficiência respiratória, velhice [e] fibrilação atrial” como razões de sua morte. A última condição pode levar a coágulos sanguíneos, derrames e insuficiência cardíaca. A esposa de Connery por 45 anos, Micheline Roquebrune, também revelou, por ocasião de sua morte, que Connery travou uma longa batalha contra a demência e “foi em paz”. Primeiro intérprete do agente James Bond no cinema, ele viveu o espião em sete filmes e foi nomeado cavaleiro pela Rainha Elizabeth II em 2000. Seu último papel no cinema foi no filme “A Liga Extraordinária”, de 2003, mas ele ainda continuou aceitando trabalhos de dublagem após se dizer aposentado, como no game “James Bond 007: From Russia with Love” de 2005, baseado no filme “Moscou Contra 007”, que ele estrelou em 1963.
Nicette Bruno é internada com covid-19
Os atores Bárbara Bruno, Beth Goulart e Paulo Goulart Filho anunciaram neste domingo (29/11) que sua mãe, a veterana atriz Nicette Bruno, foi internada com diagnóstico de covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. A artista de 87 anos, vista mais recentemente na novela “Órfãos da Terra”, está num hospital, utilizando ventilação não invasiva e passa bem, de acordo com as informações passadas por Bárbara em suas redes sociais. “Estou aqui para dizer que, infelizmente, a covid bateu à nossa porta. Mamãe está com covid, está internada, mas está passando bem, está com uma ventilação não invasiva. Eu tenho certeza e confiança, que pela luz e pela força dela, Nicette Bruno, eu tenho certeza que ela vai vencer a covid”, disse ela em vídeo postado no Instagram. Bárbara ainda estendeu seu apoio a todas as vítimas da doença, que já matou mais de 170 mil pessoas no país. “Me solidarizo com todas as pessoas que estão passando por esse processo. Use máscara. Salva vidas”, finalizou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Beth Goulart Oficial (@bethgoulartoficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Barbara Bruno (@barbarabrunoatriz) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Paulo Goulart Filho (@paulogoulartfilho)
George Lucas diz que David Prowse fez Darth Vader “saltar das páginas” para o cinema
George Lucas divulgou um comunicado lamentando a morte de David Prowse, o homem por trás da máscara de Darth Vader. O inglês imponente, que interpretou Vader na trilogia original de “Star Wars”, faleceu na manhã de sábado (28/11) após uma curta doença. Ele tinha 85 anos. Embora James Earl Jones tenha dado ao personagem sua voz icônica, foi o ator-fisiculturista quem vestiu o lendário traje do vilão criado por Lucas nos três filmes em que simbolizou o lado negro da Força. “David trouxe uma fisicalidade para Darth Vader que era essencial para o personagem”, disse o diretor e roteirista. “Ele fez Vader saltar das páginas e ir para a tela grande, com uma estatura imponente e desempenho de movimento para combinar com a intensidade e forte presença de Vader.” “David estava pronto para tudo e contribuiu para o sucesso do que se tornaria uma figura memorável e trágica. Que ele descanse em paz”, completou Lucas. Mark Hamill também compartilhou sua tristeza pela morte do ícone de “Star Wars”, que interpretou seu pai nas telas. “É muito triste ouvir que David Prowse faleceu. Ele era um homem gentil e muito mais do que Darth Vader. Ator, marido, pai, membro da Ordem do Império Britânico, três vezes campeão britânico de levantamento de peso e ícone da segurança no trânsito com o super-herói Green Cross Code Man”, listou o ator. “Ele amava seus fãs tanto quanto era amado por ele”, finalizou.
David Prowse (1935 – 2020)
O ator e fisiculturista David Prowse, que interpretou o personagem Darth Vader na primeira trilogia de “Star Wars”, morreu no sábado (28/11) aos 85 anos, de causa não divulgada. Prowse se destacou como fisiculturista nos anos 1970 e foi seu porte físico imponente que levou o diretor George Lucas a escalá-lo para seu filme. Curiosamente, o cineasta tinha pensado nele para o papel de Chewbacca, mas logo mudou de ideia, levando-o a viver o grande vilão da franquia. Por ter um sotaque britânico muito forte, Prowse foi dublado pelo ator James Earl Jones no papel. Foi uma grande frustração para Prowse ter sua voz apagada no filme, porque seu papel mais famoso até então, Julian, em “Laranja Mecânica” (1971), praticamente não falava em cena. Ao longo da carreira, ele se especializou em viver monstros. Prowse estreou no cinema na comédia “Cassino Royale” (1967), uma paródia dos filmes de James Bond, em que viveu a criatura de Frankenstein, personagem que voltou a viver em “Frankenstein e o Monstro do Inferno” (1974). Ainda foi o Homem Forte em “O Circo dos Vampiros” (1972), um minotauro na série “Doctor Who”, um androide num arco de “Os Seres do Amanhã” (The Tomorrow People), um alienígena feito de nuvens num episódio de “Espaço: 1999” (Space: 1999) e um carrasco em “Criaturas que o Tempo Esqueceu”(1977). Mas também viveu um super-herói numa campanha de trânsito do Reino Unido, o Green Cross Code Man. Quando o primeiro “Star Wars”, então conhecido como “Guerra nas Estrelas”, chegou aos cinemas em 1977, muitos acreditavam que James Earl Jones era quem vivia o vilão, para aumentar a frustração de Prowse. Mas o sucesso da produção foi tamanha, que todos os detalhes de seus bastidores acabaram esmiuçados pelos fãs, dando enfim o reconhecimento que ele sempre buscou. Ele acabou se consagrando como o intérprete de Darth Vader, um dos vilões mais famosos da história do cinema. Prowse voltou a representar a encarnação do lado negro da Força em “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983). Mas continuou ligado ao personagem anos após a trilogia original. Pode-se dizer que ele continuou sendo Vader pelo resto de sua vida, participando de convenções e até mesmo de um filme de fãs, “Saving Star Wars” (2004). Mesmo assim, segundo rumores, teria rompido com a saga em 2010, quando se desentendeu com o diretor George Lucas. Mark Hamill, que deu vida a Luke Skywalker na primeira trilogia de Star Wars, prestou homenagens a Prowse com uma publicação no Twitter. “É muito triste ouvir que David Prowse faleceu. Ele era um homem gentil e muito mais do que Darth Vader. Ator, marido, pai, membro da Ordem do Império Britânico, três vezes campeão britânico de levantamento de peso e ícone da segurança no trânsito com o super-herói Green Cross Code Man”, listou o ator. “Ele amava seus fãs tanto quanto era amado por ele”, finalizou. Anthony Daniels, intérprete do robô C-3PO, também deixou sua mensagem no Twitter. “A figura icônica de David dominou o filme em 1977 e vem dominando desde então. E seguirá fazendo isso”, escreveu.
Petição para tirar Amber Heard de Aquaman já tem 1,5 milhão de assinaturas
Os fãs de Johnny Depp odeiam tanto Amber Heard que estão lotando de assinaturas uma petição para forçar a Warner a demiti-la da continuação de “Aquaman”. Quando mais reveses sofre o ator, mais eles consideram a atriz culpada por arruinar sua carreira, fazendo o abaixo-assinado crescer. Nos últimos dias, o documento atingiu 1,5 milhão de assinaturas no site Change.org. Na verdade, a petição é antiga, tem mais de um ano, e só ganhou impulso recentemente, em paralelo à derrota de Depp em seu processo contra o jornal The Sun, que o chamou de “espancador de esposa”, e seu consequente afastamento de “Animais Fantásticos 3” por essa descrição ter se tornada judicialmente apropriada. Entretanto, os argumentos da autora da petição afirmam o oposto. Para Jeanne Larson, que também se identifica como Jeanne Depp, Amber Heard é que “foi denunciada como abusadora doméstica por Johnny Depp”. Ela cita como prova um processo de US$ 50 milhões que Depp está movendo contra a ex-mulher, mas ignora o de US$ 100 milhões que ela lançou em resposta. Diz que “Amber Heard é um agressora doméstica conhecida e comprovada”, mas não fala o mesmo de Depp, que após perder seu processo tornou-se reconhecido na Justiça como tal. O texto peticionário também afirma que “desde o divórcio, ela tem sistematicamente lutado para arruinar Depp em Hollywood, repetindo vários relatos de incidentes falsos em que ela realmente abusou de Johnny Depp, mas mentiu que ele era o agressor”. O argumento derrotado de ator e seu advogado, derrotado na Justiça, foi todo baseado na definição de Amber como mentirosa. Não só isso. O próprio Depp tentou pressionar a Warner a demitir Heard de “Aquaman”. Durante o julgamento, a defesa do jornal The Sun revelou que o ator mandou uma mensagem para sua assistente em 4 de junho de 2016, depois que se separou, dizendo: “Quero que ela seja substituída no filme da WB [Warner Bros]”. Embora tenha dito que não foi responsável pela petição, que surgiu no final de 2019, o ator confirmou seus planos diante do tribunal. “Eu estava me sentindo bastante amargo. Eu disse que queria que ela fosse substituída na sequência de ‘Aquaman'”. Pouco depois dele ter dito isso sob juramento, a petição simplesmente dobrou o número de assinaturas.
Produtores de Galera do Barulho pedem desculpas a Selena Gomez por piada sobre sua saúde
A hashtag #RespectSelenaGomez explodiu no Twitter nesta semana, graças a uma piadinha do reboot da série “Galera do Barulho” (Saved By the Bell), lançada na quarta-feira (25/10) na plataforma americana de streaming Peacock – ainda não disponível no Brasil. O sexto episódio, de um total de 10 disponibilizados simultaneamente, mostra os alunos da Bayside High entediados e sem ter acesso à internet, após terem seus celulares roubados. Em uma cena, dois estudantes discutem sobre quem doou um rim para a cantora em 2017, após ela ter sido diagnosticada com lúpus anos antes, já que eles não podiam conferir a informação online para tirar suas dúvidas. Os fãs de Selena Gomez criticaram o programa nas redes sociais durante todo o sábado, fazendo com que “Respeite Selena Gomez” virasse tendência no Twitter. Diante da repercussão, a Peacock emitiu uma desculpa oficial pela referência do episódio e ainda anunciou uma doação para a instituição de caridade da cantora, dedicada a apoiar outros pacientes com lupus. “Pedimos desculpas. Nunca foi nossa intenção menosprezar a saúde de Selena. Entramos em contato com sua equipe e faremos uma doação para sua instituição de caridade, The Selena Gomez Fund for Lupus Research, na USC (Universidade da Califórnia do Sul)”, disseram a Peacock, o estúdio NBCUniversal e os produtores executivos da série, em um comunicado conjunto. Selena Gomez precisou fazer um transplante de rim em 2017, devido à sua batalha contra o lúpus, uma doença autoimune que ela já enfrentava há cinco anos. A cantora compartilhou a identidade de sua doadora, a atriz Francia Raisa (da série “Grown-Ish”), nas redes sociais e se abriu sobre a cirurgia que, segundo ela, salvou sua vida.












