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    Taissa Farmiga revela que se casou em segredo em agosto passado

    28 de novembro de 2020 /

    Taissa Farmiga, estrela do terror “A Freira” e da série “American Horror Story”, revelou na sexta (27/11) em seu Instagram que se casou secretamente com o produtor Hadley Klein (“O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor”)… em agosto passado! A atriz de 26 anos compartilhou uma foto em que aparece ao lado do noivo de 37 anos, posando ao lado de um bolo de casamento. Na foto, a atriz, que usava uma máscara branca em meio à pandemia do coronavírus, pode ser vista exibindo sua aliança de casamento enquanto Klein sorri para a câmera. “Me casei com meu melhor amigo”, ela legendou, acrescentando a data do matrimônio: “08.08.2020” Klein postou a mesma foto em sua conta do Instagram, escrevendo, “ainda me sinto grato este ano”. Amigos e familiares acessaram a seção de comentários do post de Farmiga para dar os parabéns, incluindo Billie Lourd e Leslie Grossman, que trabalham em “AHS” com Farmiga, além de AJ Michalka (“Os Goldbergs”), Rosa Salazar (“Alita: Anjo de Combate”), Karen Gillian (“Guardiões da Galáxia”) e até a conta oficial do universo de “Invocação do Mal”, entre muitos outros. Em agosto, Klein já tinha sugerido que ele e Farmiga tinham se casado, quando ele se referiu à atriz como sua “esposa” em um post no Instagram em homenagem ao aniversário dela. “Feliz, feliz aniversário para minha esposa superhotbutalsocool”, ele legendou.

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    Fernanda Montenegro agradece Glenn Close, mas daria o Oscar de 1999 para Cate Blanchett

    28 de novembro de 2020 /

    A atriz Fernanda Montenegro respondeu aos elogios de Glenn Close (“A Esposa”), que lamentou que a brasileira não tenha vencido o Oscar em 1999 por seu desempenho em “Central do Brasil” (1998). A estrela de 90 anos se mostrou humilde diante da declaração da artista norte-americana, dizendo que, na sua opinião, o prêmio deveria ter ficado com a australiana Cate Blanchett. “É uma avaliação dela. Eu teria dado o prêmio para a [Cate] Blanchett, porque ela fez dois papeis de Elizabeth naquele ano extraordinários. Não foi um filme, foram dois, de uma forma maravilhosa”, opinou em entrevista ao Conversa com Bial, que foi ao ar na Globo na noite de sexta-feira (27/11). “Não é que meu trabalho não seja respeitado. Não é isso, mas eu teria votado na Blanchett”, completou a atriz. Cate Blanchett concorria pelo filme “Elizabeth” (1998) e venceu o Globo de Ouro e o BAFTA (o Oscar britânico) pelo papel. Mas só fez um filme naquele ano. Ela, de fato, voltou ao papel de Elizabeth numa continuação, que entretanto só foi realizada em 2007, “Elizabeth: A Era de Ouro”, pela qual foi novamente indicada ao Oscar. Entre um e outro, a australiana venceu seu primeiro troféu da Academia, como Melhor Atriz Coadjuvante por “O Aviador” (2004). Seu Oscar de Melhor Atriz tardou, mas acabou vindo por “Blue Jasmine” (2013), de Woody Allen. Já em 1999, quem levou o troféu foi Gwyneth Paltrow por seu trabalho em “Shakespeare Apaixonado” (1998). Além de superar Fernanda Montenegro e Cate Blanchett, ela concorreu com Meryl Streep (por “Um Amor Verdadeiro”) e Emily Watson (“Hilary e Jackie”). Trata-se de uma das edições do Oscar mais controvertidas de todos os tempos, em que teria vencido a candidata mais fraca. Mas este nem foi o maior escândalo da premiação. Romance de época bem feito, mas sem importância alguma, “Shakespeare Apaixonado”, dirigido pelo inexpressivo John Madden, acabou levando o Oscar de Melhor Filme, superando, entre outros, a obra-prima de Steven Spielberg, “O Resgate do Soldado Ryan”, que não foi só o definitivamente o melhor filme de 1999, mas um dos melhores da década. A controvérsia voltou à tona nesta semana, quando Glenn Close afirmou, em uma entrevista a um programa da rede norte-americana ABC, que, na sua visão, não fez sentido Fernanda Montenegro não ter conquistado a estatueta há 21 anos. No papel mais lembrado de sua carreira, Fernanda deu vida a Dora, uma professora aposentada que trabalha como escritora de cartas para analfabetos na Estação Central do Brasil, no Rio de Janeiro. Ela acaba conhecendo uma mulher e seu filho, que fica sozinho após a mãe morrer atropelada por um ônibus. A personagem, então, toma como missão levar o garoto até seu pai. Na premiação de 1999, houve outro absurdo. “Central do Brasil”, dirigido por Walter Salles, perdeu o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira para o italiano “A Vida É Bela”, de Roberto Benigni.

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    Courtney Cox recria cena icônica de Friends para o Dia de Ação de Graças

    27 de novembro de 2020 /

    A atriz Courteney Cox, a eterna Monica Geller da série “Friends”, recriou uma das cenas mais icônico da série em seu Instagram, numa homenagem ao Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos, que é celebrado nesta sexta (27/11). Para introduzir a brincadeira, ela conta que não aguenta mais receber, todos os anos, inúmeros gifs da sua dança na série com um peru na cabeça. “Se receber mais algum gif com aquele peru na minha cabeça, dançando como uma idiota, vou enlouquecer”, disse a atriz, antes de recriar exatamente aquela cena. “Uma vez que sou um símbolo do Dia de Ação de Graças, aqui vamos nós. Espero que isto deixe vocês felizes”, conclui Cox, antes de aparecer dançando com um peru na cabeça, em sua casa. Para quem não lembra, a cena integra o melhor episódio de Dia de Ação de Graças da série, intitulado “The One With All the Thanksgivings”, que foi ao ar em novembro de 1998 nos EUA. No episódio, ela entrou de cabeça no peru para alegrar o namorado Chandler (Matthew Perry), que, depois disso, disse pela primeira vez que a amava. A publicação da atriz já foi visualizada mais de 3,5 milhões de vezes no Instagram da atriz. Várias pessoas agradeceram à atriz pela recriação e por levar os fãs a “viajar no tempo”. Veja o vídeo abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Courteney Cox (@courteneycoxofficial)

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    Joss Whedon abandona série da HBO após denúncias de abusos em Liga da Justiça

    26 de novembro de 2020 /

    A HBO anunciou nesta quarta-feira (25/11) que o cineasta Joss Whedon deixou o comando de “The Nevers”, série que ele criou e na qual trabalharia como showrunner, diretor e roteirista. Em um comunicado oficial, a emissora afirmou que seguirá com a produção do programa, que mantém sua previsão de estreia para 2021. Whedon também emitiu um comunicado, em que afirma que os acontecimentos sem precedentes de 2020 afetaram sua vida de “maneiras que jamais poderia ter imaginado e, embora desenvolver e produzir ‘The Nevers’ tenha sido uma experiência agradável, eu percebi que o nível de comprometimento necessário para continuar, combinado ao desafio físico de fazer essa série durante a pandemia é mais do que eu posso aguentar”. O diretor de “Os Vingadores” ainda se disse “genuinamente exausto” e afirmou que focará sua energia em sua vida pessoal, “que passará por mudanças animadoras”. “Estou profundamente orgulhoso do trabalho que fizemos. Agradeço meu elenco e meus colaboradores extraordinários, e a HBO pela oportunidade de moldar esse mundo estranho”, concluiu. Em desenvolvimento desde 2018, “The Nevers” é descrita como um drama épico de ficção científica sobre uma gangue de mulheres vitorianas com habilidades incomuns, que enfrentam inimigos implacáveis ​​numa missão que pode mudar o mundo. Os colaboradores de longa data de Whedon, Jane Espenson e Doug Petrie, que também estão escrevendo os episódios, devem assumir o comando da produção. Os dois trabalharam com Whedon na série clássica “Buffy: A Caça-Vampiros”. Já o elenco da produção é formado por Laura Donnely (“Tolkien”), Olivia Williams (“Counterpart”), James Norton (“Adoráveis Mulheres”), Tom Riley (“Da Vinci’s Demons”), Nick Frost (“Truth Seekers”), Ann Skelly (“Vikings”), Ben Chaplin (“Carta ao Rei”), Pip Torrens (“Preacher”), Zackary Momoh (“Doutor Sono”), Amy Manson (“The White Princess”), Rochelle Neil (“Das Boot”), Eleanor Tomlinson (“Poldark”), Denis O’Hare (“American Horror Story”) e Elizabeth Berrington (“Yesterday”). A saída de Whedon coincide com uma investigação interna da WarnerMedia, empresa proprietária da HBO, que averigua denúncias feitas por Ray Fisher, intérprete do Ciborgue no filme “Liga da Justiça”. Segundo o ator, o cineasta teria apresentado comportamento abusivo nos bastidores das refilmagens de “Liga da Justiça”, que ele completou após Zack Snyder pedir licença da produção para cuidar da família, em decorrência do suicídio de sua filha. Em julho, Fisher acusou Whedeon no Twitter de tratar atores e outros membros da equipe de “Liga da Justiça” de maneira “nojenta, abusiva, não profissional e inaceitável” durante as filmagens. Fisher mantém comportamento litigioso desde que fez a denúncia, envolvendo também outros figurões da Warner, e voltou ao Twitter, logo após o recente anúncio, para afirmar que as mudanças de bastidores em “The Nevers” já são consequências da investigação, e que a “versão oficial” de cansaço seria uma forma encontrada pela Warner para não queimar o cineasta. Ou, na visão do ator, acobertar o comportamento do cineasta. “Não tenho intenção nenhuma de deixar Joss Whedon usar a velha tática hollywoodiana de ‘sair’, ‘deixar’ ou ‘se afastar’ para acobertar seu comportamento horrível. A investigação da WarnerMedia sobre ‘Liga da Justiça’ está a todo vapor há três semanas. Isso é sem dúvida um resultado disso”, escreveu o ator. I have no intention of allowing Joss Whedon to use the old Hollywood tactic of “exiting”, “stepping down”, or “walking away” to cover for his terrible behavior. WarnerMedia’s JL investigation has been in full swing for over 3 weeks now. This is undoubtedly a result of it. A>E https://t.co/DRj0MpDkfm — Ray Fisher (@ray8fisher) November 26, 2020

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    Jude Law diz que filmar Contágio o preparou para a pandemia de coronavírus

    26 de novembro de 2020 /

    Jude Law disse que a experiência de filmar “Contágio”, lançado em 2011, o preparou para a pandemia de coronavírus. Em uma entrevista gravada em vídeo para a revista GQ, o ator falou dos vários filmes de sua carreira, mas se deteve um pouco mais para abordar os bastidores da obra premonitória do diretor Stephen Soderbergh. “Quando 2020 começou e ouvimos sobre o que estava acontecendo inicialmente na China, e que rapidamente se tornou evidente em todo o mundo, soou o alarme”, disse ele. “Infelizmente, não fiquei muito surpreso.” Ele contou que conviveu com cientistas especialistas em vírus e pandemias durante as filmagens de “Contágio”, que trabalhavam com a produção na condição de consultores, e eles alertaram que uma pandemia semelhante a do filme estava chegando. “Havia absolutamente a sensação de que isso iria acontecer”, disse Law. “Os grandes cientistas que estavam conosco no set e que trabalharam com Scott [Z. Burns], o roteirista, e [o diretor] Steven [Soderbergh] eram indivíduos muito especializados e experientes que sabiam o que esperar. E todos eles nos disseram que isso estava fadado a acontecer – não era um caso de ‘se acontecer’, mas sim de ‘quando acontecer’.” Ele continuou: “A maneira como eles descreveram como aconteceria foi exatamente como aconteceu, e já na tela isso fazia sentido. Mas o mais assustador de tudo é que aprendemos isso num filme”. Em “Contágio”, Law interpretou um blogueiro que espalhava fake news e fingiu ficar doente para se curar milagrosamente com um remédio que ele passou a endossar, recebendo uma fortuna para divulgar uma cura que não existia. Qualquer semelhança com fatos acontecidos no Brasil é apenas mais uma das mais muitas previsões do filme que encontraram reflexos na realidade.

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    Daria Nicolodi (1950–2020)

    26 de novembro de 2020 /

    A atriz italiana Daria Nicolodi morreu nesta quinta (26/11) aos 70 anos. A informação foi confirmada pela sua filha, Asia Argento. A causa da morte não foi divulgada. “Descanse em paz, amada mãe”, escreveu Argento no Instagram junto com fotos dos dois. “Agora você pode voar livre com seu grande espírito e não terá que sofrer mais. Tentarei continuar por seus amados netos e especialmente por você que nunca iria querer me ver tão triste.” “Mesmo sem você, eu sinto falta do chão sob meus pés e sinto que perdi meu único verdadeiro ponto de referência. Estou perto de todos aqueles que a conheceram e a amaram. Sempre serei sua Ária, Daria.” Nicolodi nasceu em 1950, em Florença, na Itália e estreou no cinema aos 20 anos, no filme de guerra “A Vontade de um General” (1970). Seu começo de carreira foi marcado por clássicos como “Salomé” (1972), uma versão psicodélica da história bíblica, e a comédia “A Propriedade Não é Mais um Roubo” (1973), de Elio Petri. Em 1975, ela estrelou “Prelúdio Para Matar”, um dos melhores giallos do diretor Dario Argento. Os dois iniciaram um romance nos bastidores da produção e Asia Argento nasceu três meses depois de o filme chegar aos cinemas. A relação teve várias idas e vindas, que se refletiram no prazer quase sádico de Argento de matar a atriz de forma brutal em seus filmes. A parceria entre o casal se estendeu a mais seis filmes de terror: “Suspiria” (1977), “A Mansão do Inferno” (1980), “Tenebre” (1982), “Phenomena” (1985), “Terror na Ópera” (1987) e “O Retorno da Maldição: A Mãe das Lágrimas” (2007), onde contracenou com a filha. O gênero acabou marcando a carreira de Nicolodi, que também estrelou “Schock” (1977), último filme do mestre italiano do gênero Mario Bava, além de títulos como “Paganini Horror” (1989), de Luigi Cozzi, e “A Filha do Demônio” (1991), de Michele Soavi. Ela também foi dirigida pela filha em “Scarlet Diva” (2000), primeiro longa de Asia Argento como cineasta. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por asiaargento (@asiaargento)

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    Ator de Encontro de Casais processa Universal por racismo na divulgação do filme

    25 de novembro de 2020 /

    Um ator da comédia “Encontro de Casais” (2009) está processando o estúdio Universal por racismo durante a divulgação do filme. De acordo com o site The Hollywood Reporter, Faizon Love, que formou com Kali Hawk o único casal negro da trama, reclama ter sido apagado do pôster pelo marketing do estúdio e convencido a não reclamar, depois de promessas de executivos feitas na época, que nunca se materializaram. Segundo a publicação, em 2009, os jornais do Reino Unido notaram a mudança e isso reverberou online. Na época, um porta-voz da Universal disse que o pôster havia sido alterado para “simplificá-lo” e que o estúdio lamentava a ofensa causada e estava abandonando os planos de usar o pôster revisado daqui para frente. Em sua ação, Faizon Love afirma ter questionado a Universal Studios a respeito do tema e a empresa, tentando evitar problemas, prometeu “(i) a cessação imediata do cartaz racista internacional e (ii) recompensa imediata ao Sr. Love na forma de carreira lucrativa, com papéis no cinema”. A publicação ainda cita que Love recebeu um pedido de desculpas de executivos de alto escalão da Universal, como um telefonema de Adam Fogelson, que acabou de ser promovido de chefe de marketing a presidente do estúdio. Além disso, também houve um pronunciamento de Scott Stuber, um produtor do filme, que estava sob um contrato de produção de cinco anos com a Universal e que hoje é chefe da divisão de filmes originais da Netflix. Até mesmo o ator Vince Vaughn, protagonista do longa, supostamente ajudou a acalmar qualquer controvérsia com promessas. Apesar disso, nenhum deles cumpriram suas promessas. O processo revela que Vaughn fez ligações para Fogelson e se comprometeu em realizar um programa de TV com Love. “Vaughn aparentemente chegou a dizer ao Sr. Love que fazer um alarde sobre sua remoção do pôster não seria bom para sua carreira naquela época, uma declaração à qual Fogelson não se opôs.” O pôster, entretanto, não deixou de ser vinculado e ainda está em vários sites ao redor do mundo. No processo, conta que Love ficou “horrorizado” quando descobriu as diferenças entre o pôster nacional e o internacional do filme. “A Universal Studios não teve problemas em incluir atores negros no filme cômico”, afirma a denúncia. “Mas quando se tratou de divulgar o filme para o público internacional, a Universal Studios optou por separar os atores brancos e negros do filme… Em vez de desfrutar de visibilidade máxima com o lançamento do filme, o Sr. Love foi rebaixado ao proverbial ‘Homem Invisível’, como descrito por Ralph Ellison.” “Embora ‘Encontro de Casais’ tenha alcançado o 1º lugar no ranking de bilheteria no fim de semana de abertura e tenha tido um desempenho espetacular que arrecadou mais de US $ 171 milhões em todo o mundo, a Universal Studios colocou o Sr. Love no banco de trás da jornada apreciada por seus seis colegas brancos.” Os representantes de Love ainda citaram filmes produzidos e protagonizados por artistas negros, como “Policial em Apuros” (2014) e “Pantera Negra” (2018), para demonstrar que é possível atingir grandes sucessos cinematográficos com astros não brancos. O ator não está apenas alegando quebra de contrato e incentivo fraudulento sobre o que ele não obteve desde o lançamento do filme, como também alegando violações de direitos assegurados pela legislação da Califórnia, nos Estados Unidos. Compare abaixo o pôster nacional e o internacional da produção.

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    Fiorella Mattheis lança loja de roupas

    25 de novembro de 2020 /

    A atriz Fiorella Mattheis, que ficou conhecida como a personagem Tcheca, no humorístico “Vai que Cola”, do canal pago Multishow, está prestes a abrir sua primeira loja física de moda, com um nome que remete à personagem. Chamada de Gringa, a loja é localizada no Shopping Leblon, no Rio de Janeiro, e está em fase de arrumação final para a inauguração em 1 de dezembro. Ela, inclusive, postou algumas fotos do interior, ainda zerado, antes do trabalho de construção. Gringa começou como e-commerce, vendendo acessórios de moda na internet com uma proposta de curadoria e reciclagem sustentada de artigos de luxo – “o futuro da moda é consignar”, diz ela – , e se espalhou com alguns pop-ups físicos, até chegar ao ponto de se materializar – senão de carne e osso, com parede e teto. Além deste projeto, ela está aguardando a pandemia passar para estrear um programa sobre animais, que negocia com o GNT. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fiorella Mattheis (@fiorellamattheis)

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    Johnny Depp tem apelo negado contra sentença de “espancador de esposa”

    25 de novembro de 2020 /

    Johnny Depp teve negada sua tentativa de apelar de uma decisão judicial dos tribunais britânicos, no processo que deu razão ao jornal The Sun por chamá-lo de “espancador de esposa”. De acordo com o jornal The Times, o juiz responsável pela recusa alegou que não havia “uma perspectiva razoável de sucesso” na apelação. Agora, o ator deve pagar US$ 840,4 mil em custas judiciais ao The Sun por ter perdido sua ação por difamação contra o jornal. Depp processou o tabloide britânico por difamação devido a um texto de agosto de 2018 que, ao comentar sua participação no filme “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” descreveu o ator como “espancador de esposa”, devido a seu divórcio tumultuado com a atriz Amber Heard. No início deste mês de novembro, o juiz Andrew Nicol disse que o editor executivo do News Group Newspapers e do jornal The Sun, Dan Wootton, provou que a afirmação do tabloide era “substancialmente verdadeira”. Sua decisão concluiu: “Eu descobri que a grande maioria dos alegados ataques à Sra. Heard pelo Sr. Depp foram comprovados de acordo com o padrão civil”. O que mais pesou em sua decisão foi o testemunho de Heard e as fotos que apresentou. Ela disse que Depp se transformava em um alter ego ciumento, “o monstro”, depois de consumir drogas e álcool, e neste estado ameaçou matá-la com frequência. Ela detalhou surtos de violência extrema em que o ator a teria estrangulado, esmurrado, estapeado, chutado, lhe dado uma cabeçada e lhe atirado objetos. Nicol disse que aceitou 12 dos 14 relatos da atriz como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto eles estavam na Austrália. A equipe de Depp havia dito na época que apelaria da decisão. “A sentença é tão falha que seria ridículo para Depp não apelar desta decisão”, disse a defesa do ator em um comunicado. Durante o julgamento, que durou semanas, Depp admitiu ter problemas de vício em drogas e álcool, mas insistiu que as alegações do tabloide sobre seu comportamento violento em relação a Heard eram “completamente falsas”. Mesmo assim, ao ser confrontado com uma gravação em que admitia ter dado uma cabeçada na ex-esposa, confirmou que isso aconteceu, mas não da forma descrita. Os dois atores se conheceram no set do filme “Diário de um Jornalista Bêbado” (2011) e começaram a morar juntos em 2012, antes de se casarem em Los Angeles em fevereiro de 2015. Eles se separaram em 2016 e Heard doou tudo o que recebeu no acordo do divórcio a instituições beneficentes. Mas a separação não encerrou o caso, porque Depp não aceita qualquer insinuação de que tenha sido violento, apesar da atriz ter aparecido com olho roxo e sofrer uma crise de choro, sem conseguir depor, durante o processo de divórcio. O problema é que processar o jornal só piorou sua imagem e agora o ator é oficialmente um “espancador de esposa”, assim declarado por um tribunal do Reino Unido. Por conta disso, Depp virou um pesadelo de relações públicas, levando a Warner a pressioná-lo para que se demitisse do filme que estava fazendo, o terceiro longa da franquia “Animais Fantásticos”. Sem nenhum outro projeto cinematográfico alinhado, seu único trabalho previsto é a divulgação de seu último papel em “Minamata”, que ele completou no ano passado. Fora isso, seu próximo compromisso, no começo de 2021, será estrelar outro processo judicial, agora num tribunal no estado americano da Virgínia, onde o ator entrou com uma ação contra Amber Heard, querendo uma indenização de US$ 50 milhões por uma coluna no jornal Washington Post em que ela escreveu sobre violência doméstica – sem citar o ex-marido. Depois desta ação, tem ainda uma sequência, aberta pela atriz, que por sua vez decidiu processar Depp pela campanha difamatória que ele move contra ela, pedindo US$ 100 milhões de indenização.

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    Meghan Markle revela aborto espontâneo em relato dolorido

    25 de novembro de 2020 /

    Meghan Markle revelou que teve um aborto espontâneo em julho. Em artigo publicado pelo jornal The New York Times, ela descreveu a situação como “uma dor quase insuportável”. “Eu sabia, enquanto agarrava meu primeiro filho, que estava perdendo meu segundo filho”, contou a ex-atriz da série “Scandal” e duquesa de Sussex ao participar como colunista convidada do jornal americano. Ela acrescentou que viu “o coração do meu marido se partir enquanto ele tentava segurar os meus pedaços estilhaçados”. E que “a perda e a dor atormentaram cada um de nós em 2020”. A ex-atriz de 39 anos disse ter decidido compartilhar sua experiência para encorajar as pessoas a “se comprometerem a perguntar aos outros, ‘você está bem?'” durante o feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos. A duquesa e o marido, o príncipe Harry, mudaram-se para a Califórnia para viver longe dos holofotes da mídia, depois de deixarem de ser membros da realeza sênior em janeiro. O casal teve seu primeiro filho, Archie, em 6 de maio de 2019. A duquesa começa seu artigo descrevendo uma “cãibra aguda” que sentiu enquanto cuidava de seu filho Archie. “Me joguei no chão com ele em meus braços, cantarolando uma canção de ninar para nos manter calmos, a melodia alegre em forte contraste com a minha sensação de que algo não estava certo”, ela revelou. “Horas depois, estava deitada em uma cama de hospital, segurando a mão de meu marido. Senti a umidade de sua palma e beijei seus dedos, molhados por causa de nossas lágrimas. Olhando para as paredes brancas e frias, meus olhos vidrados, tentei imaginar como nos curaríamos. Perder um filho significa carregar uma dor quase insuportável, vivida por muitos, mas falada por poucos”, descreveu. “Na dor da nossa perda, meu marido e eu descobrimos que em um quarto com 100 mulheres, 10 a 20 delas sofreram aborto espontâneo. No entanto, apesar da impressionante semelhança dessa dor, a conversa continua sendo um tabu, cheia de vergonha (injustificada) e perpetuando um ciclo de luto solitário”, continuou. “Algumas têm corajosamente compartilhado suas histórias; elas abriram a porta, sabendo que quando uma pessoa fala a verdade, isso dá licença para todas nós fazermos o mesmo.” A duquesa também fez referência a uma entrevista para a TV na qual um jornalista lhe perguntou se ela estava bem durante sua viagem à África do Sul no ano passado. Ela disse que foi questionada durante um momento em que estava “tentando manter uma cara corajosa aos olhos do público”. “Respondi honestamente, sem saber que o que eu disse iria ressoar com tantas mães novas e mais velhas, e qualquer uma que, à sua maneira, sofreu silenciosamente”, disse ela. A duquesa é o segundo membro da Família Real a falar abertamente sobre um aborto espontâneo. Em 2018, a neta da Rainha Elizabeth 2ª, Zara Tindall, falou sobre sofrer dois abortos antes de ter seu segundo filho. Estima-se que uma em cada quatro gestações termina em aborto espontâneo, de acordo com a ONG Tommy’s. Mas segundo Sophie King, que atua na instituição, disse que falar sobre a perda do bebê durante a gravidez é “um verdadeiro tabu na sociedade”, então “mães como Meghan compartilhar suas histórias é um passo vital para quebrar o tabu e vergonha”. “O artigo de Meghan elogia a bravura dos pais que compartilham suas histórias, e aqueles que preferem sofrer em particular ainda podem encontrar conforto e conexão ao ler sobre as experiências dos outros”, disse ela ao jornal americano. “Sua honestidade e franqueza hoje enviam uma mensagem poderosa para qualquer pessoa que perde um bebê: pode ser extremamente solitário, mas você não está sozinha.”

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    Kambuzia Partovi (1956 – 2020)

    24 de novembro de 2020 /

    O cineasta Kambuzia Partovi, roteirista do único filme iraniano premiado com um Leão de Ouro no Festival de Veneza, morreu nesta terça (24/11) aos 65 anos de covid-19, anunciou o órgão de cinema do Irã. Chamado de um dos “cineastas mais influentes do cinema infantil iraniano”, ele morreu no hospital Dey de Teerã aos 64 anos, disse a fundação Farabi em uma mensagem de condolências em seu site. Nascido em Rasht, no norte do Irã, Partovi começou sua carreira como diretor na década de 1987 com o média-metragem “Eynak”, que foi seguido um ano depois por seu primeiro longa, “Mahi” (“O Peixe”), premiado com um troféu especial da UNICEF no Festival de Berlim. Ele rapidamente se tornou uma figura importante do cinema iraniano, mas não se limitou ao gênero infantil do começo da sua carreira. Ao todo, dirigiu 10 filmes, mas também se projetou como roteirista, ao trabalhar com vários cineastas iranianos de renome, como Abbas Kiarostami, Jafar Panahi e Majid Majidi. Uma de suas parcerias mais celebradas foi “Cortinas Fechadas” (2013), que ele codirigiu com Panahi. No filme premiado no Festival de Berlim, Partovi também atuou como protagonista, vivendo praticamente a si mesmo: um roteirista se esconde do mundo em uma casa de praia, tendo apenas seu cachorro clandestino (proibido de morar no local) como companhia. A tranquilidade é quebrada abruptamente pela chegada de uma jovem que se diz em fuga das autoridades. Ela se recusa a sair e faz muitas perguntas sobre a vida do escritor, despertando-lhe a paranoia. Além de filmes de arte, consagrados pela crítica, ele também escreveu o roteiro do filme épico “Muhammad”, de 2015, que foi o mais caro da história do cinema iraniano. Apesar de realizado com a chancela do governo islâmico do país, este filme biográfico, que retrata a infância do profeta Maomé, foi criticado como um “ato hostil” e uma “distorção do islã” pelo clérigo máximo da Arábia Saudita, rival regional do Irã. Seu roteiro de maior projeção também criou polêmica entre conservadores islâmicos, ao abordar as dificuldades enfrentadas pelas mulheres iranianas. Lançado em 2000, “O Círculo”, dirigido por Jafar Panahi, foi consagrado pela crítica mundial e se tornou o único filme iraniano a ganhar o Leão de Ouro de Melhor Filme no prestigioso festival de cinema de Veneza – além de mais cinco troféus, incluindo o Prêmio da Crítica. Seu último trabalho foi “Kamion”, que ele escreveu e dirigiu há dois anos, sobre uma mulher e seus filhos em fuga do Estado do Islã. O longa também lhe rendeu seu último prêmio, como Melhor Roteiro no Festival Fajr. Foi a quarta vez que seus roteiros ganharam reconhecimento no festival de Teerã, o que tornou Partovi o maior vencedor da categoria entre seus pares.

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    Glenn Close diz que foi injustiça Fernanda Montenegro não ganhar um Oscar

    24 de novembro de 2020 /

    A atriz Glenn Close disse nesta terça (24/11) que Fernanda Montenegro deveria ter vencido o Oscar de Melhor Atriz em 1999. O assunto surgiu numa entrevista para o tradicional programa “Good Morning America”, da emissora ABC News. Enquanto promovia seu novo filme, “Era uma Vez um Sonho” (Hillbilly Elegy), dirigido por Ron Howard, ela expressou a sua revolta com as injustiças do Oscar, lembrando a derrota de Fernanda Montenegro, quando foi indicada pelo filme “Central do Brasil”, de Walter Salles. “Eu me lembro do ano que em que a Gwyneth Paltrow ganhou daquela atriz incrível de ‘Central do Brasil’. Eu pensei: ‘O quê? Isso não faz sentido’”, comentou a estrela americana. Após a exibição da entrevista, o nome de Fernanda Montenegro foi parar entre os assuntos mais comentados do Twitter. Internautas celebraram o fato de a atriz americana se lembrar do episódio e concordaram com a sua revolta.

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    Zezé Polessa e Miguel Falabella pegam covid-19 em teatro

    24 de novembro de 2020 /

    Os atores Zezé Polessa e Miguel Falabella pegaram covid-19 ao participarem da peça “A Mentira”, durante o Festival Cortinas Abertas, no último dia 13, em São Paulo. Polessa contou que estava recolhida desde março, mas voltou à atividade justamente para a peça. Ela sentiu os primeiros sintomas pouco tempo depois das apresentações e atualmente faz quarentena em sua casa, no Rio. A atriz gravou um vídeo em seu Instagram, reproduzindo o apelo de uma médica do Hospital das Clínicas, que chama atenção para o fato de os hospitais terem voltado a lotar em São Paulo. Ela reforça o pedido para que as pessoas usem máscaras, mantenham distanciamento e evitem aglomerações, saindo o menos possível. Curiosamente, Zezé não fez menção ao fato de que contraiu o coronavírus. Já Falabella abordou o teste positivo em vídeo também publicado no Instagram. Ele disse que se recupera bem, no apartamento que mantem em São Paulo, e se descreveu “assintomático”. “Tive um leve mal-estar”, relatou. “Estou bem, em quarentena e esperando essa onda passar, ansioso pelo retorno da vida [normal] como todos”. A equipe da peça, bastante compacta, usou máscaras enquanto se preparava e fez testes rápidos antes das apresentações, comprovando que não estavam contaminados na ocasião. Ninguém viajou no mesmo avião, o que, segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, levou à conclusão de que contraíram o vírus no Teatro Santander, que tem capacidade para 800 pessoas e tinha metade disso na plateia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por miguelfalabellareal (@miguelfalabellareal) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zeze Polessa (@zezepolessa)

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