Disney encerra atividades de suas rádios nos EUA
Em meio à sua reestruturação para enfrentar a crise de coronavírus e a redefinição de seu foco de atuação, a Disney anunciou que vai encerrar seus canais de rádio nos EUA. A Radio Disney e a Radio Disney Country encerrarão suas operações no primeiro trimestre de 2021. A mudança está relacionada ao redirecionamento da marca, que deverá se concentrar mais em aumentar a produção de conteúdo infantil e familiar para os canais Disney de TV e streaming. A Rádio Disney foi lançada em 1996 como uma emissora FM tradicional, mas se expandiu ao longo dos anos para o satélite e outras plataformas. Em 2005, atingiu 97% dos Estados Unidos e desempenhou um papel fundamental em colocar estrelas da Disney como os Jonas Brothers, Miley Cyrus, Selena Gomez, Demi Lovato e muitos outros no mapa mais amplo da cultura pop. Artistas de grandes gravadoras como Taylor Swift, Justin Bieber, Britney Spears, N’Sync, One Direction e muitos outros se beneficiaram enormemente com a exposição da Rádio Disney, graças ao foco da emissora no público mais jovem. O fim das atividades afetará diretamente 36 funcionários de meio período e período integral, disse a empresa.
Tom Felton chora ao rever primeiro filme de Harry Potter
O ator Tom Felton, que viveu Draco Malfoy nos filmes de “Harry Potter”, não conseguiu parar de chorar ao rever o primeiro título da franquia, “Harry Potter e a Pedra Filosofal” (2001), durante uma live no Instagram. Ele convidou fãs para assistirem com ele o filme ao vivo, dizendo que comentaria algumas cenas. Só que foi a primeira vez em 20 anos que reviu o longa e não conseguiu segurar a emoção. “É maluco… Eu estou apenas chorando ao invés de comentar o filme para vocês”, disse o ator durante o vídeo. Felton tinha apenas 13 anos quando filmou o longa. O ator virou amigo para toda vida de seus colegas da saga e, durante a pandemia, tem feito vídeos com participação deles, incluindo Emma Watson, Rupert Grint e Daniel Radcliffe. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tom Felton (@t22felton) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tom Felton (@t22felton)
Warren Berlinger (1937 – 2020)
O veterano ator Warren Berlinger, que fez várias comédias desde a época de Elvis Presley, morreu na quarta-feira (2/12) num hospital de Valência, na Califórnia, aos 83 anos. Nascido no Brooklyn, Berlinger estreou ainda criança na Broadway, como parte do elenco da produção original de “Annie Get Your Gun”, de 1946, estrelada por Ethel Merman. Apaixonado pelo teatro, ele fez carreira em peças famosas, chegando a aparecer na versão cinematográfica de algumas delas. Sua estreia no cinema aconteceu justamente desta forma. Após atuar ao lado de sua futura esposa, Betty Lou Keim, na montagem da Broadway de “A Roomful of Roses”, os dois reprisaram seus papéis na adaptação da Fox, batizada de “Alma Rebelde”, que marcou seu debut nas telas em 1956. Ele também bisou outro papel marcante dos palcos no filme “Blue Jeans – O Que os Pais Desconhecem” (1959), uma história sobre adolescentes e aborto, que tinha lhe rendido o prêmio Theatre World em 1958. Sua carreira cinematográfica foi longa e repleta de comédias, incluindo “O Pior Calhambeque do Mundo” (1960), com Jack Lemmon, “Casa-te Comigo” (1961), com Pat Boone, “Uma Lourinha Adorável” (1965), com Patty Duke, “Minhas Três Noivas” (1966), com Elvis Presley, “Prometo… por Agora” (1976), com Elliot Gould, “Quem Não Corre, Voa” (1981), com Burt Reynolds, “O Mundo Segundo Garp” (1982), com Robin Williams, “Herói por Acidente” (1992), com Dustin Hoffman, e o famoso musical “The Wonders: O Sonho Não Acabou” (1996), com Tom Hanks. Entre as raras incursões dramáticas destacam-se o cultuado noir “Um Perigoso Adeus” (1973), dirigido pelo mestre Robert Altman, e uma adaptação do suspense mais célebre de Agatha Christie, “O Caso dos Dez Negrinhos” (1989). Berlinger ainda fez muitas participações em séries de televisão, mas poucos papéis fixos, como o irmão mais novo de Joey Bishop na sitcom “The Joey Bishop Show” (a partir de 1961) e um marujo da tripulação de “O Caso das Anáguas” (Operation Petticoat, 1978). Seu último trabalho foi uma aparição na 2ª temporada da série “Grace & Frankie”, disponibilizada em 2016 na Netflix. Ele foi casado com Keim de 1960 até a morte dela em janeiro de 2010, e eles tiveram quatro filhos, oito netos e um bisneto.
Hugh Keays-Byrne (1947 – 2020)
O ator Hugh Keays-Byrne, que viveu vilões famosos no primeiro e no último “Mad Max”, morreu pacificamente na manhã desta terça-feira (2/12), aos 73 anos, de acordo com seus representantes. Nascido em 1947 na Caxemira, Índia, Keays-Bryne deu início à carreira de ator na Austrália, onde, aos 20 anos, lançou-se em papéis na televisão local. Ele passou a trabalhar no cinema australiano em 1974, no filme “Stone” (1974), emblematicamente sobre gangues de motoqueiros, e se estabeleceu em filmes de ação com “Traficantes Audazes” (1975), “Marcado Para Morrer” (1976) e “Perigo em Alto-Mar” (1978). Mas foi mesmo sua aparição no primeiro “Mad Max” que o tornou conhecido em todo o mundo. Keays-Bryne interpretou Toecutter, o líder da gangue de motoqueiros do clássico de 1979 dirigido por George Miller. Teve um desempenho tão marcante que, 30 anos depois, Miller o convidou a retornar àquele universo como outro vilão: o decrépito Immortan Joe, de “Mad Max: Estrada da Fúria”. Na distopia de 2015, Immortan Joe liderava outra gangue de motoqueiros e motoristas malucos, que aterrorizavam a terra devastada da saga, controlando a água e escravizando mulheres para sua reprodução. Depois do primeiro “Mad Max”, o ator experimentou uma fase áurea na carreira, com participações no clássico “Onde Sonham as Formigas Verdes” (1984), do alemão Werner Herzog, da aventura “Burke e Wills” (1985), de Graeme Clifford, do drama “Kangaroo” (1986), de Tim Burstall, e da sci-fi “Juggers – Os Gladiadores do Futuro” (1989), de David Peoples. Mais recentemente, ele integrou o elenco da cultuada série sci-fi “Farscape” e do filme provocador “Beleza Adormecida” (2011), de Julia Leigh. “Mad Max: Estrada da Fúria” foi o último filme de sua carreira. Charlize Theron, que viveu Furiosa, líder da rebelião que destronou Immortan Joe no longa de George Miller, foi ao Twitter homenagear o ator. “É incrível você ter sido capaz de interpretar tão bem um senhor da guerra do mal, porque você era uma alma tão gentil e linda”, ela escreveu na rede social.
Hong Kong fecha cinemas pela terceira vez
Hong Kong fechou seus cinemas novamente, por um período de duas semanas, a partir desta terça (2/12). Isso ocorre em meio a novas restrições do governo local devido ao aumento crescente de infecções por covid-19. Esta é a terceira vez que o governo determina o fechamento dos cinemas na região devido à pandemia. As salas exibidoras de Hong Kong pararam de funcionar pela primeira vez no final de março e reabriram no início de maio, encerrando suas atividades novamente em julho para reabrir no final de agosto. Os filmes que tiveram um bom desempenho entre este abrir e fechar de salas incluem “Tenet”, de Christopher Nolan, a sequência sul-coreana “Invasão Zumbi 2: Península” e o recente sucesso japonês “Demon Slayer The Movie: Mugen Train”. Caso realmente voltem a funcionar em duas semanas, os cinemas de Hong Kong reabrirão com o lançamento de “Mulher-Maravilha 1984”. Em 2017, o mercado da região contribuiu com US$ 6,5 milhões para o faturamento mundial do primeiro “Mulher Maravilha”. Na segunda-feira (1/12), o governo local exortou o público a “ficar em casa o máximo possível, evitar sair a menos que seja necessário, jantar fora com menos frequência, reduzir todas as atividades que levem a tirar a máscara e interromper todas as atividades sociais desnecessárias, especialmente refeições em reuniões familiares”. Juntamente com os cinemas, Hong Kong fechou centros de jogos, locais de diversão, locais de entretenimento público (incluindo museus e parques temáticos), estabelecimentos de karaokê, instalações de mahjong-tin kau e piscinas. O governo também criou uma linha direta para que os residentes possam denunciar festas, incluindo a bordo de iates particulares.
Justiça condena novamente maternidade que privilegiou Gagliasso e Ewbank
A maternidade onde Giovanna Ewbank deu à luz Zyan, seu filho com Bruno Gagliasso, voltou a ser condenada pela Justiça do Rio de Janeiro por danos morais. Ela terá que indenizar um segundo casal por ter proibido que um fotógrafo registrasse o parto de seu filho durante a quarentena, ao mesmo tempo em que permitiu que Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank fossem acompanhados de um profissional. A sentença foi assinada no 8º Juizado Especial Cível do Rio de Janeiro e destacou o tratamento desigual aos pais e o “sentimento de frustração, revolta e diminuição” dos anônimos. O casal receberá R$ 41,8 mil. Há dois meses, a Clínica Perinatal já havia sofrido uma condenação no processo de outro casal, com a quantia similar estabelecida como indenização – R$ 40.000. No novo processo, segundo o blog Migalhas, especializado em notícias jurídicas, os documentos apresentados pelo advogado do novo casal também comprovaram que a maternidade admitiu ter aberto exceção a um casal famoso. Com isso, foi confirmado que houve tratamento diferenciado entre os casais que fizeram parto na maternidade. Por protocolos de segurança, nos primeiros meses de pandemia, a maternidade informava que casais não seriam autorizados a ter acompanhantes nem profissionais de fotografia na sala de parto, devido ao coronavírus. Porém, Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, dois dias depois do nascimento do bebê, em julho, usaram as redes sociais para mostrar os primeiros registros do filho. Outras mães logo se pronunciaram na internet cobrando isonomia da maternidade Perinatal. Veja abaixo o post com as fotos da polêmica. Ver essa foto no Instagram Bem vindo meu amorzinho! Que a nossa jornada seja linda…pq EU TE AMO MUITO!!!❤️ Uma publicação compartilhada por Giovanna Ewbank (@gioewbank) em 10 de Jul, 2020 às 9:11 PDT
Astros de O Hobbit pedem ajuda aos fãs para comprar casa de Tolkien
A casa do escritor JRR Tolkien está sendo colocada à venda e uma campanha de financiamento coletivo foi iniciada com a esperança de que os fãs de “O Senhor dos Anéis” e “Hobbit” apoiem uma iniciativa para comprar, restaurar e transformar a propriedade em um museu de Tolkien. Batizado de Projeto Northmoor, o grupo começou uma campanha de três meses na quarta-feira para arrecadar pelo menos US$ 5,3 milhões para comprar a casa em 20 Northmoor Road, nos arredores de Oxford, na Inglaterra. Foi lá que Tolkien viveu com sua esposa Edith e seus quatro filhos, de 1930 a 1947, quando escreveu “O Hobbit” e grande parte da trilogia de fantasia “O Senhor dos Anéis”. Apoiando a iniciativa estão inúmeras celebridades que ajudaram a criar um vídeo de apelo aos fãs, entre elas três astros dos filmes baseados nas obras de fantasia do escritor: Ian McKellen (Gandalf), John Rhys-Davies (Gimli) e Martin Freeman (Bilbo). Além dos três atores, a cantora Annie Lennox (que gravou “Into the West” para a saga “O Senhor dos Anéis”) e outros famosos, como Derek Jacobi (“Gladiador”), aparecem no vídeo promocional da campanha, que pretende arrecadar US$ 6 milhões (cerca de R$ 31 milhões) em doações para comprar a casa e transformá-la em um centro literário homenageando Tolkien, impedindo que ela seja reformada ou usada com outro propósito. “Se as pessoas ainda estiverem lendo daqui a mil anos, Tolkien vai ser lembrado como um dos maiores escritores da Grã-Bretanha, e ficará evidente que não assegurar a sobrevivência de um lugar como esse foi uma enorme ignorância da nossa parte”, disse John Rhys-Davies na campanha para salvar a casa do criador de “O Senhor dos Anéis”.
Variety diz que Oscar 2021 será presencial
“Não haverá Oscar ‘virtual'”, afirmou a revista Variety nesta terça (1/12), citando representantes (não nomeados) da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e da rede ABC, responsável pela transmissão de TV, que lhe garantiram que o evento de 2021 será presencial. A Academia postergou o evento em dois meses justamente para materializar uma cerimônia com a participação de todos os indicados. Geralmente realizado entre fevereiro e março, o próximo Oscar acontecerá no dia 25 de abril, devido à pandemia do coronavírus. Apesar do anúncio oficial da mudança de data, os organizadores não revelaram quais medidas de segurança será adotadas para o evento, que costuma lotar os 3,4 mil assentos do Teatro Dolby, em Los Angeles, onde tradicionalmente tem sido realizado. Além disso, a proposta de um Oscar presencial precisará levar em conta se os indicados se sentirão confortáveis para comparecer a uma plateia lotada, já que muitos integrantes da Academia são idosos e pertencem ao grupo de risco da covid-19. Entre os atores que podem disputar os prêmios, após performances elogiadas pela crítica, estão Anthony Hopkins, de 82 anos, Ellen Burstyn, 88, Sophia Loren, 86, Meryl Streep, 71, David Strathairn, 72, Yuh-Jung Youn, 73, e Gary Oldman, 62. Neste ano, o Emmy Awards aconteceu em formato híbrido. Parte da cerimônia foi presencial e os indicados receberam seus prêmios de casa, acompanhando o evento por meio de videoconferência. A transmissão neste formato foi considerada um grande sucesso.
Marieta Severo é diagnosticada com covid-19
A atriz Marieta Severo testou positivo para covid-19. Com 74 anos, ela faz parte do grupo de risco, mas está se tratando em casa, com sintomas leves, segundo informou sua assessoria de imprensa nesta terça-feira (1/12). A princípio, ela teve apenas sintomas leves, como mal estar, cansaço e um pouco de febre. “Ela está bem, sim. Teve sintomas leves, mal estar, cansaço e teve um pouco de febre no início. Mas está sozinha, quieta em casa, esperando os 14 dias para refazer os exames”, informou a assessora. No ar na reprise de “Laços de Família”, Marieta estava gravando “Um Lugar ao Sol”, próxima novela das 21h, e teve que se afastar do trabalho após o diagnóstico.
Nicette Bruno é intubada e filhos pedem orações
A atriz Nicette Bruno, que está internada com coronavírus no CTI da Clínica São José, no Rio de Janeiro, teve uma “ligeira piora” e precisou ser intubada. As notícias foram dadas nesta terça-feira (1/12) por seus filhos, os atores Beth Goulart e Paulo Goulart Filho, por meio de vídeos no Instagram. “Ontem ela teve uma ligeira piora, então foi necessário sedar e entubar. Mas eu tenho muita fé. Essa doença é assim mesmo. É uma luta e vamos vencê-la. Minha mãe está sedada, não está sentindo nada e vamos vencer essa luta”, disse Beth. Na postagem, os dois pedem que os fãs façam orações pela melhora de saúde da veterana atriz de 87 anos. “Peço para que continuem com os pensamentos e as orações de cura, para que ela receba essa energia boa e consiga se reestabelecer em breve”, disse Paulo, que ainda afirmou que Nicette “está estável e respondendo bem ao tratamento”. “Vamos orar todos os dias até ela estar recuperada, sorrindo, com sua energia de luz e de vida que sempre teve e vai continuar tendo”, ecoou Beth. Falando à colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, Beth disse que a mãe provavelmente contraiu o vírus durante uma reunião familiar. “Mamãe ficou muito protegida durante dez meses. Coloquei numa redoma. Mas as coisas acontecem quando a gente menos espera. Um parente foi visitá-la e não sabia que estava doente”, contou ela, que não contraiu a doença. “Mas meu irmão teve e meu filho e minha nora também pegaram”, acrescentou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Beth Goulart Oficial (@bethgoulartoficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Paulo Goulart Filho (@paulogoulartfilho)
Ellen Page anuncia ser homem transgênero chamado Elliot Page
Ellen Page, que estrela “The Umbrella Academy”, participou da franquia “X-Men” como Kitty Pryde e foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz por “Juno”, anunciou em seu Instagram que passou a se identificar como um homem transgênero. “Olá, amigos, eu queria compartilhar com vocês que sou trans, meus pronomes são ele/elu, e meu nome é Elliot”, Page escreveu. “Eu me sinto sortudo por poder escrever isso. Por estar aqui. Por ter chegado neste ponto da minha vida.” Agora chamado de Elliot Page, ele escreveu que sente “enorme gratidão pelas pessoas incríveis que apoiaram essa jornada”, e descreveu como “maravilhosa” a sensação de “se amar o bastante para finalmente ir atrás do seu eu verdadeiro”. “Eu me sinto infinitamente inspirado por tantos na comunidade trans. Obrigado por sua coragem, sua generosidade e por trabalhar incessantemente para fazer deste mundo um lugar mais inclusivo e compassivo. Eu sempre oferecei qualquer apoio que eu puder dar à comunidade, e continuarei lutando por uma sociedade mais amorosa e igualitária”, acrescentou. Casado com a dançarina Emma Portner, que trabalhava em shows de Justin Bieber, desde janeiro de 2018, ele ainda disse que conhece a realidade violenta de preconceito enfrentada pelas pessoas transgênero, e que tem “consciência dos privilégios que carrega” por sua cor e posição social. Não é de hoje que Page vem se dedicando a vários projetos de defesa dos direitos LGBTQIA+, tendo inclusive entrevistado o então candidato Jair Bolsonaro para um programa sobre a situação internacional desses direitos. No longo texto em que publicou na rede social, Page também abordou a transfobia. “Para os líderes políticos que lutam para criminalizar o atendimento de saúde às pessoas trans, negando o nosso direito de existir, e para todas as pessoas que continuam usando suas plataformas enormes para falar coisas hostis às pessoas trans: vocês têm sangue em suas mãos. Vocês incentivam uma onda de ódio vil e humilhante que cai sobre os ombros da comunidade trans, onde 40% dos adultos já tentaram suicídio. Chega! Vocês não estão sendo ‘cancelados’, estão machucando pessoas. Eu sou uma dessas pessoas, e nós não ficaremos calados diante desse tipo de ataque.” Para terminar, optou por uma mensagem de aceitação. “Eu amo ser trans. Eu amo ser queer. Quanto mais me aproximo do meu eu verdadeiro e o abraço, mais posso sonhar, mais meu coração cresce, e mais eu prospero. Para todas as pessoas trans que lidam com assédios, problemas de autoestima, abuso e ameaças de violência todos os dias: eu vejo vocês, eu amo vocês e farei de tudo para mudar o mundo para melhor.” O Instagram e o site IMDb já atualizoaram a denominação de Elliot Page nas págians do ator, mas ainda não se sabe como essa mudança vai afetar a participação do intérprete de Vanya Hargreeves na 3ª temporada de “The Umbrella Academy”, já confirmada pela Netflix. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @elliotpage
Abby Dalton (1932 – 2020)
A atriz Abby Dalton, que estrelou a série novelesca “Falcon Crest” nos anos 1980, morreu em 23 de novembro em Los Angeles após uma longa doença. Ela tinha 88 anos. Sua morte foi anunciada na segunda (30/11) por sua porta-voz Sue Procko. Nascida em Las Vegas, Dalton estreou no cinema em 1957, num filme do lendário cineasta e produtor Roger Corman, “Rock All Night”, como uma das frequentadoras de um bar beatnik mantidas como reféns de criminosos. Durante os anos seguintes, ela apareceu em vários outros filmes de Corman, incluindo “Mulher Sem Rumo” (1957), “Carnival Rock” (1957) e “Stakeout on Dope Street” (1958), além do cult de gangue feminina “Discípulas da Mal” (1958), de Paul Henreid. Ela acabou fazendo transição para a TV ao conseguir um papel importante na série de comédia naval “Hennesey”, em 1959, interpretando a namorada do protagonista, vivido por Jackie Cooper. O papel lhe rendeu uma indicação ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante em 1961. Quando o fim da série foi anunciado em 1962, ela foi escalada para viver a esposa de Joey Bishop na sitcom “The Joey Bishop Show”. Mas “Hennesey” ainda estava no ar quando a nova atração estreou, fazendo com que ela tivesse dois papéis simultâneos na TV americana. Sua segunda série acabou em 1965 e, depois disso, ela viveu a pistoleira Jane Calamidade no western “Respondendo à Bala” (1966) e passou muitos anos trabalhando como atriz convidada em outras atrações. Entre os muitos papéis de Dalton na TV incluem-se passagens por “Paladino do Oeste”, “O Homem do Rifle”, “Maverick”, “Couro Cru”, “Meus 3 Filhos”, “Nanny”, “O Jogo Perigoso do Amor”, “O Barco do Amor”, “Os Waltons” e “Os Novos Centuriões”. Conhecida por seu humor excêntrico, a atriz também se destacou em participações em diversos game shows dos anos 1970, incluindo “Hollywood Squares”, “Match Game” e “Super Password”, mas foi sua escalação em “Falcon Crest” que lhe deu sua maior exposição. Em 1981, ela conseguiu o papel de Julia Cumson, contracenando com Jane Wyman, no piloto da atração, e permaneceu no programa até a 5ª temporada, em 1986.
Criador de Vikings vai fazer série sobre a peste negra
O produtor-roteirista Michael Hirst, criador de “Vikings”, está desenvolvendo uma nova série para o History Channel, desta vez centrada na peste negra que devassou Londres no século 17. Intitulado “The Plague Year”, o projeto vai se passa em Londres em 1665, durante um dos piores surtos de peste bubônica de todos os tempos. A trama traçará o perfil de uma sociedade em turbulência. Enquanto muitos optam por abandonar a cidade, aqueles que permanecem (seja por escolha ou não) têm sua determinação testada durante a pior fase da epidemia. A atração será uma minissérie de curta duração, pois o History mudou sua abordagem e decidiu se afastar das séries longas. “Vikings”, que acaba no começo de 2021, é a última série longa do canal, após os cancelamentos do “Project Blue Book” e “Knightfall” em maio passado. Além de “The Plague Year”, o History também encomendou “The Donner Party” para Ric Burns, especialista em documentários, como a minissérie “The Civil War” (1990) e o telefilme “The Pilgrims” (2015). Sua estreia na ficção vai contar a história infame de uma caravana de carroças de pioneiros que ficou presa nas montanhas de Sierra Nevada, nos EUA, no inverno de 1846-47. Eles passaram fome e a produção vai relatar as dificuldades inimagináveis que trouxeram o melhor e o pior entre seus membros. “Estamos ansiosos para fazer uma nova parceria com o brilhante Michael Hirst e formar uma parceria com Ric Burns para fornecer conteúdo que irá entreter, iluminar e desenvolver a curiosidade de nossos espectadores sobre o passado. Nós temos buscado evoluir nosso modelo de negócios com séries de script, com uma mudança de foco para destacar nosso legado em grandes eventos de séries limitadas”, disse Eli Lehrer, vice-presidente executivo e gerente geral do History. “Nossa programação em desenvolvimento abraça nossas raízes com minisséries históricas premium, que ressoam entre nosso público e complementam nosso conteúdo de documentários de eventos centrados em grandes momentos de nossa história”, completou. As duas atrações ainda não têm previsão de estreia.












