PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

Etc

Nanda Costa muda nome artística por conselho da numerologia

Atriz acrescentou um segundo T ao sobrenome após orientação do mesmo numerólogo que aconselhou Carolina Dieckmmann

Leia mais
15 de setembro de 2026
Etc

Virginia processa Léo Dias e pede R$ 100 mil por danos morais

Influenciadora considera insuficiente a retratação por comentário sexual e pretende doar eventual indenização a entidade de apoio a mulheres

Leia mais
15 de setembro de 2026
Etc

Caetano Veloso vence processo de R$ 140 mil contra afiliada do SBT

TV Alterosa e dois apresentadores foram responsabilizados por acusações de pedofilia e estupro contra o cantor

Leia mais
14 de setembro de 2026
  • Etc,  Série

    Geoffrey Scott (1942 – 2021)

    2 de março de 2021 /

    O ator Geoffrey Scott, que estrelou a série “Dinastia” (Dynasty) nos anos 1980, morreu em decorrência do mal de Parkinson em 23 de fevereiro, um dia após seu aniversário de 79 anos. Scott nasceu em Los Angeles em 22 de fevereiro de 1942, filho de um empresário da empresa aérea Lockheed. Ele e seu irmão Don, que se tornou advogado da Universal, foram criados em San Fernando Valley, na mesma rua em que moravam John Wayne e Clark Gable, e muitas vezes eles pulavam na piscina de Gable sem serem convidados. Contratado pelo lendário agente de talentos Dick Clayton, que também representou nomes como Jane Fonda, James Dean e Burt Reynolds, ele se tornou ator e chamou atenção pela primeira vez na novela “Sombras Tenebrosas” (Dark Shadows), em 1970. Seu próximo papel de destaque só veio na minissérie “The Secret Empire” (1979), como um militar americano que liderava uma luta contra alienígenas no século 19. Depois, em 1981, substituiu Tom Selleck na série “Concrete Cowboys”, adaptação de um telefilme homônimo. A entrada em “Dinastia” aconteceu no início da 3ª temporada, em 1982, como o tenista profissional Mark Jennings, o primeiro marido de Krystle Carrington (Linda Evans). Seu personagem é levado a Denver pela conivente Alexis Colby (Joan Collins) depois que ela descobre que o divórcio de Krystle, realizado anos antes, não era legal. Após dois anos e 45 episódios, seu personagem acabava empurrado de um terraço para a morte, com Alexis emergindo como a principal suspeita. Ao sair de “Dinastia”, Scott foi reaparecer no mesmo ano (1984) como um zagueiro de futebol americano na 1ª temporada da série esportiva “1st & Ten”, da HBO, mas não continuou com a atração quando ela foi renovada. Ele ainda fez várias aparições em programas televisivos, participou do filme “A Manhã Seguinte” (1986), de Syndey Lumet, e descobriu que podia fazer uma fortuna como ator de comerciais, estrelando quase 100 produções publicitárias. Entre seus papéis mais conhecidos nesse segmento, incluem-se o homem de Marlboro, na famosa propaganda de cigarros, e até um marinheiro no primeiro anúncio do desodorante Old Spice. Sua última aparição nas telas foi em 2003, como o presidente dos EUA no filme “Hulk”, dirigido por Ang Lee. O ator decidiu se aposentar após 45 anos de carreira e se mudou para o Colorado com sua família para praticar esqui, sua grande paixão. Ele viveu na área de Boulder nos últimos 10 anos.

    Leia mais
  • Etc

    Ray Fisher volta a acusar produtores e presidente da Warner Bros. de racismo

    2 de março de 2021 /

    Ray Fisher, intérprete de Ciborgue em “Liga da Justiça”, voltou a acusar produtores e o presidente da Warner Bros. Pictures de racismo. Ele repetiu denúncias que já tinha feito em outubro sobre mudanças racialmente motivadas nas refilmagens daquele filme, sob comando do diretor Joss Whedon. E acusa especificamente Geoff Johns, roteirista de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984”, além de criador das séries “The Flash” e “Stargirl”, por ter ajudado a reescrever o filme com Joss Whedon para diminuir a importância dos personagens negros da trama. Alguns foram até eliminados na versão refeita por Whedon, que foi exibida nos cinemas em 2017. “Quando se trata de questões raciais, sempre tento dar o benefício da dúvida para quem pode não saber de seus privilégios. Mas quando executivos do estúdio (especialmente Geoff Johns) dizem ‘não podemos ter um homem negro raivoso no centro do filme’, e depois usam seu poder para tirar TODAS as pessoas negras do filme, eles não têm mais o benefício da dúvida”, escreveu Fisher. O ator ainda alertou para tentativas de colocar toda a culpa em Joss Whedon e no ex-presidente do estúdio, Kevin Tsujihara, teriam o objetivo de livrar os demais. Ray Fisher afirma que os executivos, incluindo o produtor Jon Berg e o presidente do estúdio, Toby Emmerich, sabiam que os diálogos dessa conversa, testemunhada por terceiros, eram “ofensivos, discriminatórios e inaceitáveis” — e supostamente por isso não havia pessoas negras presentes nas reuniões. “Eles escolhiam o caminho covarde do gaslighting — e com pedidos extremamente problemáticos, pedindo que eu ‘interpretasse o Ciborgue como o Corcunda de Notre Dame’ e exigindo que uma cena fosse regravada para destacar a existência do pênis do Ciborgue”, exemplificou. O ator finaliza recomendando o resgate da visão original do diretor Zack Snyder para o filme. “A ‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder prova, e se opõe, a essa discriminação”. Fisher tem atacado continuamente a Warner Bros. desde o verão norte-americano passado, alegando ter sido maltratado por Joss Whedon no set das refilmagens de “Liga da Justiça”, com apoio dos produtores do filme. Ele diz que teria sido ameaçado ao se queixar do diretor e coagido a abandonar algumas das acusações após o caso se tornar público. Whedon entrou na produção após Snyder filmar a maior parte de “Liga da Justiça”. O diretor original precisou se afastar do longa devido a uma tragédia pessoal e a Warner aproveitou para substitui-lo na pós-produção pelo responsável pelo blockbuster “Os Vingadores”. O substituto refez mais de 70% do filme. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, resultou numa catástrofe – fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou, tardiamente, as acusações de Fisher sobre os bastidores das refilmagens, que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da Warner. A WarnerMedia, empresa de entretenimento que inclui a Warner Bros. Pictures entre suas marcas, encomendou uma investigação independente para chegar ao fundo da questão. Ao mesmo tempo, Whedon se afastou (ou foi afastado) da produção de “The Nevers”, uma série que desenvolvia para a HBO. Mas Fisher não se deu por contente e também pediu a cabeça dos produtores do filme, do presidente da Warner Bros. Pictures e do presidente da DC Films, Walter Hamada, que só assumiu seu cargo após a estreia de “Liga da Justiça”. Segundo Fisher, Hamada teria tentado convencê-lo a não incluir Geoff Johns nas acusações, devido aos muitos projetos do produtor-roteirista na companhia. Em comunicado, a Warner e a responsável pela investigação, a ex-juíza federal Katherine B. Forrest, pronunciaram-se em defesa de Hamada. “Estou desapontada com as constantes declarações públicas que sugerem que Walter Hamada interferiu de alguma forma na investigação de ‘Liga da Justiça’. Ele não interferiu. Eu o entrevistei extensivamente em mais de uma ocasião e especificamente o entrevistei sobre sua interação muito limitada com o Sr. Fisher. Achei o Sr. Hamada confiável e acessível. Concluí que ele não fez nada que impedisse ou interferisse na investigação. Pelo contrário, as informações que forneceu foram úteis e ajudaram a avançar a investigação”, disse Forrest. Apesar da reprimenda pública, Fisher não pediu desculpas para a Hamada. Ao contrário, no novo “comunicado” sobre o caso, ele exigiu suas desculpas “aos participantes da investigação”. Please Read. A>E pic.twitter.com/C6PjkBLlDE — Ray Fisher (@ray8fisher) March 2, 2021

    Leia mais
  • Etc

    Carlos Alberto de Nóbrega tem alta: “Eu venci o covid-19”

    2 de março de 2021 /

    O humorista Carlos Alberto de Nóbrega, de 84 anos, recebeu alta do Hospital Sírio Libanês nesta terça (2/3), onde estava internado desde 20 de fevereiro em decorrência da covid-19. O próprio apresentador do “A Praça É Nossa” divulgou sua saída do centro médico nas redes sociais, em um post em que comemorou sua recuperação. Ao lado de uma foto em que aparece cercado por enfermeiros, segurando um desenho em que se lê “Eu venci o covid-19”, Nóbrega escreveu: “Nós vencemos. Vencemos porque vocês oraram muito por mim. Pelas centenas de mensagens de amigos, por ter uma equipe médica que cuidou de mim com muito amor, essa equipe de enfermagem que mais cuidou com muito amor”, agradecendo nominalmente os médicos, a esposa, os filhos e netos. A alta aconteceu quatro dias após a liberação de sua esposa, Renata Domingues, também internada com coronavírus. A contaminação ainda atingiu um dos filhos do apresentador, João Victor. O rapaz, que tem só 20 anos, fez seu tratamento em casa. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carlos Alberto De Nobrega (@calbertonobrega)

    Leia mais
  • Etc

    Meghan Markle vence tabloide britânico na Justiça

    2 de março de 2021 /

    Meghan Markle lembrou seus dias na série jurídica “Suits” ao processar e vencer o tabloide inglês Mail on Sunday (a versão dominical do The Mail). Em uma audiência realizada nesta terça-feira (2/3), um juiz recusou o pedido do jornal para apelar da decisão, que deu vitória à duquesa de Sussex, dizendo que não vê “nenhuma perspectiva real” de o Tribunal de Apelações chegar a uma conclusão diferente. Ao analisar o caso, o juiz Mark Warby determinou que o tabloide violou a privacidade de Meghan e infringiu seus direitos autorais ao publicar correspondência destinada a Thomas Markle, com quem a atriz se desentendeu na véspera de seu casamento com o príncipe Harry. Ele se decidiu favoravelmente à Markle sem realizar realizar audiência de conciliação, dizendo que os artigos foram uma violação clara de privacidade, apesar de o jornal argumentar que a duquesa pretendia tornar o conteúdo da carta público e que isso foi parte de uma estratégia midiática. Após a sentença, a equipe legal de Meghan pediu 5 milhão de libras de compensação e despesas legais, metade a ser paga dentro de 14 dias, soma que o jornal descreveu como “desproporcional”. Por conta disso, o juiz concordou em emitir uma ordem provisória de cobertura de custos de 450 mil libras, dizendo que o montante final “pode muito bem ser consideravelmente mais do que isso”, depois que outras questões pendentes forem resolvidas em audiências posteriores. O advogado da duquesa, Ian Mill, disse na audiência que aceitaria uma indenização nominal baseada no lucro que o Mail teve com seus artigos, dizendo que esta seria uma maneira “proporcional” de concluir o processo. Mas os advogados do jornal não querem pagar nada e vão tentar recorrer diretamente ao Tribunal de Apelações.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Jahmil French (1991 – 2021)

    2 de março de 2021 /

    O ator canadense Jahmil French, que ficou conhecido pela série teen “Degrassi: A Próxima Geração”, morreu na segunda-feira (1/3) aos 29 anos de idade. Vários colegas de elenco da atração prestaram homenagens nas redes sociais, sem esclarecer a causa da morte do ator. French interpretou Dave Turner em 149 episódios da fase mais popular de “Degrassi”, entre 2009 e 2013. A produção é um grande sucesso no Canadá, tendo se originado ainda nos anos 1970 e atravessado décadas com novas configurações. O spin-off conhecido como “A Próxima Geração” durou 14 temporadas e ajudou a lançar a carreira de astros como Nina Dobrev, Stephen Amell e Shay Mitchell, além do rapper Drake. Depois da saída da série, French entrou em várias produções que não decolaram, como “The Divide” (2014), “Remedy” (2015) e “Let’s Get Physical” (2018). Seu último trabalho foi em “Soundtrack”, série musical da Netflix lançada em 2019, que também durou apenas uma temporada. Ele também estrelou o filme “Boost”, de 2017, pelo qual recebeu uma indicação da Academia Canadense de Cinema e TV como Melhor Ator Coadjuvante.

    Leia mais
  • Etc

    Câmera dos Deputados quer prender Danilo Gentili

    2 de março de 2021 /

    A Câmara dos Deputados entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a prisão do apresentador Danilo Gentili por postagens nas redes sociais. No fim de fevereiro, Gentili sugeriu no Twitter que a população “entrasse” no Congresso “e socasse todo deputado” por causa da PEC de im(p)unidade parlamentar. A ação foi coordenada pelo deputado Luis Tibé, responsável pela procuradoria da Câmara, a partir de um pedido do deputado federal Celso Sabino. A tentativa é de equiparar a postagem de Gentili com a do deputado federal Daniel Silveira, preso após ameaçar ministros do STF. Tibé cita nominalmente Silveira para defender a ação movida em relação a Danilo Gentili. Ele diz que o processo não é contra a pessoa dele, mas a favor dos “mesmíssimos princípios de defesa da Democracia e da Constituição Federal consagrados pela unanimidade do Plenário do Supremo Tribunal Federal, no caso do deputado Daniel Silveira”. “Não podemos ter uma sociedade e uma Democracia com pesos e duas medidas. Se o Supremo Tribunal Federal, sabiamente, estabeleceu um limite para a livre manifestação do pensamento que é o respeito à integridade das instituições democráticas – princípio que a Câmara dos Deputados acolheu com margem de 364 votos – a Justiça brasileira não pode permitir que ninguém faça a incitação de ‘socar’ deputados”, concluiu o deputado, por meio de sua assessoria de imprensa. Originalmente, Gentili escreveu: “Eu só acreditaria que esse País tem jeito se a população entrasse agora na câmara e socasse todo deputado que está nesse momento discutindo PEC de imunidade parlamentar”. Mas ele se arrependeu, apagou o post e fez outra afirmação em seguida: “Eu fiz um tuíte que foi alvo de justas críticas por alguns deputados. Quem me segue sabe que sempre defendi as instituições. Aliás, minha briga com bolsonaristas foi justamente pelo fato de eu ser contrário aos pedidos criminosos de fechamento do STF e do Congresso”.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Ator de Homem-Formiga é cortado do terceiro filme após denúncias de 11 mulheres

    2 de março de 2021 /

    O ator e rapper T.I. foi cortado do elenco do terceiro filme do “Homem-Formiga”. Intérprete do personagem Dave, T.I. deixa a franquia após as denúncias de abuso sexual que vieram à tona nesta semana. T.I. e sua esposa, Tiny, foram acusados por um advogado, que representa 11 mulheres, por abuso sexual, ingestão forçada de narcóticos ilegais, sequestro, cárcere privado, intimidação, agressão e assédio. Os supostos eventos ocorreram entre 2005 e 2018. Em janeiro, Sabrina Peterson alegou que T.I. colocou uma arma em sua cabeça e, em seguida, compartilhou acusações de outras mulheres contra o casal. A iniciativa de Peterson teria “aberto a porta” para as vítimas e “deu-lhes coragem para se apresentar”, disse o advogado das mulheres que se apresentam como vítimas, Tyrone A. Blackburn, numa entrevista coletiva realizada na segunda-feira (1/3). O casal, cujos nomes reais são Clifford Joseph Harris Jr. e Tameka Dianne Harris, nega todas as acusações. Intitulado em inglês “Ant-Man and the Wasp: Quantumania”, o terceiro filme do “Homem-Formiga” está iniciando seu processo de filmagens sob direção de Peyton Reed, que comandou os dois primeiros longas.

    Leia mais
  • Etc

    CEO da Disney confirma: cinemas não voltarão ao que eram

    2 de março de 2021 /

    Menos de uma semana após a ViacomCBS anunciar que a janela cinematográfica de 90 dias tinha acabado, apresentando sua plataforma Paramount+ com a promessa de lançar seus filmes em streaming após 45 dias de exibição nos cinemas, a Disney confirmou que o circuito não voltará mesmo a ser o que era antes da pandemia. Em uma conferência de investimento virtual organizada pela empresa financeira Morgan Stanley, o CEO da Disney, Bob Chapek, apontou que a empresa também estuda diminuir o período de exclusividade dos cinemas, quando seus filmes voltarem a ser exibidos primeiro em tela grande. “O consumidor provavelmente está mais impaciente do que nunca”, disse ele sobre as mudanças no mercado durante a covid-19, “principalmente porque agora eles tiveram o luxo de passar um ano inteiro recebendo títulos em casa praticamente quando quiseram. Portanto, não tenho certeza se há um retorno”. Ele acrescentou que os espectadores não “terão muita tolerância para esperar por meses que um título saia dos cinemas”, enquanto “apenas fica lá, juntando poeira”, antes de migrar para o streaming ou outras janelas. Vale lembrar que o estúdio que começou a encolher a janela cinematográfica foi a Universal, ao lançar seus filmes em VOD (locação digital) após 17 dias (três fins de semana) em cartaz. Mas na ocasião, justificou a decisão com a necessidade de fazer caixa na pandemia, afirmando que se tratava de medida provisória. Os 45 dias anunciados pela Paramount na semana passada seriam permanentes. Chapek não mencionou um número específico de dias de exclusividade dos cinemas como o CEO da ViacomCBS, Robert Bakish. Mas quando a Disney, que controla cerca de metade do mercado e lançou os maiores sucessos de bilheteria dos últimos anos, aponta que pretende alterar o tempo em que os cinemas terão primazia, as mudanças se tornam inevitáveis. “Mas certamente não queremos fazer nada radical como cortar totalmente a exibição cinematográfica”, acrescentou o CEO da Disney, ponderando que a solução possa ser um caminho intermediário. Uma alternativa seria o que a Disney vem chamando de “Premier Access”: disponibilizar em streaming filmes que estreiam nos cinemas a um preço extremamente elevado, de modo a manter o circuito cinematográfico competitivo, mas também oferecer uma alternativa de conforto para quem quiser pagar mais para assistir aos títulos em casa. A animação “Raya e o Último Dragão” será lançado por esse método na próxima sexta (5/3), custando US$ 30 para assinantes do Disney+ nos EUA e R$ 69,90 no Brasil (mais a assinatura mensal do serviço!). Janela menor ou lançamento “premium” simultâneo em streaming, o fato é que o circuito cinematográfico será profundamente alterado ao final da pandemia.

    Leia mais
  • Etc

    Erica Watson (1973 – 2021)

    2 de março de 2021 /

    A atriz e comediante Erica Watson, que ficou famosa pela participação no filme “Preciosa”, morreu no último sábado (27/2), um dia depois de completar 48 anos, por complicações da covid-19. Ela havia se casado há apenas um mês na Jamaica, onde morava. Depois de estrear no cinema como a Sheila do filme “Preciosa”, em 2009, Erica atuou em “Chi-Raq” (2015), de Spike Lee, e fez duas aparições em “Empire”, série criada pelo diretor de “Preciosa”, Lee Daniels. Ela também fez diversas figurações em séries e, nos últimos anos, tornou-se uma convidada recorrente do talk show “Windy City Live”, exibido pela CBS de Chicago. A agente de Erica, April Williams, deu uma entrevista à emissora para homenagear a atriz, também conhecida como Miss Poundcakes, definindo-a como um “espírito vibrante”. “Erica era amada e adorada por tantas pessoas. Ela tinha um espírito vibrante e vivaz. Eu realmente espero e estou orando para que ela soubesse como era uma joia para Chicago e como estávamos orgulhosos dela”, afirmou.

    Leia mais
  • Etc

    Gal Gadot anuncia terceira gravidez

    1 de março de 2021 /

    A atriz Gal Gadot contou que está grávida do terceiro filho. Ela compartilhou a novidade nas redes sociais, escrevendo “Aí vamos nós de novo” ao lado de uma foto em que aparece com o marido, Jaron Varsano, e as filhas, Alma e Maya. Os três colocam as mãos em sua barriga. A intérprete de “Mulher-Maravilha” não deu detalhes sobre o período da gestação. Ela tem vários projetos agendados, que podem ser adiados devido à novidade. Entre outras coisas, a gravidez deve adiar indefinidamente os planos para um novo filme sobre “Cleopatra”, colocando a produção em segundo plano para a diretora Patty Jenkins, que agora deverá se concentrar em seu filme do universo “Star Wars”, “Rogue Squadron”. Gadot será vista a seguir no suspense “Morte no Nilo”, que é sequência de “Assassinato no Expresso do Oriente” (2017), e no filme de ação “Red Notice”, ao lado de Dwayne “The Rock” Johnson e Ryan Reynolds, ambos previstos para este ano, respectivamente nos cinemas e na Netflix. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gal Gadot (@gal_gadot)

    Leia mais
  • Etc

    Sony desiste de vender produtos no Brasil

    1 de março de 2021 /

    A empresa de eletrodomésticos Sony Brasil comunicou nesta segunda (1/3) que irá encerrar suas atividades no país no final de março. Com isso TVs, câmeras digitais e equipamentos de áudio da marca deixarão de ser comercializados no Brasil. A decisão é decorrência do fechamento da fábrica da empresa na Zona Franca de Manaus (AM), em setembro passado. Na ocasião, a Sony disse em nota que a decisão foi tomada “considerando o ambiente recente de mercado e a tendência esperada para os negócios”. A fábrica foi comprada pela marca brasileira Mondial em dezembro. Uma das empresas mais inovadoras da década de 1980, quando lançou o walkman, os floppy disks e o videocassete, a empresa japonesa acabou ficando para trás em relação às últimas tendências de mercado, perdendo a liderança das vendas de smart TVs para as sul-coreanas Samsung e LG. A companhia também foi na contramão ao vender seu pioneiro serviço de streaming, Crackle, em março de 2019 para uma editora de livros de autoajuda, meses antes da Disney lançar com estrondoso sucesso sua própria plataforma, Disney+, iniciando uma corrida dos estúdios de cinema por seus próprios streamings. Apesar de abandonar o mercado de eletrodomésticos no Brasil, as demais operações do grupo, que envolvem games, soluções profissionais, música e cinema, vão continuar normalmente. Hoje em dia, a Sony é basicamente o PlayStation. A saída da Sony acontece após cerca de meio século de relação com os consumidores brasileiros. O fato de acontecer pouco após as marcas Ford, Mercedes e Audi também desistirem do Brasil levou a uma politização do anúncio nas redes sociais, acompanhada por várias críticas ao governo de Jair Bolsonaro. COMUNICADO IMPORTANTE pic.twitter.com/PnUUkB7ueq — Sony Brasil (@sonybrasil) March 1, 2021

    Leia mais
  • Etc

    Comic-Con Internacional será virtual pelo segundo ano consecutivo

    1 de março de 2021 /

    A Comic-Con Internacional, de San Diego, anunciou que, pelo segundo ano consecutivo, realizará uma edição virtual de seu ano em 2021. Um evento virtual gratuito da Comic-Con@Home acontecerá de 23 a 25 de julho, replicando o formato do ano passado. Os organizadores, no entanto, avisaram que planejam um evento presencial especial em San Diego para novembro, a ser confirmado em uma data posterior. Eles também esperam voltar a realizar a Comic-Con presencialmente em julho de 2022. “Os últimos meses afetaram muito nossas famílias e amigos, e esperamos que esse esforço virtual seja um pequeno movimento em direção a nosso reencontro como uma comunidade para celebrar não apenas a arte popular, mas também a amizade, a educação e o espírito duradouro do fandom que tanto faz parte da Comic-Con”, disse a Comic-Con Internacional em comunicado. “Enquanto lamentamos o adiamento da Comic-Con presencial, nosso compromisso com esta comunidade de fãs e nossa celebração de quadrinhos e artes populares relacionadas perdura como uma parte importante de quem somos”, completa o anúncio. Concebida como um pequeno evento focado em quadrinhos em 1970, a Comic-Con de San Diego cresceu e foi copiada por dezenas de outras convenções ao redor do mundo, tornando seu nome sinônimo de grande evento da cultura geek. Estima-se que 135 mil pessoas compareceram ao Centro de Convenções de San Diego para a última Comic-Con presencial, em 2019. Veja abaixo a íntegra do comunicado, publicado no endereço oficial da Comic-Con no Instagram. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Comic-Con International (@comic_con)

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Taylor Swift se irrita com série “Ginny & Georgia” por piada com sua vida amorosa

    1 de março de 2021 /

    A nova série “Ginny & Georgia”, da Netflix, atraiu a ira de Taylor Swift e seus fãs durante o fim de semana. O motivo da repercussão foi uma frase do episódio final da 1ª temporada da série sobre a relação de uma mãe e filha, ao estilo de “Gilmore Girls”. A polêmica aconteceu num momento em que a mãe solteira Georgia (Brianne Howey) pergunta à sua filha Ginny (Antonia Gentry) sobre o status de um relacionamento recente, e a adolescente retruca: “O que te importa? Você passa por homens mais rápido do que a Taylor Swift”. Capturas de tela da cena passaram a alimentar protestos nas redes sociais e a frase “Respeitem Taylor Swift” chegou a aparecer entre os tópicos em alta no Twitter na noite de domingo (28/2). Finalmente, nesta segunda-feira (1/3), primeiro dia do Mês da História das Mulheres, comemoração anual americana que destaca realizações femininas ao longo de março, a própria Taylor Swift resolveu se manifestar, chamado a frase da série uma “piada preguiçosa e profundamente machista”. “Hey ‘Ginny e Georgia’, 2010 ligou e quer sua piada preguiçosa e profundamente machista de volta”, tuitou Swift. “Que tal pararmos de degradar mulheres trabalhadoras definindo esse tipo de besteira como engraçada. Além disso, Netflix depois do [documentário de Taylor Swift] “Miss Americana”, esse figurino não fica bonito em você. Feliz Mês da História das Mulheres, eu acho.” A referência ao documentário se deve à inclusão de críticas à vida amorosa da cantora na produção da Netflix. Entre outros momentos, “Miss Americana” inclui comentaristas falando sobre como ela estava “passando por caras como um trem”. Hey Ginny & Georgia, 2010 called and it wants its lazy, deeply sexist joke back. How about we stop degrading hard working women by defining this horse shit as FuNnY. Also, @netflix after Miss Americana this outfit doesn’t look cute on you 💔 Happy Women’s History Month I guess pic.twitter.com/2X0jEOXIWp — Taylor Swift (@taylorswift13) March 1, 2021

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie