Atriz de Xena enfrenta Hércules em briga política no Twitter
Fãs das antigas séries “Xena: A Princesa Guerreira” e “Hércules: A Lendária Jornada” viram um crossover inesperado nas redes sociais nesta semana, quando Lucy Lawless, a eterna Xena, e Kevin Sorbo, o Hércules, brigaram no Twitter por suas posições políticas opostas. Até então, os dois só tinham se enfrentado na ficção – Xena foi introduzida como antagonista de Hércules, antes de ganhar sua própria série em 1995. A discussão aconteceu após o episódio mais lamentável da história da democracia dos EUA, quando apoiadores extremistas de Donald Trump invadiram o Capitólio, sede do Congresso em Washington, e protagonizaram cenas de vandalismo para tentar impedir que Joe Biden fosse considerado vencedor da eleição à presidência dos EUA. Três pessoas foram mortas. Lucy Lawless foi uma das muitas pessoas que repudiou o ocorrido. Ela voltou a seus dias de Princesa Guerreira ao se deparar com as mensagens do ex-colega de elenco. “Os ANTIFA [grupos de oposição ao fascismo e a extrema-direita] lideraram o ataque ao edifício do Capitólio, vestidos como apoiadores de Trump”, escreveu Sorbo, defendendo os “patriotas” que apoiam Trump. Ele compartilhou uma publicação que traz uma imagem dos invasores, junto do seguinte questionamento: “Eles se parecem com apoiadores de Trump? Ou agitadores de esquerda disfarçados de apoiadores de Trump…”. “Eles não parecem patriotas para mim…”, apontou o ator sobre os integrantes da QAnon, na tentativa de passar o pano para Trump, que discursou para inflamar os ânimos da massa antes da invasão do Capitólio. Os posts conspiratórios foram confrontados por Lawless. “Não, querido. Eles não são patriotas. São macacos voadores, terroristas caseiros, atores da QAnon”, começou. “São idiotas que saem por aí seguindo as ordens de pessoas como você, que gostam de fomentá-los como brinquedos para que façam seu pior”, completou Lucy. Ela ainda incluiu duas hashtags ao final do comentário: “#KeepingYourFilthyHandsClean” (“Limpando as suas mãos sujas”, em tradução livre) e “#Enabler” (“facilitador”). Kevin não respondeu à crítica da amiga e seguiu compartilhando teorias de conspiração, associando a invasão a “agentes da esquerda”. Para quem não sabe, o QAnon mencionado é um grupo que acredita numa teoria ampla, difundida pelas redes sociais, que diz que Donald Trump trava uma guerra secreta contra pedófilos “adoradores de Satanás” do alto escalão do governo, do mundo empresarial e da imprensa. Os extremistas também acreditam que há esforços do “estado profundo” para eliminar o atual presidente, que o coronavírus faz parte da conspiração pedófila-satânica-comunista, que a mídia oficial só divulga fake news e que a verdade é apenas o que eles afirmam nas redes sociais. A descrição lembra algum brasileiro?
Johnny Depp acusa Amber Heard de mentir sobre doação de dinheiro do divórcio
O ator Johnny Depp resolveu acusar a ex-mulher Amber Heard de ter embolsado os US$ 7 milhões de seu acordo de separação, apesar de ter alardeado que doaria esse dinheiro destinado ao Hospital Infantil de Los Angeles e a uma ONG de Liberdades Civis. Heard declarou que não queria o dinheiro de Depp após sua separação explosiva em 2016 e, em vez disso, prometeu dividir o pagamento entre duas instituições de caridade. Mas os advogados do ator acreditam que o gesto altruísta foi uma “farsa” e passaram o ano passado tentando levantar com o Children’s Hospital de Los Angeles e a American Civil Liberties Union para descobrir quanto eles realmente receberam da atriz. Corroborando a versão de Depp, o jornal Daily Mail do Reino Unido publicou que Heard doou apenas US$ 541 mil dos US$ 7 milhões prometidos. A publicação ainda diz, sem fontes, que supostos diretores da instituição infantil ficaram tão preocupados que escreveram para Heard em junho de 2019 para perguntar se a promessa seria cumprida. A notícia veio à tona no momento em que Depp tenta conseguir um novo julgamento nos tribunais de Londres, após ser derrotado no processo que moveu por difamação contra o jornal The Sun por ser chamado de “espancador de esposa”. Na derrota judicial de Depp, o juiz Andrew Nichol chegou a citar a doação de Amber Heard como um gesto nobre: “A doação de US$ 7 milhões para a caridade dificilmente é o ato que se esperaria de uma aproveitadora”, disse ele. A advogado da atriz, Elaine Bredehoft, disse em comunicado que “Amber já foi responsável por doações para causas beneficentes e pretende continuar a contribuir e, eventualmente, cumprir sua promessa”. Ele acrescentou: “No entanto, Amber atrasou-se nessa meta porque o Sr. Depp entrou com um processo contra ela e, consequentemente, ela foi forçada a gastar milhões de dólares defendendo as falsas acusações do Sr. Depp contra ela.” Bredehoft também alega que os representantes legais de Depp estão propositalmente especulando sobre o status da doação de Heard para desviar o foco dos problemas legais em andamento do ator. Ela afirma: “O esforço do Sr. Depp para espalhar histórias na mídia criticando Amber por ainda não ter cumprido todas as doações que ela prometeu à caridade é mais uma tentativa desesperada de desviar a atenção das conclusões do Tribunal do Reino Unido relativas às alegações de Sr. Depp cometer abuso doméstico e violência.”
Michael Apted (1941 – 2021)
O diretor britânico Michael Apted, que dirigiu vários filmes famosos, inclusive uma aventura do agente secreto James Bond, e uma série documental ainda mais célebre, morreu nesta sexta (8/1) aos 79 anos. Em seu primeiro emprego depois de se formar na Universidade de Cambridge, Apted virou trainee na Granada Television em 1964 e foi encarregado de encontrar algumas crianças que seriam entrevistadas para um documentário de 40 minutos da ITV chamado “Seven Up!”. Paul Almond, o diretor do projeto, “estava mais interessado em fazer um belo filme sobre ter sete anos, enquanto eu queria fazer um trabalho desagradável sobre essas crianças que têm tudo e essas outras crianças que não têm nada”, disse Apted em uma entrevista de 2012 à RadioTimes. “Seven Up!” foi projetado para ser um documentário “único”, mas a Granada resolveu reencontrar as 14 crianças novamente em 1970, resultando no lançamento de “7 Plus Seven”, que marcou a estreia de Apted como produtor e diretor. O projeto virou uma série contínua – e sem igual – e ele dirigiu todas as edições subsequentes: “21 Up” (1977), “28 Up” (1984), “35 Up” (1991), “42 Up” (1998), “49 Up” (2005), “56 Up” ( 2012) e o derradeiro “63 Up” (2019). Logo depois de “7 Plus Seven”, Apted estreou no cinema, comandando o drama de crossdressing “Trágica Decisão” (1972). Em seguida, mostrou sua paixão pelo rock com o musical “Stardust” (1974), história de uma banda fictícia dos anos 1960 encabeçada pelo cantor britânico David Essex. Ele também fez vários documentários do gênero, como “Bring on the Night” (1985), sobre Sting, que lhe rendeu um prêmio Grammy (o Oscar da música), “The Long Way Home” (1989), sobre Boris Grebenshchikov (uma versão soviética de Bruce Springsteen), e um filme sobre a turnê “Forty Licks” dos Rolling Stones em 2002, que, graças ao veto de Mick Jagger, nunca foi lançado. Sua filmografia ainda destaca “O Destino Mudou sua Vida” (1980), biografia dramática da cantora Loretta Lynn, a garota pobre que virou Rainha do Country. O filme rendeu o Oscar de Melhor Atriz para sua intérprete, Sissy Spacek. Eclético, Apted também se arriscou em tramas de suspense, como “O Mistério de Agatha” (1979) e “Mistério no Parque Gorky” (1983). Suas comédias, com John Belushi (“Brincou com Fogo… Acabou Fisgado!”) e Richard Pryor (“Condição Crítica”) não tiveram o mesmo sucesso. Mas seu drama “Nas Montanhas dos Gorilas” (1988), história da cientista Dian Fossey (Sigourney Weaver) e sua paixão pelos gorilas africanos, foi indicado a cinco Oscars e se tornou um de seus filmes mais conhecidos. Seu projeto mais popular, no entanto, foi mesmo “007 – O Mundo Não é o Bastante” (1999), penúltimo filme de James Bond estrelado por Pierce Brosnan, que resgatou a carreira do diretor após quatro filmes de pouca repercussão. Entre seus últimos longas estão “Enigma” (2001), drama de guerra com Kate Winslet, “Jornada pela Liberdade” (2006), sobre a luta pelo fim da tráfico transatlântico de escravos, e “As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada” (2010), que encerrou a franquia no cinema. Ele ainda completou “Tudo Por Um Sonho” (2012), após a morte de Curtis Hanson durante as filmagens, e se dedicou a produzir e dirigir séries premium na parte final de sua carreira – como “Roma”, “Masters of Sex” e “Ray Donovan”. Além do trabalho como diretor, Apted também foi um membro ativo do sindicato da categoria. Ele serviu três mandatos como presidente do DGA (o Sindicato dos Diretores dos EUA), de 2003 a 2009 – o mais longo serviço presidencial consecutivo desde George Sidney na década de 1960 – e recebeu o prêmio Robert B. Aldrich da entidade em 2013, além de ter sido homenageado com o cargo de membro vitalício honorário cinco anos depois. “Sentimos tristeza em nossos corações hoje, enquanto lamentamos o desaparecimento deste amado diretor”, disse Thomas Schlamme, atual diretor do DGA, em comunicado. “Seu legado ficará para sempre gravado no mundo do cinema e em nossa associação”, acrescentou Schlamme, que chamou seu antecessor de um “visionário destemido” e elogiou sua “sabedoria” e “inteligência”.
John Richardson (1934 – 2021)
O ator britânico John Richardson, que contracenou com algumas das atrizes mais icônicas dos anos 1960 em produções clássicas, morreu na terça-feira (5/1) de complicações resultantes de infecção por covid-19, aos 86 anos. Richardson começou sua carreira com pequenos papéis em filmes britânicos notáveis como “Somente Deus por Testemunha” (1958), drama sobre o naufrágio do Titanic, o remake do suspense “Os 39 Degraus” (1959), o noir jazzista “Safira, a Mulher Sem Alma” (1959) e a popular comédia criminal “Os Sete Cavalheiros do Diabo” (1960). Mas só foi se destacar após trabalhar no cinema italiano. Ele participou do filme de estreia oficial do mestre do terror italiano Mario Bava, “A Maldição do Demônio” (1960), como um assistente de médico cujo sangue inadvertidamente traz uma bruxa vampírica (Barbara Steele) de volta à vida. O filme se tornou cultuadíssimo e chamou atenção do lendário estúdio britânico especializado em terror, Hammer Films, que lhe deu seus primeiros papéis de protagonista. Escalado como arqueólogo galã em “Ela”, Richardson se aventurou em busca de uma cidade perdida governada por uma rainha imortal e deslumbrante (Ursulla Andress). A mescla de fantasia e terror fez tanto sucesso que ganhou continuação (sem Andress), “A Vingança da Deusa”, que o ator também estrelou em 1968. Entre os dois lançamentos, ele ainda vestiu tanga em “Mil Séculos Antes de Cristo” (1966), aventura da Hammer com dinossauros que é mais lembrada pelo biquíni pré-histórico de Rachel Welch. Embora tenha estreado em Hollywood em 1970, como coadjuvante de “Num Dia Claro de Verão” (1970), com Barbra Streisand, ele passou o resto da carreira na Itália, onde protagonizou os spaghetti westerns “John, o Bastardo” (1967) e “Execução” (1968), o drama criminal “A Candidate for a Killing” (1969), com Anita Ekberg, o terror trash “Frankenstein ’80” (1972) e a sci-fi trash “Batalha no Espaço Estelar” (1977), entre muitos outros filmes. A lista melhora com seus papéis de coadjuvante, no terror cult “Torso” (1973), de Sergio Martino, e na comédia “Pato com Laranja” (1975), com Monica Vitti, culminando no último título de sua filmografia, o terror “A Catedral” (1989), do mestre Dario Argento. John Richardson foi casado com a também atriz Martine Beswick, que interpretou duas Bond girls (em “Moscou contra 007” e “Contra a Chantagem Atômica”) entre 1967 até seu divórcio em 1973. Curiosamente, ele também esteve cotado a assumir o papel de James Bond no final dos anos 1960, após a breve desistência de Sean Connery. Após sair do cinema, ele virou fotógrafo profissional.
Marion Ramsey (1947 – 2021)
A atriz e cantora Marion Ramsey, mais conhecida por sua interpretação da doce e estridente oficial Laverne Hooks na franquia de comédia “Loucademia de Polícia”, que morreu nesta quinta (7/1) em sua casa em Los Angeles aos 73 anos. Sua morte foi anunciada por sua equipe de agenciamento. Embora a causa não tenha sido revelada, a atriz estava doente nos últimos dias. Nascida na Filadélfia, Ramsey começou sua carreira no palco, aparecendo em espetáculos da Broadway, antes de iniciar uma longa carreira na TV e no cinema. Seu primeiro papel foi uma aparição especial na sitcom “The Jeffersons”, em 1976, e no mesmo ano ela entrou no elenco do programa de esquetes “Cos”, apresentado por Bill Cosby. A estreia no cinema veio em 1984 com o primeiro “Loucademia de Polícia”. E ela seguiu na franquia até o sexto volume, “Loucademia de Polícia 6: Cidade em Estado de Sítio”, lançado em 1989. Como a moderada oficial Laverne Hooks, Ramsey fez bom uso de sua voz aguda e sussurrante, um desempenho vocal que contrastava com as ocasionais explosões em volume elevado da personagem. Após o final da franquia, ela reprisou brevemente o papel no vídeo da comédia “John Virgo: Playing for Laughs” (1993) e, como dubladora, em um episódio de 2006 da animação “Robot Chicken”. Mas também apareceu como uma policial não nomeada em “MacGyver – Profissão: Perigo”, em 1990. Ela também teve um papel fixo como dubladora na série de animação “A Família Addams”, de 1992. E ainda voltou a se reunir com Steve Guttenberg, astro dos primeiros “Loucademia de Polícia”, em dois telefilmes do canal pago Syfy: “Lavalantula” e sua sequência, em 2015 e 2016. Seu último papel foi na comédia “When I Sing” (2018), premiada em vários festivais do circuito independente dos EUA.
Mulher invade mansão de Johnny Depp em Hollywood
A mansão de Johnny Depp em Hollywood Hills, bairro luxuoso de Los Angeles, na Califórnia (EUA), foi invadida por uma mulher — possivelmente uma moradora de rua — no último final de semana. Segundo o site TMZ, a invasão acionou o sistema de segurança da casa e a polícia foi chamada. A mulher, que conseguiu deixar o local antes da chegada dos policiais, foi encontrada nas proximidades da mansão e presa sob suspeita de roubo. Como a investigação ainda está em andamento, não ficou claro se ela roubou algo da casa de Depp. O ator, inclusive, não estava no local no momento da invasão. Sem compromissos cinematográficos após a implosão de sua carreira, Depp tem se dedicado exclusivamente à música, ao ócio e a processos judiciais. Ele já perdeu uma primeira ação contra o jornal britânico The Sun, que processou no ano passado por ter sido chamado de “espancador de esposa”, e tem mais duas jornadas jurídicas para cumprir em 2021, em um processo que ele abriu contra sua ex-esposa Amber Heard e outro em que ela o processa.
Cinemas da França ficarão fechados até final de janeiro
Os cinemas e outros espaços culturais da França devem permanecer fechados até pelo menos o final de janeiro, anunciou o primeiro-ministro francês, Jean Castex, durante uma entrevista coletiva na noite de quarta (6/1). A decisão reflete aumento na taxa diária de infecção de novos casos de covid-19 no país, bem acima do limite de 5 mil que havia sido definido como aceitável quando a França entrou em seu segundo lockdown no final de outubro. No início do mês passado, Castex disse que os cinemas não poderiam reabrir em 15 de dezembro, como inicialmente se esperava. Naquela época, as salas de cinema deveriam permanecer fechadas por pelo menos três semanas. Agora, o fechamento foi prorrogado até o resto de janeiro, com uma reavaliação prevista para 20 de janeiro. O governo francês ainda está aguardando os dados do período dos feriados de fim de ano para decidir se, inclusive, amplia as restrições. Junto com os cinemas, também permanecem fechados museus, teatros e instalações esportivas cobertas. Já os bares e restaurantes, que esperavam retomar atividades em 20 de janeiro, devem permanecer fechados pelo menos até meados de fevereiro. O toque de recolher nacional, que foi instalado em 15 de dezembro e vigora das 20h às 6h, continuará até pelo menos 20 de janeiro. Ele se tornou ainda mais restrito, valendo das 18h às 6h em 15 regiões do país.
Atriz de Os Feiticeiros de Waverly Place vira enfermeira para enfrentar covid-19
Estrela de um dos maiores sucessos do Disney Channel nos anos 2000, a atriz Jennifer Stone deixou de lado os dias de brincadeiras juvenis para enfrentar a guerra do coronavírus nos hospitais americanos. A intérprete de Harper Finkle, melhor amiga de Alex Russo (Selena Gomez) na série “Os Feiticeiros de Waverly Place” (2007-2012), conseguiu o registro de enfermeira em abril do ano passado, em plena pandemia, e desde então chama atenção dos seguidores com posts sobre seu trabalho na área da saúde durante a crise sanitária em decorrência da covid-19. “Atriz de dia. Enfermeira do pronto-socorro à noite”, ela passou a se definir em suas redes sociais. Em dezembro, Jennifer compartilhou um desabafo no Instagram sobre como é trabalhar em hospitais durante a pandemia e o cansaço dos profissionais. “Eu sei que tenho estado um pouco desaparecida recentemente. Para ser honesta, tem havido muito o que equilibrar. Esta semana é a última do meu programa de bacharelado em Enfermagem”, escreveu ela. “O aumento de casos da Covid e a diminuição de leitos hospitalares disponíveis exauriram enfermeiros em todo o mundo. Em meio a tudo isso, as outras responsabilidades da vida também não param. Eu provavelmente poderia hibernar durante um ano inteiro, mas cansada ou não, tenho que continuar”, afirmou. Jennifer ainda incentivou seus fãs a se vacinarem conta a Covid-19. Ela publicou a foto do momento em que recebeu a vacina em 20 de dezembro, e os posts depois do Natal mostram que ela não virou jacaré. “Acabei de receber a primeira das duas doses da vacina da Covid-19, que foi aprovada para autorização de uso de emergência (nos EUA). Eu me preocupo com a novidade disso? Claro. Sou sortuda de ter a oportunidade de receber a vacina? Absolutamente”, declarou. “Depois de muita pesquisa e pesando meus fatores de risco, decidi que valia a pena assumir o risco de uma nova vacina em detrimento do que vi sobre os efeitos desconhecidos a longo prazo deste vírus”, ela continuou. Veja os posts abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jennifer Stone (@jenniferstone)
Ex-diretor da Globo é o novo presidente da RioFilme
O prefeito Eduardo Paes definiu que o novo presidente da RioFilme, a empresa municipal que apoia produção e distribuição de cinema na cidade do Rio de Janeiro, será Eduardo Figueira. Figueira trabalhou na TV Globo durante 40 anos, tendo deixado o carto de diretor de produção em novembro de 2018, ocasião em que foi substituído por Ricardo Waddington.
Festival de Cannes estuda adiamento para julho
O Festival Internacional de Cinema de Cannes não aconteceu em 2020 por causa da pandemia de coronavírus e corre novo risco em 2021. O evento, que é realizado tradicionalmente em maio, estuda um adiamento para escapar de novo cancelamento. Os organizadores esperam que o evento ocorra neste ano, mas ainda apostam, por enquanto, numa “esperança” de tudo dar certo, antes de tomar uma atitude mais decisiva. “Estamos avaliando novas datas entre o fim de junho e o fim de julho, caso a pandemia exija o adiamento”, afirmou uma porta-voz do evento francês nesta quarta-feira (6/1). Até o momento, a celebração cinematográfica de Cannes continua programada para acontecer entre os dias 11 e 22 de maio. No ano passado, o festival, que é considerado o mais importante do cinema mundial, teve seu espaço principal transformado em centro de atendimento a desabrigados durante a pandemia. Após optar pelo cancelamento, relutando em realizar uma versão virtual de sua programação, os organizadores chegaram a improvisar em outubro uma espécie de edição mais enxuta, com ênfase em curtas e pouca repercussão. A iniciativa aconteceu depois que o Festival de Veneza conseguiu exibir seus filmes, aproveitando o recuo da pandemia no começo do segundo semestre. Mas o final desta versão enxuta coincidiu com um novo lockdown na França. Previsto para acontecer antes de Cannes, outro importante evento do cinema europeu, o Festival de Berlim, já anunciou seu adiamento de fevereiro para março e ainda cancelou as sessões presenciais, planejando um evento totalmente online.
Johnny Depp sofre nova derrota e pode ter que pagar US$ 100 milhões a Amber Heard
Johnny Depp sofreu nova derrota jurídica, na tentativa de virar a maré e convencer o mundo de que é vítima de falsas denúncias de violência doméstica. Como resultado, isto pode lhe custar até US$ 100 milhões. Um juiz do estado de Virgínia, nos EUA, recusou o pedido do ator de arquivar um processo movido por sua ex-esposa, Amber Heard, por difamação. A atriz contra-atacou Depp com um processo após ele ter dado entrada em sua própria ação contra ela, pedindo US$ 50 milhões também por difamação. Ela pediu o dobro, alegando que Depp tem feito esforços contínuos para sabotar sua carreira, abrindo processos e dando declarações que visam prejudicá-la. Depp buscou impedir que esse processo tivesse andamento dizendo que as supostas alegações de violência que ela teria sofrido não passam de “farsas”. Entretanto, não foi isso que um tribunal inglês concluiu, ao julgar que o ator pode ser chamado de “espancador de esposa” pela imprensa, sem que isso seja considerado uma calúnia. De fato, seria um relato verdadeiro. O juiz do condado de Fairfax, Bruce White, considerou que, assim como aconteceu no julgamento inglês, as alegações devem ser levadas à corte para serem comprovadas ou desmentidas por ambos os lados. “Essas declarações devem sobreviver a questionamentos porque se o Sr. Depp abusou da Sra. Heard é um fato que pode ser comprovado como verdadeiro ou falso”, ele escreveu em sua decisão, publicada na segunda (4/1). Assim sendo, Depp terá duas batalhas jurídicas contra Heard em 2021. A primeira, resultante de seu próprio processo, está marcada para 3 de maio, mas a segunda ainda não teve seu cronograma definido. Além disso, Depp tenta conseguir uma novo julgamento do caso britânico, em que foi derrotado em seu processo contra o jornal The Sun, que o descreveu como “espancador de esposa”. O Tribunal de Apelação do Reino Unido ainda não respondeu ao apelo do ator.
Tanya Roberts (1955 – 2021)
Tanya Roberts, Bond girl e sex symbol dos anos 1980, teve a morte confirmada após uma confusão causada por seu representante, que anunciou seu falecimento de forma antecipada no domingo passado (3/1). A atriz de 65 anos estava internada num hospital desde o dia 24 de dezembro, quando desmaiou enquanto passeava com seus cachorros em Los Angeles (EUA) e veio a falecer, segundo boletim médico do Cedars-Sinai Hospital, na segunda-feira (4/1), no momento em que seu agente informava que ela ainda estava viva. A causa da morte não foi revelada. Nascida Victoria Leigh Blum, ela foi modelo e apareceu em anúncios de televisão antes de se voltar para a atuação, estreando como protagonista em 1976, no terror “Entrando à Força”. Adotando o nome Tanya Roberts, ela emplacou vários filmes em seguida, como “F.B.I. Arquivo Secreto” (1977), de Larry Cohen, e “Sonhos de Verão” (1979), de John D. Hancock, antes de virar uma das Panteras, na temporada final da famosa série das detetives femininas da agência do misterioso Charlie, exibida entre 1980 e 1981. A participação na série lhe deu grande visibilidade e ela passou a estrelar filmes de maior orçamento no cinema, como as aventuras “O Príncipe Guerreiro” (1982) e a adaptação dos quadrinhos de “Sheena, a Rainha das Selvas” (1984), uma versão feminina – e sexy – de Tarzan. Este filme foi tão caro que deu prejuízo, mas acabou se tornando cultuadíssimo. O ponto alto de sua carreira aconteceu no ano seguinte, quando ela entrou em “007 – Na Mira dos Assassinos” (1985), último filme de Roger Moore como James Bond, vivendo Stacey Sutton, uma geóloga americana que se torna alvo do vilão Max Zorin (Christopher Walken). Mas ela confessou ter hesitado em aceitar o papel. “Eu disse ao meu agente: ‘As atrizes que fazem Bond girls nunca mais trabalham depois disso'”, ela relembrou em entrevista de 2015. De fato, os bons papéis sumiram após a participação no filme de James Bond. O último filme razoável de sua carreira foi lançado logo em seguida, “Body Slam” (1986), uma comédia medíocre de Hal Needham. Depois disso, foram só thrillers sensuais apelativos voltados para o mercado de vídeo. Esta especialização a levou a estrelar a série de antologia “Hot Line” (1994-96), como apresentadora de contos eróticos na TV paga. O que parecia ser mais do mesmo, entretanto, acabou levando a seu último papel marcante. Roberts reencontrou a popularidade ao ser escolhida para viver Midge Pinciotti, a mãe extremamente sexy e burra de Donna (Laura Prepon) na série “That ’70s Show”, grande sucesso televisivo que durou oito temporadas, de 1998 a 2006. A atriz, porém, deixou de ser integrante fixa do elenco em 2001, após sua personagem se divorciar, embora tenha continuado a aparecer de forma recorrente até 2004. Ela também apareceu em episódios de “Ilha da Fantasia”, “O Barco do Amor” e “Alfinetadas”. Seu último trabalho como atriz foi na série “Barbershop”, em 2005, mas a artista seguiu ativa nas redes sociais, inclusive realizando várias lives durante a pandemia de coronavírus.
Representante que informou morte de Tanya Roberts diz que atriz está viva
O representante de Tanya Roberts, que anunciou a morte da atriz, mudou sua história, afirmando que a ex-Bond girl de “007 – Na Mira dos Assassinos” (1985) está viva. Mike Pingel disse à mídia na segunda-feira (4/1) que o marido de Roberts havia lhe contado que ela havia falecido ontem. A atriz foi internada no Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles, na véspera de Natal, após desmaiar em sua casa. O agente enviou um comunicado no domingo que foi amplamente divulgado pela mídia, informando a morte da atriz aos meios de comunicação. Com a repercussão da notícia, ele recebeu uma ligação do hospital para que corrigisse a alegação. Roberts está viva, mas em “má condição” de saúde. Nascida Victoria Leigh Blum, a atriz de 65 anos foi modelo e apareceu em anúncios de televisão antes de se voltar para a atuação. Ela foi uma das Panteras, na temporada final da famosa série televisiva, e “Sheena, a Rainha das Selvas” (1984), uma versão feminina – e sexy – de Tarzan, antes de coestrelar “007 – Na Mira dos Assassinos” (1985), último filme de Roger Moore como James Bond, vivendo Stacey Sutton, uma geóloga americana que se torna alvo do vilão Max Zorin (Christopher Walken). Um de seus últimos papéis foi Midge Pinciotti, a mãe extremamente sexy e burra de Donna (Laura Prepon) na série “That ’70s Show”, grande sucesso televisivo que durou oito temporadas, de 1998 a 2006. A atriz, porém, deixou de ser integrante fixa do elenco em 2001, após sua personagem se divorciar, embora tenha continuado a aparecer de forma recorrente até 2004.












