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Ex-dono do Banco Master planejava campanha e recusou outros casais famosos para promover o WeBank

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24 de outubro de 2026
Etc

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24 de outubro de 2026
Etc

Virginia é criticada por pedir doações para babá após ostentar com bolo de R$ 250 mil

Influenciadora pediu ajuda para funcionária que perdeu tudo em incêndio e recebeu críticas por não ajudar sozinha após festa luxuosa da filha

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23 de outubro de 2026
  • Etc,  Filme

    Art Metrano (1936–2021)

    10 de setembro de 2021 /

    O ator Art Metrano, que viveu o oficial Ernie Mauser em “Loucademia de Polícia”, morreu na última quarta-feira (8/9) de causas naturais em sua casa na Flórida, aos 84 anos. Sua carreira começou nos anos 1960 com figurante de várias séries da época, de “A Feiticeira” a “Chaparral”, até ele entrar no programa humorístico de 1970 “The Tim Conway Comedy Hour”. A partir daí, passou a ganhar papéis melhores em filmes e atrações televisivas, chegando a protagonizar séries efêmeras nunca exibidas no Brasil, como “The Chicago Teddy Bears” (1971) e “Loves Me, Loves Me Not” (1977), além de fazer aparições recorrentes em “Movin’ On” (1974–1976), “Baretta” (1975–1978), “Joanie Loves Chachi” (1982–1983) e “L.A. Law” (1986–1994). No cinema, ele participou de várias comédias populares como “Corações em Alta” (1972), “O Homem Mais Forte do Mundo” (1975), “A História do Mundo – Parte I” (1981) e “A Nova Paixão de Stella” (1998), além dos dramas “A Noite dos Desesperados” (1969) e “A Força de um Amor” (1983), entre outras produções. Mas seu maior destaque foi mesmo na franquia “Loucademia de Polícia”. Seu personagem, Ernie Mauser, foi introduzido em “Loucademia de Polícia 2: A Primeira Missão” (1985) como um dos principais antagonistas dos recrutas, um oficial ambicioso que é promovido (por curto período) a capitão. Ele ainda voltou na continuação, “Loucademia de Polícia 3: De Volta ao Treinamento” (1986), agora como comandante de uma academia policial rival, em luta contra Mahonney (Steve Guttemberg) e sua turma por fundos estatais que seriam cortados de uma das duas instituições. Seu último papel foi uma figuração como sem-teto na comédia “O Segredo do Sucesso” (2001), estrelada por Charlie Sheen.

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  • Etc

    Atriz Kathryn Prescott é atropelada por caminhão em Nova York

    10 de setembro de 2021 /

    A atriz Kathryn Prescott foi hospitalizada na última terça-feira (7/9) após ser atropelada por um caminhão em Nova York e ficar em estado grave. As informações foram dadas por sua irmã gêmea, Megan Prescott, nas redes sociais. “Recebi o telefonema mais terrível da minha vida na noite de terça-feira. Minha irmã gêmea Kathryn foi atropelada por um caminhão ao atravessar uma rua em Nova York”, escreveu Megan, que também é atriz e esteve em “Skins” junto com a irmã. “Após passar por uma cirurgia complexa, alguns dos ferimentos de Kathryn incluem: pélvis quebrada em dois lugares, ambas as pernas quebradas, assim como pé e mão esquerda.” “Ela tem uma sorte incrível de estar viva. Evitou por pouco a paralisia. Os médicos estão esperançosos de que ela tenha uma recuperação completa, mas isso só será possível com os cuidados corretos agora”, continuou. Na publicação, Megan ainda fez um desabafo por não conseguir viajar até os Estados Unidos e ficar junto com a irmã. “Ela está sozinha em Nova York sem nenhum familiar para apoiá-la em sua recuperação. Eu tenho que ajudá-la até que ela possa começar a andar novamente. Eu preciso estar lá para ajudá-la, literalmente, com tudo, já que ela poderá fazer pouquíssimas coisas”, explicou, lamentando que, devido à pandemia, não consegue ver a irmã. “Solicitei à Embaixada dos Estados Unidos a isenção das atuais restrições que proíbem qualquer cidadão estrangeiro de entrar nos Estados Unidos, me negaram e estou arrasada. Estou duplamente vacinado, fiz um teste de PCR ontem, tenho documentos do hospital que confirmam a extensão dos ferimentos de Kathryn e estou disposta a fazer qualquer coisa para chegar até ela o mais rápido humanamente possível”, reclamou. “Eu sei que há tanta coisa acontecendo no mundo agora, mas estou com o coração partido por não poder estar com minha irmã gêmea neste momento horrível da vida dela quando ela desesperadamente precisa de mim – eu não quero que ela passe por isso sozinha”, completou, pedindo ajuda para chegar até a irmã. Revelada na série britânica “Skins”, Kathryn Prescott também teve destaque em “24 Horas: O Legado”, “Finding Carter”, “The Son” e “Tell Me a Story”, além do filme “O Mínimo para Viver”. ⚠️URGENT⚠️ please please tag and share ❤️ I need to get to kat pic.twitter.com/FKOaYGJG9M — Megan Prescott (@Meg_Prescott) September 9, 2021

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  • Etc

    Marcelo Adnet zoa áudio de Bolsonaro para caminhoneiros

    9 de setembro de 2021 /

    Primeiro presidente da História do Brasil que tem pronunciamento confundido com fake news por seus próprios apoiadores, Jair Bolsonaro virou uma piada pronta que Marcelo Adnet não deixou passar. Vale lembrar que, podendo usar as redes de TV e rádio para um pronunciamento oficial, Bolsonaro preferiu gravar um áudio de Whatsapp na noite de quarta (8/9) para pedir aos caminhoneiros que, após interditarem estradas do país em nome dele, encerrassem o movimento. Ironia suprema, o foragido conhecido como Zé Trovão duvidou da veracidade do pedido. Num vídeo curioso, ele pediu que o presidente ouvido no “zap” fizesse um pronunciamento oficial, sugerindo que o meio de comunicação favorito do grande líder é o aplicativo número um das fake news. Divertindo-se com a situação, o humorista Marcelo Adnet, conhecido por suas imitações, publicou em suas redes sociais um áudio simulando a voz de Jair Bolsonaro, afirmando que o primeiro áudio era fake. O pedido real era para os caminhoneiros que estão bloqueando as estradas deixarem a “boleia” e começarem a “dançar Macarena”. “Gostaria até de pedir aí que encaminhe esse áudio aí a todos os caminhoneiros que estão aí com a gente nessa questão. O que eu tenho a dizer aí que o áudio que circulou ai é falso, tá ok? Esse sim que é o verdadeiro, e para vocês permanecerem aí, e começarem a dançar maracarena, agora, 3h15 da manhã, e não pararem mais. Quero ver ninguém na boleia! Todos pra fora dançando macarena até aquele outro lá pedir pra sair’, disse Adnet, imitando voz e arrotos de Bolsonaro. O áudio, claro, viralizou. Ouça abaixo. pic.twitter.com/Udyi1NjDnk — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 9, 2021

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  • Etc,  Filme

    Michael Constantine (1927–2021)

    9 de setembro de 2021 /

    O ator Michael Constantine, que interpretou o pai de Nia Vardalos em “Meu Casamento Grego”, comédia romântica de maior bilheteria de todos os tempos, morreu em 31 de agosto, mas sua morte só foi confirmada na noite de quarta (9/9) por seu agente. Ele tinha 94 anos e faleceu de causas naturais. Constantine Joanides começou sua carreira nos primeiros dias da televisão americana, ainda em 1949. Após vários trabalhos na Broadway – e bicos de vigia noturno para complementar a renda – , fez sua estreia no cinema em “A Última Caminhada” (1959), interpretando um presidiário que tentava escapar da prisão com Mickey Rooney e grande elenco. Ele também teve papéis coadjuvantes memoráveis no clássico de bilhar “Desafio à Corrupção” (1961), ao lado de Paul Newman, e no blockbuster “Beau Geste” (1966), além de ter aparecido na maioria das séries produzidas na década de 1960, de “Os Intocáveis” a “Missão: Impossível”. O ano mais ocupado de sua carreira foi 1969, quando estrelou nada menos que quatro filmes – a aventura romântica “Justine” e três comédias: “Os Rebeldes”, com Steve McQueen, “Que Sequestro Aéreo!”, adaptação de uma peça de Woody Allen, e “Enquanto Viverem as Ilusões”, em que interpretou um ex-soldado em busca de um amor há muito perdido na Itália. E ainda assim teve tempo para interpretar seu primeiro papel fixo numa série, em “Room 222”. A atração criada por James L. Brooks (um dos criadores de “Os Simpsons”) se passava numa escola do Ensino Médio que tinha Constantine como diretor. A trama lidava com muitos temas contemporâneos, como racismo e divisões sociais, e marcou época na TV americana, durando cinco temporadas – até 1974. Por seu trabalho em “Room 222”, Constantine venceu o Emmy de Melhor Ator Coadjuvante em série de Comédia em 1970. Após o fim da série, ele integrou o elenco do drama sombrio “A Viagem dos Condenados” (1976) e teve papel recorrente na série infantil “Electra Woman and Dyna Girl” (também em 1976), onde viveu um feiticeiro. Sua carreira televisiva atravessou as décadas seguintes, com papéis em diversas atrações, incluindo nova participação recorrente em “Jogo Duplo” (Remington Steele) como um empresário idiossincrático. No cinema, ainda foi o pai de Patrick Dempsey na comédia romântica adolescente “Casanova – Adorável Sedutor” (1987), o pai de Michael Keaton no drama “Minha Vida” (1993) e o juiz do suspense “A Jurada” (1996), com Demi Moore, antes de conduzir Nia Vardalos ao altar em 2002. Patriarca da família de “Meu Casamento Grego”, o ator arrancava risos por encontrar raízes gregas em todas as palavras, manifestando um tradicionalismo ferrenho, que também era bem humorado e generoso. Após o sucesso avassalador do filme, que só nos EUA faturou US$ 241 milhões em 2002, Constantine reprisou seu papel em uma série curta da CBS, também estrelada por Vardalos em 2003, e na continuação do longa original, lançada em 2016. Foi seu último trabalho.

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    Jennifer Lawrence está grávida do primeiro filho

    9 de setembro de 2021 /

    A atriz Jennifer Lawrence (“Jogos Vorazes”) está esperando seu primeiro filho com o marido Cooke Maroney. Lawrence, que não aborda sua vida pessoal nas redes sociais, não falou publicamente sobre a gravidez, mas a gravidez foi confirmada por seu porta-voz para a imprensa na noite de quarta-feira (8/9). A atriz e o galerista de arte se casaram em outubro passado, numa cerimônia realizada numa casa com fama de mal-assombrada, após um namoro de dois anos. E desde que se juntaram, renderam menos assunto nos tabloides que os antigos relacionamentos da atriz – com o ator Nicholas Hoult (seu parceiro nos filmes dos “X-Men”), o cantor Chris Martin (do Coldplay) e o cineasta Darren Aronofsky (que a dirigiu em “Mãe!”). O filme mais recente de Lawrence, “X-Men: Dark Phoenix”, foi lançado em 2019. Depois disso, ela entrou num período sabático, do qual vai emergir em dezembro com o lançamento de “Não Olha para Cima”, uma comédia da Netflix em que contracena com Leonardo DiCaprio, Meryl Streep, Timothée Chalamet e Jonah Hill.

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    Bob Odenkirk retorna ao set de “Better Call Saul” após ataque cardíaco

    8 de setembro de 2021 /

    O ator Bob Odenkirk, que interpreta Saul Goodman em “Better Call Saul”, voltou ao set de gravações da série pouco mais de um mês após ter sofrido um ataque cardíaco durante as gravações. A estrela do spin-off de “Breaking Bad” comemorou a novidade com uma publicação nas redes sociais. “De volta ao trabalho em ‘Better Call Saul’! Tão feliz por estar aqui e viver esta vida específica rodeado por pessoas tão boas”, ele escreveu, junto de uma foto dos bastidores da produção. O astro de 58 anos passou mal e

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    Pai de Britney Spears surpreende ao pedir fim imediato de tutela

    8 de setembro de 2021 /

    Jamie Spears, o pai da estrela pop Britney Spears, surpreendeu ao pedir na terça-feira (7/9) num tribunal de Los Angeles para encerrar sua participação na tutela de 13 anos da cantora, dizendo que as circunstâncias mudaram nos últimos meses. Na semana passada, Spears sugeriu que precisaria de uma compensação financeira para deixar a tutela, que mantinha Britney sob seu controle desde 2008 por decisão judicial. “Se a senhorita Spears quer encerrar a tutela e acredita que consegue cuidar da própria vida, o senhor Spears acredita que ela deveria ter esta chance”, disse a petição para encerrar o arranjo legal. Britney pede há meses que seu pai deixe de ser o supervisor de seu patrimônio de US$ 60 milhões. Graças à tutela, Jamie é responsável por administrar os assuntos pessoais e profissionais da artista. Insatisfeita com esse arranjo, ela pediu para se dirigir ao tribunal em junho passado para denunciar o abuso a que é submetida, comparando a situação à escravidão pelo próprio pai. Jamie disse pela primeira vez que estaria disposto a abdicar da função no mês passado, mas não deu um prazo. Depois disso, pediu US$ 2 milhões, supostamente para quitar honorários de seus advogados. A petição de terça-feira foi mais longe do que a protocolada em agosto, pedindo à corte que descarte totalmente a tutela a partir de agora. “Recentemente, a senhorita Spears demonstrou um nível de independência que coloca em dúvida se um tutor da pessoa é necessário”, acrescenta o documento legal, citando o fato de a cantora ter contratado um advogado de sua escolha e ter voltado a dirigir sozinha. A decisão de encerrar a tutela cabe à juíza Brenda Penny de Los Angeles na próxima audiência sobre o caso, marcada para o dia 29 de setembro.

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    Felipe Neto e Marcelo Adnet ajudam Botafogo a contratar lateral Rafael

    8 de setembro de 2021 /

    O youtuber Felipe Neto e o comediante Marcelo Adnet ajudaram o Botafogo financeiramente a contratar um jogador de futebol badalado, o lateral Rafael, ex-Manchester United. O contrato terá duração de três anos, e o anúncio oficial será feito em breve. Os torcedores ilustres ajudaram o time a chegar ao valor de luvas pedido pelo atleta. A entrada do clube no mercado de tokens também foi decisiva na modelagem financeira da negociação. A negociação começou na semana passada. Na terça-feira, 31 de agosto, o presidente do Botafogo, Durcesio Mello, recebeu de um influenciador a informação de que Rafael tinha proposta do Fluminense, mas que mantinha o sonho de jogar em General Severiano. Ele, então, acionou o CEO Jorge Braga e o diretor de futebol Eduardo Freeland, além de fazer contato com o agente Matheus Braga, um dos representantes do jogador. As conversas começaram e, já na quarta-feira, Rafael se animou – publicando nas suas redes sociais que “o sonho de criança vai ser realizado”. Argumentando que o clube não poderia repetir erros do passado – e gastar além de sua capacidade – , Braga pediu um estudo ao diretor comercial do clube, Lenin Franco, para identificar os recursos que a chegada de Rafael poderia gerar ao programa Camisa 7 de sócio-torcedor e em produtos comerciais. A primeira conversa informal foi animadora, mas na madrugada de sexta-feira, quando o Botafogo enviou uma proposta por escrito, o valor não chegava à metade nas luvas. Rafael baixou sua pedida e deu ao Botafogo prazo curto para responder. Depois de nova correria para viabilizar a diferença, os dirigentes decidiram ser criativos e buscar apoio financeiro entre torcedores ilustres. O empresário e youtuber Felipe Neto emprestou R$ 250 mil e se empenhou pessoalmente em arrumar mais recursos. O humorista Marcelo Adnet também compareceu. Com a colaboração de alguns outros botafoguenses, o clube conseguiu assegurar o montante necessário e viabilizar a negociação. Em seu Instagram, o jogador deu o sinal de que vestirá o número 7 e será o grande ativador do programa de sócio-torcedor alvinegro, batizado justamente de Camisa 7. Rafael foi revelado pelo Fluminense e virou jogador do Manchester United aos 18 anos, em 2008. Ele permaneceu no clube inglês até 2015. De lá foi para o Lyon, na França, onde ficou por mais cinco anos. Na última temporada, estava no Istambul Basaksehir, da Turquia.

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    Erasmo Carlos comemora volta para casa após superar Covid-19

    7 de setembro de 2021 /

    O cantor Erasmo Carlos compartilhou um vídeo em suas redes sociais, nesta terça-feira (7/9), em que comemora sua volta para casa após passar oito dias internado para tratar a Covid-19. “Eu venci a Covid. Não foi mole não, foi difícil! Eu não consegui sozinho, consegui com a ajuda dos meus médicos, dos meus familiares, amigos e com a ajuda com a minha querida Fernanda, que contraiu a Covid comigo e hoje estamos curados”, disse o cantor, que agradeceu as orações e mensagens de apoio que recebeu durante o período internado e falou sobre a importância de ter se vacinado. “Eu fico muito feliz, muito obrigado a todos! Foi muito importante eu ter me vacinado duas vezes e quando tiver a terceira, eu irei. Viva o bom senso!”, completou. O artista já tinha tomado a segunda dose da vacina AstraZeneca uma semana antes de completar 80 anos, em maio. A decisão de ir ao hospital em 29 de agosto foi uma medida de precaução. O artista não apresentava sintomas graves da doença graças à vacinação. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Erasmo Carlos (@erasmocarlosbr)

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  • Etc

    Lily Collins revela fotos de seu casamento “secreto”

    7 de setembro de 2021 /

    A atriz Lily Collins, estrela da série “Emily em Paris”, anunciou que se casou em segredo no último fim de semana com o cineasta Charlie McDowell (“Complicações do Amor”). “Nunca fui tão feliz”, ela declarou, ao postar três fotos do matrimônio no Instagram nesta terça-feira (7/9). As imagens da filha do roqueiro Phil Collins, com o vestido de noiva da grife Ralph Lauren, junto com o filho do ator Malcolm McDowell e da atriz Mary Steenburgen, foram clicadas no sábado (3/9) durante a cerimônia “secreta”, apenas para convidados e familiares, que foi realizada numa fazenda bucólica de Dunton Hot Springs, no Colorado, com direito até à cachoeira. Collins e McDowell ficaram noivos em setembro do ano passado, quando o diretor-roteirista pediu a atriz em casamento durante uma viagem pelo interior dos EUA. Ela revelou o noivado com uma foto do anel de diamantes em meio a uma região árida, e disse na ocasião: “Estive esperando minha vida por você e mal posso esperar para passar o resto das nossas vidas juntos”. Nos posts desta terça, ela destacou a felicidade por realizar seus planos de casamento. “O que começou como um conto de fadas, agora é minha realidade para sempre. Eu nunca vou ser capaz de descrever adequadamente o quão sobrenatural foi este fim de semana passado, mas mágico é um bom lugar para começar”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lily Collins (@lilyjcollins) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lily Collins (@lilyjcollins) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lily Collins (@lilyjcollins)

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    Mestre do cinema japonês é atacado por homem com picareta

    6 de setembro de 2021 /

    A polícia de Tóquio prendeu neste fim de semana um homem que atacou o carro do famoso ator e cineasta japonês Takeshi Kitano com uma picareta. O astro de 74 anos, também conhecido pelo nome artístico de Beat Takeshi, estava no carro com seu motorista e foi atacado ao sair do complexo da rede de televisão TBS, onde apresenta seu programa de entrevistas semanais às noites de sábado. O suspeito esmagou o carro de Kitano várias vezes com uma picareta, exigindo que ele saísse do veículo, informou a TBS. Um segurança da rede chamou a polícia e o homem foi preso no local. Além da picareta, ele também carregava uma faca com uma lâmina de 10 centímetros e foi detido por posse ilegal de armas. Segundo apuração da TBS, o suspeito disse à polícia que ficou furioso depois de ser ignorado em junho, quando se ajoelhou diante do carro de Kitano, buscando ajuda para ingressar na indústria do entretenimento. A polícia está investigando os motivos alegados. O multi-talentoso Kitano é um dos artistas mais referenciados do cinema japonês. Ele venceu o Leão de Ouro no Festival de Cinema de Veneza por “Fogos de Artifício” (Hana-Bi) em 1997 e dirigiu alguns filmes considerados grandes clássicos modernos, como “Adrenalina Máxima” (1993), “De Volta às Aulas” (1996), “Brother” (2000), “Dolls” (2002) e “Zatoichi” (2003), além de ter atuado em produções marcantes como “Furyo: Em Nome da Honra” (1983), “Batalha Real” (2000) e “A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell” (2017).

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  • Etc,  Série

    Michael K. Williams (1966-2021)

    6 de setembro de 2021 /

    O ator Michael K. Williams, um dos protagonistas da premiada série “Lovecraft Country”, foi encontrado morto em seu apartamento em Brooklyn, Nova York, nesta segunda-feira (6/9). O jornal New York Post relatou que o corpo do ator de 54 anos foi descoberto por seu sobrinho ao visitá-lo às 14 horas desta tarde. O jornal também informou que, ao ser chamada ao local, a polícia não se deparou com sinais de arrombamento, mas teria encontrado drogas, o que faz a investigação considerar a hipótese de overdose e também de suicídio. Michael Kenneth Williams começou a carreira artística como dançarino de hip-hop e chegou a participar de turnês de Madonna e George Michael. Seu primeiro registro em vídeo explorou seu lado sexy, numa aparição sem camisa no clipe da música “Secret”, de Madonna, em 1994. Mas essa atividade não pegou bem na sua vizinhança barra pesada. “Enquanto crescia, fui alvo de muitas perseguições”, ele relatou à revista Time em 2017. “Eu não era popular com a turma, nem com as mulheres. Em uma comunidade de machos alfa, ser sensível não é considerado uma qualidade.” A reprovação culminou numa briga violenta num bar, que o deixou com uma cicatriz permanente, cortando seu rosto de ponta a ponta. O ataque visava acabar com sua carreira com uma deformidade, mas, na prática, aumentou a propensão de Hollywood para lhe dar papéis que envolviam atividades violentas. Sua transformação em ator ocorreu por intermédio de outro ídolo musical, ninguém menos que o rapper Tupac Shakur, que convenceu o diretor Julien Temple a escalá-lo como seu irmão no thriller criminal “Bullet”, de 1996, justamente por causa da cicatriz em seu rosto. Williams deu sequência ao papel com outros thrillers criminais e uma pequena participação em “Vivendo no Limite” (1999), de Martin Scorsese, antes de ser escalado como Little Omar na série “A Escuta” (The Wire), produção da HBO sobre o submundo do tráfico em Baltimore, EUA, que durou cinco temporadas e lhe deu grande visibilidade. Em 2008, o então senador Barack Obama declarou Omar seu personagem favorito da TV americana. “Omar se tornou um alter ego”, disse ele na entrevista da Time. “Um gay que não gosta de roupas chiques ou carros chiques, não usa drogas, nem pragueja e rouba a maioria dos traficantes gangster da comunidade. Ele é um pária, e me identifiquei imensamente com isso. Em vez de usá-lo como uma ferramenta para talvez me curar, me escondi atrás disso. Ninguém mais reparou em Michael nas ruas. Tudo era Omar, Omar, Omar. Eu confundi essa admiração. Estava bem. Mas as reverências não eram para mim. Eram para um personagem fictício. Quando aquela série acabou, junto com aquele personagem, eu não tinha ideia de como lidar com isso. Eu desmoronei.” Mas o ator não ficou tempo nenhum parado. O sucesso da série abriu as portas para várias outras produções importantes, desde filmes como “Medo da Verdade” (2007), “Atraídos Pelo Crime” (2009), “A Estrada” (2009) e “12 Anos de Escravidão” (2013), a inúmeras participações em séries. Na própria HBO, ele voltou a se destacar no papel de Chalky White em “Boardwalk Empire”, outra produção criminal, desta vez passada durante a era da Lei Seca, exibida de 2010 a 2014. Ele também teve pequenos papéis nos blockbusters “O Incrível Hulk” (2008) e “Uma Noite de Crime: Anarquia” (2014), além de arcos importantes nas séries “Alias” (em 2005) e “Community” (em 2011 e 2012), sem esquecer atuações em “RoboCop” (2014), “O Mensageiro” (2014), “Vício Inerente” (2014), “O Apostador” (2014), “Bessie” (2015), “Caça-Fantasmas” (2015), “Assassin’s Creed” (2016), “Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe” (2019), etc. Entre seus últimos trabalhos, estão as séries “The Night Of” (2016) na HBO, “Hap and Leonard” (2016-2018) na Amazon, “Olhos que Condenam” (2019) na Netflix, e “Lovecraft Country” (2020), novamente na HBO. Três delas lhe renderam indicações ao Emmy de Melhor Ator Coadjuvante, categoria em que também foi reconhecido pelo telefilme “Bessie”, da HBO. Embora não tivesse vencido anteriormente, era forte a expectativa para sua primeira premiação da Academia de Televisão por “Lovecraft Country”, graças ao emocionante desempenho como Montrose Freeman, o pai do protagonista Atticus (Jonathan Majors) e um homem gay que escondia sua verdade do próprio filho. A premiação vai acontecer em duas semanas, no dia 19 de setembro.

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    Jean-Paul Belmondo (1933–2021)

    6 de setembro de 2021 /

    Jean-Paul Belmondo, um dos atores mais icônicos da França, morreu nesta segunda-feira (6/9) em sua casa de Paris, aos 88 anos. O sorriso inimitável, os cabelos sempre desarrumados e um perfil único, com um nariz quebrado que o impedia de ser mais belo que Alain Delon – resultado de uma juventude esportiva como goleiro e boxeador – , iluminaram dezenas de filmes, muitos deles clássicos e quase todos grandes sucessos de bilheteria. Filho de um escultor renomado e educado nas melhores escolas, ele era considerado o ator mais charmoso da França, eternizado na imaginação dos fãs como alguém tão irresistível quanto o bandido sedutor de “Acossado” (1960), personagem que marcou sua carreira e a chegada da nouvelle vague no mundo. Belmondo decidiu se tornar ator aos 16 anos, formando-se em 1956 no prestigioso Conservatório de Drama de Paris, mas teve sua entrada negada na Comédie-Française depois que o júri do Conservatório se recusou a premiá-lo com honras. Sua reação teria sido lhes mostrar o dedo indicador. Ele estreou no cinema em 1958, fazendo nada menos que quatro filmes consecutivos, entre eles “Os Trapaceiros”, de Marcel Carné, antes de se ver no centro da revolução filmada pela nova geração de cineastas rebeldes. Seu primeiro papel de protagonista veio em “Quem Matou Leda?” (1959), de Claude Chabrol. Mas foi outro enfant terrible quem melhor soube aproveitar seu charme desgrenhado. Jean-Luc Godard viu imediatamente o potencial do jovem e tratou de filmá-lo no curta “Charlotte e Seu Namorado” (1960) e finalmente em seu primeiro longa-metragem, o clássico “Acossado”. Escalado ao lado de Jean Seberg, Belmondo interpretou o gângster romântico Michel Poiccard, que se inspirava nos filmes de Humphrey Bogart. Fumando um cigarro atrás do outro e falando diretamente para a câmera, Belmondo materializou uma atuação animada, divertida e bastante visual, que ajudaria a transformar “Acossado” num dos filmes mais influentes da História do Cinema, consagrando também Godard, premiado em sua estreia no Festival de Berlim, e dando à nouvelle vague uma visibilidade inescapável. Ator e diretor reforçaram a parceria em novos sucessos, como “Uma Mulher É uma Mulher” (1961) e o cultuadíssimo “O Demônio das Onze Horas” (1965). Sua atuação neste último – como um pai de família que se apaixona por uma velha e perigosa paixão (Anna Karina) e logo perde o juízo – está entre as mais emblemáticas de sua carreira. Mas na altura deste longa, Belmondo já não era mais o mesmo jovem com potencial de “Acossado”. Ele disputava com o galã Alain Delon a condição de astro mais popular de todo o cinema francês. Entre 1960 e 1965, Belmondo estrelou mais de 30 filmes. Alguns seguiram a vertente prestigiosa de seus primeiros trabalhos, como “Duas Almas em Suplício” (1960), adaptação de Marguerite Duras em que atuou com outra musa da nouvelle vague, Jeanne Moreau, e “Duas Mulheres” (1960), de Vittorio de Sica, em que contracenou com Sofia Loren. Mas logo a tendência mudaria. Ele estourou como ator dramático em “Léon Morin – O Padre” (1961), mostrou que sabia fazer comédia com “Macaco no Inverno” (1962) e provou-se em papel de durão com “Um Homem Chamado Rocca” (1961), mas foi a produção de época “Cartouche” (1962) que revelou de vez seu enorme apelo comercial, como herói romântico de blockbusters de ação. Sua mudança de status, de cult para comercial, teve grande influência do diretor de “Cartouche”, Philippe de Broca, que o comandou em outras aventuras mirabolantes, como “O Homem do Rio” (1964), em que Belmondo veio ao Brasil salvar sua namorada (Françoise Dorléac) sequestrada por criminosos, e principalmente “Fabulosas Aventuras de um Playboy” (1965). Na comédia aventureira que inspiraria muitas cópias, o astro vivia um bilionário infeliz que, após várias tentativas frustradas de suicídio, contratava assassinos profissionais para matá-lo, apenas para se arrepender em seguida ao se apaixonar por Ursula Andress (a primeira Bond Girl). A química foi além das telas, e acabou com o casamento do ator na vida real. Belmondo era casado com a dançarina Elodie Constantin, com quem teve três filhos, de 1959 até o divórcio de 1966, precipitado por seu envolvimento escandaloso com Andress, também casada na época (com o diretor John Derek). Seu segundo casamento aconteceu em 2002 com a bailarina Natty Tardiel, após um namoro iniciado em 1989 e o nascimento de sua filha mais nova. De forma notável, enquanto acumulava seus primeiros êxitos de bilheteria, Belmondo ainda conseguiu manter laços com a nouvelle vague, estrelando “O Ladrão Aventureiro” (1967), de Louis Malle, “A Sereia do Mississipi” (1969), de François Truffaut, “O Homem que Eu Amo” (1969), de Claude Lelouch, e “Stavisky…” (1974), de Alain Resnais. Em 1970, ele finalmente fez a parceria que o público francês mais queria ver, estrelando “Borsalino” ao lado de Alain Delon. O filme de gângsteres dos anos 1930 lotou cinemas, mas suas filmagens acabaram com qualquer chance dos dois astros se tornarem amigos. Belmondo processou Delon por descumprir a promessa de créditos iguais, ao destacar seu nome como produtor antes do letreiro dos atores. Só voltaram a trabalhar juntos décadas depois, em 1998, na comédia criminal “1 Chance Sur 2”, de Patrice Leconte, quando riram muito da competição que mantinham na juventude. Alheio à essa briga, o diretor de “Borsalino”, Jacques Deray, foi outro dos grandes parceiros de Belmondo, especialmente na fase mais comercial do ator. Os filmes do astro começaram a ficar parecidos e cada vez mais descartáveis a partir dos anos 1970. Títulos como “O Magnífico” (1973) e “O Incorrigível” (1975), ambos de Philippe de Broca, “Os Ladrões” (1971) e “Medo Sobre a Cidade” (1975), ambos de Henri Verneuil, “Animal” (1976), em que contracenou com Rachel Welch, ou mais adiante, “O Profissional” (1981), de Georges Lautner, “O Marginal” (1983) e “O Solitário” (1987), dirigidos por Jacques Deray, eram sucessões de cenas de ação que exploravam feitos físicos. Assim como Tom Cruise hoje em dia, Belmondo dispensava dublês e fazia as cenas arriscadas por conta própria, o que o levou a se ferir várias vezes durante as filmagens. Um de seus desempenhos mais arriscados foi em “Medo Sobre a Cidade”, em que se pendurou num helicóptero a vários metros de altura e precisou se equilibrar no alto de um trem de metrô em movimento. Mas o estilo de herói de ação charmoso de Belmondo não demorou a ficar ultrapassado, diante da brutalidade dos filmes americanos com Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger. E um grave ferimento no set da comédia policial “Hold-Up”, de Alexandre Arcady em 1985, ajudou a pôr fim ao reinado do ator no gênero. Após quase 50 filmes com mais de milhão de ingressos vendidos em duas décadas, “O Solitário” (1987) marcou sua despedida das produções agitadas. “Não quero virar o avô voador do cinema francês”, disse ele na época. Nos anos que se seguiram, Belmondo desacelerou. Ele voltou aos palcos, interpretando Cyrano de Bergerac em 1989, e passou a se dedicar a dramas e adaptações de clássicos da literatura. A nova fase lhe permitiu reencontrar o mestre da nouvelle vague Claude Lelouch em dois filmes, “Itinerário de um Aventureiro” (1988) e na adaptação de “Os Miseráveis” (1995). O primeiro lhe rendeu o único César (o Oscar francês) de sua carreira. E para surpresa de todos, Belmondo simplesmente se recusou a receber o troféu. Sua trajetória sofreu outro baque em 2001, quando teve um derrame. Ele só voltou ao trabalho em 2008 para um último longa-metragem, “Un Homme et Son Chien” (Um homem e seu cachorro), sobre um idoso rejeitado pela sociedade. Defensor apaixonado do cinema francês, Belmondo recusou vários convites para filmar em Hollywood e usou sua popularidade para denunciar o impacto negativo do monopólio de distribuição dos filmes americanos em seu país, que ele considerava culpado por estrangular a produção francesa ao ocupar todas as telas disponíveis. Em 2011, foi homenageado duplamente pelos festivais de Cannes e Veneza, respectivamente com uma Palma de Ouro e um Leão de Ouro honorários por todas as suas realizações como ator. Mas a maior homenagem de sua carreira foi conferida pelos fãs, que transformaram seus filmes nos maiores sucessos do cinema de seu país.

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