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23 de outubro de 2026
  • Etc,  Série

    Tim Donnelly (1944-2021)

    23 de setembro de 2021 /

    O ator Tim Donnelly, que interpretou o bombeiro piadista Chet Kelly nas seis temporadas da série clássica “Emergência!”, morreu na sexta-feira (17/9) em sua casa em Santa Fé, Novo México, de complicações de uma cirurgia. Ele tinha 77 anos. Timothy David Donnelly era filho de Paul Donnelly, vice-presidente de produção da Universal Pictures, neto do ator Pat O’Malley (“Vampiros de Almas”) e irmão mais novo do ator mirim e futuro diretor Dannis Donnelly, e com essas credenciais decidiu tentar a carreira de ator ainda na adolescência. Sua estreia aconteceu como figurante em “Assassino Público Número Um”, filme do gângster Baby Face Nelson lançado em 1957. Mas ele acabou se limitando a uma carreira televisiva. Após uma década de figurações em episódios de “O Homem de Virgínia”, “Havaí Cinco-0”, “Dragnet 1967” e “Adam-12”, foi escalado para seu primeiro e único papel fixo, como o bombeiro Chet de “Emergência!”. Precursora das séries de atendimentos de emergência, que viraram moda na TV americana nos últimos anos, a produção desenvolvida por Robert A. Cinader (criador de “Adam-12”) e Harold Jack Bloom (criador de “Projeto UFO”), acompanhava o trabalho da Estação 51 do Corpo de Bombeiros, além de de paramédicos, policiais e médicos de pronto socorro de Los Angeles. Junto com Donnelly, o elenco destacava ainda Robert Fuller (astro de “Laramie”), Kevin Tighe (visto na série “Lost”), Julie London (“A Casa Vermelha”) e Bobby Troup (“M*A*S*H”), entre outros. Donnelly participou dos 122 episódios da série, que durou de janeiro de 1972 até maio de 1977, geralmente ajudando a aliviar o clima tenso com piadas no corpo de bombeiros. Mas, depois disso, ele apareceu basicamente apenas em projetos dirigidos por seu irmão, Dennis Donnelly, como o terror slasher “Na Senda do Crime” (1978) e episódios das séries “Projeto UFO”, “Enos”, “Vega$” e “O Esquadrão Classe A”.

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  • Etc,  Filme

    Roger Michell (1956–2021)

    23 de setembro de 2021 /

    O diretor Roger Michell, que fez o popular blockbuster romântico “Um Lugar Chamado Notting Hill”, morreu na quarta-feira (22/9) aos 65 anos. Ao anunciar o falecimento, a família do cineasta não revelou a causa nem o local do falecimento. Nascido na África do Sul, Michell teve uma carreira teatral de sucesso no Reino Unido, com passagens pelo Royal Court Theatre, pela Royal Shakespeare Company, onde foi diretor residente, e pelo National Theatre, entre outros palcos tradicionais do teatro britânico. Ele fez a transição para as telas no começo dos anos 1990, dirigindo a minissérie “Downtown Lagos” (1992) para a BBC e consagrando-se no ano seguinte com a enormemente aclamada “The Buddha of Suburbia” (1993), adaptação do romance homônimo de Hanif Kureishi estrelada pelo então jovem Naveem Andrews (“Lost”). Michell também dirigiu o clipe da música-tema da atração, composta por ninguém menos que David Bowie. Em seguida, assinou seu primeiro longa televisivo, “Persuasion”, adaptação do romance homônimo de Jane Austen, que venceu o BAFTA, troféu da Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas, como Melhor Telefilme de 1995. A repercussão positiva dos trabalhos na TV o levou ao cinema. A estreia aconteceu em 1997 com “My Night with Reg”, drama centrado numa noite de reminiscências de um grupo de homossexuais ingleses depois que um de seus amigos morre de AIDS. Ele ainda fez outro drama, “Lutando Pela Paz” (1998), sobre a tensa situação política na Irlanda do Norte, antes de filmar a obra que mudou o rumo de sua carreira. Escrita pelo mestre das comédias românticas britânicas Richard Curtis, “Um Lugar Chamado Notting Hill” (1999) trazia Julia Roberts como uma estrela de Hollywood que se apaixonava, contra todas as possibilidades, por um livreiro inglês acanhado, interpretado por Hugh Grant. Cheia de personagens pitorescos, cenários londrinos e situações divertidas, a produção virou um fenômeno, estourou bilheterias em todo o mundo e levou Hollywood a assediar o diretor com vários projetos. Michell tentou mostrar versatilidade ao optar por estrear no cinema americano com o suspense “Fora de Controle” (2002), estrelado por Ben Affleck e Samuel L. Jackson. Mas o filme fracassou nas bilheterias. Frustrado, o diretor decidiu retomar a parceria com Hanif Kureishi, filmando dois roteiros do escritor de “The Buddha of Suburbia”: o drama “Recomeçar” (2003), com Daniel Craig, e a comédia “Venus” (2006), que rendeu ao astro Peter O’Toole sua indicação final ao Oscar de Melhor Ator. Ele chegou a ensaiar uma especialização em comédias, fazendo três em sequência: “Uma Manhã Gloriosa” (2010) com Rachel McAdams, “Um Final de Semana em Hyde Park” (2012) com Bill Murray e “Um Fim de Semana em Paris” (2013) com Lindsay Duncan e Jim Broadbent. Mas interrompeu a tendência com a minissérie “The Lost Honour of Christopher Jefferies”, que lhe rendeu um novo BAFTA em 2014, e preferiu variar os estilos de seus últimos longas. Seus trabalhos finais foram a adaptação gótica de “Minha Prima Raquel” (2017), baseada no romance de mistério de Daphne Du Maurier, em que Rachel Weisz viveu uma Viúva Negra fatal, o melodrama “A Despedida”, com Susan Sarandon no papel de uma mãe com doença terminal, e “The Duke” (2020), comédia com Jim Broadbent e Helen Mirren sobre um roubo de arte histórico.

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  • Etc,  Série

    Brasil disputa Emmy Internacional com cinco atrações

    23 de setembro de 2021 /

    O Emmy Internacional divulgou a lista de indicados de sua edição deste ano e o Brasil está representado por cinco atrações. As produções da Globo foram os grandes destaques da lista, que inclui a telenovela “Amor de Mãe”, a série de curta duração “Diário de um Confinado”, a minissérie “Todas as Mulheres do Mundo” e o documentário “Cercados”. As quatro produções indicadas estão disponíveis no Globoplay. A quinta produção indicada foi o documentário “Emicida: AmarElo – É Tudo pra Ontem”, produzido pela Netflix, que mostra os bastidores do show histórico do rapper Emicida no Theatro Municipal de São Paulo e concorre na categoria de programação artística. Os vencedores serão anunciados em 22 de novembro, durante cerimônia de premiação em Nova York.

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  • Etc,  TV

    Luiz Carlos Araújo teria morrido por asfixia acidental

    22 de setembro de 2021 /

    A morte misteriosa do ator Luiz Carlos Araújo, que atuou na novela “Carinha de Anjo”, do SBT, foi causada por uma asfixia acidental. A informação foi confirmada após análise do laudo do IML (Instituto Médico Legal). Segundo a perícia, o artista tinha drogas no organismo quando morreu. Ele foi encontrado com um saco preto na cabeça, que teria sido responsável pela asfixia, e a morte pode ter sido relacionada à práticas sexuais. Divulgado à imprensa, o laudo do IML diz o seguinte: “Consta da ocorrência que a vítima foi encontrada com um saco preto na cabeça, prática essa conhecia em Literatura Médica como re-respiração, usada com certa frequência para aliviar a respiração rápida e descontrolada em situações de ansiedade e em muitas práticas de asfixiofilia/parafilias, com o intuito de aumentar o teor de dióxido de carbono e diminuir o teor de oxigênio, variações estas que causam vasodilatação ou vasoconstrição de vasos extra e endocranianos. Tal prática pode ter como complicação a asfixia por confinamento (troca do ar respirável por ar irrespirável)”. A conclusão é que “a associação de antidepressivos, cocaína e álcool, com consequente rebaixamento do nível de consciência, associada ao confinamento foram as causas da morte (acidental)”. O atual namorado do ator, identificado como visitante frequente por testemunhas, prestou esclarecimentos sobre o caso nesta quarta (22/9) após ser chamado pela Polícia Civil. A polícia chegou a considerar uma hipótese de homicídio para a morte do ator. Luiz Carlos Araújo foi encontrado morto em casa, deitado na cama de cuecas e com um saco preto na cabeça, durante o fim de semana passado. Sem contato com o amigo, que não atendia o celular há dias, a atriz Marilice Cosenza (“Amor e Revolução”) foi quem mobilizou o porteiro do apartamento do ator no sábado passado para verificar o que havia acontecido. “Ninguém atendeu a porta. O porteiro foi, tocou e sentiu um cheiro muito forte do apartamento. Chamaram a polícia e um chaveiro. Abriram o apartamento e encontraram o Luiz na cama, já falecido. Parece que ele estava ali há uns três, quatro dias”, disse a atriz à imprensa na ocasião. Ela era uma das melhores amigas e parceira de Araújo numa produtora de vídeos.

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  • Etc

    Antonia Fontenelle é enquadrada em crime de racismo

    22 de setembro de 2021 /

    Antonia Fontenelle foi indiciada pela Polícia Civil da Paraíba pelo crime de preconceito e racismo por comentários sobre o caso de DJ Ivis – preso por agredir a ex-mulher, Pamela Hollanda. A atriz que virou youtuber utilizou expressões como “esse paraíbas” e “paraibada”, consideradas preconceituosas de acordo com investigação, As investigações tiveram o apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Fontenelle deu depoimento sobre o caso à polícia do Rio e, durante o interrogatório, disse que utilizou a expressão xenofóbica para se referir só ao DJ. Ela falou que não pretendia ofender a população da Paraíba ou qualquer outro nordestino nem quis se mostrar superior. Mas o inquérito da 1ª Delegacia de Polícia Civil de João Pessoa, aberto em julho e encerrado nesta quarta (22/9), realizou uma perícia nos vídeos que circularam nas redes sociais e chegou à conclusão que o caso se enquadrada na Lei do Racismo, que prevê multa por crime de preconceito ou discriminação e pena de reclusão de 1 a 3 anos. Ao comentar a agressão de Ivis, Fontenelle se manifestou da seguinte forma: “Esses paraíbas fazem um pouquinho de sucesso e acham que podem tudo”. Posteriormente, ela tentou se justificar a expressão no Instagram. “Paraíba é força de expressão, quem faz ‘paraibada’, como por exemplo bater em mulher. Esses machos escrotos que ganham uns trocados e acham que podem tudo”, disse. A justificativa teria reincidido na xenofobia. Até a vencedora do “BBB 21”, Juliette Freire, comentou, sem citar o nome da youtuber, que se tratava de ofensa. “Não é força de expressão, é xenofobia. Não existe ‘ser Paraíba’ e ‘fazer paraibada’. Existe ser PARAIBANA/O, o que sou com muito orgulho. Tire seu preconceito do caminho, que vamos passar com a nossa cultura e não vamos tolerar atitudes machistas e xenofóbicas de lugar algum…”. Com a repercussão do caso, os advogados de Fontenelle afirmavam que a acusação de racismo era caluniosa e baseada em distorção dos fatos. “A Antonia está sendo vítima de calúnia, pois teve a fala deturpada e retirada de um contexto, quando manifestou indignação nas redes sociais a respeito da violência doméstica praticado pelo DJ Ivis contra a esposa, fato divulgado em mídia nacional”, afirmou um comunicado dos responsáveis pela defesa da atriz. “Ela jamais teve a intenção de ofender o povo da Paraíba, apenas manifestou opinião sobre o covarde comportamento de um paraibano em específico, do qual temos certeza que não é orgulho para nenhum de seus conterrâneos no momento. O Delegado que determinou a instauração do inquérito policial certamente está sendo induzido a erro, mudaram o foco da questão. Com a investigação será elucidado o fato específico, minha cliente não cometeu o suposto crime alegado. A situação vem causando um abalo imensurável à honra de Antonia, e eventual denúncia caluniosa será apurada, sob as penas da Lei”, acrescentou o texto. Essa não foi a primeira acusação de xenofobia contra Antonia Fontenelle. Em fevereiro, ela foi indiciada pelos crimes de racismo e xenofobia após dizer que Giselle Itié deveria voltar para o México, país onde a atriz nasceu.

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  • Etc

    Melvin Van Peebles (1932–2021)

    22 de setembro de 2021 /

    O cineasta Melvin Van Peebles, diretor pioneiro do cinema afro-americano, responsável pelo surgimento do gênero classificado como “blaxploitation”, morreu na terça (21/9) em sua casa em Manhattan, Nova York, aos 89 anos. Considerado por muitos como o inventor do cinema negro moderno, ele também foi ator, romancista, produtor de teatro, compositor, músico e pintor. Determinado a fazer carreira como cineasta, ele começou a carreira artística rodando curtas que esperava que lhe abrissem as portas de Hollywood. Mas quando não conseguiu trabalho comercial em Los Angeles, mudou-se com a esposa e seus filhos, Megan e Mario, para a Europa, acreditando que lá enfrentaria menos racismo. Foi durante sua passagem pela Holanda, quando estudou no Teatro Nacional Holandês e iniciou sua trajetória como ator, que Melvin Peebles decidiu acrescentar “Van” a seu sobrenome. Confirmando sua previsão, ele conseguiu estrear como diretor na França, quando morava em Paris, escrevendo e dirigindo seu primeiro longa, “La Permission”, em 1967, sobre um soldado negro americano que sofria represálias por namorar uma francesa branca. A repercussão positiva daquele filme chamou a atenção da Columbia Pictures que o contratou para dirigir o clássico “A Noite em que o Sol Brilhou” (Watermelon Man) em 1970. Sátira racial, o longa marcou época por mostrar a transformação mágica de um branco racista num afro-americano. O que poucos sabem é que Van Peebles se recusou a filmar o final original do roteiro de Herman Raucher, que mostrava o racista acordando de um pesadelo e voltando a ser branco. “Ser negro não vai ser um pesadelo”, disse ele numa entrevista de 2014, contando como conseguiu mudar o final. Ele simplesmente prometeu aos produtores que também iria rodar o final original, deixando-os escolher o melhor na edição, mas ao terminar os trabalhos chegou diante dos executivos afirmando que “se esqueceu” de fazer a outra versão. A Columbia não reclamou. “A Noite em que o Sol Brilhou” se tornou um sucesso tão grande que o estúdio ofereceu ao diretor um contrato para três novos filmes. Mas queria comédias. Por isso, recusou-se a financiar o projeto que Van Peebles tinha em mente: “Sweet Sweetback’s Baadasssss Song”. O projeto recusado era um drama criminal barra-pesada, politizado e cheio de gírias, que apresentava o gueto do ponto de vista de negros, como Hollywood nunca tinha feito antes. A história acompanhava um gigolô que salvava um ativista Pantera Negra das mãos de policiais racistas e, por isso, precisava se esconder com a ajuda da comunidade e de alguns Hell’s Angels desiludidos. Diante da resistência do estúdio, Van Peebles foi à luta. Conseguiu um empréstimo de US$ 50 mil com o comediante Bill Cosby, após assinar um episódio da série “The Cosby Show”, para escrever, dirigir, produzir, musicar, editar, distribuir e estrelar seu filme do sedutor renegado que enfrentava o sistema. O dinheiro mal dava para começar, mas ele decidiu realizar o trabalho assim mesmo, da forma mais independente possível, sempre à beira da ruína e contando com a ajuda de vários voluntários. Como a produção não tinha apoio de nenhum estúdio, o diretor não conseguiu permissão municipal para filmar nas ruas de Los Angeles. Mas não se importou, rodando várias cenas enquanto fugia da polícia que tentava impedir os trabalhos. Após a miraculosa finalização, o filme continuou a enfrentar obstáculos e não conseguiu classificação indicativa para ser exibido nos cinemas. Recebeu um “X”, classificação usada para pornografia. E Van Peebles transformou mais essa dificuldade em propaganda, imprimindo camisetas com o slogan: “Classificação X… por um comitê totalmente branco”. Mas a classificação “X” criou mesmo problemas com a distribuição, a ponto de Van Peebles só conseguir dois cinemas de filmes adultos, em Atlanta e Detroit, para lançá-lo. Assim mesmo, para conseguir a exibição, precisou se comprometer com uma aposta de que se seu longa rendesse menos bilheteria que os títulos que estavam sendo exibidos, ele pagaria a diferença. As sessões lotaram. E o filme retornou 10 vezes o valor de seu orçamento em 19 dias, criando um boca-a-boca fortíssimo entre o público. Isso levou “Sweet Sweetback’s Baadasssss Song” a interessar distribuidores de outras cidades e, em pouco tempo, ser exibido em todas as grandes metrópoles com forte presença afro-americana. Ao final do ano, fechou sua bilheteria com mais de US$ 10 milhões de faturamento, tornando-se o filme independente mais bem-sucedido feito até então. Na época, o jornal The New York Times chamou Van Peebles de “o primeiro homem negro no show business a vencer o homem branco em seu próprio jogo”. “Sweet Sweetback’s Baadasssss Song” abalou Hollywood, mostrando que era possível filmar fora do sistema cinematográfico, e que havia um público sedento por lançamentos como aquele. Foi a deixa para o surgimento de um movimento cultural, batizado de “blaxploitation” por explorar temáticas negras, com histórias passadas no gueto, dirigidas e estreladas por artistas negros, e embaladas por poderosas trilhas de funk. Para dar noção do tamanho do impacto, antes de “Sweet Sweetback’s Baadasssss Song”, “Shaft” seria um filme sobre um detetive branco. A Warner mudou tudo para pegar carona no fenômeno, criando uma verdadeira franquia blaxploitation. Mas a influência de Van Peebles não foi só cinematográfica. A trilha do longa, criada pelo próprio cineasta, também lançou moda sonora, sendo considerada um dos primeiros protótipos do gênero musical que, anos depois, viria a ser chamado de rap. Seu filme seguinte, “Don’t Play Us Cheap”, foi a adaptação de um musical que ele próprio escreveu e musicou para a Broadway. O espetáculo recebeu indicações para o Tony em 1972, mas o longa não teve o mesmo sucesso, com uma trama centrada nas tentativas frustradas de demônios para acabar com uma festa no Harlem. Ele levou 17 anos para voltar a filmar, fazendo a comédia “Identity Crisis” em 1989, estrelada por seu filho, Mario Van Peebles, como um rapper durão possuído pela alma de um estilista gay de moda. O diretor também comandou o filho em “Gangue do Mal” (1996), sobre um policial negro que descobre uma organização racista dentro de sua delegacia. E encerrou a carreira de diretor com “Confessionsofa Ex-Doofus-ItchyFooted Mutha” em 2007, um filme semibiográfico sobre um aventureiro que viaja o mundo apenas para voltar para casa com histórias para contar. Paralelamente à carreira de cineasta, ela também construiu uma vasta filmografia como ator, aparecendo até em sucessos de Eddie Murphy e Arnold Schwarzenegger, como, respectivamente, “O Príncipe das Mulheres” (1992) e “O Último Grande Herói” (1993). Além disso, foi habitué dos filmes do filho, como o western “Posse” (1993) e o drama histórico “Panteras Negras” (1995). Mario Van Peebles seguiu os passos de Melvin para virar um diretor bem-sucedido. E um de seus filmes mais elogiados foi justamente uma reconstituição das filmagens históricas de “Sweet Sweetback’s Baadasssss Song”, intitulada “O Retorno de Sweetback” (2003), em que interpretou o próprio pai. A filmografia de Melvin Van Peebles foi totalmente restaurada e vai ganhar lançamento em Blu-ray dentro da prestigiosa coleção Criterion na próxima semana nos EUA.

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  • Etc

    Johnny Depp aproveita homenagem para reclamar de seu cancelamento

    22 de setembro de 2021 /

    O Festival de San Sebastian serviu de palco para Johnny Depp voltar à tona e condenar a “cultura do cancelamento” nesta quarta-feira (22/9). O ator americano deu uma entrevista coletiva ao ser homenageado com o Prêmio Donostia, dedicado às realizações profissionais de sua carreira, e aproveitou a oportunidade para desempenhar o papel de vítima. Segundo Depp, “ninguém está a salvo” dos julgamentos “instantâneos”. “Esses movimentos que surgiram, imagino que com a melhor das intenções, saíram do controle e eu posso afirmar: ninguém está a salvo”, disse Depp em coletiva de imprensa. “Nenhum de vocês está salvo, desde que alguém esteja disposto a dizer qualquer coisa. Basta uma frase, não precisa fundamento, e o tapete é puxado. Não é só comigo que aconteceu. Já aconteceu com muita gente”. O detalhe é que a entrevista foi interrompida por alguém que ligou uma gravação com o depoimento da ex-esposa do ator, Amber Heard, descrevendo as agressões sofridas nas mãos de Depp. A gravação veio do julgamento midiático do ano passado, que colocou o relacionamento do casal sob profundo escrutínio judicial, resultando numa sentença que apontou Depp como responsável por agressões no plural contra a ex-esposa durante o casamento. “Que mensagem deseja passar a direção do Festival de San Sebastián? (…) Que as acusações de uma mulher não são confiáveis? (…) Que a arte está acima do bem e do mal?”, questionou a Associação de Mulheres Cineastas e de Meios Audiovisuais (CIMA), numa das muitas condenações à homenagem de San Sebastian. Em resposta, o festival confirmou que pensa igual ao ator, justificando a homenagem como um alerta contra o “linchamento nas redes sociais”. “Depp não foi detido, não foi acusado no tribunal nem condenado por maus-tratos, (então) quando alguém diz que ele é um agressor, esta pessoa está fazendo juízos de valor que vão além daqueles dos juízes”, declarou à AFP o diretor do festival, José Luis Rebordinos. Para dar contexto às palavras de Rebordinos, vale a pena recordar o que disse o juiz Andrew Nicol, responsável pelo processo em que Depp saiu derrotado. “Eu percebi que a grande maioria dos alegados ataques à Sra. Heard pelo Sr. Depp foram comprovados”, disse Nicol. O juiz aceitou 12 dos 14 relatos da atriz como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos diante da irmã e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto o casal estava na Austrália para as filmagens de “Piratas do Caribe 5”. No julgamento, Heard ainda testemunhou que chegou a temer por sua vida, e Depp acabou confessando ter lhe dado uma cabeçada. Isto aconteceu depois que o áudio de uma discussão do casal veio à tona, em que o ator diz: “Eu te dei uma cabeçada na p*** da sua testa. Isso não quebra um nariz”. Resultado de um processo aberto pelo próprio Depp, ao decidir processar um jornal britânico que o chamou de “espancador da esposa”, as duas semanas de julgamento em Londres também revelaram seus hábitos de excessos de drogas, bebidas e seu extravagante estilo de vida, o que prejudicou sua imagem e o levou a ser desligado da franquia “Animais Fantásticos”, derivada do universo de Harry Potter. Para completar, seu último filme finalizado, “Minamata”, foi lançado direto para locação digital, de modo a evitar lhe dar oportunidade de dar qualquer outra declaração polêmica. Após virar judicialmente um “espancador de esposa”, seu único projeto em andamento é a dublagem de uma série animada infantil italiana, intitulada “Puffins”. Outra revelação feita no julgamento foi que o mesmo astro que agora é contra cancelamentos já tentou ser cancelador. O ator se esforçou para fazer a Warner demitir Amber Heard de “Aquaman” como retaliação por seu divórcio e teria ligações com uma campanha de “fãs” para cancelar a atriz nas redes sociais com o mesmo objetivo: tirá-la de “Aquaman 2”. Diante do juiz Andrew Nicol, ele confessou: “Eu estava me sentindo bastante amargo. Eu disse que queria que ela fosse substituída na sequência de ‘Aquaman’”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Festival de San Sebastián (@sansebastianfes)

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  • Etc

    Uma Thurman revela aborto na adolescência em protesto contra leis conservadoras

    22 de setembro de 2021 /

    A atriz Uma Thurman publicou um artigo contundente no jornal The Washington Post para protestar contra a proibição do aborto no Texas. Para se manifestar sobre o avanço conservador nos EUA, ela compartilhou o que chamou de seu “segredo mais sombrio”: um aborto na adolescência. Hoje com 51 anos e mãe de três filhos, a estrela de “Kill Bill” revelou ter engravidado de um homem mais velho no começo de sua carreira de atriz, e disse que sua vida teria tido um rumo muito diferente se não tivesse abortado na ocasião. “Comecei minha carreira de atriz aos 15, trabalhando em um ambiente onde muitas vezes era a única criança na sala. Eu vivia com uma mala na Europa, longe da minha família e prestes a começar um trabalho. Lutei para descobrir o que fazer. Eu queria ficar com o bebê, mas como?”, ela escreveu. Segundo Uma, a decisão de abortar foi feita com todo o apoio de sua família. “Nunca tínhamos falado sobre sexo antes. Esta foi a primeira vez e foi terrível para todos nós. Eles me perguntaram sobre a situação do meu relacionamento – não era viável – e me alertaram sobre como seria difícil criar um bebê na adolescência sozinha. Minha fantasia infantil de maternidade foi corrigida profundamente enquanto eu pesava as respostas para perguntas muito precisas. Eu estava apenas começando na minha carreira e não tinha os meios para fornecer uma casa estável, nem mesmo para mim”. A atriz revelou ter feito o procedimento com a ajuda de uma amiga mais velha na Alemanha. No consultório na cidade de Colônia, ela recebeu anestesia local e fez o aborto. “Fiquei acordada na mesa enquanto o médico, que era um homem gentil, explicava cada etapa do processo conforme acontecia. Doeu terrivelmente, mas não reclamei. Eu havia internalizado tanta vergonha que sentia que merecia a dor”, contou. “Meus dedos estavam firmemente travados em meu peito e, quando o procedimento foi feito, o médico olhou para mim e disse: ‘Você tem mãos lindas – você me lembra minha filha’. Esse único gesto de humanidade está gravado em minha mente como um dos momentos mais compassivos que já experimentei. Aos seus olhos, eu era uma pessoa, era uma filha, ainda era uma menina”, disse ela. Uma diz que nunca superou a dor dessa história. “Esse tem sido o meu segredo mais sombrio até agora”, afirmou. Ao mesmo tempo, disse que não se arrepende da decisão. Para ela, isso lhe permitiu ter filhos quando estava pronta, com um lar estável. “O aborto que fiz na adolescência foi a decisão mais difícil da minha vida, que me angustiava na época e que ainda hoje me entristece, mas foi o caminho para uma vida cheia de alegria e de amor. Optar por não manter aquela gravidez precoce me permitiu crescer na carreira e me tornar a mãe que eu queria e precisava ser”, disse ela. Uma é mãe de Maya e Levon, com o ex-marido Ethan Hawke, e de Luna, com o ex-noivo Arpad Busson. A atriz ressaltou que estava compartilhando sua história para manifestar apoio às mulheres do Texas. “Não tenho nada a ganhar com essa divulgação e talvez muito a perder. Ao revelar o buraco que essa decisão abriu em mim, espero que alguma luz brilhe, alcançando mulheres e meninas que podem sentir vergonha, não podem se proteger e não nem apoio ou autoridade para tomar a mesma decisão. Posso garantir que ninguém vai parar naquela mesa de propósito”, disse. De acordo com ela, a lei do estado do Texas representa mais uma discriminação contra quem não tem poder aquisitivo para fazer um procedimento seguro. “Esta lei é mais uma ferramenta discriminatória contra aqueles que estão em desvantagem econômica. Mulheres e filhos de famílias ricas mantêm todas as opções do mundo e enfrentam poucos riscos. Estou muito triste, também, que a lei opõe cidadão contra cidadão, criando novos vigilantes que atacarão essas mulheres desfavorecidas, negando-lhes a escolha de não ter filhos para os quais não estão equipadas para cuidar, ou extinguindo suas esperanças para a família futura que poderiam escolher”, concluiu. Em seu Instagram pessoal, a atriz ainda acrescentou: “Eu compartilhei minha tristeza particular para compartilhar a pressão com nossas filhas e irmãs. Estamos juntas nisto”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Uma Thurman (@umathurman)

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    Willie Garson (1964–2021)

    21 de setembro de 2021 /

    O ator Willie Garson, que estrelou as séries “Sex and the City” e “White Collar”, morreu nesta terça (21/9) aos 57 anos, de uma doença não esclarecida. A causa da morte não foi divulgada. Garson formou-se com um mestrado em Belas Artes pela Yale School of Drama no começo dos anos 1980, e logo após a graduação começou a aparecer em pequenos papéis em alguns dos programas de televisão mais populares da época, incluindo “Cheers” (1982), “Family Ties” (1982) e “LA Law” (1986). Sua carreira começou a decolar nos 1990, conquistando papéis maiores em atrações como “Contra Tempos” (Quantum Leap), “Louco por Você” (Mad About You), “Arquivo X” (X-Files), “Friends” e “Twin Peaks”, além de participações em sucessos de bilheteria, incluindo “O Feitiço do Tempo” (1993), onde interpretou o assistente de Bill Murray, “Marte Ataca!” (1996), de Tim Burton, o impagável “Quero Ser John Malkovich” (1999), de Spike Jonze, e vários filmes de Peter e Bobby Farrelly, como “Kingpin: Estes Loucos Reis do Boliche” (1996), “Quem Vai Ficar com Mary?” (1998) e “Amor em Jogo” (2005). As pequenas participações ficaram definitivamente para trás quando ele entrou na popular série da HBO “Sex and the City” em 1998, no papel do agente de talentos Stanford, o espirituoso e estiloso melhor amigo de Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker). Garson reprisou o papel nos dois filmes da franquia, “Sex and the City” (2008) e “Sex and the City 2” (2010), e estava gravando os episódios da nova série derivada, “And Just Like That…” para a HBO Max. Depois de “Sex and the City”, ele conseguiu ainda mais destaque ao viver o astuto vigarista Mozzie em “White Collar”, grande sucesso da USA Network, entre 2009 e 2014. Exibida na TV Globo como “Crimes do Colarinho Branco”, a série girava em torno de um larápio refinado, Neal Caffrey, papel que consagrou o ator Matt Bomer. Na trama, Caffrey fazia um acordo com o FBI para ajudar em investigações de roubos de arte e assim evitar sua prisão. Só que, paralelamente, seguia sua própria agenda golpista com a ajuda de Mozzie. Mais recentemente, ele apareceu como um novo vigarista, Gerald Hirsch, de forma recorrente no reboot de “Hawaii Five-0”, de 2015 a 2020, dublou a série “Big Mouth” da Netflix e foi o criminoso Steve Lomeli, companheiro de cela de Lex Luthor em “Supergirl” (em 2019 e 2020). “Willie Garson foi na vida, assim como na tela, um amigo dedicado e uma luz brilhante para todos em seu universo”, disse a HBO em um comunicado. “Ele criou um dos personagens mais queridos do panteão da HBO e foi membro de nossa família por quase 25 anos. Ficamos profundamente tristes ao saber de seu falecimento e estendemos nossas sinceras condolências à sua família e entes queridos.” Mario Cantone, parceiro de Garson em “Sex and the City”, prestou homenagem a seu amigo no Twitter. “Eu não poderia ter tido um parceiro de TV mais brilhante”, ele tuitou. “Estou arrasado e oprimido pela tristeza. Retirado de todos nós tão cedo. Você foi um presente dos deuses. Descanse, meu doce amigo. Eu amo Você.” “A família ‘Sex and the City’ perdeu um dos seus integrantes. Nosso incrível Willie Garson”, escreveu Michael Patrick King, produtor executivo de “Sex and the City” e “And Just Like That…”. “Seu espírito e dedicação ao seu ofício estavam presentes todos os dias nas gravações de ‘And Just Like That’. Ele estava lá – dando-nos tudo de si – mesmo quando estava doente. Sua infinidade de dons como ator e pessoa fará falta para todos. Neste momento triste e escuro, somos confortados por nossa memória de sua alegria e luz”, completou. Seu colega em “White Collar” também se manifestou. “Willie. Não entendo. E não é justo”, escreveu Matt Bomer. “Você me ensinou muito sobre coragem, resiliência e amor. Ainda não consigo imaginar viver em um mundo sem você – onde não posso ligar para você quando preciso rir ou me inspirar”, acrescentou. “Eu te amo para sempre Willie Garson. Você seguirá vivo em nossos corações e mentes, e sua família ‘White Collar’ estará sempre aqui para Nathen”. Garson adotou um filho, Nathen, em 2009, e se tornou uma defensor ferrenho da adoção de crianças, tendo servido duas vezes como porta-voz do Dia Nacional de Adoção. Nathen também prestou homenagem a Garson no Instagram, escrevendo: “Eu te amo muito papai. Descanse em paz e estou tão feliz que você compartilhou todas as suas aventuras comigo e foi capaz de realizar tanto. Estou tão orgulhoso de você. Sempre amarei você, mas acho que é hora de você embarcar em uma aventura só sua. Você sempre estará comigo. Te amo mais do que você jamais saberá e estou feliz que você possa estar em paz agora. Você foi a pessoa mais durona, engraçada e inteligente que conheci. Estou feliz que tenha compartilhado seu amor comigo. Jamais esquecerei.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mario Cantone (@macantone) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Matt Bomer (@mattbomer) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nathen Garson (@nathen_garson)

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    Atriz de “Elvira, a Rainha das Trevas” revela viver relação lésbica há 18 anos

    21 de setembro de 2021 /

    A atriz Cassandra Peterson, conhecida por encarnar a personagem Elvira, a Rainha das Trevas no cinema e na televisão, lançou uma autobiografia nesta semana, onde revela que vive em um relacionamento com outra mulher há 19 anos. O livro conta que as duas se conheceram em uma academia de ginásticas em Hollywood e, inicialmente, Cassandra achou que Teresa Wierson fosse um homem. “Muitas vezes, quando eu estava fazendo meu aquecimento na esteira, não podia deixar de notar um treinador em particular — bronzeado, tatuado e musculoso — andando pelo ginásio, de boné de malha puxado tão baixo sobre seus longos cabelos castanhos que quase cobriu seus olhos. Sombrio e meio quieto, ele exalava uma energia tão intensa que, quando cruzou o enorme piso do ginásio, as águas se abriram e as pessoas pararam para olhar”, escreveu a atriz. Ela só percebeu que aquela figura poderosa era uma mulher ao encontrá-la no banheiro feminino. Elas logo se tornaram boas amigas e, ao coincidentemente terminarem seus respectivos relacionamentos, decidiram morar juntas. O relacionamento começou como amizade, até o dia quem Cassandra sentiu vontade de beijar a coleguinha de apartamento. “Logo descobri que nos conectamos sexualmente de uma forma que nunca havia experimentado”, revelou a atriz, que afirma ter sido sempre heterossexual até namorar Teresa. Apesar do namoro se tornar sério, ele manteve a relação em segredo por quase duas décadas para “proteger a marca Elvira”, passando a apresentar a namorada como assistente. Mas o segredo acabou nesta semana. “Estou muito ciente de que haverá alguns fãs que ficarão desapontados e talvez até com raiva, mas eu tenho que viver comigo mesma, e, neste ponto da minha vida, tenho que ser sincera sobre quem eu sou. Pela primeira vez na minha vida, estou com alguém que me faz sentir segura, abençoada e verdadeiramente amada”, completa a eterna Elvira.

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    Mansão de Will Smith pega fogo

    21 de setembro de 2021 /

    A mansão de Will Smith e Jada Pinkett Smith em Calabasas, na Califórnia (EUA), foi vista em chamas por paparazzi locais na segunda-feira (20/9). Vídeos feitos na vizinhança mostraram muita fumaça e uma ambulância entrando na residência avaliada em US$ 42 milhões por volta das 15h30. Nesta terça, um porta-voz do Departamento de Bombeiros de Los Angeles confirmou que houve um “incêndio estrutural” que causou “danos por fumaça” na mansão. Ainda não se sabe onde o incêndio começou e muito menos o que o motivou. A boa notícia é que, apesar de ambulâncias e bombeiros terem ido até o endereço, não houve feridos. Will Smith e Jada Pinkett ainda não se pronunciaram sobre o ocorrido. Will Smith mansion: Fire trucks rush to actor’s Malibu home amid reports of blaze Fire trucks and an ambulance were seen Monday going to the $42 million dream home Will Smith built in Calabasas amid reports of a fire and someone being treated at the scene. pic.twitter.com/ris6ZcaPE3 — HÜSEYİN AVNİ KEMAL (@Hak2853) September 21, 2021 Will Smith and Jada Pinkett Smith are doing 'fine' after house fire https://t.co/lcFBhWiyCm pic.twitter.com/IPWbKPnac6 — Page Six (@PageSix) September 21, 2021

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    Netflix comemora seu “Emmy histórico”

    20 de setembro de 2021 /

    A Netflix celebrou seu recorde de vitórias no Emmy com declarações de seus executivos para a imprensa nesta segunda-feira (20/9). “Acho que a noite passada foi uma noite histórica em muitos aspectos”, disse Bela Bajaria, chefe de TV global da Netflix, em entrevista coletiva, referindo-se às 44 vitórias da plataforma no Emmy 2021. O número só tinha sido atingido uma única vez na história da Academia da Televisão, pela rede CBS em 1974. Mas este não foi o único feito da Netflix, como listou Bajaria. “Empatar o recorde de 44 vitórias da CBS em 1974, quando havia apenas três emissoras de TV concorrendo, foi histórico”, ela começou. “‘The Crown’ conquistar todas as sete categorias da Série de Drama foi histórico. Foi uma noite histórica para todo o streaming, que venceu os troféus de Melhor Drama, Comédia e Minissérie”, completou. Peter Friedlander, chefe do departamento de séries dos Estados Unidos e Canadá da Netflix, comparou a consagração de domingo (19/9) com o começo acanhado do streaming. “Eu estava aqui há oito anos quando começamos a ter as primeiras séries dramáticas com ‘House of Cards’ e não tínhamos nem mesmo ideia se seríamos elegíveis para o Emmy”, ele lembrou. “Então, chegar onde chegamos na noite passada, oito anos depois, foi uma mudança radical e muito emocionante.” Além do recorde de troféus, o Emmy 2021 também marcou a primeira vez que a Netflix ganhou mais prêmios do que qualquer outra plataforma ou canal, com larga vantagem para sua concorrente mais tradicional, a HBO – mesmo com a inclusão das séries da HBO Max na conta, o canal rival não passou de 19 vitórias no total. Junto de “The Crown”, Melhor Série de Drama, a Netflix também comemorou a conquista de “O Gâmbito da Rainha”, Melhor Minissérie de 2021, além de prêmios para várias outras produções.

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    Vitórias do streaming aumentam audiência do Emmy

    20 de setembro de 2021 /

    Que tal a ironia? Privilegiar atrações de streaming fez crescer a audiência televisiva do Emmy. De acordo com a consultoria Nielsen, a audiência da transmissão do Emmy 2021 no domingo (19/9) foi 16% maior que a registrada na premiação de 2020 na rede americana CBS. Ao todo, 7,4 milhões de telespectadores assistiram a cerimônia ao vivo, contra 6,3 milhões no ano passado, quando o Emmy registrou o pior público de sua História. Os números atuais representam a maior audiência do evento desde 2018, quando 10,2 milhões de telespectadores sintonizaram a disputa de troféus da Academia de Televisão dos EUA. Neste ano, a maioria dos candidatos vieram de plataformas digitais e as atrações da Netflix consagraram-se como as mais premiadas, marcando uma nova era para a “televisão”.

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