Casa de “Esqueceram de Mim” entra no Airbnb
A casa do filme “Esqueceram de Mim” entrou no Airbnb. A ação oferece a residência por apenas uma noite a quatro hóspedes pela bagatela de US$ 25. A casa onde Kevin McCallister passou seu Natal sozinho fica em Winnetka, Illinois, ao norte do centro de Chicago. E foi toda preparada para o Natal, com luzes, árvore decorada e enfeites. As reservas abrem no dia 7 de dezembro para a estadia no dia 12. Um bônus adicional é que os hóspedes serão recebidos pelo irmão mais velho de Kevin, Buzz, também conhecido como ator Devin Ratray. O Airbnb também fará uma doação ao Hospital Infantil La Rabida de Chicago para comemorar o raro evento.
Tommy Lane (1936–2021)
O ator Tommy Lane, que participou de “Com 007 Viva e Deixe Morrer” e “Shaft”, morreu na segunda-feira (29/11) no Florida Medical Center em Fort Lauderdale após uma longa luta contra a doença pulmonar obstrutiva crônica. Ele tinha 83 anos. Nascido e criado no bairro de Liberty City, em Miami, Lane começou a carreira de ator com participações da série “Flipper”, filmada na Flórida, entre os anos de 1964 e 1966, e chegou em Hollywood durante o auge da tendência blaxploitation, de filmes criminais de trilha soul e elenco negro. Sua estreia no cinema foi em “Rififi no Harlem” (1970), um dos primeiros lançamentos de blaxploitation. E logo em seguida foi enfrentar Shaft. No filme de 1971, Lane deu vida a um pequeno gângster chamado Leroy, capanga do rei do crime do Harlem, Bumpy (Moses Gunn). O destino de seu personagem foi ser jogado pela janela pelo detetive particular eternizado por Richard Roundtree. A participação marcante em “Com 007 Viva e Deixe Morrer” (1973) também foi como capanga. Filmadas na Jamaica e no estado de Louisiana, as cenas de Lane envolveram uma famosa perseguição de barco, além do característico racismo policial, a tentativa de transformar o James Bond vivido por Roger Moore em ração de crocodilos e uma saída de cena literalmente explosiva, com chamas para todos os lados. Ele também figurou em “Paixão pelo Perigo” (1973), estrelado por Burt Reynolds, “Ganja & Hess” (1973), “O Piloto” (1980), estrelado e dirigido por Cliff Robertson, “Eureka” (1983), dirigido por Nicolas Roeg, e na série “Carga Dupla” (Simon & Simon). Como a carreira de ator não lhe rendeu o reconhecimento que buscava, ele acabou trocando as telas pela música nos anos 1980, assumindo sua paixão pelo jazz como integrante da banda do clube Blue Note, em Nova York. Tocou trompete e flugelhorn por vários anos no clube mais tradicional do jazz americano.
Astro de novelas argentinas começa a ser julgado por estupro em São Paulo
Começa nesta nesta terça (30/12) em São Paulo um julgamento com alcance internacional e de grandes repercussões para o movimento #MeToo da América do Sul. Famoso por fazer novelas na Argentina, o ex-galã Juan Darthés enfrenta na 7ª Vara Criminal Federal a acusação de estupro de menor, em denúncia da atriz argentina Thelma Fardin (“Sou Luna”). O caso está sendo julgado no Brasil pois foi aqui que Darthés se refugiou após a denúncia, acreditando em impunidade por possuir dupla cidadania. Ele nasceu em São Paulo com o nome Juan Rafael Pacífico Dabul e voltou a morar no Brasil em 2018, quando o escândalo ganhou grande repercussão na Argentina. Fardin relata que o estupro aconteceu em 2009, quando ela tinha 16 anos e os dois fizeram uma viagem de trabalho à Nicarágua. Segundo a denúncia original, o ator se aproveitou da “relação de confiança” para cometer a agressão sexual em um hotel em Manágua, durante a divulgação internacional da novela infantil “Patinho Feio” (2007-2008), que ambos protagonizavam. À época, Darthés tinha 45 anos. A atriz registrou queixa na polícia nicaraguense, onde o processo começou a tramitar. Enquanto isso, Darthés estrelou mais quatro novelas na Argentina. A situação mudou em 2018, quando o Ministério público argentino passou a colaborar com a Justiça nicaraguense e iniciou um processo penal contra o ator visando extraditá-lo. Foi quando ele resolveu fugir para o Brasil. Vendo-o protegido no Brasil, Fardin tornou o caso público, numa iniciativa que deu início ao movimento #MeToo na Argentina. Após a denúncia se tornar conhecida, outras atrizes acusaram Darthés de assédio. Além disso, atrizes brasileiras, como Bruna Linzmeyer e Débora Falabella, iniciaram uma manifestação contra a permanência do ator no país. Darthés apostou no fato de as leis brasileiras não permitirem extradição de pessoas com cidadania nacional, mas esqueceu que o Código Penal prevê que podem ser julgados em território brasileiro por crimes cometidos no exterior. Em abril de 2021, o MPF (Ministério Público Federal) de São Paulo apresentou uma denúncia contra Darthés, que foi aceita pela Justiça Federal, com competência nesse caso por se tratar de um crime denunciado a partir de investigação que envolve diferentes países. Os MPFs de Brasil, Argentina e Nicarágua colaboraram por meio de acordos bilaterais e dentro do marco da Associação Iberoamericana de Ministérios Públicos para investigar e compartilhar provas. Mas isso nunca tinha acontecido antes em torno de um caso de violência sexual. “O caso da Thelma abre portas e percorre circuitos que já existem, mas não são muito conhecidos por quem denuncia crimes sexuais. Há muitos acordos de cooperação internacional que funcionam bem em casos de crimes contra a humanidade, mas em casos de abusos sexuais nem sempre. É um desafio pensar como mecanismos que já existem podem ser colocados à disposição para investigar abuso sexual”, disse Paola García Rey, diretora-adjunta da Anistia Internacional Argentina. Marcado para esta terça, ironicamente Dia da Amizade Brasil-Argentina, o julgamento de Juan Darthés começa uma semana após a sanção da Lei Mari Ferrer, que modifica o Código Penal brasileiro e proíbe o constrangimento de vítimas e testemunhas durante audiências e julgamentos relacionados a crimes sexuais. Para o advogado de Fardin, Martín Arias Duval, é um avanço importante e gera tranquilidade em relação ao que pode acontecer no julgamento desta terça. “As vítimas desse tipo de delito têm muita resistência em denunciar, não porque não queiram, mas porque sentem que não vão conseguir, porque têm medo de serem julgadas. Na nossa experiência, até agora a Justiça Federal de São Paulo conduziu tudo de maneira correta e tomou decisões dentro das regras do jogo. Nossa expectativa é que continue a velar pelo tratamento digno às testemunhas e à vítima.” Thelma Fardin tem atualmente 29 anos e estrelou este ano o longa “La Estrella Roja”, uma comédia com estrutura de falso documentário que arrancou elogios rasgados da crítica argentina.
Arlene Dahl (1925–2021)
A atriz Arlene Dahl, que estrelou a versão clássica de “Viagem ao Centro da Terra”, morreu nesta segunda (29/11) aos 96 anos. O anúncio foi feito por seu filho, o também ator Lorenzo Lamas (“Falcon Crest”) em seu Facebook. “Ela foi a influência mais positiva em minha vida”, ele escreveu. Dahl era conhecida pela beleza e por seus cabelos cor de fogo, que a transformaram em modelo de lingerie nos anos 1940 e namorada de John F. Kennedy, futuro presidente dos EUA, quando ele era senador por Massachusetts. Ela foi “descoberta” em Hollywood por ninguém menos que Jack Warner, fundador do estúdio Warner Bros., que se encantou ao vê-la numa campanha publicitária. Mas após ser aproveitada como simples figurante em seu primeiro filme, “Nossa Vida com Papai” (1947), Dahl fechou com a MGM para viver a personagem-título do musical “Minha Rosa Silvestre” (1947) – a irlandesa Rose Donovan, paixão da vida do tenor Chauncey Olcott (Dennis Morgan) – , chegando ao estrelato instantâneo com a ajuda de um colorido glamouroso. Mas apesar de seus cabelos vermelhos serem perfeitos para o technicolor, ela também estrelou alguns filmes famosos em preto e branco, como o drama de época “A Sombra da Guilhotina” (1949), sobre a Revolução Francesa, o western “Armadilha” (1950), dois dramas noir, “A Cena do Crime” (1949) e “O Mistério da Casa Grande” (1953), e três comédias com Red Skelton (outro ruivo famoso de Hollywood), “Pisando em Brasas” (1948), “Três Palavrinhas” (1950) e “O Homem das Calamidades” (1950). Neste período, ela se casou com o ator Lex Barker, um dos intérpretes mais conhecidos de Tarzan, mas o matrimônio durou só um ano (ele a trocou por Lana Turner). O relacionamento, porém, a influenciou a enveredar por aventuras épicas, colocando-a à frente do primeiro “Pantera Negra” (1952), filme sobre piratas do caribe, e “Legião do Deserto” (1953), em que viveu a princesa de uma cidade perdida do deserto argelino. Num desses filmes, “Sangari” (1953), sobre a luta pela independência dos EUA, conheceu o segundo marido, o argentino Fernando Lamas. Os dois voltaram a contracenar em “O Caçador de Diamantes”, lançado no mesmo ano, e se casaram no ano seguinte. Alguns de seus melhores papéis são desta fase, incluindo a comédia “O Mundo é da Mulher” (1954) e as tramas noir em que se consagrou como femme fatale: “O Poder do Ódio” (1956), “Lodo na Alma” (1956) e “A Fortuna é Mulher” (1957). Lançado em 1959, “Viagem ao Centro da Terra” acabou se tornando seu filme mais popular. Na superprodução da 20th Century Fox, ela interpretou uma viúva determinada que vai para o centro do planeta com Pat Boone e um pato de estimação. Concebido como resposta da Fox a “20.000 Léguas Submarinas” (1954), da Disney – ambos eram adaptações de clássicos literários de Jules Verne – , acabou impressionando público e crítica com seus efeitos visuais, indicados ao Oscar da categoria. Além do sucesso nas telas, a atriz se consagrou como empresária, transformando o convite par escrever uma coluna de beleza no jornal Chicago Tribune num negócio extremamente lucrativo. Ela fundou a Arlene Dahl Enterprises, que passou a comercializar lingerie e cosméticos, inventou o Dahl Beauty Cap, um boné de tricô para as mulheres usarem para dormir e evitar que o cabelo ficasse bagunçado e também desenvolveu uma linha de roupas boudoir, incluindo camisolas, négligées e pijamas relaxantes. Paralelamente, passou a publicar livros com dicas de beleza. O primeiro foi publicado em 1965 e vendeu mais de 1 milhão de exemplares. Vieram mais 14 nos anos seguintes. O começo da década também marcou o fim de seu casamento com Llamas e uma mudança de prioridades. Não por acaso, optou por se afastar das telas, voltando apenas em 1969 pelo prazer de fazer filmes franceses – ela estrelou duas produções na França, “Os Caminhos de Katmandou”, de André Cayette, e “Du Blé en Liasses”, de Alain Brunet. Milionária, Dahl se desinteressou por Hollywood. Entretanto, sua vida sofreu uma reviravolta inesperada. Um de seus seis maridos a deixou com uma pilha de dívidas impagáveis e, em 1980, ela pediu concordata, o que a levou a voltar a atuar. A partir daí, participou como convidada de vários episódios de “O Barco do Amor” e entrou na novela “One Life to Live”, onde permaneceu por alguns anos. Em 1991, contracenou pela primeira e única vez com o filho Lorenzo no thriller de ação “A Noite do Guerreiro Americano”, despedindo-se das telas no final daquela década, com passagens pelas série “Renegade” e “Air America”.
David Gulpilil (1953–2021)
David Gulpilil, ator australiano de longa carreira e filmografia repleta de clássicos, reencontrou seus ancestrais durante o fim de semana. Ele tinha 68 anos e sofria de câncer de pulmão desde 2017. Integrante do clã Mandhalpingu do povo YolNGu, ele foi criado da maneira tradicional na terra de Arnhem e, graças a uma carreira de mais de 50 anos em filmes e séries, tornou-se o aborígene mais conhecido do mundo. Gulpilil apareceu pela primeira vez nas telas em 1971 no clássico absoluto “A Longa Caminhada”, de Nicolas Roeg, como um jovem aborígene que ajuda dois irmãos, uma adolescente e um menino brancos criados na cidade grande, a sobreviverem na região desértica do outback. Exibido em festivais do mundo inteiro, inclusive em Cannes, foi o cartão de visitas de uma carreira que teria muitos outros filmes marcantes. Um destes marcos foi “A Última Onda” (1977), de Peter Weir. Mistura de fantasia apocalíptica e drama jurídico, o longa girava em torno de um advogado (Richard Chamberlain) que passava a ter sonhos místicos e premonitórios após ser designado para defender um grupo de aborígenes acusado de assassinato, entre eles Gulpilil. O filme foi premiado nos festivais de Avoriaz e Sitges, os principais eventos mundiais do cinema fantástico, e fez deslanchar a carreira do ator – assim como a do diretor. Ele fez sua estreia em Hollywood numa sequência mística do filme “Os Eleitos” (1983), história do programa espacial americano, que venceu quatro Oscars. E em seguida teve um dos papéis principais de “Crocodilo Dundee” (1986), um dos filmes australianos mais populares de todos os tempos. Sua filmografia ainda destaca “Até o Fim do Mundo” (1991), do alemão Wim Wenders, e o impactante drama “Geração Roubada” (2002), de Phillip Noyce, como o rastreador de garotas aborígenes em fuga de serviços forçados (escravidão mesmo) nos anos 1930, além da carta de amor do cineasta Baz Luhrmann a seu país natal, “Austrália” (2008), com Nicole Kidman e Hugh Jackman. Mas seu principal trabalho como ator só veio em 2013, quando estrelou (e roteirizou) seu primeiro papel de protagonista em “O País de Charlie”, de Rolf de Heer, como um velho aborígene que, descontente com as leis dos brancos, parte para o interior australiano para viver segundo seus costumes, iniciando uma série de desventuras e eventos. Pelo desempenho, foi premiado como Melhor Ator na mostra Um Certo Olhar (Un Certain Regard) do Festival de Cannes e Melhor Ator nos AACTA Awards (o Oscar australiano), além de ser coberto de honrarias na Austrália. Entre seus últimos papéis, estão uma participação importante na última temporada da série “The Leftlovers”, em 2017, como o sábio Christopher Sunday, o filme de zumbis “Cargo” (2017), com Martin Freeman, e o drama “Amigos Para Sempre” (2019), onde atuou ao lado de Geoffrey Rush e Jai Courtney. Com a saúde deteriorando, ele ainda gravou depoimentos para um documentário dedicado à sua vida e carreira, “My Name is Gulpilil”, lançado em maio deste ano. Veja o trailer emocionante abaixo.
Líder nas pesquisas, Matthew McConaughey não concorrerá a governador do Texas
O ator Matthew McConaughey decidiu não se candidatar ao governado do Texas. Em 1ª lugar numa pesquisa eleitoral divulgada na semana passada, o vencedor do Oscar por “Clube de Compra de Dallas” anunciou em sua conta do Instagram que a eleição é um “caminho que estou optando por não seguir neste momento”. Seu nome foi incluído como político independente numa pesquisa contra os principais concorrentes ao cargo, o atual governador Greg Abbott, do Partido Republicano, e o opositor Beto O”Rourke, do Partido Democrata. E McConaughey venceu os dois com folga – 43% contra 35% na disputa contra Abbott, e 49% contra 27% de O’Rourke. “Como um garoto simples, nascido na pequena cidade de Uvalde, Texas, nunca me ocorreu que um dia seria considerado para a liderança política”, disse o ator em um vídeo de três minutos, em que falou sobre os valores de serviço e responsabilidade, além de problemas na política local e nacional, deixando claro que pensa em concorrer, mas não desta vez. Ele explicou que pode servir ao seu estado natal de maneiras diferentes do que como político. “Vou continuar a trabalhar e investir a generosidade que tenho, apoiando empreendedores, negócios e fundações que acredito estarem criando caminhos para que as pessoas tenham sucesso na vida. Organizações que têm a missão de servir e construir confiança e, ao mesmo tempo, gerar prosperidade. Esse é o sonho americano”, disse McConaughey. Caso disputasse a eleição e fosse eleito, McConaughey não seria o primeiro astro de Hollywood a ocupar um cargo executivo nos Estados Unidos. Clint Eastwood foi eleito prefeito de Carmel, uma cidadezinha de 4 mil habitantes, Arnold Schwarzenegger foi governador da Califórnia e Ronald Reagan, além de também governar a Califórnia, teve dois mandatos como presidente do país. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Matthew McConaughey (@officiallymcconaughey)
Marco Pigossi comenta repercussão de seu namoro com italiano: “Existir e resistir”
O ator Marco Pigossi (“Cidade Invisível”) se manifestou nas redes sociais após a repercussão de seu namoro com o ator e dramaturgo italiano Marco Calvani (da série “Borgia”), que já tem meses, mas só foi assumido pelo brasileiro na última quinta-feira (25/11). “Sobre existir e resistir”, ele titulou. “Em relação às últimas notícias, quero agradecer a todas as mensagens de carinho e respeito. Que a discussão se faça cada vez mais presente e mais natural. Que o amor seja cada vez mais forte. Afinal, sabemos que o ódio vem do medo. Medo do diferente e do novo. Que não tenhamos mais medo de existir! Um beijo a todxs”, completou. Na quinta, ao publicar nos Stories uma foto de mãos dadas com Calvani em uma praia da Califórnia, Pigossi brincou: “Chocando um total de zero pessoas”. A mesma foto foi publicada no perfil de Calvani, que deu graças pelo relacionamento. “Obrigado por isso”, escreveu na legenda, celebrando o Dia de Ação de Graças, feriado americano. Vale apontar que a foto não foi o primeiro registro do brasileiro no Instagram do italiano. Anteriormente, Calvani já tinha compartilhado outras fotos de Pigossi, em apoio a projetos do namorado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marco Pigossi (@marcopigossi)
Marco Pigossi assume relacionamento com ator italiano
O ator Marco Pigossi (“Cidade Invisível”) assumiu o relacionamento com o colega italiano Marco Calvani (da série “Borgia”), que mora nos EUA. O artista brasileiro compartilhou uma foto em que aparece de mãos dadas com o companheiro em uma praia de Los Angeles. “Chocando um total de zero pessoas”, brincou Pigossi ao postar a imagem nos Stories do Instagram. A mesma foto foi publicada no perfil de Calvani, que deu graças pelo relacionamento. “Obrigado por isso”, escreveu na legenda, celebrando o Dia de Ação de Graças, feriado americano. Esta não foi a primeira vez que o brasileiro apareceu no Instagram do ator e dramaturgo italiano. Anteriormente, Calvani já tinha compartilhado outras fotos de Pigossi, apoiando os projetos do namorado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marco Calvani (@mcalvani)
TikTok resgata Janice, de “Friends”, que ainda espera por Chandler
A cantora Jax, que ficou conhecida como finalista do “American Idol” – 3º lugar em 2015 – , iniciou uma nova e bem-sucedida carreira com vídeos curtos de paródias musicais no TikTok, onde praticamente cada lançamento vira hit viral. O mais recente é uma paródia do tema de “Friends”, que inclui participação especial de Maggie Wheeler revivendo o papel icônico de Janice. Tocando a melodia conhecida do tema de abertura ao piano, Jax canta que o único problema de “Friends” foi Chandler (Matthew Perry) ter ficado com Monica (Courteney Cox) e não com outra pessoa. E isto serve de deixa para Janice surgir e garantir que está só na espera do divórcio do casal. Veja abaixo. Vale a pena procurar os outros vídeos do canal de Jax, entre eles uma hilária reinvenção de “Stacy’s Mom”, da banda Fountains of Wayne, na perspectiva da mãe mencionada, de “Bohemian Rhapsody”, também na perspectiva da “mamma mia”, e uma atualização de “Sk8r Boy”, imaginando Avril Lavigne com o garoto skatista 18 anos depois. São ótimas sacadas. @jaxwritessongs From Janice’s Perspective 💋 ##foryou ##FRIENDS ##fypシ ##backintheday ♬ original sound – Jax
Stephen Sondheim (1930–2021)
Stephen Sondheim, um dos maiores autores de musicais dos EUA, morreu nesta sexta-feira (26/11) em sua casa, no interior de Connecticut, aos 91 anos. A morte foi repentina e ainda não teve causa divulgada. Na noite anterior, ele tinha celebrado o dia de Ação de Graças em um jantar com amigos. Considerado o principal letrista da Broadway da segunda metade do século 20, ele acumulou sucessos desde a década de 1950, colocando seu nome em clássicos como “West Side Story”, “Company” e “Gypsy”, entre outros. Seu trabalho foi sempre marcado pela originalidade, como a ideia transformar “Romeu e Julieta” numa disputa de delinquentes latinos de Nova York, em “West Side Story”, ou musicar a história de um barbeiro serial killer em “Sweeney Todd”. Ao todo, ele venceu oito prêmios Tony (o Oscar do teatro), oito Grammys (o Oscar da música) e um Oscar (o Oscar), além de ter originado muitas adaptações de cinema. Desde que a adaptação de “West Side Story”, produzida em 1961, conquistou nada menos que 10 Oscars (incluindo Melhor Filme), suas obras se tornaram bastante visadas por Hollywood. O próprio “West Side Story”, que é conhecido no Brasil pelo título nacional “Amor, Sublime Amor”, está voltando às telas em dezembro, com uma nova filmagem dirigida por Steven Spielberg. “Gypsy” foi a segunda adaptação em 1962 – lançada como “Em Busca de um Sonho” nos cinemas brasileiros. Outras adaptações de sucesso incluem “Sweeney Todd” em 2007, com Johnny Depp psicopata e direção de Tim Burton, e “Into the Woods” (ou “Caminhos da Floresta”), com Meryl Streep bruxa e direção de Rob Marshall em 2014. Seus espetáculos também inspiraram documentários cultuados, como “Original Cast Album: Company”, que registrou em 1970 os bastidores da trilha da peça “Company”, com direção do mestre D.A. Pennebaker. Soundheim ainda colaborou na criação de músicas para o cinema, vencendo o Oscar de Melhor Canção Original em 1991 por “Sooner or Later (I Always Get My Man)”, cantada por Madonna no filme “Dick Tracy”. Além disso, foi roteirista, assinando episódios da série “Topper” nos anos 1950 – inspirada no filme “A Dupla do Outro Mundo” (1937) – , e o suspense criminal “O Fim de Sheila” (1979), de Herbert Ross. Seu trabalho mais influente foi mesmo “West Side Story”, musicado por Leonard Bernstein, que contou com direção e coreografia revolucionária de Jerome Robbins em 1957. Até então, os musicais eram conhecidos por representarem histórias românticas e superficiais, em que o mais importante eram as dançarinas bonitas e a exuberância visual. Com a peça materializada com as letras de Soundheim, o gênero se tornou sério, tanto em temática quanto em arte, combinando todo o potencial performático de dança, música e interpretação. A Broadway nunca mais foi a mesma.
Personagens de “Sing” estrelam comercial de tema natalino
A Comcast resolveu aproveitar a sinergia de suas marcas, usando os personagens da animação “Sing”, da Universal, num comercial de seu serviço de banda larga e TV paga, Xfinity. O resultado é um curta-metragem de tema natalino, que mostra como a TV aproxima as famílias. Com produção do estúdio Illumination e direção de Garth Jennings, o diretor-roteirista dos filmes da franquia animada musical, o vídeo é intitulado “Come Home” e apresenta uma nova família de bichos cantores. Na trama, uma enfermeira canina corre para chegar em casa a tempo de assistir o musical favorito de seus filhos no Natal, mas acaba sem gasolina no meio de uma tempestade de neve. Buscando abrigo num local distante e iluminado, ela acaba chegando ao estúdio onde o musical é gravado. Sua entrada inesperada, porém, machuca um dos cantores, e ela acaba convidada a substitui-lo no programa prestes a ir ao ar. Sua aparição na tela ao lado dos artistas de “Sing” surpreende sua família, já conformada com seu atraso e a possibilidade de não vê-la naquela noite. Os personagens de “Sing” vão realmente apresentar um espetáculo no Natal, só que nos cinemas, com a estreia da continuação do filme de 2016 marcada para 23 de dezembro. Além de reunir o elenco estrelado e afinado do primeiro longa, a sequência ainda contará com reforço de ninguém menos que Bono, do U2, entre os cantores da animação-karaokê.
Homem é condenado à morte por pirataria de “Round 6” na Coreia do Norte
Um homem que disponibilizou cópias piratas da série “Round 6” na Coreia do Norte foi condenado à morte, segundo a Radio Free Asia. Tanto a Netflix quanto a cultura sul-coreana são proibidas na ditadora de Kim Jong-un. E ele não foi o único condenado. Cerca de sete estudantes do ensino médio, que assistiram a série após comprarem pen-drives com o conteúdo pirata, também receberam sentenças duras. Um dos meninos pegou prisão perpétua, enquanto os outros seis foram condenados a cinco anos de trabalhos forçados. Professores e funcionários da escola dos alunos também sofreram punições. Já foram demitidos e ainda correm o risco de serem enviados para trabalhar em minas remotas. Além disso, o governo estaria estudando punição para os pais e parentes das crianças. “Isso tudo começou na semana passada, quando um estudante do ensino médio comprou secretamente uma USB contendo o drama sul-coreano e assistiu com um de seus melhores amigos na classe”, disse uma fonte da polícia na província de Hamgyong Norte, no nordeste do país, à Radio Free Asia. Em seguida, eles comentaram entre si e compartilharam o pen-drive com ‘Round 6’. A informação vazou e eles foram presos pelo serviço governamental especializado na detenção de telespectadores ilegais, a Surveillance Bureau Group 109. Sob interrogação pesada, seis contaram como adquiriram o conteúdo. O sétimo foi o que pegou prisão perpétua. “O governo está levando muito a sério esse incidente, dizendo que a educação dos alunos estava sendo negligenciada”, informou a fonte policial. O caso marca a primeira vez que menores são enquadrados na lei de “eliminação do pensamento e cultura reacionários”. Ela foi criada no ano passado e tem pena de morte para “quem assistir, manter ou distribuir mídia de países capitalistas, principalmente da Coreia do Sul e dos Estados Unidos”, diz a Radio Free Asia. A agência também afirma que o responsável pela pirataria terá a pena executada por um pelotão de fuzilamento. “Round 6” bateu recorde de audiência e se tornou a série mais assistida da história da Netflix, após ser exibida em 111 milhões de casas, segundo a plataforma. A trama é especialmente sensível para a ditatura norte-coreana por destacar uma desertora e demonstrar a miséria que existe no país. O criador e diretor da série, Hwang Dong-hyuk, confirmou os planos para uma 2ª temporada.
Disney vai gastar US$ 33 bilhões em produção de conteúdo em 2022
A Disney pretende investir uma quantia recorde em produção de conteúdo ao longo de 2022. De acordo com uma reportagem do site The Hollywood Reporter, o estúdio vai gastar US$ 33 bilhões, cerca de US$ 8 bilhões a mais do que em 2021, para realizar filmes e séries entre todos os seus estúdios – que incluem Marvel, Pixar, Lucasfilm, 20th Century, Searchlight, ABC Studios, Disney Animation e Walt Disney Pictures. Mas não só isso. Embora boa parte desse investimento seja voltado a fortalecer a plataforma Disney+ com novas produções da Marvel e “Star Wars”, a Disney também precisa alimentar o canal ESPN e a plataforma ESPN+ com a programação esportiva de ligas como NFL, NHL e NBA, cujos direitos são caros. Blockbusters também custam uma fortuna. Mesmo assim, vai sobrar muito dinheiro para o atual carro-chefe da companhia e para ainda vitaminar o serviço complementar da Hulu/Star+. Para se ter noção, a Netflix, que ainda é a líder do segmento, vai investir algo em torno de US$ 14 bilhões no mesmo período, menos da metade do que a Disney planeja gastar.












