PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

Etc

Bruna Marquezine se declara e fatura com gafe de Shawn Mendes

Atriz retribui homenagem de aniversário e transforma foto com cerveja concorrente em campanha publicitária

Leia mais
9 de agosto de 2026
Etc

Perez Hilton segue internado e precisará passar por cirurgia

Família diz que blogueiro está em estado grave, mas estável, após crise transmitida ao vivo no TikTok

Leia mais
9 de agosto de 2026
Etc

Acusada de racismo, ex-Miss Carolina do Norte culpa fé e política por perder coroa

Brittany Boltinhouse desconversa sobre posts problemáticos enquanto organização aponta problemas de conduta

Leia mais
9 de agosto de 2026
  • Etc

    Melvin Van Peebles (1932–2021)

    22 de setembro de 2021 /

    O cineasta Melvin Van Peebles, diretor pioneiro do cinema afro-americano, responsável pelo surgimento do gênero classificado como “blaxploitation”, morreu na terça (21/9) em sua casa em Manhattan, Nova York, aos 89 anos. Considerado por muitos como o inventor do cinema negro moderno, ele também foi ator, romancista, produtor de teatro, compositor, músico e pintor. Determinado a fazer carreira como cineasta, ele começou a carreira artística rodando curtas que esperava que lhe abrissem as portas de Hollywood. Mas quando não conseguiu trabalho comercial em Los Angeles, mudou-se com a esposa e seus filhos, Megan e Mario, para a Europa, acreditando que lá enfrentaria menos racismo. Foi durante sua passagem pela Holanda, quando estudou no Teatro Nacional Holandês e iniciou sua trajetória como ator, que Melvin Peebles decidiu acrescentar “Van” a seu sobrenome. Confirmando sua previsão, ele conseguiu estrear como diretor na França, quando morava em Paris, escrevendo e dirigindo seu primeiro longa, “La Permission”, em 1967, sobre um soldado negro americano que sofria represálias por namorar uma francesa branca. A repercussão positiva daquele filme chamou a atenção da Columbia Pictures que o contratou para dirigir o clássico “A Noite em que o Sol Brilhou” (Watermelon Man) em 1970. Sátira racial, o longa marcou época por mostrar a transformação mágica de um branco racista num afro-americano. O que poucos sabem é que Van Peebles se recusou a filmar o final original do roteiro de Herman Raucher, que mostrava o racista acordando de um pesadelo e voltando a ser branco. “Ser negro não vai ser um pesadelo”, disse ele numa entrevista de 2014, contando como conseguiu mudar o final. Ele simplesmente prometeu aos produtores que também iria rodar o final original, deixando-os escolher o melhor na edição, mas ao terminar os trabalhos chegou diante dos executivos afirmando que “se esqueceu” de fazer a outra versão. A Columbia não reclamou. “A Noite em que o Sol Brilhou” se tornou um sucesso tão grande que o estúdio ofereceu ao diretor um contrato para três novos filmes. Mas queria comédias. Por isso, recusou-se a financiar o projeto que Van Peebles tinha em mente: “Sweet Sweetback’s Baadasssss Song”. O projeto recusado era um drama criminal barra-pesada, politizado e cheio de gírias, que apresentava o gueto do ponto de vista de negros, como Hollywood nunca tinha feito antes. A história acompanhava um gigolô que salvava um ativista Pantera Negra das mãos de policiais racistas e, por isso, precisava se esconder com a ajuda da comunidade e de alguns Hell’s Angels desiludidos. Diante da resistência do estúdio, Van Peebles foi à luta. Conseguiu um empréstimo de US$ 50 mil com o comediante Bill Cosby, após assinar um episódio da série “The Cosby Show”, para escrever, dirigir, produzir, musicar, editar, distribuir e estrelar seu filme do sedutor renegado que enfrentava o sistema. O dinheiro mal dava para começar, mas ele decidiu realizar o trabalho assim mesmo, da forma mais independente possível, sempre à beira da ruína e contando com a ajuda de vários voluntários. Como a produção não tinha apoio de nenhum estúdio, o diretor não conseguiu permissão municipal para filmar nas ruas de Los Angeles. Mas não se importou, rodando várias cenas enquanto fugia da polícia que tentava impedir os trabalhos. Após a miraculosa finalização, o filme continuou a enfrentar obstáculos e não conseguiu classificação indicativa para ser exibido nos cinemas. Recebeu um “X”, classificação usada para pornografia. E Van Peebles transformou mais essa dificuldade em propaganda, imprimindo camisetas com o slogan: “Classificação X… por um comitê totalmente branco”. Mas a classificação “X” criou mesmo problemas com a distribuição, a ponto de Van Peebles só conseguir dois cinemas de filmes adultos, em Atlanta e Detroit, para lançá-lo. Assim mesmo, para conseguir a exibição, precisou se comprometer com uma aposta de que se seu longa rendesse menos bilheteria que os títulos que estavam sendo exibidos, ele pagaria a diferença. As sessões lotaram. E o filme retornou 10 vezes o valor de seu orçamento em 19 dias, criando um boca-a-boca fortíssimo entre o público. Isso levou “Sweet Sweetback’s Baadasssss Song” a interessar distribuidores de outras cidades e, em pouco tempo, ser exibido em todas as grandes metrópoles com forte presença afro-americana. Ao final do ano, fechou sua bilheteria com mais de US$ 10 milhões de faturamento, tornando-se o filme independente mais bem-sucedido feito até então. Na época, o jornal The New York Times chamou Van Peebles de “o primeiro homem negro no show business a vencer o homem branco em seu próprio jogo”. “Sweet Sweetback’s Baadasssss Song” abalou Hollywood, mostrando que era possível filmar fora do sistema cinematográfico, e que havia um público sedento por lançamentos como aquele. Foi a deixa para o surgimento de um movimento cultural, batizado de “blaxploitation” por explorar temáticas negras, com histórias passadas no gueto, dirigidas e estreladas por artistas negros, e embaladas por poderosas trilhas de funk. Para dar noção do tamanho do impacto, antes de “Sweet Sweetback’s Baadasssss Song”, “Shaft” seria um filme sobre um detetive branco. A Warner mudou tudo para pegar carona no fenômeno, criando uma verdadeira franquia blaxploitation. Mas a influência de Van Peebles não foi só cinematográfica. A trilha do longa, criada pelo próprio cineasta, também lançou moda sonora, sendo considerada um dos primeiros protótipos do gênero musical que, anos depois, viria a ser chamado de rap. Seu filme seguinte, “Don’t Play Us Cheap”, foi a adaptação de um musical que ele próprio escreveu e musicou para a Broadway. O espetáculo recebeu indicações para o Tony em 1972, mas o longa não teve o mesmo sucesso, com uma trama centrada nas tentativas frustradas de demônios para acabar com uma festa no Harlem. Ele levou 17 anos para voltar a filmar, fazendo a comédia “Identity Crisis” em 1989, estrelada por seu filho, Mario Van Peebles, como um rapper durão possuído pela alma de um estilista gay de moda. O diretor também comandou o filho em “Gangue do Mal” (1996), sobre um policial negro que descobre uma organização racista dentro de sua delegacia. E encerrou a carreira de diretor com “Confessionsofa Ex-Doofus-ItchyFooted Mutha” em 2007, um filme semibiográfico sobre um aventureiro que viaja o mundo apenas para voltar para casa com histórias para contar. Paralelamente à carreira de cineasta, ela também construiu uma vasta filmografia como ator, aparecendo até em sucessos de Eddie Murphy e Arnold Schwarzenegger, como, respectivamente, “O Príncipe das Mulheres” (1992) e “O Último Grande Herói” (1993). Além disso, foi habitué dos filmes do filho, como o western “Posse” (1993) e o drama histórico “Panteras Negras” (1995). Mario Van Peebles seguiu os passos de Melvin para virar um diretor bem-sucedido. E um de seus filmes mais elogiados foi justamente uma reconstituição das filmagens históricas de “Sweet Sweetback’s Baadasssss Song”, intitulada “O Retorno de Sweetback” (2003), em que interpretou o próprio pai. A filmografia de Melvin Van Peebles foi totalmente restaurada e vai ganhar lançamento em Blu-ray dentro da prestigiosa coleção Criterion na próxima semana nos EUA.

    Leia mais
  • Etc

    Johnny Depp aproveita homenagem para reclamar de seu cancelamento

    22 de setembro de 2021 /

    O Festival de San Sebastian serviu de palco para Johnny Depp voltar à tona e condenar a “cultura do cancelamento” nesta quarta-feira (22/9). O ator americano deu uma entrevista coletiva ao ser homenageado com o Prêmio Donostia, dedicado às realizações profissionais de sua carreira, e aproveitou a oportunidade para desempenhar o papel de vítima. Segundo Depp, “ninguém está a salvo” dos julgamentos “instantâneos”. “Esses movimentos que surgiram, imagino que com a melhor das intenções, saíram do controle e eu posso afirmar: ninguém está a salvo”, disse Depp em coletiva de imprensa. “Nenhum de vocês está salvo, desde que alguém esteja disposto a dizer qualquer coisa. Basta uma frase, não precisa fundamento, e o tapete é puxado. Não é só comigo que aconteceu. Já aconteceu com muita gente”. O detalhe é que a entrevista foi interrompida por alguém que ligou uma gravação com o depoimento da ex-esposa do ator, Amber Heard, descrevendo as agressões sofridas nas mãos de Depp. A gravação veio do julgamento midiático do ano passado, que colocou o relacionamento do casal sob profundo escrutínio judicial, resultando numa sentença que apontou Depp como responsável por agressões no plural contra a ex-esposa durante o casamento. “Que mensagem deseja passar a direção do Festival de San Sebastián? (…) Que as acusações de uma mulher não são confiáveis? (…) Que a arte está acima do bem e do mal?”, questionou a Associação de Mulheres Cineastas e de Meios Audiovisuais (CIMA), numa das muitas condenações à homenagem de San Sebastian. Em resposta, o festival confirmou que pensa igual ao ator, justificando a homenagem como um alerta contra o “linchamento nas redes sociais”. “Depp não foi detido, não foi acusado no tribunal nem condenado por maus-tratos, (então) quando alguém diz que ele é um agressor, esta pessoa está fazendo juízos de valor que vão além daqueles dos juízes”, declarou à AFP o diretor do festival, José Luis Rebordinos. Para dar contexto às palavras de Rebordinos, vale a pena recordar o que disse o juiz Andrew Nicol, responsável pelo processo em que Depp saiu derrotado. “Eu percebi que a grande maioria dos alegados ataques à Sra. Heard pelo Sr. Depp foram comprovados”, disse Nicol. O juiz aceitou 12 dos 14 relatos da atriz como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos diante da irmã e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto o casal estava na Austrália para as filmagens de “Piratas do Caribe 5”. No julgamento, Heard ainda testemunhou que chegou a temer por sua vida, e Depp acabou confessando ter lhe dado uma cabeçada. Isto aconteceu depois que o áudio de uma discussão do casal veio à tona, em que o ator diz: “Eu te dei uma cabeçada na p*** da sua testa. Isso não quebra um nariz”. Resultado de um processo aberto pelo próprio Depp, ao decidir processar um jornal britânico que o chamou de “espancador da esposa”, as duas semanas de julgamento em Londres também revelaram seus hábitos de excessos de drogas, bebidas e seu extravagante estilo de vida, o que prejudicou sua imagem e o levou a ser desligado da franquia “Animais Fantásticos”, derivada do universo de Harry Potter. Para completar, seu último filme finalizado, “Minamata”, foi lançado direto para locação digital, de modo a evitar lhe dar oportunidade de dar qualquer outra declaração polêmica. Após virar judicialmente um “espancador de esposa”, seu único projeto em andamento é a dublagem de uma série animada infantil italiana, intitulada “Puffins”. Outra revelação feita no julgamento foi que o mesmo astro que agora é contra cancelamentos já tentou ser cancelador. O ator se esforçou para fazer a Warner demitir Amber Heard de “Aquaman” como retaliação por seu divórcio e teria ligações com uma campanha de “fãs” para cancelar a atriz nas redes sociais com o mesmo objetivo: tirá-la de “Aquaman 2”. Diante do juiz Andrew Nicol, ele confessou: “Eu estava me sentindo bastante amargo. Eu disse que queria que ela fosse substituída na sequência de ‘Aquaman’”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Festival de San Sebastián (@sansebastianfes)

    Leia mais
  • Etc

    Uma Thurman revela aborto na adolescência em protesto contra leis conservadoras

    22 de setembro de 2021 /

    A atriz Uma Thurman publicou um artigo contundente no jornal The Washington Post para protestar contra a proibição do aborto no Texas. Para se manifestar sobre o avanço conservador nos EUA, ela compartilhou o que chamou de seu “segredo mais sombrio”: um aborto na adolescência. Hoje com 51 anos e mãe de três filhos, a estrela de “Kill Bill” revelou ter engravidado de um homem mais velho no começo de sua carreira de atriz, e disse que sua vida teria tido um rumo muito diferente se não tivesse abortado na ocasião. “Comecei minha carreira de atriz aos 15, trabalhando em um ambiente onde muitas vezes era a única criança na sala. Eu vivia com uma mala na Europa, longe da minha família e prestes a começar um trabalho. Lutei para descobrir o que fazer. Eu queria ficar com o bebê, mas como?”, ela escreveu. Segundo Uma, a decisão de abortar foi feita com todo o apoio de sua família. “Nunca tínhamos falado sobre sexo antes. Esta foi a primeira vez e foi terrível para todos nós. Eles me perguntaram sobre a situação do meu relacionamento – não era viável – e me alertaram sobre como seria difícil criar um bebê na adolescência sozinha. Minha fantasia infantil de maternidade foi corrigida profundamente enquanto eu pesava as respostas para perguntas muito precisas. Eu estava apenas começando na minha carreira e não tinha os meios para fornecer uma casa estável, nem mesmo para mim”. A atriz revelou ter feito o procedimento com a ajuda de uma amiga mais velha na Alemanha. No consultório na cidade de Colônia, ela recebeu anestesia local e fez o aborto. “Fiquei acordada na mesa enquanto o médico, que era um homem gentil, explicava cada etapa do processo conforme acontecia. Doeu terrivelmente, mas não reclamei. Eu havia internalizado tanta vergonha que sentia que merecia a dor”, contou. “Meus dedos estavam firmemente travados em meu peito e, quando o procedimento foi feito, o médico olhou para mim e disse: ‘Você tem mãos lindas – você me lembra minha filha’. Esse único gesto de humanidade está gravado em minha mente como um dos momentos mais compassivos que já experimentei. Aos seus olhos, eu era uma pessoa, era uma filha, ainda era uma menina”, disse ela. Uma diz que nunca superou a dor dessa história. “Esse tem sido o meu segredo mais sombrio até agora”, afirmou. Ao mesmo tempo, disse que não se arrepende da decisão. Para ela, isso lhe permitiu ter filhos quando estava pronta, com um lar estável. “O aborto que fiz na adolescência foi a decisão mais difícil da minha vida, que me angustiava na época e que ainda hoje me entristece, mas foi o caminho para uma vida cheia de alegria e de amor. Optar por não manter aquela gravidez precoce me permitiu crescer na carreira e me tornar a mãe que eu queria e precisava ser”, disse ela. Uma é mãe de Maya e Levon, com o ex-marido Ethan Hawke, e de Luna, com o ex-noivo Arpad Busson. A atriz ressaltou que estava compartilhando sua história para manifestar apoio às mulheres do Texas. “Não tenho nada a ganhar com essa divulgação e talvez muito a perder. Ao revelar o buraco que essa decisão abriu em mim, espero que alguma luz brilhe, alcançando mulheres e meninas que podem sentir vergonha, não podem se proteger e não nem apoio ou autoridade para tomar a mesma decisão. Posso garantir que ninguém vai parar naquela mesa de propósito”, disse. De acordo com ela, a lei do estado do Texas representa mais uma discriminação contra quem não tem poder aquisitivo para fazer um procedimento seguro. “Esta lei é mais uma ferramenta discriminatória contra aqueles que estão em desvantagem econômica. Mulheres e filhos de famílias ricas mantêm todas as opções do mundo e enfrentam poucos riscos. Estou muito triste, também, que a lei opõe cidadão contra cidadão, criando novos vigilantes que atacarão essas mulheres desfavorecidas, negando-lhes a escolha de não ter filhos para os quais não estão equipadas para cuidar, ou extinguindo suas esperanças para a família futura que poderiam escolher”, concluiu. Em seu Instagram pessoal, a atriz ainda acrescentou: “Eu compartilhei minha tristeza particular para compartilhar a pressão com nossas filhas e irmãs. Estamos juntas nisto”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Uma Thurman (@umathurman)

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Willie Garson (1964–2021)

    21 de setembro de 2021 /

    O ator Willie Garson, que estrelou as séries “Sex and the City” e “White Collar”, morreu nesta terça (21/9) aos 57 anos, de uma doença não esclarecida. A causa da morte não foi divulgada. Garson formou-se com um mestrado em Belas Artes pela Yale School of Drama no começo dos anos 1980, e logo após a graduação começou a aparecer em pequenos papéis em alguns dos programas de televisão mais populares da época, incluindo “Cheers” (1982), “Family Ties” (1982) e “LA Law” (1986). Sua carreira começou a decolar nos 1990, conquistando papéis maiores em atrações como “Contra Tempos” (Quantum Leap), “Louco por Você” (Mad About You), “Arquivo X” (X-Files), “Friends” e “Twin Peaks”, além de participações em sucessos de bilheteria, incluindo “O Feitiço do Tempo” (1993), onde interpretou o assistente de Bill Murray, “Marte Ataca!” (1996), de Tim Burton, o impagável “Quero Ser John Malkovich” (1999), de Spike Jonze, e vários filmes de Peter e Bobby Farrelly, como “Kingpin: Estes Loucos Reis do Boliche” (1996), “Quem Vai Ficar com Mary?” (1998) e “Amor em Jogo” (2005). As pequenas participações ficaram definitivamente para trás quando ele entrou na popular série da HBO “Sex and the City” em 1998, no papel do agente de talentos Stanford, o espirituoso e estiloso melhor amigo de Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker). Garson reprisou o papel nos dois filmes da franquia, “Sex and the City” (2008) e “Sex and the City 2” (2010), e estava gravando os episódios da nova série derivada, “And Just Like That…” para a HBO Max. Depois de “Sex and the City”, ele conseguiu ainda mais destaque ao viver o astuto vigarista Mozzie em “White Collar”, grande sucesso da USA Network, entre 2009 e 2014. Exibida na TV Globo como “Crimes do Colarinho Branco”, a série girava em torno de um larápio refinado, Neal Caffrey, papel que consagrou o ator Matt Bomer. Na trama, Caffrey fazia um acordo com o FBI para ajudar em investigações de roubos de arte e assim evitar sua prisão. Só que, paralelamente, seguia sua própria agenda golpista com a ajuda de Mozzie. Mais recentemente, ele apareceu como um novo vigarista, Gerald Hirsch, de forma recorrente no reboot de “Hawaii Five-0”, de 2015 a 2020, dublou a série “Big Mouth” da Netflix e foi o criminoso Steve Lomeli, companheiro de cela de Lex Luthor em “Supergirl” (em 2019 e 2020). “Willie Garson foi na vida, assim como na tela, um amigo dedicado e uma luz brilhante para todos em seu universo”, disse a HBO em um comunicado. “Ele criou um dos personagens mais queridos do panteão da HBO e foi membro de nossa família por quase 25 anos. Ficamos profundamente tristes ao saber de seu falecimento e estendemos nossas sinceras condolências à sua família e entes queridos.” Mario Cantone, parceiro de Garson em “Sex and the City”, prestou homenagem a seu amigo no Twitter. “Eu não poderia ter tido um parceiro de TV mais brilhante”, ele tuitou. “Estou arrasado e oprimido pela tristeza. Retirado de todos nós tão cedo. Você foi um presente dos deuses. Descanse, meu doce amigo. Eu amo Você.” “A família ‘Sex and the City’ perdeu um dos seus integrantes. Nosso incrível Willie Garson”, escreveu Michael Patrick King, produtor executivo de “Sex and the City” e “And Just Like That…”. “Seu espírito e dedicação ao seu ofício estavam presentes todos os dias nas gravações de ‘And Just Like That’. Ele estava lá – dando-nos tudo de si – mesmo quando estava doente. Sua infinidade de dons como ator e pessoa fará falta para todos. Neste momento triste e escuro, somos confortados por nossa memória de sua alegria e luz”, completou. Seu colega em “White Collar” também se manifestou. “Willie. Não entendo. E não é justo”, escreveu Matt Bomer. “Você me ensinou muito sobre coragem, resiliência e amor. Ainda não consigo imaginar viver em um mundo sem você – onde não posso ligar para você quando preciso rir ou me inspirar”, acrescentou. “Eu te amo para sempre Willie Garson. Você seguirá vivo em nossos corações e mentes, e sua família ‘White Collar’ estará sempre aqui para Nathen”. Garson adotou um filho, Nathen, em 2009, e se tornou uma defensor ferrenho da adoção de crianças, tendo servido duas vezes como porta-voz do Dia Nacional de Adoção. Nathen também prestou homenagem a Garson no Instagram, escrevendo: “Eu te amo muito papai. Descanse em paz e estou tão feliz que você compartilhou todas as suas aventuras comigo e foi capaz de realizar tanto. Estou tão orgulhoso de você. Sempre amarei você, mas acho que é hora de você embarcar em uma aventura só sua. Você sempre estará comigo. Te amo mais do que você jamais saberá e estou feliz que você possa estar em paz agora. Você foi a pessoa mais durona, engraçada e inteligente que conheci. Estou feliz que tenha compartilhado seu amor comigo. Jamais esquecerei.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mario Cantone (@macantone) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Matt Bomer (@mattbomer) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nathen Garson (@nathen_garson)

    Leia mais
  • Etc

    Atriz de “Elvira, a Rainha das Trevas” revela viver relação lésbica há 18 anos

    21 de setembro de 2021 /

    A atriz Cassandra Peterson, conhecida por encarnar a personagem Elvira, a Rainha das Trevas no cinema e na televisão, lançou uma autobiografia nesta semana, onde revela que vive em um relacionamento com outra mulher há 19 anos. O livro conta que as duas se conheceram em uma academia de ginásticas em Hollywood e, inicialmente, Cassandra achou que Teresa Wierson fosse um homem. “Muitas vezes, quando eu estava fazendo meu aquecimento na esteira, não podia deixar de notar um treinador em particular — bronzeado, tatuado e musculoso — andando pelo ginásio, de boné de malha puxado tão baixo sobre seus longos cabelos castanhos que quase cobriu seus olhos. Sombrio e meio quieto, ele exalava uma energia tão intensa que, quando cruzou o enorme piso do ginásio, as águas se abriram e as pessoas pararam para olhar”, escreveu a atriz. Ela só percebeu que aquela figura poderosa era uma mulher ao encontrá-la no banheiro feminino. Elas logo se tornaram boas amigas e, ao coincidentemente terminarem seus respectivos relacionamentos, decidiram morar juntas. O relacionamento começou como amizade, até o dia quem Cassandra sentiu vontade de beijar a coleguinha de apartamento. “Logo descobri que nos conectamos sexualmente de uma forma que nunca havia experimentado”, revelou a atriz, que afirma ter sido sempre heterossexual até namorar Teresa. Apesar do namoro se tornar sério, ele manteve a relação em segredo por quase duas décadas para “proteger a marca Elvira”, passando a apresentar a namorada como assistente. Mas o segredo acabou nesta semana. “Estou muito ciente de que haverá alguns fãs que ficarão desapontados e talvez até com raiva, mas eu tenho que viver comigo mesma, e, neste ponto da minha vida, tenho que ser sincera sobre quem eu sou. Pela primeira vez na minha vida, estou com alguém que me faz sentir segura, abençoada e verdadeiramente amada”, completa a eterna Elvira.

    Leia mais
  • Etc

    Mansão de Will Smith pega fogo

    21 de setembro de 2021 /

    A mansão de Will Smith e Jada Pinkett Smith em Calabasas, na Califórnia (EUA), foi vista em chamas por paparazzi locais na segunda-feira (20/9). Vídeos feitos na vizinhança mostraram muita fumaça e uma ambulância entrando na residência avaliada em US$ 42 milhões por volta das 15h30. Nesta terça, um porta-voz do Departamento de Bombeiros de Los Angeles confirmou que houve um “incêndio estrutural” que causou “danos por fumaça” na mansão. Ainda não se sabe onde o incêndio começou e muito menos o que o motivou. A boa notícia é que, apesar de ambulâncias e bombeiros terem ido até o endereço, não houve feridos. Will Smith e Jada Pinkett ainda não se pronunciaram sobre o ocorrido. Will Smith mansion: Fire trucks rush to actor’s Malibu home amid reports of blaze Fire trucks and an ambulance were seen Monday going to the $42 million dream home Will Smith built in Calabasas amid reports of a fire and someone being treated at the scene. pic.twitter.com/ris6ZcaPE3 — HÜSEYİN AVNİ KEMAL (@Hak2853) September 21, 2021 Will Smith and Jada Pinkett Smith are doing 'fine' after house fire https://t.co/lcFBhWiyCm pic.twitter.com/IPWbKPnac6 — Page Six (@PageSix) September 21, 2021

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Netflix comemora seu “Emmy histórico”

    20 de setembro de 2021 /

    A Netflix celebrou seu recorde de vitórias no Emmy com declarações de seus executivos para a imprensa nesta segunda-feira (20/9). “Acho que a noite passada foi uma noite histórica em muitos aspectos”, disse Bela Bajaria, chefe de TV global da Netflix, em entrevista coletiva, referindo-se às 44 vitórias da plataforma no Emmy 2021. O número só tinha sido atingido uma única vez na história da Academia da Televisão, pela rede CBS em 1974. Mas este não foi o único feito da Netflix, como listou Bajaria. “Empatar o recorde de 44 vitórias da CBS em 1974, quando havia apenas três emissoras de TV concorrendo, foi histórico”, ela começou. “‘The Crown’ conquistar todas as sete categorias da Série de Drama foi histórico. Foi uma noite histórica para todo o streaming, que venceu os troféus de Melhor Drama, Comédia e Minissérie”, completou. Peter Friedlander, chefe do departamento de séries dos Estados Unidos e Canadá da Netflix, comparou a consagração de domingo (19/9) com o começo acanhado do streaming. “Eu estava aqui há oito anos quando começamos a ter as primeiras séries dramáticas com ‘House of Cards’ e não tínhamos nem mesmo ideia se seríamos elegíveis para o Emmy”, ele lembrou. “Então, chegar onde chegamos na noite passada, oito anos depois, foi uma mudança radical e muito emocionante.” Além do recorde de troféus, o Emmy 2021 também marcou a primeira vez que a Netflix ganhou mais prêmios do que qualquer outra plataforma ou canal, com larga vantagem para sua concorrente mais tradicional, a HBO – mesmo com a inclusão das séries da HBO Max na conta, o canal rival não passou de 19 vitórias no total. Junto de “The Crown”, Melhor Série de Drama, a Netflix também comemorou a conquista de “O Gâmbito da Rainha”, Melhor Minissérie de 2021, além de prêmios para várias outras produções.

    Leia mais
  • Etc

    Vitórias do streaming aumentam audiência do Emmy

    20 de setembro de 2021 /

    Que tal a ironia? Privilegiar atrações de streaming fez crescer a audiência televisiva do Emmy. De acordo com a consultoria Nielsen, a audiência da transmissão do Emmy 2021 no domingo (19/9) foi 16% maior que a registrada na premiação de 2020 na rede americana CBS. Ao todo, 7,4 milhões de telespectadores assistiram a cerimônia ao vivo, contra 6,3 milhões no ano passado, quando o Emmy registrou o pior público de sua História. Os números atuais representam a maior audiência do evento desde 2018, quando 10,2 milhões de telespectadores sintonizaram a disputa de troféus da Academia de Televisão dos EUA. Neste ano, a maioria dos candidatos vieram de plataformas digitais e as atrações da Netflix consagraram-se como as mais premiadas, marcando uma nova era para a “televisão”.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Emmy 2021 só premiou atores brancos

    20 de setembro de 2021 /

    O Emmy 2021 distribuiu 12 prêmios de atuação na noite de domingo (19/9). Todos eles para atores brancos. A situação foi um grande contraste em relação à lista dos indicados. Na disputa de Melhor Ator, por exemplo, havia quatro intérpretes negros e apenas dois brancos. Mesmo assim, venceu o inglês Josh O’Connor. Ao todo, 44% dos atores que disputaram o Emmy eram não-brancos, um recorde, mas isso não repercutiu nas premiações. Fora das categorias de atuação, a cerimônia principal do Emmy 2021 teve apenas dois vencedores negros: RuPaul, que como produtor venceu o troféu de Melhor Reality de Competição por “RuPaul’s Drag Race” – e de quebra se tornando a pessoa negra mais premiada da história do Emmy – , e Michaela Coel, que recebeu o prêmio de Melhor Roteiro em Minissérie por “I May Destroy You”. O tom de derrota foi dado logo na abertura da cerimônia, quando o apresentador Cedric the Entertainer fez piada sobre a dificuldade que atores não-brancos enfrentam em premiações. “A boa notícia é que temos muitas pessoas negras indicadas nesta noite. Como o meu amigo Anthony Anderson… Esta é a 11ª indicação dele, mas hoje Anthony concorre contra Michael Douglas e Ted Lasso. Boa sorte, parceiro, mas preciso dizer: parece que ainda é difícil aqui para a gente”. Outros atores não-brancos indicados ao Emmy 2021 que acabaram ignorados pelos votantes foram Mj Rodriguez e Billy Porter (ambos de “Pose”), Kenan Thompson (de “Kenan” e “Saturday Night Live”), Rosie Perez (“The Flight Attendant”), Bowen Yang (“Saturday Night Live”), Cynthia Erivo (“Genius: Aretha”), Lin-Manuel Miranda e todo o elenco de “Hamilton”, além da própria Michaela Coel (“I May Destroy You”). Durante a madrugada desta segunda (20/9), a hashtag #EmmySoWhite tornou-se um dos tópicos mais mencionados no Twitter.

    Leia mais
  • Etc

    Herói que inspirou filme “Hotel Ruanda” é condenado a 25 anos de prisão

    20 de setembro de 2021 /

    Paul Rusesabagina, reconhecido mundialmente por ter salvo cerca de 1,2 mil pessoas durante o genocídio tutsi em Ruanda, ação que inspirou o filme “Hotel Ruanda”, foi condenado nesta segunda-feira (20/9) a 25 anos de prisão por “financiamento de terrorismo”. “Hotel Ruanda” mostrava como o ex-gerente de hotel usou suas conexões com a elite hutu para proteger os tutsis do massacre que transformou a região num banho de sangue genocida. Por interpretar Rusesabagina, o ator Don Cheadle foi indicado ao Oscar em 2005. O ativista de 67 anos foi considerado culpado de dar suporte à Frente de Libertação Nacional (FLN), braço armado do Movimento pela Mudança Democrática de Ruanda (MRCD), partido da oposição no exílio. “Ele fundou uma organização terrorista que atacou Ruanda e contribuiu financeiramente para atividades terroristas”, disse a juíza Beatrice Mukamurenzi ao fim de um julgamento de sete meses. Antes do processo, Rusesabagina havia admitido participação na fundação do MRCD, mas negou que o grupo tivesse ligação com a FLN. “Meu trabalho dizia respeito à plataforma política, e minha função era diplomática”, justificou o ativista em setembro de 2020. Seu julgamento foi denunciado por apoiadores por falta de independência. Ele teria sido preso numa retaliação do governo de Paul Kagame, de quem Rusesabagina e grupos de direitos humanos acusam de sufocar a dissidência. A prisão foi suspeitíssima. Rusesabagina vivia em autoexílio e foi preso em agosto de 2020, após um avião no qual ele havia embarcado para o Burundi precisar fazer um pouso não programado em Kigali, capital de Ruanda.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Emmy histórico consagra Netflix e a era do streaming

    20 de setembro de 2021 /

    A TV convencional acabou. Quem quiser ver as melhores séries do ano em tela grande, só vai conseguir com Smart TV. Entregue na noite de domingo (19/9), o Emmy 2021, principal premiação da indústria televisiva dos EUA, consagrou conteúdos de aplicativos. Depois de anos buscando o principal troféu dramático, a Netflix teve vitória dupla com as conquistas de Melhor Minissérie para “O Gambito da Rainha” e Melhor Série de Drama para “The Crown”, enquanto “Ted Lasso” deu à novata Apple TV+ o Emmy de Melhor Série de Comédia. O streaming tornou-se um estilo de vida durante a pandemia, levando mais empresas rumo ao digital. Até a tradicional rival da Netflix, a HBO, virou HBO Max para fazer frente ao número de produções da concorrente. Juntar “Hacks”, criada especialmente para o streaming, com “Mare of Easttown”, feita para a TV paga, impediu um vexame, mas não que a Netflix fizesse História. A maior empresa digital venceu 10 troféus no domingo, atingindo um total de 44 Emmys com os prêmios técnicos entregues na semana passada. “O Gambito da Rainha” e “The Crown” conseguiram a façanha de comemorar 11 vitórias cada. A conquista é recorde. Anteriormente, a marca de 44 vitórias só tinha acontecido uma única vez, em 1974 pela rede CBS, quando “Mary Tyler Moore” e “M*A*S*H” representavam o auge da TV tradicional. Para dar dimensão da conquista, nos sete anos anteriores, entre 2013 e 2020, a Netflix tinha atingido um máximo de 30 indicações nas categorias de Drama, Comédia e Minissérie, sem nunca vencer os troféus principais. Mas a revolução não é só do streaming que faz “tudum”. A mudança dos preferências é compartilhada por outras plataformas, resultando numa concentração de prêmios fora do espaço televisivo convencional – a HBO Max levou 19 Emmys, seguida pela Disney+ com 14 e a Apple TV+ com 11. Vale considerar que até os melhores atores trabalharam em streaming. Alguns artistas famosos, como Jason Sudeikis, Olivia Colman, Evan Peters, Josh O’Connor, Tobias Menzes, Julianne Nicholson e Ewan McGregor conquistaram seus primeiros troféus televisivos, enquanto Kate Winslet, Jean Smart e Gillian Anderson precisarão de armários maiores para guardar suas novas estatuetas graças aos seus desempenhos em conteúdo de plataformas digitais. Para completar, outra marca histórica foi atingida pela mulheres atrás das câmeras. Pela primeira vez, tanto o prêmio de Melhor Direção em Série de Drama quanto de Comédia foi para cineastas femininas, respectivamente Jessica Hobbs por “The Crown” e Lucia Aniello por “Hacks”. Hobbs, por sinal, foi apenas quarta mulher a vencer sua categoria. Em compensação, faltaram atores não brancos na premiação. Confira abaixo todos os premiados do Emmy 2021, incluindo as conquistas técnicas, denominadas de Creative Arts.   Primetime Emmy 2021 (19/9)   Melhor Minissérie “O Gambito da Rainha” Melhor Série – Drama “The Crown” Melhor Série – Comédia “Ted Lasso” Melhor Ator – Minissérie ou Telefilme Ewan McGregor (“Halston”) Melhor Atriz – Minissérie ou Telefilme Kate Winslet (“Mare of Easttown”) Melhor Ator Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Evan Peters (“Mare of Easttown”) Melhor Atriz Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Julianne Nicholson (“Mare of Easttown”) Melhor Ator – Série de Drama Josh O’Connor (“The Crown”) Melhor Atriz – Série de Drama Olivia Colman (“The Crown”) Melhor Ator Coadjuvante – Série de Drama Tobias Menzies (“The Crown”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série de Drama Gillian Anderson (“The Crown”) Melhor Ator – Série de Comédia Jason Sudeikis (“Ted Lasso”) Melhor Atriz – Série de Comédia Jean Smart (“Hacks”) Melhor Ator Coadjuvante – Série de Comédia Brett Goldstein (“Ted Lasso”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série de Comédia Hannah Waddingham (“Ted Lasso”) Melhor Talk-Show ou Programa de Variedades “Last Week Tonight com John Oliver” Melhor Reality Show de Competição “RuPaul’s Drag Race” Melhor Especial de Variedades “Hamilton” Melhor Especial de Variedades ao Vivo “Stephen Colbert’s Election Night 2020” Melhor Série de Esquetes “Saturday Night Live” Melhor Roteiro – Série de Drama Peter Morgan (“The Crown”) Melhor Roteiro – Série de Comédia Lucia Aniello, Paul W. Downs, Jen Statsky (“Hacks”) Melhor Roteiro – Minissérie Michaela Coel (“I May Destroy You”) Melhor Roteiro – Variedades “Last Week Tonight com John Oliver” Melhor Direção – Série de Drama Jessica Hobbs (“The Crown”) Melhor Direção – Série de Comédia Lucia Aniello (“Hacks”) Melhor Direção – Minissérie ou Antologia Scott Frank (“O Gambito da Rainha”)   Creative Arts Emmy 2021 (12/9)   Melhor Ator Convidado – Série de Drama Courtney B. Vance (“Lovecraft Country”) Melhor Atriz Convidada – Série de Drama Claire Foy (“The Crown”) Melhor Ator Convidado – Série de Comédia Dave Chappelle (“Saturday Night Live”) Melhor Atriz Convidada – Série de Comédia Maya Rudolph (“Saturday Night Live”) Melhor Telefilme “Natal com Dolly Parton” Melhor Documentário “Boys State” Melhor Série Documental “Secrets Of The Whales” Melhor Série Animada “Primal” Melhor Realização Individual em Animação David Krentz (storyboard artist) em “Primal” Robert Valley (production designer) em “Love, Death & Robots” Patricio Betteo (background artist) em “Love, Death & Robots” Dan Gill (stop motion animator) em “Love, Death & Robots” Laurent Nicolas (character designer) em “Love, Death & Robots” Nik Ranieri (lead character layout artist) em “Os Simpsons” Melhor Produção Animada em Curta-Metragem “Love, Death + Robots” – Episódio “Ice” Mérito Excepcional em Documentário “76 Days” Melhor Reality Show Estruturado “Queer Eye” Melhor Reality Show sem Estrutura “RuPaul’s Drag Race Untucked” Melhor Especial de Variedades com Apresentador “Stanley Tucci: Searching For Italy” Melhor Apresentador de Variedades ou Competição RuPaul (“RuPaul’s Drag Race”) Melhor Casting – Série de Comédia “Ted Lasso” Melhor Casting – Série de Drama “The Crown” Melhor Casting – Minissérie “O Gambito da Rainha” Melhor Casting – Reality Show “RuPaul’s Drag Race” Melhor Coreografia – Variedades “Dancing With The Stars” Melhor Coreografia – Série ou Telefilme “Natal com Dolly Parton” Melhor Fotografia – Documentário “David Attenborough: A Life On Our Planet” Melhor Fotografia – Reality Show “Life Below Zero” Melhor Comercial “You Can’t Stop Us” – Nike Melhor Direção – Variedades Don Roy King (“Saturday Night Live”) Melhor Direção – Especial de Variedades Bo Burnham (“Bo Burnham: Inside”) Melhor Direção – Documentário Kirsten Johnson (“Dick Johnson Is Dead”) Melhor Direção – Reality Show Nick Murray (“RuPaul’s Drag Race”) Melhor Edição – Documentário “O Dilema das Redes” Melhor Edição – Reality Show Estruturado “RuPaul’s Drag Race” Melhor Edição – Reality Show sem Estrutura “Life Below Zero” Melhor Iluminação – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Iluminação – Especial de Variedades “David Byrne’s American Utopia ” Melhor Trilha Musical – Série “The Mandalorian” Melhor Trilha Musical – Minissérie, Antologia ou Telefilme “O Gambito da Rainha” Melhor Trilha Musical – Documentário ou Variedades “David Attenborough: A Life On Our Planet” Melhor Direção Musical “Bo Burnham: Inside” Melhor Canção Original “WandaVision” – Agatha All Along Melhor Tema de Abertura “The Flight Attendant” Melhor Supervisão Musical “I May Destroy You” Melhor Ator – Série de Episódios Curtos John Lutz (“Mapleworth Murders”) Melhor Atriz – Série de Episódios Curtos Keke Palmer (“Keke Palmer’s Turnt Up With The Taylors”) Melhor Programa de Episódios Curtos “Carpool Karaoke: The Series” Melhor Programa de Variedades em Curta-Metragem “Uncomfortable Conversations With A Black Man” Melhor Dublagem Maya Rudolph (“Big Mouth”) Melhor Narração Sterling K. Brown (“Lincoln: Divided We Stand”) Melhor Apresentador de Reality Show RuPaul (“RuPaul’s Drag Race”) Melhor Edição de Som – Documentário “The Bee Gees: How Can You Mend A Broken Heart” Melhor Mixagem de Som – Variedades ou Especial “David Byrne’s American Utopia” Melhor Mixagem de Som – Documentário “David Attenborough: A Life On Our Planet” Melhores Efeitos Visuais – Temporada Completa “The Mandalorian” Melhores Efeitos Visuais – Episódio “Star Trek: Discovery” – Su’kal Melhor Coordenação de Dublês “The Mandalorian” Melhor Performance de Dublês “The Mandalorian” Melhor Direção Técnica/Câmeras – Série de Variedades “Last Week Tonight with John Oliver” Melhor Direção Técnica/Câmeras – Especial de Variedades “Hamilton” Melhor Roteiro – Documentário Vickie Curtis, Davis Coombe, Jeff Orlowski (“O Dilema das Redes”) Melhor Roteiro – Especial de Variedades “Bo Burnham: Inside”   Creative Arts Emmy 2021 (11/9)   Melhor Fotografia – Sitcom “Country Comfort” Melhor Fotografia – Série de Meia-Hora “The Mandalorian” Melhor Fotografia – Série de Uma Hora “The Crown” Melhor Fotografia – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Edição – Série de Drama “The Crown” – Fairytale Melhor Edição – Série de Comédia “Ted Lasso” – The Hope That Kills You Melhor Edição – Sitcom “The Conners” – Jeopardé, Sobrieté And Infidelité Melhor Edição – Minissérie “O Gambito da Rainha” – Exchanges Melhor Edição – Variedades “A Black Lady Sketch Show” – Sister, May I Call You Oshun? Melhor Design de Produção – Série Contemporânea “Mare of Easttown” Melhor Design de Produção – Série de Época ou Fantasia “O Gambito da Rainha” Melhor Design de Produção – Série de Meia-Hora “WandaVision” Melhor Design de Produção – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Design de Produção – Especial de Variedades “The Oscars” Melhor Figurino – Produção de Época “O Gambito da Rainha” Melhor Figurino – Produção de Fantasia “WandaVision” Melhor Figurino – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Cabeleireiro – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Cabeleireiro – Produção de Época ou Fantasia “Bridgerton” Melhor Cabeleireiro – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Maquiagem – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Maquiagem – Produção de Época ou Fantasia “O Gambito da Rainha” Melhor Maquiagem – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Maquiagem – Especiais e Reality Shows “Black Is King” “The Masked Singer” “Sherman’s Showcase Black History Month Spectacular” Melhor Maquiagem – Efeitos Visuais “The Mandalorian” Melhor Edição de Som – Série de Drama “Lovecraft Country” Melhor Edição de Som – Série de Comédia ou Animação “Love, Death + Robots” Melhor Edição de Som – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Mixagem de Som – Série de Drama “The Mandalorian” Melhor Mixagem de Som – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Mixagem de Som – Comédia ou Animação “Ted Lasso” Melhor Mixagem de Som – Variedades ou Especial “David Byrne’s American Utopia” Melhor Design de Abertura “The Good Lord Bird” Melhor Design de Movimento “Calls” Melhor Programa Interativo “Space Explorers: The ISS Experience” Melhor Inovação em Programa Interativo “For All Mankind: Time Capsule”

    Leia mais
  • Etc,  Série,  TV

    Luis Gustavo (1934-2021)

    19 de setembro de 2021 /

    O ator Luis Gustavo, que eternizou personagens memoráveis na TV brasileira, morreu neste domingo (19/9) em sua casa em Itatiba, no interior de São Paulo, aos 87 anos. Ele lutava contra um câncer desde 2018 e chegou a contrariar ordens médicas para fazer seu último trabalho, retomando um de seus papéis mais famosos, o Vavá no filme da série “Sai de Baixo”. Filho de um diplomata espanhol, Luis Gustavo Sánchez Blanco nasceu em Gotemburgo, na Suécia, e veio para o Brasil ainda criança. Sua entrada na indústria televisiva foi pelos bastidores. Quando a TV Tupi estreou em 1950, seu cunhado Cassiano Gabus Mendes, diretor artístico da emissora, convidou o então adolescente para ocupar uma vaga de caboman. Rapidamente, o jovem tornou-se assistente de direção e, aproveitando a doença de um ator nos tempos dos teleteatros feitos ao vivo, estreou diante das câmeras num episódio do programa “TV de Vanguarda”, em 1953. Três anos depois, foi a vez do cinema, com uma participação em “O Sobrado”, escrito pelo mesmo cunhado bacana. Passando a se dedicar exclusivamente à atuação, ele começou a acumular papéis em filmes, como o sucesso de Mazzaropi “Casinha Pequenina” (1963), em novelas da Tupi, como a popular “O Direito de Nascer” (1964), e até no teatro, vencendo um prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) por sua atuação em “Quando as Máquinas Param”, de Plínio Marcos, em 1967. A grande virada de sua carreira aconteceu em 1968, quando virou protagonista da novela mais importante da história da TV brasileira. Luis Gustavo revolucionou a linguagem televisiva ao estrelar “Beto Rockfeller”, na TV Tupi, vivendo um sedutor sem-vergonha que tirava vantagem em tudo. “Beto Rockfeller” foi a primeira novela passada no Brasil contemporâneo, urbano, com locações externas e temática de humor. E isso a tornou diferente de todas as outras produções do gênero feitas até então. O texto de Bráulio Pedroso, um roteirista vindo do cinema, com colaboração do dramaturgo Plínio Marcos, tirou do ar as donzelas românticas e os mocinhos sem defeitos dos folhetins que dominavam a TV – o termo literário francês já indicada que eram todas adaptações de aventuras e melodramas de época europeus – para dar lugar a um cafajeste engraçado e 100% nacional. Isso inaugurou a era moderna das novelas brasileiras. Foram muitas inovações, desde o uso de trilha sonora internacional e as primeiras ações de merchandising numa novela, mas principalmente um protagonista que passava longe da imagem do galã dos folhetins. Luis Gustavo fez tanto sucesso no papel que o reprisou o cinema, num filme de Olivier Perroy lançado em 1970, e ainda estrelou uma continuação televisiva, “A Volta de Beto Rockfeller”, lançada na Tupi em 1973. Seu personagem acabou virando referência pop, sendo até parodiado por Mazzaropi no filme “Betão Roncaferro” (1970). Ele tentou repetir o fenômeno em “O Sheik de Ipanema” (1974), mas a esta altura a Tupi tinha mergulhado numa crise que culminaria em seu fechamento. No ano seguinte, foi convencido por Cassiano Gabus Mendes a mudar para a Globo, vivendo um dos papéis principais de “Anjo Mau” (1976), escrita pelo cunhado. A pareceria continuou com outras produções populares, como “Te Contei?” (1978), antes de estourar em “Elas por Elas” (1982), em que Luis Gustavo deu vida a outro papel antológico, o detetive atrapalhado Mario Fofoca. A princípio um simples coadjuvante, Mario Fofoca acabou se tornando o principal destaque da produção graças à performance engraçadíssima do ator Assim como aconteceu com Beto Rockefeller, o personagem também virou filme, “As Aventuras de Mário Fofoca”, com direção de Adriano Stuart em 1982, ganhou até uma série na Globo em 1983 e ressurgiu anos depois em outra novela. Desta vez, porém, o ator não demorou a encontrar outro papel hilário sob medida, novamente criado por Cassiano Gabus Mendes: Ariclenes, ou melhor o falso estilista espanhol Victor Valentín, em “Tititi” (1985). Sua identificação com o papel foi tão forte que a Globo resolveu lhe prestar homenagem no remake da trama produzido no ano 2010, convidando-o a aparecer, mas como outro personagem clássico: ninguém menos que o velho Mario Fofoca. Ao final dos anos 1980, sua popularidade era tanta que ele era capaz de criar bordões inesquecíveis até quando entrava numa novela para morrer nos primeiros episódios, como aconteceu em “O Salvador da Pátria” (1989), como o radialista sensacionalista Juca Pirama, que marcava sua locução com a frase “Meninos, eu vi!”. Depois de fazer muitas novelas, ele passou às séries. Entre 1994-1996, deu vida a Paulo, o pai de quatro meninas no popular seriado “Confissões de Adolescente”, exibido na TV Cultura e, posteriormente, na Rede Bandeirantes, que lançou a carreira da moleca Deborah Secco. Também protagonizou o primeiro sitcom bem-sucedido da Globo, “Sai de Baixo”, vivendo Vavá, patriarca de uma família tradicional paulistana, às voltas com falcatruas e dificuldades financeiras. Exibida entre 1996 e 2002, a atração fez tanto sucesso que ganhou revival em 2013 no canal pago Viva. O detalhe é que, além de estrelar, Luis Gustavo foi um dos criadores da série, ao lado do diretor Daniel Filho (“Se Eu Fosse Você”). Nos últimos anos, ele vinha alimentando a carreira cinematográfica com “O Casamento de Romeu e Julieta” (2005), de Bruno Barreto, em que interpretou um palmeirense, apesar de ser são-paulino doente, do tipo que chegava para gravar “Sai de Baixo” ao som do hino do time. Fez ainda “Os Penetras” (2013), em que retomou o universo de “Beto Rockfeller”, antes de se despedir dos fãs com “Sai de Baixo – O Filme”, em 2019. Ele era casado com Cris Botelho e tinha dois filhos: Luis Gustavo, de seu relacionamento com Heloísa Vidal, e Jéssica, fruto do casamento com a atriz Desireé Vignolli. E também tinha um bom relacionamento com os dois sobrinhos, os atores Tato Gabus Mendes e Cássio Gabus Mendes. Foi Cássio quem deu a notícia da morte de Tatá, apelido que acompanhou Luis Gustavo por toda a vida. “Obrigado por tudo, meu amado tio”, ele escreveu nas redes sociais, precipitando diversas homenagens de vários atores famosos.

    Leia mais
  • Etc

    Governo Bolsonaro tenta acabar com Lei do Audiovisual

    18 de setembro de 2021 /

    O governo Bolsonaro deu outro passo importante em seu projeto anticultural, visando acabar com o incentivo à produção do cinema brasileiro. O Ministério da Economia enviou à Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 3203/2021 que acaba com mecanismos de incentivo responsáveis pelo financiamento da indústria audiovisual. O PL faz parte de Plano de Redução de Incentivos e Benefícios Federais de Natureza Tributária, que propõe a não prorrogação de benefícios fiscais que têm prazo determinado. Com isso, não seriam prorrogados 21 benefícios, destinados a diversas áreas da economia, que findam entre 2022 e 2025. Embutido no projeto estão cortes de alguns dos artigos mais importantes da Lei do Audiovisual, como aquele que concede dedução do imposto de renda do valor aplicado na produção de obras cinematográficas, além da extinção do Recine, responsável pelo investimento no parque exibidor (isto é, na construção, manutenção e abertura de novos cinemas). Bolsonaro já tinha tentado acabar com a Lei do Audiovisual e o Recine com um veto às suas prorrogações em dezembro de 2019. Mas o Congresso conseguiu reverter a situação, derrubando a canetada em agosto do ano passado. Com ideia fixa, o governo não desistiu e agora embute sua guerra cultural em projetos de viés econômico. As medidas podem trazer impactos desastrosos à indústria do audiovisual, que parece ser considerada uma das grandes inimigas a ser destruída por Bolsonaro, desde que assumiu o poder em 2019 falando mal do cinema brasileiro e dizendo que mandaria cortar financiamento ao “setor que alguns dizem ser de Cultura”.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie