Robert Downey (1936–2021)
O cineasta Robert Downey, pai do ator Robert Downey Jr, morreu enquanto dormia na manhã desta quarta (7/7) em sua casa em Nova York. O diretor tinha 85 anos e sofria do Mal de Parkinson há pelo menos 5 anos. O intérprete do Homem de Ferro escreveu sobre seu pai no Instagram: “Na noite passada, meu pai passou em paz enquanto dormia após anos suportando a devastação do Parkinson… ele era um verdadeiro cineasta independente”. Downey ficou conhecido nos anos 1960 por ser um dos cineastas mais identificados com o movimento contracultural dos EUA, responsável por pelo menos um filme cultuadíssimo, “Putney Swope”, de 1969, além de ter se tornado um autor importante da história do cinema independente americano. Curiosamente, Robert Downey também era Jr. Seu nome verdadeiro era Robert John Elias Jr. Ele era filho da modelo conhecida apenas como Elizabeth (McLoughlin) e Robert Elias, que trabalhava na gestão de hotéis e restaurantes. Mas ao se tornar maior de idade adotou o sobrenome de seu padrasto, James Downey. Seus primeiros filmes foram iniciativas rodadas praticamente sem orçamento, filmes realmente independentes, que mesmo em condições mínimas se destacaram por situações cômicas e absurdas, e redefiniram o cinema underground. O curta “Balls Bluff” (1961), o média “Babo 73” (1964) e os longas “Chafed Elbows” (1966) e “No More Excuses” (1968) impactaram muitos jovens cineastas da época, entre eles Martin Scorsese, que teve a iniciativa de restaurar todas essas obras por sua Film Foundation. “No More Excuses” tornou-se influentíssimo por trazer Downey encarnando situações fictícias e malucas, registradas nas ruas de Nova York, no Yankee Stadium e num vagão de metrô lotado, em meio a reações de pessoas reais. Neste filme, ele foi Borat 40 anos antes de Sacha Baron Cohen. Não foi à toa que foi definido como “anarquicamente caprichoso e contracultural com C maiúsculo” pelo Village Voice, a publicação mais alternativa de Nova York na época. A repercussão o deixou famoso o suficiente para conseguir seu primeiro orçamento e contrato de distribuição, permitindo que o filme seguinte tivesse maior alcance. Em 1969, “Putney Swope” expôs seu estilo a um público mais amplo, que ficou chocado – alguns diriam horrorizado. O filme era uma sátira devastadora da Madison Avenue, o centro publicitário dos EUA, e mostrava o que acontecia quando um ativista afro-americano recebia carta branca para fazer o que quisesse numa agência de publicidade. A ousadia do filme foi revolucionária. “Putney Swope” entrou na lista dos 10 melhores filmes do ano da New York Magazine, mas também foi execrado pela imprensa conservadora. Com o passar dos anos, sua reputação só aumentou, tornando-o um dos filmes mais cultuados da história do cinema americano. Downey entrou nos anos 1970 com novas provocações, como “Pound”, em que atores fingiam ser cachorros esperando para serem adotados – entre eles, o estreante Robert Downey Jr. de cinco anos de idade – , e “Greaser’s Palace” (1972), uma encenação ultrajante da vida de Cristo no contexto de um faroeste espaguete. Desta vez, foi a revista Time que colocou o filme em sua lista dos dez melhores do ano. Apesar da repercussão, os lançamentos não davam dinheiro, o que levou o diretor para o teatro e polêmicas diferentes. Downey dirigiu a peça “Sticks and Bones” de David Rabe, que a rede CBS decidiu exibir ao vivo em seu projeto de teleteatro em 1973. O tema anti-guerra da montagem enfrentou grande resistência do mercado e boicote dos anunciantes, fazendo com que a transmissão da peça se tornasse a única do projeto sem interrupções comerciais. Ele também antecipou “Seinfeld” ao fazer o primeiro filme sobre nada, “Moment to Moment” de 1975. Downey disse ao Village Voice que “foi difícil arrecadar dinheiro para um filme que não tinha realmente um enredo. Lembro-me de dizer a um cara uma vez, ‘Há uma cena em que teremos 18 caras jogando beisebol a cavalo’, que está lá. Ele olhou para mim como se pensasse: ‘Você enlouqueceu?’. Jack Nicholson colocou dinheiro para a produção, Hal Ashby e Norman Lear, esses meus amigos daquela época. É o filme favorito dos meus filhos dentre todos que fiz.” A partir dos anos 1980, Downey acreditou que seu humor besteirol finalmente poderia ser entendido pelo mercado, o que resultou em tentativas de produções mais comerciais. “Rebeldes da Academia” não escondia o desejo de replicar o sucesso de “Clube dos Cafajestes” (1978), mas com situações muito mais suaves do que as do filme de John Belushi. Ele também dirigiu as comédias “America” (1986) e “Rented Lips” (1988), mas só conseguiu atrair a atenção com “Os loucos Casais da Califórnia”, já em 1990 e graças a um elenco que incluía seu filho Robert Downey Jr. e o jovem amigo dele Ralph Macchio (o “Karatê Kid”), ao lado de Allan Arbus e o Monty Python Eric Idle. O filme juntava os quatro em despedidas emocionantes de seus cachorros superprotegidos, todos poodles, que saíam de férias em uma van. Seus últimos filmes foram mais sérios. “Hugo Pool” foi inspirado pela morte de sua segunda esposa, Laura, que faleceu de ALS em 1994. O longa, que estreou mundialmente no Festival de Sundance em 1997, promovia a conscientização sobre ALS. E ele encerrou a carreira com o documentário “Rittenhouse Square”, sobre o principal centro cultural e social da Filadélfia, lançado em 2005. Robert Downey também foi ator e participou de filmes como “Boogie Nights” (1997) e “Magnolia” (1999), ambos de Paul Thomas Anderson. Sua última aparição nas telas foi como convidado do humorístico “Saturday Night Live” em 2015. Como suas obras foram realmente independentes, nunca receberam muita atenção do mercado e jamais saíram do circuito dos iniciados – seus principais títulos são inéditos no Brasil e em vários países do mundo. Por conta disso, sua ousadia acabou esquecida. É até desconhecida entre as novas gerações, que se referiam a ele apenas como o pai de Robert Downey Jr. Veja abaixo o trailer ultrajante de “Putney Swope” (“Você não pode comer um ar condicionado”!).
Empresário de Britney Spears pede demissão em apoio à cantora
O empresário de Britney Spears rompeu sua relação com a pop star para não compactuar com a exploração da cantora por seu próprio pai. Larry Rudolph abandonou a longa relação profissional com Britney após ouvi-la declarar que se sentia uma escrava obrigada a trabalhar, desde que a Justiça deu a Jamie Spears o controle sobre todos os aspectos de sua vida. A iniciativa é a segunda consequência do forte depoimento de Britney à Justiça de Los Angeles no mês passado. Apesar da juíza Brenda Penny não ter se comovido e mantido a cantora sob tutela do pai, as declarações foram consideradas chocantes e também fizeram a Bessemer Trust, empresa de gerenciamento de finanças que é cotutora do patrimônio de Britney Spears, peticionar para abandonar o arranjo. O empresário enviou seu pedido de demissão por meio de uma carta aberta, endereçada a Jamie Spears e à tutora indicada legalmente Jodi Montgomery, afirmando que seus “serviços não são mais necessários”, já que Britney “expressou sua intenção de se aposentar oficialmente”. “Já se passaram mais de 2 anos e meio desde que Britney e eu nos comunicamos pela última vez, momento em que ela me informou que queria fazer um hiato de trabalho por tempo indeterminado. Hoje cedo, fiquei sabendo que Britney estava expressando sua intenção de se aposentar oficialmente”, ele escreveu, revelando a decisão radical da cantora para lidar com a situação forçada de tutoria. Para apoiá-la, Rudolph disse que ela não precisaria mais de empresário. Após trabalhar com a cantora por mais de 25 anos, ele ainda reforçou que nunca fez parte da tutela ou de suas operações, lembrando que seus serviços foram requisitados anos atrás pela própria Britney, antes de todos esses problemas. Por tudo isso, concluiu que seu afastamento seria o que melhor “serve aos interesses dela” neste momento. A cantora de 39 anos está sob tutela desde que teve um colapso mental em 2008, quando uma audiência de 10 minutos na Justiça de Los Angeles colocou todas as decisões sobre suas finanças e seus cuidados pessoais a cargo de seu pai. Em seu depoimento recente, Britney classificou a tutela de 13 anos de abusiva, dizendo que se sente traumatizada e revoltada e que quer sua vida de volta. Entretanto, ela não encontra parecer favorável e segue sendo obrigada a permanecer submetida às vontades do pai.
Spike Lee chama Bolsonaro de gângster no Festival de Cannes
O cineasta americano Spike Lee, que preside o júri da 74ª edição do Festival de Cannes, chamou Jair Bolsonaro de “gângster” durante a primeira entrevista coletiva do evento, nesta terça-feira (6/7). “O mundo está sendo comandado por gângsteres. Há o Agente Laranja [o ex-presidente americano, Donald Trump], o cara do Brasil [Jair Bolsonaro] e [o presidente russo Vladimir] Putin. São bandidos e vão fazer o que desejarem. Não têm moral ou escrúpulos e precisamos falar alto sobre gente assim.” A declaração foi só uma mostra do que vem por aí, já que o evento também conta com Kleber Mendonça Filho (“Bacurau”) em seu júri, responsável por um famoso protesto no tapete vermelho do festival francês contra o Impeachment de Dilma Rousseff. Na entrevista coletiva, ele defendeu que uma das formas de “resistir” é divulgar a informação e denunciar, por exemplo, “o fechamento da Cinemateca Brasileira há mais de um ano”, uma “forma muito clara de reprimir a cultura e o cinema”. Spike Lee é o primeiro artista preto a ocupar a presidência do festival francês, mas já participou três vezes da disputa pela Palma de Ouro. Ele venceu o grande prêmio do júri em 2018, por “Infiltrado na Klan”, mas é considerado injustiçado por ter sido preterido pelo júri presido por Wim Wenders em 1989, quando exibiu seu filme mais importante, “Faça a Coisa Certa”. “Muita gente disse que o filme daria início a uma série de motins raciais pelos EUA”, lembrou Lee, em referência ao conteúdo do filme, que termina com uma rebelião racial em um bairro negro em Nova York. “Escrevi o filme em 1988. Mas quando vejo o irmão Eric Garner e o rei George Floyd mortos [homens negros assassinados por policiais brancos, em 2014 e 2020], lembro do [personagem de ‘Faça a Coisa Certa’ também assassinado] Radio Raheem. Você imaginaria que 30 malditos anos depois a população negra não fosse mais caçada como animais.” O cineasta, que lançou seu filme mais recente (“Destacamento Blood”) pela Netflix, também comentou a resistência do Festival de Cannes ao streaming, proibindo a inclusão de filmes não feitos para o cinema na competição. Para Lee, o streaming não ameaça o cinema. “Não é uma novidade, porque é sempre um ciclo”, afirmou, lembrando que a TV e os vídeos também sofreram a acusação de causarem o fim da experiência cinematográfica. “O cinema e o streaming podem, sim, coexistir.” O Festival de Cannes começa oficialmente nesta terça na França, com a exibição da estreia mundial de “Annette”, aguardado longa do francês Leos Carax, estrelado por Marion Cotillard e Adam Driver. Além de Spike Lee e Kleber Mendonça Filho, o júri do festival também inclui duas diretoras de cinema: a francesa Mati Diop (“Atlantique”) e a austríaca Jessica Hausner (“Little Joe”). O corpo de jurados se completa com cinco atores: o sul-coreano Song Kang-ho (“Parasita”), o francês Tahar Rahim (“O Mauritano”), a americana Maggie Gyllenhaal (“Secretária”), a francesa Mélanie Laurent (“Oxigênio”) e a canadense Mylène Farme (“A Casa do Medo – Incidente em Ghostland”), que também é cantora e compositora. Com cinco mulheres e quatro homens, trata-se de um dos grupos mais diversos da história de Cannes, que terão a difícil tarefa de suceder o júri comandado pelo diretor mexicano Alejandro González Iñárritu (“O Regresso”), responsável por apresentar ao mundo “Parasita”, do sul-coreano Bong Joon Ho, vencedor da Palma de Ouro em 2019 e, posteriormente, do Oscar em 2020.
Fotos confirmam romance de Olivia Wilde e Harry Styles
O que era boato ganhou fotos. Olivia Wilde e Harry Styles foram clicados se beijando durante um passeio de iate no litoral italiano. Um paparazzo flagrou toda a intimidade das férias românticas do casal, e a imagem correu o mundo. Embora até o momento eles não tenham se pronunciado sobre o relacionamento, os fãs já aprovaram o casal, celebrando o beijo sob o céu do Mediterrâneo. O relacionamento teria começado nos bastidores de “Don’t Worry Darling”, filme ainda inédito dirigido por Wilde e estrelado por Styles. No começo da produção, a atriz não escondeu sua felicidade por contar com a participação do cantor no elenco. “Eu fiz uma pequena dança da vitória”, confessou Wilde para a revista Vogue. A atriz de 37 anos terminou seu casamento de nove anos com o comediante Jason Sudeikis no início de 2020, enquanto o cantor de 27 anos está solteiro desde 2018, quando se separou da modelo Camille Rowe. Harry Styles and Olivia Wilde can't keep their hands off each other in Italy https://t.co/YMWdbtIZUF pic.twitter.com/nOm2zi1uiX — Page Six (@PageSix) July 5, 2021
Filha de Bruce Lee enquadra Quentin Tarantino: “Homem branco de Hollywood”
Depois de ouvir seu pai ser mais uma vez ofendido por Quentin Tarantino, a produtora Shannon Lee (“Warrior”), filha do ator Bruce Lee, publicou um longo desabafo na revista The Hollywood Reporter. A briga entre Shannon Lee e Tarantino se tornou pública pela primeira vez quando ela reclamou do tratamento dado a seu pai em “Era uma Vez em… Hollywood”, após incontáveis casos de atores brancos pegaram papéis que podiam ser dele, passando-se por asiáticos. Para a filha do ex-ator e grande mestre das artes marciais, falecido em 1973, Tarantino podia ter tentado mostrar como Lee era estereotipado, em vez de desrespeitá-lo e retratá-lo como um asiático arrogante que puxava brigas com dublês. Na época do lançamento de “Era uma Vez… em Hollywood”, o diretor defendeu sua versão dizendo que “Bruce Lee era meio que um cara arrogante mesmo”. “O jeito que ele falava… Eu não inventei, ouvi ele falar coisas como essas. As pessoas me dizem ‘Ele nunca disse que poderia derrotar Muhammad Ali’, mas ele disse sim. E não foi só ele quem disse isso, sua esposa também. A primeira biografia dele que li foi ‘Bruce Lee: The Man Only I Knew’, de Linda Lee, e ela absolutamente disse isso.” O assunto voltou à tona no fim de semana, quando Tarantino foi divulgar o livro que expande a história do filme – lançado na terça passada (29/6) no Brasil. Em uma entrevista para o podcast “The Joe Rogan Experience”, o diretor baixou o nível ao voltar à carga. “Eu consigo entender a filha dele ter um problema com isso [a maneira como Lee foi interpretado]. É a p*rra do pai dela, eu entendo. Mas qualquer outra pessoa, vá chupar um p**!”. A resposta extremamente arrogante e mal-educada irritou de vez Shannon Lee, que foi convidada pelo THR a escrever uma coluna sobre a questão. “Como vocês já sabem, a forma como Bruce Lee foi retratada em ‘Era uma vez em… Hollywood’ pelo Sr. Tarantino, na minha opinião, foi pouco fiel e desnecessária, para dizer o mínimo (por favor, não vamos culpar o ator Mike Moh. Ele fez o que pôde com o que lhe foi dado). E embora eu esteja grata que o Sr. Tarantino tenha reconhecido tão generosamente a Joe Rogan que eu possa ter meus sentimentos sobre sua representação de meu pai, eu também sou grata pela oportunidade de poder expressar o seguinte: estou cansada pra c*ralho de homens brancos em Hollywood tentando me dizer quem era Bruce Lee”, escreveu Shannon. “Estou cansada de ouvir de homens brancos de Hollywood que ele era arrogante e um c*zão, quando eles não têm ideia e não conseguem entender o que pode ter sido necessário para conseguir trabalho em Hollywood nos anos 1960 e 1970 para um homem chinês com um (Deus o livre) sotaque, ou tentar expressar uma opinião em um set de filmagens sendo encarado como um estrangeiro e uma pessoa de cor”, continuou. “Estou cansada de homens brancos de Hollywood confundindo sua confiança, paixão e habilidades com arrogância e, logo, achando necessário diminuí-lo, assim como suas contribuições. Estou cansada de homens brancos de Hollywood acharem muito desafiador acreditar que Bruce Lee pode ter sido bom no que fazia e que talvez soubesse fazê-lo melhor que eles”. “Estou cansada de ouvir de homens brancos de Hollywood que ele não era um lutador de artes marciais e que só fazia isso para os filmes. Meu pai vivia e respirava artes marciais. Ele ensinava artes marciais, escrevia sobre artes marciais, criou sua própria arte marcial”, reforçou. “E, já que estamos aqui, estou cansada de me dizerem que ele não era americano (ele nasceu em São Francisco, Califórnia), que ele não era amigo de James Coburn, que ele não era bom com os dublês, que ele saía chamando as pessoas para brigas em sets de filmagens, que minha mãe disse em seu livro que meu pai acreditava que ele venceria Muhammad Ali (não é verdade), que tudo o que ele queria era ser famoso, e muito mais”. Ela finaliza com uma ressalva: “Claro, isso não se aplica a todos os homens brancos de Hollywood. Eu trabalhei com alguns colaboradores e parceiros maravilhosos. Mas encontrei muitos deles ao longo dos anos (e não só em Hollywood) que querem explicar Bruce Lee para mim e usam Bruce Lee quando e como lhes agrada sem reconhecer sua humanidade, seu legado ou sua família”.
Quentin Tarantino compra cinema centenário de Los Angeles
O diretor Quentin Tarantino comprou um cinema de quase 100 anos em Los Angeles. Ele revelou nesta segunda (5/7), durante participação no podcast “Armchair Expert”, que comprou o histórico Vista Theatre na Sunset Drive e pretende reabrir a sala de tela única ainda neste ano. “Comprei o Vista na Sunset”, anunciou Tarantino com orgulho no podcast, sem entrar em detalhes do negócio. “Provavelmente vamos abri-lo na época do Natal”. O Vista Theatre foi inaugurado em 9 de outubro de 1923, com capacidade para 400 pessoas, e fechado em março do ano passado, no começo da pandemia de covid-19. Ele não chegou a reabrir como os demais cinemas de Los Angeles, exibindo atualmente em sua marquise apenas a mensagem “To be Continued” (continua). Tarantino já tem um cinema na cidade. Ele é dono do New Beverly desde 2007, onde exibe exclusivamente filmes de 35 mm e 16 mm, a maioria de sua própria coleção pessoal. Este cinema reabriu em meados de junho e tem esgotado todos os ingressos desde que passou a receber o público de volta. Explicando que a decisão de comprar estes cinemas se deve a ligações pessoais, Tarantino surpreendeu ao não fazer uma defesa intransigente do circuito cinematográfico como muitos poderiam imaginar. Ao contrário, disse que alguns dos cinemas que estão falindo em meio a pandemia já vão tarde. “Eu não gosto de ver nenhum cinema fechando, mas alguns desses que se vão, eles merecem mesmo ir”, disse Tarantino no podcast. “Eles já tinham tirado todo o prazer especial dos filmes. São redes de cinema que exibem só filmes comerciais, não apagam as luzes, usam assentos de estádio de m*rda de plástico”, reclamou. “Tem sido uma loucura ao longo da minha carreira ver como a experiência cinematográfica piora para os espectadores a cada cinco anos. No entanto, acho que os cinemas boutique realmente devem prosperar. E não estou falando de pedir nachos e margaritas durante um filme…”, acrescentou, diferenciando entre salas elitistas, que são basicamente restaurantes com filmes, das exibições que respeitam o público e enfatizam os prazeres puramente cinematográficos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Michael Idov (@michaelidov) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andrew Farmer (@thatsajellyfish)
Richard Donner (1930-2021)
O diretor Richard Donner, que encantou gerações com clássicos como “A Profecia” (1976), “Superman – O Filme” (1978), “Os Goonies” (1985) e “Máquina Mortífera” (1987), morreu nesta segunda (5/7) aos 91 anos, de causa ainda não revelada. O nome Donner era na verdade apelido de Donald, segundo nome do nova-iorquino Richard Donald Schwartzberg, que estudou teatro na NYU (Universidade de Nova York) e chegou a atuar em peças do circuito off-Broadway, antes de decidir tentar carreira atrás das câmeras. Ele até ensaiou atuar na TV, mas a experiência nunca passou de um punhado de séries, como “Agente da UNCLE” e “Lassie”. Em compensação, ao entrar na indústria televisiva rapidamente se estabeleceu como um dos diretores mais requisitados da década de 1960, somando em período recorde mais de uma centena de episódios de atrações como a própria “Agente da UNCLE”, “Procurado Vivo ou Morto”, “Rota 66”, “O Homem do Rifle”, “Paladino do Oeste”, “O Fugitivo”, “A Ilha dos Birutas”, “Perry Mason”, “James West”, “Agente 86” e principalmente “Além da Imaginação”, onde mostrou sua capacidade de comandar tramas fantásticas. Paralelamente, começou a dirigir seus primeiros filmes, inaugurando a lista com a produção de baixo orçamento “X-15”, estrelada por Charles Bronson. Mas apesar do desejo de fazer cinema, só conseguiu superar a tradicional resistência de Hollywood a profissionais da TV depois de 15 anos de atividades cinematográficas em filmes baratos, quando “A Profecia” estourou nas bilheterias. O terror de 1976 marcou época e inspirou continuações, remake e até uma série, sendo considerado o segundo filme mais assustador da década, atrás apenas de “O Exorcista” (1973). O sucesso o credenciou a dirigir a produção que levaria os espectadores a “acreditar que um homem pode voar”. Donner entregou tudo o que o marketing anunciou e os fãs esperavam do primeiro filme de super-heróis com grande orçamento. Um ano após “Guerra nas Estrelas” inaugurar a era moderna dos blockbusters, “Superman – O Filme” consolidou a mudança de paradigma e o mercado cinematográfico nunca mais foi o mesmo. Infelizmente, ele brigou com os produtores Alexander e Ilya Salkind durante as filmagens de “Superman II” e acabou ficando sem créditos pelo trabalho seguinte, finalizado por Richard Lester, embora tenha contribuído com várias cenas do longa de 1980. Os fãs puderam ver a diferença quando a Warner restaurou sua versão em 2006, lançada em DVD como “Superman II: The Richard Donner Cut”, no mesmo dia da estreia de “Superman: O Retorno” nos cinemas. Após a frustração com “Superman II”, Donner decidiu montar sua própria produtora em parceria com sua esposa, Lauren Shuler Donner, visando manter maior controle de seus projetos. Foi pela empresa, que hoje é conhecida como The Donners’ Company, que ele lançou seus filmes seguintes e a iniciativa o transformou em milionário. Os primeiros títulos da produtora foram a fantasia medieval “O Feitiço de Áquila” (1982) e a aventura “Os Goonies” (1985), coproduzida por Steven Spielberg. O sucesso desses filmes, especialmente do fenômeno “Goonies”, ainda fizeram de Donner um dos diretores mais admirados da década de 1980. O detalhe é que ele guardou seu lançamento mais bem-sucedido para o final da década. Depois de entreter crianças e adolescentes, Donner ainda revolucionou a velha fórmula dos filmes policiais com “Máquina Mortífera” (1987), apresentando a parceria entre um jovem policial destemido/suicida e outro “muito velho para essa m*rda”. A química entre Mel Gibson e Danny Glover, aliada à combinação de ação e comédia, criou novo fenômeno de bilheteria, que ainda ganhou mais três sequências e permaneceu influente a ponto de inspirar uma série de TV nos últimos anos. Além de dirigir todos os quatro “Máquina Mortífera” ao longo de uma década (até 1998), o diretor voltou a bisar a parceria com Mel Gibson em mais dois longas, a adaptação da série de western “Maverick” (1994) e o thriller “Teoria da Conspiração” (1997). Seus últimos trabalhos como diretor foram a sci-fi “Linha do Tempo” (2003), estrelada por Paul Walker, e o thriller policial “16 Quadras” (2006), com Bruce Willis. Como produtor, Donner ainda trabalhou nos bastidores de continuações de seus sucessos, como “Superman III” e “A Profecia III”, além de ter realizado a trilogia “Free Willy”, a série “Contos da Cripta”, baseada em quadrinhos de terror dos anos 1950, e dois filmes derivados dessa atração. Mas sem dúvida sua maior contribuição longe das câmeras foi ter produzido o filme que lançou a era dos super-heróis da Marvel nos cinemas: “X-Men”, no ano 2000. Nos últimos anos, ele ensaiava voltar a dirigir um último filme, que seria “Máquina Mortífera 5”, resgatando a franquia com os atores originais. O projeto chegou a ser anunciado por Mel Gibson, mas agora não deve mais sair do papel. Apesar da repercussão de seus filmes, Richard Donner nunca teve seu talento reconhecido pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Mas é um equívoco subestimar seu talento, que rivalizava com os cineastas mais badalados de sua geração. Um dos plano-sequências de “Superman – O Filme” dava inveja em Martin Scorsese.
Larissa Manoela transforma boatos em pauta de respeito LGBTQIAP+
O atual passeio de férias de Larissa Manoela pelos Estados Unidos está virando uma novela nas redes sociais. Ou, na definição da própria atriz, uma “fanfic”. Enquanto Larissa compartilha sua felicidade instagramável, com direito à foto em parque temático da Disney, os fãs estão indo à loucura com os boatos de bastidores. Nessa viagem, Larissa conta com a companhia de uma amiga e de sua mãe. Mas, do nada, Silvana Santos, a mãe, fez uma série de comentários revelando que está chateada e gostaria de voltar para casa. Em seguida, deu nada menos que unfollow na filha. Embora Silvana não tenha explicado o que a estava desagradando, não faltaram teorias sobre o que teria causado tamanha insatisfação. E aí começou o segundo boato. A atriz estaria em um relacionamento romântico com a amiga da viagem. A fofoca começou a ganhar grandes proporções, a ponto de Larissa precisar se pronunciar no Twitter, desmentindo a história, mas também aproveitando para reforçar a necessidade de se respeitar a comunidade LGBTQIAP+. “Gente, que coisa mais desnecessária ficar tendo que falar de orientação sexual em pleno 2021”, escreveu Larissa. “Não estou namorando a minha amiga, conforme estão criando essa fic sem noção! Mulheres, ou elas são rivais, ou são namoradas?? Oi??”, continuou. “E seu eu tivesse, não teria que ser tabu. Chega de preconceito, de querer limitar o amor das pessoas”, explicou. “Apesar de não ser lésbica, vamos transformar esse episódio sobre consciência e respeito aos LGBTQIAP+. A luta deles deveria ser a de todos nós. Mais amor, mais respeito”, completou. Gente, que coisa mais desnecessária ficar tendo que falar de orientação sexual em pleno 2021. É preciso ter paciência, respirar e ser didática, como a Professora Helena (captaram o link? 🙃). — LARISSA MANOELA (@larimanoela) July 5, 2021 Dito isto, não, não estou namorando a minha amiga, conforme estão criando essa fic sem noção! Isso é MENTIRA. Mulheres, ou elas são rivais, ou são namoradas?? Oi??Que mundo é esse!!Número 1: não, não tenho relacionamento amoroso com mulheres. — LARISSA MANOELA (@larimanoela) July 5, 2021 E seu eu tivesse, não teria que ser tabu. Chega de preconceito, de querer limitar o amor das pessoas. Não tenho dúvidas sobre a minha orientação sexual. Sim, eu sou hétero. Esse espaço é meu com vocês, para não deixar dúvidas sobre mentiras e especulações. — LARISSA MANOELA (@larimanoela) July 5, 2021 E acrescento: assim como já viajei com outras amigas, outras vão me acompanhar. Sou abençoada por belas e verdadeiras amizades, ainda mais em um mundo em que a superficialidade reina. Valorize seus amigos de verdade! ❤️ — LARISSA MANOELA (@larimanoela) July 5, 2021 Mas a questão não é só essa!! É desrespeitoso espalhar e alimentar mentiras sobre as pessoas. Ainda mais envolvendo uma amiga que não tem nada a ver com isso. Parem de criar mentiras!!E o que mais me chateia é pensar: por que esse assunto ainda é notícia?? — LARISSA MANOELA (@larimanoela) July 5, 2021 Não me relaciono com meninas. Mas isso não deveria ser motivo de deboche e de preconceito disfarçado de curiosidade ou "brincadeira". Precisamos de mais respeito!! — LARISSA MANOELA (@larimanoela) July 5, 2021 Estou aqui em respeito aos meus fãs de verdade, aqueles que não espalham esse tipo de notícia mentirosa. É por vocês e para vocês essa mensagem!! — LARISSA MANOELA (@larimanoela) July 5, 2021 E mais, apesar de não ser lésbica, vamos transformar esse episódio sobre consciência e respeito aos LGBTQIAP+. A luta deles deveria ser a de todos nós. Mais amor, mais respeito. — LARISSA MANOELA (@larimanoela) July 5, 2021
Estrela de “Bridgerton” está namorando humorista do “Saturday Night Live”
Tem novo casal assumido em Hollywood. A atriz inglesa Phoebe Dynevor, estrela da série “Bridgerton”, e o comediante americano Pete Davidson, do humorístico “Saturday Night Live”, decidiram demonstrar seu romance publicamente no fim de semana. Eles já vinham sendo alvo de boatos desde março, após fotos de paparazzi flagrarem a proximidade, mas desta vez não foram apenas clicados lado a lado. Os dois foram assistir juntos a uma partida de tênis de Roger Federer, em Wimbledon, e não esconderam o afeto, abraçando-se em vários momentos. O comediante ainda deu um beijinho na testa da atriz, quando ela se acomodou em seus braços. Dynevor está atualmente gravando a 2ª temporada de “Bridgerton” em Londres, e Davidson está passando uma temporada na cidade. Pete Davidson and Phoebe Dynevor are so cute together ✨ I love how happy he’s looking ❤️ pic.twitter.com/wYfv5BkHcZ — Katharine 🖤🌻 (@MIW_Kat) July 3, 2021
Vladimir Menshov (1939–2021)
O diretor de cinema russo Vladimir Menshov, premiado com o Oscar em 1981, morreu de covid-19 nesta segunda (5/7), aos 81 anos Nascido em 1939 em Baku, no Azerbaijão soviético, Vladimir Menshov começou a filmar curtas em 1968, antes de estrear como roteiristas de em 1974 e dirigir seu primeiro longa em 1977, “Practical Joke”. Ele se mundialmente conhecido por seu segundo filme de longa-metragem, “Moscou não Acredita em Lágrimas” (1980), que venceu o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, um dos dois únicos prêmios da Academia conquistados pela União Soviética. Menshov escreveu, dirigiu, produziu e atuou no filme, que acompanhava a vida de três mulheres, da juventude ao começo da velhice, refletindo seus sonhos e desejos ao virem de cidades pequenas para Moscou. Seus filmes seguintes não tiveram o mesmo alcance, mas sua comédia “Love and Pigeons”, lançada em 1984, encontrou grande sucesso local e continua sendo uma das mais assistidas na televisão russa. Menshov também se destacou como ator, sendo convidado a participar de projetos de vários colegas após atuar em “Moscou não Acredita em Lágrimas”. Ele participou de cerca de 100 filmes russos como ator, incluindo alguns sucessos de alcance internacional, como “O Mensageiro” (1986) e “Cidade Zero” (1988), de Karen Shakhnazarov, além do terror “Guardiões do Dia” (2006), de Timur Bekmambetov. Um de seus últimos trabalhos, “Legenda No. 17”, lhe rendeu o Georges, prêmio Nacional do Cinema Russo, como Melhor Ator Coadjuvante em 2013. Além da carreira na indústria cinematográfica, ele também deu aulas de direção na VGIK (Instituto Gerasimov de Cinematografia), prestigiosa escola de cinema de Moscou.
Com covid-19, Rodrigo Faro piora por estresse causado por “notícia falsa e mentirosa”
O ator e apresentador Rodrigo Faro, que testou positivo para covid-19 na sexta-feira (2/7), revelou ter piorado seu quadro de saúde devido à repercussão de uma notícia sobre sua ida ao SBT na quarta-feira passada. “Acabei piorando essa noite por conta do estresse por essa notícia falsa e mentirosa”, ele escreveu. Segundo afirmou o Notícias da TV, o apresentador não teria feito teste no ambulatório da emissora de Silvio Santos, como é praxe, ao visitar o local para uma ação de merchandising com Eliana. Em vez disso, teria se recusado e apresentado o resultado negativo de um exame que havia realizado no mesmo dia. O site ainda afirmou que ele circulou sem máscara e tirou fotos com funcionários do SBT que foram tietá-lo. Após o diagnóstico positivo da sexta, tanto a apresentadora quanto os mais de 30 funcionários da produção do programa de Eliana foram afastados do trabalho e submetidos a novos exames. O SBT obriga todos os visitantes a passarem por uma triagem no ambulatório antes de entrarem em suas dependências. Com Faro não foi diferente. Mas, de acordo com o relato do Notícias da TV, o apresentador da Record teria rejeitado o teste e mostrado um exame feito fora da emissora, que apontava negativo para coronavírus. Ainda de acordo com o site, no dia seguinte o apresentador começou a apresentar sintomas ao gravar seu programa semanal e, após novos exames, a contaminação foi confirmada na sexta. A Record teria afastado 40 funcionários. Em nota, a Record informou que “Rodrigo Faro faz teste antes de qualquer gravação. No dia [quarta], ele havia feito teste antes de ir para o SBT”. A emissora ressaltou que o resultado do exame tinha sido aceito pela rede de Silvio Santos antes de ele iniciar a gravação. Em seu Instagram, Faro também desmentiu a notícia de que tinha se recusado a fazer exame de covid, publicando o resultado negativo do teste que fez na quarta-feira. Ele avisou que seus advogados notificaram extra-judicialmente os responsáveis pela publicação original. “Todos os responsáveis por essa notícia falsa, caluniosa e mentirosa serão notificados por meu advogado e terão que se retratar. Notícia falsa é crime! No portal Uol e no Notícias da TV já tiraram a notícia falsa… Falta o pronunciamento do SBT falando verdade, que eu jamais me neguei a fazer o exame”, escreveu o apresentador. O pronunciamento do SBT veio no sábado (3/7), afirmando que Faro foi dispensado de fazer um segundo teste pela própria equipe da emissora e, apesar disso, não teria se recusado a realizá-lo em nenhum momento. O comunicado também afirma que, ao contrário da notícia publicada, ele ficou restrito às áreas de estúdio e camarim e não circulou pela emissora. E termina desejando “pronto restabelecimento do apresentador”. Com a confirmação do canal, Rodrigo Faro declarou: “Fake News desmentida!”. Ele agradeceu a todos os que apoiaram durante a repercussão da notícia nas redes sociais e disse que “agora vou cuidar da minha saúde e da minha família”.
Empresa que quer abandonar tutela de Britney Spears será ouvida na Justiça
A juíza Brenda Penny, que tem negada todas as petições de Britney Spears para acabar com sua situação de tutoria forçada, marcou uma audiência para analisar o pedido da empresa Bessemer Trust, que quer abandonar a tutela da cantora, atualmente dividida com o pai dela, Jamie Spears. A empresa de gerenciamento de fortunas peticionou sua retirada do arranjo comercial, afirmando que tomou a decisão em “respeito ao desejo” da artista. De acordo com os documentos apresentados ao tribunal na quinta (1/7), a Bessemer Trust declarou que acreditava que a tutela de Spears era “voluntária” e que ela consentia que a empresa atuasse como cotutora. Entretanto, após as denúncias de abuso feitas pela cantora, ficou claro que ela é contra o acordo e deseja que seja encerrado. Na semana passada, Britney Spears disse ao tribunal que considerava abusivo o acordo jurídico estabelecido em 2008, que tornou seu pai responsável por todas as decisões de sua carreira, por suas finanças e por sua vida pessoal. Ela revelou que se sentia uma escrava, forçada a tomar um medicamento à base de lítio contra sua vontade, obrigada a fazer shows e impedida de se casar e de remover um dispositivo de controle de natalidade para que pudesse tentar engravidar. A Bessemer Trust foi aprovada apenas no ano passado pela Corte Superior de Los Angeles para agir como cotutora dos ativos financeiros de Spears, um total de US$ 60 milhões, ao lado do pai da artista, Jamie Spears – que até então era o único tutor da fortuna. A decisão foi reforçada na quarta (30/6) pela juíza Brenda Penny, ao negar o pedido do advogado da cantora para que o pai dela deixasse de ser responsável por seu patrimônio. A empresa informou que ainda não tomou nenhuma medida em relação aos ativos de Spears, nem cobrou qualquer taxa, pois esperava documentos adicionais da Justiça que a autorizassem a agir. Entretanto, diante de “circunstâncias alteradas” do projeto de tutoria, incluindo “o fato de que a tutelada reivindicou danos irreparáveis aos seus interesses”, não quer mais assumir a responsabilidade pelas finanças da cantora. O caso agora será ouvido no tribunal, numa audiência que a juíza Brenda Penny marcou para o dia 14 de julho.
Casal de “Homem-Aranha” é flagrado beijando na vida real
Zendaya e Tom Holland, estrelas da nova franquia do “Homem-Aranha”, foram flagradas aos beijos dentro de um carro farol em Los Angeles. Publicadas pelo site Page Six, as imagens foram parar nas redes sociais e agora os fãs estão shippando o casal, acreditando que o romance dos filmes está acontecendo na vida real. Vale lembrar que eles vivem par romântico nas telas, como MJ e Peter Parker/Homem-Aranha. Segundo o Page Six, os cliques foram feitos num farol vermelho, em pleno trânsito de Los Angeles, e não têm nenhuma relação com filmagens. Desde que as fotos começaram a circular, Zendaya e Tom Holland submergiram, sem se pronunciar sobre o flagra ou o relacionamento. Os rumores de que “Tomdaya” é pra valer já tem certo tempo, mas agora, além do flagra, os paparazzi confirmaram que o casal saiu da residência da casa da mãe de Zendaya. Ou seja, Tom já estaria visitando a “sogra”, sinal da seriedade da relação. Os dois serão vistos beijando-se mais em “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, que estreia em 16 de dezembro no Brasil – um dia antes do lançamento nos EUA. Zendaya, Tom Holland finally confirm they're dating with steamy car makeout https://t.co/kIde61l93Y pic.twitter.com/Uqgc1Tl3nC — Page Six (@PageSix) July 2, 2021











