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Felipe Neto revela casamento com Juliane Carvalho

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22 de outubro de 2026
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    Twitter lança campanha com tuítes inspiracionais de celebridades

    29 de janeiro de 2022 /

    O Twitter lançou uma nova campanha publicitária nos EUA para exaltar a força dos tuítes positivos. O foco são postagens antigas de celebridades manifestando desejos e planos para suas carreiras, que acabaram acontecendo. As mensagens inspiracionais foram espalhadas em oito cidades dos EUA, estampando grandes painéis estáticos em locais com boa visibilidade e grande circulação. Segundo Leslie Berland, diretora de marketing do Twitter, o ponto de partida da campanha, que ganhou a hashtag #TweetItIntoExistence (algo como “tuite para acontecer”), foi um tuite de Matthew Cherry, o diretor e animador que venceu o Oscar pelo curta “Hair Love”. “Vou ser indicado ao Oscar um dia. Já estou garantindo”, ele postou em 2 de junho de 2012, manifestando seus sonhos, que viraram realidade em 9 de fevereiro de 2020. “Este foi o primeiro tuite em que ancoramos”, escreveu Leslie Berland no próprio Twitter. “A visão, a confiança, a clareza!. Obrigado, Matthew, por nos inspirar”. Matthew Cherry também se pronunciou sobre a campanha. “Manifeste seus sonhos! Não custa nada e você nunca sabe, um dia pode se tornar realidade”, ele tuitou. Outros famosos que sonharam no Twitter e conseguiram realizar seus planos foram Simu Liu, que sugeriu para a Marvel sua escalação em Shang-Chi em 2018, Megan Thee Stallion, que previu que viraria uma rapper famosa em 2014, e muitos mais, incluindo Issa Rae, Niall Horan, Demi Lovato e diversos atletas americanas. Junto dos outdoors, o Twitter está doando quase US$ 1 milhão para instituições de caridade escolhidas pelas celebridades que tiveram seus tuítes incluídos na campanha. .@MatthewACherry was the original inspo for this campaign. His was the very first tweet we anchored on. The vision, the confidence, the clarity! Thank you Matthew for inspiring us all 🙏 @LaraKate #TweetItIntoExistence https://t.co/xG0VQ4h6G4 — Leslie Berland (@leslieberland) January 18, 2022

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  • Etc,  Filme

    Carol Speed (1945–2022)

    29 de janeiro de 2022 /

    A atriz Carol Speed, que estrelou o cult de blaxploitation “The Mack”, morreu em 14 de janeiro em Muskogee, Oklahoma. Ela tinha 76 anos e sua família anunciou sua morte em um comunicado publicado online sem especificar a causa. Carol Ann Bennett Stewart virou Carol Speed na década de 1970, a partir do filme de presidiárias “The Big Bird Cage” (1972) e do policial “Os Novos Centuriões” (1972) – que chegou a virar série. Mas seu nome só foi tornar realmente conhecido a partir de “The Mack” (1973), ao interpretar a namorada prostituta do personagem-título vivido por Max Julien, que morreu no início deste mês. O culto em torno de “The Mack”, que também destacava em seu elenco o humorista Richard Pryor, transformou Speed ​em estrela desse tipo de filme. Ela filmou mais cinco produções do gênero até 1979, saindo de cena com “Disco Godfather”. Entre seus filmes de gângsteres negros, Speed ainda protagonizou o terror “Abby” em 1974, interpretando o papel-título, uma mulher possuída pelo antigo demônio nigeriano Exu. “Abby” foi um sucesso de público, mas a produção acabou processada pela Warner Bros. sob a alegação de ser um plágio de “O Exorcista” (1973). O processo fez o longa ser retirado dos cinemas e criou barreiras para sua comercialização, tornando-o quase esquecido. Mas cinéfilos que ouviram falar do filme acabaram resgatando seu status em cineclubes e sessões comemorativas. Mais que cult, “Abby” se tornou lendário. Após se afastar das telas, ela virou escritora. Seu romance semiautobiográfico de 1980, “Inside Black Hollywood”, se provou tão “escandaloso” que virou “o assunto da cidade”, segundo a revista Jet na época. A vida real da atriz também ​​teve sua parcela de drama ao estilo blaxploitation. Enquanto ela estava filmando “The Mack”, seu namorado foi morto a tiros em Berkeley, Califórnia. Naquela época, ela estava lutando para pagar sua casa em Hollywood Hills, tentando sustentar seu filho, Mark Speed, e expulsando outro homem de seu lar. Ele foi embora, mas levou muitos dos pertences dela – até mesmo o colchão da cama em que dormia. Outra história curiosa aconteceu durante as filmagens de “Abby”, quando vários tornados atingiram Louisville, onde o filme estava sendo rodado, e uma mansão onde o elenco havia participado de uma festa luxuosa foi destruída. Então, quando Speed ​​apareceu no set em sua fantasia demoníaca, o gerador começou a funcionar mal e seus colegas ficaram assustados. “A equipe quase começou a acreditar que eu estava possuída pelo poderoso Exu”, ela revelou, em uma entrevista para a Jet.

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  • Etc

    Sean Penn diz que os homens estão “muito afeminados”

    28 de janeiro de 2022 /

    O ator e diretor Sean Penn gerou polêmica ao dizer que os homens modernos ficaram “muito afeminados”. Em uma entrevista publicada nesta sexta (28/1) pelo jornal inglês The Independent, ele defendeu que os homens não deveriam abrir mão de sua masculinidade para agradar às mulheres. O tema foi trazido à tona porque o ator lamentou, há duas semanas, o que considerava uma afetação em curso na cultura norte-americana. “Estou no clube que acredita que os homens na cultura americana se tornaram descontroladamente feminizados. Eu não acho que ser um bruto ou ter insensibilidade ou desrespeito pelas mulheres tenha algo a ver com masculinidade, nunca teve. Mas não acho que [para] sermos justos com as mulheres, devemos nos tornar elas”, ele disse ao site britânico iNews. O Independent pediu, então, para ele elaborar esse pensamento. O resultado foi um reforço das mesmas ideias. “Acho que os homens, na minha opinião, se tornaram bastante feminizados. Eu tenho essas mulheres muito fortes na minha vida que não veem a masculinidade como um sinal de opressão contra elas. Acho que há muitos genes covardes que levam pessoas a abrir mão de seus jeans e colocar uma saia”, ele respondeu. Segundo o jornalista que o entrevistou, Sean estava acompanhado da filha, Dylan Penn, com quem filmou “Flag Day – Dias Perdidos”. A entrevista tinha o objetivo de promover o longa, que fracassou entre a crítica e o público dos EUA. E ao ouvir a declaração do pai, Dylan teria ficado apenas quieta e “olhou para o nada”. Apesar de uma carreira focada em atividades beneficentes nos últimos anos, Sean Penn ainda é lembrado por agredir fotógrafos durante seu casamento de quatro anos com a cantora Madonna, na década de 1980. Apesar de rotulado como agressivo pela imprensa, ele venceu um Oscar por interpretar, justamente, um homem “afeminado”: o militante gay Harvey Milk na cinebiografia “Milk: A Voz da Igualdade” (2008).

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  • Etc

    Spotify vira paraíso dos negacionistas no Brasil

    28 de janeiro de 2022 /

    A plataforma de áudio Spotify virou tema de debate político nesta semana, após enfrentar um ultimato do roqueiro Neil Young para tirar do ar um podcast negacionista da pandemia de covid-19. O Spotify preferiu tirar as músicas de Neil Young do ar do que perder a audiência do “Joe Rogan Experience”, um dos podcasts mais perigosos e mais lucrativos da empresa nos EUA. Ao responder a Neil Young, o Spotify disse ter uma “grande responsabilidade em balancear a segurança dos ouvintes com a liberdade dos criadores” e que tinha excluído 20 mil episódios de podcasts relacionados à covid-19 desde o início da pandemia. Infelizmente, nenhum destes supostos 20 mil episódios excluídos parece ter sido produzido no Brasil, onde o Spotify virou o paraíso dos negacionistas mais delirantes. Um levantamento do jornalista Edoardo Ghirotto para a Coluna de Guilherme Amado chamou atenção para a existência de vários podcasts que difundem fake news e desinformações que podem levar à morte de brasileiros, em plena atividade e sem o menor controle no Spotify Brasil. Os podcasts de bolsonaristas radicais são disponibilizados sem que a plataforma forneça um alerta de fake news ou um botão para denunciar seu conteúdo. Em 28 de outubro de 2020, o site bolsonarista Senso Incomum publicou um episódio no podcast “Guten Morgen” com o título “A vachina não é uma vacina”. No programa, Flavio Morgenstern chegou a dizer que a “vacina chinesa” da Sinovac é um “veneno”. “Eu sou contra a vacina chinesa, a vacina de Oxford, sobretudo porque elas não são vacinas”, disse o escritor, que em certo momento chamou as pessoas que aceitariam o imunizante de “cobaias”. No dia 21 de abril de 2021, o apresentador Gilberto Barros, do podcast “Rugido do Leão”, fez uma defesa de tratamentos que são comprovadamente ineficazes contra a Covid-19. No programa, ele ensinou falsamente que “inalação de bicarbonato [serve] para tornar a região do pulmão salinizada”. “Ela fica mais alcalina, insuportável para que sobreviva o Sars Cov 2, a praga da China, se é que ela existe”, declarou. Na edição de 28 de outubro do podcast “4talkcast”, a deputada federal Bia Kicis mentiu descaradamente que imunizantes são responsáveis pelo surgimento de variantes da Covid-19. “[O vírus] vai para uma mutação porque está tendo muitas pessoas vacinadas”, disse a deputada, que admitiu não estar vacinada. O campeão de divulgação de mentiras perigosas para a saúde dos brasileiros, segundo o levantamento publicado por Guilherme Amado, é “Fábio Sousa Com Você”, do pastor e ex-deputado Fábio Sousa. Em 7 de dezembro, ele trouxe a médica Raíssa Soares para horrorizar os ouvintes. Na ocasião, ela revelou que costuma dizer aos pais de crianças que vacinas podem causar efeitos colaterais, como miocardite. A médica também fez campanha contra o passaporte vacinal e a falta de necessidade das pessoas se vacinarem. “Por que eu vou obrigar as pessoas a tomarem uma vacina que não impede a doença?”, afirmou. “Quem não quer vacinar, não vacine. Não precisa se vacinar.” Demitido da CNN por insistir na propagação de mentiras negacionistas, o jornalista Alexandre Garcia foi convidado do programa poucos dias depois, em 16 de dezembro, onde indicou que o cantor Maurílio havia sofrido um tromboembolismo pulmonar por ter se vacinado. O sertanejo morreu no dia 29 de dezembro. “Não estou atribuindo à vacina, mas estou falando que temos casos de meninos recebendo massagem cardíaca nas escolas. Nunca tantos jovens tiveram AVC e problemas de trombose pulmonar e ataque cardíaco. Tenho muito medo e acho que isso é uma responsabilidade gigantesca da Anvisa”, afirmou Garcia, sem apresentar provas sobre o que estava falando. Mais de 150 milhões de brasileiros já foram vacinados contra a covid sem registros de efeitos colaterais graves. Garcia declarou que não se vacinará e criou teorias conspiratórias sobre a campanha de imunização infantil. “Mexeram na genética dessas crianças, já que essa vacina tem essa influência. Você não sabe o que vai acontecer quando chegar a idade de procriação”, ele mentiu. O levantamento aponta ainda uma participação do infectologista Francisco Cardoso em 27 de dezembro, para dizer a maior barbaridade de todas: de que o governo de Israel vacinou sua população à força, fazendo uma comparação com o Holocausto e relativizando a barbárie praticado pelos nazistas. “Imagina que incoerência? Israel propondo isolar em guetos [os não vacinados], ou sei lá, eles vão trocar o nome para não ter lembranças históricas, mas na prática é isso”, declarou. Cardoso também desinformou ao ser questionado por Fábio Sousa sobre a necessidade de vacinar pessoas que contraíram a covid-19. “Não precisa. Isso é mentira, é uma narrativa política que está sendo imposta para forçar todo mundo a tomar a vacina”, disse. Para completar, o médico mentiu que as vacinas para crianças estão “sob suspeita”. As vacinas infantis estão aprovadas pela Anvisa e por agências de saúde dos principais países do mundo.

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  • Etc

    Joe Exotic é sentenciado novamente a 21 anos de prisão

    28 de janeiro de 2022 /

    Em meio a uma campanha para liberar Joe Exotic da prisão, depois que um tribunal de apelações ordenou um novo julgamento, um juiz federal sentenciou novamente o “Tiger King” a 21 anos de confinamento nesta sexta-feira (28/1), reduzindo sua punição original em apenas um ano. Joe Exotic – cujo nome verdadeiro é Joseph Maldonado-Passage – foi condenado por encomendar o assassinato da ativista Carole Baskin. A história conflituosa dos dois foi apresentada na série documental “A Máfia dos Tigres”, da Netflix. Dono de um zoológico na Flórida, Joe Exotic precisou ser julgado novamente depois que um tribunal federal de apelações decidiu no ano passado que diretrizes impróprias foram usadas em sua condenação. Para sustentar seu caso, os promotores dizem que ele tentou contratar duas pessoas – incluindo um agente disfarçado do FBI – para matar Baskin, que havia criticado seu tratamento aos animais de seu zoológico. Mas os advogados de Exotic afirmam que ele nunca falou sério. Vários apoiadores de Joe Exotic lotaram o tribunal, alguns usando máscaras com estampas de animais e camisetas que diziam: “Free Joe Exotic”. Mas a nova sentença não foi a que esperavam. A briga pública entre Joe Exotic e Carole Baskin vai agora virar uma série de ficção: “Joe vs. Carole”, criada pela comediante Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), com lançamento marcado para 3 de março nos EUA pela plataforma Peacock.

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  • Etc,  Série

    CEO da Apple enaltece estratégia de streaming em balanço de lucros

    27 de janeiro de 2022 /

    O CEO da Apple, Tim Cook, fez raríssimos comentários sobre o conteúdo da Apple TV+ durante o balanço trimestral dos lucros do gigante tecnológico, observando com orgulho que a programação de streaming da empresa já soma quase 200 prêmios e 900 indicações no total. Ele citou nominalmente os impactos de “Ted Lasso”, “A Tragédia de Macbeth”, “No Ritmo do Coração” (CODA), “O Canto do Cisne” e as vindouras séries “Depois da Festa” (The Afterparty) e “Ruptura” (Severance). “Cada um deles é um tremendo crédito para todos os contadores de histórias, na frente e atrás da câmera”, disse ele a analistas de Wall Street durante a videoconferência que apresentou os últimos ganhos bilionários da Apple. Até recentemente, a plataforma lançada em novembro de 2019 era um ponto raramente mencionado no balanço corporativo da Apple, conglomerado que tem mais de US$ 366 bilhões em receita anual. Só no quarto trimestre de 2021 a empresa atingiu um recorde de US$ 124 bilhões, com vendas de equipamentos – em especial o iPhone 13 – que geraram lucros de US$ 34,6 bilhões contra US$ 28,7 bilhões no mesmo trimestre do ano anterior, de acordo com o relatório de resultados da empresa. Pela primeira vez, porém, Cook resolveu incluir na celebração a estratégia de streaming da companhia. “Queríamos dar aos contadores de histórias um lugar para contar histórias originais e me sinto muito bem sobre onde estamos hoje e a posição estratégica do nosso produto.” “Não tomamos decisões puramente financeiras sobre o conteúdo. Tentamos encontrar ótimos conteúdos que tenham uma razão de ser, e adoramos programas como ‘Ted Lasso’ e vários outros que têm uma razão de existir e têm uma boa mensagem, e fazem as pessoas se sentirem bem no final. Mas não vejo que tenhamos estreitado nosso universo. Há muito o que escolher por aí e acho que estamos fazendo um bom trabalho.” A Apple não divulga as estatísticas da Apple TV+, e não foi desta vez que Tim Cook quebrou a regra. Gigante no mercado de tecnologia, a Apple começou como uma anã no segmento de streaming. Sem catálogo de séries e filmes antigos, a plataforma acabou se impondo por sua programação original. Os responsáveis pelo conteúdo premiado são Jamie Erlicht e Zack Van Amburg, ex-presidentes da Sony Pictures Television, que assumiram o comando do projeto de desenvolvimento da Apple TV+ em 2019 e superaram expectativas. A dupla já tinha sido responsável pelo lançamento de diversos sucessos como copresidentes da divisão de produção televisiva da Sony, incluindo “Breaking Bad”, “Better Call Saul”, “The Blacklist”, “Community”, “Hannibal”, “The Goldbergs” e “The Crown”. No ano passado, a empresa também contratou Jesse Henderson, ex-executiva da Warner Bros., para assumir a crescente divisão cinematográfica da plataforma.

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    Morgan Stevens (1951–2022)

    27 de janeiro de 2022 /

    O ator Morgan Stevens, que estrelou as séries “Fama” e “Melrose”, foi encontrado morto em sua casa na quarta (26/1) durante uma verificação de rotina da polícia. Nenhuma informação sobre a causa da morte foi divulgada. Ele tinha 70 anos. Nascido em 16 de outubro de 1951, em Knoxville, Tennessee, Stevens foi para Hollywood logo após se formar na faculdade. Ao longo dos anos 1970, ele apareceu em séries como “Mod Squad”, “One Day at a Time” e “Quincy”, até chamar atenção num episódio da última temporada de “Os Waltons”, em 1981. Apesar de curta, sua participação teve impacto na trama, e acabou rendendo seu retorno em três telefilmes de reencontro da atração em 1982, incluindo o especial de casamento de Erin Walton (interpretada por Mary Elizabeth McDonough), que virou a esposa de seu personagem. Stevens saiu de “Os Waltons” para seu primeiro papel fixo na TV, interpretando o professor David Reardon durante duas temporadas da série musical “Fama”. Ele chegou até a escrever um dos episódios do terceiro ano da produção, exibido em 1984. Após “Fama”, Stevens seguiu aparecendo como convidado em várias séries, incluindo os sucessos “O Barco do Amor”, “Águia de Aço”, “Magnum”, “Assassinato por Escrito” e “MacGyver: Profissão Perigo”. Mas sua carreira sofreu um duro golpe em agosto de 1989. Após sofrer um pequeno acidente de carro, ele foi preso pela polícia de Los Angeles por suspeita de dirigir embriagado. Enquanto estava sob custódia, o ator foi severamente espancado, sofrendo um nariz quebrado, bochecha fraturada, mandíbula deslocada e danos nos nervos do rosto. Ele foi desfigurado pela polícia. Depois de sofrer tortura física, um teste de álcool em seu sangue o inocentou da acusação de dirigir embriagado. Ele venceu um processo contra a polícia de Los Angeles, que teve que pagar todo seu tratamento de recuperação. Traumatizado, Morgan ficou afastado das telas por três anos, voltando a atuar apenas em 1992, quando interpretou o personagem Nick Diamond em sete episódios de “Melrose” (Melrose Place). Depois disso, seu trabalho tornou-se esporádico, levando a um final precoce em sua carreira em 1999, quando apareceu pela última vez nas telas, em um episódio de “Chuck Norris, Homem da Lei” (Walker, Texas Ranger).

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  • Etc

    Spotify prefere ter negacionista que rock de Neil Young

    26 de janeiro de 2022 /

    O Spotify preferiu manter um negacionista em seu catálogo que todos os rocks de Neil Young. Na contramão de outras plataformas digitais, como Facebook, Instagram, YouTube e Twitter, que implementaram ações para coibir a divulgação de fake news, o serviço especializado em música se aliou a Joe Rogan, o apresentador de um podcast acusado de espalhar desinformação sobre covid-19 e vacinação, ao ser pressionado por Young. O veterano roqueiro canadense deu um ultimato ao Spotify na terça (24/1), pedindo à plataforma para escolher entre ele e Rogan. Numa carta aberta, Young exigiu que suas músicas fossem retiradas do Spotify por não compactuar com a divulgação de informações falsas perigosas pela plataforma, via o podcast “Joe Rogan Experience”. “Eles podem ter Young ou Rogan. Não os dois”, escreveu o músico. O documento dizia: “Estou fazendo isso porque o Spotify está espalhando informações falsas sobre vacinas – potencialmente causando a morte daqueles que acreditam na desinformação espalhada por eles.” Frank Gironda, empresário de Young, confirmou a decisão do músico ao site The Daily Beast: “É algo que é realmente importante para Neil. Ele está muito chateado… ” O que mais chateia Young é que “The Joe Rogan Experience” é o podcast mais popular do Spotify e um dos maiores do mundo, tendo seu formato de entrevista copiado em diversos países. Em 2020, Rogan assinou um contrato de exclusividade de US$ 100 milhões com a empresa. Em comunicado, o Spotify afirmou: “Queremos que todo o conteúdo de música e áudio do mundo esteja disponível para os usuários do Spotify. Com isso vem uma grande responsabilidade em equilibrar a segurança para os ouvintes e a liberdade para os criadores. Implementamos políticas de conteúdo detalhadas e removemos mais de 20.000 episódios de podcast relacionados a covid desde o início da pandemia. Lamentamos a decisão de Neil de remover sua música do Spotify, mas esperamos recebê-lo de volta em breve”. O texto não menciona Rogan ou o ultimato do cantor. Ao decidir simplesmente remover as músicas de Young, o Spotify tomou um lado claro, demonstrando não possuir escrúpulos em relação à origem de seus lucros. Mas o passo dado pelo cantor pode ser o primeiro de muitos. Diante de uma debandada geral, a plataforma pode assumir subitamente uma consciência social. Recentemente, 270 médicos, cientistas e profissionais de saúde também assinaram uma carta aberta solicitando que o Spotify agisse contra o “histórico de desinformação de Rogan, particularmente em relação à pandemia de Covid-19”. Muitos dos comentários de Rogan sobre a pandemia são similares aos de Bolsonaro no Brasil, como o famoso “histórico de atleta” que não seria afetado por uma “gripezinha”, a defesa do “tratamento precoce” com ivermectina e a comparação da obrigatoriedade da vacinação com o Holocausto nazista. Neste mês de janeiro, o YouTube começou a banir os vídeos mais polêmicos de Rogan. Enquanto isso, Neil Young lembra aos fãs que realmente vive aquilo que canta: “It’s better to burn out than to fade away, my my hey hey”.

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    Peter Robbins (1956–2022)

    26 de janeiro de 2022 /

    Peter Robbins, um ex-ator mirim que dublou Charlie Brown nos desenhos clássicos dos anos 1960, suicidou-se na semana passada, revelou sua família à imprensa. Ele tinha 65 anos. Robbins nasceu Louis G. Nanasi em 10 de agosto de 1956, em Los Angeles, e começou a atuar com sete anos de idade. Seu primeiro papel foi na comédia “Operação Matrimônio” (1963), e ele chegou a aparecer em episódios de várias séries clássicas, como “Couro Cru” (Rawhide), “Os Monstros” e “Agente 86”, até se destacar como a voz de Charlie Brown no clássico natalino “O Natal do Charlie Brown”, em 1965. O ator continuou a interpretar o personagem criado por Charles M. Schulz por quatro anos, em clássicos como “Você É um Tapado, Charlie Brown”, “Charlie Brown e a Grande Abóbora” (ambos de 1966), “Querida Ruivinha” (1967), “Ele É Seu Cachorro, Charlie Brown” (1968), “Foi um Curto Verão, Charlie Brown” (1969) e “Um Garoto Chamado Charlie Brown” (1969), seu último trabalho na franquia. Ele também estrelou outra adaptação de quadrinhos, integrando o elenco da série live-action baseada em “Blondie” (1968-69), a tirinha criada pelo cartunista Chic Young, como Alexander Bumstead, o filho de Dagwood (Will Hutchins) e Blondie (Patricia Harty). Robbins parou de atuar em 1972 e por um tempo trabalhou como DJ em Palm Springs. Diagnosticado com transtorno bipolar, ele voltou a virar notícia em 2015 quando foi condenado a cinco anos de prisão por fazer ameaças a várias pessoas, incluindo figuras públicas. Ele foi solto em 2019.

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    Atriz de Bollywood é inocentada de “obscenidade” 15 anos após beijo de Richard Gere

    26 de janeiro de 2022 /

    A Justiça da Índia inocentou a atriz Shilpa Shetty, estrela de Bollywood, das acusações de “obscenidade” que enfrentou depois que o ator Richard Gere a beijou em um palco de Delhi em 2007. Imagens de 15 anos atrás mostraram o ator americano beijando a bochecha de Shetty em um evento de conscientização sobre a Aids em Delhi. Na época, o beijo, bastante pudico e comum no Ocidente, virou um escândalo na conservadora sociedade indiana e desencadeou protestos de grupos radicais hindus que o consideraram um insulto aos valores indianos. Isto porque beijar em público é considerado tabu na Índia. Richard Gere se justificou dizendo que tentava mostrar que beijar era um ato seguro, que não poderia levar à transmissão do HIV. Um mandado de prisão contra o ator chegou a ser emitido, mas rejeitado pela Suprema Corte da Índia logo depois. Mas Shetty ficou marcada e sua carreira implodiu. Considerada uma das maiores estrelas da indústria cinematográfica indiana, ela simplesmente deixou de ser escalada para filmes. Com o prejuízo em sua vida pessoal e profissional, só agora, 15 anos depois, as acusações foram consideradas “infundadas”, com um tribunal indiano em Mumbai dando razão à equipe de advogados da atriz, dizendo que ela foi vítima de um “gesto indesejado”. A equipe jurídica da estrela argumentou que era injusto que Shetty fosse considerada “culpada” por não protestar o suficiente contra o beijo não combinado na época. Apesar do escândalo ter custado sua carreira de atriz, Shilpa Shetty não ficou parada. No mesmo ano, ela se mudou para o Reino Unido e aproveitou o sensacionalismo gerado pelo caso para entrar no reality show Celebrity Big Brother, onde enfrentou bullying e insultos racistas, como a primeira atriz indiana do programa. Ao final, consagrou-se vencedora do reality show, conquistando o apoio do público britânico. Depois disso, voltou à Índia consagrada e iniciou uma nova carreira como apresentadora de reality shows.

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    Gabriela Duarte revela fim de seu casamento

    26 de janeiro de 2022 /

    A atriz Gabriela Duarte anunciou o fim de seu casamento no Instagram. Nesta quarta-feira, 26, a artista compartilhou várias fotos com o marido, Jairo Goldfuss, e com os filhos, Manuela e Frederico, para contar que não está mais casada. “Essa é a minha família. Vocês já sabem. Família pra mim é sinônimo de parceria, amor, cuidado… isso nós temos bastante aqui. E vamos ter pra sempre”, ela escreveu. E então contou um pouco da sua história com o marido. “Eu e Jairo vivemos 19 anos juntos. 19 anos de muita troca, amor, tretas, dois filhos, viagens, planos, mudanças de planos e muita, muita, muita parceria”, disse. Por fim, a atriz de 47 anos anunciou o fim desse relacionamento. “Essa parceria é tanta que entendemos juntos que encerrar o nosso casamento seria a melhor decisão pro momento. E assim nos separamos. Mas a família que construímos não. Ela seguirá firme até o fim de nossas vidas”. “Jairo será sempre meu amor, meu amigo e pai dos nossos filhos”, continuou. “Estou dividindo isso com vocês, pois a gente vem construindo uma comunidade sincera aqui nessa rede e quero evitar qualquer tipo de mal entendido ou especulação”. “Estamos bem, felizes e certos de que foi uma decisão acertada”, finalizou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por gabriela duarte (@gabidu)

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    Marilyn Manson nega estupro de Evan Rachel Wood em clipe de 2007

    25 de janeiro de 2022 /

    O advogado de Marilyn Manson respondeu à acusação da atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”) de que teria sido estuprada diante das câmeras pelo cantor durante a gravação de um videoclipe em 2007. Em um comunicado enviado à imprensa, ele acusou a atriz de inventar “uma mentira descarada e fácil de refutar”. A revelação de que o artista teria a estuprado durante as gravações de “Heart-Shaped Glasses” (2007) foi apresentada num desabafo registrado no documentário “Phoenix Rising”, que teve uma de suas duas partes exibidas no Festival de Sundance durante o domingo (23/1). Em seu depoimento no filme, Evan Rachel Wood revelou que ela e Mason discutiram uma cena de sexo simulada para o videoclipe. No entanto, assim que as câmeras começaram a rodar, Wood afirma que o ex a penetrou de verdade. “Eu nunca concordei com isso! Era um caos completo e eu não me sentia segura, ninguém estava cuidando de mim. Eu me sentia nojenta”, disse. A atriz diz ainda que todos assistiram em silêncio. “Percebi que a equipe estava muito desconfortável e ninguém sabia o que fazer. Fui coagida a um ato sexual. Foi quando o primeiro crime foi cometido contra mim. Eu fui estuprada diante das câmeras”. Howard King, advogado de Marilyn Manson, negou as alegações de Evan, chamando a acusação de “releitura imaginativa da produção do clipe”. “De todas as falsas alegações que Evan Rachel Wood fez sobre Brian Warner [verdadeiro nome de Marilyn Mason], sua releitura imaginativa da produção do clipe de ‘Heart-Shaped Glasses’, há 15 anos, é a mais descarada e fácil de refutar, porque havia várias testemunhas”, diz o comunicado do advogado. “Evan não estava apenas engajada durante os três dias de filmagem, mas também fortemente envolvida em semanas de planejamento de pré-produção e dias de edição de pós-produção do corte final. A cena de sexo simulada levou várias horas para ser filmada com várias tomadas, usando ângulos diferentes e várias pausas longas entre as configurações da câmera”, acrescenta o texto.

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    Evan Rachel Wood revela ter sido estuprada em clipe de Marilyn Manson

    24 de janeiro de 2022 /

    O relacionamento abusivo entre Evan Rachel Wood e Marilyn Manson originou a série documental “Phoenix Rising”, que teve sua primeira parte exibida no Festival de Sundance durante o domingo (23/1). Wood tem falado sobre ser uma sobrevivente de abuso e relações tóxicas desde 2016, quando publicou uma carta aberta no Twitter. Em fevereiro de 2021, a atriz nomeou seu agressor publicamente. “O nome de meu abusador é Brian Warner, também conhecido mundialmente como Marilyn Manson”, disse a atriz em post no Instagram. Desde então, várias outras mulheres vieram a público compartilhar os abusos sofridos em suas relações com Manson. O cantor também está sendo processado por três delas. Em seu depoimento no filme, Evan Rachel Wood revela que foi estuprada diante das câmeras no clipe de “Heart-Shaped Glasses”, lançado em 2007, quando ela tinha 19 anos e ele 38. “Discutimos uma cena de sexo simulada”, ela explicou. No entanto, assim que as câmeras ligaram, ele a penetrou de verdade. “Eu nunca concordei com isso… Era um caos completo e eu não me sentia segura, ninguém estava cuidando de mim… Eu me sentia nojenta.” A atriz diz ainda que todos assistiram em silêncio. “Percebi que a equipe estava muito desconfortável e ninguém sabia o que fazer. Fui coagida a um ato sexual. Foi quando o primeiro crime foi cometido contra mim. Eu fui estuprada diante das câmeras”. Dirigida por Amy Berg (“Livrai-nos do Mal”), a produção será lançada pela HBO em duas partes, ainda sem previsão de estreia.

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