Globoplay vai batizar salas de cinema de São Paulo
A plataforma de streaming da Rede Globo vai dar nome a duas salas do novo Cine Marquise, espaço que sucede o antigo Cinearte num dos endereços de cinema mais tradicionais da cidade de São Paulo. Localizado no Conjunto Nacional, no encontro entre a Avenida Paulista e a Rua Augusta, o novo cinema batizou suas salas de Globoplay 1 e Globoplay 2, que serão inauguradas com telas importadas, poltronas semi-vips e um sistema de som Dolby de última geração. “A parceria com esse projeto que traz de volta salas importantes de cinema de São Paulo reforça o nosso compromisso com a produção audiovisual. Nada mais adequado ao Globoplay, uma plataforma que apoia, valoriza e incentiva a cultura nacional”, diz afirma Tiago Lessa, Head de Marketing, Aquisição e Engajamento Produtos e Serviços Digitais Globo. A reforma completa do espaço também contou com patrocínio da Sabesp e da EMAE – Empresa Metropolitana de Águas e Energia. Como curiosidade, a bombonière do cinema também oferecerá aos frequentadores a cerveja artesanal paulistana da marca Tarantino, nome bastante apreciado pelos cinéfilos. Fechado há quase dois anos, antes mesmo da pandemia de covid-19, o Cinearte vai dar lugar oficialmente ao Cine Marquise na segunda quinzena deste mês, a tempo do espaço manter sua tradição de exibir os filmes da Mostra de São Paulo.
Daniel Craig ganha estrela na Calçada da Fama de Hollywood
O ator Daniel Craig foi homenageado com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood na tarde de quarta-feira (6/10), véspera da estreia de “007 – Sem Tempo para Morrer” nos EUA. Já em cartaz no Brasil, o longa será lançado nesta sexta-feira (8/10) na América do Norte. Craig teve seu nome impresso na 2.704ª estrela da Calçada da Fama, simbolicamente localizada na altura do número 7007 do Hollywood Boulevard e bem próxima de outro ator famoso que também interpretou James Bond, Roger Moore. O astro inglês foi apenas o terceiro James Bond a receber a homenagem, seguindo Roger Moore e Pierce Brosnan, que foram respectivamente o segundo e o quarto intérpretes de 007 na franquia oficial do cinema. Fora das produções oficiais, David Niven, que viveu o espião na sátira “Cassino Royale”, de 1967, também possui um estrela na Calçada da Fama. A cerimônia de inauguração contou com a presença do astro e convidados, como os produtores da franquia 007, Barbara Broccoli e Michael G. Wilson, e foi introduzida por discurso de Rami Malek, que interpreta o vilão Lyutsifer Safin em “Sem Tempo para Morrer”, e usou a palavra “classe” para descrever o ator. “É uma honra absoluta ser pisado por toda Hollywood”, brincou Craig em seu agradecimento à homenagem. “Estar nesta calçada cercado por todas estas lendas me faz um homem muito, muito, muito feliz”, completou. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Hollywood Walk Of Fame (@hwdwalkoffame)
Streaming do Telecine vai migrar para a Globoplay
O Grupo Globo anunciou, por meio de sua assessoria, que o aplicativo do Telecine vai acabar. Todo seu conteúdo migrará para a plataforma Globoplay. A mudança não afetará o Telecine na TV paga, que continuará funcionando com seus canais independentes. Apesar da novidade, o conteúdo em streaming do Telecine continuará separado do conteúdo da Globoplay. Ele vai funcionar em uma área personalizada dentro da plataforma, num modelo conhecido como channel, já utilizado na oferta do Premiere e do Combate. Não será necessário nem ser assinante da Globoplay para consumir as ofertas do Telecine. Como já acontece. Para os assinantes atuais do serviço, nada muda, à exceção do modo de acessar o Telecine pelo aplicativo da Globoplay. Já os assinantes da Globoplay permanecem sem acesso automático ao Telecine, que continuará condicionado a uma assinatura específica. Num texto com jargões do mercado publicitário, a empresa afirma que “a mudança visa concentrar seu extenso portfólio de conteúdo em um único ambiente e aprimorar a experiência dos usuários, além de trazer ganhos de sinergia para as operações. O movimento reforça a estratégia de relacionamento direto com o consumidor da Globo, que posiciona o Globoplay como o principal marketplace de conteúdo no Brasil”. De acordo com o comunicado, a integração será concluída até o final de 2021, mas não há informações sobre se isso será acompanhado por um relançamento promocional. O texto também deixa dúvidas sobre a continuidade dos lançamentos em VOD (video on demand), citando apenas o catálogo já existente de filmes e a inclusão do live streaming dos canais pagos do grupo: Premium, Action, Touch, Pipoca, Cult e Fun. Atualmente, é possível assinar as duas plataformas em conjunto em um pacote que sai por R$ 49,90 ao mês. Separadamente, porém, a Globoplay custa a partir de R$ 22,90 enquanto o streaming do Telecine sai por um valor mensal de R$ 37,90.
Filme “Cats” foi tão ruim que criador do musical comprou um cachorro
Parece piada, mas foi isso mesmo. O compositor e produtor musical britânico Andrew Lloyd Webber, criador do espetáculo musical “Cats”, confessou à revista Variety que ficou tão mal com a adaptação cinematográfica de 2019 que decidiu comprar um cachorro depois de vê-la. O filme dirigido por Tom Hooper (“Les Misérables”) foi um dos maiores fracassos comerciais e de crítica de 2019. “Cats foi errado para além da métrica”, afirmou Webber. “Não houve qualquer compreensão do porquê das músicas funcionarem. Eu vi e pensei: ‘Meu Deus, não’. Foi a primeira vez em meus 70 e poucos anos neste planeta em que eu decidi comprar um cachorro. Então, a coisa boa que saiu disso foi meu filhotinho havanês”, brincou. O compositor ainda revelou o cachorro foi sua companhia durante o isolamento causado pela pandemia da covid-19 na Inglaterra. Ele se apegou tanto ao animal que o trouxe com ele para Nova York. “Eu escrevi às autoridades alfandegarias dizendo que precisava dele comigo sempre pois sou ferido emocionalmente e preciso do meu cachorro terapêutico”, explicou. “Disse: ‘Vocês viram o que Hollywood fez ao meu musical, ‘Cats’?’, então a aprovação da alfândega veio sem necessidade de receita médica”, acrescentou, zombando novamente da produção. “Cats” foi o grande vencedor da nada cobiçada categoria de Pior Filme do ano de 2019 no troféu Framboesa de Ouro. Além de Pior Filme, venceu mais cinco prêmios por sua ruindade, incluindo Pior Direção e Roteiro. Lembre abaixo do trailer oficial legendado.
Marieta Severo revela sequelas da covid-19
A atriz Marieta Severo revelou que ficou sequelas da covid-19. A atriz de 74 anos conta que ficou com fadiga e lapsos de memória, e isso impactou as gravações de “Um Lugar ao Sol”, novela que estreia em novembro. Em bate-papo no podcast “Novela das 9”, Marieta revelou que não foi a única da produção afetada. Andréia Horta, com quem contracena na novela, também contraiu a doença e enfrentou os mesmos problemas. “Fiquei com muita fadiga e com problemas de lapso de memória. Eu tenho uma neta de 18 anos que teve duas vezes, e ela me falava disso. A Andréia Horta também. Nós duas tivemos juntas, então quando voltamos a gravar, foi um apoio muito grande uma para a outra”, ela contou. Elogiando a colega, a atriz explicou como aconteceu a troca de apoio em cena. “Ela foi maravilhosa comigo, a gente se entendia. Quando uma olhava para a cara da outra e fazia ‘ops’ (para mostrar que havia esquecido)? Eu vi que era uma sequela. Essas sequelas estão diminuindo, mas a gente sabe que elas podem ficar de maneiras que você não avalia muito. É uma doença muito traiçoeira”, apontou. Marieta Severo chegou a ficar internada oito dias em razão de complicações da covid-19, em dezembro do ano passado. Aos 74 anos, ela faz parte do grupo que tem maior risco de desenvolver um quadro mais grave da doença.
Lenka Peterson (1925–2021)
A atriz Lenka Peterson, que fez sucesso na Broadway e se destacou em Hollywood nos anos 1950, morreu em 24 de setembro, enquanto dormia em sua casa em Connecticut, aos 95 anos. O anúncio foi feito pela família nesta terça (5/10). Filha de imigrantes suecos e húngaros, Lenka Isacson foi uma das primeiras estudantes do célebre The Actors Studio, iniciando sua carreira nos teatros de Nova York em 1947. Ela estrelou 10 produções da Broadway e recebeu uma indicação ao Tony de Melhor Atriz em Musical por “Quilters” em 1985. Peterson adotou seu nome artístico para estrear nos cinemas em “Pânico nas Ruas” (1950), de Elia Kazan. Também integrou “O Clube das Moças” (1951), de Jean Negulesco, e se notabilizou em outro drama de temática noir, “Cidade do Vício” (1955), de Phil Karlson, como a esposa de um advogado (Richard Kiley) determinado a limpar a corrupção de sua cidade. Mas se casou cedo com o produtor de telejornais Daniel O’Connor e teve cinco filhos, que interromperam sua carreira no auge. Por conta disso, a maioria de seus papéis nas telas foram participações em episódios de séries, de “Rota 66” no começo dos anos 1960 a “Chumbo Grosso” no final dos anos 1980. Quando Peterson percebeu que a escola primária de seus filhos tinha apenas uma atividade extracurricular, ela começou um clube de teatro. Nada menos que trezentos alunos se matricularam na primeira turma. O clube acabou virando o Westchester Young Actors Theatre, que apresentou peças por uma década. Depois que seus filhos cresceram, ela continuou trabalhando com crianças nos teatros de Connecticut, depois que ela e seu marido se mudaram para lá em 1979. Paralelamente, seguiu atuando em séries, novelas, peças e filmes até 2006, quando se despediu com o remake de “A Grande Ilusão”, no qual contracenou com Sean Penn, Kate Winslet, Anthony Hopkins, Mark Ruffalo e Jude Law. No mesmo ano, também lançou um livro sobre teatro infantil, “Kids Take the Stage: Helping People Discover the Creative Outlet of Theatre”. Uma das filhas de Petersen aproveitou o teatrinho infantil para seguir os passos da mãe e também se tornou uma atriz famosa: Glynnis O’Connor, estrela dos clássicos “A Ponte dos Desejos” e “O Garoto da Bolha de Plástico” (ambos de 1976), que recentemente integrou o elenco da série de espionagem “Condor”.
Estrela de “Round 6” vira atriz sul-coreana mais seguida do Instagram
Graças à popularidade mundial de “Round 6”, a jovem Jung Ho-yeon, que interpreta a jogadora 067 na série, tornou-se a atriz sul-coreana mais seguida do Instagram. Após a estreia da atração na Netflix, em 17 de setembro, a artista viu seu número de seguidores saltar de 400 mil para mais de 14 milhões. “No começo, eu fiquei meio surpresa, já que estava checando em tempo real. Quando abri o aplicativo uma vez, o número subiu, quando abri outra vez, subiu ainda mais”, ela contou em entrevista à Herald Pop. “Eu pensei que o amor por ‘Round 6’ estava sendo refletido em números, como se fosse o destino, e fiquei grata. O fato de que tantas pessoas ao redor do mundo estão demonstrando interesse na série me deixa muito feliz”, completou a atriz. A jogadora 067, Kang Sae-byeok, é uma das principais personagens da série e o maior papel da carreira de Jung Ho-yeon, que até “Round 6” era mais conhecida como modelo. Ela chamou atenção aos 19 anos, na competição “Korea’s Next Top Model” de 2013, e desde então apareceu em várias campanhas, desfiles e editorais de moda, inclusive nas revistas Vogue americana e britânica. Seus trabalhos anteriores como atriz se resumiam a cinco curtas-metragens e quatro clipes musicais de K-Pop. Criada pelo cineasta Hwang Dong-hyuk (“A Fortaleza”), a série reúne 456 competidores em seis jogos, que terminam com os eliminados mortos e os vencedores avançando para a disputa final, valendo um valor bilionário em wons, a moeda sul-coreana.
Universidade se junta à Netflix para oferecer bolsas de estudo em nome de Chadwick Boseman
A Universidade de Howard fez uma nova homenagem a Chadwick Boseman, seu ex-aluno mais famoso. Após rebatizar a faculdade de Belas Artes com o nome de Chadwick Boseman, a instituição de ensino se uniu à Netflix e à viúva do ator para oferecer bolsas de estudos no valor total de US$ 5,4 milhões. Por meio da bolsa, um aluno de cada turma da faculdade de Belas Artes poderá completar os quatro anos do curso de graça, com tudo custeado. “É com imenso prazer e profunda gratidão que anunciamos a criação de uma bolsa de estudo em honra ao nosso formando Chadwick Boseman, cuja vida e contribuições às artes continuam a nos inspirar”, afirmou o reitor da Universidade de Howard, Wayne A.I. Frederick, em comunicado. “Essa bolsa de estudo incorpora o amor de Chadwick por Howard, sua paixão por narrativas e seu desejo em ajudar as futuras gerações de estudantes de Howard. Sou grato pelo contínuo apoio e parceria da esposa de Chadwick, a senhora Simone Ledward-Boseman, e à Netflix por esse importante presente”, concluiu. A Netflix foi responsável por lançar os últimos dois filmes de Boseman, “Destacamento Blood” e “A Voz Suprema do Blues”, no ano passado. Ao anunciar a bolsa, o reitor revelou que o ator estava prestes a entrar para a diretoria da instituição e ainda preparava uma série de aulas em vídeo para os estudantes de Belas Artas quando morreu, em agosto de 2020, aos 43 anos. “Estávamos muito animados com os planos que ele tinha. Essa homenagem é a coisa certa a se fazer. O amor de Chadwick pela Universidade de Howard era sincero – e, embora ele não tenha vivido para ver seus planos se realizarem, é minha honra poder me certificar de que o legado dele continue vivo”, comentou Frederick.
Shannen Doherty vence processo milionário contra seguradora
Shannen Doherty venceu um processo de US$ 6,3 milhões contra a seguradora State Farm, depois que um juiz considerou a empresa de seguro residencial culpada por não pagar o suficiente pelos danos causados à sua casa em um incêndio florestal. A casa da ex-estrela de “Charmed” e “Barrados no Baile” estava entre as propriedades danificadas no incêndio que devastou o sul da Califórnia em 2018, e ela vem lutando contra a State Farm desde então para cobrir o custo de uma reforma que precisou fazer. No entanto, os donos da seguradora afirmam que, como sua casa não sofreu nenhum dano estrutural, a indenização já paga deveria ter sido suficiente para cobrir a reparação e limpeza profissional, além do aluguel de uma casa temporária por um ano. O veredicto cobre todos os prejuízos, além de honorários advocatícios e estresse emocional causado à atriz, que enfrenta um tratamento duro contra câncer. “Agradecemos aos membros do júri por sua consideração cuidadosa do caso de Shannen”, disse o advogado da atriz, Devin McRae, em comunicado. “Estamos felizes por eles terem visto o caso da maneira como nós o vemos. Isso deverá mandar uma mensagem clara à State Farm e outras instituições para que não se esqueçam de que estão lidando com seres humanos.” O processo revelou, no ano passado, que a atriz de 50 anos havia piorado do câncer de mama diagnosticado em 2015. A doença progrediu para o estágio 4, o mais avançado. Isto significa que o câncer começou a se espalhar para outras partes do corpo, numa progressão mortal. Seus advogados disseram nos documentos judiciais que “em vez de viver seus anos restantes pacificamente em sua casa, a Sra. Doherty permanece deslocada e lutando contra sua seguradora”. Em sua própria declaração na segunda-feira, a State Farm disse: “Temos empatia pela saúde da Sra. Doherty e desejamos o melhor a ela. Estamos decepcionados com a decisão do júri e respeitosamente discordamos dela. Exploraremos todas as opções legais disponíveis, incluindo apelar do veredicto”.
Britney Spears agradece fãs e movimento #FreeBritney pelo apoio contra tutela do pai
Britney Spears voltou a se manifestar sobre o fim da tutela de seu pai, Jamie Spears, encerrada pela Justiça na quinta passada (29/9). Desta vez foi mais direta, ao agradecer aos fãs pela dedicação e o empenho do movimento #FreeBritney, que pressionou nas redes sociais pelo fim do controle exercido por seu pai sobre sua vida. A cantora passou 13 anos impedida de decidir o que queria para si mesma e para sua carreira artística. “Movimento #FreeBritney, não tenho palavras”, ela escreveu no Twitter e no Instagram. “Por causa de vocês e de sua resistência constante para me libertar da minha tutela, minha vida agora está na direção certa! Eu chorei ontem à noite por duas horas porque meus fãs são os melhores e eu sei disso.” “Eu sinto seus corações e vocês sentem o meu. Eu sei que isso é de verdade”, completou. Dos 22 anos de Britney como cantora profissional, 13 deles foram vividos tendo o pai como tutor. A situação foi originalmente definida numa audiência de 10 minutos em 2008, após a cantora ser internada numa clínica de reabilitação. À frente da fortuna da artista, Jamie teria ficado milionário, controlando os compromissos profissionais e a vida pessoal da filha com a desculpa de que ela não teria condições mentais para assumir qualquer responsabilidade. Vale observar que, apesar de submetida à tutoria judicial, a natureza do estado mental de Britney nunca foi revelada. O fim dessa situação aconteceu de forma acelerada, após vários desdobramentos midiáticos nos últimos meses, entre testemunhos chocantes e denúncias de documentário. Tudo começou com o documentário “Framing Britney Spears”, dedicado justamente ao movimento #FreeBritney, que gerou até pedidos de desculpas à cantora de várias celebridades. Mas o ponto culminante foi a ida de Britney ao tribunal em junho passado, quando denunciou o próprio pai por situação análoga à escravidão. Em seguida, ela conseguiu fazer prevalecer seu desejo antigo de trocar seu advogado, um defensor indicado pela corte há 13 anos, por um representante de sua própria escolha. E o novo advogado atropelou o ritmo devagar quase parando dos últimos 13 anos para conseguir uma resolução-relâmpago. O último empurrão foi dado por um novo documentário da equipe de “Framing”, intitulado “Controlling Britney Spears”, que trouxe à tona em 24 de setembro a vigilância constante, com escutas no quarto da artista e espionagem de suas ligações, sob ordens de seu pai. As revelações foram incluídas na última petição de Matthew Rosengart, o atual advogado da cantora, que conseguiu tirar Jamie Spears da tutela. “Esta situação não é sustentável… Esta situação é tóxica”, disse a juíza Brenda Penny ao proferir sua decisão e livrar Britney do controle do pai. Britney continua tendo um tutor, John Zabel, um contador profissional designado pelo tribunal, mas esse arranjo pode ser encerrado em breve, em nova audiência no tribunal. #FreeBritney movement … I have no words … because of you guys and your constant resilience in freeing me from my conservatorship … my life is now in that direction !!!!! I cried last night for two hours cause my fans are the best and I know it … pic.twitter.com/7OpsOKoHNc — Britney Spears (@britneyspears) October 4, 2021
Orc de “O Senhor dos Anéis” foi inspirado em Harvey Weinstein
O ator Elijah Wood revelou um segredo de “O Senhor dos Anéis” que só os envolvidos nas filmagens sabiam. Em entrevista ao podcast Armchair Expert, o intérprete de Frodo revelou que um dos Orcs da história – o monstro mais deformado da saga – , teve sua aparência inspirada no produtor da trilogia, Harvey Weinstein. “Assim que chegou à Nova Zelândia, Sean Astin viu as máscaras de Orc. E uma delas – e eu me lembro disso nitidamente – foi projetada para se parecer com Harvey Weinstein como uma espécie de f***-se.”, contou Wood. Atualmente preso por estupro e crimes sexuais, Weinstein atrapalhou a produção com exigências de cortes na duração dos filmes, forçou Peter Jackson a filmar a trilogia sem pausas entre cada título e ainda proibiu o diretor de contratar duas atrizes para o elenco, Mira Sorvino e Ashley Judd, pois elas faziam parte de sua lista negra pessoal – não quiseram ceder a seus avanços. Judd e Sorvino estão entre as dezenas de atrizes que acusaram o produtor de abusos sexuais. “Fran [Walsh, roteirista dos filmes e esposa de Jackson] e eu expressamos nosso entusiasmo por Ashley Judd e Mira Sorvino. Na verdade, até nos encontramos com Ashley e discutimos dois possíveis papéis com ela. Após essa reunião, a Miramax nos mandou ficar longe de Ashley e Mira, porque alegaram ter tido ‘más experiências’ com essas atrizes em particular no passado”, revelou Jackson em comunicado após as denúncias contra Weinstein. Sem poder enfrentar o produtor na época, Peter Jackson se vingou transformando Weinstein num ogro monstruoso. “Acho que não há problema em falar sobre isso, o cara está encarcerado. F***-se ele”, completou Elijah Wood sobre a revelação.
Marc Pilcher (1968-2021)
O cabeleireiro e figurinista Marc Pilcher, que há apenas três semanas venceu o Emmy por seu trabalho nos penteados da série “Bridgerton”, morreu no domingo (3/10) aos 53 anos em decorrência de covid-19. De acordo com informações da revista Variety, Pilcher passou mal ao retornar de Los Angeles, nos Estados Unidos, para onde tinha viajado especificamente para participar da cerimônia do Emmy, e já chegou doente ao Reino Unido. Apesar de ter sido vacinado com duas doses do imunizante contra o coronavírus e não ter comorbidades, ele não resistiu à infecção. A notícia da morte do profissional foi confirmada pela atriz Nicola Coughlan, intérprete de Penelope Featherington na série. Em seu perfil no Twitter, ela descreveu o cabeleireiro como “brilhante e visionário”, além de “apaixonado por seu trabalho”. “Com o coração partido pela perda de Marc Pilcher, o brilhante e visionário cabeleireiro e maquiador da 1ª temporada de ‘Bridgerton’. Marc era tão apaixonado por seu trabalho e tão talentoso. Nem um mês atrás, ele ganhou seu primeiro prêmio Emmy”, escreveu Coughlan no Twitter. O criador de “Bridgerton”, Chris Van Dusen, também lamentou a perda no Twitter, dizendo que é “impossível” assistir a série e não perceber “o talento, a criatividade, a paixão e a arte incomparáveis” de Marc Pilcher. “Ele deixou uma marca notável neste projeto e trabalhar com ele foi um privilégio”, completou. O prêmio conquistado por “Bridgerton” foi o principal de sua carreira, mas antes disso Pilcher recebeu uma indicação ao Oscar pelo filme “Duas Rainhas” (2018). Pilcher também foi cabelereiro da série “Downton Abbey”, trabalho que lhe rendeu prêmios consecutivos da Associação de Maquiadores e Cabeleireiros dos EUA, e também foi responsável pelos penteados do filme derivado da atração, lançado em 2019. Pilcher começou sua carreira no West End (a Broadway londrina) em 1988, onde trabalhou por 15 anos em peças e musicais, até estrear na TV em 2003. Em sua trajetória hollywoodiana, iniciada em 2007, ele fez a cabeça dos maiores astros do cinema em dezenas de blockbusters, creditado como cabelereiro de “Sherlock Holmes” (2009) e sua continuação de 2011, “Fúria de Titãs” (2010) e a sequência de 2012, “Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo” (2011), “Sombras da Noite” (2012), “Thor: O Mundo Sombrio” (2012), “Malévola” (2014), “A Bela e a Fera” (2017) e quatro títulos da franquia “Star Wars”, incluindo “O Despertar da Força” (2015) e “A Ascensão Skywalker” (2019), entre muitas outras produções, incluindo “Sete Dias com Marylin” (2011), que rendeu indicação ao Oscar para Michelle Williams, e “W.E.: O Romance do Século” (2011), dirigido por Madonna. Na produção de “Duas Rainhas”, que lhe rendeu sua indicação ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUa, ele trabalhou com Saoirse Ronan e Margot Robbie. Seu último filme inédito é “King’s Man: A Origem”, que será lançado nos cinemas em dezembro.
Clint Eastwood vence processo milionário contra indústria farmacêutica
O astro Clint Eastwood, de 91 anos, venceu o processo que moveu contra empresas que usaram sua imagem e nome de forma fraudulenta para vender canabidiol, produto feito à base de maconha. Com a vitória, ele deve receber US$ 6,1 milhões de indenização. Eastwood entrou com duas ações no tribunal de Los Angeles contra várias empresas por tentar relacioná-lo à droga de diferentes maneiras, mas a sentença recaiu sobre a fabricante do produto na Lituânia. O primeiro processo tinha como alvo a publicação e divulgação de artigos com entrevistas falsas, ilustradas por fotos e vídeos de Eastwood, alegando que o astro de 90 anos é usuário e entusiasta da droga. Os textos também atribuíam ao diretor encontros para promover e vender produtos e ainda foram usados em e-mails de spam com o assunto “Clint Eastwood expõe um segredo impactante hoje”, que faziam referência a uma suposta entrevista à rede NBC, que foi manipulada digitalmente para parecer que ele endossava os produtos. O segundo processo visava 10 empresas e indivíduos de vários estados americanos, acusados de usarem tags embutidas nos códigos de páginas do remédio para que buscas com o nome do ator apontassem para os sites do produto. Na ação, Eastwood deixou claro que, apesar de não ser contra “essa indústria legítima”, não tem negócios nem nunca conversou com nenhuma das empresas envolvidas na fraude, e que não endossava os produtos “sob nenhuma circunstância”. Ele também acusou as empresas de difamação, por fazer crer que ele utilizava as mercadorias vendidas pela rede. Mas o tribunal não considerou o caso de difamação, apenas os argumentos da defesa do ator de que seu nome e imagem foram usados indevidamente. Além dos US$ 6 milhões em indenização, a fabricante do produto também deve pagar os custos dos honorários advocatícios de Eastwood e está proibida de continuar usando o nome do ator, sua imagem e qualquer referência a ele no futuro.












