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Ator de “Reacher” é gravado espancando vizinho na rua

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    Anulação do julgamento de Juan Darthés no Brasil gera protestos na Argentina

    10 de fevereiro de 2022 /

    A Justiça brasileira anulou o processo que tramitava em São Paulo contra o ator argentino Juan Darthés, acusado de estuprar a atriz Thelma Fardin (“Sou Luna”) em 2009 quando ela, que também é argentina, era menor de idade. A anulação, determinada pela Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, atendeu a um pedido da defesa e foi baseada em critérios formais. Os magistrados entenderam que o processo contra o ator argentino deveria tramitar na justiça estadual de São Paulo, onde está domiciliado Darthés, e não na jurisdição federal. Os fundamentos da decisão não foram divulgados. A decisão gerou protestos na Argentina nesta quinta-feira (10/2). Diante da possibilidade de ver o caso voltar à estaca zero em um novo tribunal, Fardin participou de um ato público apoiado pela Anistia Internacional (AI) e grupos de artistas argentinas diante do consulado brasileiro em Bueno Aires. Durante o evento, ela anunciou que apelará ao Supremo Tribunal Federal (STF). “Voltar o julgamento à estaca zero seria um escândalo e é revitimizante. Os advogados [de Darthés] querem evitar que se chegue a uma sentença. Apresentaremos um recurso à Suprema Corte [no Brasil, o STF]”, disse Fardin diante do consulado do Brasil. “A apelação será feita pelo Ministério Público. Eu não posso me constituir como querelante de acordo com as leis brasileiras”, detalhou Fardin em declarações à emissora C5N. Darthés está no Brasil por possuir dupla cidadania. O ex-galã de novelas argentinas nasceu em São Paulo com o nome Juan Rafael Pacífico Dabul e voltou a morar na capital paulista em 2018, quando o escândalo ganhou grande repercussão no país vizinho. Ele contava com o fato de o Brasil não aceitar a extradição de seus cidadãos. Entretanto, o Código Penal permite processos de crimes cometidos no exterior nas cortes brasileiras. De acordo com o relato de Fardin, o estupro aconteceu em 2009, quando ela tinha 16 anos e os dois fizeram uma viagem de trabalho à Nicarágua. Segundo a denúncia original, o ator se aproveitou da “relação de confiança” para cometer a agressão sexual em um hotel em Manágua, durante a divulgação internacional da novela infantil “Patinho Feio” (2007-2008), que ambos protagonizavam. À época, Darthés tinha 45 anos. A atriz registrou queixa na polícia nicaraguense, onde o processo começou a tramitar. Enquanto isso, Darthés estrelou mais quatro novelas na Argentina. A situação mudou em 2018, quando o Ministério público argentino passou a colaborar com a Justiça nicaraguense e iniciou um processo penal contra o ator visando extraditá-lo. Foi quando ele resolveu fugir para o Brasil. Vendo-o protegido no Brasil, Fardin tornou o caso público, numa iniciativa que deu início ao movimento #MeToo na Argentina. Após a denúncia se tornar conhecida, outras atrizes acusaram Darthés de assédio. Além disso, atrizes brasileiras, como Bruna Linzmeyer e Débora Falabella, iniciaram uma manifestação contra a permanência do ator no país. Em abril de 2021, o MPF (Ministério Público Federal) de São Paulo apresentou uma denúncia contra o ator, que foi aceita pela Justiça Federal. A justificativa para a Justiça Federal assumir o caso foi, na época, a competência por se tratar de um crime denunciado a partir de investigação que envolve diferentes países. Até os MPFs de Brasil, Argentina e Nicarágua colaboraram por meio de acordos bilaterais e dentro do marco da Associação Iberoamericana de Ministérios Públicos para investigar e compartilhar provas. Mas agora esta jurisdição foi agora contestada pela Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, que reclassificou o crime como de competência estadual – Manágua ficaria ali do lado de Pindamonhangaba. A anulação do processo mobilizou o movimento #MeToo Brasil, que além de protestar nas redes sociais emitiu um comunicado, afirmando esperar “que a Justiça Estadual de São Paulo acolha integralmente a instrução probatória e os atos processuais que já correram por tantos anos na esfera federal”. O #MeToo Brasil também lamenta a decisão por favorecer “a revitimização”, levando Fardin a ter que repetir todos os seus depoimentos. Thelma Fardin tem atualmente 29 anos e estrelou no ano ássadp o longa “La Estrella Roja”, uma comédia com estrutura de falso documentário que arrancou elogios rasgados da crítica argentina. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Thelma Fardin (@soythelmafardin) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Amnistía Internacional AR (@amnistiaar)

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    Mario Frias gasta dinheiro público para ir os EUA encontrar lutador de jiu jitsu

    10 de fevereiro de 2022 /

    Integrante do governo Bolsonaro que adora proclamar o “fim da mamata”, Mario Frias está aproveitando bastante sua condição de secretário especial de Cultura. Segundo consta no Portal da Transparência, ele esteve em Nova York entre os dias 14 e 19 de dezembro numa viagem de caráter “urgente” para discutir assuntos culturais com o lutador de jiu jitsu aposentado, e conhecido bolsonarista, Renzo Gracie. O voo de ida e volta custou R$ 26 mil (equivalente a passagem na classe executiva) e Frias recebeu R$ 12,8 mil em diárias. No total, a viagem “urgente” aos EUA foi de R$ 39 mil, totalmente paga pelos contribuintes, com o imposto de renda da população. A justificativa registrada pelo Portal da Transparência foi um convite de Bruno Garcia, empresário ligado ao turismo em Nova York, e o lutador aposentado de jiu jitsu Renzo Gracie para “apresentar um projeto cultural envolvendo produção audiovisual, cultura e esporte”. E, por isso, a viagem foi classificada como “urgente”. Como tem se posicionado contra o isolamento social, Mario Frias não deve ter conhecido o Zoom, utilizado até por outros integrantes do governo para realizar reuniões à distância. De todo modo, o tratamento prioritário do ex-“Malhação” a qualquer que seja o projeto genérico de Gracie, a ponto de valer uma viagem internacional, também serve de contraste ilustrativo em relação aos muitos problemas criados pela secretaria de Cultura para a aprovação de projetos culturais de artistas que moram no Brasil. Vejam só que coincidência, Gracie acaba de ser biografado pelo antecessor de Frias, o ex-secretário especial da Cultura Roberto Alvim, demitido do cargo por fazer um vídeo em que parafraseava um dos grandes ideólogos do nazismo. “Renzo Gracie: Uma Vida Heróica” será lançado na segunda (14/2) pela editora Auster. Será que o projeto que precisava ser apresentado nos EUA de forma “urgente” inclui o ex-integrante do governo, de modo a ressaltar o fim da mamata? Frias agora prepara uma turnê internacional e pretende levar mais quatro integrantes da sua turma para fazer “reuniões com autoridades culturais” na Rússia, Hungria e Polônia, acompanhando Bolsonaro em sua excursão mundialmente criticada ao Leste Europeu – detalhe: a Polônia não faz parte do itinerário do presidente. O passeio vai acontecer entre os dias 13 e 23 e custará bem mais caro que a viagem “urgente” aos EUA para a população brasileira. Espera-se excelentes resultados pela inclusão de tanta gente para “reuniões”. Confira abaixo as informações publicadas pelo Portal da Transparência sobre a viagem de Frias.

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    Disney+ chega a 130 milhões de assinantes mundiais

    9 de fevereiro de 2022 /

    A plataforma Disney+ atingiu cerca de 130 milhões de assinantes em janeiro. A revelação, feita num relatório financeiro divulgado ao mercado nesta quarta-feira (9/2), é um número muito superior ao esperado. A Disney+ obteve 11,7 milhões de assinaturas no último trimestre, somando ao todo 129,8 milhões de usuários, ou seja, 37% a mais do que no mesmo período do ano passado. O carro-chefe do streaming no período foi a nova série da Marvel “Gavião Arqueiro”. Residentes nos EUA e Canadá representam quase um terço do total de assinantes da plataforma, ou 42,9 milhões. Outro terço um pouco menor corresponde aos assinantes da América Latina, com 41,1 milhões. Mas a Disney+ Hotstar, sediada na Índia, registra um número ligeiramente superior, responsável por 45,9 milhões de inscritos. A empresa também revelou pela primeira vez seus gastos com conteúdo para streaming: US$ 920 milhões em programação e produção para o Disney+ no trimestre encerrado em 1º de janeiro de 2022, US$ 1,8 bilhão para o Hulu (a Star+ original), provavelmente devido aos custos de serviços de TV ao vivo, enquanto a ESPN+ e outros serviços menores gastaram US$ 427 milhões. Contando todas as suas plataformas, a Disney gastou um total de US$ 3,1 bilhões em programação e produção de conteúdo no último trimestre. Numa videoconferência para comentar o relatório para o mercado, o CEO da Disney, Bob Chapek, disse que não acredita que o streamer tenha atingido seu limite de crescimento nos EUA e no Canadá e viu espaço para continuar se expandindo com novos lançamentos para atrair mais assinantes na região. Ele também apontou para a adição de programas de entretenimento para um público mais maduro, como “Grown-ish” e “Black-ish” na Disney+, como conteúdo que poderia atrair novos públicos. “Não estamos esgotados em nenhuma de nossas principais franquias”, disse ele. “[Estamos] otimistas com o futuro do Disney+ tanto nacional quanto internacionalmente.”

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    Remo Usai (1928-2022)

    9 de fevereiro de 2022 /

    O maestro e compositor brasileiro Remo Usai, considerado o maior autor de trilhas do cinema brasileiro, faleceu aos 93 anos. Ele teve a morte confirmada pelo advogado da família, Daniel Campello Queiroz, que não forneceu maiores detalhes. Desde 1957, quando começou a compor, Usai criou trilhas para mais de uma centena de obras de todos os gêneros. Foi importante nome do Cinema Novo, trabalhando com nomes como Nelson Pereira dos Santos, com que fez “Mandacaru Vermelho” (1960) e “Boca de Ouro” (1962). E compôs a trilha de inúmeros clássicos, entre eles a chanchada “Entrei de Gaiato” (1959), de J.B. Tanko, o drama “A Grande Feira”, de Roberto Pires, e os thrillers policiais “Assalto ao Trem Pagador” (1962), de Roberto Farias, e “O 5º Poder” (1962), de Alberto Pieralisi, para citar só o começo de sua carreira. Ele também fundador da Rede Globo em 26 de abril de 1965, tornando-se o primeiro Diretor Musical do canal de televisão da família Marinho. Em 1979, Usai conquistou o troféu Candango de Melhor Trilha no Festival de Brasília pelo filme de “true crime” “O Caso Claudia”, de Miguel Borges. Suas músicas também embalaram diversos filmes dos Trapalhões. Sua longeva parceria com Renato Aragão começou antes mesmo da estreia da famosa trupe de humoristas, quando trabalhou em “Na Onda do Iê-Iê-Iê”, estrelado por Aragão em 1966. Entre os filmes dos Trapalhões, ele musicou sucessos como “O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão” (1977), “Os Três Mosqueteiros Trapalhões” (1980), “O Incrível Monstro Trapalhão” (1980), “Atrapalhando a Suate” (1983) e “O Trapalhão na Arca de Noé” (1983). A lista de trilhas inclui até o primeiro longa-metragem baseado nos quadrinhos de Mauricio de Sousa, “As Aventuras da Turma da Mônica”, animação lançada com grande sucesso em 1982. Apesar da carreira bem-sucedida, Usai sofreu para receber seus direitos devidos. Por quase 40 anos, travou uma disputa judicial com o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) pelos direitos de execução de suas músicas em filmes, no cinema e na televisão. O maestro ingressou com a ação em 1983 e a disputa se arrastou por décadas. Em entrevista para o jornal O Globo de 2012, a filha do maestro, Lilian Usai, revelou que a família passava por problemas financeiros. “Meu pai recebe cerca de um salário mínimo por mês por ter se aposentado como autônomo. Já perdeu os imóveis que meu avô deixou e quase perdeu o apartamento em que vive, no Cosme Velho, por não conseguir arcar com o condomínio e o IPTU. Num momento de lucidez, me disse que achava que tinha fracassado por não ter conseguido juntar dinheiro nem vencido essa ação contra o Ecad”. A Justiça finalmente lhe deu ganho de causa em 2018, determinando o pagamento de cerca de R$ 3,5 milhões. O pagamento, no entanto, só ocorreu em 2021, meses antes de sua morte.

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    Lady Gaga se manifesta sobre o Oscar 2022

    9 de fevereiro de 2022 /

    A cantora Lady Gaga publicou um post em seu Instagram sobre a lista de indicados ao Oscar 2022. Considerada por muitos um nome certo na categoria de Melhor Atriz por sua atuação como Patrizia Reggiani em “Casa Gucci”, ela acabou ficando fora da disputa. Mas usou a rede social para enaltecer o trabalho e a indicação de seu cabeleireiro, manifestando sua torcida para ele, sem citar sua suposta decepção. “Eu não poderia estar mais feliz por um homem que chamo de irmão, com quem trabalhei nos últimos 15 anos, Frederic Aspiras, por sua indicação em Maquiagem e Cabelo por ‘Casa Gucci’. Frederic foi mágico, preciso e dedicado nos meses que antecederam as filmagens e durante elas. Ele preparou dezenas de perucas por meses e meses, e fez pelo menos um ano de preparação. Ele é um gênio vivo e, Freddie, estamos todos muito gratos por estar perto de seu talento, criatividade e espírito generoso. Você continua a mostrar seu DNA artístico, seu plano, sua visão e sua profunda conexão com sua família, que o leva à excelência em todos os momentos. Eu te amo, estou torcendo por você”, ela escreveu, ao lado de uma foto com o profissional. Ela completou o post desejando parabéns a todos os demais indicados ao troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. “E a todos os indicados deste ano, parabéns por todo seu trabalho duro e dedicação. Todos vocês merecem um grande reconhecimento por um cenário que foi verdadeiramente belo de performances e realizações no ano passado”, finalizou. Anteriormente, ela tinha comemorado no Instagram suas indicações ao BAFTA (o Oscar britânico) e ao SAG Awards (troféu do Sindicato dos Atores dos EUA). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lady Gaga (@ladygaga)

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    Filha de Douglas Silva é convidada a virar atriz

    9 de fevereiro de 2022 /

    A filha do ator Douglas Silva, Maria Flor, de 10 anos, tem feito sucesso nas redes sociais em conteúdos sobre a participação do pai no “BBB 22” e foi recentemente convidada para atuar na TV. Ela já fez dois testes para integrar o elenco de novas produções. “Estamos esperando o resultado”, contou Carol Samarão, mulher de Douglas, em entrevista ao jornal Extra. “Desde que minha filha era menor as pessoas ao redor falavam que eu precisava colocá-la em uma agência. Douglas nunca quis correr atrás disso, porque a achava muito novinha. Sem contar que ele não queria interferir, ou influenciar diretamente. Mas acabou acontecendo”, explicou. Vale lembrar que Maria Flor já fez sua estreia como atriz. Ela gravou uma série no Star+, ao lado do pai, antes de Douglas entrar no “BBB 22”. A produção ainda não tem data de estreia. “Depois dessa experiência, Maria Flor disse que amou, que é o que ela quer fazer. Vamos acompanhar. Preparados para essas mudanças nunca estamos, não é? Eu estava preparada para Douglas entrar no ‘BBB’?”, brincou Carol. Além de Maria Flor, Douglas e Carol também são pais de Morena, de 1 ano.

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    Filme indicado ao Oscar 2022 será lançado pela Star+ no Brasil

    9 de fevereiro de 2022 /

    O filme “The Eyes of Tammy Faye”, que na terça (8/2) rendeu indicação ao Oscar para atriz Jessica Chastain, será lançado no Brasil em streaming pela plataforma Star+. No entanto, a data de lançamento ainda não foi divulgada. O longa é uma cinebiografia da televangelista americana Tammy Faye Bakker, papel de Chastain. Ela e o marido, Jim Bakker (Andrew Garfield), criaram a maior rede de radiodifusão religiosa americana, nas décadas de 1970 e 1980. Mas o império ruiu quando o marido foi preso por vários crimes de fraude e conspiração criminal em 1989. Durante sua carreira, Tammy Faye ficou conhecida pela personalidade excêntrica e glamourosa. Mas embora parecesse desconectada da realidade ao encarnar o materialismo da “teologia da riqueza”, ela também é lembrada por defender pontos de vista éticos, que divergiam dos televangelistas tradicionais, particularmente na aceitação da comunidade LGBTQIAP+ e apoio aos pacientes com HIV no auge da epidemia de AIDS. “The Eyes of Tammy Faye” foi indicado ao Oscar em duas categorias: Melhor Atriz com Jessica Chastain, e Melhor Maquiagem e Penteados. Curiosamente, Andrew Garfield também concorre ao Oscar na categoria de Melhor Ator, mas pelo filme “tick, tick… BOOM!”, lançado por outra plataforma de streaming, a Netflix. Além de Chastain e Garfield, o elenco da biografia inclui Vincent D’Onofrio (“Demolidor”), Cherry Jones (“Transparent”), Sam Jaeger (“The Handmaid’s Tale”) e Fredric Lehne (“Supernatural”). Escrito por Abe Sylvia (roteirista das séries “Disque Amiga para Matar” e “Nurse Jackie”) e dirigido por Michael Showalter (criador de “Search Party” e “Wet Hot American Summer”), “The Eyes of Tammy Faye” estreou em 17 de setembro nos EUA. 🙌 Fomos abençoados por esta notícia 🙌 Em breve chega a história de Tammy Faye e Jim Bakke ao #StarPlusBR, com a atriz indicada ao Oscar, Jessica Chastain e Andrew Garfield que, bom, é o Andrew Garfield. pic.twitter.com/WV5dTc9F3Q — Star+ Brasil (@StarPlusBR) February 9, 2022

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    Atriz Suzy Camacho é investigada por suposto desvio de recursos do marido idoso

    9 de fevereiro de 2022 /

    A atriz Suzy Camacho, de 60 anos, que estrelou novelas como “Brega & Chique” na Globo e “A Força do Amor” no SBT, está sendo investigada pela política de São Paulo após acusações feitas pelos filhos do empresário Farid Curi, de 84 anos. Os dois são casados desde 2013. Em documento enviado à polícia e citado pelo colunista Rogério Gentile, quatro filhos de Curi dizem que a atriz, aproveitando-se da saúde frágil do empresário, estaria desviando bens e recursos. Citam, por exemplo, que o filho de Suzy “apareceu com um veículo Lamborghini cujo valor remonta a dois milhões de reais”. Por meio de seu advogado, a atriz negou as acusações à coluna de Rogério Gentile, que revelou o processo, afirmando que são “mentirosas” e “totalmente infundadas”. O empresário casou-se com Suzy em 2013 no regime obrigatório de separação de bens — uma exigência do código civil brasileiro para pessoas com mais de 70 anos. Mas os filhos do empresário dizem que, desde o casamento, a atriz, “de modo gradativo e articulado, vem tirando do convívio do idoso aqueles que sempre estiveram ao seu lado, tais como amigos, colaboradores, e, por fim, os próprios familiares”. Dizem que, por imposição de Suzy, o médico que acompanhou o empresário por 30 anos foi substituído pelo ex-marido da atriz. Ela teria demitido também uma funcionária que, desde 1989, cuidava de toda a contabilidade de Farid, inclusive de seus pagamentos. Teria ainda influenciado o empresário a modificar seu testamento. “Suzy afastou todas as pessoas e familiares próximos ao idoso, incluindo o médico de confiança e responsável pelo tratamento médico dos últimos 30 anos. Nesse período, as despesas dele elevaram-se consideravelmente! Tudo isso, culminou, a priori, em uma tentativa de se aproveitar da quantia de R$ 10 milhões”, afirmou na petição o advogado Rubens de Oliveira, que representa os filhos. Em depoimento à polícia, Suzy afirmou que a substituição do médico do empresário ocorreu de modo natural pelo fato de ele ficar pouco em São Paulo. Disse também que Farid começou a se distanciar dos filhos quando eles começaram a questionar sua capacidade de raciocínio e que ele mesmo decidiu desligar a funcionária que cuidava de sua contabilidade. “Todas as acusações são inverídicas”, afirmou à polícia. Segundo ela, a Lamborghini foi comprada em um leilão e o filho tem pago ao empresário o valor adiantado por ele para o investimento. Segundo o advogado da atriz, os filhos de Farid Curi são investigados pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, em inquéritos policiais, que apuram o crime de denunciação caluniosa contra Suzy Camacho, o crime de corrupção de testemunha e o crime de escuta ambiental ilegal. E outras investigações estão sendo iniciadas. O espaço segue aberto para posicionamentos, declarações e atualizações das partes citadas, que queiram responder, refutar ou acrescentar detalhes em relação ao que foi noticiado.

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    Mario Frias debocha de artistas ao publicar mudanças na Lei Rouanet

    8 de fevereiro de 2022 /

    O governo Bolsonaro oficializou nesta terça-feira (8/10) várias mudanças nas regras para o financiamento de projetos culturais pela Lei Rouanet. As alterações publicadas no Diário Oficial da União vinham sendo adiantadas nas redes sociais desde o começo de janeiro, em tom irônico, pelo secretário Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura, André Porciuncula, e a publicação foi comemorada com deboche pelo Secretário Especial de Cultura, Mario Frias. Dando vazão a seus instintos do fundão da 5ª série, Frias postou um vídeo com uma “musiquinha nova para os mamadores da Rouanet”, dizendo: “Rouanet eu quero, Rouanet eu quero, na Rouanet eu quero mamar, me dá dinheiro, me dá dinheiro porque senão vou chorar”. Bolsonaristas devem lembrar a última vez que uma música de carnaval foi associada ao governo. Durante as eleições, o general Augusto Heleno cantarolou: “Se gritar pega centrão, não fica um meu irmão”. Hoje, Heleno despacha com os caciques do centrão no Planalto. Ficaram todos, inclusive, com Bolsonaro. Desde que assumiu a presidência, Bolsonaro tem declarado guerra a Cultura brasileira, dando ordem de cortar vários financiamentos do “setor que alguns dizem ser de cultura”. O governo tentou até emplacar uma alteração no nome Lei Rouanet, buscando reforçar sua denominação mais burocrática: Lei de Incentivo a Cultura. Mas Frias parece ter esquecido, repetindo o nome pelo qual a lei se tornou conhecida várias vezes em sua marcha de ódio contra artistas. Em abril de 2019, Bolsonaro reduziu de R$ 60 milhões para R$ 1 milhão o valor máximo permitido por projeto para captação, com algumas exceções, como restauração de patrimônio tombado. O valor máximo que poderia ser captado por empresa, que também era de R$ 60 milhões, passou para R$ 10 milhões à época. Agora, a nova instrução normativa que alterou a Lei Rouanet baixou ainda mais os valores que podem ser captados por projeto e por empresas, além de estabelecer teto para os cachês pagos aos artistas incentivados. A nova norma estabelece redução de 50% no limite para captação de recursos pela lei. Para projetos de “tipicidade normal”, o teto cai de R$ 1 milhão para R$ 500 mil. Para projetos de “tipicidade singular”, como desfiles festivos, eventos literários, exposições de artes e festivais, o valor fica limitado a R$ 4 milhões. Para aqueles de “tipicidade específica” — concertos sinfônicos, datas comemorativas nacionais, educativos e ações de capacitação cultural, inclusão da pessoa com deficiência, museus e memória, óperas, projetos de Bienais, projetos de internacionalização da cultura brasileira e teatro musical — o valor máximo fica em R$ 6 milhões. R$ 6 milhões também passa a ser o valor máximo que pode ser captado por empresas. Já para artistas individuais, o limite foi de até R$ 45 mil para no máximo R$ 3 mil por trabalho. A nova instrução normativa ainda estabeleceu em R$ 10 mil o valor que pode ser pago com recursos da Lei Rouanet para o aluguel de teatros, espaços e salas de apresentação privadas. No Rio de Janeiro e em São Paulo, a média do aluguel das salas de espetáculo vai de R$ 14 mil a R$ 20 mil, variando o número de sessões. Além disso, o governo cortou os custos que podem ser destinado à publicidade de eventos. Antes, não poderiam ultrapassar 30% de um projeto de até R$ 300 mil e 20% para os demais projetos. A nova regra, que inclui custos de assessorias de comunicação, define o limite para divulgação em 20% nos projetos de tipicidade normal; 10% nos de tipicidade singular; 5% nos de tipicidade especial; e de R$ 500 mil tipicidade específica. Nos aportes acima de R$ 1 milhão, o patrocinador fica obrigado a investir 10% em projetos de proponentes que não obtiveram patrocínio anteriormente, condicionados a projetos de capacitação cultural, acervo museológico público, patrimônios imateriais registrados e patrimônios materiais tombados, e de museus e bibliotecas públicas em regiões com menor potencial de captação. Além disso, o documento proíbe empresas patrocinadoras de aportarem recursos por mais de dois anos consecutivos em projetos de um mesmo proponente, de seus integrantes de conselhos e atos constitutivos, salvo Planos Anuais de Atividades ligados a setores de museus públicos, patrimônio material e imaterial e ações formativas de cultura, sob pena de inabilitação do proponente. Outra mudança foi uma alteração na classificação das áreas culturais contempladas pela Rouanet, com uma divisão que inclui “arte sacra” e “belas artes” como categorias distintas, oficializando iniciativa estabelecida no ano passado. No governo Bolsonaro, eventos religiosos já avançaram sobre as verbas incentivadas, via patrocínio de peças de teatro com personagens bíblicos, festivais com temática cristã, livros e filmes sobre santos, álbuns de música gospel e iniciativas pedagógicas de entidades religiosas fomentadas pelo Estado, supostamente laico. O governo também reduziu o prazo para captação de recursos pelos projetos aprovados. O prazo máximo, com eventuais prorrogações, passou de 36 meses (três anos) para 24 meses (dois anos). Mas o pior está nas letras miúdas. As alterações incluem um detalhezinho: um projeto só será considerado apto a captar recursos a partir de uma aprovação prévia do governo. Isto, o governo passará a decidir, sob viés ideológico, o que o Estado vai ou não incentivar. São os tais “filtros” que Bolsonaro buscava implementar desde 2019, institucionalizando a censura na política cultural brasileira. Antes desta alteração, para receber o aval de captação, um projeto precisava apenas apresentar um orçamento capaz de ser executado dentro das normas estabelecidas. As mudanças terão grande impacto no mercado cultural brasileiro, que já vinha enfrentando dificuldades financeiras por iniciativas anteriores do governo. Mas tem gente cantando marchinha da vitória antes da hora. O ministro Edson Fachin está de posse de uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) sobre os atos e omissões do governo federal para promover o desmonte das políticas de Cultura do país. O julgamento da ação, movida pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), pode tornar sem efeito as mudanças da instrução normativa. Em dezembro, Fachin classificou como sendo de “extrema gravidade” os relatos feitos pela OAB sobre a depredação da Cultura brasileira. E afirmou que “eventuais violações sistemáticas de direitos fundamentais na seara das políticas de cultura” merecerão a atenção do Supremo. Além desta ação, em agosto do ano passado as seis maiores siglas oposicionistas (PT, PDT, PSOL, PC do B, Rede e PSB) já tinham contestado o decreto presidencial que alterou a sistemática de análise dos projetos apresentados para captar recursos de empresas privadas através da Lei Rouanet. E o processo foi encaminhado para julgamento no plenário virtual. No dia 19 de outubro, depois do voto do relator Edson Fachin e dos ministros Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski, pelo deferimento parcial da medida cautelar pleiteada, e dos votos em sentido contrário de Alexandre de Moraes e Nunes Marques, a ministra Cármen Lúcia pediu vista dos autos, interrompendo a votação. A maioria então formada dava interpretação conforme a Constituição ao art. 2º, VI, do Decreto 10.755, de 26/7/2021, a fim de, basicamente, “assegurar o entendimento de que devem ser fomentadas as atividades culturais afirmativas visando à erradicação de todas as formas de discriminação e preconceito”. A ministra devolveu recentemente a ação, que foi incluída para a continuação do julgamento pelo pleno virtual até a próxima sexta (18/2).

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    Podcaster defende partido nazista no Brasil e polêmica queima programa

    8 de fevereiro de 2022 /

    Um dos podcasts mais ouvidos/vistos do Brasil, o “Flow”, perdeu vários patrocinadores nesta terça (8/2), após seu apresentador Bruno Aiub, conhecido como Monark, defender a legalização do partido nazista no Brasil. A polêmica surgiu durante entrevista com os deputados federais Kim Kataguiri e Tabata Amaral, divulgada na noite anterior no Spotify, Facebook, Twitch e YouTube. “A esquerda radical tem muito mais espaço que a direita radical, na minha opinião. As duas tinham que ter espaço, na minha opinião […] Eu acho que o nazista tinha que ter o partido nazista reconhecido pela lei”, disse Monark. Ele ainda completou: “Se o cara for anti-judeu ele tem direito de ser anti-judeu”. A fala deu início a uma pressão nas redes sociais contra o programa, resultando na perda de seus principais patrocinadores. A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro rompeu contrato que tinha com o podcast para a transmissão do Campeonato Carioca e a Flash Benefícios anunciou no Instagram o fim imediato do patrocínio, citando os “comentários inadmissíveis dos quais discordamos de forma veemente”. Os donos da marca, Pedro e Guilherme Lane, têm família de origem judaica. Puma, iFood, Molendes (do chocolate Bis) e outras marcas também suspenderam ações. E os patrocinadores que seguem financiando o programa estão sendo bombardeados nas redes sociais para encerrar seu apoio. Além disso, convidados estariam recusando-se a participar de novas edições do podcast, enquanto outros que já passaram por lá, como Dan Stulbach, Tico Santa Cruz, Gabriela Prioli, Lucas Silveira, MV Bill, João Gordo, Diego Defante e Benjamin Back, começam a pedir para suas participações serem retiradas do ar. Diante da repercussão, Monark publicou um vídeo pedindo desculpas. “Eu tava muito bêbado”, disse nas redes sociais. E ainda pediu compreensão. “Queria pedir desculpas porque eu errei. Eu tava muito bêbado. Falei de uma forma muito insensível com a comunidade judaica e peço perdão. Mas peço também um pouco de compreensão: são quatro horas de conversa e eu estava bêbado”, ele publicou. Para salvar o podcast, a saída foi a demissão de Monark. Uma nota com a decisão, “lamentando o episódio ocorrido”, foi publicada nas redes sociais no fim da tarde de terça, em meio à hemorragia de anunciantes. De todo modo, a defesa do partido nazista e do “direito de ser anti-judeu” não foi a primeira polêmica racial de Monark no “Flow”. O podcast vinha perdendo patrocinadores desde que o apresentador questionou se “ter opinião racista é crime” num episódio anterior do programa. Criado por Monark e por Igor Coelho (Igor 3K), o Flow é um dos podcasts com maior audiência do Brasil, atingindo 3,6 milhões de inscritos só no YouTube. A polêmica acontece após a constatação de que o Spotify, onde o podcast também faz sucesso, virou um paraíso da extrema direita no Brasil, abrigando vários podcasts negacionistas sem nenhum controle. Um dado assustador é que, desde a eleição de Bolsonaro, houve um crescimento de 270,6% no número de grupos neonazistas no Brasil, segundo um mapa elaborado pela antropóloga Adriana Dias, que revelou a existência de pelo menos 530 núcleos extremistas no país. O clima é tão perigoso que até a “cobertura” do “BBB 22” ganhou um site exclusivo em tom neonazista horripilante. De acordo com o artigo 20 da Lei 7.716, é crime fabricar, comercializar e distribuir símbolos para divulgação do nazismo no país. “Deveria existir um partido Nazista legalizado no Brasil” “Se o cara for anti-judeu ele tem direito de ser Anti-judeu” Eu tinha achado que ele tinha superado todos os limites no último papo de racismo, mas ele conseguiu se superar de um jeito… pic.twitter.com/h9Tf7g8TYg — Levi Kaique Ferreira (@LeviKaique) February 8, 2022 pic.twitter.com/Mo7XH8e47o — ♔ Monark (@monark) February 8, 2022 PRONUNCIAMENTO OFICIAL pic.twitter.com/p1uru0Z4iw — Flow Podcast (@flowpdc) February 8, 2022

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    Warner é processada por lançamento híbrido de “Matrix Resurrections” na HBO Max

    7 de fevereiro de 2022 /

    O estúdio Village Roadshow Pictures, que se associou à Warner Bros. para produzir “Matrix Resurrections”, resolveu processar o sócio poderoso pelo lançamento do filme simultaneamente em streaming nos EUA. Os advogados da companhia argumentam que a decisão exclusiva da Warner de lançar o filme no streaming ao mesmo tempo que nos cinemas “eviscerou o valor considerável de uma propriedade intelectual que também pertence à Village Roadshow”. “Matrix Resurrections” foi um grande fracasso nos EUA, onde arrecadou apenas US$ 37,3 milhões desde sua estreia em dezembro. De acordo com a Village Roadshow, a razão para esse desempenho foi a disponibilização do filme na HBO Max. A decisão da Warner de lançar todos seus filmes de 2021 de forma híbrida nos EUA sofreu muitas críticas de parceiros. O estúdio Legendary chegou a ameaçar processo, mas fechou um acordo, enquanto críticas do cineasta Denis Villeneuve conseguiram atrasar a estreia de “Duna” nos EUA, o que permitiu uma carreira cinematográfica internacional ao filme antes de sua chegada na HBO Max. A estratégia ajudou a disparar o número de assinantes da plataforma, mas abalou a credibilidade do estúdio. Depois de Christopher Nolan abandonar sua longa parceria com a Warner e o valor de mercado da empresa desabar, a AT&T correu para fechar negócio com o grupo Discovery, passando a Warner e todos os problemas adiante. Mas apesar das críticas, o presidente da WarnerMedia, Jason Kilar, vinha conseguindo manter um verniz de sucesso no negócio, graças ao desempenho da HBO Max. Até a Village Roadshow abrir o primeiro processo diretamente pelo ocorrido. Os advogados da empresa australiana, que tem laços fortes em Hollywood, não especificaram o valor de reparação financeira que gostariam de receber caso vençam o caso. Mas em caso de vitória, outros parceiros da Warner podem seguir o mesmo caminho. O processo está em trâmite na Corte Superior de Los Angeles, nos EUA. Embora não tenha sido lançado de maneira simultânea no Brasil, “Matrix Resurrections” já está disponível para streaming na HBO Max nacional.

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    Margarita Lozano (1931-2022)

    7 de fevereiro de 2022 /

    A atriz Margarita Lozano, que atuou em vários clássicos do cinema europeu, morreu na madrugada desta segunda-feira (7/2) em Lorca, na Espanha, aos 91 anos. Nascida no então protetorado espanhol de Marrocos, Lozano mudou-se para Madri com 19 anos, visando se tornar atriz, e um ano depois iniciou a carreira cinematográfica, no começo da década de 1950. Focada em melodramas e aventuras descartáveis, sua filmografia começou a mudar de rumo a partir do clássico “Veridiana” (1961), de Luis Buñuel, em que desempenhou um papel coadjuvante, como criada, após uma década de atuação. Ela também coadjuvou em “Noite de Verão” (1963), de Jorge Grau, e “Paixão Proibida” (1963), de Francisco Rovira Beleta, que disputou o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A projeção desses filmes lhe abriu as portas do mercado italiano, que na época representava a indústria cinematográfica mais bem-sucedida da Europa. Sergio Leone a escalou em seu primeiro western spaghetti, o icônico “Por Um Punhado de Dólares” (1964), estrelado por Clint Eastwood. E ela acabou virando estrela frequente de filmes italianos, desde produções comerciais como o thriller “Resgate de uma Vida” (1968) com Franco Nero e a inglesa Charlotte Rampling, até dramas premiadíssimos, como “Diário de uma Garota Esquizofrênica” (1968), de Nelo Risi. Entre os filmes dessa fase, destaca-se o controvertido “Pocilga” (1969), de Pier Paulo Pasolini. Lozano sumiu das telas nos anos seguintes, voltando apenas na década de 1980 em nova leva de clássicos. Seu retorno se deu em nada menos que “A Noite de São Lourenço” (1982), dos irmãos Taviani, premiado no Festival de Cannes e vencedor de seis troféus David di Donatello (o Oscar Italiano), incluindo Melhor Filme. A parceria com Paolo e Vittorio Taviani ainda se estendeu para “Kaos” (1984), “Bom Dia Babilônia” (1987) e “Noites Com Sol” (1990). Também atuou no cultuado “A Missa Acabou” (1985), de Nanni Moretti, premiado no Festival de Berlim, e filmou em francês duas das melhores obras de Claude Berri, “Jean de Florette” (1986) e “A Vingança de Manon” (1986). No mesmo ano intenso, ainda integrou o sucesso “Aldo Moro – Herói e Vítima da Democracia”, de Giuseppe Ferrara, e o drama espanhol “A Metade do Céu”, de Manuel Gutiérrez Aragón, vencedor do Festival de San Sebastián, que lhe rendeu prêmios de Melhor Atriz Coadjuvante. Apesar de diminuir o ritmo a partir da década de 1990, fez mais seis longas, despedindo-se das telas em 2006 com “Meu Caso com o Imperador”, de Paolo Virzi. Em junho passado, ela foi homenageada pelo governo espanhol, recebendo do Conselho de Ministros a Medalha de Ouro das Belas Artes, como reconhecimento pelas realizações profissionais.

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    Ator de “Scandal” é preso por violência doméstica

    7 de fevereiro de 2022 /

    O ator Columbus Short, conhecido pelo papel de Harrison Wright na série “Scandal”, foi preso pela segunda vez sob acusação de violência doméstica. Segundo o site americano TMZ, vizinhos relataram à polícia uma briga na residência do ator. Short acusou a esposa, Aida, de ter socado seu rosto. Contudo, ao chegar ao local a polícia reparou que o ator não tinha ferimentos na face, enquanto sua esposa apresentava uma lesão no rosto. Isto levou Short a ser detido pelos policiais. Após a prisão do marido, Aida fez uma publicação em seu Instagram afirmando que casamento não é fácil, pediu privacidade e orações. Mas logo depois o post foi removido da plataforma. O ator já tinha ficado 34 dias preso em 2018, após ser acusado de violência pela ex-esposa, a dançarina Tanee McCall. Antes disso, passou 12 horas detido por uma briga de bar em 2014, sendo liberado após pagar uma fiança de US$ 50 mil dólares e passar alguns meses em liberdade condicional.

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