Novo affair de Anitta é ex-“Malhação” e está na série “De Volta aos 15”
A cantora Anitta não só melhorou de saúde como superou seu término com o produtor canadense Murda Beatz, viajando a Natal para apresentações com um novo affair. Trata-se do ator Lucca Picon, de 21 anos de idade. Durante as quatro horas (!) de show de Anitta no Carnatal, o jovem ficou em cima do trio elétrico, sorrindo muito e registrando tudo com a câmera do celular. Lucca Picon já tinha sido apontado como possível affair da cantora ao aparecer num show em São Paulo e na première do documentário “Eu”, produzido por Anitta. O caso se confirmou com sua aparição em Natal. O catarinense não é parente de Jade Picon. Ele é filho do surfista francês Miky Picon com a brasileira Lygia Namem, e começou a carreira como modelo antes de virar ator. Em sua estreia nas telas, ele viveu o adolescente Henrique em “Malhação – Toda Forma de Amar”, exibida em 2019. Depois disso, participou do filme “Confissões de uma Garota Excluída” (2021), estrelado por Klara Castanho, e da série “De Volta aos 15”, da Netlix, estrelada por Maisa Silva e novamente Klara Castanho. a cara de apaixonado do lucca picon. e tá errado? pic.twitter.com/wVv6DbnXiq — Fã da First Brazilian | Fan account (@pray__att) December 11, 2022 anitta cantando "tudo bem tô com outro contatinho" e apontando pro ficante dela lucca picon kkkkkkk eu amo pic.twitter.com/4qAnyDwjJl — aly (@stranwberryes) December 11, 2022
Pedro Paulo Rangel é intubado com doença pulmonar
O ator Pedro Paulo Rangel, veterano de novelas e humorísticos da Globo, foi intubado na Casa de Saúde São José, na zona sul do Rio de Janeiro, para tratar a DPOC, doença obstrutiva pulmonar crônica. O ator, que tem 74 anos, está internado desde o dia 30 de outubro e no CTI (Centro de Terapia Intensiva) desde 6 de novembro. Entretanto, o hospital não deu detalhes de seu estado de saúde nem do tratamento. O ator luta contra os efeitos da DPOC, causada pelo tabagismo, desde 2002, quatro anos depois de ter parado de fumar. “Isso absolutamente não me impede de trabalhar. Eu tomo remédios, tenho uma rotina. Faço fisioterapia. Eu só não posso andar muitos metros, não consigo, me dá falta de ar. Mas no palco eu ando perfeitamente. Nas ruas uso uma scooter”, disse, em entrevista ao jornal O Globo em maio deste ano. A situação, porém, agravou-se recentemente.
Ashton Kutcher agradece Mila Kunis pelo apoio durante doença grave
O ator Ashton Kutcher agradeceu a esposa, a atriz Mila Kunis, por ficar ao seu lado e não abandoná-lo após ser diagnosticado com um problema sério de saúde – uma versão rara de vasculite, inflamação dos vasos sanguíneos. Kutcher participou do programa “The Checkup with Dr. Agus”, em que falou sobre a batalha que trava contra a vasculite desde 2019, quando descobriu o problema. Devido à condição, o ator teve problemas principalmente de visão e audição, mas garante que, após o tratamento, já está recuperando os sentidos em sua quase totalidade. “Um determinado dia acordei e estava com problemas na visão, mal conseguia enxergar. Depois, prejudicou minha audição, o que tirou meu equilíbrio, eu não conseguia andar”, contou. O doutor Agus, que além de comandar o programa foi quem tratou Kutcher, destacou que Mila Kunis foi “incrível” durante todo o tratamento, e o ator concordou. Ao agradecê-la, ele disse que sua esposa “é a melhor”. Além de contar com a ajuda de Kunis e o auxílio médico de Agus, Ashton Kutcher também se inspirou no irmão gêmeo, Michael Kutcher, que tem paralisia cerebral e que ficou “cara a cara com a morte” na juventude. O artista afirmou que a garra do irmão foi essencial para motivá-lo. Agora, Kutcher afirmou que seu “objetivo é aproveitar o máximo de tempo com os filhos”. Ele é pai de dois meninos do relacionamento com Mila: Wyatt, de 8 anos, e Dimitri, de 6. O ator manteve a pior fase da doença em segredo e só revelou seus problemas de saúde em agosto passado, durante participação no programa “Celebridades à Prova de Tudo: O Desafio”. Na ocasião, ele disse ter “sorte por estar vivo”.
Gary Friedkin, de “Star Wars”, morre aos 70 anos de complicações da covid-19
O ator Gary Friedkin, que viveu um ewok em “Star Wars: O Retorno de Jedi”, morreu aos 70 anos em decorrência de complicações da covid-19. Ele passou três semanas e meia na UTI antes de morrer na sexta-feira passada (2/12) em Youngstown, Ohio, nos Estados Unidos, mas sua família só comunicou o falecimento neste sábado (10/12), fazendo um apelo: “Nós encorajamos todos a tomar a vacina e as doses adicionais para proteger suas famílias e suas comunidades.” Friedkin tinha nanismo e antes de aparecer como um “ursinhos alienígenas” do planeta Endor, presentes no final da trilogia original de “Star Wars”, filmou as comédias “Hotel das Confusões” (1981) e “Médicos Loucos e Apaixonados” (1982), e outra sci-fi clássica, “Blade Runner” (1982). Ele também participou das séries “Happy Days”, “Além da Imaginação”, “O Desafio” e “Chicago Hope”, interpretou um dos sete anões da versão de 1987 de “Branca de Neve” – em que Diana Rigg (“Game of Thrones”) viveu a Rainha Má – e contracenou com Brad Pitt (“Trem-Bala”) no híbrido animado “Mundo Perdido” (1992). Seu último trabalho foi a comédia romântica “O Maior Amor do Mundo” em 2016, estrelada por Jennifer Aniston, Kate Hudson, Julia Roberts e Jason Sudeikis. Com problemas de saúde, Gary viveu em uma causa de repouso nos últimos cinco anos.
Jojo Todynho pede medida protetiva contra ex-marido
Jojo Todynho revelou no Instagram que foi à delegacia neste sábado (10/12) fazer um boletim de ocorrência contra o ex-marido Lucas Souza. Ela afirmou que ele a agrediu verbalmente e, por isso, acionou as autoridades e pediu uma medida restritiva. “Acabei de sair da DEAM (Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher) juntamente com a minha advogada, vim abrir um boletim de ocorrência, uma medida protetiva contra o Lucas. Porque ele, nas suas tentativas de pedir para voltar e eu negando, ontem ele me agrediu verbalmente”, denunciou ela. “Agressão não é só física, é psicológica também. Uma mulher, quando ela diz que não, é não. Eu não aceito falta de respeito, até porque eu não desrespeitei ele, não o diminuí como homem, e não vou aceitar que ele faça isso comigo. Então por isso vim aqui tomar minha atitude”, explicou. O casal se separou no final de outubro, após idas e vindas, e denúncias de infidelidade. A funkeira também fez um desabafo contra as pessoas que julgaram a separação. “Eu falo pra você que me julgou, falou um monte de coisa, não compre briga sem saber da história. Fui colocada de vilã, entre outras coisas. Preferi me calar, porque tenho minha assessoria, um time jurídico que responde por mim. E eu tenho contratos também. Vim aqui deixar registrado porque homem, seja quem for, aqui não se cresce. Não se cresce mesmo”, afirmou. E ainda mandou um recado para Lucas Souza: “Meu amigo, você já tá vivendo tua vida, fazendo tuas coisas. Viva tua vida, me esqueça de uma vez por todas. Obrigada. Como sua mãe mesmo disse, Deus livrou. Deus livrou foi a minha avó e me livrou. Não queria estar fazendo isso, é muita dor no coração, não é fácil separar”. Minutos depois, ela excluiu os Stories sobre a denúncia, mas ele acabou replicado nas redes sociais. Com a repercussão, Lucas Souza passou a ser atacado por fãs de Jojo Todynho. E também gravou um vídeo. Ele apareceu chorando no Stories e falou: “Por que meu Deus? Eu não consigo mais acreditar nisso… Pessoal, o que que aconteceu? Tive uma conversa com a Jojo, e eu xinguei ela, mas eu não queria fazer nada com ela, nunca. Medida protetiva, cara? Eu xinguei ela, eu nunca ia fazer nada contra a Jojo, não precisa de medida protetiva contra mim. Eu nunca ia fazer mal para uma mulher. Minha vida já está um inferno. O que que eu fiz?”, disse ele aos prantos. “Eu não ameacei. Medida protetiva… Nunca ameacei ninguém e nunca ia tocar numa mulher. A pessoa parece que não me conhece”, completou. Depois disso, Jojo pediu para seus seguidores não brigarem com seu ex-marido pelas redes sociais. “Não quero que ninguém vá atacar Lucas, faça hate com ele, xingue ele na rua, não é isso. Peço pra vocês não fazerem isso, já tá na mão de quem tem que resolver. Por favor, não façam nada. Que ele siga muito feliz, siga a vida dele. Só desejo coisas boas pra ele. Tô muito triste com essa situação, não queria estar vivendo isso, mas tem coisas que fogem ao nosso controle, e tá tudo certo. Deixa ele pra lá, deixa ele em paz”, declarou. Jojo Todynho abriu hoje um boletim de ocorrência contra o seu ex-marido Lucas Souza, a mesma relata que sofreu agressão verbal e psicológica.pic.twitter.com/sMStJFHOiZ — A ERA DA MÍDIA (@aeradamidia) December 10, 2022
Elton John abandona Twitter: “Desinformação sem controle”
O cantor Elton John anunciou que abandonou o Twitter após a compra da rede social pelo bilionário Elon Musk, que estimulou o crescimento da desinformação e de discursos de ódio disfarçados de “liberdade de expressão”. “Durante toda a minha vida eu tentei usar a música para aproximar as pessoas. No entanto, me entristece ver como a desinformação está sendo usada para dividir nosso mundo”, tuitou John nessa sexta-feira (9/12). “Decidi não usar mais o Twitter, devido à recente mudança na política que permitirá que a desinformação floresça sem controle”, completou ele. John não deu mais detalhes sobre quais mudanças de política o levaram a essa decisão. Mas não faltam opções. Em uma atualização de novembro, por exemplo, o Twitter anunciou que a plataforma não aplicaria mais sua política contra informações enganosas a respeito da covid-19. Da mesma maneira, relatórios recentes apontam um crescimento exponencial nos discursos de ódio dentro da plataforma, incluindo alusões nazistas. Depois de ver o tuite do artista anunciando sua saída, Musk tentou interagir: “Eu amo sua música. Espero que você volte. Existe alguma desinformação em particular que o preocupa?”. O cantor não respondeu, cumprindo a promessa de largar a plataforma. Elton John criou sua conta no Twitter em 2010 e tinha mais de 1 milhão de seguidores. Agora, ele se junta à crescente lista de celebridades que disseram ter largado o Twitter, incluindo a cantora Sara Bareilles, e os produtores televisivos Ken Olin (“This Is Us”), Brian Koppelman (“Billions”) e Shonda Rhimes (“Grey’s Anatomy”). Enquanto alguns usuários apagaram completamente seus perfis na rede social, outras estrelas parecem simplesmente ter parado de tuitar e de usar suas contas. O estrategista digital e podcaster Wynter Mitchell Rohrbaugh disse, no mês passado ao site The Hollywood Reporter, que está recomendando aos clientes que mantenham suas contas e apenas não as usem. “Você pode dizer que vai desativar ou não postar mais depois de uma data específica, mas não recomendo excluir totalmente [o perfil] porque você nunca terá esse público de volta”, explicou ele. “Estou dizendo a todos para ficarem quietos e aguardarem – por enquanto”. Desde que assumiu o Twitter no final de outubro, Musk enfrenta críticas por sua maneira de lidar com a plataforma de mídia social, incluindo mudanças de política e demissões em massa de funcionários. Isso também fez com que os anunciantes recuassem da plataforma. Musk sempre foi aberto a respeito daquilo que ele defende como sendo liberdade de expressão e disse que esse será o seu foco para a plataforma. Ele afirmou, inclusive, que restabeleceria as contas de usuários banidos anteriormente, como a do ex-presidente Donald Trump e Kanye West. Mas após liberar a volta de Kanye, o rapper postou uma suástica.
Yoshida Kiju, cineasta da Nouvelle Vague japonesa, morre aos 89 anos
O cineasta Yoshida Kiju, membro da chamada Nouvelle Vague japonesa, morreu nessa quinta-feira (8/12) de pneumonia aos 89 anos. A informação foi confirmada pela mídia japonesa. Nascido em 16 de fevereiro de 1933, Yoshida Yoshishige (seu nome real) se formou na Universidade de Tóquio, onde estudou literatura francesa. Ele ingressou no estúdio Shochiku em 1955 e atuou como assistente de direção de cineastas icônicos como Yasujirô Ozu (“Era uma Vez em Tóquio”) e Keisuke Kinoshita (“Olhos que Nunca Se Fecham”). Em 1960, Yoshida estreou na direção com o drama juvenil “Volúpia Perigosa”. Tanto este quanto seus filmes seguintes, “Blood Is Dry” (1960) e “Bitter End of a Sweet Night”, apresentaram representações impiedosas de males sociais contemporâneos. Com isso, o cineasta, juntamente com seus companheiros Oshima Nagisa (“Império dos Sentidos”) e Shinoda Masahiro (“Época de Garoto”), ficaram conhecidos como rebeldes que agiam contra as convenções dos estúdios japoneses da época. Não demorou até o trio receber o rótulo de Shochiku Nouvelle Vague, numa referência à Nouvelle Vague francesa, que foi sua influência e inspiração, combinada com o nome do estúdio para o qual trabalhavam. Em 1962, Yoshida dirigiu a estrela em ascensão Okada Mariko no drama romântico “Akitsu Springs” e em 1964 se casou com ela. Quatro anos depois, ele deixou o estúdio Shochiku para fundar sua própria produtora, a Gendai Eigasha, com Okada atuando como sua estrela mais frequente. Seu filme “Eros + Massacre” (1969), um épico biográfico com mais de três horas e meia de duração sobre um anarquista dos anos 1920, tornou-se o filme indicado do Japão ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. “Eros + Massacre” também foi o primeiro título de uma trilogia realizada pelo cineasta focada em figuras revolucionárias. Os outros filmes dessa trilogia são “Heroic Purgatory” (1970) e “Coup d’Etat” (1973). Após este último filme, Yoshida deixou o cinema de ficção para se dedicar a uma série de documentários para a televisão. Mas em 1986 voltou à tela grande com “A Promise” e, em seguida, com “Wuthering Heights” (1988), ambos exibidos no Festival de Cannes. Sua última participação no festival francês foi com seu derradeiro longa, “Women in the Mirror” (2002), um drama sobre o bombardeio atômico de Hiroshima. Depois disso, despediu-se com uma participação na antologia “Bem-Vindo a São Paulo” (2004), concebida por Leon Cakoff para a Mostra de São Paulo. Yoshida também foi escritor, publicando um romance sobre o líder nazista Rudolf Hess e um livro de análise dos filmes de Ozu, além de ter co-escrito um obra acadêmica de teoria do cinema.
Helen Slayton-Hughes, atriz de “Parks and Recreation”, morre aos 92 anos
A atriz Helen Slayton-Hughes, que fez pequenos papéis em dezenas de séries e filmes, mas que ficou conhecida como a estenógrafa Ethel Beavers na série “Parks and Recreation”, morreu na quinta (8/12) aos 92 anos. Sua família anunciou a morte no Facebook, escrevendo: “Helen faleceu ontem à noite. Sua dor acabou, mas seu espírito feroz continua vivo. Obrigado pelo amor e apoio a ela e ao seu trabalho. Descanse querida. Com amor: A família Hughes”. Não foram fornecidos mais detalhes a respeito da causa da morte. Nascida em 1930, Helen Slayton-Hughes costumava se apresentar com frequência nos palcos de São Francisco e em outros lugares. Porém, seu primeiro papel no cinema só aconteceu em 1980, quando ela já tinha 50 anos, no filme “Mafia on the Bounty”. Seus trabalhos seguintes foram no telefilme “A Princesa e o Motorista” (1981) e no drama “A Chama que não Se Apaga”, estrelado por Albert Finney e Diane Keaton. Porém, depois disso, Slayton-Hughes se manteve afastada das telas por 18 anos. O retorno aconteceu no ano 2000, quando participou da série “Nash Bridges”. Nos anos seguintes, a atriz foi uma presença constante em diversas séries, como “Power Rangers: Força do Tempo” (em 2001), “A Juíza” (2001), “West Wing: Nos Bastidores do Poder” (2003), “Malcolm” (2003-2004), “Arrested Development” (2006), “My Name is Earl” (2007), “Desperate Housewives” (2008), “True Blood” (2013), “Brooklyn Nine-Nine” (2013), “The Middle” (2017) e “Fresh Off the Boat” (2018). Porém, seu principal papel na TV foi em “Parks and Recreation”. Estreando em 2011, a atriz apareceu em 11 episódios ao longo de quatro temporadas. Em um episódio popular da 5ª temporada, April (Aubrey Plaza) e Andy (Chris Pratt) aparecem na casa de Ethel, a personagem de Slayton-Hughes, bem tarde da noite para obter sua assinatura em uma certidão de casamento, e se surpreendem ao encontrá-la ocupada com um homem que acabara de conhecer. No cinema, Slayton-Hughes ainda fez pequenas participações nos filmes “Enlouquecendo com a Liberdade” (2010), “Juventude em Fúria” (2010), “A Pé Ele Não Vai Longe” (2018) e “Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta” (2021). Seu último trabalho como atriz foi na comédia de halloween “A Maldição de Bridge Hollow”, lançada em outubro na Netflix. Relembre alguns dos melhores momentos de Helen Slayton-Hughes como Ethel Beavers no vídeo abaixo.
Renato Aragão tem alta hospitalar após susto com acidente isquêmico
O ator Renato Aragão deixou o hospital em que se internou na quarta (7/12), depois de sofrer um AIT (acidente isquêmico transitório) e assustar sua família. Ele ficou em observação médica durante dois dias e recebeu alta nesta sexta (9/12). O momento em que ele chegou em sua casa foi registrado pela filha, Lívian Aragão. No vídeo postado no Instagram, o eterno Didi agradeceu às mensagens que recebeu enquanto estava no hospital e afirmou que está bem. “Pessoal, estamos juntos, obrigado pelo carinho. Um beijão para todo mundo”, disse ele no vídeo. “Muito feliz de estar em casa e com saúde. Obrigado pelo carinho, pessoal”, ainda acrescentou na legenda da publicação. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Renato Aragão (@renatoaragao)
Al Pacino rouba cena do Game Awards ao revelar que não joga games
O veterano ator Al Pacino, de 82 anos, roubou a cena do Game Awards 2022, premiação da indústria de videogames dos EUA, ao ser convidado a apresentar o troféu de Melhor Performance na noite de quinta-feira (8/12) no Microsoft Threater em Los Angeles. Ele fez o público rolar de rir – e os produtores do evento se esconderem de constrangimento – ao revelar que nunca jogou muitos games. O ator fez a afirmação após se atrapalhar com o roteiro e se perder na leitura do texto do teleprompter. “Pode ser um choque para vocês, mas é difícil para mim ver o teleprompter”, disse, antes de assumir: “Na verdade, não jogo muitos videogames”. Pacino consertou a declaração com um “mas” estratégico. “Mas passei muito tempo assistindo meus filhos brincarem, e continuo totalmente impressionado e entretido com as maneiras únicas e envolventes como os videogames contam suas histórias”. Vencedor do Oscar por “Perfume de Mulher” (1992), o astro entregou o troféu de Melhor Performance para Christopher Judge, pelo papel do protagonista Kratos em “God of War: Ragnarök”. O ator é mais conhecido pelos fãs de séries como o alienígena Teal’c de “Stargate: SG-1” (1997–2007). A propósito, “Elden Ring” foi eleito o jogo do ano no “Oscar dos games”.
Fátima Bernardes se diz “cansada” após um mês de “The Voice Brasil”
Não é nenhuma novidade que Fátima Bernardes vinha enfrentando uma jornada exaustiva com um programa diário, sendo esta a razão para o anúncio de saída do programa “Encontro”. No entanto, a apresentadora surpreendeu o público ao confessar “cansaço” com apenas um mês de estreia no “The Voice Brasil”. Numa entrevista ao Gshow”, a jornalista admitiu que se sente exausta devido a rotina maçante – que continua acontecendo. “Tive vontade de chorar várias vezes. Estou cansada não só fisicamente, mas emocionalmente”, declarou. À princípio, a troca na programação de Fátima era uma tentativa de conseguir uma rotina mais zen e próxima dos filhos. A ideia da apresentadora também era de se aproximar do namorado, o deputado federal Túlio Gadêlha. Assim que deixou o comando do “Encontro”, elaafirmou que não precisar acordar tão cedo estava sendo um privilégio que ela não tinha há anos. “Posso tomar café em casa, ler o jornal e só depois começar a vida. Ter tido um câncer, entender que a vida passa muito rápido, ter dois filhos morando fora e o namorado transitando entre três cidades me fez acelerar essa transição integral para o entretenimento”, explicou, na ocasião. No entanto, a atual temporada de “The Voice Brasil” tem afetado Fátima emocionalmente pela saída dos participantes. “Quando a pessoa sai, não é porque é ruim – não dá para ficar todo mundo – mas naquele momento [é preciso] dar um abraço, um pouquinho de afeto… porque logo, logo a memória vai ser de algo incrível. Mas o momento da despedida é sempre doloroso”, declarou.
Léo Lins é condenado por “ridicularizar” imagem de seguidora
A Justiça de São Paulo condenou o comediante Léo Lins por expor a imagem de uma seguidora para ridicularizá-la. O humorista terá que indenizar a mulher no valor de R$ 20 mil. Nos autos do processo, a moça alegou que teria mandado uma mensagem privada ao humorista após ele criticar outro usuário, que havia dito que os seguidores “não sabiam fazer piada”. “Ê corno, quando é para zoar você, você não aguenta, né?”, teria comentado a mulher, que explicou no processo que o “corno” foi no sentido cômico. Outros seguidores de Léo Lins costumam chamá-lo da mesma maneira. A ação, que tramitou na 38ª Vara Cível do estado, entendeu que Léo Lins optou por revidar as provocações da moça de forma pública, embora tenha removido as postagens poucas horas depois da publicação. Ainda que o comediante não tenha iniciado a polêmica, a sentença declarou que ele abusou do direito à “liberdade de manifestação” quando realizou o uso indevido da imagem da autora do processo, ainda mais com legenda gordofóbica de “não peguem tão pesado quanto ela num rodízio” e “que desperdício um parque fazer duas rodas gigantes”. Segundo a seguidora, as exposições públicas de Léo Lins estimulam ataques cibernéticos para provar o contrário das “supostas acusações” que o humorista recebe. Além disso, a justiça entendeu que a atitude do comediante causou um inegável abalo moral à seguidora, que teve a sua imagem exposta em um cenário de humilhação. À princípio, o representante legal da seguidora exigia uma indenização de R$ 200 mi, além de R$ 50 mil pelo uso indevido de imagem. A decisão da Justiça de São Paulo é passível de recurso. No ano passado, Leo Lins foi condenado a pagar uma indenização de R$ 15 mil para uma transexual por ter feito piadas sobre sua mudança de gênero. Ele também precisou indenizar em mais R$ 5 mil a influenciadora Thais Carla ao ironizar um vídeo em que ela demonstrava a dificuldade de pessoas gordas para ter acesso às poltronas de avião – “exalando inequívoca gordofobia”, segundo a sentença. E, em agosto deste ano, sofreu nova condenação com indenização de R$ 44 mil por danos morais contra Adriana Cristina da Costa Gonzaga, mãe de um menino autista.
Disney+ lança plano mais barato com anúncios
A plataforma de streaming Disney+ lançou na quinta-feira (8/12) nos EUA o seu plano de assinatura mais barato e com adição de anúncios. O novo tipo de assinatura custa US$ 8 por mês e tem cerca de 4 minutos de anúncios para cada hora de conteúdo exibido. Junto com o novo plano, a Disney também está oferecendo pacotes adicionais. O “Duo Basic” combina os níveis mais básicos da Disney+ e do Hulu por US$ 9,99 por mês, enquanto “Trio Basic” agrupa Disney+, Hulu e ESPN+ por US$ 12,99. Com isso, os planos atuais sofreram aumento de preço. O Disney Bundle passou a custar US$ 19,99 para a versão sem anúncios, enquanto o Disney+ independente sem anúncios foi para US$ 10,99. O lançamento dos planos da Disney com anúncios marca um ponto de virada na corrida de streaming, deixando a Apple TV+ como o único streaming de grande porte que ainda não oferece opções de assinatura com comerciais. Quando o antigo – e novamente atual – CEO da Disney Bob Iger e sua equipe começaram a se preparar para entrar no mercado do streaming, o modelo era a Netflix, que insistiu avidamente por anos que nunca venderia anúncios. Agora, embora a Netflix continue sendo a líder global com 223 milhões de assinantes, ela enfrenta intensa concorrência e seus co-CEOs, Reed Hastings e Ted Sarandos, lamentaram publicamente a demora da empresa em finalmente lançar seu próprio plano com anúncios – que aconteceu no mês passado. Última dessa corrida, até a Apple estaria explorando a possibilidade de uma assinatura mais barata com anúncios. Sua versão de nível básico custaria US$ 5 por mês, numa oferta atrativa, principalmente depois que a empresa aumentou seu preço mensal em 40%. Quanto ao resto dos streamings principais, a HBO Max, Paramount+ e Peacock também têm versões com e sem anúncios nos EUA, enquanto que a transmissão esportiva da Amazon Prime a transformou em um peso pesado de anúncios em streaming. As exceções à tendência são as plataformas que servem como extensões de emissoras de TV, como é o caso da Starzplay (Lionsgate+ no Brasil) e da Showtime+. Estas, até o momento, permanecem sem anúncios. Mas a plataforma Showtime+ caminha para a extinção, já que se encontra em processo de incorporação pela Paramount+. A expansão do Disney+ baseia-se no modelo da Hulu, plataforma administrada pela Disney que tinha um plano gratuito com anúncios desde seu lançamento em 2007, permanecendo assim até 2016. Depois que começou a cobrar por assinaturas e adicionou seu plano de TV ao vivo, as assinaturas do Hulu eclipsaram a publicidade, mas, ainda assim, sua receita publicitária totalizou US$ 3,4 bilhões no ano fiscal de 2022. Não por acaso, os executivos da Netflix citaram descaradamente a Hulu como um modelo de negócios a ser copiado, com muitos analistas de Wall Street projetando um negócio publicitário multibilionário nos próximos anos. Vale destacar que o plano com anúncios da Disney não foi motivado por falta de assinantes. A Disney+ adicionou 12,1 milhões de novos clientes pagantes somente no último trimestre, chegando a um total 164,2 milhões. Porém, durante sua última teleconferência para o mercado financeiro, o ex-CEO Bob Chapek afirmou que o lucro e a receita do serviço cresceriam apenas um dígito no ano fiscal de 2023. Os valores apontavam uma grande queda em relação aos ganhos projetados para aquele mesmo período, acompanhado por aumento nas despesas da empresa. A introdução do Disney+ Basic (como é chamado o plano com anúncios) é vista como uma forma de equilibrar as contas. Em maio passado, durante a apresentação inicial da Disney para anunciantes, Chapek disse que a Disney é “incomparável” quando se trata de “narrativa, inovação e autoridade para conexões emocionais profundas com o público em todos os dados demográficos”. E que ao colocarem seu dinheiro na Disney+, os anunciantes estariam efetivamente obtendo acesso a um rico ecossistema de conteúdo e a seu público. Por via das dúvidas, e pela projeção pessimista apresentada ao mercado, o conselho da Disney não poupou Chapek, que foi demitido junto da vice de streaming, Kareem Daniel, para uma volta muito aplaudida de Iger – que interrompeu a aposentadoria para comandar a empresa. O mercado parece ter aprovado o lançamento da nova versão do streaming, especialmente o impacto de curto prazo trazido pelo aumento do preço da assinatura regular, sem anúncios, ainda que os ganhos com anúncios podem demorar um pouco mais para se materializar. Para os investidores, o declínio da TV linear e a incerteza em torno do cinema são preocupações muito maiores do que o streaming.











