Regina Duarte defende tática nazista contra eleitores de Lula
Ex-integrante do governo Bolsonaro, Regina Duarte aderiu a uma tática infame utilizada pelos nazistas para atacar eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva. A atriz compartilhou uma publicação em seu perfil no Instagram com um “incentivo” para que petistas e pessoas que votaram em Lula coloquem uma estrela do PT na frente de seus estabelecimentos, para que sejam identificados. Paralelamente, grupos bolsonaristas fazem circular listas de estabelecimentos de simpatizantes de petistas para serem boicotados pelos patriotas e cidadãos de bem do Brasil. No início da década de 1930, nazistas passaram a identificar estabelecimentos judeus com o desenho de uma estrela, a Estrela de Davi, além de espalhar avisos na Alemanha para que patriotas e cidadãos de bem não comprassem ou utilizassem serviços dos estabelecimentos marcados. Com o tempo, essa atitude da Alemanha acima de tudo progrediu para a destruição desses estabelecimentos com violência e, posteriormente, prisão e assassinato em massa dos judeus em campos de concentração. Cerca de 5 milhões foram exterminados no genocídio nazista, que ficou conhecido como Holocausto nos livros de História. Deveria ser uma lição para nunca ser esquecida e repetida. Entretanto, a tática está sendo disseminada nas redes sociais bolsonaristas com o mesmo objetivo de discriminação. Regina Duarte foi secretária especial de Cultura do governo Bolsonaro e se manteve fiel apoiadora dele durante a campanha eleitoral. Nas redes sociais, ela segue compartilhando notícias falsas, ignorando a marcação e bloqueios do Instagram, e dando seu apoio a manifestações antidemocráticas por um golpe de estado no país. As manifestações antidemocráticas tem chocado o Brasil ao reproduzir gestos nazistas, fotografados entre simpatizantes do candidato derrotado, apesar da recusa dos envolvidos em admitir essa intenção. O período do 2º turno das recentes eleições presidenciais também trouxe à tona vários fatos preocupantes, relacionados ao nazismo, envolvendo estudantes brasileiros. Em outubro passado, a polícia prendeu um grupo de jovens acusados de neonazismo, em Santa Catarina, com quem foram encontradas bandeiras nazistas e armas de fogo. Eles estavam envolvidos em disseminações de mensagens de ódio contra minorias e ataques a eleitores de Lula .
Andressa Urach é internada após querer sacrificar filho pequeno
A ex-Fazenda Andressa Urach está internado há duas semanas numa clínica psiquiátrica após um surto, em que teria ameaçado sacrificar o próprio filho em oferenda religiosa. A revelação foi feita por seu marido, Thiago Lopes, num vídeo publicado nas redes sociais. “Há duas semanas a Andressa Urach foi internada. Ela está na ala psiquiátrica de um hospital, porque ela teve um delírio psicótico místico, foi o que a médica falou assim que a recebeu. Não é um diagnóstico. Ela ainda estava com certa desconexão com a realidade”, começou ele. Segundo Lopes, “eles estão administrando os medicamentos e não tem previsão de alta”. “Na noite da madrugada de sábado, a Andressa teve um surto psicótico aqui em casa, foi um episódio bem assustador”, ele explicou. “Chegou a colocar a vida do Leon em risco, a minha e da minha mãe. Durante o surto ela chegou a falar que o Leon seria o Isaac [da Bíblia], que eu oferecesse Leon como sacrifício. São coisas desconexas com a realidade. Foram várias coisas assustadoras que são tristes de falar”. Thiago Lopes também revelou que está se separando da ex-Fazenda, com quem era casado desde dezembro de 2020. De acordo com ele, não há como continuar junto com a esposa diante dos últimos acontecimentos, até para preservar a vida do filho Leon. “Eu não tive outra opção, precisei chamar o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e a Polícia Militar do Rio Grande do Sul para solucionar essa situação. Ela foi levada para o hospital pela ambulância. Os médicos constataram a necessidade de internação. Por isso ela está longe, não está mais ativa nas redes socais”, relatou. Em outubro do ano passado, Andressa Urach revelou que sofria de transtorno borderline, o que explicaria suas mudanças radicais de comportamento, de uma hora querer ser crente e num instante seguinte desejar se prostituir. A situação quase acabou com seu casamento durante a gravidez. Seu marido chegou a ir com a política tirá-la da boate Gruta Azul, conhecido prostíbulo de Porto Alegre, em julho passado, durante a gestação de Leon. “Além do borderline que Andressa foi diagnosticada, surgiram essas outras situações. Falta uma palavra final da equipe médica para saber do que se trata”, completou Lopes. Leon é o segundo filho de Andressa, mas o primeiro com o empresário Thiago Lopes e tem apenas oito meses de idade. A ex-dançarina do cantor Latino, que chegou a ser obreira da Igreja Universal, tem um filho mais velho de 17 anos, chamado Arthur, que ela renega. Athur conseguiu sua emancipação após acusar Andressa de negligência e de quase deixá-lo morrer para passar um dia inteiro na Igreja em vez de levá-lo ao hospital, quando ele era pequeno e reclamava de dores intensas na barriga. “Eu estava com a minha vida em risco. Basicamente, quase morri por conta da fé fanática dela, depois ela fala que eu era prioridade, mas preferiu ir a um evento da igreja do que cuidar de mim quando eu estava passando mal”, ele denunciou, numa gravação de vídeo divulgada em julho passado.
Cassia Kis se diz vítima de “assédio moral” por falas preconceituosas
A atriz Cassia Kis, alvo de processo por declarações homofóbicas e de críticas por seu envolvimento com manifestações antidemocráticas, decidiu se defender num texto enviado ao jornal Folha de S. Paulo contra o que chama de “assédio moral”. Dizendo que não é homofóbica, ela acusa detratores de espalhar mentiras e reclama de estar sendo hostilizada por colegas de trabalho. “Nos últimos dias, muito se tem falado a meu respeito. Falado mal, diga-se. Inclusive entre colegas de ofício, a quem sempre respeitei como criaturas humanas e profissionais, a boataria tem sido grande”, reclamou a atriz no texto. “Embora eu não deseje o mal de ninguém, nem por isso aceito as pechas equivocadas que alguns têm lançado sobre mim. E por quê? Porque aprendi o valor de uma boa reputação, construída com trabalho e amor ao longo de muitos anos. E também porque aprendi que com a verdade não se brinca“”, prosseguiu a intérprete de Cidália em “Travessia”. “Dizem que, por assumir uma posição política conservadora, eu estaria ‘envergonhando’ a classe artística. Se fosse apenas isso, tudo bem. Mas o zum-zum-zum chegou além, pois me atribuem intenções que não tenho, palavras que não disse e crises que não criei. “A pressão sobre mim – verdadeiro assédio moral – ganhou contornos policiais, pois me chega a notícia de que estou sendo formalmente acusada de ‘homofobia’ por um grupo de ativistas do Rio de Janeiro”, continuou. “Não, meus caros, não sou nem nunca fui homofóbica; sou no máximo mentirofóbica e idiotofóbica”, defendeu-se. Cassia Kis está sendo processada pelo Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT, por meio de uma Ação Civil Pública, pelo crime de homofobia. O grupo também registrou uma queixa crime contra a atriz pelo mesmo motivo. O processo foi motivado por palavras que Cassia Kis disse factualmente numa live com jornalista Leda Nagle, quando acusou as relações homossexuais e a “ideologia de gênero” (definição bolsonarista para a sexualidade humana) de destruir as famílias e a “vida humana”. “Não existe mais o homem e a mulher, mas a mulher com mulher e homem com homem, essa ideologia de gênero que já está nas escolas”, disse a atriz. “Eu recebo as imagens de crianças de 6, 7 anos se beijando, duas meninas se beijando, onde há um espaço chamado beijódromo”, prosseguiu, no melhor estilo “kit gay” (famosa fake news bolsonarista da eleição presidencial passada). Segundo Cássia, quando há uma relação entre duas pessoas de sexo igual há uma “destruição à vida humana”. “O que está por trás disso? Destruir a família. Destruir a vida humana, na verdade, porque onde eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não dá filho. Como a gente vai fazer?”, questionou. Ela também criticou a adoção de crianças por casais homossexuais, porque elas são geradas apenas pelo “útero de uma mulher”. Em sua petição, o Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT cita que as falas da atriz “claramente carregam teor discriminatório e preconceituoso aos casais homoafetivos e a comunidade LGBTQIAP+ ao questionar a validade da sua existência”. O movimento pede reparação coletiva pelos ataques feitos por Cássia da ordem de R$ 250 mil, “para fins de promoção de políticas e programas direcionados ao enfrentamento da discriminação e LGBTfobia no contexto artístico”. Há também um pedido de retratação pública e de investigação criminal. Além disso, um grupo de funcionários da Globo formalizou uma reclamação no Departamento de Compliance da emissora contra a atriz, denunciando que ela grita e destrata colegas, inclusive com comentários preconceituosos. Mais de 10 funcionários assinaram as denúncias. Em comunicado à imprensa, o canal afirmou que não comenta questões de compliance, mas apontou: “A Globo tem um Código de Ética, que deve ser seguido por todos os colaboradores e igualmente por todas as áreas da empresa – e em nenhuma delas é tolerada qualquer forma de discriminação. Da mesma forma, tem uma Ouvidoria pronta para receber quaisquer relatos de violação, que são apurados criteriosamente.” Em meio a essas polêmicas, a atriz de 64 anos ainda participou de manifestação em frente ao Comando Militar do Rio, onde foi aclamada, entre faixas pedindo um golpe militar. Um vídeo em que ela aparece rezando ajoelhada ganhou comparações nas redes sociais com cenas idênticas da Marcha da Família com Deus pela Liberdade, em apoio ao golpe militar de 1964. Alinhada ao extremismo de direita, a artista tem proferido discursos fundamentalistas e messiânicos, e antes das eleições chegou a profetizar que o Brasil ia “derramar sangue” se Lula vencesse.
Editora suspende vendas do livro polêmico de Aaron Carter
A editora Ballast Book anunciou que suspendeu as vendas do livro “Aaron Carter: An Incomplete Story of an Incomplete Life”, em consideração ao desejo dos familiares, em respeito à morte recente do cantor. “Por respeito à família, meu cliente decidiu adiar o lançamento do livro neste momento. Carter não era apenas uma celebridade, mas um pai, irmão, filho e amigo para muitos, que ainda sofrem por ele”, anunciou Scott Atherton, advogado da editora Ballast e do autor Andy Symonds. Oficialmente, o livro de memórias do cantor, encontrado morto no sábado passado (5/11), chegaria às lojas físicas na terça-feira (15/11), mas desde quinta (10/11) já era vendido e entregue pela Amazon, onde atualmente ocupa o 1º lugar entre os best-sellers de não ficção com temática de drogas e vício. Por conta disso, várias passagens polêmicas vieram à tona e, com elas, reclamações sobre o verdadeiro desejo do cantor, que teria renegado a obra. No anúncio da suspensão do lançamento, o advogado negou que o artista era contra a publicação. Tanto que teria escolhido pessoalmente Andy Symonds para escrever sua história, por ser um “respeitável jornalista e autor”. “A atenção do público recentemente se concentrou em um pequeno número de interações durante os primeiros anos do Sr. Carter. A história mais importante é sobre a vida do Sr. Carter e o que as pessoas podem aprender com seu sucesso profissional, lutas pessoais e falecimento trágico”, acrescentou na declaração. Repleta de trechos polêmicos, a obra reflete realmente a luta do cantor contra as drogas, mas são passagens sobre Michael Jackson e Hilary Duff que têm dado mais o que falar. Na obra, o irmão de Nick Carter (do Backstreet Boys) alega que, após uma festa, despertou com o rei do pop parado em frente à sua cama apenas de “cueca apertada branca”. Aaron também afirma que a estrela da série teen “Lizzie McGuire” perdeu a virgindade com ele, quando ela tinha apenas 13 anos. O cantor tinha noção de como o conteúdo era polêmico e, segundo seu empresário Taylor Helgeson, da Big Umbrella Management, tinha desistido da publicação. Heleson disse ao site Page Six: “Aaron, no meio [do trabalho com o livro], disse: ‘Eu não quero nada com isso’ e parou. Ele largou o projeto. Então, o fato de a editora estar dizendo que tem sinal verde para publicar, ela não tem. Isso é contra a vontade de Aaron”. Hilary Duff também se manifestou contra a tentativa de espetacularização promovida pela editora em torno da morte do artista de 34 anos. “É realmente triste que, uma semana após a morte de Aaron, haja uma editora que parece estar lançando um livro de forma imprudente para capitalizar essa tragédia sem tomar as devidas precauções. Diluir a história de vida de Aaron para o que parece ser um clickbait não verificado visando o lucro é nojento”, reforçou. O empresário de Aaron Carter agradeceu o posicionamento da atriz e salientaram que a família deveria decidir os próximos passos contra a editora. “Nós, como empresários de Aaron, gostaríamos de agradecer a Hillary Duff por sua declaração sobre o livro que está programado para ser lançado. Nos poucos dias após o falecimento de nosso querido amigo, estivemos em luto e tentamos processar o que aconteceu, ao mesmo tempo que tivemos que lidar com lançamentos obscenamente desrespeitosos e não autorizados, incluindo um álbum intitulado ‘Blacklisted’, um single intitulado ‘Lately’ e agora um livro.” Helgeson continuou: “Este é um momento de luto e reflexão, não de busca impiedosa por dinheiro e atenção. Pedimos às partes responsáveis que removam o conteúdo mencionado acima e que nenhum outro conteúdo seja liberado sem a aprovação de sua família, amigos e associados.” Diante da polêmica, o escritor e editor do livro Andy Symonds, lembrou que a obra já tinha sido publicado e que toda a polêmica se dava porque algumas pessoas não gostariam que a verdade do cantor viessem à tona. “Sua vida estava longe de ser bonita. Aaron tinha o direito – como todos nós – de contar sua história. Além de ser catártico para ele, Aaron esperava que este livro ajudasse outras pessoas que lutam contra o vício e a doença mental. Espero e acredito que fará isso”, finalizou. A descrição do livro na Amazon diz que: “Aaron estava trabalhando em um livro sobre sua vida antes de sua morte. Ele nunca teve a chance de terminá-lo. Isso é o que foi concluído”. O texto também afirma que Symonds passou três anos entrevistando Carter para o livro.
Homem que inspirou filme “O Terminal” morre em aeroporto de Paris
Mehran Karimi Nasseri, o refugiado iraniano que inspirou o filme “O Terminal” (2004), morreu neste sábado (12/11) aos 76 anos. Ele sofreu um ataque cardíaco fatal no aeroporto Charles de Gaulle em Paris, na França. Nasseri morou no terminal de desembarque do aeroporto francês de 1988 a 2006. E, de acordo com o tabloide britânico The Mirror, tinha voltado a morar no Charles de Gaulle nas últimas semanas. O motivo dele ficar “preso” no local foi a falta de documentos para desembarcar na França. Nasseri disse ter sido expulso do Irã em 1977 por protestar contra o xá e, por isso, recebeu o título de refugiado pela Bélgica. Mas não tinha documentos e as investigações nunca comprovaram sua expulsão do país. Em novembro de 1988, ele viajou para outros países da Europa na tentativa de encontrar sua mãe e acabou detido na França, com nenhum outro país aceitando recebê-lo por não possuir passaporte. Sem ter para onde enviá-lo, as autoridades francesas o liberaram no terminal de desembarque, fazendo com que ele dependesse de funcionários do aeroporto para conseguir comida e medicações. O caso foi parar na Justiça e em 1992 um tribunal francês decidiu que Nasseri não podia ser expulso do aeroporto, mas também não podia entrar no país. Diante do impasse, posteriormente França e Bélgica ofereceram residência para o iraniano, que para surpresa de todos recusou, seguindo no aeroporto até 2006. Apesar de não ser mencionado oficialmente como inspiração para o filme de Steven Spielberg, o diretor comprou os direitos de sua biografia para produzir “O Terminal”. Na ficção, o personagem interpretado por Tom Hanks era chamado de Viktor Navorski, um viajante natural do país fictício Krakozhia. Após um golpe de estado, Viktor não consegue entrar nos Estados Unidos nem voltar para seu país de origem, já que o governo americano não reconhece o novo governo do local. Por isso, é forçado a viver no terminal de desembarque do Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York. Veja abaixo o trailer do filme.
Livro de Aaron Carter tem passagens polêmicas sobre Michael Jackson e Hilary Duff
O livro de memórias de Aaron Carter, “An Incomplete Story of an Incomplete Life”, teve seu lançamento antecipado pela editora Ballast Books após a morte do cantor. Com lançamento marcado para a próxima terça (15/11), o livro chegou cinco dias antes nas livrarias dos EUA, para evitar que a distribuição fosse impedida pelos empresários do artista. Repleta de trechos polêmicos, a obra reflete a luta do cantor contra as drogas, mas são passagens sobre Michael Jackson e Hilary Duff que têm dado mais o que falar. Na obra, o irmão de Nick Carter (do Backstreet Boys) alega que, após uma festa, despertou com o rei do pop parado em frente à sua cama apenas de “cueca apertada branca”. Aaron também afirma que a estrela da série teen “Lizzie McGuire” perdeu a virgindade com ele, quando ela tinha apenas 13 anos. O cantor tinha noção de como o conteúdo era polêmico e, antes de ser encontrado morto no sábado passado (5/11), voltou atrás e disse que não permitiria que ele fosse publicado. A afirmação é do empresário do artista, Taylor Helgeson, da Big Umbrella Management, que disse ao site Page Six: “Aaron, no meio [do trabalho com o livro], disse: ‘Eu não quero nada com isso’ e parou. Ele largou o projeto. Então, o fato de a editora estar dizendo que tem sinal verde para publicar, ela não tem. Isso é contra a vontade de Aaron”. Hilary Duff também se manifestou contra a tentativa de espetacularização promovida pela editora em torno da morte do artista de 34 anos. “É realmente triste que, uma semana após a morte de Aaron, haja uma editora que parece estar lançando um livro de forma imprudente para capitalizar essa tragédia sem tomar as devidas precauções. Diluir a história de vida de Aaron para o que parece ser um clickbait não verificado visando o lucro é nojento”, reforçou. O empresário de Aaron Carter agradeceu o posicionamento da atriz e salientaram que a família deveria decidir os próximos passos contra a editora. “Nós, como empresários de Aaron, gostaríamos de agradecer a Hillary Duff por sua declaração sobre o livro que está programado para ser lançado. Nos poucos dias após o falecimento de nosso querido amigo, estivemos em luto e tentamos processar o que aconteceu, ao mesmo tempo que tivemos que lidar com lançamentos obscenamente desrespeitosos e não autorizados, incluindo um álbum intitulado ‘Blacklisted’, um single intitulado ‘Lately’ e agora um livro.” Helgeson continuou: “Este é um momento de luto e reflexão, não de busca impiedosa por dinheiro e atenção. Pedimos às partes responsáveis que removam o conteúdo mencionado acima e que nenhum outro conteúdo seja liberado sem a aprovação de sua família, amigos e associados.” Também em entrevista ao Page Six, o editor do livro de memórias do artista, Andy Symonds, destacou que o livro já foi publicado e que toda a polêmica se dá porque algumas pessoas não gostariam que a verdade do cantor viessem à tona. “Sua vida estava longe de ser bonita. Aaron tinha o direito – como todos nós – de contar sua história. Além de ser catártico para ele, Aaron esperava que este livro ajudasse outras pessoas que lutam contra o vício e a doença mental. Espero e acredito que fará isso”, finalizou. A descrição do livro na Amazon diz que: “Aaron estava trabalhando em um livro sobre sua vida antes de sua morte. Ele nunca teve a chance de terminá-lo. Isso é o que foi concluído”. O texto também afirma que Symonds passou três anos entrevistando Carter para o livro.
Alec Baldwin processa equipe do filme “Rust” por morte de diretora de fotografia
O ator Alec Baldwin decidiu abrir um processo contra membros da equipe do filme “Rust” que, segundo ele, seriam os responsáveis por entregar em suas mãos a arma carregada que acabou matando a diretora de fotografia Halyna Hutchins, atingida por uma bala no peito. Protocolado na sexta (11/11) na Justiça de Los Angeles, nos Estados Unidos, a ação nomeia a armeira Hannah Gutierrez-Reed, a cenógrafa Sarah Zachry, o fornecedor de munições Seth Kenney e o assistente de direção Dave Halls, que deu o revólver nas mãos do ator, como a hierarquia de funcionários que levaram ao incidente de 21 de outubro do ano passado. Segundo Baldwin, Halls teria garantido que o revólver era uma “arma fria”, não carregada com munição de verdade. No processo, o advogado do ator, Luke Nikas, argumenta que Hutchins está morta “porque balas de verdade foram entregues ao set e colocadas na arma”. “Essa tragédia aconteceu em um set de cinema — não um estande de tiro, não um campo de batalha, não em uma locação em que deveria existir a mais remota chance de uma arma conter munição verdadeira”, diz o texto. “Mais do que qualquer outra pessoa naquele set, Baldwin foi erroneamente visto como o autor desta tragédia. Por essas alegações cruzadas, Baldwin procura limpar seu nome”, acrescenta o processo do ator. Em uma entrevista à ABC, Baldwin afirmou que nunca apertou o gatilho da arma que acabou matando Hutchins e ferindo o diretor Joel Souza, durante a produção do filme no Novo México. A arma teria disparado sozinha. Mas os funcionários apontados no processo movido pelo ator também negaram ser responsáveis pela morte da diretora de fotografia. Em agosto deste ano, investigadores declararam que não acreditam que a arma tenha sido carregada com projéteis de verdade “intencionalmente” ou “com o objetivo de ferir ou matar”. Até o momento, a promotoria dos Estados Unidos ainda não declarou se irá indiciar alguém pelo caso. Em fevereiro, a família de Hutchins também abriu um processo, contra Baldwin e outros produtores de “Rust”, chegando a um acordo no mês passado. Ela tinha 41 anos e deixou marido e um filho.
Ex-Fazenda Sthe Matos e Kevi Jonny sofrem acidente em estrada da Bahia
A ex-Fazenda Sthe Matos e o cantor Kevi Jonny sofreram um acidente rodoviário na tarde desta sexta-feira (11/11). O casal estava num ônibus com a equipe do artista na BR 324, rumo ao município de Luis Eduardo Magalhães, no interior da Bahia. Jonny faria um show no local. O ônibus transportava 20 pessoas da equipe do cantor de arrocha e capotou no km 700 da rodovia, na altura de Barreiras. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada e enviou uma equipe ao local do ocorrido, onde confirmaram cinco pessoas feridas. “Ambos foram encaminhados para o hospital para realizar exames”, informou a assessoria de imprensa do cantor. Em comunicado, a equipe acrescentou que todos passam bem e foram encaminhados a um hospital na cidade. A causa do acidente ainda não foi informada.
Hilary Duff critica lançamento relâmpago e polêmico de biografia de Aaron Carter
A atriz Hilary Duff (“How I Met Your Father”) criticou a editora Ballast Books por programar um lançamento relâmpago de um livro póstumo sobre a vida do cantor Aaron Carter menos de uma semana após sua morte. Duff, que namorou Carter no início dos anos 2000, disse que a decisão da editora é “imprudente” e uma forma de “capitalizar em cima da tragédia”. “É realmente triste que, uma semana após a morte de Aaron, haja uma editora que parece estar lançando um livro de forma imprudente para capitalizar essa tragédia sem tomar o tempo ou cuidado apropriados para verificar a validade do seu trabalho”, disse Duff, em um comunicado. “Diluir a história de vida de Aaron para o que parece ser um clickbait não verificado visando o lucro é nojento.” A atriz completou afirmando que “de forma alguma eu tolero lançar alguma luz sobre o que é tão obviamente um roubo de dinheiro desinformado e sem coração”. A fala de Duff teve o respaldo do antigo empresário de Aaron Carter, Taylor Helgeson, da Big Umbrella Management. “Nós, como empresários de Aaron, gostaríamos de agradecer a Hillary Duff por sua declaração sobre o livro que está programado para ser lançado. Nos poucos dias após o falecimento de nosso querido amigo, estivemos em luto e tentamos processar o que aconteceu, ao mesmo tempo que tivemos que lidar com lançamentos obscenamente desrespeitosos e não autorizados, incluindo um álbum intitulado ‘Blacklisted’, um single intitulado ‘Lately’ e agora um livro.” Helgeson continuou: “Este é um momento de luto e reflexão, não de busca impiedosa por dinheiro e atenção. Pedimos às partes responsáveis que removam o conteúdo mencionado acima e que nenhum outro conteúdo seja liberado sem a aprovação de sua família, amigos e associados.” O livro, intitulado “Aaron Carter: An Incomplete Story of an Incomplete Life”, foi co-escrito por Carter e pelo autor Andy Symonds. Um trecho do livro obtido pelo New York Post alega que o falecido cantor pop afirma ter tirado a virgindade de Duff em “talvez seu aniversário de 13 anos”. O casal namorou de 2000 a 2003. A descrição do livro na Amazon diz que: “Aaron estava trabalhando em um livro sobre sua vida antes de sua morte. Ele nunca teve a chance de terminá-lo. Isso é o que foi concluído”. O texto também afirma que Symonds passou três anos entrevistando Carter para o livro de memórias, que cobrirá tudo, desde seu relacionamento tumultuado com o irmão mais velho Nick Carter (membro dos Backstreet Boys) e o resto de sua família, seu uso de drogas e seus problemas de saúde mental. O livro está programado para ser lançado já na próxima terça (15/11). Aaron Carter foi encontrado morto em sua casa em Lancaster, subúrbio de Los Angeles, no dia 5 de novembro. Ele tinha 34 anos. Pouco depois de sua morte, Hilary Duff escreveu uma homenagem emocionante ao ex-namorado no seu Instagram. “Para Aaron – lamento profundamente que a vida tenha sido tão difícil para você e que você tenha tido que lutar na frente do mundo inteiro”, escreveu a atriz de “Lizzy McGuire”. “Você tinha um charme que era absolutamente efervescente… Cara, meu eu adolescente te amava profundamente. Enviando amor para sua família neste momento. Fique em paz.”
Daniel Craig surpreende ao rebolar em comercial de vodka dirigido por Taika Waititi
O ator Daniel Craig (“007 – Sem Tempo para Morrer”) estrelou um divertido comercial de vodka nos EUA, que foi dirigido por Taika Waititi (“Thor: Amor e Trovão”) e mostra o ator de um jeito surpreendente e nunca visto antes. No início do vídeo, o ator aparece na icônica ponte Pont Neuf, em Paris, numa imagem filmada em preto e branco. Em seguida, entra num carro ignorando a multidão de fãs e fotógrafos ao seu redor. E ao sair do veículo, já surge com outra roupa, acompanhando a transição da imagem para cor e uma mudança de comportamento, com o ator assumindo um gingado diferente, conforme desce a rua e entra no saguão do hotel Cheval Blanc Paris. Craig então começa a dançar, rebolando pelo lobby e pelo telhado do hotel, antes de chegar no seu quarto, onde ele encontra um bar abastecido de vodkas Belvedere. Ao final, é possível ouvir um grito de “corta!” e o diretor Taika Waititi aparece para dizer: “Vamos novamente. Seja você mesmo.” Então, tem início uma montagem com todos os erros da produção – alguns divertidamente propositais. A equipe criativa do comercial ainda inclui o coreógrafo JaQuel Knight (que já trabalhou com Beyoncé) e a cantora Rita Ora (esposa de Waititi), que é responsável pela trilha musical com o rapper Giggs.
Kevin Conroy, melhor dublador de Batman, morre aos 66 anos
O ator Kevin Conroy, conhecido por dublar o herói Batman em diversas animações do personagem, morreu nessa quinta (10/11) após uma curta batalha contra o câncer. Ele tinha 66 anos. Dono de uma voz profunda e grave, Conroy foi amplamente aclamada pelos críticos e fãs de quadrinhos, com muitos considerando sua voz como a melhor representação do Cavaleiro das Trevas na animação. Conroy nasceu em 30 de novembro de 1955, em Westbury, NY. Ele estudou atuação na The Julliard School, ao lado de outro grande nome da DC: Christopher Reeve, primeiro intérprete do Superman no cinema. Ele começou a sua carreira na TV, atuando em séries, novelas e telefilmes como “How to Pick Up Girls!” (1978), “Outro Mundo” (entre 1980 e 1981), “Kennedy” (1983), “Pacto do Terror” (1985) e “Dinastia” (1985-1986). Sua estreia no cinema só aconteceu em 1992, quando estrelou o filme “Chain of Desire”. Nesse mesmo ano, interpretou pela primeira vez o papel que marcaria a sua carreira. Ele dublou o personagem principal em “Batman: A Série Animada”, que revolucionou as séries animadas entre 1992 e 1995, apresentando um Batman mais sombrio que nos filmes da época. A série foi responsável por lançar a personagem Arlequina e também trazia o ator Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”) no papel do Coringa. “Kevin era a perfeição”, disse Hamill em um comunicado, ao saber da morte do colega. “Ele era uma das minhas pessoas favoritas no planeta, e eu o amava como um irmão. Ele realmente se importava com as pessoas ao seu redor – sua decência brilhava em tudo o que fazia. Toda vez que eu o via ou falava com ele, meu espírito se elevava.” Mesmo após o fim da série, Conroy continuou dando voz ao Batman em vários outros projetos da DC, incluindo as franquias de games “Batman: Arkham” e “Injustice”. Seu Batman também apareceu em várias outras séries animadas do Universo DC, como “As Novas Aventuras do Batman” (1997-1999), “Superman: A Série Animada” (1996-2000), “Batman do Futuro” (1999-2001), “Super Choque” (2000–2004), “Liga da Justiça” (2001-2004), “Liga da Justiça Sem Limites” (2004-2006), além de inúmeros longas para o mercado de vídeo, destacando “Batman: A Máscara do Fantasma” (1993), “Batman e Mr. Freeze: Abaixo de Zero” (1998), “Batman: O Mistério da Mulher Morcego” (2003), “Batman: O Cavaleiro de Gotham” (2008), “Superman & Batman: Inimigos Públicos” (2009), “Superman & Batman: Apocalipse” (2010), “Liga da Justiça: A Legião do Mal” (2012), “Batman: A Piada Mortal” (2016), “Batman e Arlequina” (2017) e “Liga da Justiça: Os Cinco Fatais” (2019), entre muitos outros. Conroy era tão ligado ao herói que ele o dublou até em animações do “Scooby-Doo”. Falando sobre seu trabalho como Batman numa entrevista de 2014, o ator disse que “ele é um personagem tão icônico. Ele é uma parte tão importante da paisagem cultural americana. É uma coisa incrível fazer parte e ter contribuído.” Ele também teve a oportunidade e interpretar a versão live-action do personagem em um episódio da série “Batwoman”, exibido em 2019 (durante o crossover “Crise nas Infinitas Terras”), quando surgiu como o Bruce Wayne envelhecido de um universo alternativo, numa referência à série animada “Batman do Futuro”, que ele dublou com grande sucesso. Além de dar a voz ao Homem-Morcego, ele também escreveu a história em quadrinhos “Finding Batman”, na qual narrou a sua experiência interpretando o personagem enquanto também aceitava sua própria sexualidade. Conroy foi o único ator abertamente gay a interpretar Batman. Seu crédito mais recente foi no game “MultiVersus”, lançado no início do ano. Mas ele chegou a gravar participação como Thomas Wayne, o pai do herói, na nova série animada “Batman: Caped Crusader”, ainda inédita. Ao saberem da morte do ator, várias celebridades manifestaram sua admiração por seu trabalho e personalidade. Veja abaixo algumas dessas homenagens, que vão de Tara Strong, a dubladora da Arlequina, até ao atual chefão do DC Studios, James Gunn. I don’t have the words. Not today. My heart is broken. There will never be another. He IS #Batman. #RIPLEGEND pic.twitter.com/hJcUVEVeWm — tara strong (@tarastrong) November 11, 2022 So sad to hear about Kevin Conroy. He was THE voice of Batman for generations, including our INJUSTICE games. So iconic. What a loss. RIP 🙁 pic.twitter.com/JpgRwIGDAh — Ed Boon (@noobde) November 11, 2022 🙏 https://t.co/okhBr2v8Gr — James Gunn (@JamesGunn) November 11, 2022 His was the best. He will always be the best.He was my Batman.He was my friend. He’ll never fully know how much he inspired me but I’m sure glad I told him every chance I got. Thank you, Kevin. To sleep, to sleep, perchance to dream… — Troy Baker (@TroyBakerVA) November 11, 2022 Devastating. Kevin was a remarkable man inside and out. I will truly miss those big hugs and that magical voice. You will always be my batman. Rest in Peace my friend. Flash #kevinconroy #Batman #justiceleague pic.twitter.com/rReMdBaPh3 — Michael Rosenbaum (@michaelrosenbum) November 11, 2022 🦇 Wow. Very sad to see this. What an absolute legend. Rest in peace. #KevinConroy #Batman https://t.co/kfpyyqQEnO — Jack Quaid (@JackQuaid92) November 11, 2022
Diretor de “Crash”, vencedor do Oscar, é condenado por estupro
O cineasta Paul Haggis (“Crash – No Limite”) foi condenado nessa quinta (10/11) a pagar pelo menos US$ 7,5 milhões a uma mulher que o acusou de estupro. O júri também decidiu que Haggis precisará pagar por danos punitivos adicionais, mas o valor será decidido em nova audiência pelo juiz do caso. A vítima de Haggis foi Haleigh Breest, uma profissional de relações públicas que o conheceu enquanto trabalhava em estreias de filmes no início de 2010. Depois de uma festa após a exibição de um filme, em janeiro de 2013, Haggis lhe ofereceu uma carona para casa e a convidou para seu apartamento em Nova York para tomar uma bebida. Uma vez dentro do apartamento, Haggis a submeteu a avanços indesejados e, por fim, a obrigou a fazer sexo oral e a estuprou, apesar das súplicas dela pedindo para ele parar. Em sua defesa, Haggis disse que Breest era paqueradora e, embora às vezes seus desejos parecessem “conflitantes”, ela iniciou os beijos e o sexo oral de maneira consensual. Ele disse que não conseguia se lembrar se eles tiveram relações sexuais. Os jurados ficaram do lado de Breest, que disse que sofreu consequências psicológicas e profissionais após seu encontro com Haggis. Ela abriu o processo contra ele no ano de 2017. “Achei que ia pegar carona para casa. Eu concordei em tomar uma bebida. O que aconteceu nunca deveria ter acontecido. E não tinha nada a ver comigo, e tudo a ver com ele e suas ações”, disse ela aos jurados. O veredicto saiu semanas depois que outro júri civil decidiu que Kevin Spacey não abusou sexualmente do ator e então adolescente Anthony Rapp em 1986. Enquanto isso, o ator Danny Masterson e o ex-produtor Harvey Weinstein estão sendo julgados, separadamente, por acusações criminais de estupro em Los Angeles. Ambos negam as acusações, e Weinstein está apelando de uma condenação em Nova York. Todos os quatro casos foram gerados pelo movimento #MeToo, que revelou os comportamentos abusivos de diversas pessoas envolvidas na indústria do entretenimento. Breest, em particular, disse que decidiu processar Haggis porque as manifestações públicas que ele fez contra Weinstein a enfureceram: “Esse homem me estuprou e estava se apresentando como um defensor das mulheres para o mundo”, lembrou ela. Outras quatro mulheres também testemunharam que sofreram avanços forçados e indesejados – e, em um caso, estupro – de Haggis em diferentes ocasiões, desde 1996. Nenhuma das quatro entrou com uma ação legal. “Seu comportamento me mostrou que ele era alguém que nunca iria parar”, testemunhou uma mulher, dizendo que Haggis tentou beijá-la diversas vezes contra sua vontade e até a seguiu para dentro de um táxi e ao seu apartamento em Toronto em 2015. Os advogados do diretor tentaram atacar a credibilidade das acusadoras. Haggis negou todas as acusações e disse aos jurados que as acusações o deixaram abalado. “Estou com medo porque não sei por que essas mulheres, ou por que alguém mentiria sobre coisas assim”, disse ele. E sua defesa apresentou aos jurados várias outras mulheres – incluindo sua ex-esposa, a atriz Deborah Rennard – que disseram que Haggis as respeitavam quando elas rejeitavam suas propostas românticas ou sexuais. Durante as três semanas de depoimentos, o julgamento examinou mensagens de texto que Breest enviou a amigos sobre o que aconteceu com Haggis, além de e-mails entre eles antes e depois da noite em questão, e apontou algumas diferenças entre os testemunhos diante do júri e o que registraram os primeiros documentos do tribunal. Um dos pontos apresentado era se Haggis seria fisicamente capaz de realizar o suposto ataque, oito semanas após uma cirurgia na coluna. Especialistas em psicologia ofereceram perspectivas conflitantes sobre o que se chamou de equívocos generalizados sobre o comportamento das vítimas de estupro, como suposições de que as vítimas não teriam contato posterior com seus agressores. E os jurados ouviram extensos testemunhos sobre a Igreja da Cientologia, a religião fundada pelo autor de ficção científica e fantasia L. Ron Hubbard na década de 1950. Haggis foi um adepto da religião por décadas antes de renunciar publicamente e denunciar a Cientologia em 2009. Por meio do testemunho de Haggis e outros ex-membros da Cientologia, sua defesa argumentou que a igreja pretendia desacreditá-lo e poderia ter algo a ver com o processo. Nenhuma testemunha disse que sabia que as acusadoras de Haggis ou os advogados de Breest tinham quaisquer ligações com a Cientologia, e a própria defesa de Haggis reconheceu que Breest não estava envolvida com a religião. Ainda assim, a advogada de Haggis, Priya Chaudhry, procurou persuadir os jurados de que há “pegadas, embora talvez não as impressões digitais, do envolvimento da Cientologia aqui”. A igreja disse em um comunicado que não tem qualquer envolvimento com esse assunto, e argumentou que Haggis está tentando envergonhar seus acusadores com uma alegação “absurda e patentemente falsa”. Os advogados de Breest chamaram essa defesa de “uma teoria da conspiração vergonhosa e sem respaldo”. Além de ter vencido o Oscar de Melhor Filme por “Crash – No Limite” (2004), Haggis também foi responsável pelos roteiros de “Menina de Ouro” (2004), pelo qual foi indicado ao Oscar, “A Conquista da Honra” (2006) e “007: Cassino Royale” (2006), entre muitos outros. Ele também dirigiu os filmes “No Vale das Sombras” (2007), “72 Horas” (2010) e “Terceira Pessoa” (2013), além da minissérie “Show Me a Hero” (2015).
Chris Rock fará primeiro programa ao vivo da Netflix
A Netflix anunciou nesta quinta-feira (10/11) que Chris Rock será o primeiro artista a se apresentar ao vivo na plataforma de streaming. Ele fará um especial de stand-up que será transmitido pelo serviço no começo de 2023. “Chris Rock é uma das vozes cômicas mais icônicas e importantes de nossa geração”, disse Robbie Praw, vice-presidente de formatos de comédia e stand-up da Netflix, em um comunicado. “Estamos entusiasmados por o mundo inteiro poder assistir a um evento de comédia ao vivo de Chris Rock e isso fazer parte da história da Netflix. Este será um momento inesquecível e estamos muito honrados por Chris estar carregando essa tocha”. O projeto será o segundo especial de stand-up de Rock na Netflix. Seu primeiro, “Chris Rock: Tamborine”, estreou em fevereiro de 2018. A transmissão ao vivo será realizada após a Netflix experimentar a produção de um festival de humor, “Netflix is a Joke: The Festival”, que aconteceu no terceiro trimestre do ano e contou com mais de 330 comediantes em 295 shows em Los Angeles, incluindo o primeiro evento de stand-up no Dodger Stadium. O evento vendeu mais de 260 mil ingressos. O serviço de streaming também anunciou que planeja realizar outras transmissão ao vivo em breve. Comediante veterano que já teve uma série baseada em sua vida (“Todo Mundo Odeia o Chris”), Rock dominou as manchetes do humor norte-americano deste ano após contar uma piada sobre a careca da atriz Jada Pinket Smith no Oscar passado e ver o marido dela, Will Smith, subir no palco para lhe dar um tapa na cara durante a transmissão ao vivo.











