Família só descobriu que Whitney Houston sofreu abuso na infância por causa de filme
A produção do filme “Whitney”, documentário sobre a vida e carreira de Whitney Houston, revelou segredos da cantora para sua própria família. Segundo Patricia Houston, cunhada de Whitney, ela foi a primeira a saber sobre o abuso sexual que a artista sofreu na infância, porque trabalhou de perto com o diretor Kevin Macdonald no projeto. O filme traz acusações contra Dee Dee Warwick, uma amiga da família – o abuso supostamente aconteceu quando Houston ainda era criança. “Eu tive que pegar essa informação, processar, e então contar para Cissy”, disse Patricia, em entrevista à revista Billboard, referindo-se à mãe da falecida cantora. “Foi difícil para ela. Foi difícil fazer às pazes com o fato de que Whitney nunca a contou nada, principalmente”. “Eu não acho que é possível explicar a vida de alguém através de só um evento na sua infância, mas é óbvio para mim que esse abuso que ela sofreu, e o segredo que ela guardava, foram uma contribuição para suas lutas contra o vício em drogas e seus outros problemas”, completa Patricia. A cunhada aponta para um trecho no filme, em que Whitney é vista falando consigo mesma, como particularmente revelador. “Ela está desesperada, dizendo: ‘Nippy, aqui é a Whitney’. Nippy era o apelido dela para todos os seus entes queridos, e era como se fosse o seu eu mais autêntico, enquanto Whitney era o seu personagem nos palcos. Ela estava realmente confusa e perdida”, diz. Considerada uma das maiores vocalistas de todos os tempos, Whitney Houston morreu em 2012, aos 48 anos. O documentário estreia nesta sexta (6/7) nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Quentin Tarantino teria chorado ao assistir o remake de Suspiria
O diretor italiano Luca Guadagnino (“Me Chame pelo Seu Nome”) revelou ter mostrado uma cópia do remake de “Suspiria”, que ele dirigiu, para Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”). E o resultado emocionou o colega ilustre. Em entrevista ao jornal La Repubblica, Guadagnino contou: “Nós somos amigos desde quando fomos jurados no Festival de Filmes de Veneza. Eu estava nervoso, mas ansioso para ouvir seus conselhos. Nós vimos em sua casa e a reação dele me deixou muito feliz. Ele adorou o filme, e no fim estava chorando e me abraçou. Isso porque é um terror, mas um drama também. Porque este é um filme de terror mas também é um melodrama, meu objetivo era fazer com que você visse o terror sem ser capaz de desviar o olhar porque você se identifica com os personagens. A Amazon ficou muito feliz”. Segundo Guadagnino, seu “Suspiria” não é exatamente um remake, por não ser fiel ao clássico de Dario Argento, mas uma evocação do que sentiu quando assistiu ao terror de 1977 pela primeira vez. Em entrevista anterior ao site IndieWire, o cineasta revelou que se trata de uma homenagem a um dos filmes que mais o impactou na adolescência. No filme original, Jessica Harper interpretava uma estudante que entra numa academia de balé afastada na Alemanha, apenas para descobrir que o lugar era um covil de bruxas. Cultuadíssimo, “Suspiria” foi o primeiro filme da “trilogia das bruxas” de Argento, que também inclui “A Mansão do Inferno” (1980) e “O Retorno da Maldição: A Mãe das Lágrimas” (2007). O elenco do remake inclui Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), Tilda Swinton (“Doutor Estranho”), Chloë Grace Moretz (“A 5ª Onda”), Mia Goth (“Ninfomaníaca”) e a própria Jessica Harper. A sinopse oficial diz: “Quando uma escuridão cresce no centro de uma renomada companhia de dança, sua diretora artística (Swinton), uma jovem americana recém-chegada (Johnson) e um psicoterapeuta enlutado envolvem-se num pesadelo sangrento e suspirante”. O roteiro é de David Kajganich, criador da série “The Terror”, que trabalhou com Guadagnino em “Um Mergulho no Passado” (2015). E a trilha foi composta pelo vocalista do Radiohead, Thom Yorke, que também pretende homenagear o trabalho original, criado pela banda de rock progressivo Goblin. A estreia está marcada para 2 de novembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Sony se engana e posta filme completo no YouTube como se fosse um trailer
Um engano da Sony disponibilizou o filme “O Assassino” (Khali the Killer) na íntegra do YouTube. Identificado como trailer, o vídeo entrou na manhã de terça-feira (3/7) no canal de divulgação do estúdio. No entanto, quem clicou no vídeo se surpreendeu ao ver que na verdade se tratava do filme inteiro, de quase 90 minutos. De acordo com a revista Entertainment Weekly, o vídeo ficou disponível durante oito horas, antes da Sony tirá-lo dar. “O Assassino” é uma produção de ação de baixo orçamento, estrelada por Richard Cabral (da série “American Crime”), que foi lançada diretamente em DVD na Europa e já pode ser assistido em streaming pago, com legendas em português, no YouTube brasileiro. A estreia americana vai acontecer em agosto. Veja o trailer abaixo.
Sacha Baron Cohen posta vídeo de projeto misterioso, em que Trump o manda aprender a ser engraçado
O comediante Sacha Baron Cohen usou o feriado do Dia de Independência norte-americana para postar um vídeo curioso, em que Donald Trump o ataca verbalmente, como forma de divulgar um novo projeto misterioso. Apresentado como um pronunciamento oficial, “Uma mensagem do seu presidente Donald Trump no Dia da Independência”, o vídeo traz Trump dizendo que Cohen “precisa ir para a escola, aprender a ser engraçado”. Ao final, vem a informação de que o comediante fará exatamente isso: “Ele está de volta como você nunca o viu. Sacha se forma em breve”. E a mensagem é acompanhada pelo logotipo da Trump University, fundada pelo presidente, que se viu envolvida em diversos processos de fraude antes da última eleição presidencial. Detalhes sobre o projeto não foram divulgados por Cohen, que ficou mundialmente conhecido com o personagem Borat do filme homônimo de 2006. Atualmente, ele grava a série “The Spy” para a Netflix e se prepara para viver o mágico Mandrake num filme de Etan Cohen (“O Durão”). A message from your President @realDonaldTrump on Independence Day pic.twitter.com/O2PwZqO0cs — Sacha Baron Cohen (@SachaBaronCohen) 4 de julho de 2018
Famosos pedem boicote a Cocielo e fazem campanha contra piadas racistas
O tuíte racista de Júlio Cocielo, que tem mais de 16 milhões de seguidores no seu canal no YouTube, uniu diversas celebridades para cobrar conscientização dos ditos “influenciadores digitais”, e exigir boicote contra comediantes racistas. No sábado (30/7), durante o jogo entre as seleções da França e da Argentina, pela Copa do Mundo, Cocielo escreveu no Twitter sobre o principal jogador francês: “Mbappé conseguiria fazer uns arrastão top na praia hein”. O post contra o rapaz negro, que está doando todo o dinheiro recebido na Copa para causas sociais, acabou inspirando internautas a conferir o passado do comediante, e resgataram tuítes de “piadas” que falavam até em exterminar negros. Cocielo pediu desculpas. Mas isso não aliviou sua situação. Ele
Mais um YouTuber perde patrocínio por tuítes racistas e machistas
Depois de Júlio Cocielo perder patrocínios por conta de um tuíte racista, outro YouTuber seguiu o mesmo caminho. Cauê Moura, que tem 5 milhões de assinantes em seu canal no YouTube, também chamou a atenção de forma negativa e sentiu no bolso. A Warren Brasil, empresa financeira e plataforma de investimentos, anunciou nesta quarta-feira (4/7) em seu perfil no Facebook que encerrou o contrato com o canal do YouTube “Ilha de Barbados”, do qual Cauê Moura faz parte. Além dele, o canal junta PC Siqueira e Rafinha Bastos. A decisão da companhia de Porto Alegre, na verdade, aconteceu em maio, mas foi anunciada hoje após internautas resgatarem tuítes antigos de Cauê Moura e cobrarem posicionamento da empresa. “Nós repudiamos todo e qualquer discurso de ódio, de segregação, machista e homofóbico”, diz o post da Warren Brasil, que não quer ter sua marca associada ao YouTuber. Conhecido por posts no Twitter repletos de palavrões, ele tem um passado de arrepiar em sua timeline, que pode ser vislumbrado na arte abaixo, repleta de tuítes machistas e racistas, que impressionam ainda mais por terem sido postados como se fossem piadas. Após perder o patrocinador, Moura se desculpou, apagou todas as “piadas completamente absurdas, nojentas, deploráveis” e disse que isso nunca mais iria se repetir. “Ilha de Barbados” deve continuar no ar com o trio de apresentadores. Por coincidência, Cauê Moura e Júlio Cocielo estrearam no cinema no mesmo longa: “Internet – O Filme”, em 2017.
Idris Elba volta a viver Luther no primeiro teaser da 5ª temporada
A rede britânica BBC divulgou o primeiro teaser da 5ª temporada de “Luther”, que mostra a volta de Idris Elba, bufando, ao papel-título. A série vai retornar após um hiato de três anos, em que Elba se dedicou ao cinema. A nova temporada, por sinal, tem a função de encerrar os “assuntos em aberto” do detetive John Luther. Para isso, contará com quatro novos episódios escritos pelo criador da atração, Neil Cross. “Luther” foi lançada em 2010 e, desde então, conquistou sete indicações ao Emmy e rendeu um Globo de Ouro em 2012 para Idris Elba, como Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme – a produção é considerada série limitada pela baixa quantidade de episódios produzida por temporada. Ainda não há previsão para a estreia dos próximos capítulos.
Série House of Cards comemora Dia da Independência dos Estados Unidos
A Netflix aproveitou o Dia da Independência dos Estados Unidos, que é comemorado nesta quarta (4/7), para retomar a divulgação da 6ª e última temporada da série “House of Cards”. Um vídeo postado no Twitter da plataforma promete “Uma mensagem da presidente dos Estados Unidos”. E nele é possível ver Claire Underwood (Robin Wright), atual incumbente da Casa Branca no universo da série, sentada na famosa cadeira de pedra do Lincoln Memorial, já usada anteriormente pela série em materiais promocionais. “Feliz Dia da Independência… Para mim”, diz a personagem, referindo-se a sua ascesnão ao poder após anos na sombra do marido Frank Underwood (Kevin Spacey). Os novos episódios vão encerrar a atração, que terá uma temporada final reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores, graças à suspensão das gravações, causada pelas denúncias de assédio contra Spacey. Kevin Spacey caiu em desgraça após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando Spacey dirigiu o estabelecimento, definido como ambiente tóxico, graças aos assédios do ator. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a revelarem assédio e abuso sexual de Spacey nos bastidores da série premiada da Netflix. Antes das denúncias, dois episódios da 6ª temporada já haviam sido rodados. Os roteiristas precisaram reescrever a trama para acomodar as modificações, que incluem o sumiço do personagem vivido por Spacey, o Presidente Francis Underwood. Ele não reaparecerá na série para gravar sua saída de cena. A Netflix comunicou ter cancelado todos os acordos com o Kevin Spacey, incluindo o lançamento do longa-metragem “Gore”, que já tinha sido filmado e era estrelado por ele. Por conta disso, “House of Cards” também foi cancelada, mas terá uma última temporada para encerrar sua história. Ainda não há data para o retorno da série. A message from the President of the United States. pic.twitter.com/yx0P3qyHfW — House of Cards (@HouseofCards) 4 de julho de 2018
Três pessoas são presas por sequestro de atriz da franquia Halloween
Três pessoas foram presas pelo sequestro da atriz Daisy McCrackin (“Halloween – Ressurreição) e do ator Joseph Capone (“Fighting for Freedom”) em maio de 2017. Promotores apontaram que a dupla foi ameaçada com um revólver a entrar em um veículo, onde os suspeitos Keith Stewart e Johntae Jones colocaram máscaras nas vítimas e as levaram para o bairro de Compton, na Califórnia (EUA). Joseph Capone teve as roupas arrancadas e foi obrigado a entrar em uma banheira, onde permaneceu por 30 horas sem comida. Ele ainda foi agredido quando tentou proteger a companheira. No dia seguinte, Amber Neal se juntou aos criminosos e levou Daisy McCrackin para um banco, onde teve que preencher um cheque de US$ 10 mil. Os suspeitos ainda levaram o carro da atriz. A investigação da polícia levou a prisão do trio. A última a ser detida foi Amber, na segunda-feira (2/7). Caso sejam condenados, o trio pode pegar até prisão perpétua.
Diretor de Aftershock será investigado pela justiça chilena por abuso sexual
A Promotoria chilena confirmou nesta terça (3/7) que abriu uma investigação de abuso sexual contra o diretor de cinema Nicolás López, após as denúncias de oito mulheres divulgadas em uma revista local. Manuel Guerra, promotor da região Metropolitana, disse ao jornal La Tercera que “pelo que aparece na revista, existem dois casos que podem virar crime de abuso sexual, mas isso será determinado pela diligências que forem realizadas”. Guerra explicou que a Promotoria irá assessorar as vítimas, cujo depoimento “será muito relevante no momento de determinar a configuração ou não do que for indagado”. Em declarações à publicação, a atriz e cantora chilena Daniela Ginestar disse que, após um jantar, López mostrou-lhe um vídeo dele fazendo sexo com uma atriz famosa, deixando implícito de que ela deveria fazer o mesmo para conseguir trabalho. Depois, López masturbou-se na frente dela. Outro caso foi relatado pela modelo Bernardita Cruz, que afirmou ter sido apalpada por López em 2012 após o cineasta ter feito comentários sobre os seus seios. A atriz María Vidaurre denunciou o fato mais grave, ao afirmar que em 2015 foi chamada por López para um teste na casa do diretor e que ele a jogou na cama e tentou estuprá-la. López fez sucesso no cinema chileno e chegou a Hollywood por meio do cineasta Eli Roth. Roth dirigiu “O Albergue” (2005) e estrelou “Bastardos Inglórios” (2009). Ele também aceitou estrelar “Aftershock”, trabalho mais famoso de López, que teve até participação de Selena Gomez. A boa repercussão desse filme fez Roth retribuir ao chileno com um convite para escrever “Bata Antes de Entrar”, um remake do cult “Death Game” (1977), que ele dirigiu. Depois disso, o chileno também fechou um acordo de produção com a Netflix, que o serviço de streaming anunciou que será revisto. Diante da repercussão, López pediu desculpas em um vídeo e negou ser um abusador, o que irritou ainda mais a denunciantes e os movimentos dos direitos da mulher. Nos últimos meses, o Chile tem sido cenário de uma versão nacional do #MeToo, que tomou força com maciços protestos contra a violência e as desigualdades. Como resultado desse movimento, em abril a Justiça chilena abriu uma investigação por abuso sexual contra o diretor Herval Abreu, conhecido como o “czar” das novelas chilenas.
Clássico do terror Brinquedo Assassino vai ganhar remake
A MGM encomendou um remake do clássico de terror “Brinquedo Assassino” (1988). Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto tem prioridade e já será filmado em setembro em Vancouver, no Canadá. Roteiro e direção ficaram a cargo de dois profissionais que ainda não tiveram nenhum longa-metragem lançado nos cinemas: o roteirista Tyler Burton Smith, que escreve video games, e o diretor norueguês Lars Klevberg, cujo primeiro longa – uma versão ampliada do curta “Polaroid” – ainda não tem previsão de estreia. A produção será tocada por David Katzenberg e Seth Grahame-Smith, que produziram “It: A Coisa”. Dirigido pelo mestre do terror Tom Holland, “Brinquedo Assassino” conta a história de um boneco chamado Chucky que é possuído e passa a aterrorizar uma mãe e seu filho pequeno. O filme virou um clássico dos anos 1980 e deu origem a continuações intermináveis, que deram até mulher e filho ao psicopata de plástico. O remake ainda tem data para estrear nos cinemas, mas paralelamente o estúdio também desenvolve uma série com o roteirista Don Mancini (de “Brinquedo Assassino” e todos os filmes seguintes), que seria continuação da franquia original.
Intérprete de Jar Jar Binks sugere ter pensado em suicídio após bullying dos fãs de Star Wars
O ator Ahmed Best, que ficou mais conhecido por viver Jar Jar Binks em “Star Wars: A Ameaça Fantasma”, postou uma mensagem nas redes sociais em que sugeriu ter até pensado em suicídio após o bullying que sofreu por sua participação na saga. “Ano que vem vai fazer 20 anos que eu enfrentei críticas que ainda afetam minha carreira hoje. Este foi o lugar em que quase encerrei minha vida. Ainda é difícil falar nisso. Eu sobrevivi e agora este garoto é o meu presente”, escreveu o ator nas redes sociais em foto ao lado do filho. Mesmo sem citar “Star Wars”, o filme lançado em 1999 vai completar duas décadas exatamente ano que vem. O personagem Jar Jar Binks foi destacado pelo marketing da divulgação do retorno da franquia no final dos anos 1990, mas, após o lançamento do filme, passou a ser odiado e até ridicularizado por muitos fãs de “Star Wars”. Nos últimos anos, o ódio dos fãs de “Star Wars” aumentou ainda mais, a ponto de fazer duas atrizes da saga atual, Daisy Ridley e Kelly Marie Tran, a saírem das redes sociais. 20 years next year I faced a media backlash that still affects my career today. This was the place I almost ended my life. It’s still hard to talk about. I survived and now this little guy is my gift for survival. Would this be a good story for my solo show? Lemme know. pic.twitter.com/NvVnImoJ7N — Ahmed BEst (@ahmedbest) July 3, 2018
Vídeo de Homem-Formiga e a Vespa destaca os poderes dos dois super-heróis
A Marvel divulgou um novo vídeo de bastidores de “Homem-Formiga e a Vespa”, que foca nos poderes dos heróis, com comentários de Paul Rudd e Evangeline Lilly, intérpretes dos personagens do título, e do diretor Peyton Reed (de “Homem-Formiga”). Além de Homem-Formiga e a Vespa, o filme inclui o cientista Hank Pym (interpretado por Michael Douglas), a gangue formada por Luis (Michael Peña), Dave (T.I.) e Kurt (David Dastmalchian), Maggie (Judy Greer) e Cassie Lang (Abby Ryder Fortson), respectivamente ex-esposa e filha do Homem-Formiga, e Paxton (Bobby Cannavale), o atual noivo de Maggie. Entre as novidades, os destaques incluem a vilão Fantasma (Hannah John-Kamen, da série “Killjoys”), o agente da SHIELD Jimmy Woo (Randall Park, da série “Fresh Off the Boat”), o empresário maléfico Sonny Burck (Walton Goggins, de “Tomb Raider”), o Dr. Bill Foster (Laurence Fishburne, da série “Hannibal”), também conhecido como Golias Negro, e Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original. O longa estreia nesta quinta (5/7) após receber muitos elogios nas redes sociais em sua exibição para a imprensa norte-americana.












