Rebecca Ferguson vai estrelar novo Homens de Preto e a continuação de O Iluminado
Estrelar a franquia “Missão Impossível” tem sido ótimo negócio para a atriz sueca Rebecca Ferguson. “Nação Secreta” fez deslanchar sua carreira internacional e após o sucesso de “Operação Fallout” ela fechou contrato para estrelar dois longas de grande orçamento: as sequências de “Homens de Preto” e “O Iluminado”. Em “Doutor Sono”, a continuação do clássico de terror de 1980, inspirado no livro de Stephen King, ela interpretará a vilã Rose, a Cartola (no original, Rose the Hat), líder de um culto que captura crianças que possuem dons sobrenaturais. Sua personagem irá enfrentar a versão adulta de Danny Torrance, o garotinho de “O Iluminado”, que será vivida por Ewan McGregor (“Trainspotting”). Com direção de Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”), o filme tem estreia marcada para janeiro de 2020. Já sua personagem no novo “Homens de Preto” não foi identificada. Neste filme, ela atuará ao lado de Chris Hemsworth e Tessa Thompson (vistos juntos em “Thor: Ragnarok”), que serão os novos “Homens” de Preto, além de Liam Neeson, Emma Thompson, Rafe Spall e Kumail Nanjiani. A direção é de F. Gary Gray (“Velozes e Furiosos 8”) e a estreia está marcada para maio de 2019. A produção do novo “Homens de Preto”, que ainda não tem título oficial, será a primeira da sua agenda. Antes disso, ela ainda poderá ser vista “The Kid Who Would Be King”, uma versão da fábula do Rei Arthur com adolescentes dos dias atuais, na qual interpreta a vilã Morgana. Atualmente em pós-produção, o filme marca o segundo trabalho do roteirista Joe Cornish (“Homem-Formiga”) como diretor, após o elogiadíssimo “Ataque ao Prédio” (2011), e estreia em março de 2019.
Ben Affleck e Matt Damon vão trabalhar juntos em filme sobre ex-policial que deu golpe milionário no McDonald’s
Amigos de longa data e sócios numa produtora, Ben Affleck e Matt Damon vão voltar a trabalhar juntos, mas pela primeira vez em funções diferentes. Segundo o site Deadline, Affleck vai dirigir Damon em um filme sobre o caso real de um ex-policial que deu um golpe milionário na rede de fast-food McDonald’s nos anos 2000. A premissa, que será transformada em roteiro pela dupla Paul Wernick e Rhett Reese (“Deadpool”), atraiu interesse de vários estúdios. A Universal quase levou o filme, visando transformá-lo numa comédia estrelada por Kevin Hart (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”), enquanto a Warner tentou levar a história para Steve Carell estrelar. Até a Netflix participou da disputa, com planos que incluíam o diretor Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”) e o ator Robert Downing Jr. (“Vingadores: Guerra Infinita”). Mas quem levou foi a Fox, que fechou com Affleck e Damon. A história real foi investigada pelo repórter Jeff Maysh e publicada no site The Daily Beast nesta semana. A reportagem detalha a saga de Jerry Jacobson, um ex-policial que passou a trabalhar como segurança para uma empresa de Los Angeles que produzia as peças para o famoso jogo de “Monopoly” do Mcdonald’s. Na promoção realizada pela rede, os clientes colecionavam peças de uma versão modificada do famoso jogo, em que cada compra no McDonald’s valia uma parte do “Monopoly”. Ao colecionar as peças certas, os jogadores podiam ganhar prêmios em dinheiro de até US$ 1 milhão. Mas as chances de faturar tanto eram de 1 em 250 milhões. Graças a seu acesso à fábrica, Jacobson obtia as partes separadas do jogo e chegou a coletar US$ 24 milhões antes de ser preso.
Evangeline Lilly revela ter sido pressionada a tirar a roupa em Lost e criadores da série pedem desculpas públicas
A atriz Evangeline Lilly, atualmente nos cinemas em “Homem-Formiga e a Vespa”, relembrou a pior experiência da carreira, que viveu no set da série de “Lost”, quando foi pressionada a fazer cenas seminuas, e que isso a deixou “mortificada”. A revelação, feita em entrevista a um podcast, fez os criadores da série, os produtores J.J. Abrams e Damon Lindelof, pedirem desculpas públicas para a atriz. Em entrevista ao podcast “The Lost Boys”, ela relatou: “Na 3ª temporada, eu tive uma má experiência, de basicamente ser pressionada para fazer uma cena em que estaria parcialmente nua, e eu senti que não tinha escolha naquele momento. Eu fiquei mortificada, e estava tremendo e chorando compulsivamente, enquanto ainda tinha uma outra cena para filmar depois.” Intérprete de Kate Austen em “Lost”, Lilly afirmou que tentou evitar que isso voltasse a se repetir. Mas não foi fácil. “Na 4ª temporada, veio outra cena de Kate tirando a roupa e eu lutei duramente para ter a cena sob meu controle, e eu falhei novamente. Então, eu disse: ‘É isso, chega. Você pode escrever o que quiser, eu não vou fazer. Não vou tirar as roupas para esta série novamente’. E não tirei”, relatou Lilly. “Eu queria que ela [Kate] fosse melhor, porque ela era no começo um ícone de força e autonomia para as mulheres. Mas foi bom mostrar que ela falhava, isso também era importante”, completou a atriz. Em comunicado para a imprensa, Abrams e Lindelof lamentaram o ocorrido. “Nossa resposta aos comentários de Evie foi a de imediatamente contatá-la para pedir desculpas pela experiência que ela teve enquanto trabalhava em ‘Lost’. Ainda não falamos com ela, mas lamentamos profunda e sinceramente. Nenhuma pessoa deveria se sentir insegura no trabalho. Ponto final”.
J.J. Abrams anuncia começo de filmagens de Star Wars: Episódio IX com homenagem a Carrie Fisher
As filmagens de “Star Wars: Episódio IX”, ainda sem título oficial, já começaram. O cineasta J.J. Abrams divulgou a primeira foto do set no Twitter, inaugurando sua conta na rede social. Embora desfocada e pouca reveladora, a imagem lhe permitiu prestar sua homenagem à atriz Carrie Fisher, ao criador da franquia George Lucas e ao diretor que o precedeu na saga, Rian Johnson. “É agridoce começar esse próximo capítulo sem Carrie, mas graças ao nosso extraordinário elenco e equipe, estamos prontos. Sou grato a Rian Johnson e quero deixar um agradecimento especial a George Lucas por criar esse incrível mundo e começar a história da qual todos nós somos sortudos por fazer parte,” escreve o diretor. Veja abaixo. A participação de Carrie Fisher foi confirmada na semana passada, junto da divulgação do elenco completo da produção, graças à existência de cenas inéditas, filmadas para a produção de “O Despertar da Força”, que acabaram ficando de fora do filme lançado no final de 2015. A atriz morreu aos 60 anos repentinamente em dezembro de 2016, depois de sofrer um ataque cardíaco durante um voo entre Londres e Los Angeles, justamente quando estava retomando a carreira com a franquia “Star Wars”. Sua participação seria importante na conclusão da nova trilogia, mas a produtora Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, tinha dito que não pretendia forçar sua inclusão na história por meio de animação computadorizada. Quem também voltará, apesar de ter aparentemente morrido em cena de “Os Últimos Jedi”, é Mark Hamill, intérprete de Luke Skywalker. Além disso, a produção também resgatará o personagem Lando Calrissian, que voltará a ser interpretado por Billy Dee Williams, seu intérprete nos anos 1980 – nos filmes “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983). Com roteiro de Abrams e Chris Terrio (“Batman vs Superman”), “Star Wars: Episódio IX” só chegará aos cinemas em dezembro de 2019. Bittersweet starting this next chapter without Carrie, but thanks to an extraordinary cast and crew, we are ready to go. Grateful for @rianjohnson and special thanks to George Lucas for creating this incredible world and beginning a story of which we are lucky to be a part. #IX pic.twitter.com/FOfnGwVut5 — JJ Abrams (@jjabrams) 1 de agosto de 2018
Jeremy Renner se recusou a participar de Missão: Impossível – Efeito Fallout apenas para “morrer”
O sucesso nas bilheterias de “Missão: Impossível – Efeito Fallout” virou um bom negócio para um ator que se recusou a participar do filme. Jeremy Renner, interprete do agente William Brandt nos dois “capítulos” anteriores da franquia, não conseguiu encaixar sua agenda com a produção. Ele estava fazendo “Te Peguei” e “Vingadores 4” no mesmo período das filmagens do sexto “Missão Impossível”. Mas o diretor Christopher McQuarrie teve a ideia de convidá-lo para fazer uma participação curta e rápida na produção, apenas para morrer em cena. Ele não aceitou. O próprio McQuarrie revelou a história, durante a divulgação do filme. “Eu disse, ‘Então, eu tive essa ideia para a cena de abertura em que envolve você se sacrificar para salvar o time, e a missão dá errada não apenas no sentido de perder os plutônios, mas envolve a morte de um membro da equipe’. E Jeremy disse, ‘Obrigado, mas não, obrigado’. Ele foi esperto em não aceitar um pagamento pequeno para três dias de trabalho e depois ir embora”, disse o cineasta. Foi esperto porque, assim, seu personagem poderá ganhar mais destaque no próximo filme – e render um pagamento melhor. Afinal, a Paramount vai querer continuar realizando mais “Missões: Impossíveis” após o desempenho de “Fallout”, que registrou a melhor estreia da franquia nos mercados doméstico, internacional e mundial.
Ator de Scream Queens será um dos pilotos da continuação de Top Gun
O ator Glen Powell, que estrelou a série “Scream Queens” e viveu o astronauta John Glenn em “Estrelas Além do Tempo”, entrou na continuação de “Top Gun”, a ser estrelada por Tom Cruise. Segundo o site The Hollywood Reporter, Powell foi escalado num papel coadjuvante após disputar e perder para Miles Teller (“Whiplash”) a oportunidade de interpretar o filho de Goose (Anthony Edwards), piloto que morreu no filme original de 1986. Aparentemente, os produtores se impressionaram com o teste de Powell, e o roteiro de Eric Warren Singer (“Trapaça”) e Justin Marks (“Mogli: O Menino Lobo”) será modificado para dar mais espaço ao seu personagem, um dos pilotos jovens da trama, do que inicialmente previsto. O elenco do filme terá também Val Kilmer (reprisando o papel de Iceman, do filme original) e Jennifer Connelly (“Uma Mente Brilhante”). A direção está a cargo de Joseph Kosinski, que já dirigiu Tom Cruise em “Oblivion” (2013). Intitulado “Top Gun: Maverick”, o filme tem estreia marcada para 11 de julho de 2019.
Harvey Weinstein diz ter e-mails que comprovam sua inocência em julgamento de assédio sexual
Os advogados de Harvey Weinstein pediram permissão na Justiça para publicar cerca de 40 e-mails que supostamente provariam a inocência do produtor em um dos casos de assédio sexual que pode condená-lo à prisão. Segundo a revista Variety, os e-mails trazem conversas entre Weinstein e uma das três acusadoras que encabeçam o caso. Os advogados querem liberar o conteúdo publicamente, omitindo os trechos que poderiam revelar a identidade da destinatária. “O Sr. Weinstein acredita que esses e-mails o inocentariam, e que a falha dos promotores em apresentar essa evidência para o júri é o bastante para que o processo seja invalidado”, afirmam os advogados em declaração enviada à imprensa. O produtor pediu acesso aos e-mails enviados enquanto trabalhava na The Weinstein Company desde sua expulsão da mesa de diretores, no ano passado, mas só recebeu o conteúdo em maio, durante a tramitação do processo de falência da empresa. Weinstein responde na justiça por apenas três das mais de 80 denúncias de assédio sexual e estupro levantadas contra ele desde que foi denunciado em reportagens do jornal The New York Times e da revista The New Yorker, em outubro. Muitos dos casos já prescreveram, por não terem sido apresentados na época em que aconteceram – nos anos 1980 e 1990. Mas três casos foram considerados processáveis pela promotoria de Nova York. Atrizes famosas como Gwyneth Paltrow, Ashley Judd, Mia Sorvino, Annabella Sciorra, Asia Argento, Rose McGowan, Uma Thurman, Salma Hayek e muitas outras revelaram casos de abusos do produtor. Mas as identidades das acusadoras no processo criminal não foram reveladas. Caso seja condenado, Weinstein, que está em liberdade por pagamento de fiança de US$ 1 milhão, pode pegar de 10 anos até prisão perpétua.
Desenho animado da cantora Anitta ganha primeiras imagens e data de estreia
A cantora Anitta divulgou a primeira imagem de sua série animada, “O Clube da Anittinha”, em seu Instagram. E o canal pago infantil Gloob deu mais detalhes – e imagens – sobre a produção, que já vai estrear em outubro na TV brasileira. Serão inicialmente dez episódios, exibidos no Gloob e no Gloobinho. Mas a produção deve ganhar novos capítulos em 2019. A ideia de lançar um trabalho para o público infantil veio da própria Anitta, que já faz um tremendo sucesso com o “Show das Poderosinhas”, uma versão de suas apresentações voltadas para crianças. “Eu sempre tive um público infantil muito grande, mas nunca havia produzido um trabalho para ele. Eu tento não só entreter e divertir as pessoas, mas passar mensagens importantes. Cada dia mais vejo a importância da educação na vida das pessoas. Procuro, muito sutilmente, passar princípios e valores no meu desenho”, declarou a cantora. A própria Anitta dubla sua personagem animada. E entre os demais personagens estão seus pais e amigos da vida real. Como ela mesmo explicou no Instagram: “Os personagens são amigos, equipe e família da minha vida real (até meus cachorros entraram nessa)… todos transformados em desenho com muita música e humor”. A produção é da equipe do Birdo Studio, que realiza a animação “Oswaldo”, exibida no Cartoon Network, e “Cupcake & Dino: General Services” na Netflix. Essa sou eu e minha turma, na versão desenho animado. Eu sempre tive um público infantil muito grande mas nunca tive nenhum trabalho focado especificamente para eles. Hoje com muita emoção compartilho com vocês a primeira imagem desse projeto que criei com todo o meu coração para divertir e educar as crianças. Os personagens são amigos, equipe e família da minha vida real (até meus cachorros entraram nessa)… todos transformados em desenho com muita música e humor. Obrigada a todos os envolvidos que me ajudaram a fazer esse sonho real. Uma publicação compartilhada por anitta ? (@anitta) em 2 de Ago, 2018 às 6:30 PDT
Castelo real da série Game of Thrones é colocado à venda na Irlanda do Norte
Um castelo real da Irlanda do Norte, usado como cenário da série “Game of Thrones”, foi colocado à venda no mercado imobiliário britânico. Trata-se do Gosford Castle, castelo utilizado para representar a Casa Tully, onde diversos personagens da trama foram mortos. Apenas a área central do castelo está sendo posta à venda, divida em lotes por um valor relativamente modesto: 500 mil libras (cerca de R$ 2,5 milhões), segundo anúncio da Maison Real Estate. Localizado no condado de Armagh, na Irlanda do Norte, o castelo parece medieval, mas foi construído em meados do século 19 por Archibald Acheson, 2º Conde de Gosford. A construção foi inspirada na arquitetura normanda, dos séculos 11 e 12, e assinado pelo arquiteto londrino Thomas Hopper. Os Gosford ocuparam o castelo até o início dos anos 1920. Durante a 2ª Guerra Mundial, a construção foi confiscada, servindo de base para as tropas e os prisioneiros de guerra. O castelo ainda serviu ao Ministério da Agricultura (que estabeleceu no terreno o Parque Florestal de Gosford, listado como a primeira floresta de conservação da Irlanda do Norte, em 1986) e abrigou um hotel. Em 2006, a área foi comprada por um empresário, que restaurou o castelo mantendo suas cores e características originais, como as escadas em espiral e as abóbadas do teto, visando explorar o turismo e locações para produções de época. A área à venda foi convertida em seis apartamentos de luxo, com cerca de 325 m² cada, alguns com jardim na cobertura, que somam um total de 24 quartos.
Maitê Proença processa a Globo por indenização trabalhista de R$ 500 mil
Maitê Proença abriu um processo contra a rede Globo e está pedindo R$ 500 mil de indenização por conta dos direitos trabalhistas não pagos ao longo dos 37 anos em que trabalhou na emissora. A atriz não teve seu contrato renovado no segundo semestre de 2016, e acabou entrando na lista negra da emissora ao declarar, em entrevista ao “Roda Viva”, da TV Cultura, que soube de sua demissão por meio da imprensa. “Foi muito estranho, não tive nenhum aviso. Quando começaram os boatos de que eu já tinha sido dispensada, liguei para a pessoa que tinha me dito que o contrato seria renovado e ela me falou que, de fato, ia ser descontinuado”, ela revelou, em novembro de 2017. Portanto, sem ter o que perder, ela decidiu processar. A primeira audiência foi realizada na manhã desta terça-feira (31/7), na 54ª Vara do Trabalho, no Rio de Janeiro. E a advogada da atriz é sua própria filha, Maria Proença Marinho. O processo corre sob segredo de Justiça.
Mel Gibson e Colin Farrell vão estrelar thriller de ação do diretor de Zumbis na Neve
O diretor norueguês Tommy Wirkola (de “Zumbis na Neve”, “João e Maria: Caçadores de Bruxas” e “Onde Está Segunda?”) prepara sua primeira incursão no cinema de ação de Hollywood com as filmagens de “War Pigs”. E alinhou uma dupla de peso para os papéis principais: Mel Gibson (“Herança de Sangue”) e Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”). Segundo o site Deadline, Gibson interpretará um personagem conhecido como “O Pastor”, enquanto Farrell viverá Drex, parte de um grupo de ex-fuzileiros navais desiludidos com o serviço, que sai em uma última missão por conta própria: exterminar o cartel de drogas que matou um de seus companheiros. O roteiro foi escrito por Nick Ball e John Niven (dupla de “Gata em Fuga”) e ainda não há previsão de estreia para o filme.
Kiersey Clemons entra no elenco da refilmagem de A Dama e o Vagabundo da Disney
A atriz Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”) vai participar do remake de “A Dama e o Vagabundo”, atualmente em pré-produção na Disney. Ela deve viver uma personagem humana: Darling, dona da cadela Dama. A produção vai combinar filmagens “live action”, com atores de carne e osso, e animação realista feita por computador, ao estilo de “Mogli – O Menino Lobo”, em que os animais falantes foram criados por animação digital e dublados por atores conhecidos. Entre os dubladores dos cachorros, já foram confirmados Justin Theroux (da série “The Leftovers”), como a voz do vira-lata Vagabundo, e Ashley Jensen (“Extras”), no papel de uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock. Já a intérprete da cocker spaniel mimada chamada Dama, que se paixona pelo Vagabundo, ainda não foi definida. No clássico da Disney, a Dama acaba na rua depois que seus donos têm um bebê. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. O filme apresenta uma das cenas mais icônicas da Disney: um jantar de espaguete romântico realizado em um beco, que inclui um dos beijos mais famosos da história do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e direção está a cargo de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. Interessante reparar que essa equipe destoa muita das produções das demais refilmagens de desenhos do estúdio, que reúne cineastas renomados e grandes estrelas de cinema. Isso talvez se deva ao fato de o filme não estar sendo desenvolvido para o cinema, mas para a vindoura plataforma de streaming da Disney, prevista para 2019.
Documentarista premiado é assassinado na África ao investigar mercenários ligados ao governo Russo
Três homens encontrados mortos na República Centro-Africana na segunda-feira (30/7) foram identificados pelo Ministério do Exterior da Rússia como o premiado documentarista Aleksandr Rastorguev, o cameraman Kirill Radchenki e o jornalista Orkhan Dzhemal. O motorista do trio deu entrevista para a agência de notícias Reuters, descrevendo como um grupo de homens armados encurralou o grupo perto da cidade de Sibut. Ele escapou ileso, o que sugere uma execução planejada. Achados a 300 quilômetros da capital do país, Bangui, os três homens trabalhavam em um novo filme sobre uma empresa de segurança privada africana que tinha laços excusos com o governo da Rússia. O documentário seria bancado pelo The Centre for Investigation, organização do magnata do petróleo e exilado russo Mikhail Khodorkovsky, um dos maiores críticos de Vladimir Putin. Em seu site oficial, Khodorkovsky confirmou que a equipe de documentaristas foi morta. Ele revela que o filme em que eles trabalhavam teria enfoque especialmente no The Wagner Group, que fontes da Reuters descreveram como “um grupo de mercenários que realizou missões clandestinas para o governo russo na Ucrânia e na Síria”. No entanto, são ainda circunstanciais as evidências que liguem o assassinato dos documentaristas ao conteúdo do filme ou ao governo russo, que prometeu investigar as mortes. Khodorkovsky também disse que vai começar uma investigação particular do incidente. Rastorguev se tornou conhecido pelo documentário “Srok”, de 2014, no qual mergulhava no movimento de oposição a Putin dentro da Rússia. O filme venceu o prêmio de Melhor Documentário pelo Russian Guild of Film Critics, prêmio da crítica local, e foi selecionado para o prestigiado Festival de Karlovy Vary, na República Tcheca.












