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  • Série

    Todas as gerações de Star Trek são homenageadas pelo Emmy 2018

    10 de setembro de 2018 /

    Atores de todas as seis séries da franquia “Star Trek” compareceram à premiação do Creative Arts Emmys, no fim de semana, para receber o prêmio honorário Governors Award, concedido à saga espacial por suas contribuições à história da televisão. O prêmio foi recebido por William Shatner e Walter Koenig, o Capitão Kirk e o Chekov da “Star Trek” original (1966-1969); LeVar Burton, o Tenente LaForge de “Star Trek: A Nova Geração” (1987-1994); Terry Farrell, a Tenente Dax de “Star Trek: Deep Space Nine” (1993-1999); Jeri Ryan, a Sete de Nove de “Star Trek: Voyager” (1995-2001); Linda Park, a Hoshi Sato de “Star Trek: Enterprise” (2001-2005); e Sonequa Martin-Green, a Michael Burnham de “Star Trek: Discovery” (2017-). Shatner discursou em nome dos demais e dos criadores da atração. “Eu aceito essa premiação em nome de todos que fizeram ‘Star Trek’ possível através dos anos”, disse, agradecendo a homenagem a uma franquia que “representa uma ideia maior do que a soma de suas partes”. Falando ao site Deadline nos bastidores da premiação, Koenig refletiu sobre a relevância de “Star Trek” hoje em dia. “Ela ainda ressoa porque falamos de problemas tópicos e sócio-políticos. Nós, como sociedade, ainda lutamos com problemas que tínhamos nos anos 1960”, disse. “‘Star Trek’ tem sido uma luz de esperança para as pessoas por tanto tempo”, completou Alex Kurtzman, roteirista do reboot cinematográfico da franquia em 2009 e criador de “Star Trek: Discovery”. “Em tempos sombrios, precisamos ainda mais disso”. Criada em 1966 por Gene Roddenberry, a “Star Trek” original (ou “Jornada nas Estrelas”, para os fãs brasileiros) começou um fenômeno cultural que já produziu mais de 700 episódios de televisão e conquistou 30 prêmios do Emmy, estendendo-se por meio século de produção. O pioneirismo de “Star Trek” começava na escalação do elenco, que trazia personagens de todas as etnias, gêneros e (mais recentemente) sexualidades em posições de destaque e autoridade – incluindo os inesquecíveis Sr. Sulu, vivido por George Takei, a Tenente Uhura, de Nichelle Nichols e até o alienígena Sr. Spock, de Leonard Nimoy. Mais forte que nunca, a franquia segue sua jornada agora em streaming com “Star Trek: Discovery”, disponibilizada pela Netflix no Brasil. Além disso, terá uma nova série derivada de “A Nova Geração, focada no Capitão Picard, e continua a render filmes. Até Quentin Tarantino planeja um projeto para a saga espacial.

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  • Música

    Mr. Catra (1968 – 2018)

    9 de setembro de 2018 /

    Morreu na tarde deste domingo (9/9), aos 49 anos, o cantor e ator Mr. Catra, após luta contra o câncer de estômago. Ele estava internado no Hospital do Coração (HCor), em São Paulo, e faleceu por falência múltipla de órgãos por volta das 15h. Catra deixou três esposas e nada menos que 32 filhos. Mr. Catra nasceu como Wagner Domingues Costa no Rio de Janeiro em 5 de novembro de 1968. Formado em Direito, ele nunca exerceu a profissão, porque começou a fazer música desde cedo, ainda nos anos 1980, com a banda de rock O Beco. Entretanto, foi só na década seguinte, com o funk proibidão, que ele passou a fazer sucesso. O seu primeiro disco como artista individual foi “O Bonde dos Justos”, de 1994, que emplacou o hit “Vida na Cadeia”. Também chamou atenção, nos anos 2000, ao ser indiciado por apologia ao crime por causa da letra de “Cachorro”, um dos seus maiores sucessos. Depois partiu para a paródia, com músicas como “Adultério”, que zoava o sucesso “Tédio” de Biquíni Cavadão. Ele ainda exaltou a religiosidade e a pornografia, muitas vezes em faixas coladas no mesmo disco. Poliglota, falava francês, inglês, hebraico e alemão. E em 2003 revelou outro talento, ao estrear como ator no filmaço “O Homem do Ano”, de José Henrique Fonseca. Ele apareceu em mais quatro filmes: viveu rapper em “Quase Dois Irmãos” (2004), figurou em “Maré, Nossa História de Amor” (2007), foi o receptador de “O Roubo da Taça” (2016) e virou Deus em “Internet: O Filme” (2017). Uma filmografia curta, mas, com exceção do último, repleta de filmes bons. No final de 2017, revelou que tinha câncer no estômago. “Na hora é impactante. O primeiro baque, se você não estiver preparado psicologicamente, é fogo. Reuni todo mundo [da família] e falei: ‘não se preocupem’. Não pensei em morrer em nenhum momento”, disse, alguns meses depois, em entrevista ao “Programa do Porchat”. O cantor acreditava que tinha ficado doente por causa do que chamava de “maus hábitos da vida”: falta de descanso, noites sem dormir e péssima alimentação. Mas, apesar da gravidade da situação, nunca deixou de confiar na cura.

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  • Filme

    Presidente da rede CBS vai perder o cargo após novas acusações de assédio sexual

    9 de setembro de 2018 /

    O executivo Leslie Moonves, um dos homens mais poderosos de Hollywood, vai deixar o cargo de CEO da rede CBS após novas acusações de assédio virem à tona, informaram vários órgãos da imprensa americana neste domingo (9/9). Ele comanda a empresa desde 2003, quando tornou a CBS a rede de TV mais assistida dos Estados Unidos. Os detalhes da mudança de cúpula de um dos maiores grupos de comunicação do mundo devem ser anunciados na segunda-feira (10). Oficialmente, a CBS ainda não comentou as novas acusações, publicadas pelo jornalista Ronan Farrow na revista The New Yorker deste domingo, ou a situação de Moonves na empresa. Moonves é o executivo mais poderoso tolhido pelo movimento #MeToo, que surgiu no final do ano passado, após a exposição dos casos de abuso praticados pelo produtor Harvey Weinstein ao longo de três décadas. Sim, o CEO da CBS é muito mais influente que o dono do estúdio The Weinstein Company, por comandar um império que inclui, além da CBS, metade da rede The CW (joint venture da CBS com a Warner), a plataforma de streaming CBS All Access, estúdios de TV e cinema e estações de rádio, além de participar do conglomerado Viacom, dono da Paramount Pictures, MTV, Nickelodeon, etc. Em julho, seis mulheres entrevistadas por Farrow (responsável também por uma das reportagens que derrubou Weinstein) afirmam terem sido vítimas de abusos de Moonves. Quatro delas disseram que ele as tocou ou beijou à força enquanto outras duas afirmam ter sido intimidadas fisicamente ou com ameaças de que suas carreiras seriam arruinadas. Os fatos teriam acontecido entre a década de 1980 e os anos 2000. Moonves admitiu ter feito avanços sobre as mulheres “há várias décadas”, mas negou tê-las assediado sexualmente. Neste domingo, outras seis mulheres acusaram Moonves de assédio, abuso e violência, em mais uma reportagem de Farrow para a New Yorker.

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  • Série

    Ator de The Originals entra na série For the People

    9 de setembro de 2018 /

    O ator Charles Michael Davis já tem novo trabalho após o fim da série “The Original”. Ele entrou para o elenco do drama jurídico “For the People”. Essa é a segunda série de Shonda Rhimes que ele participa, já que ele participou brevemente de sete episódios de “Grey’s Anatomy” em 2013. A série também é o segundo drama jurídico da Shondaland, mas se diferencia de “How to Get Away With Murder” por mostrar não uma, mas duas equipes rivais de advogados iniciantes, que trabalham sob supervisão de veteranos na promotoria e na defensoria pública. Em “For the People”, Davis vai interpretar Ted, o novo investigador da Defensoria Pública, que será um personagem fixo da atração. Paralelamente, ele ainda continua na série “Younger”, onde também interpreta um personagem fixo. Como as gravações das duas séries não coincidem, o ator poderá participar de ambas sem conflitos, como já fazia anteriormente, na época em que estava em “The Originals” e “Younger” simultaneamente. A 2ª temporada de “For the People” vai estrear na midseason, no começo de 2019, na rede americana ABC.

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  • Série

    Samira Wiley e Ron Cephas Jones vencem o Emmy 2018 como Atores Convidados de Séries Dramáticas

    9 de setembro de 2018 /

    A Academia da Televisão dos Estados Unidos entregou na noite de sábado (8/9) a primeira leva dos Creative Arts Emmys, numa cerimônia não televisionada que adianta as categorias técnicas da premiação. E a enxurrada de prêmios também apresentou os primeiros troféus de interpretação, aos atores que fizeram participações especiais. Os Melhores Atores Convidados em Drama foram Samira Wiley, por “The Handmaid’s Tale”, e Ron Cephas Jones, por “This Is Us”. Já os prêmios de Melhores Atores Convidados em Comédia ficaram com Tiffany Haddish, por sua participação no humorístico “Saturday Night Live”, e Katt Williams, por “Atlanta”. Por coincidência, os quatro são atores negros. O Creative Arts Emmys são realizados ao longo de duas noites, sábado e domingo, em Los Angeles. E o evento principal, onde serão revelados os vencedores nas categorias de Melhor Série de Drama e Melhor Série de Comédia, está marcado para o dia 17 de setembro.

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  • Série

    Episódio de Black Mirror vence o Emmy de Melhor Telefilme

    9 de setembro de 2018 /

    A Academia da Televisão dos Estados Unidos entregou na noite de sábado (8/9) a primeira leva dos Creative Arts Emmys, numa cerimônia não televisionada que adianta as categorias técnicas da premiação. E em meio aos destaques da noite inaugural dos prêmios, um episódio da série “Black Mirror” voltou a ser considerado Melhor Telefilme pelo segundo ano consecutivo. “USS Callister”, episódio de abertura da 4ª temporada da série da Netflix, venceu “The Tale”, drama estrelado por Laura Dern que muitos consideravam favorito até para o Oscar, antes de ser adquirido pela HBO no Festival de Sundance. Além deste, também superou mais dois lançamentos da HBO, “Fahrenheit 451” e “Paterno”, e “Flint”, da Lifetime. O episódio foi dirigido por Toby Haynes, que já comandou “Doctor Who” e a minissérie de fantasia “Jonathan Strange & Mr Norrell”. O elenco destaca Jesse Plemons (série “Fargo”), Cristin Milioti (série “How I Met Your Mother”), Jimmi Simpson (série “Westworld”), Michaela Coel (série “The Aliens”) e Billy Magnussen (série “Get Shorty”). No ano passado, a categoria também foi vencida por um episódio de “Black Mirror”, o aclamado “San Junipero”. A produção da Netflix também ganhou os Emmys de Melhor Edição de Som em Filme ou Série Limitada e Melhor Edição em Filme ou Série Limitada. O Creative Arts Emmys são realizados ao longo de duas noites, sábado e domingo, em Los Angeles. E o evento principal, onde serão revelados os vencedores nas categorias de Melhor Série de Drama e Melhor Série de Comédia, está marcado para o dia 17 de setembro.

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  • Série

    Rick and Morty vence o Emmy de Melhor Série Animada

    9 de setembro de 2018 /

    A Academia da Televisão dos Estados Unidos entregou na noite de sábado (8/9) a primeira leva dos Creative Arts Emmys, numa cerimônia não televisionada que adianta as categorias técnicas da premiação. E em meio à enxurrada de prêmios, “Rick and Morty” venceu o Emmy de Melhor Série Animada. Criada por Justin Roiland e Dan Harmon (criador também de “Community”), a série do Adult Swim acompanha o cientista louco Rick e seu neto Morty em aventuras pelo tempo, espaço e outras dimensões, e já tem impacto na cultura pop, após inspirar um clipe da dupla de rap Run the Jewels. O episódio premiado pelo Emmy foi “Pickle Rick”, onde Rick se transforma em um picles para não ir em uma terapia de família. Ele superou a concorrência de “Big Hero Six” (série baseada em “Operação: Big Hero”), “Bob’s Burgers”, “Os Simpsons” e “South Park”. O Creative Arts Emmys são realizados ao longo de duas noites, sábado e domingo, em Los Angeles. E o evento principal, onde serão revelados os vencedores nas categorias de Melhor Série de Drama e Melhor Série de Comédia, está marcado para o dia 17 de setembro.

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  • Filme

    James McAvoy indica que começou a refilmar cenas de X-Men: Fênix Negra

    8 de setembro de 2018 /

    O ator James McAvoy postou uma imagem em seu Instagram em que volta a aparecer careca, e brincou se ele estaria de volta ao papel do Professor Charles Xavier ou como Kevin Wendell Crumb, de “Fragmentado”. Ele retomará os dois personagens em breve, mas a produção de “Vidro” (Glass), a continuação de “Fragmentado”, já foi concluída, enquanto “X-Men: Fênix Negra” iniciou seu período de refilmagens nessa semana. As refilmagens já estavam previstas, mas demoraram para começar devido à dificuldade de encaixar datas nas agendas lotadas do elenco. Este também foi um dos motivos do adiamento da estreia do longa, que originalmente chegaria aos cinemas em dois meses. O filme se passa em 1992, dez anos após os eventos de “X-Men: Apocalipse” (2016), e mantém o mesmo elenco, formado por Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Charles Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Sophie Turner (Jean Grey/Fênix), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope) e Kodi Smit-McPhee (Noturno). Mas todos mudaram de status. Agora são considerados heróis nacionais e Charles Xavier é capa da revista Time. Até que uma missão no espaço volta a agitar tudo, quando uma catástrofe transforma Jean. A trama vai narrar pela segunda vez no cinema a origem da Fênix Negra, uma entidade superpoderosa que é capaz de destruir mundos. Ironicamente, a nova versão foi escrita pelo mesmo roteirista que assinou a primeira, em “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia. Desta vez, Simon Kinberg também é responsável pela direção, em sua estreia na função. A estreia está (re)marcada para 14 de fevereiro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos Estados Unidos Visualizar esta foto no Instagram. “Look who’s back…” Kevin or Charles? #kevinorcharles Uma publicação compartilhada por James Mcavoy (@jamesmcavoyrealdeal) em 6 de Set, 2018 às 7:44 PDT

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  • Série

    Série derivada de High School Musical ganha primeiros detalhes

    8 de setembro de 2018 /

    Surgiram os primeiros detalhes da série derivada da franquia “High School Musical”. A Disney deu início ao processo de casting (definição de elenco) do projeto e revelou a premissa, que traz uma abordagem bem diferente dos três filmes estrelados por Zack Effron, ao mesmo tempo em que reaproveita o material original. A série será uma espécie de falso documentário, que mostrará os bastidores de um musical colegial inspirado em “High School Musical”. Por isso, além de mostrar os dramas dos novos protagonistas, cada capítulo também trará uma nova versão das canções conhecidas dos filmes, durante os ensaios para a estreia de peça. Também serão incluídas canções inéditas na trama, que terá ao todo 10 episódios. Ainda sem título oficial, o derivado de “High School Musical” é uma das atrações exclusivas que estão sendo desenvolvidas para o serviço de streaming da Disney, que também incluirá séries inéditas da Marvel, “Star Wars” e Pixar. Ainda não há previsão para o lançamento da plataforma,

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  • Etc,  Série

    Fox corta cena de O Predador com participação de amigo pedófilo do diretor

    7 de setembro de 2018 /

    A Fox decidiu intervier e cortar uma cena de “O Predador”, após descobrir que o diretor Shane Black havia escalado um amigo condenado por pedofilia para aparecer no filme. O ator Steven Wilder Striegel, de 47 anos, aparecia em uma rápida cena na qual dialogava com Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). A atriz descobriu mais tarde que Striegel foi condenado em 2010 por tentar atrair pela internet uma garota de 14 anos para um relacionamento sexual. Quando Munn notificou o estúdio de sua descoberta, a Fox decidiu cortar a cena. “Nós não estávamos cientes do passado de Striegel durante as filmagens ou o processo de escalação. Existem barreiras legais que nos impedem de pesquisar sobre o passado dos atores”, explicaram representantes da Fox em comunicado oficial, após o jornal The Los Angeles Times começar a investigar a história. O diretor Shane Black, no entanto, sabia da condenação do amigo. Os dois se conhecem desde 2004, quando foram apresentados por amigos em comum. “Eu, pessoalmente, decidi ajudar um amigo”, disse o cineasta. “Eu entendo que outras pessoas possam desaprovar. A condenação dele foi por uma acusação séria, que não deve ser desconsiderada”. Ele se justificou afirmando que não sabia de toda a história, apenas a versão contada por Striegel. O diretor acreditava que o amigo foi “pego em uma situação complicada, e não tinha uma intenção maligna de fazer o que fez”. Striegel passou seis meses na cadeia em 2010. O primeiro papel que conseguiu ao sair da prisão foi em “Homem de Ferro 3”, também dirigido por Black. Mais tarde, apareceria em outro dos projetos do amigo: “Dois Caras Legais”, comédia de ação lançada em 2016. Entretanto, após o alerta de Munn, Black foi pesquisar e descobriu que Striegel lhe mentira sobre a gravidade do caso. “Infelizmente, ficou claro para mim que fui enganado por um amigo em que eu realmente quis acreditar que estava me dizendo a verdade quando descreveu as circunstâncias de sua condenação”, disse Black em seu próprio comunicado. “Eu acredito fortemente em dar às pessoas uma segunda chance, mas às vezes você descobre que a chance não é tão garantida quanto você esperava. E depois de aprender mais sobre o depoimento, transcrições e detalhes adicionais sobre a sentença de Steve Striegel, fiquei profundamente desapontado comigo mesmo. Peço desculpas a todos, no passado e no presente, a quem decepcionei por deixar Steve ao seu redor sem lhes dar chance de serem ouvidos”. “O Predador” estreia na quinta (13/9) nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc

    EUA identificam e processam hacker norte-coreano que atacou a Sony em 2014

    7 de setembro de 2018 /

    O Departamento de Justiça dos Estados Unidos formalizou uma ação judicial contra um hacker da Coreia do Norte, denunciado pela invasão aos sistemas da Sony Pictures em 2014 e pelo ataque conhecido como WannaCry 2.0 em 2017. O hacker Park Jin Hyok é acusado de ter invadido os sistemas da Sony Pictures em 2014 e vazar centenas de emails privados de executivos da empresa, filmes inéditos e roteiros de séries, em retaliação à produção da comédia “A Entrevista”, que ridicularizava o ditador norte-coreano Kim Jong-un. Em consequência dos vazamentos, Amy Pascal perdeu o cargo de presidente do estúdio. Segundo o Departamento de Justiça, Hyok fazia parte de um grupo de cibercriminosos conhecido como Lazarus, que trabalha a mando do governo norte-coreano. Esse time é apontado por diversas empresas de segurança como um dos maiores disseminadores de golpes virtuais do mundo, entre eles o roubo de US$ 81 milhões do Banco de Bangladesh em 2016 e o ataque do vírus WannaCry 2.0, que causou o maior pânico cibernético já registrado. O golpe infectava computadores com um vírus que sequestrava arquivos e apenas os liberava após os criminosos receberem pagamentos com a moeda virtual bitcoin. A acusação do DoJ foi feita com base numa investigação do FBI. Se for condenado, Hyok será sentenciado a penas que podem chegar a 27 anos de prisão. Mas, para isso, precisaria ser extraditado para os EUA, o que não deve acontecer, garantindo-lhe a impunidade.

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  • Filme

    Trailer mais sangrento de O Predador ganha versão legendada

    7 de setembro de 2018 /

    A Fox divulgou a versão legendada do novo trailer de “O Predador”, resgate da franquia de alienígenas caçadores de humanos que foi sucesso nos anos 1980. A prévia traz muitas cenas inéditas, apresentando pela primeira vez os cães de outro mundo que o personagem do título usa em sua caçada, além de ser a mais sanguinária de todas, com cenas de morte ultraviolentas. O vídeo também revela que a criatura vista nos lançamentos anteriores é basicamente amadora perto do Predador “supremo” (ultimate), que chega a dar uma surra no Predador comum, antes de partir pra cima dos militares e civis pegos no meio de sua caçada. O filme é estrelado por Boyd Holbrook (“Logan”), Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Sterling K. Brown (série “This Is Us”), Yvonne Strahovski (série “The Handmaid’s Tale”), Alfie Allen (série “Game of Thrones”), Trevante Rhodes (“Moonlight”), Keegan-Michael Key (“Tinha Que Ser Ele?”), Thomas Jane (série “The Expanse”) e Augusto Aguilera (série “Chasing Life”). O roteiro é de Fred Dekker (“RoboCop 3”) e a direção ficou a cargo de Shane Black (“Homem de Ferro 3”), que volta à franquia. Para quem não lembra, ele participou como ator, num papel secundário, do filme original de 1987. A estreia de “O Predador” está marcada para a próxima quinta-feira (13/9) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Grey’s Anatomy vai ganhar seu primeiro protagonista gay masculino

    7 de setembro de 2018 /

    A série “Grey’s Anatomy” incluirá o seu primeiro cirurgião gay na 15ª temporada. O novato Alex Landi (que figurou na série “Bull”) vai interpretar o novo personagem, chamado de Dr. Nico Kim, na popular série criada por Shonda Rhimes para a rede americana ABC. A emissora confirmou que ele fará parte do elenco fixo da atração. Embora este seja o primeiro protagonista gay masculino da série, “Grey’s Anatomy” já tratou abertamente de homossexualidade, mas geralmente focando personagens femininas, como o casal formado por Callie Torres (Sara Ramirez) e Arizona Robbins (Jessica Capshaw). Além disso, nenhum personagem LGBTQIA+ da série teve o cargo de cirurgião. A 15ª temporada da série estreia em 27 de setembro nos Estados Unidos. “Grey’s Anatomy” é exibida pelo canal pago Sony no Brasil.

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