Miguel Falabella desenvolve série inspirada em tuítes que viralizaram
Uma história contada por meio de tuítes vai virar série da Globo. O futuro programa “Eu, Minha avó e a Boi”, desenvolvido por Miguel Falabella (“Sai de Baixo”), teve sua origem em uma série de publicações na rede social, que viralizaram no ano passado. Tudo começou em julho de 2017, quando o usuário Eduardo Hanzo postou uma “thread” (sequência de tuítes) contando a saga de rivalidade que durou décadas entre a sua avó e uma vizinha — a tal “Boi” do título. São dezenas de postagens contando a história surreal da rixa com requintes de crueldade, que vão desde roubo de namorados e morte de animais de estimação a até envenenamento de plantas. Na segunda, ele postou que a história ia virar série da Globo. E nesta terça (11/9) a produção foi confirmada pelos envolvidos. Veja abaixo. Quem tornou isso possível foi a escritora de novelas Glória Perez (“Salve Jorge”), mas roteiro ficará a cargo de Miguel Falabella. Por enquanto, não há qualquer informação a respeito de elenco, formato ou data de estreia. ow gente, lembra de isso aqui? e se eu chegar agora e dizer pra vocês que vai virar um seriado, na globo, escrito pelo miguel falabella? obrigado @gloriafperez, @FalabellaReal! https://t.co/D9ao56my0Z — edu (@EduardoHanzo) 10 de setembro de 2018 Estão com saudade da Vó e da Boi? Adivinhem!!! ? @EduardoHanzo @FalabellaReal pic.twitter.com/IQBHL42l2t — Gloria Perez (@gloriafperez) 10 de setembro de 2018 Vem aí Eu, minha avó e a Boi, baseado na história original de @EduardoHanzo — Miguel Falabella (@FalabellaReal) 11 de setembro de 2018
Showrunner de The Witcher sai do Twitter após ataques por mudança de etnia da protagonista feminina
A showrunner responsável pela adaptação de “The Witcher” para a Netflix, Lauren Schmidt Hissrich (“Os Defensores”), anunciou sua saída do Twitter pouco tempo depois do vazamento da descrição da intérprete de Ciri na série. Ela foi atacada por mudar a etnia da protagonista feminina. “Esta na hora de um hiato do Twitter. O amor aqui é incrível, e o ódio é esclarecedor, como um Trial of Grasses [referência ao jogo], mas eu preciso ler menos e escrever mais, ou não vamos ter um episódio final. Volto logo com mais informações. Sejam legais uns com os outros, okay?”, ela postou. Hissrich foi atacada quando veio à nota uma chamada para o teste de elenco que vai definir a intérprete de Ciri. Na descrição, a produção convocava atrizes “de 16 ou 15 anos, negras, asiáticas ou de minorias étnicas, que possam interpretar uma personagem de 13 ou 14 anos. Não pode ter mais de 18 anos”. Usuários do Twitter mostraram descontentamento e resgataram tuítes antigos, publicados em maio, onde a showrunner dizia que não alteraria etnias dos personagens originais. Nos livros do escritor Andrzej Sapkowski e no jogo de “The Witcher”, Ciri é de raça branca. Em poucos horas, um abaixo assinado que pedia respeito à obra original reuniu 35 mil assinaturas. Vale observar que “The Witcher” é sinônimo de polêmica racial. Em 2015, o game “The Witcher 3” já tinha sido acusado de racismo por alguns críticos, por incluir apenas personagens humanos brancos, enquanto os monstros tinham uma variedade enorme de cores. Os fãs reagem a esse tipo de observação lembrando que a saga é polonesa e se passa numa Europa medieval imaginária, que registra a herança étnica da civilização eslava. A atriz de Ciri ainda não foi anunciada. O único ator confirmado na produção até o momento é Henry Cavill (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) no papel de Geralt de Rivia. Ainda não há previsão para o lançamento da série.
Halle Berry vai virar lutadora de MMA em sua estreia como diretora de cinema
Halle Berry prepara sua estreia como diretora. Ela vai estrelar e dirigir o drama “Bruised”, em que interpretará uma lutadora de MMA. Na trama, Berry dará vida a Jackie “Justice”, uma lutadora fracassada que abandonou o filho recém-nascido seis anos atrás. Quando o pequeno Manny inesperadamente retorna para a mãe, ela precisa sair da aposentadoria e enfrentar no ringue uma jovem estrela do seu esporte. O roteiro foi escrito pela estreante Michelle Rosenfarb e o projeto será produzido pela Thunder Road Pictures, empresa com quem a atriz trabalhou recentemente, no ainda inédito “John Wick 3”. Berry contará com apoio da equipe de dublês da franquia “John Wick” para coreografar as lutas e também para entrar em forma para o papel. Embora nunca tenha dirigido antes, ela trabalha como produtora de seus filmes há vários anos, desde o telefilme “Dorothy Dandridge – O Brilho de uma Estrela”, em 1999. A filmagem de “Bruised” deve começar em março do ano que vem, e ainda não tem previsão de estreia. Mas a aparição da atriz com Keanu Reeves em “John Wick 3: Parabellum” chega aos cinemas em maio de 2019.
Steven Soderbergh vai dirigir seu primeiro filme para a Netflix
O cineasta Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) acertou a sua primeira colaboração com a Netflix. Ele vai dirigir e produzir um drama sobre basquete chamado “High Flying Bird” com exclusividade para a plataforma. O título é o mesmo de uma música folk dos anos 1960, mas a trama se passa nos dias atuais e segue um prestigiado agente de atletas (André Holland, de “Moonlight”) durante uma greve geral da NBA, quando ele propõe um negócio arriscado para um de seus clientes, um jovem com futuro no esporte (Melvin Gregg, de “UnREAL”). O elenco ainda inclui Zachary Quinto (“Star Trek”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Kyle MacLachlan (“Twin Peaks”), Bill Duke (“O Predador”) e Sonja John (“The Chi”). O roteiro é de Tarell Alvin McCraney, vencedor do Oscar por “Moonlight: Sob a Luz do Luar”. “Tivemos muitas propostas de distribuição para ‘High Flying Bird'”, admitiu Soderbergh em comunicado oficial. “No entanto, fechar esse negócio com a Netflix pareceu a oportunidade ideal para começar o meu relacionamento com eles”. O filme ainda não tem data de estreia definida.
Amazon divulga foto dos protagonistas da série sobre Maradona
A Amazon divulgou a primeira foto da série sobre o astro do futebol argentino Diego Armando Maradona. A imagem reúne os três atores que serão responsáveis por interpretá-lo em diferentes fases de sua vida: Nazareno Casero (“Estamos Juntos”), Juan Palomino (“Magnifica 70”) e Nicolas Goldschmidt (“Supermax”). A série também escalou as atrizes Julieta Cardinali (“En Terapia”) e Laura Esquivel (“Patito Feo”) no papel de Claudia Villafañe, com quem Maradona se casou em 1989 e acabou se divorciando mais de uma década depois. Gravada em locações na Argentina, Uruguai, Espanha, Itália e México, “Maradona” vai acompanhar o jogador da juventude até a fase atual e ainda não tem previsão de estreia. Segundo Brad Beale, vice-presidente de aquisição de conteúdos para televisão da Amazon Prime Vídeo, “a série mostrará um lado sem precedentes de Diego, não só como um campeão, mas como homem”. Não há informações a respeito de roteiristas e diretores do projeto, que foi encomendado junto à produtora BTF Media, sediada em Miami e fundada pelos mexicanos Francisco Cordero e Ricardo Coeto, cujo portfólio inclui séries para a rede Telemundo.
Sally Field revela abuso do padrasto, que era o Tarzan dos anos 1960
Em sua nova autobiografia, intitulada “In Pieces”, a atriz Sally Field (“O Espetacular Homem-Aranha”) revela que sofreu abuso sexual durante a infância nas mãos do padrasto, o ator e dublê Jock Mahoney, famoso por interpretar o Tarzan nos anos 1960. A mãe da atriz, Margaret Field, se separou de Mahoney em 1968, quando a filha tinha 22 anos. O ator morreu em 1989. Em entrevista ao The New York Times sobre o livro, Field disse só falado sobre o abuso com sua mãe recentemente, em 2012. “Ele me chamava para o quarto dele até os meus 14 anos. Eu me sentia como uma criança, sem esperança de reagir, mas também como uma adulta. Poderosa. Eu sabia que isso [sexo] era poder”, relembra a atriz. “Eu queria ser apenas uma criança, mas ele não deixou”. Outros trechos do livro citam outros casos de abuso sofrido ao longo da carreira da atriz, que era deslumbrante na juventude. Num trecho, por exemplo, a atriz conta que fumou haxixe com o cantor Jimmy Webb, ficou inconsciente e acordou horas mais tarde enquanto ele tentava estuprá-la. Sobre o caso, a atriz ainda tentou relevar, dizendo que ele “não teve intenção maliciosa”. “Nós dois simplesmente estávamos drogados demais”, comentou. Webb nega a acusação. Já em 1976, Field participou dos testes de elenco para o filme “O Guarda-Costas”, em que o diretor Bob Rafaelson disse que “não poderia contratar uma atriz que não beijasse bem”. Field cedeu aos avanços do diretor e ganhou o papel. Rafaelson também nega que isso tenha acontecido. Field, que completa 72 anos no próximo dia 6 de novembro, alcançou o estrelato aos 16 anos de idade, ao estrelar a série “Gidget” em 1965. Fez ainda mais sucesso como a personagem-título de “A Noviça Voadora”, entre 1967 e 1970, e se tornou uma estrela de cinema ao pegar carona com Burt Reynolds em “Agarra-me se Puderes” (1977). Os dois chegaram a namorar e fizeram vários filmes juntos, antes dela atingir outro patamar, vencendo dois Oscars por “Norma Rae” (1979) e “Um Lugar no Coração” (1984). Ela também foi indicada ao Oscar por “Lincoln” (2012), virou a Tia May em dois filmes do Homem-Aranha e poderá ser vista a seguir na série “Maniac”, que estreia em 21 de setembro na Netflix.
Tá rolando? Ashley Benson comenta foto de Cara Delevingne: “minha”
A atriz Ashley Benson (a Hanna de “Pretty Little Liars”) teria confirmado o namoro com Cara Delevingne (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”), após as duas serem flagradas juntas em diversas oportunidades, inclusive de mãos dadas. A “dica” teria sido dada no comentário de uma foto da modelo-atriz britânica no Instagram. Ao elogiar o visual da amiguinha, Ashley escreveu “Mine” (“minha”, em tradução literal) e acrescentou “Eu posso ver o seu” com emojis de sushi ao lado. O que parece um comentário bem ingênuo, na verdade representa um conhecimento íntimo da anatomia da outra. Emojis de sushi significam “vagina depilada”. As duas teriam se tornado mais próximas durante as filmagens do drama indie “Her Smell”, que é o motivo delas aparecerem sempre juntas e inseparáveis no Festival de Toronto, onde o filme de Alex Ross Perry (“Rainha do Mundo”) teve sua première mundial no fim de semana. Visualizar esta foto no Instagram. Instagram official. #CommentsByCelebs Uma publicação compartilhada por @ commentsbycelebs em 10 de Set, 2018 às 1:42 PDT
Casal de Riverdale, Cole Sprouse e Lili Reinhart assumem o namoro na vida real
Os fãs de “Riverdale” já sabiam (ou pelo menos desconfiavam) que Cole Sprouse e Lili Reinhart, que vivem o casal Jughead Jones e Betty Cooper na série, tornaram-se namorados também na vida real. Entretanto, os dois vinham se mantendo muito discretos sobre o assunto. Em março, durante um evento de encontro de fãs com todo o elenco da série, Sprouse foi perguntado à queima-roupa se estava namorando a colega e sua resposta foi: “Sem Comentários”. Mas agora o ator “oficializou” o namoro, brincando com a demora. Uma foto publicada no Instagram de Sprouse nesta segunda (10/9) é a primeira em que o casal aparece junto em clima romântico. Na legenda, ele escreveu um trocadilho que funciona apenas em inglês, mas significa “é lindo e tardou”. Veja abaixo. Visualizar esta foto no Instagram. It’s pretty, pretty late Uma publicação compartilhada por Cole Sprouse (@colesprouse) em 10 de Set, 2018 às 12:18 PDT
Michelle Dockery revela que o filme de Downton Abbey já começou a ser produzido
A família Crawley e seus criados estão de volta ao trabalho, revelou a atriz Michelle Dockery, ao postar uma foto em preto e branco no Instagram registrando os bastidores do começo da produção do filme baseado na série “Downton Abbey”. Na imagem, a intérprete de Lady Mary aparece em seu traje tradicional. Com roteiro de Julian Fellowes, o criador da série, a produção está sendo filmada pelo diretor Michael Engler, que trabalhou na atração, e contará com as voltas de Michelle Dockery, Maggie Smith, Elizabeth McGovern e Hugh Bonneville, reprisando seus papéis como membros da aristocracia britânica do começo do século 20. O filme não contará, porém, com a atriz que ganhou mais projeção após o final da série. Lily James justificou sua decisão de não participar das filmagens dizendo que não fazia sentido narrativo mostrar Lady Rose de volta para a Inglaterra. Por outro lado, o elenco será encorpado com várias estrelas convidadas, incluindo Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”), Geraldine James (“Anne com um E”), David Haig (“Florence: Quem é Essa Mulher?”), Tuppence Middleton (“Sense8”), Kate Phillips (“Peaky Blinders”) e Stephen Campbell Moore (“The Last Post”). Os detalhes da história ainda estão sendo mantidos em sigilo. Mas ela vai se passar após os eventos finais mostrados na série, que durou seis temporadas no canal britânico ITV. Ainda não há título oficial nem previsão de estreia para a produção. Visualizar esta foto no Instagram. And…we’re off ?@downtonabbey_official Uma publicação compartilhada por Michelle Dockery (@theladydockers) em 10 de Set, 2018 às 9:01 PDT
Trailer de Outlander revela nova viagem no tempo e muita ação
O canal pago americano Starz divulgou o trailer da 4ª temporada de “Outlander”, em versão normal e animada. A prévia mostra Jaime (Sam Heughan) e Claire (Caitriona Balfe) lutando contra os elementos, as crescentes tensões da Guerra Revolucionária nas colônias e novas ameaças na Carolina do Norte no século 18, enquanto sua filha crescida Brianna (Sophie Skelton) enfrenta seu próprio desafio no século 20. Ao encontrar provas de que seus pais se reuniram no passado, ela se prepara para seguir sua mãe numa viagem de volta no tempo. O vídeo também traz um destalhe que está rendendo muitas teorias dos fãs da série. Nos últimos segundos, o padrasto de Brianna e o primeiro amor de Claire, Frank Randall (Tobias Menzies), pode ser ouvido dando palavras de encorajamento à jovem enquanto ela sobe às pedras rúnicas, vestida com roupas do século 18, para sua aventura temporada. O detalhe é que Randall morreu na temporada anterior e a escritora Diana Gabaldon não o incluiu na trama do livro “Os Tambores de Outono” (Drums of Autumn) da saga “A Viajante do Tempo”, que serve de base para os próximos capítulos. A 4ª temporada vai estrear em 4 de novembro nos Estados Unidos e terá exibição no Brasil pela Fox Premium.
Nova série animada de She-Ra ganha primeiro teaser
A Dreamworks Animation divulgou o primeiro teaser do novo desenho de “She-Ra”, que reimagina a personagem clássica do mesmo universo de “He-Man”. A prévia revela como a jovem Adora recebe o “chamado” e encontra uma espada mágica, que a transforma na poderosa She-Ra. Até seu famoso grito de guerra, “pela honra de Greyskull!”, é ouvido no final do vídeo. A produção foi alvo de controvérsia quando suas primeiras imagens foram reveladas. Fãs do desenho original reclamaram do visual da heroína, bastante modificado em relação à versão dos anos 1980. Menos que o visual de anime, o que mais chamou atenção foi a aparência mais adolescente e menos sexualizada. O novo vídeo mostra, inclusive, que a assexualização não se resume à diminuição do tamanho dos seios da personagem. Ela também usa shorts sob a saia curta. O desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, mas logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora e irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova série será “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e o empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”, segundo a descrição oficial. Assim como na trama original, a protagonista permanece a Princesa Adora, que se torna a poderosa She-Ra com a ajuda de uma espada mágica. Sequestrada quando criança e criada pela Horda do Mal, ela só descobre sua verdadeira identidade ao se tornar adulta. A produção está sendo realizada sob o comando de Noelle Stevenson, roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”, e traz em seu elenco de dubladores diversos atores conhecidos, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, mas também Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). Com o título completo de “She-Ra and the Princesses of Power”, a atração estreia na Netflix em 16 de novembro.
Astro de Os Feiticeiros de Waverly Place é preso tentando entrar com arma carregada no Aeroporto de Los Angeles
O ator David Henrie, que ficou conhecido pelo papel de Justin Russo, irmão da personagem de Selena Gomez na série “Os Feiticeiros de Waverly Place”, do Disney Channel, foi preso por levar uma arma de fogo carregada ao aeroporto de Los Angeles. Segundo o TMZ, Henrie não passou pela verificação de segurança do aeroporto na manhã desta segunda-feira (10/9). A arma, um modelo M&P Shield 9mm, foi descoberta durante a revista obrigatória para liberar a entrada na área de embarque. Henrie acabou detido e levado para uma delegacia próxima. O ator continua em custódia e seus representantes ainda não comentaram o acontecido. Em “Os Feiticeiros de Waverly Place” (2007-2012), o ator interpretava o irmão da protagonista, Alex (Selena Gomez). Os irmãos Russo competiam para se tornar os próximos feiticeiros da família e alimentavam uma rivalidade fraternal. Além da série da Disney, Henrie apareceu em “How I Met Your Mother” e em filmes como “Segurança de Shopping 2” e “Walt Antes do Mickey”. Em um de seus próximos projetos, ele deveria interpretar uma versão mais jovem do ex-presidente dos EUA Ronald Reagan.
Estudo revela que 78% dos personagens árabes da TV americana são terroristas, espiões ou ditadores
A ONG MENA Arts Advocacy Coalition (MAAC), que defende maior representatividade de atores de origem árabe em Hollywood, divulgou um estudo que aponta que 78% dos personagens do Oriente Médio e do Norte da África que apareceram em séries americanas entre 2015 e 2016 foram retratados como terroristas, espiões, militares ou ditadores. O estudo divulgado nesta segunda-feira (10/9) pesquisou mais de 242 séries exibidas em canais abertos, fechados e serviços de streaming entre os dois anos apontados. E como resultado, a ONG apontou que apenas 1% dos personagens regulares em séries de TV americanas são de descendência árabe, enquanto esse grupo étnico representa 3,2% da população dos EUA. Cerca de 92% das séries analisadas não tem nenhum personagem com esta descendência no seu elenco regular. Mas há poucas e boas exceções de representatividade. Em “Mr. Robot”, o protagonista Elliot Anderson é interpretado por Rami Malek, que tem descendência egípcia, mas o personagem se envolve numa trama de cyberterrorismo. Outros exemplos mais positivos aparecem em papéis coadjuvantes, como Necar Zadegan (a advogada Delia em “Girlfriend’s Guide to Divorce”), Ennis Esmer (o tenista Nash em “Red Oaks”), Yara Shahidi (a Zoey de “Black-ish”), Jaime Camill (o Rogelio de “Jane the Virgin”), Tony Shalhoub (o Abe de “The Marvelous Mrs. Maisel”) e Michael Malarkey (o Enzo de “The Vampire Diaries”), todos atores de origem árabe ou norte-africana com papéis relevantes em séries de TV, que não vivem terroristas. “Hollywood precisa superar o estereótipo de terroristas e ditadores ao retratar essas pessoas”, comenta Nancy Wang Yuen, uma das autoras do estudo. “Esse tipo de retrato pode ter efeitos negativos de verdade. Criar personagens diferentes e mais complexos para pessoas de origem árabe ou norte-africana pode combater preconceitos e aumentar a rejeição a políticas públicas preconceituosas”.












